#leque
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thebotanicalarcade · 5 days ago
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n452_w1150
flickr
n452_w1150 by Biodiversity Heritage Library Via Flickr: Gartenflora Erlangen :F. Enke,1852-1940. biodiversitylibrary.org/page/42092455
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barbarafeio · 1 year ago
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Pubumésu
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lojaurucum · 1 year ago
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Descubra a Elegância Única: Leques de Arte com Penas de Aves da Coreia do Norte
Explore a beleza artística e a cultura rica da Coreia do Norte através de nossos deslumbrantes leques feitos à mão com penas de aves locais. Cada peça é uma obra-prima única, meticulosamente criada pelos talentosos artistas norte-coreanos, capturando a essência da natureza e da tradição.
Nossos leques são mais do que simples acessórios; eles são expressões autênticas da história e do patrimônio da Coreia do Norte. Cada pena cuidadosamente selecionada é habilmente montada para criar padrões fascinantes e detalhes impressionantes, refletindo a rica fauna do país.
Ao adquirir um de nossos leques, você estará trazendo para casa um pedaço genuíno da arte coreana, além de apoiar diretamente os artistas e artesãos locais. Deixe-se envolver pela graça e elegância dessas criações exclusivas, perfeitas para adornar sua parede ou serem utilizadas como um adereço sofisticado para combater o calor com estilo.
Adquira agora mesmo um leque de arte único da Coreia do Norte e mergulhe na cultura e beleza de uma nação enigmática.
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isl-equ-ay · 28 days ago
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celestegoyena
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astolfocinema · 11 months ago
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Society of the Snow (2023) ------------------------------ dir. J.A. Bayona cin. Pedro Leque cs. Spain, USA
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imninahchan · 7 months ago
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meu deus dei um bj gostoso agr tô até em depressão, o pior é q eu nem pedi o número do moleque, ele era tão bonitinho, morenin do cabelo cacheadin🤧 mas quem eu queria não me quis que merda de vida tb que disgraça E A MADONNA HEIN ALGUÉM FOI NO SHOW
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dailyordem · 2 years ago
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No momento um headcannon q eu tô obcecada é q toda família jouki tem conexões com o paranormal. O joui é da ordem, a yuki é da obscurité (sim, pra mim o headcanon da yuki irmã do joui é canon) e os pais deles já foram agentes no passado. Minha versão preferida é q a mãe foi agente da ordem enquanto ainda morava no Brasil, mas acabou abandonando o cargo quando foi pro Japão, e o pai era de alguma organização paranormal japonesa, que ele tbm acabou largando em algum momento. Todo mundo sabe q o paranomal existe, só n sabem q os outros sabem
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zsorosebudphoto · 1 year ago
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Leques no Museu de Oriente, Lisboa, 01-06-23
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starheart-blog · 5 months ago
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Do you have any Cryptid Oc's?? :^
Yes, I have.
Here are the Characters names and Styles.
Lady of The Dress/Senhora Do Vestido:
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Lady Leque/Senhora Do Leque:
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Sir Of Nature/Senhor Da Natureza:
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The Wife of Nature/Senhor da Natureza:
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And Lady Hood/Senhora do Capuz.
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artesanatodosucesso · 11 months ago
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Brincos de Crochê com Gráfico
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Aprenda a fazer lindos Brincos de Crochê com Gráfico, com video aula passo a passo completo, para iniciantes!
Veja o Artigo Completo a Seguir: https://artesanatodosucesso.com/brincos-de-croche-com-grafico/
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cartografiadaausencia · 1 year ago
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Eduardo Galeano, "Espelhos"
17.04.2022
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senatorex · 1 year ago
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“Dame mit Fächer” (“Dama com Leque”), obra do artista austríaco Gustav Klimt
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isl-equ-ay · 28 days ago
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azulmiosotis · 6 months ago
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moving
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༊࿐ ⊹ ˚. capítulo I
༊࿐ ⊹ ˚. sinópse: quando o renomado fotógrafo enzo vogrincic é escalado para fotografar um balé e uma entrevista com a dançarina principal, não se sente lá muito animado. o espetáculo, porém, subverte suas expectativas, especialmente devido a uma linda bailarina.
༊࿐ ⊹ ˚. tw: relacionamento tóxico, manipulação (cap. futuros)
༊࿐ ⊹ ˚. n.a.: há um link de vídeo em "[...]a parte mais icônica!". (o da osipova é perfeito, mas as palmas no da marinela elevam mt a performance, ent pus esse vídeo c os dois+ a zhakarova de brinde☠️)
༊࿐ ⊹ ˚. masterlist // próximo cap.
A imponência do Teatro Colón sempre diminuía Enzo quando ele cruzava suas portas. Algo um tanto regular, visto seu trabalho como fotógrafo na maior revista de dança da Argentina. Sua câmera havia levado-o por toda a América; seu talento único em sintetizar toda uma experiência em uma única cena, tão fugaz quanto um flash, havia lhe rendido numerosos prêmios. Duvidava, porém, que qualquer foto de hoje fosse extraordinária. Simplesmente acompanhava seu colega, Francisco, para registrar a abertura da temporada de ballet do ano e a entrevista que ele faria com uma bailarina, à qual o especialista rasgava elogios.
  “Ela é incrível, você vai ver. Foi contratada pela companhia do Colón faz um ano, mais ou menos; antes ela dançava no Brasil.” o mais novo comentou, enquanto achavam seus lugares. 
  “Hum… ela é, como se diz? Uma prima ballerina?” Enzo não sabia o significado exato do termo, mas parecia-lhe certo para uma dançarina que tanto impressionou Fran. 
  “Ela não é principal, ainda é solista, mas acho que ainda nessa temporada ela será promovida. Ela foi escalada em muitos papéis principais: Hoje, ela fará a Kitri, por exemplo.”
  “Kitri? Não lembro dessa personagem em Don Quixote…”
   Francisco riu. “O balé é bem diferente do livro. Vou apontá-la quando aparecer, não se preocupe.”
  Enzo estava ficando inquieto. Apesar do balé ser divertido, já havia passado o prólogo e nada da tal bailarina aparecer. Já duas vezes Enzo perguntara, “é aquela?” sobre uma dançarina qualquer que entrava em cena. Francisco se divertia com a ansiedade do colega.
  “Tenha calma, cabrón, ela só aparece no primeiro ato.”
  As cortinas se abriram novamente, revelando o palco cheio de camponesinhas espanholas. A música ritmada animou Enzo, que fotografava a cena.  Mal sentiu o toque de Francisco em seu ombro, mas ouviu seu murmúrio.
  “É ela!”
  De repente, a música aumenta de tom, e no meio do palco, surge uma bailarina, correndo e pulando como uma fada. Ela toma o comando da cena, saltando com a graça e vivacidade de uma princesa, batendo na mão um leque que combina com o vestido. Enzo quase sai da cadeira, querendo capturar cada pose desse passarinho vaidoso em sua frente. A espanholinha parece quase estar brincando com os outros dançarinos, atuando espalhafatosamente.  
  “Não lhe disse? Veja só como ela é graciosa!”
 Mesmo nas danças do corpo de baile, em que ela saia de cena, o artista estava inebriado com a impressão causada pelo seu charme e coqueteria. Imerso na apresentação, perguntava para Francisco a todo momento o que estava acontecendo, querendo acompanhar a história. Suas mãos nervosas rompiam flashes quase que involuntariamente, registrando as poses e expressões da solista. Só quando a música diminui, e os principais vão à frente do palco, que ele descansa a câmera no colo. Francisco, porém, dá-lhe um tapa no braço.
  “Não largue a câmera! Agora que é a parte mais icônica!” 
  Enzo mal tem tempo de assimilar o comando, quando a música retorna, mais intensa que nunca, e a bailarina de vermelho  corre através do palco. O som de castanheiras e palmas ritmadas dos figurantes ditam seus movimentos ágeis, marcantes, completados por seu sorriso confiante. Ela corre para o fundo do palco, enquanto os toreadores se alinham, formando um corredor, de cujo início ela surge, atravessando o palco em piruetas elegantes. As mãos de Enzo tremem ao vê-la se aproximando da frente do palco. Ela gira sua última pirueta, caindo numa pose elegante. Seus olhos pousam sobre a primeira fileira, e crava seu olhar no dele. Ele mal sente seu dedo apertar o botão da máquina, registrando o olhar penetrante e o sorriso sedutor da bailarina. Continuou a fitar o homem enquanto agradecia o público, curvando-se no centro do palco. Mesmo após as cortinas fecharem, e as luzes serem ligadas na plateia, Enzo continuou estatelado na cadeira, com o olhar distante. Francisco, ao lado dele, se segurava para não rir alto do estado do amigo.
  “Agora é o intervalo… não quer sair um pouco não? Ou o baque foi muito forte?” Ele não se aguentou e explodiu em gargalhadas, assustando uma família ao lado e envergonhando Enzo, que escondeu o rosto nas mãos. 
  “Não precisa. ‘Tô bem.” ele murmurou.
  “Eu te disse que ela era incrível. Vou perambular pelo salão um pouco, esticar as pernas, mas depois quero ver como estão ficando as fotos.” com isso, o loiro se foi, engatando uma conversa com um desconhecido. Enzo pegou sua câmera vagarosamente, a fim de verificar as fotos. Temia que a escuridão da platéia e o ângulo estranho tivessem arruinado as imagens, mas não foi o caso. Algumas saíram estranhas, até trêmulas, mas quando conseguia capturar uma pose ou expressão no momento certo, e a luz batia certinho contra os bailarinos do palco, podia-se sentir a energia da dança. A última foto, porém, era a mais impactante.
   O olhar forte, confiante, que a bailarina pousava exatamente nas lentes, as pálpebras semicerradas e o sorriso sedutor aumentados pela luz dramática e pelo ângulo, que a olhava de baixo, como um crente reverenciado diante de sua deusa. Enzo suspirou, olhando para o afresco no teto da sala. Não podia esperar pelo fim do balé, para poder conhecê-la pessoalmente, e sentir de novo seus olhares se encontrando. 
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kretina · 3 months ago
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INSANITY. the fire burns like truths, but it awakens you, FREES YOU. even if it has to be broken, even if it has to be killed.
trigger warning: a leitura abaixo contém menção a assassinato, sangue, dilaceração.
menções a: @lleccmte e @melisezgin
disclaimer: ao lutar com uma químera, katrina perde o controle dos poderes e desbloqueia um novo poder, enquanto luta com arthur.
exaustão. todos os músculos do corpo tremiam, suor escorria pela pele, pelas roupas agora rasgadas. não havia paz, não quando haviam acabado de derrubar um ghouls, muito mais por meríto de arthur e melis, ela sabia, tinha ciência. porém, quando o corpo respirou fundo, o campo de visão fora tomado por uma químera. de onde eles estavam saindo? estavam os caçando? o pensamento voltou-se para hades, o deus sentado em seu trono de ossos, os observando, vendo-os sobreviver ao que deveria os matar. não naquele dia, não enquanto katrina respirasse. armou-se, não teve tempo para contar os segundos, a porra dos segundos enquanto um grito lhe rompia a garganta, enquanto o martelo tomava a sua forma de batalha e girava em sua mão, pronto para esmagar o que viesse em sua direção. no entanto, da mesma forma que a força e coragem vieram, elas morreram no mais profundo do seu âmago. katrina viu-se presa ao chão, pareciam haver correntes a segurando, o corpo não reagia a sua ordem, nada funcionava enquanto o fogo do monstro dançava em sua direção. conseguia ver, sim, as chamas; elas balançavam ao som de uma linda canção, era hipnótico, forte demais para que resistisse. o seu medo ali estava, o seu maior medo a alcançava e não havia como fugir, morreria queimada; as pernas finalmente cederam, não, elas obedeceram. katrina rolou para o lado, o fogo lambendo um pouco do seu cabelo e tocando levemente parte do seu lado esquerdo, mas neste intervalo de tempo, por sobrevivência, o instinto ligou seus poderes. quando ergueu-se do chão, os olhos estavam roxos, todo o corpo envolto da sua aura de ódio, discórdia. a mente enchia-se de ilusão, de dor, de abandono; temia que morresse, que fosse morta, temia pela vida até daqueles que não estavam ali e em seu campo de visão, aquele que estava do seu lado oposto, aquele que a energia, batia de frente com a sua, naquele momento, o seu maior inimingo: arthur.
não saberia dizer que fim levou a químera, pois o seu mundo passou a girar em torno de outrem, em como precisava destruí-lo. correu na direção dele, um ataque furtivo no que o brutus (o martelo) o atinge na perna, mas lidando com um combatente da guerra, arthur revida; katrina sente sua lâmina a cortando na costela, superficialmente mas o bastante para que o seu licor da vida escorresse, para que vibrasse em fúria. ódio. a intensidade dos seus ataques aumenta, seu poder girando em torno do dele, manifestando-se em graus nunca sentidos antes; perdeu o ar por um segundo, o bastante para que ele a atingisse na perna, o rasgo sendo o bastante para dilacerar, a fazendo grunhir, sangue quente, não tinha tempo para observar o estrago. avança novamente, o punhal da dor se transforma em sua mão, a lâminada envenenada cortando a pele do filho de ares, preenchendo o sangue dele com veneno, com tortura. em covardia, o atinge no braço, as mãos trêmulas a fazendo vacilar em ser um ataque eficiente, mas katrina não desiste, o martelo é erguido para atingi-lo na cabeça. ela quer, ela precisa o esmagar, ver seu crânio machando o chão do submundo, e ela tinha chance, ele estava abatido; porém, quando o martelo é erguido, algo acontece. DOR.
seu poder...todo o seu poder é direcionado a um único lugar: suas costas. katrina sente os pulmões espremendo-se em agonia, a mente se perde no que precisava ser feito, no que...está saindo de dentro de si. as costas se abrem, em um leque asas surgem. a cabeça roda, a consciência se perde, com a brutalidade do que estava acontecendo, é jogada para trás. não mais é ódio, é dor, cansaço, negação. os olhos se mantém presos ao céu, a respiração acelerada enquanto a novidade se movimenta, das pontas ao centro da sua coluna. asas. os barulhos, comentários, gritos de quem estava ao redor se perde no que fica presa no mais profundo da sua mente, uma linda canção a embala.
levaram horas até que katrina voltasse a si, que conseguisse falar. o corpo exausto, apenas tentava sobreviver ao novo poder.
(poder passivo) asas da discórdia: assim como sua mãe era uma deusa alada, a prole de éris terá um par de longas asas negras, reptilianas, que podem se mimetizar em uma peça de roupa assim como, em seu corpo; sendo liberta apenas diante da necessidade do portador. até o presente momento, katrina consegue apenas planar, mas possui a habilidade de voar, precisa apenas aprender.
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cartasparaviolet · 8 months ago
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Saudade, saudade. Quanta vaidade há escondida por trás dessa verdade. Sinto sua falta, é tudo que direi. Não exporei meus sentimentos, lamento. Empenhe-se para captar seu real significado apenas nessa simples, porém torturante palavra: saudade. Convenhamos, não há um leque imenso de possibilidades. É reto, direto, sem curvas. É flecha que, lançada, atinge o alvo certo. É profundo, diante de tanta superficialidade. O amor e a saudade caminham lado a lado, é convergente. O discrepante seria amar sem sentir enraizado em meu ser a sua ausência. Há no campo uma concreta presença. Requer doses de ilusão ou seria esperança? Saudade, saudade. Em dobro, em triplo, nunca pela metade. É inteira, não é passageira. É vendaval, nunca brisa reconfortante. Paira no ar que respiro e inspiro a lembrar. Ricocheteia as minhas barreiras, derruba as minhas defesas, senta no trono de mim. É o fim, é saudade. Na atual conjuntura, essa é a minha maior verdade.
@cartasparaviolet
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