#Moralismo
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“Ebbene si,
Mi avete proprio
ROTTO LE… UOVA!
Il Mio buongiorno a voi…
virtuosi moralisti
o piuttosto dovrei dire
ASPIRANTI PECCATORI
che non hanno le occasioni.”
Il Silente Loquace ©
— @ilsilenteloquaceblog
#lui#uomo#regole#censura#moralismo#perbenismo#rotto le uova#pensieri miei#november 2024#@ilsilenteloquaceblog#isl
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You are so brave for not voting.
I mean imagine not being willing to do such moral compromise of voting an asshole over voting someone who wants to deport, kill and imprison anyone that isn't like him.
It takes a lot to be willing to let someone like that win just to uphold your morals, because yeah, candidate asshole is an idiot who will do some things that you won't like. So not voting and letting the other guy that will do that just 10 times worse is the right call.
So brave not doing nothing to stand for your morals, not voting for a third party even, just not voting.
Because you are right man! Both sides are bad. Wait i'm sorry i was reading the enlightened centrist manifesto.
Congrats, you keep your morals, even if it means everything crumbles around you and the ones you love. You are so great, so moral for not doing anything.
Beign on tumblr and retweeting posts about it really helped the world!
So keep seeing the world in black and white, keep waiting for a pitch ivory leader. You will eventualy find it, let's hope democracy it's still a thing by then. But i believe in you, keep trying!
You did nothing and won nothing. 🥳🥳🥳
#us politics#politics#leftism#leftist#left wing#kamala harris#kamala 2024#discourse#donald trump#fuck trump#trump#morality#moralismo#liberals
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O Sistema É Uma Grande Prostituta
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A corrupção no judiciário e no Estado reflete um sistema profundamente elitista e patriarcal,onde a justiça é moldada pelo poder e pelo dinheiro,enquanto os menos favorecidos são constantemente oprimidos. O judiciário,que deveria ser imparcial e garantir a justiça para todos,serve aos interesses da elite,defendendo aqueles que têm mais recursos e influência. Isso é particularmente evidente em casos onde abusadores são protegidos e as vítimas são silenciadas,culpabilizadas e desacreditadas.
O sistema estatal,corrompido até as raízes,não só tolera essa desigualdade como a incentiva, criando um ambiente onde o machismo e o moralismo florescem. O machismo,em especial, está intrinsecamente ligado a essa corrupção. Ele se manifesta na forma como as instituições tratam as mulheres,muitas vezes desprezadas ou culpabilizadas pelos abusos. O sistema reforça estruturas de poder patriarcais que favorecem homens abusadores,permitindo que eles escapem de suas responsabilidades.
O moralismo,por sua vez,é usado como uma arma para controlar a narrativa. Ele condena comportamentos que desafiam a ordem social imposta pelas elites,enquanto legitima e justifica abusos cometidos por aqueles que estão no topo dessa hierarquia. Em nome da moral,o sistema oprime,silencia e manipula, transformando a justiça em uma ferramenta de controle,e não de proteção. A corrupção do judiciário e do Estado,cria uma teia de opressão e injustiça. O poder e o privilégio prevalecem,enquanto as vítimas,especialmente as mulheres,continuam a ser desumanizadas e marginalizadas,sem voz ou proteção reais.
A incompetência do Estado e de muitos de seus funcionários públicos e servidores é uma das principais engrenagens que alimentam a corrupção e a manipulação sistêmica. O Estado, ao invés de cumprir seu papel de proteção e justiça,frequentemente se revela ineficiente, incapaz de atender às demandas da sociedade, e torna-se conivente com práticas corruptas que beneficiam aqueles que ocupam o poder.
Muitos funcionários públicos,que deveriam zelar pela ética e pela justiça,estão envolvidos em esquemas de favorecimento,prestando serviços apenas para quem tem influência ou recursos. A corrupção é endêmica em várias instituições, onde servidores se beneficiam de privilégios, subornos ou redes de proteção política. Essa falta de integridade gera um ambiente de desconfiança, onde os interesses do cidadão comum são relegados a segundo plano, enquanto os poderosos manipulam o sistema para se proteger.
A ineficácia do Estado é ainda mais evidente nas áreas de segurança,saúde,e,especialmente, no judiciário. Processos judiciais se arrastam por anos,decisões são influenciadas por interesses pessoais e políticos,e a justiça se torna inacessível para aqueles que mais precisam dela. Esse caos institucional alimenta uma cultura de impunidade,onde abusadores, corruptos e criminosos com laços na elite escapam sem punição,enquanto as vítimas, especialmente as mais pobres e marginalizadas, são deixadas à própria sorte.
Os assistentes sociais,psicólogos,advogados e demais agentes do sistema público,muitas vezes,fazem parte desse ciclo de opressão. Ao invés de defenderem os direitos dos mais vulneráveis,muitos se tornam peças-chave em uma engrenagem de manipulação e fabricação de provas contra às vítimas,construindo narrativas que favorecem o algoz em detrimento da vítima. Relatórios distorcidos,a criação de situações que distorcem a realidade,e o uso da burocracia como arma de intimidação e controle são práticas comuns em um sistema que se recusa a servir ao povo.
Esse ciclo de corrupção,incompetência e manipulação cria um Estado que não funciona para o cidadão comum,mas sim para aqueles que o controlam. A justiça,que deveria ser o pilar de uma sociedade igualitária,se torna uma farsa, manipulada por interesses elitistas, enquanto o povo sofre com a negligência,o descaso e a violência institucionalizada.
#escritores#escritoras#filosofia#sociologia#palavras#reflexão#religião#moralismo#política#ciências sociais#feminismo#feministas#corrupção#injustiça#eu odeio o sistema#contra o sistema#pensadores
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La subcultura romantica e moralista, ancora troppo diffuse, fanno male alle donne; deve essere sostituita dalla Cultura scientifica, la quale evidenzia che la monogamia non esiste nella nostra specie: siamo tutti promiscui. Ogni persona appartiene solo a se stessa: non esiste il concetto di "tradimento", esiste solo la possessività (sentimento negativo) che nasce, cresce e si impara in ambienti familiari disfunzionali.
#romanticismo#moralismo#donna#tradimento#possessività#sentimenti negativi#famiglia disfunzionale#subcultura#romantico#moralista#donne#cultura scientifica#monogamia#specie umana#ambienti familiari disfunzionali
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Em um dia de sol, compartilhar nossas tempestades pessoais alteram muito menos o sol do dia dos outros, do que quando tentamos ajudá-lo com sua tempestade sem que ele nos peça.
Tentar ser querido demais, as vezes não é empatia…
#brasil#escrevendo#reflexões#sentimentos#textos#amor#escritos#filosofico#pequenosescritores#amor propio#empatia#empathy#cuidado#carinho#falsidade#insegurança#moralism#moralismo#existentialism#existencialismo
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L'esame di Maturità è "Una festa. E, a differenza di molte altre manifestazioni dell’homo festivus, una festa che non separa ma unisce le generazioni: lo si capisce già giorni, settimane prima degli esami, quando in rete comincia a circolare Notte prima degli esami di Venditti, e al povero professore di lettere viene chiesto da giornalisti ammiccanti se Dante era un uomo libero o un fallito o un servo di partito (ma vattene affanculo), e i genitori e i nonni si commuovono raccontando di quanto seriamente la prendano i loro figli e nipoti, che uno ne parla male ma poi quando la Storia chiama…, e la mattina della prima prova ecco fiorire le foto su Instagram, i messaggi d’incoraggiamento su X (“Ragazzi, d’ora in poi sarà tutto un esame!”), i commenti ai temi del redattore laureato in Filosofia riesumato per l’occasione dalla sezione Cultura, i servizi al telegiornale, questo articolo… Una festa, e ci mangiamo in tanti. Abolirla, lo dico senza ironia, sarebbe un gesto da misantropi. (...) Più che invitare ad apprezzare la qualità di un testo, o la sua coerenza, praticamente tutte le tracce proposte sollecitano una risposta virtuistica: la poesia di Ungaretti servirà a dire quanto è brutta la guerra, il brano di Pirandello quanto fa paura il mondo meccanizzato, la pagina di Galasso quanto è dissennato un mondo che corre ad armarsi o a riarmarsi… Sono colpito, non meravigliato, perché questa curvatura la vedo già nei manuali, nelle scuole, nel corrente dibattito sulla letteratura: le librerie sono piene di libri scritti coi piedi, e pensati peggio, che presumono però di trasmettere al lettore preziosissime lezioni morali. La letteratura non serve a questo, in realtà: quello è il catechismo. Ma credo che sia una battaglia perduta."
Claudio Giunta
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«El anarquismo no es un partido en el sentido tradicional del término, no es sólo un movimiento organizado que, en este segundo sentido de la palabra política puede ser definido como político, sino que es también una visión general de la vida, la búsqueda de un modo de vida. Y, como tal, siempre ha tenido un fundamento ético, que lo distinguió de las demás tendencias dentro del campo socialista (me refiero al anarquismo socialista, heredero del internacionalismo obrero antiautoritario del siglo pasado, y no del anarquismo individualista, de los secuaces de Stirner que, a mi modo de ver, son algo muy distinto). Dentro del socialismo, los integrantes de la veta llamada científica, que adoptaron las teorías de Marx, se han mofado durante mucho tiempo del “moralismo” de los anarquistas. La paradoja es que ellos mismos, en la medida en que militaban por el socialismo no llevados por deseos de dominio o intereses personales, sino por una exigencia de justicia, obedecían a un impulso ético. Pero no lo reconocían, al buscar para la lucha y la conquista de un mundo mejor los caminos del poder, ya se situaban en el terreno dominado por la máxima “el fin justifica los medios”, encuadrando su acción en el marco de las leyes, pretendidamente “científicas”, de la historia.»
Luce Fabbri: El carácter ético del anarquismo. La Neurosis o Las Barricadas Ed., pág. 4. Madrid, 2013.
TGO
@bocadosdefilosofia
@dias-de-la-ira-1
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“ Non avevi contatti con i Kennedy. No. Io nei primi anni Sessanta ho lavorato con Bobby a Chicago. Brevemente. Lavoravamo con un tizio di nome Ed Hicks che cercava di ottenere libere elezioni per i tassisti di Chicago. Kennedy era sostanzialmente un moralista. In breve tempo si sarebbe fatto una lista di nemici stupefacente e si vantava di sapere chi fossero e cosa stessero tramando. Non lo sapeva, ovvio. Quando un paio di anni piú tardi suo fratello venne ammazzato si ritrovarono invischiati in una sequela di intrighi e complotti che non sarebbero mai stati chiariti. In testa all’elenco c’erano l’omicidio di Castro e, se questo non fosse andato a segno, l’effettiva invasione di Cuba. Alla fine non credo che sarebbe successo ma è una specie di spia dei guai in cui si trovavano. Mi sono sempre chiesto se non ci sia stato un momento in cui Kennedy rendendosi conto che stava per morire non abbia sorriso di sollievo. Dopo l’ictus del vecchio Joseph per qualche motivo i Kennedy hanno ritenuto opportuno dichiarare guerra alla mafia. Ignorando lo storico accordo che il vecchio aveva stretto con loro. Non ho idea di cos’avessero in testa.
Jack continua a scoparsi la fidanzata di Sam Giancana – una signora di nome Judith Campbell. Anche se in tutta onestà – espressione curiosa – penso che Jack l’abbia vista per primo. Se non lui uno dei suoi papponi. Un tale di nome Sinatra. Cosa vogliamo dire dei Kennedy? Piú unici che rari. Un mio amico una sera a Martha’s Vineyard è andato a una festa privata e quando è arrivato Ted Kennedy stava accogliendo gli invitati sulla porta. Indossava una tuta giallo canarino ed era ubriaco. Il mio amico ha detto: Complimenti per la mise, senatore. E Kennedy ha detto sí, ma io me la posso permettere. Il mio amico – che è un avvocato di Washington – mi ha detto che i Kennedy non li aveva mai capiti. Li trovava sconcertanti. Ma quando ha sentito quelle parole dice che gli son cadute le bende dagli occhi. Ha pensato che probabilmente erano incise nello stemma di famiglia. Comunque si dica in latino. Sia come sia, non ho mai capito perché da nessuna parte esiste un monumento intitolato a Mary Jo Kopechne. La ragazza che Ted ha lasciato annegare nell’abitacolo dopo che lui ha tirato la macchina giú da un ponte. Non fosse stato per il sacrificio di quella donna quello squilibrato sarebbe diventato presidente degli Stati Uniti. Per me a parte Bobby erano solo una banda di psicopatici. Presumo che in qualche modo Bobby sperasse di poter scagionare la famiglia. Anche se certamente sapeva che non sarebbe stato possibile. Nei forzieri che avevano finanziato tutta l’impresa non c’era un solo centesimo pulito. E poi sono morti tutti. Ammazzati, perlopiú. Non sarà Shakespeare. Ma un discreto Dostoevskij. “
Cormac McCarthy, Il passeggero, traduzione di Maurizia Balmelli, Einaudi (Collana Supercoralli), 2023; pp. 334-335.
[Edizione originale: The Passenger, Alfred A. Knopf Inc., New York City, U.S. 2022]
#Il passeggero#letture#leggere#citazioni letterarie#misteri#Cormac McCarthy#New Orleans#anni '80#mafia#passato#letteratura americana contemporanea#traumi#America#libri#scrittori statunitensi#anni 2020#Ted Kennedy#dietrologismi#Maurizia Balmelli#memorie#anni '60#moralismo#Chicago#Stati Uniti d'America#ricordi#Robert Kennedy#complottismo#Mary Jo Kopechne#Martha’s Vineyard#politica americana
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Il Papa si appropria (malamente) del termine "femminicidio"
Si chiama Dignitas Infinita, dichiarazione curata da un prefetto e firmata dal Papa. il documento sarebbe stato frutto di un lungo parto del magistero papale che immagino si faccia i fatti delle persone che non vivono neppure in Vaticano. E indovinate un po’? Si concentra soprattutto, a ben vedere dai titoli delle news, su tutte le persone egualmente discriminate. Mentre le donne si trovano nel…
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#Backlash Gender#Controllo#Corpi#Cultura Patriarcale#Diritti#Femminicidio#Moralismo#Rivendicazioni#Sessismo#Stereotipi#Violenza di Genere
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L'atteggiamento sguaiato, impertinente ed egocentrico, delle persone espansive.
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INTERIOR
El hambre a los mendigos les patea el estómago. Aquí sobra de todo. Toña quita la mesa tras darle a Santiaguillo las sobras y migajas. La señora echa cuentas con aire de entendida. Y él, ahíto y contento, con el chaleco abierto —de buena fe pensando que la miseria es vicio y quien bien ha cenado será que lo merece—, gira en paz los pulgares, y plácido... digiere.
*
INTÉRIEUR
Dans l’estomac des gueux la faim met son galop. Ici tout est cossu. Toinon lève la table Après avoir donné les miettes à Jacquot. Madame fait la caisse avec un air capable. Lui, content et repu, gilet déboutonné, Songeant que seul le vice amène la misère Et qu’on est vertueux si l’on a bien dîné, Tourne placidement ses pouces — et digère.
Jules Laforgue
di-versión©ochoislas
#Jules Laforgue#literatura francesa#poesía simbolista#interior#burguesía#pobreza#prejuicio#moralismo#di-versiones©ochoislas
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Perché il modernismo teologico produce moralismo?
Il moralismo, contrariamente a quanto si crede, non deriva da convinzioni tradizionaliste, ma da una prospettiva modernista della fede. L’abbandono dell’esclusivismo salvifico cristiano porta al moralismo perché elimina le motivazioni profonde per le rinunce morali, rendendo la salvezza dipendente solo dalle proprie forze. Continue reading Perché il modernismo teologico produce moralismo?
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Buonismo si riferisce a comportamenti o posizioni che sembrano spinti più dal desiderio di apparire buoni e moralmente superiori che da un reale senso di giustizia o praticità.
#buonismo#buonista#ipocrisia#moralismo#perbenismo#ipocrita#ingenuità#etimologia#significato delle parole#idealismo#paternalismo
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Red Pill: O Movimento que Trai,Humilha e Ainda Assim É Defendido por Mulheres
A defesa de ideologias arcaicas,como o movimento red pill,por parte de mulheres fora dos padrões estéticos e etários exaltados por esse próprio discurso,é um exemplo gritante de como o machismo estrutural manipula e aliena. Trata-se de uma adesão baseada não em um entendimento racional,mas em preconceitos profundamente arraigados,alimentados por uma moralidade retrógrada que não suporta ser questionada.
Essa postura não apenas reforça o patriarcado, mas também contribui diretamente para a violência contra as vítimas. Quando essas mulheres,frequentemente acima dos 40 anos e com discursos que exaltam a submissão feminina,ecoam narrativas que deslegitimam denúncias,elas não só silenciam vítimas,mas também validam abusadores. Ignoram dados sociológicos,pesquisas sobre violência de gênero e a realidade concreta de que a maioria das denúncias são verídicas,preferindo acreditar em uma visão preconceituosa e simplista de mundo.
Além disso,essas pessoas adotam um moralismo agressivo,atacando quem vive fora das regras do conservadorismo. Mulheres que optam por uma vida independente,longe da submissão e dos papéis tradicionais,são vistas como "imorais" ou "rebeldes". Em um raciocínio perverso,essas mulheres justificam abusos sofridos por quem desafia os moldes patriarcais,apelidando-os de "castigos divinos". Trata-se de um discurso que não apenas desumaniza as vítimas,mas também valida a violência como uma ferramenta de controle social,travestida de justiça divina.
Essa hipocrisia é evidente quando essas mesmas pessoas se descrevem como "cristãs", mas ignoram completamente os princípios fundamentais de compaixão e justiça que suas crenças deveriam pregar. Enquanto proclamam valores morais rígidos,suas ações demonstram conivência com traições,agressões e humilhações e crimes,muitas vezes dentro de suas próprias relações. A submissão,travestida de virtude,não é um ato de fé,mas de negação da própria dignidade.
Ao atacar vítimas e justificar abusos,essas mulheres perpetuam um sistema que oprime não apenas outras mulheres,mas também elas mesmas. Esse tipo de moralismo não tem base na realidade ou na ciência,mas em uma visão de mundo arcaica que prefere culpar as vítimas do que confrontar a violência. É essencial que essas narrativas sejam expostas e combatidas, pois enquanto persistirem,continuarão a alimentar a injustiça,o silenciamento e o sofrimento de tantas pessoas.
O movimento red pill,com suas práticas e discursos,frequentemente infringe diversas leis e princípios fundamentais de direitos humanos, além de promover uma visão altamente preconceituosa e contraditória. Abaixo,explico as implicações legais e as contradições inerentes à postura de mulheres maduras que defendem esse movimento enquanto atacam vítimas e mulheres que vivem de maneira mais liberal.
Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006): A incitação à violência ou submissão feminina,comum nos discursos do red pill, pode ser interpretada como apologia à violência doméstica e familiar contra a mulher,o que é diretamente combatido pela Lei Maria da Penha. A culpabilização das vítimas é uma forma de revitimização,uma prática que pode ser denunciada como violência psicológica e moral.
Apesar de serem alvo direto desse discurso, algumas mulheres acima dos 40 anos abraçam e defendem o movimento. Essa adesão contraditória pode ser explicada por fatores como:
Internalização do machismo: Muitas foram criadas sob valores patriarcais e religiosos que naturalizam a submissão e a desvalorização feminina.
Tentativa de validação: Para algumas,aderir ao red pill é uma forma de buscar aceitação em um sistema que já as despreza,mesmo que isso implique reforçar discursos prejudiciais.
Ataque a outras mulheres: Para se proteger de críticas direcionadas a elas mesmas, atacam mulheres mais jovens, independentes ou com estilos de vida liberais,projetando nelas suas próprias frustrações.
Essas defensoras frequentemente atacam mulheres que fogem do conservadorismo, rotulando-as como "imorais" ou "promíscuas". Também deslegitimam vítimas de abuso, reforçando narrativas que:
Culpabilizam quem denuncia,como se o abuso fosse uma consequência de um "estilo de vida errado".
Justificam agressões como "castigos divinos" por escolhas que fogem aos padrões tradicionais.
Essa postura é mais do que contraditória: é cúmplice de uma cultura de violência. A proteção de valores arcaicos e a tentativa de impor padrões limitantes apenas fortalecem o sistema que oprime a todos,especialmente às mulheres que o defendem.
Essa postura é agravada por um moralismo hipócrita que não segue os mandamentos que proclama defender. Esses indivíduos frequentemente ignoram a própria incoerência e vivem numa bolha de aparências,mais do que ignorância,trata-se de uma escolha consciente de proteger um sistema patriarcal que oprime e silencia. A crítica aqui não é apenas ao machismo ou ao moralismo religioso,mas à hipocrisia que se esconde por trás dessas bandeiras.
Trata-se de uma prática profundamente desinformada e ignorante,que ignora evidências sociológicas e dados sobre violência de gênero.
Muitas dessas mulheres convivem com agressões físicas,psicológicas ou emocionais em seus relacionamentos,mas preferem negá-las ou minimizá-las. Defender o abusador e atacar a vítima é uma forma de justificar o próprio sofrimento,como se aceitar o abuso fosse uma "prova de amor" ou um "sacrifício necessário". Crescer em uma sociedade patriarcal leva algumas mulheres a absorver a ideia de que seu valor está atrelado à aprovação masculina. Isso cria um ciclo em que,em vez de enxergar outras mulheres como aliadas,elas as veem como inimigas em uma competição por atenção e validação masculina.
Por Que Elas Odeiam as Vítimas?
Essas mulheres enxergam na vítima uma coragem ou liberdade que não conseguem alcançar.
Ao culpar a vítima,essas mulheres se eximem de reconhecer que o problema está no agressor. Isso as ajuda a manter a ilusão de que seu relacionamento é "normal" ou "controlável".
Algumas utilizam um moralismo severo para justificar o abuso,afirmando que a vítima "provocou" ou "mereceu" a violência. Essa atitude é especialmente comum em mulheres que adotam valores conservadores e enxergam quem vive fora desses padrões como "ameaças" à sua estabilidade.
Ignorar o comportamento abusivo ou traidor do parceiro é mais fácil do que enfrentar a realidade e romper a relação.
Atacando vítimas,elas reforçam a ideia de que denunciar é um ato de rebeldia ou falsidade, dificultando ainda mais o enfrentamento da violência de gênero. A frustração dessas mulheres é um reflexo de um sistema que as aprisionam e mantém uma alienação e doutrinação coletiva,principalmente utilizando preceitos religiosos como massa de manobra e manipulação.
#machismo#patriarcado#feminismo#feministas#escritoras#religião#moralismo#sociologia#filosofia#escrever#pensamentos#reflexao#palavras#machismo estrutural
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PRIMA PAGINA La Provincia di Oggi domenica, 24 novembre 2024
#PrimaPagina#laprovincia quotidiano#giornale#primepagine#frontpage#nazionali#internazionali#news#inedicola#oggi provincia#domenica#novembre#euro#fondato#duomo#como#moralismo#fermare#guerra#mego#spiccato#dalla#internazionale#primo#israeliano#della#gallant#giusto#sbagliato#ridicolo
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Bem mais que apenas pensar…
Qual a utilidade de sentar-se ao sol pela manhã e debruçar-se em pensamentos, desatentos, encantos e tantas outras questões, pondo de lado toda uma vida viva que acontece no entorno, postergando as requisições mil que a sua manutenção solicita?
Agir assim, parar para refletir, pensar, contestar, questionar, avaliar, antes de seguir com uma uma repetitiva e incansável rotina a qual chamamos vida…
Que valor isso tem?
Ora, se pensarmos a favor do que é dito como “progresso” e contabilizarmos os minutos perdidos sem ganhar dinheiro, ou as tarefas deixadas de lado que hão de se acumular, mas que aparentemente são essenciais para a sustentação de nossas vidas, é claro que vemos com clareza o tempo sendo perdido.
No entanto…
Do lado de cá, onde para-se apenas alguns poucos minutos para algo supostamente inútil, podemos ao menos nos perguntar:
Perdido para que?
Perdido para quem?
Um filósofo muçulmano um dia me ensinou que uma das formas de conhecer Deus era através do conhecimento, que Ele se revela nas coisas como elas acontecem e nos traços disso que tanto se repete.
Hoje eu sei que o conhecimento, se levado como coisa séria, como objetivo de vida e como contato com o próprio Deus, acontece mediante o constante entendimento de que o conhecimento do infinitos é infinito de obter.
Não acho que por intermédio daquilo que eu simbolizo ser Deus eu posso de fato conhecê-lo, mas apenas perceber as representações inúteis que eu faço Dele.
Na contramão de me apropriar dos meus inúteis símbolos como se eles fossem a vida propriamente dita, reconheço com humildade que a fantasia que crio da realidade é meramente uma ferramenta para me manter conectado a ela, sem medo de dizer que Eu enquanto imagem que tenho de mim, não existe mais do que em puro ideal.
Se esse Eu que digo ser de alguma coisa presta, só o presta quando abarca em si a totalidade daquilo que sou, do contrário, coisas que eu não reconheço como sendo Eu agirão independente da minha vontade consciente.
É difícil!
É difícil reconhecer que o Eu que acho que sou é meramente uma imagem de tudo aquilo que sou quando piso sobre o este fértil firmamento. Sobretudo quando pensando em “melhorar” aquilo que sou, eu esqueço que me bastaria fazer um pouco mais as pazes comigo mesmo.
Do lado de lá, onde eu não me debruço sobre essas questões, parece que eu só sei contabilizar cada centavo perdido por minuto, cada tarefa acumulada deixada para trás e como no futuro cada uma delas há de pela “procrastinação” me prejudicar.
Ó doce conhecimento, como és Belo e Divino, como é bom ver que a luz de Deus em ti habita, quando revelada a vastidão de teu alcance o homem permite-se ser um pouco menos sábio e um pouco mais humano.
Mal sabia eu que a simples lógica e a faculdade da razão me levariam a compreensão de um infinito misericordioso e cheio de redenção.
Mal sabia eu que entendendo que Deus não pode ser representado de forma alguma, a mim não caberia mais que aceitar a fantasia que crio dele e de como funciona tudo o que ele criou.
Não fosse esse sutil aprendizado, jamais na minha vida eu habitaria em mim mesmo, senão em uma vazia fantasia de quem sou, e isso, independente de estar sentado escrevendo ou sustentando minha vida em tudo que ela me cobra de responsabilidade.
Bendita seja a droga que tanto me ajudou, bem dita seja a fantasia que deixa-me ansioso, bendito seja o Eu, bendito fruto entre a humanidade, capaz de reconhecer a si mesmo dentro do limite que lhe cabe, permitindo-nos arbitrar sobre as finitas decisões que a vida nos exige e discernir entre o dentro e o fora.
Não fossem as fugas da realidade pobre em que vivemos, para uma fantasia de um futuro farto e de alegria, talvez a vida viesse mesmo a perecer, sobretudo, no mundo em que vivemos.
Aquele que não vê que tudo tem, ou que deseja diferente daquilo que é, desconsiderando as finas e belas vontades que atendem a alma, não faz mais que se render a ideia que tem de si mesmo, ou as pressões para continuar cumprindo os papéis essenciais, que a vida coletiva coloca.
O homem antes é um animal gregário, só então é um ser consciente, uma coisa antecede a outra e a primeira não deixa de existir com o surgimento da segunda. Portanto, conscientizar-se de si, manejando a sua individualidade e vida íntima para permanecer em comunhão não é tarefa fácil e menos ainda o é, dentro disso, atender as vontades da alma.
A alma precisa que alguém porte o seu recado, precisa de alguém a seu serviço para o controle do corpo, e o ideal de futuro por mais banal que seja, carrega em si como imagem, as suas sublimes vontades, por mais que as vezes distorcidas.
A Deus pertence sim o início, o meio e o fim de uma vida, mas não o árbitro de atender ou não os seus quereres, não cabendo também a Ele perverter suas próprias leis, em prol de uma fantasia qualquer.
O Senhor em nada tem a ver com as tantas imagens e ídolos que o homem cria dentro ou fora de si e tão pouco faz caso de o homem alicerçar-se nelas para seguir adiante, muito embora isso continue sendo um erro grosseiro de lógica.
Mais que pacienciencioso e misericordioso como tanto é representado, ele criou tudo perfeito e nos deu o paraíso, sendo que só é lançado deste paraíso, o homem que almeja ser dono ele mesmo de toda a criação, ou se colocar em posição de julga-la.
E se nem uma imagem consistente de si o homem tem, para ser assim tão contundente e fiel a si mesmo, que dirá então em relação ao funcionamento do mundo, da vida e da criação.
O que se toma da alma empresta-se de Deus, mas nem ela é a Ele tão fiel…
Deveríamos ser mais gratos por estarmos contaminados de magia, pois ela nos apazigua quando aflitos temos esperança do retorno de um seio, do contrário, viveríamos a angústia da morte e do desespero, mais do que já vivemos, por exemplo quando nos falta o dinheiro…
Esse seio roto e sem corpo…
Como prescreve Jesus em seu sábio sermão, os lírios não tecem nem fiam, muito menos os pássaros aram a terra, embalam as sementes e as colocam nas prateleiras de um super mercado, ou mesmo as fazem brotar do seio da terra.
E a nossa ansiosa desconfiança de que a semente não irá crescer, não passa de simples efeito, da confusão causada por achar que conhecemos a nós e ao mundo.
É duro aceitar que excluímo-nos nós mesmos do paraíso e levamos conosco nossos irmãos.
Escrevo, questiono e devaneio, para lembrar-me de quanto não sei.
Horas passam, dinheiro é perdido, mas quando retorno eu retorno a mim mesmo com uma visão muito mais nítida do que reside dentro ou fora de mim.
Eis a verdadeira obra da natureza humana, tão comum e tão pronunciada, que está lá mesmo no bebê que chora com fome e requer o colo da mãe, tentando expressar-se a si mesmo, sem nem mesmo reconhecer que existe, como há de fazer por toda uma vida, existindo como perfeita criação.
Sendo imagem e semelhança de Deus, que do verbo vem a ser visto exaltando sua imensidão.
Reconheço que o útil nem sempre é agradável, ainda mais se é por fim limpar uma casa o suja e imunda, mas não o faria sem antes limpar a mim mesmo, do contrário só estaria repetindo, algo que aprendi e não sei para que serve.
Procuro pensar antes de agir, porque sei que já não me expresso de forma qualquer e que a mim cabe discernir, quando é que falo por mim.
Faço isso porque sei que Invariavelmente, quando estou demasiadamente ocupado em quitar minhas dividas, ou manter minha louça lavada, esqueço-me de me questionar se tenho mesmo dado valor a vida que Deus me deu.
Senão eu seria como o bebê, que chora quando não é atendido e anseia por proteção de um mundo que desconhece.
Senão como ele eu seria, alguém que conhecimento nenhum construiu frente a um infinito desconhecido.
É fácil e muito perigoso, agarrar-se a uma fantasia emprestada e supor que conhece de fato o funcionamento do mundo, tanto quanto é facil e perigoso apoiar-se exclusivamente, naquilo que até então conheceu.
Difícil mesmo, é habitar no entrecampo onde se reconhece que mal se sabe governar a si mesmo, enquanto precisa compreender o infinito minimamente, para tentar sobreviver.
Difícil é atender as vontades da alma, sem confundir-se com sua luxuriosa sedução e ainda tratá-la com respeito, levando a cabo uma vida bem vivida, muito mais do que em mera fantasia.
É lento o ritmo da terra, angustiante e doce em seu constante bailado, as vezes demais para ser acompanhado de perto e demais para ser deixado de lado, mas é certo que não se pode confundir, um momento com uma condição.
Há infeliz embriagado tanto quanto sóbrio, virtuoso mal interpretado e medíocre bem resolvido.
Há estrelas no céu, comida boa na terra e uma série de perguntas sem respostas.
Há agonia e ternura
Mas não há o que precise mudar, nem tão pouco algo a ser melhorado, se há tempo que corre e transforma, ainda que tudo permaneça igual.
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