#Sentirem
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Quando vocês se sentirem na bosta lembrem que eu acabei de descobrir que a pessoa que eu mais amei nesse mundo tá namorando e me usou pra aumentar o próprio ego.
#Sentirem#Bosta#Lembrem#Descobrir#Pessoa#Amei#Mundo#Namorando#Usou#Ego#Traição#Desilusão#Decepção#Mágoa#Amargura#Manipulação#Abuso emocional#Desamor#Relacionamento#Desrespeito#Desapontamento#Coração partido#Sofrimento#Amargor#Ilusão#Falsidade#Engano#Tristeza#Ressentimento#Perda
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eu odeio whataboutism mas porra ter que ouvir sobre normalização da xenofobia depois desse jogo é uma coisa que me deixa maluca. por mais que você não ligue pra twitter e pro comportamento criminoso daqueles filho da puta, a libertadores ACABOU de acontecer. um torcedor do san lorenzo jogou uma banana em uma criança de 12 anos em pleno morumbi. tem videos e mais vídeos de torcedores do racing e do river plate imitando macaco pra brasileiros enquanto estão VENDO que estão sendo gravados. torcedores do boca NO RIO DE JANEIRO. ano após ano a mesma coisa, e nem é só contra brasileiros e eu juro por deus, eu não vejo essa dor e essa preocupação com a xenofobia quando esses casos aconteceram
#pelo visto é fogo nos racistas mas so ate o ponto que os brancos pique movimento verde e amarelo se sentirem confortaveis#enfim#chapeu de otario é marreta
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Gente quem é Joe no parquinho????? Vcs não tão vendo quão feliz a mulher tá???? Supera pq ela tá superando kslspskspakao
#que tanto de comentário saudade do joe#saudade do que? 6 anos juntos e o cara deu absolutamente nada pra vcs sentirem falta#thoughts thoughts thoughts
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minha psicóloga me matou quando disse: você se esforça tanto para fazer da vida das pessoas a sua volta uma experiência cheia de momentos únicos e inesquecíveis, faz de tudo para sempre fazer eles se sentirem especiais, em datas comemorativas ou em dias difíceis e o que as pessoas tem feito para tornar os SEUS momentos únicos e especiais? ultimamente você tem sentido isso? você tem se sentido especial? Acho que foi o maior choque de realidade que já recebi….
gabbs
#arquivopoetico#autorias#carteldapoesia#espalhepoesias#mentesexpostas#pequenosescritores#poecitas#acalentonaalma#lardepoetas#liberdadeliteraria#mentesbrillantes#mentesansiosas#lardospoetas#autorais#espalhandopoesias#liberdadepoetica#mardeescritos
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cheguei na mf !! 35kg !!
bom eu cheguei na mf, estou com 35kg com imc 13.5, confesso que não foi tão fácil assim mas tbm nao foi difícil, não fiz tantos exercícios mas comi limpo quase todos os dias, caminho sempre no mínimo 7k passos por dia, não pratico muita nf, mas usei cocaína para emagrecer, por uma semana usei todos os dias, e perdi 3kg eu n sentia fome por nada, foi muito bom me sentir assim, tambem fumo tds os dias oq ajuda ainda mais a perder a fome, perdi 6kg no total decidi que iria focar mesmo e sair dos 41kg, comecei esse desafio de emagrecer e chegar na minha mf quando notei que não estava mais me sentindo magra o suficiente com meus 41kg, me sentia gorda, suja por olhar pras minhas coxas e elas não serem tão finas como sempre desejei, eu era magra sim nessa época, porém não como eu queria, me sentia uma magra normal por mais que falavam que eu estava mt magra, mas na minha cabeça eles que estavam mt gordos e queriam que eu engordace pra se sentirem magros.
Depois que emagreci e cheguei na mf, tds me olham com pavor, como se eu fosse algo macabro ganhei apelidos mais maldosos como "boca fechada", "pilha de ossos", "anorexica", "passa fome", e me sinto bem cm esses tais apelidos por pior que sejam, eu sei que estou bem com meu peso e mais magra que todos que falam besteira pra mim, me xingam e gritam apelidos maldosos por estarem com inveja, pq eu tenho o controle e a capacidade de fechar a boca, isso me deixa feliz, não fico triste com esses comentários
meus pais estao preocupados cmg, minha mãe me olha com preocupação e sempre pergunta se comi qnd chega do trabalho, e insiste que eu coma por mais que eu diga que me alimentei, todos me olham com muita preocupação, minha mãe começou a comprar mais coisas no mercado pra mim, para ver se eu sinto vontade de comer as coisas que ela sabe que eu gosto, mas não consigo me permitir comer, pq sei que se eu engordar vou entrar em desespero
minhas amgs sempre insistem que eu coma algo na escola, sempre perguntam se eu qro lanchar ou almoçar, e sinto que elas falam mal de mim ou reclamam de mim qnd n estou perto, elas n me contam tudo eu consigo sentir isso, e acho que elas sentem inveja do meu peso, pq n gostam de falar sobre peso cmg, sempre fazem caras estranhas qnd eu como demais algo, e me sinto mal cm se elas estivessem torcendo pra eu engordar
eu me orgulho por estar com o peso e aparência que eu estou, não quero ser uma garota normal que n conta calorias e come qlqr tipo de porcaria, que n se liga que comer frutas é muito melhor do que comer uma bolacha recheada, me sinto leve por saber a quantidade certa de comer, conseguir entrar em todas as roupas que eu quiser é ótimo.
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e você é linda | Song Mingi
sinopse — aquele era um daqueles dias em que você se sentia péssima, mesmo depois de passar três horas se arrumando. No entanto, Mingi te idolatrava como a verdadeira deusa que você era.
w.c — 0.6k
🌻notinha da Sun — Voltarei à ativa assim que puder!! As coisas estão meio corridas, mas programei essa pra vocês não sentirem tanto a minha falta KKKKK. Tava vendo uns vídeos do ateez e bateu vontade de escrever algo com o Mingi, então tá aí! Espero que gostem!!
— Desculpa a demora — você disse a Mingi assim que entrou no carro parado em frente à sua casa. Ele se inclinou para beijar seu rosto, mas você, instintivamente, o escondeu. — Acho que estou horrível. Meu cabelo não ficou do jeito que eu queria, e ainda tentei uma maquiagem diferente, mas não consegui e preferi o de sempre.
Mingi sorriu. Você não precisava olhar para saber — sentia. Ele sempre estava impecável, vaidoso como de costume. Mas a verdade era que, mesmo que viesse te buscar com o rosto limpo e o cabelo lavado às pressas com o mesmo sabonete de sempre, continuaria irresistível. O cheiro fresco dele invadiu suas narinas, e, por um instante, tudo que você queria era subir em seu colo e nunca mais sair dali.
— Para de ser boba, cê tá linda — ele disse, afastando suas mãos que cobriam seu rosto. Com delicadeza, ajeitou um cachinho bem-feito para trás e te observou. Aos olhos dele, não havia nada de errado. Ele te amava com ou sem maquiagem, com o cabelo impecável ou desgrenhado pela rotina pesada da faculdade. Gostava até das suas olheiras, fruto das madrugadas revisando conteúdo em chamadas com ele. Adorava sua "pandinha particular". — Tá linda, deliciosa, gostosa e tão minha.
Deus sabia o quanto você gostava de elogios. E Mingi também. Você se fazia de tímida, pedia para ele parar, mas ele conhecia bem a verdade. Você adorava ser o centro das atenções pelos motivos certos, adorava se sentir inteligente. E especialmente gostava quando ele te chamava de gostosa e enchia sua pele de beijos, como fazia agora, sob a luz da lua e dos postes da rua.
— Você não tá dizendo isso só pra me agradar, né? — você perguntou, afastando-o do seu pescoço para encará-lo. Seus olhos se estreitaram, avaliando a resposta. — Você é tão lindo... Precisa de alguém à sua altura.
— Você só quer que eu te beije até parar de pensar, né, bonita? — Ele sorriu, e você também, puxando-o pelo colarinho. Às vezes, desejava poder se fundir a ele, tornar-se um só corpo. Gostava tanto, amava tanto, que sentia esse amor correr por suas veias como uma circulação extra, além da sanguínea e linfática. — Você tá perfeitinha, como sempre. E eu sou o sortudo por te ter, não o contrário.
— Você sempre sabe o que dizer, né? — você murmurou, ainda encarando-o. Ele se afastou um pouco e deu batidinhas nas próprias coxas, indicando para você atravessar a marcha que dividia os assentos e se sentar sobre ele. Você o fez, encolhendo-se em seu colo como um bicho-preguiça em sua árvore. Queria ficar assim para sempre.
Mingi traçava caminhos preguiçosos em suas costas, descia até suas pernas, subia pelas coxas, suas palmas quentes deslizando por baixo da sua saia. Seu toque era ao mesmo tempo suave e arrebatador, e sua pele parecia ferver. Com a cabeça apoiada no peito dele, você sentia seu coração bater. Quando olhou para cima, encontrou os olhos dele fixos em você. Piscou algumas vezes, tentando processar a sorte que tinha por namorar alguém como ele.
— E se a gente ficar assim pra sempre? — você sussurrou.
Mingi sorriu, mostrando os dentes brancos e alinhados. Meu Deus, como ele era bonito. Ele te apertou mais contra si, e você quase suspirou, completamente confortável em seus braços.
— Acho que seria mais confortável se a gente fosse para o banco de trás — ele disse, claramente com segundas intenções.
Você arregalou os olhos, divertida, e deu um tapinha fraco nele.
— Você é um safado.
— E você é linda.
©sunshyni. Todos os direitos reservados.
#sun favs#ateez#ateez fanfic#ateez fic#ateez x reader#ateez song mingi#ateez scenarios#ateez fluff#ateez x y/n#ateez x you#ateez x female reader#song mingi#song mingi x reader#song mingi x you#song mingi x y/n#ateez pt br#ateez br
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porra se vc nao quer ver gordofobia sai do ed
aqui nao tem espaço p gordas q se doem por se sentirem ofendidas com um comentário
balofa
#tw ed ana#garotas bonitas não comem#ana blr#anabr#anadiet#i just want to be thin#starv1ng#tw ana mia#anor3c1a#tw skipping meals
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31 de dezembro, 2023.
último dia desse pesadelo e a única coisa que eu consigo pensar hoje é que eu queria muito que tudo terminasse junto com o ano...
infelizmente nada disso é possível porque são cicatrizes sujas marcadas pra sempre e que talvez eu nunca irei superá-las.
eu só queria sumir ou acidentalmente morrer, não queria um suicídi0 e fazer todos se sentirem culpados, eu só quero que isso acabe logo.
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𝒕𝒉𝒆 𝒘𝒆𝒅𝒅𝒊𝒏𝒈 𝒐𝒇 𝒕𝒉𝒆 𝐜𝐞𝐧𝐭𝐮𝐫𝐲.
Delicados convites foram enviados para todas as família nobres, fossem barões ou duques, e chegaram também aos militares de todas as altas patentes. A cerimônia de casamento, a ser celebrada em um templo aberto para que o público plebeu também a assista, seria realizada no fim do inverno, dando boas-vindas ao clima fresco e adeus à neve. A data foi escolhida por ser próxima ao período da celebração do amor: como dizem na capital, o aniversário de Vênus. A filha de um nobre, formada em Hexwood e herdeira de um legado khajol centenário, se uniria a um proeminente militar, prole de Wülfhere e exímio guerreiro da infantaria. De norte a sul e leste a oeste, só se fala desta união nos quatro cantos de Aldanrae – não apenas por sua peculiaridade óbvia, mas por representar o enlace entre duas pessoas de popularidade bastante conhecida na sociedade. O templo de Júpiter, um dos maiores da capital Ânglia, foi adornado de maneira a demonstrar um equilíbrio entre as classes: suas colunas de mármore envoltas em videiras, e flores enfeitavam todos os cantos. Tecidos verdes despediam do alto com pedras preciosas e bordados, além das iniciais dos noivos. Para todos os lados parecia existir um cuidado em misturar as duas culturas, o régio e sério dos khajols com o natural e indomável dos changelings. Verde e dourado tornaram-se as cores do dia e a cerimônia não contaria com nenhum celebrante — a lady khajol Hannah Saltsburn e o Coronel Devet primeiro honrariam os próprios deuses em uma prece silenciosa e depois se uniriam em conjunto, pedindo juntos às suas divindades por uma união abençoada... Estas eram as informações que tinham até o momento; as notícias corriam, e todos estavam ansiosos para observar o desenrolar do casamento e o festejo seguinte. Seria o primeiro do tipo e certamente abriria porta para outros, já que alguns casos entre changelings e khajols eram conhecidos, embora nunca verdadeiramente aprovados. Todos os alunos e professores abrigados no castelo de Hexwood foram convidados (um pouco obrigados) a se fazerem presentes. Há meses dividindo o mesmo teto, não parecia haver previsão de quando aquela união forçada terminaria. A junção do Instituto Militar com a Academia de Artes Mágicas, antes apenas um ajuste para os desolados changelings, agora parecia apenas um pequeno movimento diante dos planos caóticos do imperador. A sensação que percorreria a todos era a mesma: as noções de certo e errado e do que era aceitável mudavam rapidamente conforme a vontade do governante, e ele parecia empenhado em demonstrar que khajols e changelings poderiam existir sem ódio mútuo. O casamento parecia apenas outro grande passo em direção a algo que ninguém conseguia compreender.
𝒕𝒉𝒆 𝐬𝐜𝐞𝐧𝐞𝐫𝐲.
Changelings e khajos vão chegar antes do casamento de fato e aproveitar o ambiente. Existem algumas coisas a serem feitas, rituais a serem cumpridos para ambos os lados. O templo, todo enfeitado de com flores e plantas diversas, divino em verde e dourado, está repleto de atividades a serem feitas, todas sob os olhos da estátua de Júpiter. É comum que templos fiquem cheios e rituais ali sejam praticados.
Uma mesa de bebidas não alcoólicas está disponível para aqueles que sentirem sede, mas a comida será servida apenas após o casamento, em uma festa que costuma durar por uma noite inteira.
Há um pequeno altar para oferendas, tanto para os deuses khajol quanto para Erianhood. Todos podem realizar suas preces, fazer pedidos e depositar frutas ou presentes para os deuses.
Uma árvore pequena, porém repleta de galhos, está presente em um canto. Uma tradição changeling dita que convidados podem escrever seus bons desejos aos noivos e então pendurar o cartão na árvore, pedindo a divindade para que sejam atendidos.
Um sacerdote fica na porta do templo recolhendo presentes. Caso seja a vontade, é possível levar presentes aos noivos, desde envelopes com dinheiro a tapetes e tapeçarias.
Existe uma sala que pode ser visitada, uma que todos os templos tem: retangular e fresca, onde é preciso tirar os sapatos e joias, onde se espera a humildade e devoção suprema. Dizem que visões podem ser agraciadas para aqueles que pedem com fervor, mas que podem levar a loucura caso não estejam preparados. As paredes da sala são decoradas e o teto aberto, de forma que se pode ver o sol e as estrelas. No centro há uma mesa para oferendas.
Uma brincadeira khajol pode ser feita: caso uma das sacerdotisas de Vênus presente lhe dê uma flor, significa que será o próximo a subir ao altar. Muitos dos homens correm da sacerdotisa, enquanto algumas mulheres anseiam pela flor.
A festa ocorre em uma espécie de salão principal do templo, mas há corredores ao redor com estátuas de deuses, ladrilhos e afrescos que demonstram seus grandes feitos. É um passeio curto, porém bonito.
Danças típicas podem ser realizadas, já que o ambiente é preenchido de risadas e de amor. Apesar da tensão do momento, o imperador espera que estejam todos felizes e satisfeitos com a sua benevolência.
𝐎𝐎𝑪.
Bora celebrar o amor? O evento de casamento de inicia hoje, 17/02 as 17h e tem seu fim no dia 03/03, durando exatamente duas semanas e com possibilidade de ser estendido caso seja a vontade geral.
Os personagens de vocês poderão ser bridesmaid ou groomsmen dos noivos, lembrando de respeitar a classe: khajols para a noiva e changelings para o noivo. Está liberado fanficar conexões com ambos os NPCs para justificar. São 5 vagas para cada, basta comentar aqui! Uma vaga por player.
Todos foram convidados, então não há a opção não participar do evento. O imperador manda para as masmorras, hein! É preciso que as interações anteriores sejam pausadas e o foco esteja no evento, porque coisas importantes vão acontecer!
Não é permitido fazer interações fora do templo. O evento está reduzido ao templo.
O traje vai depender do seu personagem, mas todos vão estar elegantes. Os changelings podem ter uma ideia aqui sobre costumes e vestimentas, enquanto para os khajols desejo que pensem nos grandes casamentos das monarquias europeias da idade média e contemporânea: muito luxo e extravagância (sem ofuscar a noiva, cuidado!). Podem usar a tag #adrlooks caso queiram postar edits.
Divirtam-se, e lembrem que nossa ask e chat estão disponíveis para qualquer dúvida.
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com o jogo BRA X ARG de hoje e o resultado que já tá (por enquanto 2 x 0 pros hermano 😭) queria pedir, se possível é claro, algo com os meninos de lsdln (principalmente, e se você preferir, só pipe e mati já supre minha necessidade, talvez o santi também 😏) e a leitora envolvendo algo sobre futebol... ATENÇÃO, NO MOMENTO QUE FAÇO A ASK O BRASIL FEZ UM GOL AAAAAAAA... anyways, você que sabe se faz algo sobre o Brasil perdendo ou ganhando e se realmente é uma partida que envolve algum título ou não, acho que no começo, se o brasil estivesse perdendo ou realmente tivesse perdido de fato eles iam rir da cara da leitora e esfregar a vitória na cara dela... PORÉM 😀☝️ >>eu<< sou muito patriota quando envolve brasil em qualquer competição esportiva e nas últimas copas eu cheguei a passar mal por causa da seleção, chorar de soluçar e perder a respiração (me julguem 😐) então sei lá, enquanto iam rindo e achando graça eles vão percebendo que a coisa é séria e entrando em pânico sem saber oque fazer pra acudir a namorada kkhjkk ah sei lá, se fosse eu talvez fizesse até de propósito pra eles se sentirem culpados obs: termino essa ask com o jogo em 3x1, VAI SE FUDER ARGENTINA
quatro a um
lsdln cast x leitora
(headcanons narrados sobre você, os meninos, e a CBF, que perdeu de quatro a um para a seleção argentina!)
n/a: às meninas para quem estou devendo ask, eu entregarei, prometo! no entanto, tive que me apressar com essa para não perder o timing. fiz headcanons mais curtinhos porque queria muito entregar isso logo, mas, para a anon que me fez o pedido inicialmente, sinta-se livre para lotar a minha caixa me pedindo para expandir meus pensamentos.
inclui: agustín p., enzo v., esteban k., felipe o., fernando c., matías r., santiago v. n.; contém smut, ou seja, só interaja se for maior de dezoito anos

agustín p.
agustín não é exatamente patriota e tampouco se importa muito com o futebol. no entanto, ele se importa bastante com você, especificamente com irritar você. vocês dois assistem ao jogo no apartamento dele e tentam ao máximo não fazer alarde. ele até consegue, mas as subsequentes perdas do brasil em campo te deixam próxima de arrancar os cabelos. isso e, bem, o fato de que aparentemente, a derrota iminente da seleção brasileira para a seleção argentina tira de agus o lado mais infantil e petulante, com o intuito somente de te tirar ainda mais do sério. “lembra do que eu sempre te digo, linda? os argentinos ficam em cima, sempre. principalmente das brasileiras. quer dizer, brasileiros.” ele comenta, sorridente, após o segundo gol do time argentino, te deixando rubra de novo, desta vez, devido à mistura da frustração com a proximidade da derrota e com a provocação sem fim de pardella.
a fala te faz sair da sala com rapidez, bufando no caminho. agustín te segue e te encontra no quarto dele, visivelmente tensa. a cena faz com que ele ria um pouco. “calma minha linda, é só um jogo.” “que só um jogo o caralho! a nossa seleção é uma merda! cada dia pior! e agora a gente está perdendo pra vocês, o que é insultante!” agus te dá um beijo na bochecha, aparenta ter deixado de lado a infantilidade. ou, pelo menos, parte dela. “se o brasil perder hoje, eu te deixo ficar por cima, tá bom? pra não magoar ainda mais a sua honra”, ele brinca, te afagando o peito de maneira juvenil. “vá se foder, agustín! o brasil não vai perder!” você esbraveja e afasta o corpo dele do seu. enquanto agus cai na risada, você bufa frustrada e volta para a sala, marchando, determinada a ver a virada no jogo.
inevitavelmente, a seleção brasileira perde a partida, marcando somente um gol contra quatro da seleção argentina. agus e você não falam sobre isso em casa, ele nota a sua chateação com a derrota e se oferece para fazer carbonara no jantar. no cair da noite, você sai do banheiro da suite dele e o encontra na cama, aninhado a um livro. quieta, você sobe na cama feito um gato e se acomoda no colo dele, retendo a atenção e o obrigando a te olhar. “a proposta de me deixar ir por cima ainda está de pé?” agustín sorri e ergue as sobrancelhas, eventualmente assentindo com a cabeça. “sei que a sua honra tá machucada. toma cuidado para não fazer o mesmo com a buceta.”
enzo v.,
vale lembrar, primeiramente, que enzo é uruguaio e, francamente, não liga se a seleção argentina vive ou morre, ganha ou perde. no entanto, ele liga muito para o fato de que, justo na noite em que vocês dois teriam menos coisas a fazer nos respectivos trabalhos, a namorada dele estava assistindo à seleção brasileira perder pateticamente no futebol ao invés de passar tempo com ele. “mi amor…” ele chama, quase miando, se aproximando de você por trás, enlaçando os braços na sua clavícula enquanto você, sentada no sofá, mantém os olhinhos vidrados na tevê. “o que foi, enzo?” a sua resposta é impaciente, ainda muito atenta à bola no campo. “desliga esse jogo. amanhã você vê a reprise…” ele pausa e aproxima a boca do seu ouvido, sussurrando: “tô louco para transar contigo. sério.” em circunstâncias normais, isso seria o suficiente para te fazer largar qualquer coisa e ir direto ao quarto com enzo. no entanto, era a sua pátria nesse instante, sendo ameaçada pelos hermanitos, como sempre. era uma questão de vida ou morte… ou, quase isso.
assim, mesmo sentindo a respiração de enzo contra o seu pescoço, fazendo com que você sentisse arrepios no corpo inteiro e os bicos dos seios endurecidos, tudo o que você respondeu, ainda sem tirar os olhos da tela, diga-se de passagem, foi: “amanhã você transa comigo.” é mais do que óbvio que enzo não gostou nem um pouco da sua resposta. “vai ser assim então?” ele pergunta e se afasta do seu corpo, instintivamente, te deixando à sua hipnose futebolística. contudo, o que você não poderia ter previsto era o que ele estava maquinando dentro daquela cabeça. quando você se deu conta, enzo estava ajoelhado de frente a você no sofá, cuidadosamente encaixando as suas pernas nos ombros dele.
foi a primeira vez em todo o diálogo que você desviou o olhar do jogo. “enzo…? mas o quê���?” “quieta.” ele ordena e ajusta a própria posição, ao passo que ergue os seus quadris de leve e põe a mão por debaixo do seu short, tirando-o do seu corpo e, encontrando a calcinha, somente para afastá-la. “assiste ao teu jogo aí. e faz silêncio, tá?” o tom de enzo é malvado, para dizer o mínimo, mas as ações seguintes dele, a forma com a qual ele usa os próprios lábios para beijar e chupar os seus… compensa, não é? você não se contém e o desobedece, gemendo o nome dele, alto, o jogo somente um barulho de fundo. aos poucos, ele intensifica os movimentos, fazendo com que você apele: “eu desligo! eu desligo o jogo, amor… mas vem, transa comigo, de verdade… assim eu não aguento.” aí, ele se afasta um pouco, somente para responder. você consegue senti-lo sorrindo, com malícia: “amanhã você transa comigo.”
esteban k.,
você nunca teria adivinhado que esteban, com aquela carinha tranquila e aquele jeitinho manso e gentil, transformava-se num verdadeiro fanático nos dias de jogo da seleção argentina. se pudesse, ele assistia a todos, sem exceção, e devidamente trajado. de fato, você não podia exatamente reclamar disso, afinal de contas, era exatamente do mesmo jeito, no entanto, com o time do brasil. por isso, vocês dois se encontravam sentados, um em cada ponta do sofá, com os olhos vidrados na televisão e as mãos segurando as respectivas camisas das seleções pátrias. não estavam exatamente se comunicando, porque você sabia que, bem, o brasil estava perdendo e esteban simplesmente não calaria a boca em relação a isso. portanto, optou por sentir a tensão e a adrenalina do jogo em silêncio. porém, numa das finalizações da seleção brasileira, quase fazendo gol, você não se conteve. “caralho! foi quase”, arrancando uma risada entediada e jocosa de esteban. “quase? tava longe pra caralho nena, isso sim. quem mandou ter um timeco tão ruim?”
ficaram se alfinetando a partida toda, ainda sentados um distante do outro no sofá. até que, quando a seleção argentina havia feito o terceiro gol para cima do brasil, esteban comemorou, descontroladamente, completamente fora de si e de sua personalidade calma. você, se irritando cada vez mais com a conduta dele, virou-se e disse, friamente: “ainda dá tempo de virar! para de cantar vitória antes da hora” “virar? que nem vocês fizeram naquele jogo contra a alemanha em 2014? vai sonhando, nena” ele ainda estava esbravejando, dessa vez, com um sorriso soberbo nos lábios. “o que é que você falou?” “isso mesmo que você ouviu. o brasil não é o país do futebol a muito tempo, nena. aceite.” essa foi a gota d’água para você. era inacreditável que esteban ousaria dizer algo assim para você. enraivecida, você saiu da sala de estar e, no corredor mais próximo do apartamento, tirou todas as roupas que usava, inclusive a camisa da seleção, em prol de voltar para a sala somente de calcinha. “que isso? decidiu me dar um presente junto com a vitória da melhor seleção do mundo?”
“presente? nos seus sonhos né, esteban. cada gol da argentina é um dia sem sexo. se eu fosse você, eu torceria pro placar continuar em três a um.” foi o bastante para esteban despontar de onde estava e partir para ficar em cima de você, grudado ao seu corpo no sofá, com aquela carinha de coitado que só ele tem. “nena… não faz isso comigo…” “já está decidido… olha lá! outro gol! já são quatro dias, hein, meu bem…” para a má sorte de esteban, você decidiu cumprir o que havia dito e o deixou quatro dias na seca, implorando para te ter com aquela carinha que só ele tem. kuku chegou a pedir desculpas pela vitória dos argentinos, quando te viu nua no quarto. mas não teve jeito. você não cedeu em momento nenhum, nem quando ele, abraçado ao seu corpo na cama, viajou com as mãos até os seus seios e disse, choroso: “nena… por favor… esquece isso. tô precisando tanto… ah se você soubesse eu… eu faço qualquer coisa! me naturalizo brasileiro se você quiser, mas não faz isso comigo…”
felipe o.,
preciso dizer que o felipe é o homem mais patriota que você já namorou? não, não mesmo. ele respira a argentina, respira o futebol argentino e, obviamente, vive e morre pelo river plate, mas isso não vem ao caso. pipe tem uma coleção de camisas da seleção, todas com o nome dele, e vive dizendo que o futuro filho de vocês vai sair da maternidade com um body alviceleste. em geral, você só revira os olhos e dispensa os delírios patrióticos dele. entretanto, hoje, que você está na casa da família dele, assistindo ao seu país perder miseravelmente para a seleção argentina, é impossível ignorar os gritos, os berros, as comemorações dos otaño e, principalmente, do felipe, a cada pequena movimentação, domínio de bola e gol da seleção argentina. no entanto, o que realmente incomodava era pipe, grudado ao seu corpo no sofá, distribuindo beijinhos e cosquinhas em você, dizendo, ao pé do ouvido “e ai gatinha? tá curtindo a derrota?”
você revirava os olhos, tentando não deixar a tensão e a raiva te atingirem. no entanto, felipe simplesmente não dava trégua; aumentava as cócegas e os beijos na mesma medida que as provocações. “fica tristinha não minha gata, guarda a tristeza pra copa”. francamente, era insuportável. ao final do jogo, você se cansou. pediu licença à família do felipe e foi se deitar no andar de cima da casa, citando uma dor de cabeça chata ou qualquer coisa do gênero. na verdade, queria era estar longe daquela encheção de saco pela derrota da seleção brasileira e ficar quietinha na sua, curtindo o clima agradável da casa. por isso, deitada na cama do antigo quarto de felipe, você se aconchegou entre os lençóis e passou algum tempo rolando o feed do instagram, se alienando em relação à derrota da seleção brasileira. no entanto, para perturbar a sua paz, você escuta batidinhas animadas na porta do quarto, já sabendo de antemão à quem pertencem.
“entra, felipe”, você diz, meio sem paciência e se depara com o namorado adentrando o quarto, os olhinhos claros e bonitos brilhando e ele, só falta saltitar de felicidade até a cama. no entanto, pipe se contém, e caminha, ainda sorridente feito um garoto, até se sentar na borda da cama, perto de onde estão seus pés. você larga o telefone e espera que ele fale alguma coisa. “ficou chateada, minha gatinha?” felipe pergunta, se aproximando de você na cama, de modo em que está praticamente em cima do seu corpo. “não.” você responde, veemente, firme, quase formando um biquinho de emburrada. “ah, não minta pra mim…” ele está mais pertinho agora, quieto, quando de repente, leva os dedos ao seu pescoço e faz cócegas na região novamente. “felipe!” você repreende e tira dele um sorriso de menino. não satisfeito, ele deixa um beijo na sua bochecha e substitui as cócegas por carinhos. “não fica assim. ‘tava brincando. ‘cê sabe que eu te amo, né?” “mais do que a seleção argentina de futebol?” vocês se encaram e felipe ri, os dedos retornando às cócegas no seu pescoço e te arrancando risadas altas. “tudo tem limites, gatinha.”
fernando c.,
aqui vale dizer que, para evitar estresse, no caso, o fernando aparecendo com uma camisa da seleção argentina com o seu nome e implorando para você colocar, e evitar brigas, já que você apareceu com uma camisa da seleção brasileira com o nome dele, você e o fer decidem não assistir à partida juntos. afinal de contas, nas outras vezes que tentaram fazer isso, quase terminaram o jogo solteiros. tudo isso em noventa minutos. quando brasil faz o primeiro gol, você, orgulhosa do jeito que é, não se contém e manda uma mensagem ao fernando, o texto simples: “chupa!!!!!!!!” a resposta dele, contudo, veio depois, bem depois, na verdade, quando a seleção argentina já havia feito três gols em cima do brasil. “chupa?” e uma foto dele, sentado no sofá do apartamento, de cueca. você podia ver a tela do jogo pela foto, e tudo aquilo só te irritou mais ainda.
“esquece isso. principalmente se vocês ganharem.” você tecla em resposta. não sabe, mas arrancou uma risada de fer, que resolveu te ligar. estressada com o placar, você atendeu, sob o pretexto de poder descontar a raiva em alguém. “o que você quer, fernando?” “quero saber como anda a minha perdedora favorita, querida.” “mas a gente não perdeu!” “mas vão em cinco minutos. não fica chateadinha não querida… ninguém gosta de menina que não sabe perder.” “eu sei perder, tá legal!? mas não estamos perdendo!” e foi assim, um toma lá dá cá, até que você, que já tinha perdido o foco no jogo e estava mais ocupada em alfinetat fernando, o escutou gritando do outro lado da linha: “perdeu!!! perdeu caralho!!! chupa!!!!!!” você, incrédula, olhava para a tevê sem emitir som algum, enquanto fernando comemorava ao seu ouvido, no telefone. “ah fernando, vai a merda!” você responde e desliga o telefone, na cara dele, e logo depois enterra o rosto nas mãos, silenciosamente reclamando do time de merda que o seu país tinha.
você e o fer só voltam a se falar de noite, quando ele aparece no seu apartamento, com uma cara de cachorro perdido da mudança, que só piora quando ele nota a sua cara de frustração e tristeza com a derrota. “oh querida, não fica assim…” ele diz, sensível, te abraçando enquanto adentra o apartamento. “eu não tô de jeito nenhum, fernando.” “mentirosa” “não sou” “é sim”. você revira os olhos e o afasta de você. fer tem um sorriso ladino nos lábios, um misto de sacana e gentil, como sempre. revirando os olhos, você caminha até a cozinha do apartamento, buscando coisas para fazer o jantar. “foi só uma derrota, querida…” ele tenta de novo, te abraçando por trás enquanto você põe as panelas no fogão. “porra! foi uma derrota para vocês!” fernando ri e enterra a face no seu pescoço, deixando um beijo quente e apaixonado na região. “se eu te chupar você fica mais alegrinha, hm? hein…?” ele diz, entre beijos e você bufa, revirando os olhos. “tenta e a gente vê o que acontece.”
matías r.,
seguinte, a fim de preservar a paz e a harmonia no relacionamento, você pediu, clamou, basicamente implorou ao matías para que vocês dois assistissem ao jogo separados. ou melhor ainda, nem assistissem! o motivo? você se conhece e conhece o namorado que tem. os jogos de futebol despertam o lado mais patriota de ambos e… nenhum de vocês é exatamente bom em manter a civilidade quando se trata de futebol. mas não. matí insistiu em ver o jogo com você, dizendo que “quero ver o meu país ganhando junto com a minha garota, tá certo?” claro, de início, você revira os olhos, dizendo que o brasil ganharia a partida e outras coisas. eventualmente, se rende à insistência de matías e concorda em assistir ao jogo com ele. no entanto, para tentar manter as coisas minimamente pacíficas entre vocês, você sugere uma aposta, dizendo que entre vocês dois, o que se descontrolasse primeiro assistindo à partida, deveria fazer algo pelo outro, escolha livre.
matías é um tarado, para dizer o mínimo. e terrivelmente sacana. por isso, é óbvio que ele disse sim. nos primeiros minutos do jogo, tudo corria bem. estavam abraçados no sofá, pouco enervados com os lances, somente assistindo pacificamente a partida na tevê. no entanto, bastou que a argentina fizesse o primeiro gol para que você escutasse um grito de comemoração de mati. “qual é, chata? isso não foi um descontrole! tô comemorando” você emite um som meio jocoso, mas deixa passar. lá pelo segundo gol da argentina, você escuta matías berrando de felicidade novamente e revira os olhos. você, tensa, já havia se desgrudado dele e estava sentada no sofá com os cotovelos nos joelhos. quando do primeiro e único gol da seleção brasileira acontece, você libera a tensão e grita, pula. aproximando-se de matías dizendo: “viu? olha lá cacete! é a maior seleção do mundo hermanito!”
só se deu conta do que tinha feito quando percebeu matías sorrindo feito uma criança e, no minuto seguinte, gritando: “perdeu! perdeu! e vai perder o jogo também!” “não perdi! e nem vou!” “vai sim!” e ficaram nessa por algum tempo, cada vez aumentando mais a voz, feito duas crianças. só pararam quando escutaram o narrador anunciar outro gol na tevê. mais um para a droga da seleção argentina. dessa vez, foi mati quem perdeu a linha, basicamente esfregando o ponto na sua cara, gritando feito um louco em comemoração. sem saber o que fazer na situação, você simplesmente desatinou a chorar uma mistura de raiva e frustração pelas duas derrotas consecutivas. matías reparou logo e parou imediatamente o que estava fazendo, te puxando para o colo dele no sofá, tentando, meio desengonçado, te consolar. “calma, calma. não precisa ficar assim. o brasil ainda tem tempo de virar… e… e eu vou ser bonzinho contigo, sua chata, mesmo que você não mereça, tá? vou querer só uma sentada, viu? não precisa ficar desse jeito…”
santiago v. n.,
você e santiago se proibiram mutuamente de assistirem ao jogo. ele disse primeiro que você ficava “estressadinha” quando via o brasil na tevê e que achava melhor que vocês elencassem outra coisa para fazerem durante o jogo. no entanto, você contestou, disse que santiago ficava “totalmente fora de si” nos jogos da seleção argentina e que, por isso deveriam fazer outra coisa. por mais que nenhum dos dois fosse admitir isso, ambas declarações eram, de certo modo, verdadeiras. mas, tudo bem. no horário da partida, você e santi estavam no quarto do apartamento dele, abraçados um no outro, cada um lendo um livro diferente. você até gostou da mudança de ritmo, de não encarar o frenesi da torcida pela seleção brasileira e simplesmente relaxar com o namorado, que acariciava os seus cabelos enquanto você descansava no peitoral dele. era mundano, ideal.
depois de passarem uma boa meia hora na posição, santi pediu licença a você para buscar uma água na cozinha. porém, você notou uma demora distinta, olhando para o relógio do telefone e percebendo que já fazia ao menos quinze minutos que ele havia saído do quarto para beber água; só poderia estar fabricando. contudo, quando você saiu do quarto e foi em direção à cozinha, encontrou santiago na sala de estar, com a televisão ligada no jogo e os olhinhos vidrados na tevê. “santiago!?” você chamou, brava, tentando soar frustrada e enraivecida com a atitude do namorado, mesmo que dentro de você gritasse uma curiosidade e uma vontade tremendas, querendo ver a partida e o placar do jogo.
“o que é!?” santi responde, finalmente, após alguns instantes de silêncio. ele não põe os olhos em você, apenas responde como se estivesse em modo automático e você limpa a garganta, chamando a atenção dele. detido, santiago se vira, finalmente, e te encara, uma expressão de cachorrinho pidão na face dele. “poxa princesa… me desculpa, tá? eu realmente vim pra pegar água, mas o telefone apitou e os meninos disseram que a argentina tava ganhando… tive que vir assistir.” “o que!? a argentina está ganhando? impossível!” você diz, alarmada, e se lança ao sofá, botando também os olhos na tela. “inferno! não acredito que estamos perdendo pra esse timeco!” “mais respeito, por favor?” “ah santiago! me deixa! é meu país que tá perdendo!” santi, daquele jeito bonzinho e singelo, sorri em acordo e abre as pernas, te puxando para o colo dele. “vem cá ver o time perder pertinho de mim, vem? tava tão gostoso lá na cama…”

p.s. (importante): meninas, o que acharam? queria que deixassem feedback porque fiquei bem insegura com este aqui. tentei dar uma equilibrada entre smut e fluff e queria saber qual dos dois vocês preferem. dito isso… o que acharam de cada um dos meninos ter um apelido característico para a leitora? mantive os mesmos que usei em namorados, para dar uniformidade. à anon que me fez o pedido, tentei incluir os elementos que você mencionou nas partes do mati e do pipe. espero que tenham gostado 💋
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Qual é o seu dom, Bennett?
Eu atraio pessoas machucadas, ajudo e faço elas sentirem o amor mais puro e verdadeiro, pra depois ver elas partirem.
-BENNETT
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more than a piece of happiness
yoon jeonghan x leitora
mais um ano contigo significava mais alegria fluindo por jeonghan, que não poupava esforços em te fazer se sentir tão feliz quanto ele se sentia, principalmente enquanto comemoravam.
gênero: fluff + smut
pt-br
conteúdo: smut, leitora fem, jeonghan é uma namorado muito dedicado, comemoração de aniversário (2 anos de namoro)
avisos: conteúdo para maiores de 18 anos após o corte. menores, por favor, não interajam. smut (lingerie+praise kink, eu acho? breast play, dedilhado, sexo com penetração {e sem proteção, mas não façam isso, cuidem-se}, um pouco de edging), palavrões, uso de apelidos carinhosos (meu amor, meu bem, bebê, jeonghannie).
contagem: ± 3100 palavras
notas: me sentindo triste por ter sumido e não conseguido postar isso semana passada. enfim, n probleminhas se acumulara, mas finalmente consegui escrever essa ask. sigo sofrendo de saudade do jeonghan, isso aqui foi a cereja do bolo, tá? acho que não fiquei tão satisfeita com essa, mas espero que possam gostar e, por favor, perdoem os possíveis erros (caso seja algo absurdo, fiquem a vontade para me avisar). de todo jeito, boa leitura <3
jeonghan levar datas comemorativas muito a sério não era uma novidade. você o conhecia há tempo o suficiente para conhecer o lado dele que se dedicava a fazer as pessoas importantes se sentirem queridas durante dias especiais. o que, é claro, não seria diferente com você. muito menos numa ocasião especial para ambos, como quando comemoravam mais um ano juntos.
mesmo durante os primeiros meses, jeonghan e você tiravam um tempinho descobrindo um novo lugar para irem ou fazendo algo especial em casa. cada mês foi marcado com alguma memória que tirava um sorriso bobinho de ti sempre que se lembrava.
sendo absolutamente atencioso, hannie não falhava em te surpreender com coisas que você amava. um livro que você comentou por alto que queria ler ou algo que ele simplesmente viu em alguma vitrine e decidiu que compraria. embora o objetivo dele não fosse receber coisas em troca, você sabia o quanto jeonghan amava ganhar presentes. então, a mesma dedicação que ele tinha para escolher algo para ti, você retribui.
vê-lo todo adorável abrindo uma caixa enfeitada te fazia ansiar pela próxima vez que o presentearia, antecipando as reações de jeonghan.
seu namorado amava ver como você ficava encantada quando ele preparava algo pra ti. quer fosse uma noite de filmes com seus lanchinhos favoritos, ou esvaziando toda a agenda num dia qualquer para ter todo o tempo com você. jeonghan se atentava a cada folga, feriado e recesso, pronto pra te encher com todo afeto e atenção, além dos muitos planos para que pudessem aproveitar muito bem.
jeonghan poderia te surpreender repentinamente mandando uma mensagem dizendo que te buscaria depois do trabalho simplesmente porque queria te ver, bem como poderia elaborar antecipadamente cada pequeno detalhe para garantir que uma noite contigo seria perfeita.
e, no segundo aniversário de vocês, como foi no primeiro, hannie se esforçou para que fosse um dia inteiramente memorável.
diferente do seu namorado, que conseguiu facilmente uma folga, o máximo que você pôde, considerando como os novos contratos estavam tomando seu tempo, foi um dia em home office. e já bastou para jeonghan, que apareceu na sua porta no começo de manhã, empenhado em não desperdiçar um minuto daquele dia.
a manhã e a tarde passaram com ele te dando toda atenção do mundo, te cuidando e amando com uma maestria que só yoon jeonghan poderia ter. e a dedicação dele se estendeu até à noite, com um jantar no restaurante favorito de vocês. considerando o quão difícil era conseguir uma mesa no lugar de uma hora pra outra, você teve certeza que jeonghan havia feito a reserva semanas antes.
ele soube que valeu à pena mesmo antes de entrarem no local, quando você se empolgou só ao ver a fachada. jeonghan te olhava com tanto carinho a todo momento, arranjando mais e mais motivos pra te fazer rir, sentindo aquele conforto ao ouvir o som da sua risada e admirar seu sorriso.
até enquanto caminhavam juntos até o estacionamento, depois de você pegar sua segunda dose do gelato que serviram de sobremesa, jeonghan agiu todo apaixonado.
com um braço ao redor do seu ombro e o cabelo esvoaçante fazendo cócegas em você, ele dava um beijinho em qualquer parte que encontrasse quando virasse o rosto pra ti. no cabelo, falando sobre o quão cheirosa estava, na bochecha, dando uma mordida "porque você é fofa", um selinho quando, coincidentemente, você também se virou pra falar com ele. no segundo que os lábios de jeonghan tocaram os seus, as palavras fugiram da sua mente, se esquecendo por um momento o que pretendia dizer.
— o que você ia dizer, amor?
— não tenho ideia mais.
— te distraí? — o sorriso dele foi seguido por uma risada quando você concordou. — até a gente chegar no apartamento, você lembra.
— ah, era sobre isso mesmo. vai dormir lá em casa, né?
jeonghan verdadeiramente não entendeu a lógica da sua pergunta. em que lugar ele ousaria dormir, que não fosse ao seu lado, no dia do aniversário de vocês?
tendo finalmente alcançado o carro, ele destrancou a porta, abrindo-a pra você antes de te responder.
— meu bem, por que eu dormiria em outro lugar justo hoje?
— não sei. mas, nesse caso, vou te usar de travesseiro! — ele não negou enquanto fechava a porta, nem quando ocupou o lugar no banco do motorista.
— se concentra em colocar o cinto antes que tenha mais pensamentos sem sentido, por favor.
você achou graça da indignação dele, mas fez o que foi dito. em todo momento do percurso que a mão de jeonghan não esteve no câmbio, estava em você. aquela carícia sutil na sua coxa, apertando de levinho quando se empolgava ao falar. além do afago gentil, que só foi interrompido para que seu namorado manobrasse ou estendesse o braço na frente do seu corpo instintivamente — ainda que o cinto cumprisse seu papel para te proteger dos solavancos.
talvez não fossem exatamente os pequenos gestos, mas sim a noite inteira — o dia, na verdade — sendo uma justificativa para que você estivesse hiperconsciente de cada toque de jeonghan. era como se, mais uma vez, estivesse sentindo a paixão se expandir em si, como um borboletário inteiro dentro de você. entre pequenos suspiros encantados e respostas meio aéreas às conversas casuais, sua distração foi bem perceptível.
você prestava atenção em cada palavra que ele dizia, porém jeonghan ouvia o soprar suave deixar seus lábios de vez em quando. ele poderia ter deduzido há quilômetros o porquê, mal tendo terminado de estacionar para trazer isso à tona.
— você fica suspirando enquanto pensa em mim mesmo quando eu to do seu lado, te dando toda a atenção que eu posso?
— não fale como se não soubesse a namorada que tem, né.
touché. talvez fosse um pouco culpa dele. te mimando incessantemente. jeonghan não contaria com aquele dia em específico, já que tudo foi feito por um motivo bem justo. porém era verdade que, embora brincasse um pouco com a sua paciência, sempre acabava fazendo tudo por você.
foi no que ele pensou ao caminharem juntos até a entrada, listando em sua própria mente todas as vezes que havia, mais do que orgulhosamente, feito algo unicamente por alguma vontade sua. o que acabava contigo fazendo o mesmo por ele, a curta reflexão tirou de jeonghan uma risada repentina, te fazendo virar pra ele, encostada na porta atrás de si.
— tudo bem. eu conheço muito bem minha namorada e sei que ela vai me atacar assim que a gente entrar — você revirou os olhos. não negando, no entanto.
— na verdade, a primeira coisa que eu vou fazer é me livrar do salto.
e a segunda, foi como jeonghan disse. segurando os lábios dele entre os seus e puxando-o pra mais perto, o aperto ansioso das suas mãos partindo dos ombros até se enredarem nos fios escuros.
embora quisesse rir, jeonghan não ousaria se afastar de ti pra isso, encontrando o caminho para o quarto com urgência. porém você o castigou, o impedindo de ficar absorto no teu beijo, provavelmente muito apressada pra chegar ao quarto.
quando se virou pra ele na porta, inverteu as posições. jeonghan foi guiado até a cama focado em seu sorrisinho e olhar, o conjunto que precedia sua ruína. ele estava acabado, porém ficaria feliz com seu destino, embora estivesse incerto se seria arruinado com você embaixo ou em cima dele. de qualquer forma, não importava.
com hannie sentado na beirada da cama, você quase desistiu do seu pequeno plano. porém ele a olhava tão convidativo, preso em cada movimento seu, o que só te incentivava a continuar, deslizando o vestido numa lentidão que sabia ser torturante pra ele.
— foi por isso que você se trancou no banheiro e não me deixou te ver quando tava se arrumando? porra, a gente não teria saído de casa se eu tivesse visto antes.
jeonghan estendeu a mão, as pontas dos dedos causando arrepios ao traçar o tecido quase transparente da lingerie, demorando-se nas rendas delicadas a adornavam.
— eu sei que não, mas é que eu também queria fazer uma surpresinha.
— amo suas surpresas, sabia? — ele disse te induzindo a se aproximar, distribuindo selares suaves em qualquer milímetro de pele que encontrava.
— você diz que ama tudo o que eu faço, jeonghannie — a única opção do homem foi rir, ciente de que era verdade. — que tal você deitar e me deixar cuidar de você um pouco também?
suas mãos o livraram das primeira camadas de roupa com um hannie quase ofegante, mas sem desfazer do sorriso. era um pouco contagiante, principalmente com ele levantando com pressa pra tirar as peças restantes, acomodando-se nos travesseiros e esperando o que viria a seguir.
— vai ficar aí só me olhando? — ele reclamou, mas você não deu tempo para que o beicinho se formasse nos lábios dele, rastejando na cama até prender jeonghan entre suas pernas.
talvez o fim de jeonghan fosse com você em cima dele. ou melhor, com certeza seria. ele ficou hipnotizado, seus sentidos aguçados captando tudo o que podiam. desde o perfume que sentiu enquanto sua boca deixava mordidas e chupões no pescoço dele ao atrito que você causou ao se sentar, sentindo seu núcleo quente e úmido contra o próprio membro através da calcinha.
— eu nunca te deixo só olhando, hannie. você que faz isso comigo o tempo todo — ele temeu que você pretendesse se vingar justamente agora, mas a maneira que você moveu os quadris contra ele afastaram esses pensamentos.
e sua boca junto a dele os extinguiram. vocês estavam em situações similares, a ponta avermelhada e vazando entre as suas dobras encharcadas cobertas pelo pano delicado. porém, quase se fundir a jeonghan enquanto o beijava não bastava, e ele notou o tanto que você parecia precisar dele. sem parar o beijo nem dar fim a fricção, hannie te colocou embaixo dele.
você não protestou por muito pouco, a pequena disputa por controle habitual sendo totalmente esquecida à medida que os dedos de jeonghan circulavam o clitóris através do tecido. mesmo quando a boca dele deixou a sua, não havia nenhuma reclamação a ser feita, pois logo estava dividindo a atenção entre seus seios, sugando-os e beijando.
— você tá tão linda com isso, to com pena de tirar.
— jeonghannie, para de enrolar — ele sorriu, seus movimentos se tornando mais lentos, abandonando o pontinho sensível pra empurrar sua calcinha pro lado.
— meu amor, você continua sendo carente até quando eu to quase te fodendo? — seu gemido satisfeito foi engolido pelos lábios de jeonghan quando o primeiro dedo deslizou dentro de você.
os poucos pensamentos em sua cabeça eram incoerentes demais para responder seu namorado a sensação de um, depois dois dedos, curvados do jeito certo, te extasiando em prazer. jeonghan sempre sentia que podia desmoronar junto de você, mesmo quase intocado, simplesmente com a sensação da sua buceta apertando seus dedos, com a visão quase etérea de você arfando com os lábios inchados e semiabertos, suada e um pouco descabelada, as pernas trêmulas o prendendo ainda mais próximo ao seu corpo. jeonghan gemeu com a boca grudada à sua quando o ápice te atingiu, os beijos acalmando seu corpo e mente, mas não diminuindo nem um pouco sua necessidade por ele.
— você não disse que tava com pena de tirar? — você questionou quando o viu apressado pra se desfazer da sua calcinha.
— e eu to, a parte de cima fica. mas isso aqui vai me atrapalhar — jeonghan jogou a peça de lado, pairando sobre seu corpo com o sorriso mais canalha do mundo antes de se aproximar bem devagarzinho.
apesar de ter rido quando você o agarrou com as pernas de novo, o puxando pra perto, brincado sobre o quão ansiosa parecia pra tê-lo em você, jeonghan foi quem choramingou quando te sentiu sem qualquer barreira entre vocês.
o menor contato já o fez ficar tonto, mesmo só o breve deslizar da ponta inchada em suas dobras. afundando centímetro por centímetro, jeonghan focou apenas no seu calor contraindo ao redor dele. apesar da sensação ser uma das mais deliciosas, você com as sobrancelhas franzidas, a picada familiar das suas unhas contra a pele dele, tudo era tão convidativo. com uma estocada lenta e forte, jeonghan apreciou suas reações, sugando seu lábio inferior antes de te beijar quase sedento, tomando cada suspiro e gemido seu para si.
jeonghan saber exatamente como se mover, onde tocar, era ao mesmo tempo reconfortante e perigoso. ele parecia ter mapeado cada parte do seu corpo, hannie sabia que continuar lento e fundo te deixaria com os lábios entreabertos, balbuciando o nome dele enquanto os olhos reviravam. que usar a boca nas áreas mais sensíveis te deixaria com os sentidos prestes a colapsar. e ele usava de cada conhecimento pra te empurrar cada vez mais pra borda, só pra te puxar de volta. o membro deslizando para fora de ti, dando fim ao formigamento que lambia cada nervo seu sempre que estivesse perto de gozar, só pra voltar ao mesmo ritmo segundos depois.
os movimentos dele se tornariam erráticos quando nenhum dos dois aguentasse mais. sua buceta o levando cada vez mais perto do limite, e seu corpo respondia na mesma intensidade. com a cabeça na curva do seu pescoço, jeonghan queria te ouvir e ser ouvido, não deixar passar nenhuma súplica sua e garantir que você teria uma certeza extra do quão bem ele se sentia. o gemido lânguido dele, a respiração arquejante, os fios emaranhados entre seus dedos e elogios suspirados contra o seu ouvido te fizeram apertá-lo ainda mais, seu orgasmo levando jeonghan ao próprio êxtase.
hannie dizia que tinha seus motivos, embora não fosse muito direto sobre eles, mas sempre ficava ali, te enchendo de beijos e carícias sem falar nada depois de te arruinar completamente. com o tempo, você adquiriu o mesmo hábito. um dos momentos mais pacíficos que encontrava era afagando o cabelo macio dele, enquanto jeonghan distribuía selares suaves em seu colo, pescoço, rosto. o homem jamais falhava em te fazer se sentir a mulher mais adorada, sendo completamente coberta pela paixão silenciosa dele.
— ganho um banho de aniversário com você? — han quebrou o a quietude confortável, te encarando com os grandes olhos castanhos brilhando naquele misto de divertimento e ternura.
— já não fizemos isso hoje?
— mais cedo, sim. mas antes do jantar, a senhorita cheia de suspense não me deixou aproveitar nem um pouquinho.
— vai fazer aquela massagem bem aqui no ombro?
— nunca negaria isso, bebê.
jeonghan e você perdiam muito tempo útil quando dividiam o box, porém o cansaço os forçou a não usar tanto daquele tempo ali. de qualquer forma, você ganhou a dita massagem e jeonghan ficou mais do que satisfeito, sorrindo para o seu reflexo no espelho enquanto se ajeitavam.
— você é meu admirador nada secreto, meu bem.
— eu nunca aguentaria ser admirador secreto, muito menos se fosse com você.
ah, você sabia bem. sempre que falavam sobre como ou quando se apaixonaram, jeonghan narrava sobre não ter gastado um único segundo em vão, entregando-se ao romantismo da coisa assim que notou os sentimentos crescentes por você. que, por outro lado, já vinha alimentando aquela coisinha agradável dentro do peito, ansiando dizer a ele, mas nunca criando coragem o bastante.
— já entendi, só não joga na minha cara que eu podia ter tentado te chamar pra sair antes.
— ai, amor. nunca fiz isso.
— ah, sim. imaginei todas as piadinhas dos últimos dos anos.
— se você pegar aquela caixa de remédios na gaveta lá do lado da cama eu esqueço isso completamente.
a leve preocupação em seu rosto foi dissipada por um selinho de jeonghan, que garantiu só precisar de um bandaid. você estranhou, mas foi pegar o mini kit de primeiros socorros. contudo, a primeira coisa que você encontrou não foi o kit, sim um envelope azul escuro bem em cima dele. poderia jurar que aquilo não estava ali de manhã e só uma pessoa havia estado no seu apartamento.
— jeonghannie? — quando se virou, o viu já encostado no batente da porta, sorrindo todo fofo pra ti.
— achou?
— você já me deu uns três presentes hoje, quer que eu desidrate de tanto chorar? — jeonghan gargalhou, se aproximando da cama e te puxando pra sentar ao lado dele.
— jamais. você fica meio fofa chorando, fazendo aquela careta amassada e tudo mais. mas isso é algo pra nós dois, então, eu nos dei um presente.
seu esforço pra não rasgar o envelope só não foi tão adorável quanto seus olhos surpresos e alegres.
— paris?
— bom, você não parou de falar por um segundo sobre-
você o interrompeu com beijos antes que ele implicasse mais uma vez sobre como havia ficado encantada com as fotos, vídeos e ligações de jeonghan durante a viagem a trabalho que ele fez no continente europeu. hannie teria te arrastado com ele, até teria sugerido que você simplesmente deixasse de lado todas as suas tarefas se não soubesse que a oportunidade de um cargo melhor também era importante. e que preferiam mil vezes mais ter uma viagem só por lazer do que misturar junto de compromissos chatos e entediantes.
um único pensamento ao olhar a galeria de fotos fez jeonghan dar todos os jeitinhos possíveis para que tivesse sua agenda livre por alguns bons dias. o que foi feito em segredo com seu chefe, minghao. seu namorado notou a mudança nas suas feições depois que você passou longos segundos admirando os pedaços de papel que tinha em mãos.
— ah, antes que você fale daquela viagem e blá blá blá que o meu querido amigo minghao enfiou no seu planejamento, que curiosamente cai na mesma data... surpresa!
— como? é só isso que eu tenho pra te perguntar — você até poderia ligar uma coisa a outra e tentar deduzir por si só, porém jeonghan parecia mais do que disposto a explicar.
— bom, algo sobre você ter fechado a melhor parceria pra empresa. além de nós termos uma linda história romântica que combina perfeitamente com o clima parisiense.
— eu te amo, sabia? te amo tanto que quero chorar toda vez que eu penso demais sobre isso.
— e eu te amo tanto que vou chorar cada lágrima com você e secar todas depois — e ele fez, pois seus olhos já lacrimejantes finalmente transbordaram. — e espero que comece a decidir o que pôr na mala pra viagem, mon chérie. foi impossível fechar os olhos sem antes gastar as últimos momentos daquele dia especial para vocês pensando em pequenos detalhes da futura viagem. hannie garantiu que teriam a experiência turística completa, porém que ele seria o único guia que precisariam.
você sabia que passaria aquela noite nos braços da pessoa que te faz sentir num universo particular em que o essencial era estarem juntos. certa de que, por mais um ano, sentiria aquela felicidade que fazia seu corpo formigar na mesma medida que te confortava. porém, para além disso, recebeu mais dos gestos inesperadamente passionais de jeonghan. que, mais uma vez, pôde contemplar a expressão de euforia doce e pura em seu rosto, se sentindo ainda mais inclinado a fazer o que pudesse para ver mais daquilo em você.
#g's ramblings 𓆩♡𓆪#seventeen#svt#seventeen pt br#svt pt br#seventeen smut#svt x reader#seventeen fanfic#seventeen scenarios#yoon jeonghan smut#yoon jeonghan x reader#jeonghan smut#jeonghan x reader#yoon jeonghan fluff
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Não sinta muito quando não sentirem nada.
@fenixrenascida | Luis Junior
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⋆.˚ ᡣ𐭩 .𖥔˚ (STEP) DADDY



𐙚˙⋆.˚ ᡣ𐭩 notas: I THINK I NEED SOMEONE OLDER, JUST A LITTLE BIT COLDER- honestamente, isso é resultado da minha reassistida de TWD em união com o meu período fértil e o meu tesão por ter me divertido um pouquinho hoje na faculdade. Eu escrevi essa "fanfic" (se é que podemos chamar assim) no ônibus enquanto ouvia Lana del Rey, e vocês que me perdoem pela vergonha alheia porque tá complicado. Nem criei sinopse de tão surtada que eu tô. Primeira vez escrevendo um smut, então é... serei corajosa e orgulhosa das loucuras do meu período fértil e não apagarei esse post se eu sentir vergonha da existência dele.
Aliás, a história não tem um personagem definitivo para o padrasto, eu imaginei o Shane e o Negan, principalmente, mas o Rick e o Daryl também estavam na minha cabeça enquanto eu escrevia porque eu sou uma cadela safada... Então você decide quem vai ser. Enfim, benzinhos, aproveitem <3
— AVISOS: AFAB!reader virgem, stepcest (padrasto x enteada), diferença de idade grande (leitora tem 19 anos, quase 20 porque eu tenho 19 quase 20, enquanto o padrasto tem em torno de 45-50 anos), pornô curto com um pseudo-plot, escrita podre de história feita na pressa e provavelmente muitos erros ortográficos. POR FAVOR NÃO BRIGUEM COMIGO, LEIAM APENAS SE QUISEREM E SE SENTIREM CONFORTÁVEIS!!!!!
— PALAVRAS: 1551
#☆ masterlist. | regras.
꒦﹋ٜ۪ꥇ໋۬ ꒷꒦﹋ٜ۪ꥇ໋۬ ꒷꒦﹋ٜ۪ꥇ໋۬꒷꒦﹋ٜ۪ꥇ໋۬ ꒷꒦﹋ٜ۪ꥇ໋۬ ꒷꒦﹋ٜ۪ꥇ໋۬ ꒷꒦﹋ٜ۪ꥇ໋۬ ꒷꒦﹋ٜ۪ꥇ໋۬ ꒷꒦﹋ٜ۪ꥇ໋۬ ꒷꒦﹋ٜ۪ꥇ໋۬꒷꒦﹋ٜ۪ꥇ໋۬ ꒷꒦
O casamento da sua mãe com seu pai ruiu aos poucos. Primeiro, os comentários maldosos que faziam um ao outro com o único objetivo de se magoarem, aí então vieram as ofensas de verdade e logo, a simples menção do outro ou a possibilidade de passar um tempo juntos era o suficiente para arruinar o clima bom da casa. E então vieram as brigas, os gritos e as discussões que eram intermináveis e machucavam os seus ouvidos, que era a única que ainda morava com eles.
Teve a maldição de ser a filha mais nova da família, a caçula princesinha que nasceu 11 anos depois do primogênito e 9 anos depois do segundo filho, que ficou na fazenda com os pais enquanto não decidia o que fazer da vida e qual faculdade e curso seguir. Os seus pais não te julgaram, na verdade, eles apoiaram essa decisão. O seu irmão mais velho, William, saiu de casa rapidinho, e o irmão do meio, Seann, xispou assim que arrumou uma namorada. Você achava que era maldade deles quererem se afastar dos seus pais e irem para longe das responsabilidades da fazenda e tudo mais, mas conforme você crescia e começava a ver os seus pais como eles eram de verdade, você meio que entendeu (e muito) que espertos mesmos eram eles por quererem se afastar daquele inferno. As vezes, acordava de madrugada com os gritos da sua mãe e do seu pai, o barulho de coisas quebrando e, no fim, o choro da sua mãe enquanto o seu pai a consolava. As vezes até ouvia eles fazendo sexo de reconciliação e não tinha som mais infernal do que aquele. Você gostava da fazenda, de verdade, e não queria ir para longe dela, mas naquele ritmo, você estava prestes a escolher um curso qualquer só para se mandar de casa.
Mas então, a traição do seu pai foi a gota d'água, o último prego do caixão que selou de vez o relacionamento desgastado deles. O divórcio foi conturbado, sua mãe te mandou para morar com William até que tudo estivesse pronto e, após longos 4 meses, você logo voltou para casa. Sem o seu pai por perto.
A paz chegava a ser incômoda. Não ouvia mais comentários maldosos, discussões, gritos e nem o barulho deles fazendo sexo de reconciliação. Sua mãe chegou até mesmo a se aproximar de você nesse período de um ano que vocês moraram juntas. Viraram praticamente melhores amigas, cuidando da fazenda juntas e passando os dias grudadas, assistindo séries, ouvindo música e dançando, cozinhando juntas e até mesmo tendo as conversas sensíveis da madrugada acerca das situações delicadas que envolviam as duas. Geralmente, falavam mais dela do que de você. Foi você quem incentivou ela a tentar de novo encontrar amor, que seu pai não era e nem tinha que ser o único homem da vida dela, que ela era ainda bonita e jovial, que podia arrumar qualquer homem que quisesse. Foi você quem incentivou ela. Foi você! Então não adiantava de nada ficar choramingando quando ela arrumou aquele cara e, em menos de 6 meses de relacionamento, já foram morar juntos.
A casa já não era mais a mesma, não tinha mais aquele conforto e familiaridade que você tinha construído com a sua mãe há alguns meses. Agora, tinha aquele cheiro de perfume masculino e as cuecas dele penduradas no varal. Tinha que ouvir a risada grossa e rouca dele sempre que ele achava algo engraçado na TV, sentado no seu sofá nos pijamas toscos dele enquanto segurava uma garrafa de cerveja, abraçado com sua mãe. Estava ficando frustrada, queria terminar de assistir as séries que assistia com sua mãe e não conseguia nunca tempo com ela por causa da droga do namorado dela, que vivia grudado nela. Estava feliz por ela, de verdade. Você jurava a Deus que estava extremamente feliz que sua mãe tinha superado o bosta do seu pai e encontrado alguém quase da idade dela para ficar com ela e que gostava dela de verdade. Você jurava! Mas meu Deus, tinha que ser ele?!
Talvez fosse a imaturidade de garota de 19 anos falando mais alto, mas você esperava muito que aquele sentimento desaparecesse. De verdade. Queria muito que as borboletas que faziam a festa na sua barriga sempre que você fazia contato visual com o seu padrasto fossem apenas resultado de uma paixãozinha idiota de adolescente. Você logo teria 20 anos, faltava menos de um mês para o seu aniversário, e não podia mais ficar envergonhada de ver o seu padrasto só de samba canção pela manhã na cozinha, enquanto bebericava um café fresco. Tampouco deveria sorrir quando pegava ele te encarando fazendo os trabalhos da fazenda ou tomando sol na grama. Pior ainda, se sentia orgulhosa quando via as reações dele quando você usava uma roupa mais curta e ousada, expondo mais do seu corpo. Ou quando se inclinaca na frente dele e deixava os seios maduros a mostra. Ou ainda quando empinava a bunda e provocava, a popa da bunda marcando presença, quem sabe até a calcinha (ou a falta dela) sendo exposta para ele. Ele sempre limpava a garganta e você podia jurar que, apesar da mexida desconfortável na cadeira, provavelmente por causa do aperto nas calças, ele tinha um sorriso sacana no rosto.
O mesmo sorriso sacana que ele mantinha na cara quando te prensava por trás no balcão da cozinha, agarrando e explorando seu corpo com as mãos grandes e calejadas, não deixando nenhum pedacinho dele intocado. E então aquela barba vinha por trás, raspando na sua bochecha e no seu pescoço e você lutava contra a necessidade de rir por causas das cócegas ao mesmo tempo em que tinha que se segurar para não deixar os arfares ficarem muito altos. Ele te beijava fervoroso, as mãos segurando os seios, apertando a carne, enquanto te tirava o fôlego do corpo. Nem lembrava como tinham acabado naquela posição, uma discussão boba sobre o jantar que levou a você dizendo que ele não era seu pai e nunca seria. Sua mãe estava com dor de cabeça e tinha ido se deitar mais cedo, e devido aos remédios, apagou na cama e só acordaria no dia seguinte. Foi perfeito para ele dar o bote em você, que há tantos meses testava ele e ficava por aí que nem uma putinha provocando ele. A mão direita agarrou o pescoço para facilitar os beijos e a mão esquerda se ocupou de segurar o seu quadril, empurrando para trás, de encontro a pélvis dele. Ele estava duro, dava para sentir facilmente pelo tecido fino da calça de pijama dele.
— Viu só o que você faz comigo? Eu fiquei assim por sua causa, me provocando, usando aquelas roupinhas curtas e empinando essa bunda gostosa para mim que nem uma putinha. Até esses peitos você fez questão de ficar mostrando por aí. — A mão saiu do pescoço e apertou os peitos de novo. Dessa vez, se ocupou de beliscar um dos mamilos por cima do tecido do seu pijama curto. Você gemeu e pode sentir o sorriso sacana na sua bochecha de novo, e ele aproveitou para deixar um beijo estalado nela. — Tá gostoso, princesa? Quer mais, hm? Quer que o papai foda essa bucetinha virgem?
Você já nem pensava direito no que ele falava quando ele estava se enterrando fundo na sua bucetinha apertadinha e melada, só sabia gemer e arfar que nem uma putinha. Ele ficava só repetindo o apelido e, nesse ponto, você estava começando a acreditar nele. As suas pernas já estavam bambas, e só não desabava no chão por causa do aperto dele no seu quadril. O impacto dos quadris ecoava em um som pornográfico, os gemidos e choramingos que saiam da sua boca e os grunhidos e gemidos abafados pelos lábios mordidos dele, presos na garganta, formavam uma sinfonia deliciosa. De vez em quando, o pensamento da sua mãe acordando e pegando os dois invadia a sua cabeça e você se sentia mal por estar com a buceta apertando o pau do namorado dela, mas ao mesmo tempo, o pensamento te excitava demais. O seu padrasto grunhia e sorria sempre que sentia você apertando ele.
— Tá pensando no que, meu bem? Tá pensando na sua mamãe descendo aqui e pegando nós dois juntos? — Você gemeu e ele riu. — Espero que ela pegue, só para ela descobrir a vadia safada que é a filha dela. — E deu um tapão na sua bunda, fazendo você arquear as costas e empurrar o quadril para trás com mais forças, apertando ainda mais a bucetinha. — Isso, amorzinho, desse jeito. Continua. — Ele abraçou seus corpos, suas unhas arranhando o balcão de madeira enquanto o corpo era violentamente fudido pelo homem. — O lado bom de bucetinha virgem é esse: você pode moldar ela pro seu pau. — Ele sorriu. — Você vai deixar o papai te fuder toda noite, né, meu bem? Toda noite o papai vai ir no seu quarto e te comer bem gostosinho, sem a sua mãe saber, pode ser?
Você concordava com a cabeça desesperada, lágrimas descendo dos olhos enquanto gemia desesperada, procurando por mais contato. — Sim! Sim! Sim!
Ele deu outro tapão na sua bunda. — "Sim" o quê?
— Sim, papai! Sim!
Ele sorriu, te beijando de novo. — Boa menina. — Agarrou os quadris e murmurou. — Agora goza gostoso pro papai.
#The Walking Dead#TWD#TWD fanfic#Daryl Dixon x reader#Rick Grimes x reader#Shane Walsh x reader#Negan Smith x reader#Daryl Dixon#Rick Grimes#Shane Walsh#Negan Smith#minha falta de vergonha na cara e uma pitadinha de daddy issues#mine#@cliodevotus
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camisola - esteban kukuriczka
avisos: +18 (não leia se for menor), p na v, esteban doido por peito (isso é canônico, perdão 🙈), sexo sem proteção (NÃO), fotos (nunca mandem se não se sentirem confortáveis), masturbação, esteban fugindo do estereótipo e se tornando um fernando, oral
nota: oi galerinha! bão? gente eu queria TANTO escrever algo com o kuku 🙈 pq ele é tão 😋🫦 sabe? essa carinha de coitado dele é tão anw🫦🫦, queria dar pra ele. ENFIM, não preciso avisar que essa história também tá meia a boca, né KKKKKKKKKK (estou vivendo no cio depois de uns sábados pra cá)
tenho vergonha de escrever putaria, sendo q eu sou a pessoa mais boca suja que eu conheço.
não revisado, pois tenho vergonha do que eu escrevoKKKKKKKK
a distância é algo que dói quando se está apaixonado por alguém. esteban já havia ficado longe de você por conta do trabalho e acabaram terminando por conta disso, mas hoje ele está apenas algumas horas de distância. as vezes, é um erro mandar mensagem pro ex quando se acaba de tomar uma taça (ou duas, ou três....) de vinho. o que poderia dar de errado? ou o que poderia dar de certo? suas amigas te alertavam para que você esquecesse o loirinho, mas em momentos de puro tesão, o rosto dele era a única coisa que aparecia em sua mente. podiam ter terminado, mas o tesão não acabou.
você está usando uma bela camisola preta, que na parte da saia é de uma cor um pouco mais opaca. a os seus seios estão sendo segurados com a parte da camisola, preta e com brilho. a alça é fina e é aberta atrás. seria ruim demais mandar uma foto para seu ex-namorado as 22h da noite? talvez, mas quem poderia te impedir?
você levantou e pegou seu celular, abrindo o aplicativo da câmera. gravou alguns vídeos e tirou algumas fotos, focando principalmente nos seus seios, pois sabia o carinho especial de esteban por eles. não tardou em enviar as mensagens, recebendo uma resposta logo depois. a que mais te deixou animada foi uma dele avisando que chegaria daqui a pouco. sentiu um calor crescente e forte na região entre as pernas. mas esperaria uma hora e pouco para que ele chegasse? por que, não é? voltou para a cama e levou os dígitos até a sua boceta livre já do pano da roupa íntima. antes que começasse os movimentos, ligou para o argentino e assim que o ouviu dizer "oi", começou a massagear a região do clitóris.
seus dedos iam e vinham no seu clitóris, seus lábios deixavam gemidos escaparem. ouvia esteban xingar durante a ligação. levou um dedo para a sua entrada, ameaçando deixar entrar - a ansiedade e a necessidade de se ter algo dentro de você, a fazia soltar gemidos sofregos.
"amor... por que você não chega logo?", falou entre gemidos e suspiros. deixando que seu dedo penetrasse na sua entradinha molhada. você sabia os efeitos que seus gemidos manhosos tinham sobre kukuriczka, que apertou o próprio pau coberto pela calça jeans, gemendo com o toque. o gemido rouco do seu ex, a deixou mais a vontade para colocar outro dedo. continuou com movimentos de vai e vem, atingindo seu pontinho com a ponta dos dedos e a palma da sua mão, massageava suavemente seu clitóris, causando uma fricção gostosa. não demorou muito para que você chegasse ao clímax, gemendo o nome do mais velho, sujando seus dedos com o próprio mel que escorria entre as suas dobrinhas. "estou chegando. abra a porta." e ele desligou.
de fato, ele estava chegando e chegou pouco tempo depois. por mais que seu corpo estivesse implorando para ficar mais um pouquinho deitado, você se levantou e foi até a porta principal. a abrindo, esteban nem a cumprimentou, atacando seus lábios de forma veroz e necessitada. ele foi te empurrando delicadamente para trás, para que ele conseguisse entrar e fechou a porta com um chutinho. se separou apenas para tranca-la, logo voltando a atacar seus lábios novamente. a língua macia e quentinha do argentino fodia a sua boca com maestria, te arrancando suspiros. suas mãos passaseavam pelo corpo alto e magro do rapaz, tocando e apertando os ombros, braços, passeava os dedos no peito do homem. ele foi te levando aos beijos até o seu quarto, nem precisavam parar o contato já que esteban já havia repetido aquela mesma ação várias vezes, mas claro que uns esbarros aconteciam.
você se deita na cama - ou melhor, esteban a joga -, e o argentino sobe em cima de você. a mão direita e grande apertando seu seio direito, te arrancando gemidos e a fazendo morder o lábio inferior para evitar gemidos mais altos do que seriam aceitáveis dado aos poucos toques que recebia.
um tapa foi desferido no seu rosto. "quero te ouvir, bebita." e obedeceu. quando um homem desse te pede para gemer, você não negaria, certo? esteban deixou selares por toda a extensão do seu pescoço, junto com chupões e mordidinhas. apertos deixados na sua cintura, que a fazem suspirar. "kuku, anda logo...", um arzinho convencido se fez presente. kukuriczka abriu um sorriso nos lábios finos e te olhou, segurando o seu rosto pela lateral com a mão que, anteriormente, estava apalpando seu peito. "tá com pressa, ¿mi amor? vou realizar o seu pedido, fica tranquila, garota". ele se afastou para olhar a camisola que estava usando, sorriu e começou a te beijar dos seios até o seu monte de Vênus.
"essa camisola... é aberta atrás, não é?", ele disse sugestivo e você apenas assentiu. "palavras, amor.", você sentiu o rosto queimar. sempre fora você que ditava as ordens com kuku e agora, é ele quem está mandando. é algo novo. "s-sim.", você respondeu. um sorriso peverso surgiu nos lábios inchadinhos do rapaz. pela camisola com o tecido opaco, ele poderia ver que você não usava calcinha, o que quase como um instinto, o pau dele pulsou necessitado, ainda guardado pela calça. em um movimento perfeito, ele te segura pela cintura e te põe de quatro, a empinando direito para ele.
"vou fazer uma coisa. quero que você mantenha essas pernas bem firmes, ouviu?" , em resposta um "sim" ansioso escapou dos seus lábios, imaginando o que ele poderia fazer. kuku se ajeitou na cama, abaixando o tronco, as mãos grandes segurando suas nádegas e as apertando com força, aquilo deixaria marcas... ele foi descendo até chegar na sua entradinha molhada, se aproximou mais... até que você sentiu a língua quentinha entrar em contato com a sua carne sensível. esteban te fodida com a língua de forma hábil e fodidamente gostosa. enquanto isso, as mãos do argentino maltratavam a pele sem melanina.
os pelinhos da barba e do bigode raspando na sua pele, a língua entrando e saindo... cada toque, estava te levando a loucura. seus olhos se reviravam de prazer, você segurou o lençol com força, tentando manter o equilíbrio. sabia que o loirinho não a deixaria cair, mas é melhor se manter firme. os seus gemidos se intensificaram, junto com os do seu ex-namorado que, agora estava com uma das mãos dentro da calça, apertando o membro duro por cima do tecido da cueca. a vibração dos gemidos roucos e abafados de esteban te causam uma sensação gostosa, poderia sentir seu orgasmo cada vez mais perto. como uma montanha-russa que está começando a descer... mas então, o carinho para.
um resmungo sai dos seus lábios pelo prazer interrompido. kuku te deixa cair no colchão, se pondo de barriga para cima, pôde admirar a imagem do mais alto com os lábios finos molhados e brilhantes, inchados... o rosto corado. descendo o olhar, finalmente percebeu o quão ele estava necessitado. "saudades, amor?", ele te olha de cima, enquanto retira as próprias roupas, "vou te mostrar o quanto, chiquita."
você sentiu seu ventre pegar fogo com a fala, mordendo os lábios, ansiosa. o peito de ambos subiam e desciam, já ofegantes. podiam não admitir, todavia os dois estavam com saudades um do outro. assim que kuku se livrou de todas as roupas, mostrando o corpo magro levemente definido que você tanto ama. o corpo se colocou sobre o seu, colando os lábios em um ósculo que não demorou em ficar mais intenso e com a participação de alguns barulhinhos. kukuriczka deixou uma mordidinha no seu lábio inferior e afastou a boca da sua. o homem segurou no próprio comprimento e o encaixou na sua entradinha pulsante, gemendo quando sentiu o apertando conforme ia te fodendo aos poucos. a boca de ambos abriu com o contato, com um gemido mudo, formando um "o" perfeito. você prendeu as suas pernas na cintura dele, o ajudando a entrar mais fundo em você. a mão esquerda do loiro foi de encontro a sua garganta, apertando-a levemente, intensificando seus gemidos. seus seios balançando levemente conforme ele se movimentava o fazia ficar maluco, ele alternava o olhar entre eles e a sua cara de prazer, com o cenho franzido, mal conseguindo abrir os olhos, as bochechas vermelhas... porra.
após um tempo, seus gemidos intensificam e sabendo o que significava, kuku abaixou a mão que estava a apertando para o seu clitóris, fazendo movimentos circulares com dois dedos. aproveitou para se movimentar mais rápido, mais forte, enquanto deixava chupões e mordidas na área vermelha do seu pescoço. com isso, não demorou muito para que seu orgasmo viesse, fazendo com que o dele viesse logo depois.
saiu de dentro de você, deitando-se ao seu lado. deixou beijinhos delicados pela sua pele - a que conseguia alcançar, sem sair da posição que estava. - seu peito subia e descia de forma mais frenética que antes, havia tido dois orgasmos, está acabada.
"saudades, amor.", esteban confessou, passando os dedos delicadamente pelo seu cabelo bagunçado, o ajeitando. você sorriu, afinal, também estava com saudades dele. "mais uma?" você se virou para olhá-lo, sorrindo. ele devolve o sorriso. o rosto com sardas que desciam até os ombros e o peito, também estava corado, "me dá um segundo.", ele riu, cansado.
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Vocês não precisam usar e machucar as pessoas só porque estão machucados ou não sabem o que querem da vida. Ninguém tem culpa do que fizeram com vocês e descontar em quem não tem nada a ver com isso é totalmente ridículo e egoísta. Os sentimentos alheios não são sacos de pancadas para que vocês possam bater e descontar raivas e frustrações. E muito menos são curativos para que usem para se sentirem melhores e depois jogarem fora. Tenham pelo menos decência e bom senso, ninguém merece ser quebrado e destruído sem motivos. Não sejam babacas com as pessoas que só quiseram dar amor e coisas boas para vocês. Não sejam clones e nem espelhos das pessoas que os destruíram e os usaram, hajam diferente... É o mínimo.
— Quebraram, D.
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