#meio problemático
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Davi sugestou:
O que é uma criança negra angolana passando fome na áfrica?
João Vitor respondoreu:
O entretenimento do Davi
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to ficando com um nojo desse casal kkkkkkkkkkk

#eles sao fofos e parecem que nasceram um pro outro#mas quanto mais tu presta atenção na dinamica do relacionamento deles tu ve q é meio problemático kkkkkk#nao sei se problematico é a palavra mas é uma relação meio chata mesmo sabe nojo mesmo
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🎃 kinktober - day four: caçador/presa com enzo vogrincic.
— aviso: dark romance, stalker!enzo, menção à sexo e masturbação, homicídio e violência, menção à autoextermínio. NÃO LEIA SE FOR SENSÍVEL. (+18).
— word count: 5,6k.
— notas: eu não sou estudante de psicologia, então provavelmente pode ter alguns conceitos errados ao longo do texto. é tudo ficção, manas e manos. às psicólogas do site: minhas desculpas caso haja um erro muito grotesco!! não é um smut. uma coisa meio Mavi de Mania de Você.
a cabeça latejava como se as têmporas estivessem sido apertadas pelas mãos de um gigante impiedoso. os olhos lutavam para continuarem abertos, embora a luz branca do consultório parecesse tirar sarro do seu esforço. o som da caneta deslizando pelo papel também não ajudava em nada. você estava considerando parar de anotar o que o paciente lhe dizia, mas seria falta de educação.
"Enzo, eu preciso que você me dê mais detalhes da sua infância. você fica repetindo que as coisas eram muito difíceis, mas você ainda não disse como as coisas eram difíceis." seu tom de voz sereno mascarava a dor profunda em que você se encontrava. "tudo bem por você?"
o homem bonito assentiu timidamente. era a terceira vez que você o via naquele mês e sentia que não obtivera muito sucesso nas consultas anteriores. ele respondia às perguntas e falava muito sobre coisas do dia à dia, mas costumava a ser um pouco vago sobre coisas pessoais. sempre que podia, contornava a pergunta com uma oratória impressionante.
Enzo era muito bonito. tinha cabelos longos, andava sempre com as peças de roupa impecáveis e estava sempre cheiroso. costumava usar colares e anéis e os sapatos estavam sempre limpos. tinha uma voz profunda e envolvente. um sorriso de causar suspiros e um olhar que parecia despir quem quer que fosse.
"eu fui abandonado pelos meus pais quando criança. como não tinha nenhum parente próximo, fui deixado em um orfanato." você anotou tal fato no prontuário do paciente, um pouco perplexa por ele ter escondido aquilo desde a primeira sessão. voltou a mirá-lo depois de feito, mas ele apenas se manteve em silêncio.
"e como era esse orfanato?"
"péssimo." a postura mudou. estava relaxado momentos antes e, de súbito, travara em uma posição de desconforto. os dedos batucavam no braço estofado da poltrona. "as freiras que cuidavam do orfanato não eram muito bondosas. irônico, não?"
"você acha que o abandono dos seus pais é responsável por algum mecanismo de defesa que, hoje, possa te atrapalhar na sua socialização?"
"como assim?" o uruguaio a olhou desconfiado. você conteve a vontade de sorrir. alguns pacientes demonstravam muito mais do que pensavam demonstrar.
"quando algumas pessoas são abandonadas, elas criam mecanismos de defesa para lidar com o abandono." você explicou, massageando a têmpora cuidadosamente. "por exemplo, algumas pessoas podem evitar a socialização e, consequentemente, evitar um possível abandono. outras, irão socializar, mas vão fazer absolutamente tudo que elas pensam que irá garantir a presença da outra pessoa em suas vidas. isso pode ser problemático, pois elas colocam as necessidades de outras pessoas à frente das suas."
"não acho que eu faça parte de nenhum dos casos. eu me socializo muito bem e sei respeitar meus limites."
"mas tem dificuldade para se abrir para outras pessoas." você pontuou enquanto rabiscava um desenho bobo no fim do bloco de notas. Enzo a olhou como se algo extremamente embaraçoso sobre ele houvesse sido revelado para milhões de pessoas. "está tudo bem, Enzo. isso não te faz uma pessoa melhor ou pior. estamos só pontuando algumas características sobre a sua personalidade."
um sorriso nervoso dançou nos lábios bonitos do paciente. ele voltou a relaxar, como se realizasse que não tinha como mentir para você. de uma maneira ou de outra, você descobriria todos os segredos dele.
"acho que você tem razão. eu já tive problemas relacionados à isso." ele confessou, um pouco receoso. "relacionamentos que não funcionaram porque eu me abria muito pouco. amizades, romances..."
"então você vê a necessidade de mudar essa sua característica?"
"seria bom poder confiar mais nas pessoas. acho que melhoraria muitos aspectos da minha capacidade de socializar." você sorriu. Enzo era um homem muito inteligente, afinal. você gostava dos pacientes que se mostravam aptos à mudança.
"isso é muito bom. é exatamente o tipo de pensamento que alguém deve ter ao procurar a terapia." você o encorajou, voltando a olhar para a ficha dele. "você me disse que as freiras do orfanato não eram muito solícitas. você lembra de algum episódio em específico que te faz pensar assim?"
[...]
seu corpo colapsou na cadeira do restaurante quando você finalmente achou a mesa ocupada pelo seu noivo. Esteban retirou os olhos do celular, te dando um sorriso caridoso como forma de apoio.
"você está linda hoje."
"você é um ótimo mentiroso." você sorriu, um pouco exausta até mesmo para contrair os músculos faciais. depois de duas aspirinas, a dor de cabeça tinha até melhorado. agora restavam as dores musculares que tomavam o corpo de assalto. "você já pediu?"
"sim. pedi aquele risoto que você gosta, além desse merlot." ele apontou para a garrafa em cima da mesa. inclinou-se gentilmente para servir tanto o seu copo quanto o dele antes de brindar com você. "eu sei que é dia de semana, mas você merece."
"de acordo." você não se opôs, dando um grande gole na bebida. o corpo contraiu em um espasmo de felicidade. "tudo certo para o seu voo amanhã?"
"uhum. vai ficar bem até lá?" a canhota encontrou a sua sobre a mesa, os olhinhos brilhando de preocupação. você sorriu.
"são só cinco dias, meu amor. acho que eu aguento." Esteban sorriu, deixando um selar no anel de noivado caro.
voaria para o Chile para performar algumas cirurgias cardiotorácicas em diversos hospitais do território. o intercâmbio de saúde tinha sido proposto pelo hospital em que Esteban trabalhava e ele, como o homem empático que era, não conseguiu negar. embarcava na sexta e voltaria somente na quarta.
você sentia um pouco de chateação, mas nada além do comum. estavam noivos há pouco tempo e desde o noivado, as coisas estavam mais românticas do que nunca. era comum transarem mais do que o normal, sair para jantar mais vezes no meio das semanas turbulentas e passarem horas planejando o futuro juntos. você sabia que iria sentir falta dele enquanto ele estivesse em Santiago, mas seria por uma boa causa.
o jantar havia sido agradável, como sempre. depois de algumas taças de vinho você estava relaxada o suficiente para aproveitar o resto da noite, esta que começou no elevador do prédio em que vocês moravam. você se lembrava dos lábios de Esteban correndo pelo seu pescoço e em poucos segundos você estava na cama sendo fodida impiedosamente.
você tinha as sextas livres, então aproveitou para fazer tudo que podia depois de levar o noivo no aeroporto. participou de uma aula de pilates, levou os cachorros para passear e decidiu ir até o supermercado mais próximo para repor a dispensa de casa.
estava carregando um saco pesado de ração quando os seus olhos encontraram os dele. era Enzo, o seu paciente do dia anterior. te olhava como se fosse proibido. alguns pacientes não se sentiam muito confortáveis em ver os seus terapeutas fora do consultório.
você sorriu timidamente antes de voltar a procurar pelo seu carrinho. Enzo, lutando contra o desconforto, se aproximou para ajudá-la.
"isso parece pesado." ele ofereceu os braços fortes e você colocou o saco de ração nas mãos dele, agradecendo pela gentileza.
"e muito." você voltou a procurar pelo carrinho, achando-o um pouco distante de onde você o deixara. alguém provavelmente o tinha empurrado. "você mora por aqui?"
"não... eu vim visitar um amigo que mora no bairro e pensei em comprar alguma bebida para não chegar de mãos vazias." ele colocou as mãos nos bolsos, voltando ao estado de desconforto anteriormente. "você está noiva?"
você olhou para as suas mãos, sentindo-se pega. geralmente, tirava a aliança quando atendia os pacientes. gostava de deixar claro o limite entre razão-emoção quando atendia. não queria que os pacientes ficassem envolvidos demais em detalhes sobre a sua vida pessoal.
"sim, fazem alguns meses." você brincou com a aliança. não tinha muito mais sobre o que falar. "obrigada pela ajuda, Enzo."
"não há de quê." ele sorriu, gentil. você se afastou dele lentamente depois de se despedir.
Vogrincic assistiu enquanto você se afastava. estava tão linda naquele conjunto de academia, com os cabelos presos em um rabo de cavalo desleixado. podia ver a sua nuca muito bem, o que lhe causava arrepios. cada pedaço seu era tão perfeito quanto o outro.
não pôde descrever o sentimento que o tomou quando viu a sua aliança. exibia uma pedra oval solitária, o ouro branco reluzindo contra as luzes fosforescentes do supermercado. ele sabia que você era noiva, claro que sabia. mas ainda doía vê-la exibir o anel com tanta felicidade.
era uma tarde de agosto quando Enzo te viu pela primeira vez sentada em um café com algumas de suas amigas. estava bebendo café e comendo um bolo cheio de cobertura de chocolate. ele se lembrava como seus lábios envolviam a colher tão satisfatoriamente. como seu anel de noivado brilhava na sua mão esquerda. como estava linda na blusa de gola alta.
não conseguiu evitar os instintos que há muito lutava contra. tinha que saber mais sobre você.
a seguiu pelo resto do dia. passeou pelo shopping enquanto via você e as amigas entrarem em lojas e mais lojas. assistiu uma das amigas tirar uma foto do prato quando decidiram almoçar em um restaurante caro demais e não tardou em abrir o Instagram, procurando pela localização do ambiente. nos stories que contavam com a localização, estava o prato da sua amiga. clicou no perfil, avançando entre posts e destaques até que achasse uma foto sua e, claro, seu perfil. você tinha o perfil privado e aquilo o fez gostar mais de você. não era burra como as outras.
quando se certificou de que você estava de volta a sua casa em segurança, pegou um táxi para o próprio apartamento. lá, a obsessão começou. passou horas procurando pelo seu nome. encontrou a clínica que você trabalhava, além dos diversos trabalhos de iniciação científica que você já tinha publicado. encontrou uma notícia em um site de fofoca de socialites que falava sobre o seu noivado. aparentemente, seu noivo vinha de uma linhagem de médicos famosos em Buenos Aires. marcou uma consulta com a sua secretária. não era nada barato, mas valeria cada centavo. poderia te conhecer melhor ou, até mesmo, fazer com que você se interessasse por ele. Enzo sabia que era bonito. não era difícil conquistar nenhuma mulher se ele quisesse bastante.
Vogrincic recordou-se da última vez em que tinha mergulhado em uma obsessão daquele jeito. tinha sido em Montevidéu. a garota era tão linda. uma colega de classe com quem ele tinha o prazer de dividir trabalhos e atividades. era sempre gentil, compartilhando suas anotações com ele e o incluindo nos grupos de seminários. estava sempre cheirosa, sempre bem arrumada. ele tinha se apaixonado tão perdidamente.
começara a segui-la para as festas, jogos universitários, bares e qualquer outro lugar que contasse com a presença dela. passara semanas e semanas enviando flores e poemas para o seu dormitório. às vezes, quando tinha medo de que alguém fosse machucá-la, ficava rondando o prédio de dormitórios femininos para que ficasse ligado em qualquer atividade suspeita. sentia-se como um herói misterioso.
até ela descobrir.
lembrava-se bem do olhar de descrença, do medo, de como ela não queria que ele se aproximasse. implorou para que ele parasse de persegui-la, mas ela não conseguia entender que era, basicamente, impossível. ele estava envolvido demais e não conseguiria parar. não agora.
então, seguiu com a loucura. não conseguia se conter. quando tentava ficar trancado em seu próprio dormitório, era como se uma crise de abstinência o atacasse. o coração batia forte dentro do peito, as mãos suavam e a cabeça doía sem parar. a garganta ficava seca e embora tomasse litros e litros de água, estava sempre com sede. não conseguia dormir sem pensar nela. não conseguia focar nas atividades da faculdade. não conseguia nem mesmo respirar.
a odisseia durou até que a garota fora encontrada no seu dormitório sem vida. tinha tomado diversas cartelas de opioides e escrito uma longa carta culpando Enzo pelo seu suicídio. ela não entendia que aquela era uma forma de carinho. um jeito de dizer que se importava, que queria cuidar dela quando mais ninguém queria.
foi obrigado a se mudar para Buenos Aires logo em seguida. se transferiu para uma nova faculdade para que pudesse terminar o curso e nunca mais teve coragem de pisar em Montevidéu. ainda se lembrava de como as pessoas reagiram quando o encontraram pelos corredores da faculdade.
“monstro”.
monstro? monstruosidade era abandonar as pessoas. deixá-las para trás com nada além de inseguranças e medos. o que ele fazia era amor. cuidado. estava ali para mostrar à ela que sempre estaria ao seu lado, que sempre cuidaria de tudo. que nunca a abandonaria.
durante o seu tempo em Buenos Aires não encontrou ninguém que despertasse aquele interesse. é claro, vez ou outra se apaixonava rapidamente por uma qualquer e era obrigado à descobrir tudo sobre a vida dela. mas, nenhuma o deixava preso o suficiente para que pudesse amar novamente. as mulheres eram tão fúteis e superficiais na capital.
até que ele encontrou você. você era tão bonita, mas, ao mesmo tempo, tão centrada. você era tão inteligente e empática. tão humilde e tão trabalhadora. leal, viajada, sorridente. você tinha uma vida da qual ele queria fazer parte. você voltou a representar o ideal de felicidade na cabeça dele.
e agora ele não podia mais viver sem você.
as primeiras sessões não tinham dado em lugar algum. você era uma profissional muito boa e ele tinha que lutar para não fugir do personagem. conseguia compreender que se dissesse certas coisas, acabaria lhe assustando como tinha assustado as outras pessoas. mesmo que uma vez ou outra ele pensasse que você o aceitaria por ser uma psicóloga, sempre se acovardava no final.
no entanto, estava se tornando impossível ficar longe de você. se deu conta disso quando a viu cruzar as ilhas do supermercado de um lado para o outro exibindo o colo naquele lindo dia de primavera. era fisicamente impossível não te querer.
sabia que o seu noivo estava fora da cidade. lia cada notícia sobre ele, além de acompanhar a rede sociais dos amigos do casal. ele estava no Chile assim como outros médicos do hospital em que ele trabalhava. e você estava ali, abandonada.
isso o encheu de uma raiva crescente. se você fosse noiva dele, jamais te abandonaria. cuidaria de você dia após dia. você sempre voltaria para um lar cheio de amor e cuidado.
Enzo se deliciava com a imaginação de ser o seu noivo. o seu hobby favorito depois do trabalho era pensar em você. apagava as luzes do quarto, acendia velas, escolhia o vinil favorito dos maiores hits de Ray Charles para tocar e mergulhava nos pensamentos que envolviam você. como cozinharia para você todas as manhãs e noites, como te daria massagens diárias quando você chegasse em casa cansada demais, como te foderia com paixão...
os sonhos sujos eram os mais vívidos. conseguia esculpir o seu corpo na argila que era a própria mente quase que perfeitamente. sabia de cor como eram as suas curvas, o formato e tamanho dos seus seios, como suas mãos eram lindas e ficariam mais lindas o envolvendo. sentia-se mal por pensar em você daquele jeito. mas, era inevitável. enquanto não pudesse te ter completamente, só restaria a imaginação. e aqueles momentos a sós com a própria criatividade passaram a ser seus movimentos favoritos.
acordava ereto mais vezes do que o normal. sempre se aliviava debaixo da água gelada do chuveiro, como uma forma de punição por tal ato tão promíscuo. raramente, quando bebia mais do que devia, o fazia na cama, pensando em você.
decidiu que aquele fim de semana seria o melhor momento para tentar uma aproximação. seu noivo estaria fora da cidade e ele sabia que você não resistiria ao charme. podia ser um bom ator quando queria. havia aperfeiçoado a arte ao longo dos anos em que passara em Buenos Aires se relacionando com uma garota ou outra.
precisava escolher cuidadosamente. assumiu que você provavelmente veria as amigas em algum bar ou qualquer lugar onde ele pudesse se aproximar respeitosamente. se apresentaria para suas companhias, que ficariam embasbacadas por sua beleza, seria simpático até que elas o convidassem para sentar. seria encantador. ela veria como você melhor que Estebán.
era esse o plano. estava comprometido a segui-lo e tinha até mesmo se liberado das tarefas do fim de semana para que pudesse te seguir para qualquer lugar que fosse. se você não tivesse estragado tudo.
era sábado, um pouco mais de uma da tarde, quando você deixou a sua casa. estava linda como sempre. de camisa social larga, shorts jeans e um tênis confortável. exibia a aliança ostensivamente com um par de brincos que combinavam. as mãos de Enzo agarraram o volante do carro com certo desconforto. a primeira coisa que faria quando estivesse com você, seria destruir aquele pedaço de aliança insignificante.
a seguiu pela rua, parando o carro em frente à um café metros da sua casa. um homem de cabelos curtos e sobrancelhas grossas esperava na porta por você. sorriu ao vê-la, a beijou no rosto carinhosamente e abriu a porta para que você entrasse. foi quando o sangue do uruguaio começou a ferver.
você estava tão confortável com aquele outro homem. quem era ele? você estava traindo o seu noivo e Enzo não havia descoberto? como você era tão estúpida de encontrá-lo em um café tão próximo da sua casa? e se alguém os visse ali? Vogrincic te amaldiçoou por minutos seguidos de minutos, se arrependendo por um dia ter te achado inteligente. você era desleixada, imperfeita, falha. e ele odiava ainda mais a si mesmo por ainda continuar te amando tão incondicionalmente.
deu partida no SUV para que evitasse mirar aquela cena constrangedora. não seria testemunha dos seus casos ilícitos.
a tarde com Fernando tinha sido agradável, como sempre. quando você e Estebán anunciaram a data do casamento na última semana para amigos mais próximos, Contigiani não tardou em entrar em contato. gostaria de organizar uma despedida de solteiro - com a permissão da noiva, é claro - e comprar um presente especial para Estebán. eram amigos desde crianças e você estava extasiada em fazer parte da surpresa. Fernando e alguns outros amigos tinham escolhido presentear Kuku com uma viagem para sua adega favorita da Itália e vocês tinham passado toda a tarde ajeitando os últimos detalhes da viagem.
depois que alguns outros amigos se juntaram a vocês, a reunião virou um encontro despretensioso que tinha resultado em diversos drinques no bar mais próximo. eram sete horas da noite quando você finalmente se despediu dos amigos com a desculpa de que tinha que alimentar os cachorros.
quase como um mecanismo programado, pegou o celular na bolsa enquanto andava para casa. os passos eram lentos e a necessidade de ouvir o seu noivo a consumia durante todo o dia. discou o número rapidamente, como se o pudesse fazer de olhos fechados.
"doutor Kukuriczka?" você fez a melhor voz manhosa que podia quando atendeu. "estou morrendo de saudades. o que você recomenda?"
"doses homeopáticas do seu noivo." ele brincou do outro lado da linha. você sorriu, sentindo a saudade correr pelas veias. "eu estarei aí em alguns dias, não se preocupe. como foi seu dia?"
encheu os ouvidos do noivo de fofocas e mais fofocas sobre seus amigos enquanto andava pela vizinhança, cumprimentando alguns vizinhos. assim que entrou no prédio, deu falta do porteiro, mas seguiu até o elevador sem maiores preocupações. apertou o botão do seu andar.
"endocartite bacteriana em uma criança? meu Deus, amor. seu dia deve ter sido difícil." você fez um biquinho. sabia como aqueles casos o afetavam, queria abraçá-lo e prometer que tudo ficaria bem.
"o prognóstico é favorável. não se preocupe comigo, ok?" ele riu baixinho do outro lado da linha. "preocupe-se com você. eu sei que, quando não estou em casa, você quase não come direito."
"eu almocei hoje, ok? e teve salada e tudo mais." você brincou, descendo no seu andar assim que o elevador abriu. procurou a chave na bolsa, destrancando a porta com facilidade. era como se já estivesse aberta.
"sei. faça o favor e peça um jantar, também. por via das dúvidas." você gargalhou, adentrando o apartamento. procurou pelos cachorros salsichas que, geralmente, vinham à todo vapor quando você abria a porta, mas não os encontrou. "eu preciso visitar um paciente agora, ainda estou de plantão. prometo te ligar quando estiver livre."
"tudo bem, Kuku." você largou a chave na bacia de mármore onde guardava outras bobagens, correndo os olhos pela sala de estar e a sala de jantar. um cheiro diferente enchia as narinas. "eu te amo."
"também te amo, mi prometida."
quando desligou o telefone, foi como se percebesse o silêncio em que o apartamento estava mergulhado. procurou os cachorros por toda parte, os achando trancados no banheiro, batendo as patinhas na porta desesperadamente. nunca havia acontecido deles se prenderem ao mesmo tempo, o que quase lhe causou um ataque do coração (com toda a ironia que aquilo envolvia). depois que os serviu, foi para o banheiro da suíte para tomar um banho.
ligou o registro, se despindo cuidadosamente enquanto a banheira ia se enchendo com o líquido tépido. pingou alguns óleos essenciais de amêndoas que tanto gostava, aproveitando dos vapores odoríferos que embaçavam o espelho e a envolviam sutilmente. quando mergulhou o corpo na banheira, poderia jurar que ficaria ali a noite inteira.
esfregou os braços, as pernas, as costas. lembrou-se das vezes em que dividira aquele espaço ínfimo com o noivo, sentada entre as pernas dele. Estebán era tão cuidadoso em lavar os seus cabelos e acarinhar a sua pele. quase o podia senti-lo ali. fechou os olhos, imaginando-o tocando o seu corpo com tanto clamor. jurando ao pé do seu ouvido que te amava.
o cheiro estranho que sentira na sala de estar voltou a correr, desta vez, no banheiro. era um cheiro herbal, de frescor. um cheiro que você jurava conhecer, mas não se recordava de onde. cheirou o próprio corpo, procurando por resquícios de perfume dos amigos, mas não era você.
quando saiu da banheira e se enrolou no roupão felpudo, escovou os dentes e seguiu para o closet. decidiu vestir uma das camisas de Estebán e uma calcinha confortável. ninguém a veria, então não tinha nada à esconder. perfumou o corpo com um hidratante corporal e pegou o celular para pedir o jantar. quando abandonava o closet para ir em direção à cama, o ouviu.
"quem era aquele cara com quem você se encontrou hoje?"
Enzo. seu paciente Enzo, sentado na poltrona que ficava ao lado da janela. a poltrona em que Estebán lia as notícias todas as manhãs, a poltrona em que você pintava as unhas por causa da boa iluminação. seu paciente Enzo estava na sua casa.
o calor com o que o seu corpo estivera envolvido desde o banho parecia ter esvanecido. seu coração pareceu parar antes de voltar a vida com arritmias. suas mãos tremeram e o celular caiu no chão acarpetado. o que ele estava fazendo ali?
"o que você 'tá fazendo aqui?" a voz saiu trêmula, frágil, desacreditada. a silhueta tremia de medo. as mãos queriam se cobrir e as pernas, queriam correr. mas, você não conseguia fazer nada. "como você entrou?"
"eu te fiz uma pergunta primeiro. é assim que nós conversamos, não é? através de perguntas." ele a encarou como se buscasse por sua afirmação. Enzo, que era, geralmente, muito tranquilo, estava uma bagunça. os olhos injetados corriam por todo o ambiente, em perplexidade por estar na sua casa. "quem era o cara?"
os olhos dele focaram um porta-retrato que estava na mesinha ao lado da poltrona. exibia uma foto sua e de Estebán quando ele tinha se formado na residência. Enzo o pegou com delicadeza, o virando para baixo.
você decidiu que a melhor alternativa era respondê-lo. até que pudesse correr até a porta de casa ou pegar o seu telefone, responderia tudo que ele perguntasse.
"u-um amigo." você abraçou o próprio corpo com temor. "pode responder a minha pergunta agora?"
"qual das duas?" Enzo voltou a mirá-la. agora, algumas lágrimas se formavam em bolsar na linha d'água dos seus olhos.
"o que você está fazendo aqui, Enzo?"
"eu... eu tinha um plano, sabe? nesse fim de semana eu iria te mostrar que eu sou um cara legal. eu ia te conhecer melhor, ia te mostrar quem eu sou de verdade. já tinha feito diversos planos para nós." algumas lágrimas escorreram pelas bochechas avermelhadas. "até que eu te vi com outro cara. eu consigo aceitar o seu noivo, infelizmente você não me conhecia antes de se comprometer com ele. mas, um amante? não dá, não dá..."
"Enzo... eu não tenho um amante. ele era só o meu amigo." seu corpo estava retesado, tenso. não conseguia se mover nem mesmo que forçasse as suas sinapses ao máximo. estava amedrontada. "mas, você entende que isso aqui passa de todos os limites, certo? eu sou a sua psicóloga."
"não... você é o amor da minha vida." Enzo se levantou da poltrona, fazendo você estremecer. "eu sei que você é. eu já tive alguém assim na minha vida, eu me lembro da sensação. lembro de como era estar apaixonado. eu só preciso que você me conheça melhor para que você veja que eu também posso ser o amor da sua vida..."
"Enzo, eu estou noiva." você o olhou nos olhos. era como um acidente: medonho, mas que você não conseguia parar de olhar. "eu já tenho alguém que eu amo. e você com certeza vai encontrar outra pessoa... se você deixar eu me trocar nós podemos ir até o consultório e conversar lá."
"não, eu não quero ir pro consultório. eu não tenho nada para falar na terapia. você nunca reparou? eu só ia lá para te ver." ele sorriu, como se explicasse o óbvio. seu sangue tinha se tornado gelo líquido, correndo pelas suas veias. "é por isso que eu falava tão pouco... eu não tenho nenhum problema, só interesse em ver você."
Enzo se aproximou ainda mais. você não conseguia recuar. estava com medo de que, se fizesse algum movimento brusco, ele faria algo terrível com você. ele envolveu o seu rosto entre as suas mãos de maneira terna.
"eu vi o seu apartamento hoje e fiquei pensando em como seríamos felizes aqui." ele sorriu, ainda choroso. "aquilo que eu te falei sobre o abandono, isso era real. e eu estou aqui para te mostrar que eu não vou te abandonar igual o seu noivo fez. eu vou estar aqui para você, sempre."
"Enzo, você está me assustando." uma lágrima solitária escorreu pela sua bochecha.
"mas... eu te amo. eu te vi com aquele outro cara e vim pra cá imediatamente porque eu queria resolver as coisas com você. não queria te perder para outro, de novo..." ele limpou a sua lágrima com o polegar. "eu estou aqui desde uma e meia. te assisti chegar, te assisti tomar banho e tudo que eu conseguia pensar era em como eu te amo."
não sabia mais o que fazer. ele estava tão próximo. conseguia sentir o cheiro herbal invadindo suas narinas. era ele aquele tempo todo. te observando, seguindo seus passos.
"por que eu não pego um copo de água para você e a gente conversa com mais calma?" você colocou as mãos sobre as deles, as segurando antes de guiá-lo de volta até a sua poltrona. Enzo assentiu, embora parecesse relutante.
foi necessária uma força tremenda para que você controlasse os seus passos e não saísse correndo de imediato. ao chegar no corredor, pisou nas pontas do pé até a porta da entrada, procurando pela chave na bacia de mármore na mesinha ao lado. é claro que Enzo havia a escondido. você pensou se seria uma sentença de morte gritar na varanda de casa para quem quer que estivesse passando. com certeza, seria.
seguiu até a cozinha, pegando dois copos e os enchendo de água. não encheu até a borda porque, na tremedeira em que se encontrava, acabaria derramando o líquido por toda a casa. enquanto voltava para o quarto, decidiu que teria que pegar o seu celular.
Enzo estava sentado, com as mãos entre as coxas. você entregou um dos copos à ele e sentou-se na beira da cama. vislumbrou o local onde havia deixado o celular cair, mas ele também havia sido confiscado. sentiu uma súbita vontade de chorar.
"Enzo, eu entendi que você tem sentimentos por mim. e eu estou fazendo o melhor que posso para compreendê-los." você começou, dando um grande gole na água. "mas não consigo entender porque você está me fazendo de refém."
"eu já disse. eu perdi a pessoa com quem eu era apaixonado antes... não quero que o mesmo aconteça com você."
"você não vai me perder." você encarou os olhos do uruguaio. buscou pelo seu celular na mesinha ao lado da poltrona, mas não o encontrou. "mas, você compreende que não é normal aparecer na minha casa sem permissão, não é? isso me assustou."
"eu sei. mas tempos desesperados requerem medidas desesperadas."
"Enzo..." você se levantou, não acreditando no que iria fazer. talvez estivesse jogando toda a dignidade no lixo, mas era melhor do que ser morta por um filho da puta maluco. andou em direção à ele, colocando o copo d'água na mesinha antes de se sentar em um dos joelhos do homem. "eu só acho que há situações melhores para que eu te conheça bem... nós devíamos marcar um café amanhã, o que você acha?"
"e se eu te perder nesse meio tempo?" Vogrincic respirava fundo. não tinha te tocado, o que você agradeceu mentalmente. estava nervoso, um pouco embaraçado pela situação. não pensava em tirar proveito de você.
"não vai." você negou com a cabeça, o tranquilizando. deu o seu melhor sorriso diplomata para acalmá-lo. "eu só quero dormir depois de um dia longo. e te conhecer melhor amanhã. eu não quero que você sinta que precisa invadir a minha casa para falar comigo... entendeu?"
Enzo assentiu. os olhos amendoados se tornavam menos maníacos, mais compreensivos. o olhavam com tanta admiração que parecia ser palpável. poderia jurar que, se pedisse à ele pelo seu coração, ele arrancaria do peito naquele momento. também jurou que ele não a machucaria.
segurando o rosto dele com ternura, você depositou um beijo casto nos lábios dele. apesar de não sentir nada além de medo embebido em adrenalina, pôde sentir os lábios macios de Enzo contra os seus. eram quentes, incertos, um pouco tímidos. ele segurou o seu corpo com ternura antes de corresponder.
"isso te faz crente de que você não vai me perder?" você se sentia uma péssima profissional. estava usando justamente da mente para que pudesse sair daquela situação. sentia-se como se estivesse o traindo.
ele assentiu com ternura, grato pela reafirmação. era a primeira vez que Enzo se sentia correspondido e o seu coração se enchia de amor. sabia que, amanhã, faria você se apaixonar por ele. você o tinha visto hoje da maneira que ele sempre quisera ser visto. tinha te compreendido como ninguém.
"por que você não vai lavar o seu rosto antes de ir? você está um pouco nervoso, não é?" você limpou as gotículas de suor que brotavam da testa dele. Enzo riu timidamente, assentindo.
você se ergueu do colo dele, indicando o banheiro com as mãos. o seu plano era interfonar para o porteiro ou qualquer outro apartamento para pedir ajuda, mas o que você ganhou foi muito melhor.
o uruguaio puxou o celular do bolso traseiro da calça e entregou para você. com um sorriso carinhoso, você aceitou o aparelho enquanto ele se direcionava até o banheiro.
com os dedos trêmulos, o desbloqueou e enviou mensagens de socorro para Estebán, além do grupo do condomínio. lá, alguns moradores já noticiavam que o sumiço do porteiro fora suficiente para chamar a polícia. você suspirou em alívio. pediu por socorro no grupo e descreveu Enzo o melhor que pode com o pouco tempo que tinha. quando ouviu a água da torneira parar de correr, desligou o telefone e o colocou sobre a mesa.
Enzo voltou, parecendo melhor. tinha retomado a compostura e os cabelos estavam elegantemente penteados para trás. você sorriu para ele.
"está melhor assim." com cuidado, Enzo retirou a chave da sua casa do bolso da frente. "não faça mais isso, ok? sempre que quiser conversar, você pode me ligar."
"eu não tenho seu número pessoal."
"ah..." você pegou um papelzinho na mesinha ao lado da poltrona, além de uma caneta largada por ali. rabiscou alguns números aleatórios no papel e o entregou, com um sorriso. "agora você tem."
"desculpa por ter te assustado." ele confessou. "não era a minha intenção. mas, eu sei que você compreendeu. você sabe que eu queria somente o seu bem.
"eu sei..."
Enzo te entregou a chave. você o guiou pelo corredor e os seus cachorros latiram ao vê-lo. era uma presença desconhecida, e eles não gostavam disso.
"desculpa por ter trancado os seus cachorrinhos... eu fiquei com medo deles me morderem." o uruguaio sorriu envergonhado.
você teve dificuldades para enfiar a chave na fechadura, mas quando o fez, girou com força para que pudesse se libertar da prisão que virara a própria casa. deu de cara com policiais no corredor, que a miraram em surpresa e a puxaram para fora de imediato.
Enzo foi detido, ali mesmo, no chão da sala de estar. suas mãos foram algemadas e os seus direitos foram lidos. enquanto era culpado pelo assassinato do porteiro, ele pedia desculpas em um tom choroso. "eu não bati forte o suficiente para matar, só para desmaiá-lo..."
seu corpo tremia e os olhos se tornaram torneiras descontroladas que derramavam litros e litros de lágrimas enquanto Enzo se debatia violentamente para se soltar. os olhos dele encontraram os seus e você sentia a decepção correr pela feição dele.
estava tão perto do amor e aquilo fora tirado dele mais uma vez.
um policial se manteve na sua frente como medida de proteção quando o seu paciente foi levantado grosseiramente. os olhos estavam repletos de lágrimas, como os seus. ele ainda não parecia compreender que você tinha guiado os passos da polícia para o seu apartamento.
"está tudo bem, mi amor. eu vou voltar." ele assegurou com um sorriso triste. o policial o forçava para as escadarias do prédio, mas ele apresentava uma força descomunal enquanto resistia. seus olhos eram escuros, quebrados, cheios de uma força vil. "eu vou lutar pelo nosso amor."
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ruee, faz uma one com o yuta, onde a leitora eh mto ciumentinha e ele quer “tirar” esse ciúmes dela de outro jeito 🤓☝️
❝ só assim 'pra tirar esse teu ciúme né? ❞
𖥔 ₊ ֗ yuta!friend x femreader, smut, reader meio ciumenta, br!au(?), yuta aquariano nato e meio problemático, eles são só amigos e essa é a primeira ficada deles, mirror sex, pet names, yuta!bigdick
a/n: eu simplesmente não sei mais escrever, mas fiquem com isso ai, e obgda pela paciência anonie
– Não Yuta, eu não vou assistir o filme dos mamonas assassinas com você. – Para em frente ao espelho do seu guarda roupa, checando o look para o seu encontro. Ignora o japonês que está sentado na sua cama, bem atrás de você.
– Isso é algum tipo de vingança por ter ficado com sua amiga? Relaxa bebê, não foi nada. – Observa a postura dele pelo espelho, as pernas espaçadas, a calça marcando as coxas torneadas e os cabelos longos caindo nos olhos deixam ele muito mais atraente do que já é.
O único— ou melhor, maior — problema do seu melhor amigo alternativo aqui é que ele é homem puta, não sabe ficar com uma, quer todas. E só no tempo dele. Yuta não quer compromisso e sobra para você que tem que ficar amiga das ficantes dele, mesmo que depois de umas duas semanas ela não fale mais contigo. Yuta é bonito, muito bonito, mas ter um amigo com essa fama não era lá tão bom, ele era um puto e ele sabia que acabava com as estruturas de qualquer um, incluindo as sua.
– Olha princesa, tudo bem você não querer ver o filme comigo, mas e aquele show que a gente já comprou os ingressos? Vai me dar um migué e meter o pé que nem semana passada? – Ele se aproxima por trás, põe as mãos no seu ombro e sussurra no seu ouvido: – Tu não 'tá com ciúmes e pensando em não ir nesse show comigo, né? – Ciúmes o que, Nakamoto, eu lá tenho ciúmes de você? É com essas coisas que eu rio muito.
Acontece que você não sabe mentir para o japonês, não sabe disfarçar, e isso é um problema. Você limpa a garganta e faz menção de sair da frente do espelho mas ele te impede. Segura firme no seu ombro e sorri para o espelho, e para você. – Aonde pensa que vai? – 'Pro meu encontro?! – Não, não vai não.
Yuta te guia pelo seu quarto, te coloca sentadinha na sua cama, chega a ser engraçado como ele te manuseia como uma bonequinha. – Minha bonequinha. Ele lê tua mente e entende teus sinais como ninguém, Yuta sabe que seus olhos falam por si. Ele entende, vê o medo que está sentindo com a proximidade, vê o desespero por algo em você, dentro de você. – Sabe princesa eu sempre tive uma fantasia com você. – Ele continua ali, na sua frente acariciando seu rosto. – Não me olha como se eu fosse um lascado, eu só penso demais em você e em outras coisas também… Se senta do seu lado, te pega e ajeita para ficar certinha no colo dele. A sainha que você usa mal cobre sua bunda e ele tem a visão perfeita disso pelo espelho do seu guarda-roupa. – Te foder e poder ver tudinho dali 'ó, o que você acha? Não pensa, não responde e ele entende isso como um 'sim' para poder se enterrar em você. Então ele não perde tempo, não demora a tirar o pau pesado da calça e afastar sua calcinha, brinca com a sua fenda, o dedão pressionando o seu pontinho. – Já 'tá molhada com tão pouco amor? – Você chia, não consegue emitir mais nenhum som além de gemidos doces e chiados. Yuta te ergue um pouco só para poder entrar dentro de você, suas paredes esmagando a cabecinha gorda dele e por pouco não conseguiu levar tudo mas, você é uma "boa garota", iria conseguir. Fica parada por um tempo, abraça o japonês pelo pescoço, impedindo ele de ver seu rosto vermelho e seus olhos marejados. Mas Yuta olha pelo espelho, a saia, sua bunda e ele ali dentro, é a realização de tantas fantasias obscuras. Quando finalmente começa a se movimentar sente que ele vai te partir ao meio, o sobe e desce começa a ficar mais frenético assim como os barulhinhos molhados ficam mais altos. – Só assim 'pra tirar esse teu ciúme né. – O Nakamoto aperta a carne da tua coxa e em resposta você aperta ele mais ainda. – Porra vou ter que te fazer ciúmes mais vezes então. – Yuta, por favor… Eu… – Eu o quê? Fala princesa. – Dá um tapinha leve na sua bunda, te incentivando a completar a frase. – E vou… Ah!
Não termina a frase de novo, as pernas treme, a voz embarga mais ainda, e fica mais molinha do que já estava. Você tinha chegado no ápice.
– Muito bem princesa. Agora você me perdoa?
Não responde, ele sabe que você não lembra nem do seu nome agora mas Yuta também sabe que depois disso vai querer estar sempre com "ciuminho".
#💌 cartes for rue#anon — 🤍#yuta#yuta nct 127#yuta x reader#yuta smut#yuta scenarios#yuta fanfic#nct#nct scenarios#nct fanfic#nct imagines#nct smut#nct hard hours#nct br au
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[2024] Enquanto estava mexendo em meu portfólio, lá pelo meio de 2024, tive a ideia de fazer novas capas para os meus livros da franquia Hannibal. À princípio eu queria só fazer algo bonito para mim, já que os livros que tenho aqui na versão física são tão feinhos, então eu imprimiria e usaria eles como uma luva sobre as capas. Mas, como problemático que sou, acabei fazendo as coisas crescerem demais, desenhei cada capa, vetorizei, modelei livros no Blender para usar de mockup, fiz uma apresentaçãozinha, etc etc etc, todas essas enrolações que designer faz - e a ideia inicial de imprimir as capas nunca aconteceu. O projeto completo tá aqui. Como satisfação pessoal o projeto foi um sucesso, já como peça de portfólio não fez diferença nenhuma.
#hannibal#hannibal lecter#silence of the lambs#red dragon#hannibal rising#hannibal nbc#mads mikkelsen#hugh dancy#anthony hopkins#thomas harris#book#sketch#sketchbook#book design#editorial#graphic design#portfolio
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Quem está mais propenso a ter uma esposa troféu?
Então, ressurgindo só para compartilhar um conceito que não sai da minha cabeça. Tudo começou com a ideia de como o Azul seria o homem perfeito para manter uma esposa troféu e terminou nisso por que eu me empolguei, mas nossa, Azul passa a vibe de quem manteria uma esposa troféu. Apenas sim.
Estou com várias outras ideias para escrever sobre Twisted, espero ter animo pra voltar a ser ativa ✨️
Riddle Rosehearts
Vamos lá, pra mim ele está com um pé lá e um cá dentro da lista, então eu vou fundamentar minhas conclusões de por que ele deveria participar me baseando no lado mais desagradável do nosso querido ♡
Riddle até melhorou depois dos eventos do Overblot, mas toda essa rigidez e controle meio que já fazem parte da personalidade dele. Tem coisas na vida das quais você não consegue se livrar assim tão facilmente mesmo com todo esforço do mundo, sem falar em quão confortável e familiar são esses sentimentos evocados pelo controle de uma rotina estrita, controlada e medida.
Em razão disso, Riddle quer uma esposa perfeita, que cumpre os padrões dele e principalmente todas as regras da rainha de copas.
É apenas como a cabeça dele funciona, ele nem chega a pensar, mas inconscientemente seleciona suas pretendentes com base em um padrão muito alto. Você tem que ser perfeita.
Ele não tem pressa, então toma o tempo necessário para encontrar uma esposa adequada. Além disso, ele também é do tipo que tem uma visão bem romântica e busca uma conexão única, então você será sua primeira namorada e única esposa.
Ele tem uma concepção meio conturbada de relacionamentos em geral, já que o da mãe e do pai não é bom. Então ele quer se certificar de escolher bem, para que não tenha um relacionamento cheio de altos e baixos problemáticos como o dos pais.
Agora, com isso em mente, vamos ao ponto principal: Riddle tem essa necessidade interna de ser um exemplo e agora que ele está com você, isso vai se estender a você a ao relacionamento de vocês. Boa sorte.
Ele vai gostar de você, claro, mas o sentimento não foi a única coisa que o levou a escolher você como parceira. Repito. Riddle naturalmente vai considerar se você tem o necessário para ser a esposa perfeita que, acima de tudo, sabe seguir as regras, como ele precisa.
Você nem mesmo podia desconfiar do que estava por vir no início do relacionamento. As bandeiras vermelhas eram ofuscadas pelas ações cavalheiros e românticas de Riddle enquanto ele te cortejava.
Tudo bem que ele te repreendeu por sua postura de camarão na mesa e te proibiu de comer com colher hoje porque é sábado. Ele te levou rosas vermelhas, fez uma reserva para vocês em um lugar maravilhoso e ainda puxou a cadeira para você se sentar e fez questão de ouvir com calma sobre seu dia e pedir atualizações sobre seus últimos empreendimentos.
Ele vai te condicionando aos poucos com essas pequenas repreensões até que você esteja condicionada aos padrões dele. Afinal, o que custa obedecer às regras do seu noivo? Ele já se esforça tanto pra te ver feliz, você não vai o deixar triste, certo?
Apenas sorria e siga as regras enquanto dá tudo de si para não surtar com apego à rotina e organização que Riddle tem e impõe a você.
Ele associa todo esse controle à demonstração de afeto devido ao tipo de criação que teve, então, infelizmente é isso que ele tem para dar a você.
Vai cobrar que você faça um curso, um mestrado, escreva um livro, toque um instrumento... enfim... que tenha hobbies os quais ele considera úteis e dignos e que, acima de tudo, se sobressaiam neles. Seja o exemplo.
Pode parecer um pouco demais, já que Riddle costuma ser exigente, então é um daqueles casos de: "esposa troféu, mas a que custo?" Pelo menos você ainda tem sorte que ele se afastou mais da mãe dele depois de adulto e de iniciar uma família ao seu lado, se vocês fossem vindo da sua sogra, aí sim você conheceria o inferno real.
Deuce Spade
Olha, sei que não existe esposa no troféu pobre, mas vamos lá.
Deuce vai ser um dos caras mais normais da lista, mas sabe aquele caso que o marido vai trabalhar e a mulher pode ficar em casa tranquila como duas da tarde com o ar condicionado ligado enquanto assiste a séries na TV ou tira uma soneca? É por aí.
Não importa se você decidir ficar apenas por conta da casa. Na verdade, ele até gosta bastante desse sentimento de ser a figura "provedora" da família. Válida a masculinidade dele.
Deuce inclusive vai falar aos quatro ventos com muito orgulho que você não precisa trabalhar fora, já que ele ganha suficientemente bem para sustentar vocês dois tranquilamente com o peito inflado de orgulho.
É bem fofo para falar a verdade.
Bom, ainda assim, sabemos que ficar por conta da casa, mesmo não trabalhando fora não é nada fácil, mas saiba que não existe nada que Deus não possa fazer para deixar mais tranquilo e confortável para você.
Então sim, ele ainda vai ter ajuda com todas as tarefas de casa ao máximo que puder. Até porque, ele foi criado pela mãe dele, não saber passar uma vassoura no chão seria uma vergonha, além de motivo suficiente para que sua querida sogra desse uma vassourada no filho.
Deuce cresceu em um lar apenas com a mãe como provedora e vendo ela se desdobrar em vários para dar conta das tarefas de casa, dele e do trabalho fora e não quer que você tenha que passar por isso também, por isso ele se esforça tanto para que você viva confortavelmente. E ele também te ama demais!
Ele não se opõe a você ter um trabalho caso queira, mas prefere que você não se sobrecarregue, e enquanto as contas fossem sendo tranquilamente pagas para que tudo bem continuasse assim. Ele só quer cuidar de você!
Leona Kingschoolar
Ele nunca pensou nisso, para falar a verdade nem mesmo você pensou. Essa é uma das relações mais despreocupadas da lista. Leona não exige muito de você para falar a verdade.
Leona já te respeita e admira o suficiente, além de gostar de te oferecer tudo o que ele pode. Afinal, ele, como príncipe, tem o melhor e quer compartilhar a vida dele com você.
Em todos os sentidos.
Então, quando alguém aponta que você leva uma vida de esposa troféu até te surpreende. Mas fazer o quê? Seu marido é literalmente um príncipe que está na segunda linha de sucessão, mesmo com as mulheres sendo mais ativas em todos os âmbitos, não é como se vocês dois realmente ocupassem algum papel mais importante do que serem os rostos bonitos e jovens da monarquia.
Nesse caso, o estilo de vida dele acaba se estendendo para você e vira algo comum após o casamento.
Acordar tarde, ter o café servido na cama por criados e tudo estar pronto para quando vocês levantarem com tudo do bom e do melhor? Isso não passa de uma segunda-feira normal.
É simplesmente comum ir para academia se exercitar junto com ele às dez da manhã, chegar em casa com um almoço delicioso servido. Passeios e viagens caras fazem parte da rotina e tudo…
Um ou outro dever real aqui e ali em ações sociais, tudo para fortalecer a imagem da monarquia e aproximar os governantes da população, mas não é nenhuma tarefa tão extenuante.
Leona não gosta de aparecer na maioria, para falar a verdade, se não fosse por você fazer tanta questão ele não se daria o trabalho de cogitar ir (ele não fala sobre, mas é óbvio a maneira que ama exibir você por aí, pelo menos em algo na vida ele ganhou, afinal é o dono do seu coraçãozinho perfeito).
E isso acaba fazendo com que o irmão dele e a cunhada gostem bastante de você, desempenhando tão bem seu papel de esposa e mantendo o príncipe mais novo e desinteressado no lugar. Eles não poderiam pedir uma cunhada melhor!
É uma vida de princesa literalmente. Tudo o que você precisa é ser esperta e astuta para socializar por ele, já que, convenhamos, Leona não tem energia para esse tipo de coisa, e faz manter uma imagem boa da realeza nos eventos.
No fundo Leona também gosta bastante da forma como você trabalha tanto pela imagem dele e, principalmente, de poder te exibir por aí em todos esses eventos como o seu troféu particular, tão diligente nos trabalhos reais, inteligente e linda ( repito: é por isso que ele ainda aparece).
Azul Ashengrotto
Esse homem me fez perder o sono pensando sobre como ele escolheria a dedo sua esposa e faria dela um troféu bonito e brilhante na estante para exibir para todo mundo por aí. Convenhamos, que ele passa muito a energia de marido de esposa troféu.
E tudo porque ele simplesmente pode e quer.
Acho que nem mesmo precisava fundamentar isso.
Contudo, não acredito que Azul seria do tipo que se deixa guiar pela emoção nesse caso. Diferentemente de Riddle, ele não considerou nenhum sentimento aqui, apenas analisou a compatibilidade de vocês e deixou que isso determinasse se a empreitada poderia funcionar ou não.
Ah, ele também considerou os interesses comuns. Pois isso é a base de um bom contrato!
Ele já está na idade onde é socialmente bem visto que seja pactuado o casamento e você, bom, você estava pode estar a procura de um marido romântico, expansão de influência ou só dinheiro e uma vida confortável, Azul não vai julgar.
Ele também vai te oferecer um contrato, queira você sim queira você não. É inegociável.
Mas não se preocupe! Ele pegou leve dessa vez… apenas é bom tomar cuidado com as letras miúdas e pedir para que ele retire as cláusulas vagas (se puder, contrate um bom advogado).
Azu busca esse tipo de relação pois a imagem é um elemento muito importante para ele, afinal, é ela que sempre define qual a primeira impressão que as pessoas têm de você.
Em consequência a isso, ele realmente preza muito pela forma com a qual é visto e isso sem dúvidas se estende a você. Afinal, você está com ele, não está?
Azul vai te escolher especificamente como parceira para desempenhar com maestria o papel de esposa, mas não se preocupe não será perfeita no início. Uma vez que o acordo foi firmado, pode ter certeza que ele não terá dó de investir em você.
Afinal, como o homem de negócio que ele é, sabe como conduzir uma empreitada de sucesso e vai fazer facilmente com que você esteja à altura, novamente, ele não se importa com um pouco de trabalho duro.
Ele faz tudo isso para poder auto afirmar a própria imagem diante das outras pessoas, seu trabalho consiste em fazer um bom complemento visual a ele e inflar seu ego (é lógico para mimar e dar carinho também, pois ele é um grande querido e isso também consta no contrato).
Como esposa desse tritão, você consegue tudo o que se tem direito vindo desse contrato matrimonial, os ônus e bônus.
Apenas imagine, jantares em lugares exorbitantemente caros com a nata da nata do Twisted Wonderland, apenas os melhores presentes e as melhores joias, mas não ache que tudo se resume a dinheiro.
Azul nunca, eu disse nunca, vai se esquecer de um aniversário ou data importante sequer. E nem deixar de notar qualquer incômodo ou descontentamento que você demonstrar, ele é prestativo e carinhoso e estudou muito para ser o seu marido perfeito! ( boa sorte para não se apaixonar, o amor pode atrapalhar os negócios 👀).
Para Azul, não basta passar a imagem de relacionamento perfeito. Ele TEM que ser perfeito, tem que causar inveja e cobiça para qualquer um que olhar para ele segurando sua mão no raio de 1 quilômetro. O negócio dele é sobre isso, a inveja incita o coração das pessoas a revelarem seus desejos mais profundos, e ele, como a alma generosa que é, faz questão de atender. Por um preço, claro.
E falando em coração, esse homem vai atender a todos os seus desejos simplesmente porque ele pode fazer isso e porque ele te aprecia demais, e quando falo todos, são todos mesmo, até mesmo os mais sombrios.
Mas não ache que tudo são flores, Azul vai querer algo em troca, afinal, o contrato sempre tem de beneficiar ambas as partes, não é? Azul é bem astuto nesse quesito. Infelizmente, apenas seu amor não é suficiente, mas não se preocupe ainda, ele foi muito gentil com você.
Agora não ache que você vai poder passar o dia de perna para cima e ser uma pessoa sem conteúdo. Esse homem vai te colocar para estudar e se informar. Novamente, dinheiro não é problema, pois ele considera tudo como um grande investimento e seus resultados farão valer a pena cada centavo investido.
Então se esforce para cumprir com sua parte do contrato se ainda quiser permanecer nesse relacionamento e ser tratada como uma verdadeira princesa.
Azul ama exibir você em todo e qualquer lugar onde vocês estejam. A sua beleza estonteantemente, educação, inteligência e gentileza encantam a todos e isso faz uma ótima massagem no ego do seu marido. Não poderia ser diferente.
E sim, isso vai virar uma fanfic. Beijos.
Kalim Al-Asim
Então. Kalim. Vai me dizer que você também não acha?
Mas ao contrário dos outros que tomam essa decisão de forma premeditada, as coisas com Kalim são simplesmente pela diversão e acontecem de uma forma um tanto específica.
Vamos elaborar. Eu pensei todo um contexto pra isso, mas você não será a esposa dele. Sinto muito.
Obviamente a mão do príncipe está reservada para uma união mais estratégica, então ele está destinado a se casar a filha de uma figura política importante ou alguma família podre de rica como a dele.
Mas tudo bem, quem quer ter o papel principal, não é mesmo? Ter que enfrentar toda aquela politicagem e ainda trabalhar duro com administração, ajudando Kalim e sofrendo sobrecarregada junto com Jamil… sem falar em toda a responsabilidade…
Não, isso não.
Por outro lado, como concubina oficial do príncipe a vida é bem mais simples e fácil!
Lembra que ele tem mais de 30 irmãos? Só pensa em quantas mulheres o pai desse menino tem. Essa poligamia é uma coisa cultural e ele não está por fora disso.
Apenas imagine, você foi praticamente criada aguardando o dia no qual o príncipe escolherá sua primeira concubina do harém.
Então, surpreendente, no dia do grande evento do 16° aniversário de Kalim, bem quando você e mais um bando de garotas tão enfeitadas quanto um bando de pavões, estão paradas em fila para a avaliação dos olhos curiosos do príncipe, ele para na sua frente com um sorriso brilhante e animado, apontando em sua direção.
“Eu quero que seja ela” - ele diz, acenando para você.
Você mal pode registrar as palavras que saíram da boca do filho mais velho da família Al-Asim. ele não tem noção de como mudou sua vida naquela hora, afinal, ele te escolheu para ser sua primeira.
A partir de agora, pelos próximos dois anos, sua vida é um sonho. O maior quarto, as melhores roupas, perfumes e as mais belas joias, além de receber serviços... e depois que a relação toma uma forma oficial tudo ainda melhora.
A vida é realmente muito boa e glamourosa, um pouco chata as vezes, mas as coisas ficam animadas quando Kalim está no Palácio, nesses dias você sempre o acompanha nos banquetes, pairando ao seu lado como um enfeite bonito assim como as outras mulheres que exercem um papel similar ao seu.
Sempre se esforçando para entrete-lo ao final desses eventos, mas cumprir seus deveres não é nem de longe um fardo.
Kalim adora sua presença e companhia é sempre acaba irritantemente te exibindo por aí nessas ocasiões, não é intencional, claro.
Mas ele é sempre tão doce e atencioso! O seu príncipe é engraçado e divertido, um rapaz meigo e brilhante.
Esse fato demonstra uma grande surpresa, afinal, você não esperava que o príncipe a quem você deveria servir e entreter como amante viesse a se tornar o seu melhor amigo.
Tudo isso apenas te dá vontade de espelhar todo esse carinho e vocês se tornam aquele tipo de casal que exibe o amor para as outras pessoas e faz com que elas vomitem.
O pai dele acha graça e fica nostálgico, sempre dizendo que são coisas da juventude. Mal sabe ele que o filho está perdidamente apaixonado (isso tem potencial para se tornar um problema, mas não falaremos sobre.).
Aguardem fanfic sobre esse conceito também 👀
Voltando ao assunto… Kalim faz questão de te mimar de todas as formas que pode, ele já é bem generoso com todas as pessoas a sua volta, com você isso é ainda pior.
Se você olhar para alguma coisa por mais de 3 segundos ele faz questão de deixar pelo menos uns 20 exemplares no seu quarto.
Gostou de um prato novo? Jamil (coitado do Jamil, ele quem sofre com tudo) e os chefes estão preparando um banquete inteiro só para você aproveitar!
Ele também ama te levar para passar com o tapete nos momentos mais inesperados e te mostrar o céu estrelado, a cidade e tudo o que você tenha vontade.
Kalim apenas gosta muito de você e quer te ver feliz!
Malleus Draconia
Faço apenas uma menção honrosa a nosso querido chifrudinho, pois não vi o capítulo sete ainda e acho que ele se enquadra na lista.
Talvez depois de ler o capítulo eu volte para elaborar mais ou me reiterar fundamentando melhor!
A próxima lista vai ser dos garotos que iriam adorar ser um marido troféu, aguardem.
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eu vou transformar o seu rascunho em arte final sem eufemismo, eu quero moldar cada aspecto de você obsessivo, controlador e vulgar, mas de um jeito que eu sei que você vai gostar. com rimas repetitivas, monotemático, egóico e sem receio de parecer uma pessoa ruim. apenas aceite esse fato. sempre foi e sempre será assim. se você não quiser me valorizar, o problema é mais seu do que meu. eu não tenho medo de ser substituído, não sou insubstituível, mas sou inesquecível. se quiser ficar, vai ser do meu jeito, seguindo minhas regras. vai lidar com um homem problemático, pouco carinhoso e que se recusa a soar piegas. você é uma garotinha nova, inocente e gostosa pra caralho. e eu a porra do cara mais velho que vai fazer esse trabalho. dedicada, educada, inteligente, mas sem a aprovação do seu pai ausente. é sempre a mesma história. você finge que fuma e que conhece vinho só pra me impressionar. depois o sexo agressivo, a vergonha, entender que precisa ir embora, mas com vontade de ficar. e eu finjo que não percebo que você está atuando, que é um personagem. fodam-se seus problemas psicológicos, vamos entrar nessa viagem. vai ser divertido, meio sujo e potencialmente criminoso. aproveite enquanto há tempo, porque o final vai ser desastroso.
25/03/25 - 13:08 (Lili)
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Trinity Blood - Reborn on the Mars Volume I - A Estrela do Lamento ----------------- ⚠️ ESSA OBRA EM HIPÓTESE ALGUMA É DE MINHA AUTORIA. TRADUÇÃO REALIZADA DE FÃ PARA FÃS. NÃO REPUBLIQUE OU POSTE EM OUTRAS PLATAFORMAS SEM AUTORIZAÇÃO. SE CASO POSSÍVEL, DÊ SUPORTE AOS AUTORES E ARTISTAS COMPRANDO AS OBRAS ORIGINAIS. ⚠️ -----------------
Não sabe por onde começar? Confira o Roteiro de Leitura (。•̀ᴗ-)✧!!!
Capítulo 4: A Estrela do Lamento
Ⅱ
— Certo, desça!
Quando Abel foi forçado a sair do carro, sendo praticamente empurrado, ao redor já estava completamente escuro.
As luzes da cidade, visíveis à distância, tremeluziam melancolicamente no ar frio da noite. Embora ambas as feridas de bala nos ombros estivessem enfaixadas, isso não passava de um mero curativo de emergência. Lutando desesperadamente para não ceder aos joelhos vacilantes, Abel observou ao redor.
— Aqui é... um aeroporto?
Na visão turva e enevoada, era possível distinguir uma ampla pista de pouso feita apenas de terra batida e uma torre de controle rústica, construída em concreto bruto. Mais adiante, um biplano de reconhecimento estava estacionado, enquanto no céu noturno, onde as duas luas flutuavam, uma silhueta negra e sinistra pairava — um grande dirigível militar. Não havia aeroportos civis em István, então este provavelmente era um aeródromo militar. Se bem se lembrava, ficava numa área bastante afastada do distrito ocidental de Buda. Mas por que, afinal, haviam o trazido até aqui?
— Yo! Nos encontramos num lugar inusitado, hein, padre?
De longe, uma voz rouca e vulgar pôde ser ouvida.
Quando se virou, viu o cara de peixe que preferiria nunca mais ver, caminhando animadamente desde a torre de controle. Atrás dele, sendo empurrados pelos soldados da Guarda Militar, vinham quase cem homens e mulheres. Todos tinham as mãos acorrentadas, os pés presos por correntes, e suas roupas estavam em farrapos. Além disso, mais da metade deles estava ferida em várias partes do corpo.
— Isso aí, entrem para o outro lado da linha que está marcada ali, seus malditos partisans! E você também, padre!
Radco’n berrou, empurrando os homens e mulheres ainda amarrados para além da linha branca previamente traçada no final da pista. Em sua mão, girava um pequeno arco e flecha de carregamento por alavanca — a mesma besta que Esther usava.
— A partir de agora, embora seja um julgamento sumário, será realizado o julgamento de vocês. Eu serei o juiz. O promotor também será eu. E não há advogado de defesa.
No caminho até aqui, devem ter sofrido consideráveis maus-tratos. Os partisans, que desabavam no chão coberto de geada, nem sequer conseguiam soltar a voz. No lugar deles, Abel rebateu em um tom fraco.
— Se isso é um julgamento, quais são as nossas acusações?
— Assassinatos, roubos, extorsões, incêndios criminosos contra cidadãos e traição contra a cidade de István. A sentença é... pena de morte!
Do meio dos soldados, que observavam a troca de palavras com curiosidade, irrompeu uma gargalhada vulgar. Assobios agudos e insultos obscenos foram lançados contra os prisioneiros. Por outro lado, do lado dos partisans, só se ouviam gemidos fracos.
— Se dependesse de mim, faria questão de matar vocês lentamente, igual fizemos com aquela Reverenda e os outros ontem. Mas, infelizmente, estamos ocupados. Vocês vão todos ser fuzilados... por ele.
Dizendo isso, Radco’n apontou com o queixo para o dirigível negro que pairava sobre o aeroporto. Sob seu enorme balão de gás, o casco exibia uma fileira de canhões automáticos de grande porte. Quando Radco’n balançou o braço com força, um sinal de luz piscante veio da ponte de comando.
— Aquele é o encouraçado aéreo o Dragão Cavaleiro — Sárkány —, orgulho do nosso exército. A partir de agora, senhores, vocês serão os alvos do treinamento de ataque terrestre daquela nave. Naturalmente, vocês têm liberdade para correr e se esquivar, mas seria problemático se fugissem até a pista de pouso. Por isso, é proibido ultrapassar essa linha branca. Caso alguém viole essa regra, nós mesmos o executaremos a tiros.
Os olhos de Radco’n, sob suas pálpebras grossas e inchadas, brilhavam com um fulgor faminto e doentio. Enquanto brincava com a besta em suas mãos, como se fosse um brinquedo que não lhe agradasse, seus lábios se repuxaram para cima em um sorriso distorcido.
— Pelo menos, nos divirta bastante, Padre. Assim como seus camaradas de ontem.
— ......Foi você quem matou a Reverenda e os outros, Coronel?
— Hehehe! Foi divertido. Cortamos os braços e as pernas de todos aqueles bastardos e jogamos para os cães. Quanto às freiras, as cortamos enquanto as violentava. Não importa o quanto se achem superiores, no fim, continuam sendo mulheres... A Vitéz, então, foi especialmente deliciosa. Foi a melhor. Todos os trinta que estão aqui se revezaram para aproveitar.
— ........
Os lábios de Abel, cerrados com força, ficaram completamente brancos. Como se estivesse suportando algo, sua cabeça prateada abaixou-se, cada vez mais. Radco’n observava com satisfação o leve tremor daqueles ombros — era uma sensação realmente agradável.
— Eu até queria me divertir um pouco com vocês também, mas, infelizmente, tenho meus próprios afazeres. Bem, não levem a mal... Agora, que tal começarmos?
— Ainda não começou, Coronel?
A voz monótona que veio por trás dele foi fria o suficiente para acabar completamente com o entusiasmo de Radco’n. De fato, o gigante com rosto de peixe virou-se com um semblante irritado.
— O que diabos você veio fazer bem aqui, Major Ix?
— Patrulha... Por ordem de Gyula-sama, vim verificar a situação do serviço da unidade de artilharia antiaérea no aeroporto. Aproveitei para assistir à execução.
O Major Tres Iqus respondeu, sem mover um único músculo da sobrancelha diante dos olhares hostis lançados contra ele. Enquanto a bainha de seu casaco tremulava, o jovem oficial se aproximou com um passo mecânico. Seu rosto, que não demonstrava sentir o menor frio, se ergueu levantando levemente o queixo.
— A ordem de execução foi emitida há mais de uma hora. O que afinal está demorando tanto?
— Cale a boca. De qualquer jeito, estamos sem nada para fazer. Deixa a gente se divertir um pouco.
O sujeito irritante tinha chegado — com uma cara de buldogue que teve seu pedaço de carne crua arrancado bem na sua frente, Radco’n desviou o olhar.
— Ótimo, vamos acabar logo com isso! Dê as ordens para o ‘Sárkány’!
Repreendido por seu superior, cuja expressão era a própria personificação do mau humor, um dos soldados apressou-se a ligar o rádio que carregava nas costas. Depois de gritar ao microfone por um momento, o som dos motores no céu intensificou-se, como se estivesse respondendo.
— Ei, ei! Corram logo, seus malditos partisans! Se ficarem amontoados assim, não vai servir de treino!
Com uma voz vulgar, Radco’n puxou o gatilho da besta em suas mãos. A flecha grossa fincou-se no chão, bem aos pés de Abel. Esse foi o sinal — na parte inferior do dirigível que começava a perder altitude, as metralhadoras Gatling começaram a girar, como um ninho de víboras venenosas erguendo suas cabeças em ameaça. Talvez aterrorizados por esse presságio mortal, os partisans, que até então apenas olhavam para o céu sem forças, reuniram as últimas energias e começaram a correr todos de uma vez.
— Hahahah! Fujam, fujam, seus insetos miseráveis!
O riso estrondoso de Radco’n não alcançou os ouvidos de ninguém. Isso porque, naquele exato momento, as metralhadoras giratórias da aeronave abriram fogo.
Junto ao estrondo dos disparos, semelhante ao bramido de um dragão maligno, uma cortina de poeira se ergueu do solo. As rajadas de metralhadora, raspando por um fio os últimos da fila dos fugitivos, deixaram marcas de garras profundas na terra congelada.
— Tsc! Esses desgraçados do Sárkány estão só se divertindo.
Olhando para a aeronave, Radco’n riu com desprezo mais uma vez. Já não havia mais qualquer resquício de ordem entre os partisans que fugiam desesperadamente, tampouco um traço de espírito de luta. Empurravam e derrubavam uns aos outros, tentando escapar da mandíbula da morte a qualquer custo. Em suas retaguardas, as metralhadoras giratórias Gatling apontavam suas bocas negras para eles.
— Aguente firme... Levante-se, Ignatz-san!
No final da linha, havia uma dupla composta por um homem grande agachado e um padre esguio. O homem grande parecia ter sido atingido de raspão por uma bala na perna, e o padre esguio tentava ajudá-lo a se levantar, oferecendo-lhe o ombro. No entanto, ambos estavam apenas se desesperando, sem conseguir se mover direito.
— Típico de um padre... Diga para mirarem bem e atirarem.
Observando pelos binóculos para não perder o momento do impacto dos projéteis, Radco’n lambeu os lábios. Mais uma vez, o estrondo das explosões ecoou, e a terra se partiu. A cortina de poeira que se ergueu ao lado da pista avançou em linha reta na direção do padre, como a barbatana dorsal de um tubarão atacando sua presa.
— ...É isso aí!
Percebendo o enxame de balas se aproximando, o padre tentou desesperadamente se esquivar junto com o gigante. Mas era impossível a tempo. No instante em que ambos foram engolidos pela nuvem de poeira que se ergueu, Radco’n e seus soldados soltaram gritos de comemoração ──
De repente, tudo ao redor se iluminou.
— O-o que aconteceu!?
Quando eles ergueram o rosto ao mesmo tempo, seus olhos captaram a imagem de uma gigantesca esfera luminosa brilhando no céu noturno. No instante em que perceberam que aquilo era uma explosão de chamas vinda da parte lateral do Sárkány, um segundo projétil disparado das alturas já havia atravessado a bolsa de gás hélio e, em seguida, perfurado de lado a lado o próprio casco da nave.
— O... o Sárkány...!
Com um estrondo ensurdecedor, o dirigível partiu-se ao meio e, transformado em uma coluna de chamas, despencou pelo céu noturno. Após uma queda estranhamente longa, chocou-se contra uma pequena colina próxima ao aeródromo e, com um novo estrondo ensurdecedor, explodiu em pedaços.
— O que aconteceu!? O que diabos... Ah, aquilo é...!
No instante em que sua visão bioaprimorada captou algo pairando no céu noturno, a voz de Radco’n se tornou estridente.
—U-um encouraçado aéreo...?
Do alto distante, uma silhueta imaculadamente branca descia em um mergulho vertiginoso, como se fosse uma valquíria cortando o campo de batalha. Era um dirigível incrivelmente colossal. Sua fuselagem, desenhada em curvas elegantes, era a mais bela e refinada que Radco’n já vira, superando de longe qualquer aeronave que já tivesse contemplado. Porém, o que se destacava naquela estrutura alva eram a cruz romana, tingida em vermelho-sangue, e as palavras ‘Arcanum Cella Ex Dono Dei’, que era como o ‘Departamento Especial da Secretaria de Estado do Vaticano’ era conhecido.
— Va-Vaticano! Um navio de guerra aéreo do Vaticano!
〈Aqui é ... ‘Iron Maiden II’ pertencente a AX — a Divisão de Operações Especiais do Departamento de Estado do Vaticano — 〉
Foi naquele momento que, junto com um ruído irritante, a voz de uma mulher começou a falar do rádio.
〈Aqui é o encouraçado aéreo 'Iron Maiden II', pertencente a AX — a Divisão de Operações Especiais do Departamento de Estado do Vaticano — Eu sou a Capitã desta nave, Irmã Kate — Estou emitindo um aviso às forças policiais e militares da cidade de István em solo. A partir deste momento, este aeroporto está sob meu controle por meio de força militar. Todos vocês devem desarmar-se e render-se imediatamente, na medida do possível. Repito. Larguem suas armas imediatamente! 〉
O que foi anunciado em uma voz tranquila era algo longe de ser pacífico. E, como se quisesse provar que não se tratava de uma ameaça vazia, as armas principais alinhadas na lateral do encouraçado aéreo cuspiram fogo. Num instante, rastros de fogo, rubros como rubis, cortaram o céu noturno; no momento seguinte, os biplanos enfileirados além da pista de decolagem foram reduzidos a pedaços minúsculos, como se fossem frágeis dobraduras de papel.
— O-o que as artilharias antiaéreas estão fazendo!?
Por que o radar não conseguiu detectar a aproximação de um monstro tão grande desses!?
Dominado por dúvidas, fúria e medo, Radco’n agarrou o operador de rádio pelo colarinho enquanto ele tentava fugir. Então, gritou com toda a força em direção ao transmissor.
— Artilharia antiaérea, o que estão fazendo!? Depressa, derrubem aquele monstro!
— É inútil, Coronel.
Uma voz gélida ressoou, interrompendo a ordem de Radco’n, que berrava contra o rádio.
— Eles foram aniquilados... Não há sobreviventes.
— Não fale besteira, Ix! As artilharias antiaéreas estão, como pode ver, intactas...
Além da torre de controle, uma sombra semelhante a uma chaminé alta e estreita podia ser vista. Enquanto apontava para lá com sua besta e gritava, Radco’n de repente ficou em silêncio, como se sua garganta tivesse sido agarrada com força.
O que foi que esse homem disse agora há pouco?
‘Vim checar a situação da equipe de artilharia antiaérea’ — não foi isso que ele disse?
— Major Ix... v-você não pode ser...
— Os partisans! Peguem os malditos partisans como reféns!
Os soldados que estavam fazendo barulho ao lado de Radco’n, que havia congelado, se moveram. Percebendo que, sem nenhum lugar para se esconder, a única maneira de evitar o bombardeio aéreo seria usar escudos humanos. Um deles correu em direção a Abel, que estava agachado ali por perto, e agarrou seus cabelos prateados para puxá-lo para cima.
— Fique quieto, padre! Você vai ser meu refém...
O soldado que estava gritando de repente silenciou. Em vez de sua voz, um vermelho sangue fresco escorreu de sua boca. Com um olhar de estranheza, ele olhou para o próprio corpo.
— Eh?
Se ele chegou a perceber que o buraco do tamanho de um punho aberto em seu peito foi causado por uma bala, ninguém sabe. Quando caiu, tingido pelo sangue que jorrava, ele já havia se juntado à fileira dos mortos.
— “Rendam-se.” — Foi isso que foi dito, não foi?
O homem, segurando uma enorme pistola com ambas as mãos, murmurou em um tom monótono, como sempre. Mesmo tendo acabado de executar um dos companheiros, seu rosto permanecia completamente impassível.
— Major Ix... se-seu desgraçado...!
— ... 0,44 segundos atrasados.
Sem desviar nem um pouco o olhar, apenas o cano da arma de Tres se mexeu. No instante em que o estrondo da pólvora ecoou, Radco’n já havia tombado, segurando o abdômen, sem sequer conseguir puxar o gatilho da besta em sua mão.
— Ativando o programa tático residente no ‘Genocide Mode’ ── ‘Combat Open’.
No mesmo instante em que a sentença de execução foi murmurada de forma impassível, quatro soldados, sem sequer entender o que havia acontecido, tiveram a parte superior de seus corpos transformadas em uma névoa de sangue e foram lançados pelos ares. O braço de um suboficial, que mal conseguiu erguer sua metralhadora, foi dilacerado junto com a arma.
— Major Iqus! Desgraçado, pretende nos trair!?
— Negative. Desde o início, não tenho memórias de ter me tornado um dos seus.
— O que disse!? Então isso...
A bala disparada na cavidade oral do oficial, que ainda tentava gritar algo, atravessou com precisão seu palato e destruiu sua medula oblonga. O cadáver decapitado, espalhando generosamente sangue e massa encefálica, foi brutalmente lançado ao chão.
— Recomendo a rendição.
Enquanto ejetava o carregador vazio do punho, Tres fitou friamente os poucos soldados restantes.
— Vocês são os perpetradores do ataque à Igreja de San Mathias. Precisamos que vocês deem seus testemunhos no Castelo Sant'Angelo. Se se renderem, ao menos suas vidas serão garantidas.
— Castelo Sant'Angelo... Isso quer dizer que você é um cão do Vaticano?!
—Cu-cuidado, Tres-kun!
Abel, que até então, observava a situação atordoado, soltou uma voz quase como um grito.
Uma sombra saltou para cima atrás de Tres – era Radco’n. O soldado aprimorado, que resistiu ao impacto direto de um projétil de treze milímetros, segurava uma metralhadora que havia sido empunhada por um cadáver caído. Ele estava exatamente atrás de Tres, fora até mesmo de sua visão periférica, e, além disso, a arma de Tres estava sem carregador.
— Vá pro inferno, Ix!
Com uma sequência de disparos que soava como tecido grosso sendo rasgado, o corpo de Tres foi envolto por uma nuvem de fumaça de pólvora ao se virar. Dezenas de balas de metralhadora foram despejadas nele em rajada total. Uma nuvem de poeira subiu com força avassaladora, e o uniforme militar, brutalmente rasgado, foi levado pelo vento.
— Hiahaa! É isso que você merece, seu traidor miserável!
Finalmente, depois de descarregar todas as balas, Radco’n jogou fora a metralhadora e gritou com a boca ensanguentada. Com um olhar cheio de ódio, cuspiu em direção à névoa de poeira e fumaça de pólvora que envolvia a sombra de Tres.
— Você realmente achou que eu seria morto por um cão do Vaticano!?
— Negative ── Coronel Radco’n, não pretendo matá-lo. Você será levado vivo para Roma.
A voz que ecoou do outro lado da fumaça branca era fria como aço congelado.
Radco’n olhou para aquela direção, assustado, e suas órbitas oculares se arregalaram como se fossem saltar para fora. Quando o vento noturno levou embora a poeira da terra, uma silhueta surgiu além dela. O sobretudo militar, atingido diretamente por dezenas de balas, já havia se transformado em trapos, e o solo, perfurado por incontáveis marcas de projéteis, estava tão devastado que até a camada superficial havia sido arrancada, parecendo a entrada do inferno.
Apesar disso, apenas o homem que protegia o rosto com os braços cruzados em forma de cruz permaneceu ali, em pé, como se desconhecesse a própria morte.
—N-não pode ser...
A garganta de Radco’n se moveu com um engolir seco enquanto ele, instintivamente, recuava.
— Esse cara não é humano...

— ‘Não é humano’? Positive — de fato, eu não sou humano.
Como se nada tivesse acontecido, Tres descruzou os braços. Apesar de ter sido atingido por tantos disparos, nem uma única gota de sangue escorria de seu corpo. Apenas a pele artificial, composta por uma estrutura polimérica ligeiramente rasgada, e os músculos sintéticos de plástico com memória de forma, entre os quais as balas que não conseguiram perfurá-lo estavam esmagadas e grudadas de forma lamentável.
O jovem oficial — não, a máquina assassina — Killing Doll — que se passava por ele — se apresentou com uma voz monótona e mecânica.
— Meu nome é HC-IIIX, Executor designado da Divisão AX de Operações Especiais do Departamento de Estado do Vaticano. Código: 'Gunslinger'. E eu não sou um homem — sou uma máquina.
— ...Ma-Maldiçãããããããão!
Um rugido feroz irrompeu.
Radco’n curvou seu corpo musculoso e avançou em investida, levantando um estrondo no chão. O chão tremeu diante da corrida do soldado aprimorado, cuja velocidade rivalizava até mesmo com a de um veículo blindado de grande porte.
— Vá pro inferno, seu boneco maldito!
— 0,25 segundos atrasado.
Enquanto observava o punho, capaz de pulverizar até rochas, avançar como uma parede diante de seus olhos, a voz de Tres permaneceu completamente calma. No instante em que um som sutil de mola se soltando ressoou no amplo punho de sua manga, o carregador disparado deslizou perfeitamente para o cabo de sua M13, que segurava com ambas as mãos. Com um leve passo, ele evitou o golpe, que passou deixando para trás uma rajada de vento capaz de romper os tímpanos. No momento seguinte, a boca do cano de sua arma girou habilmente no ar, mirando com precisão o gigante que cambaleou desajeitadamente.
— !
Acompanhados com oito tiros consecutivos, jatos de sangue se ergueram dos quatro membros de Radco’n.
Cotovelos, ombros, joelhos e quadril — mesmo um soldado com aprimoramento biológico não poderia fortalecer esses pontos vitais. Tendo sido atingido, seu corpo gigantesco desabou no chão como uma marionete de fios cortados.
— V- você... de propósito...?
— Eu avisei. Não vou matá-lo, Coronel Radco’n.
Com seus olhos de vidro brilhando friamente, a máquina assassina — Killing Doll — declarou ao gigante, incapaz até de se levantar, um destino mais cruel que a morte.
— Não o matarei aqui. Providenciarei uma sala de interrogatório no Castelo Sant'Angelo para você. Lá, contará tudo o que fez até agora... Com esse corpo, duvido que consiga morrer tão facilmente.
Ignorando completamente o ciborgue aprimorado, que empalideceu de terror, Tres, então, voltou-se para Abel, que ainda estava caído no chão.
— Área de combate assegurada — Clear —... Relatório de avaliação de danos, Padre Nightroad.
— Finalmente resolveu se mover... Você demorou, Tres-kun.
Olhando para o homem que se erguia sozinho, como dominante do campo de batalha, Abel soltou um gemido.
— Fiquei apreensivo, me perguntando quando você finalmente iria agir.
— Negative ── foi apenas a sua conduta que se desviou demais do cronograma. Eu estou agindo exatamente conforme o planejado.
— Conforme o planejado? Então...
〈Infelizmente, informamos que, há duzentos segundos, o disparo da 'Estrela do Lamento' foi confirmado...〉
Diante daquela previsão sinistra, o rosto de Abel se contraiu. Em seu ouvido, a voz firme da Irmã Kate chegou através do comunicador auricular (ear cuff).
〈Esta é uma ordem de Caterina-sama. Padre Tres deve cooperar com os partisans para tomar o controle da cidade. Padre Abel deve embarcar imediatamente nesta nave e impedir o disparo da 'Estrela' por qualquer meio necessário! 〉
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Roteiro de Leitura (。•̀ᴗ-)✧!
Créditos da tradução:
Lutie (◕‿◕✿)
#trinity blood#abel nightroad#krusnik#crusnik#novel#tradução#methuselah#ROM#reborn on the mars#vampiros#tradução novel#pt br#the star of sorrow#a estrela do lamento#esther blanchett#dietrich von lohengrin#gyula kadar#r.o.m.#rom#csillag#sunao yoshida#tres iqus#gunslinger#iron maiden II#kate scott#caterina sforza
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Atenção leitor do meu blog para o toque de 5 segundos ...
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Começou hoje o @torneio-sexymen-brasil, e as enquetes de grupo só duram 24h. Como eu só saio do trabalho agora resolvi unir todas as minhas bocas de urna em um textão.
Começando forte com o Grupo 1 - Atores de Novela
Já de primeira uma escolha difícil, mas o meu voto teve que ir para o nosso metamorfo Caio Blat




Sem brincadeira, a habilidade desse homem de fazer os papeis mais nichados possíveis é impressionante; e de alguma forma ele consegue ser um gostoso em todos
Vou falar mais de Caminho das Índias e Império que é o que eu sei mais
A gente já começa forte com o fofo do Ravi

Um dos membros menos problemáticos dos Ananda, junto com a Isis Valverde ele nos deu uma história de amor maravilhosa sobre amor entre pessoas de culturas diferentes e o amadurecimento necessário para ter um casamento saudável
Isso tudo abusando de cenas de paixão e sofrimento; sendo para alguns (*cof*eu*cof*) o melhor casal da novela


Mas um sexymen é, por definição, alguém que vive na área cinzenta do espectro moral
Não seja por isso, porque indo na direção completamente oposta de mocinho inocente e apaixonado nós temos José Pedro Medeiros de Mendonça e Albuquerque

O filho de ouro da Dona Maria Marta, começou a novela como um menino mimado que não dá a mínima para a família, se acha merecedor de todo o império dos pais, mas que toda vez que faz uma burrada volta correndo para a mãe para não ter que lidar com as consequências
*spoiler*
Mas no fim da novela é revelado que ele é o misterioso rival Comendador, que diversas vezes tentou matar o próprio pai. Apesar de ele ter perdido o posto de vilão na lembrança popular para o Maurílio (Carmo Dalla Vecchia) ele rende muitas cenas emocionantes durante a trama

Em seguida temos o Fernando, irmão mais novo do Edgar de Lado a Lado; vou confessar que esse é o que eu me lembro menos porque eu focava nas partes da Isabel e do Zé Maria
Um antiheroi de categoria, Fernando passa a perna no próprio pai e irmão como vingança de ter sido destratado a vida toda por ser fruto de um caso do pai com uma ex-escrava. Mas ao mesmo tempo nunca perdeu o carinho pela mãe de criação, que sempre o amou.
Definitivamente um "homem de seu tempo" Fernando participa de várias cenas que destacam cenários de discriminação da época. Mas ele é tão lindo que a gente releva (só que não)



Outras duas novelas que eu queria destacar, mas não acompanhei foram Joia Rara e Liberdade, Liberdade



Em Joia Rara ele foi o monge Sonan, mostrando uma versatilidade a par do Tony Ramos, e mais uma vez protagonizou uma história de amor entre pessoas de culturas diferentes (pontos bônus pelos óculos de ar de intelectual)
E em Liberdade, Liberdade ele vive o André, um gay super elegante que deu azar de nascer no meio da Inconfidência Mineira. Ele é apaixonado pelo amigo o coronel Tolentino, e infelizmente os dois morrem no final. Eu acho que ele merecia ganhar porque se o Tumblr não é o site das gays trágicas eu não sei onde é


Eu sei o que vocês estão pensando, "Por que você gastou 1 hora digitando isso, se Wagner Moura vai ganhar de lavada?"
Primeiro, porque pensamento derrotista é como a democracia morre, é ano de eleição e devemos fazer o nosso dever cívico. Segundo, porque eu gosto de torcer pra que tá perdendo. E terceiro porque eu tô com ranço do Wagner Moura porque enquanto tava o Brasil inteiro babando ovo nele como o Lobo do Gato de Botas, o lindo não se dignou a vir aqui e fazer a dublagem do PRÓPRIO PAÍS e a gente teve que se contentar com o Sérgio Moura (Nada contra, muito pelo contrário).
Gostaria de terminar agradecendo a organização por todo o esforço pra dar para a comunidade Brasileira esse espaço de surto seguro diante ao apocalipse que estamos vivendo 💗💛💚💙
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Sobre as minhas dificuldades de escrever fic no fandom de Naruto:
1) Não consigo escrever SasuSaku de forma que pareça interessante para mim. Eu shippo, acho que os personagens foram criados para ficar juntos. Mas não consigo escrever sobre eles.
2) Também não sei escrever NaruHina. Pra mim, eles são perfeitos juntos, não problemáticos, dois gostosos. Mas a dinâmica "Hinata é secretamente apaixonada por Naruto, que não percebe"... Sei lá. A história original já é assim, amigos. Pra quê eu vou colocar na minha fic?
3) As pessoas lêem 20 fics SasuSaku, 15 fics NaruHina ao mesmo tempo. Você entrega 1 fic em que nenhum dos dois é protagonista, e os fãs: "Vim por SasuSaku", "Vai ter NaruHina?", "Meu deus, a Sakura não vai ficar com o Sasuke?"... Poxa, não percebeu ainda que a fic não é sobre eles? Se quer mais do mesmo, fic desses casais é o que não falta.
4) Eu gosto de criar crack ship. Eu AMO deixar os relacionamentos fazerem sentido dentro da dinâmica da fic. Eu já escrevi ShinoTen acidental que acabou sendo o casal melhor trabalhado da história que era pra ser NaruHina 😅. Agora tô escrevendo uma fic KibaIno, que um dos casais que acabou surgindo foi ShikaSaku e foi totalmente inesperado, mas eu meio que gostei...
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"Quando é amor de verdade, o tempo não desgasta e nem a distância o degrada, existem aquela possibilidade de que os sentimentos fiquem confusos no meio do caminho, então as duas pessoas se separam pela intensidade de confusão em seus corações, choram por qualquer motivo, falam sozinhos e gritam de tanta dor, vem os sentimentos de desespero, arrependimento e culpa, no final das contas bem tarde as duas pessoas enxergam que não vivem sem o outro, e as duas pessoas voltam a se encontrar, e seus corpos juntamente com os sentimentos voltam ficar juntos e sincronizados."
— Lucas Rodrigues. (Um poeta problemático)
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𖦹 Sou problemático, um pouco ciumento.
Sungchan × Leitora.
๑: Sungchan da ZL, sugestivo, linguagem imprópria, fluffy (?), um Chenle meio burrinho, [Não sei se gostei ou não desse daqui 😭]
Espero que gostem.
Era apenas mais um sábado comum na ZL. Sungchan estava na casa de Wonbin, “ resenhando com os de verdade ” é o que posta no instagram, mas sinceramente, a única coisa que pensava era em você.
Desde que terminou com ele, sempre perguntava de você para seus amigos, olhava seus stories e postava indiretas para você. Já havia perdido as contas de quantas vezes te ligou para tentar reatar o relacionamento, porém, sem sucesso.
— Você viu o que a S/N postou? — Sohee o perguntou.
— O que? — virou para olhar o celular. — Essa desgraçada... — respirou fundo, tentando acalmar os nervos.
Sungchan queria matar Chenle! Como ele podia ter o talaricado daquele jeito? Dançando agarrado com a mulher dos outros.
— Calma Sungchan. — Sohee tentou falar com o amigo.
— Calma o cacete. — pegou o celular. — Sabe qual é a placa do carro do Chenle?
— Sei, mas, por que? — o encarou.
— Você vai saber. — respondeu.
• • •
— Por que vocês estão levando o meu carro?! — perguntou indignado.
— Você está estacionado em uma vaga para deficientes senhor. — o policial falou.
— Mas isso nem é lei. — Chenle tentou rebater.
— Na verdade é sim. — olhou para o rapaz.
— E qual lei seria? — perguntou, estressado.
— Chenle, calma... — tentou acalmar o Zhong.
— A lei número treze mil cento e quarenta e seis, de dois mil e quinze senhor. — respondeu.
— Certo. — bufou. — E quanto fica a multa?
— Mil quatrocentos e sessenta e sete reais e trinta e cinco centavos, fora a reclusão de um ano, no seu caso, em regime aberto. — o falou.
— Eu posso pagar agora? — Chenle perguntou.
— Claro, só um instante. — falou.
• • •
“ Você que denunciou o Chenle para o seu tio policial? ” leu na tela e deu um sorriso. Um “ sim ” fora respondido.
Uns dois minutos depois o celular passou a tocar, Sungchan só atendeu porque era você.
— Tudo bem vida? — perguntou cínico.
— É sério que você denunciou o Chenle só porque eu não quis voltar com você, porra? — perguntou brava.
— Ah, 'cê sabe né? — riu. — Eu sou problemático e um pouquinho ciumento gata.
— Você é maluco! — falou.
— Por você? Se for, sou sim. — respondeu.
— Aceita que você tomou um pé na bunda Sungchan! — esbravejou.
— Nunca. — retrucou. — Aliás, 'tô indo aí na sua casa.
— Se você vier... — alertou.
— Se eu for você vai transar comigo como se ainda fosse a minha namorada. — e desligou o telefone.
Pegou as chaves do Jetta azul e correu para a garagem da casa, apertando o botão do controle do portão automático. O portão se abre, e o som do carro foi escutado, dirigindo às pressas nas ruas do bairro da Penha, cantou pneu aqui e alí, e devia ter passado por uns dois, três radares, fora os semáforos vermelhos. Mas pouco importava, afinal, ele ia ver a gatinha dele.
Escutou uma buzina do lado de fora de sua casa, já sabendo exatamente quem era.
— Não acredito. — bufou.
— Pode abrir a porta por que eu sei que você me escutou lindeza. — escutou o Jung pela porta.
— Vai se foder moleque! — falou, mas abriu a porta, mas nunca ia admitir que sentia falta do mais alto. Do zóin puxado da ZL.
— Eu vou foder você. — te puxou pela cintura, beijando seus lábios com fervor.
Escutou a porta se fechando porque Sungchan empurrou a mesma com o pé, mas não teve tempo de reparar nisso pois o mais maior te deitou no sofá da sala.
— Sungchan. — tentou resistir aos toques tão bons.
— Quietinha. — falou. — Não finja que não quer. — desceu os beijos para seu pescoço. — Eu aposto que se eu descer a minha mão... — desceu a mão para dentro de seu vestido curto. — ... até aqui, você vai estar molhadinha só por conta de uns beijinhos. — sorriu quando viu que o que falou era verdade.
— Você é um idiota. — gemeu quando os dedos longos passaram a massagear seu pontinho.
— Sou idiota e você 'tá gemendo nos meus dedos? — provocou.
— Se você vai me foder, por que não anda logo? — rebateu.
— Com pressa minha linda? — sorriu.
— Sim. — o olhou profundamente. — Algum problema?
— Nenhum. — e inverteu as posições alí mesmo, te deixando por cima do corpo alto.
— Você é problemático. — suspirou. — E ciumento. — riu.
— Um pouco só. — selou os lábios. — Mas você sabe que eu sou foda na cama.
— Por isso que eu te amo. — o beijou novamente. — Por que ninguém me come como você.
— Assim eu apaixono gatinha. — deu risada.
#sungchan#riize#riize imagines#sungchan imagines#sungchan scenarios#sungchan riize#riize scenarios#kpop#kpop imagines#kpop scenarios#Spotify
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𝑀𝐴𝐶𝐴𝑅𝐸𝑁𝐴 𝐺𝐴𝑅𝐶𝐼𝐴 𝑅𝑂𝑀𝐸𝑅𝑂? não! é apenas ESTHIS MARINA SANTAGAR, ela é filha de 𝐏𝐎𝐒𝐄𝐈𝐃𝐎𝐍 do chalé CHALÉ Ⅲ e tem 𝐗𝐗𝐕. a tv hefesto informa no guia de programação que ela está no 𝑁Í𝑉𝐸𝐿 𝐼𝐼𝐼 por estar no acampamento há TREZE ANOS, sabia? e se lá estiver certo, ESSIE é bastante EMPÁTICA mas também dizem que ela é INFLEXÍVEL. mas você sabe como hefesto é, sempre inventando fake news pra atrair audiência.
𝐰𝐚𝐧𝐭𝐞𝐝 𝐜𝐨𝐧𝐧𝐞𝐜𝐭𝐢𝐨𝐧𝐬 ⠂ 𝐩𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐞𝐬𝐭 ⠂ 𝐬𝐩𝐨𝐭𝐢𝐟𝐲 ⠂ 𝐬𝐭𝐚𝐫𝐭𝐞𝐫 𝐜𝐚𝐥𝐥
𝐈. 𝐏𝐑𝐎𝐅𝐈𝐋𝐄
nome completo: esthis marina santagar
apelido: essie, etsy, stish
nascimento: onze de março
idade: vinte e cinco
signo: peixes
orientação sexual: bissexual
poder: cura
habilidades: agilidade sobre-humana, reflexos sobre-humanos
ocupação: instrutor de primeiros socorros
equipe: membro da equipe de canoagem e da equipe azul de esgrima
curiosidades: clica clica clica !
𝐈𝐈. 𝐑𝐄𝐒𝐔𝐌𝐎
essie é filha de Poseidon, descobriu seus poderes aos doze anos quando enfrentou uma criatura mítica. Com habilidade de cura, Esthis pode regenerar feridas com um toque. No entanto, carrega a culpa de não ter salvo seu irmão Jason, vítima de câncer. Desde os quinze anos, vive no Acampamento Meio-Sangue, onde é conhecida por sua empatia e dedicação. Embora seja uma curandeira talentosa, a dor de suas falhas passadas a torna introspectiva e hesitante.
𝐈𝐈𝐈. 𝐁𝐈𝐎𝐆𝐑𝐀𝐏𝐇𝐘
ellen era uma romantica incurável. para ela, todas as histórias eram histórias sobre o amor, seja um amor pela família, amor romântico, amor a uma causa… o amor, em suas palavras, era a força invisível que movia o mundo. não foi surpresa nenhuma quando a imigrante que se estabeleceu na flórida apareceu grávida, na verdade, todos achavam que era apenas uma questão de tempo. tolinha impressionável. sua beleza era mal utilizada, ela poderia fisgar algum homem rico, e tirar toda a sua família do buraco, mas não…. ela se interessava por cada sujeito simplório, que beirava ao clichê: o problemático garoto da escola com uma moto, e então o chefe do escritório… um deles era até bonito demais, embora silencioso demais para a família latina. o que não sabiam, é que o namorado misterioso era um deus grego. não como uma figura de linguagem quando dizemos que alguém realmente belo se assemelhava a uma estátua grega moldada em mármore, não, um deus grego literal. e não apenas qualquer deus grego. um dos três grandes. poseidon. deus dos mares e dos rios. esse tipo de deus. não que isso importasse, ele nunca mais apareceu, não sem antes deixar para trás uma sementinha que arruinaria a vida de sua pobre imigrante, sem um centavo.
o bebê foi bem recebido por sua família, é claro. e felizmente a mãe logo se apaixonou novamente, muitas vezes na verdade e no final, eram cinco crianças correndo por um cômodo pequeno demais. era caótico, barulhento e feliz. eles assistiam filmes de terror juntos, com a mãe liderando o bullying que vinha na madrugada, batendo portas e assustando os pequenos e rindo tanto que sua barriga doía.
quando seu irmão, jason ficou doente, no entanto, aquela casa barulhenta e caótica se tornou algo estranho. algo dolorido. e em todas as famílias em que um membro enfrenta câncer, os outros se tornam um tanto invisíveis. ellen passou a trabalhar três turnos, e ainda tentava estar presente em cada sessão de quimioterapia. Patrick, o irmão mais velho era o cuidador principal, era seu dever cuidar dos irmãos, manter todos de banho tomado e deveres feitos. como irmã do meio, eleonora criava todos os problemas e genevieve cumpria bem sua função de bebê da família. já esthis, a esquecida esthis, não sabia bem qual era sua função. com segunda mais velha, imaginava que seu papel era apoiar Patrick e ela visitava o irmão no hospital, desejando poder fazer algo que pudesse lhe ajudar, ou ajudar a mãe, mas sua principal função era apenas não atrapalhar ninguém e se manter invisível enquanto cada um desenvolvia seu papel.. até que quando ela tinha só dez anos, o seu irmão caçula faleceu… e mesmo que tivesse havido filmes de terror depois disso, ninguém ria da mesma forma.
foi quando ela tinha doze anos que aconteceu pela primeira vez, algo que ela imaginou ter saído de um dos filmes ruins apareceu em sua escola, do lado de fora. ela achou estranho ninguém ter gritado quando aquela coisa que era metade uma mulher e metade serpente se arrastava para perto e cada vez mais perto. ela derrubou algumas carteiras, tentando fugir da criatura o que apenas levou a broncas e não ao desespero que ela achou que deveria acontecer. na verdade, a única que parecia se importar era marisol, uma colega cadeirante que, na atual circunstância deveria ser ajudada e não ajudar. mas então, para sua surpresa, ela se revelou um fauno e isso… meio que mudou tudo.
Ela não morreu aquele dia. embora tenha perdido sua família… e ganhado outra. uma família tão caótica e barulhenta quanto a que ela tinha deixado para trás. irmãos e irmãs de pais diferentes, não era algo que ela estava desacostumada… já poderes e magia. isso era outra história.
seus poderes surgiram não muito tempo depois. diferente dos seus meios irmãos, com poderes pirotécnicos e dignos de uma exibição impressionante o dela era bem menos empolgante. quando ela conseguiu regenerar a pele dilacerada após um treino particularmente cruel de esgrima, seus professores não prestaram tanta atenção, porém quando o tridente apareceu em sua cabeça, uma melhor investigação indicou que ela tinha fortes indícios de cura. cura. dentre todos os poderes, for fuck’s sake.
jason era tudo o que ela conseguia pensar. durante todo aquele tempo ela podia ter o salvado. ela poderia ter o curado. as musas não contariam suas histórias. ela nunca seria uma heroína, afinal, não se escrevem músicas e sonetos sobre curandeiros, ela poderia ter salvado seu irmão. ela nunca mais conseguiu encarar a mãe depois disso. ou os irmãos. então, desde os quinze anos ela passa seu tempo exclusivamente no acampamento meio sangue. Ela pode não ter poderes excepcionais, mas é uma lutadora graciosa, e quando seu poder se manifesta é lindo, embora sempre venha carregado de uma culpa dilaceradora digna de uma tragédia grega, o que, considerando tudo, era bastante apropriado.
𝐈𝐕. 𝐀𝐑𝐒𝐄𝐍𝐀𝐑𝐘
uma espada curta, forjada em ferro estígio, o metal negro e lustroso que brilha com um leve tom azulado sob a luz. a lâmina é fina e afiada, com inscrições antigas gravadas ao longo do gume, simbolizando proteção e força. o cabo é envolto em couro negro, oferecendo uma pegada firme e confortável, com uma guarda simples mas eficaz, que evita que a mão escorregue durante o combate. quando não está em uso, a espada pode se transformar em um pingente discreto em forma de gota d'água. esthis usa o pingente em um colar, permitindo que a espada esteja sempre ao seu alcance sem chamar atenção.
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Precisei frear a eficiência no trabalho porque vou ficar sem fazer nada até 16h30. Já estou cansada de ler tanto papel, até coloquei uma musiquinha para tornar essa experiência de ler encaminhamentos médicos cheios de erros crassos de português e com demandas idiotas um pouco menos sofrida.
Seu filho não é exatamente do jeito que você sonhou? Não é o psicólogo que vai "consertar" isso. Até porque, muitas vezes, nem é problemático. Os próprios pais deveriam se questionar do porquê tanto incômodo em ter um filho quieto. Ou porque o filho é tão mimado ou desobediente. Ninguém nunca quer assumir a responsabilidade.
Eu apaguei meu Instagram pessoal, mas mantive meu profissional. Sigo meus colegas de profissão e uma dúzia de pessoas que me importo e se importam comigo. Aí fui ver o perfil de uma psicóloga que eu admirava muito durante a minha graduação. Fiquei tão decepcionada quando vi o perfil dela. Está completamente perdida no personagem e nos diagnósticos.
Sempre fui muito contra essa questão de diagnósticos. É uma rotulação que pode causar um dano considerável ao senso de identidade das pessoas e atrapalhar a socialização. As pessoas abraçam um diagnóstico e se resumem a sintomas. Podem desenvolver outros sintomas só por pensarem que tem aquilo. O CID vira a personalidade da pessoa.
Só se deve diagnosticar quando há prejuízos sociais ou funcionais significativos. Ninguém tem depressão porque chorou dois dias, passou um final de semana na cama, ou ficou com preguiça de fazer qualquer merda em um dia específico. Hoje tudo é desculpa para medicalizar e anestesiar emoções e sentimentos incômodos.
Essa psicóloga em específico fez da página profissional dela um diário em que ela só fala sobre os transtornos dela. Nada contra lembrar o público que psicólogo é gente e pode ter limitações emocionais e diagnósticos sim, mas ela parece que faz disso a única coisa digna de menção na vida dela. É quase um copy paste do DSM. Só fala sobre sintomas de bipolaridade e autismo.
Esse processo de "desadmiração" que você sente por alguém é meio triste. Já passei por ele várias vezes. Aquela pessoa que você achava incrível em algum aspecto deixa de ser ou você percebe que nunca foi. O extermínio, a destruição de fantasias e idealizações nunca é fácil. Parece que você investiu energia em algo inexistente.
A primeira experiência universal é a desconstrução da imagem dos pais. Quanto mais a gente cresce, mais evidentes ficam os defeitos dos nossos pais. Mas no meu caso, eu quebrei a cara, o corpo, a alma, tudo. Foi um grande delírio achar algum dia que meus pais eram minimamente funcionais. Faço um esforço diário descomunal para não ser igual aos meus pais.
Aí veio meu tio molestador. O tio incrível, inteligente e engraçado que eu tinha gostava um pouco demais de crianças e incapaz de se responsabilizar pelas coisas que fez.
Meu ex J*** não era tão incrível quanto eu achava que era. Sempre admirei ele por achar ele dedicado ao crescimento profissional e pessoal. Achava ele uma pessoa forte por ter tido uma vida difícil. No final, percebi que ele era um bom profissional mas nunca teve interesse em subir de posição apesar de ter capacidade e a empresa ter dado a faca e o queijo na mão dele. Ele enfiou a faca no cu e jogou o queijo fora. Crescimento pessoal não consigo nem comentar, foi o contrário.
Depois dele, percebi que ninguém é "forte" só por ter passado por situações difíceis na vida. Não é tão incomum achar alguém que foi fodido pela vida. O mais importante é o ser humano que você se torna depois dessas situações. O que adianta passar por tanto e se tornar alguém ruim, imaturo emocionalmente, cheio de ódio e querer descontar no mundo? Isso não é ser uma pessoa "forte", só é uma pessoa ruim e imatura mesmo. É perpetuar os erros e tornar a própria vida (e das pessoas próximas) mais difícil.
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amg você poderia escrever um smut com doyoung!dilf + leitora!brat que se odeiam, se provocam, mas há uma tensão sexual inegável
oii, gente! voltei :)
essa aks tá guardadinha há meses pq eu tava doida pra escrever com ela. não sei se ficou do seu agrado anon, mas tentei dar uma mudada no cenário. é isso, beijinhos <3
∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆
?who is he?



🩸!!cenário meio problemático, taboo, sexo por telefone, masturbação femXmasc, daddy kink, você bem putifera que ama humilhação, doyoung!hardom, sexo por telefone, exibicionismo, totalmente hardkink, bloodkink, rapeplay?¿ 🩸
∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆
o quão errado era se atrair pelo seu vizinho?
a resposta é simples: nenhuma!!
mas, vejamos bem. kim doyoung não era só seu vizinho muito mais velho, como também era um manipulador.
trabalhava na polícia, chegava tarde em casa - as vezes ao amanhecer - e todos do bairro confiavam nele. qualquer mera semelhança de perigo corriam bater na porta do delegado Kim.
babaquice. você pensava.
outro dia uma mulher da mesma idade que seu vizinho bateu em sua porta, achando que um bandido havia invadido sua casa, mas, oras, na verdade era só ela querendo que ele a ajudasse com os problemas de "mulheres mais velhas"
a questão é que mesmo ele sendo uma pessoa dócil com os outros, era diferente com você. seu pior pesadelo. preferia estar no inferno que perto do Kim.
mas claro, ele ainda era lindo e sarado. fazia suas caminhadas pela manhã, no quintal dos fundos cortava os troncos sem camisa, ficava bronzeado com muita facilidade. sua boca enchia de saliva e sua língua pinicava dentro da boca, já que na real ela queria mesmo era estar lambendo toda a barriga cheia de gominhos e apertando os braços grandes.
só que toda essa boniteza se vai quando uma mensagem chega ao seu celular.
"se divertiu ontem?"
você morde o lábio quase os sentindo sair sangue. sentada na cama, com o baby Doll vazando suas coxas, você dobra as pernas quase sentindo um fogo se acender. como podia ser tão influenciando por alguém tão sujo?
era mais uma das mensagens do Kim para você. ele começou a fazer isso três meses atrás, quando ""sem querer"" te pegou brincando consigo mesma pela janela de seu quarto. já recebeu até mesmo fotos suas em posições comprometedoras que ele tirava e te mandava para te irritar e consequentemente te chantagear com tudo isso.
mas você não se fazia de difícil, porque certa parte não era mentira que você fazia isso de propósito, mas nas primeiras vezes realmente não havia notado seu vizinho te espionando por quase um mês inteiro.
"se você viu com seus próprios olhos, porque está perguntando?"
"é difícil se segurar nesta idade, não, é?!" ele pergunta "lembro-me de fazer isso várias vezes ao dia"
pensar nele se dando prazer, com a boca aberta e os olhos fechados, gemendo grosso com a voz forte... mas que merda! ele era um idiota manipulador e infelizmente, você adorava isso.
adorava a sensação de perigo. de ser pega pois ele mandaria as fotos para seus pais. a diferença grande de idade entre vocês te deixava zonza. mais velho, mais experiência, mais fogo na cama. mais tudo na vida de uma adolescente que sente tesão 24h por dia.
"você brincava muito com as garotas da sua idade naquele época?"
questiona, doce. gostava de conversar coisas sujas com ele, mas se odiava por saber que amava isso. sabe também que não vai passar disso. conversas perversas e sigilosos. não teria coragem de fazer algo com ele sendo virgem. tem medo dele! medo dele não parar mesmo quando pedisse pois o pau grande estaria machucando a sua buceta virgem e intocável.
"eu era um viciado em pornografia. me masturbava sempre que podia, mas nunca cheguei a tentar com ninguém as coisas que assistia. por isso demorei para comer alguém."
"o que isso quer dizer?" morde as unhas, batendo os cílios ansiosa. levanta-se da cama e vai até a sua janela - que dá diretamente para seu quarto - mas encontra tudo escuro e fechado. se entristece pois queria tirar uma migalha de atenção do mais velho. contudo, volta para a cama.
uma mensagem chega.
"minhas tendências sexuais não são normais, boneca."
a outra vem em seguida.
"você se toca com tanta delicadeza. suas expressões são dóceis, seus pés se curvam de um jeito fofo com as meias brancas e seus choramingos são a coisa mais gostosa que eu já ouvi. se eu te pegar algum dia, te faria sangrar."
a fisgada entre suas pernas começa a aumentar, quase tirando seu fôlego. os bicos dos seios duros feito pedra e a respiração quase suga todo o ar do quarto.
"o que te faz pensar que eu não aguentaria?"
desce a mão livre pelo seu pescoço, sentindo sua pulsação a mil.
"você chorou quando tentou colocar um dedinho em você. na vez que tentou brincar com a porra de um pau de borracha nem se quer tentou enfiar pois já sabia que não iria conseguir aguentar o tamanho. sua buceta é pequena e apertada."
e antes mesmo que você consiga pensar em algo para responder, uma ligação chega.
você fixa o olhar na tela e lê o nome que não esperava ver. ele queria que você atendesse.
"vamos, atenda!"
a notificação diz.
com, não só o dedo, mas também o corpo trêmulo, você aceita. leva o telefone até a orelha e espera. espera. espera. mas nada vem.
escuta a respiração pesada dele do outro lado da linha e finalmente alguma coisa sai pelo auto falante.
"achei que deveríamos conversar dessa forma esse tipo de assunto."
grossa. quente. grave. tudo que há de masculino neste mundo Doyoung tinha de sobra. não só a estrutura, como a voz, o jeito de agir e até mesmo de pensar.
mesmo com medo, nervosa e apreensiva, você força a voz a sair da sua garganta. se ele havia ligado não iria perder a oportunidade que algo há mais acontecesse.
"mas já conversávamos sobre isso." retruca. o fôlego aumentando e o coração quase pulando para fora. seu corpo nunca havia chegado a uma ansiedade feito essa. de querer correr uma maratona e ainda ter ar o suficiente para atravessar um rio.
"você é uma graça..." mesmo com a paisagem tenebrosa, sua voz era acolhedora e calma. mas ainda sim era sua. e isso te acalmou, por algum motivo. "vou te fazer uma pergunta, mas quero que seja sincera." engoliu grosso, aguardando. "no que pensa quando se masturba?"
é claro que seria esse tipo de pergunta. com Doyoung não era nada simples, adorável ou amigável. ele era o monstro da vizinhança, só que só para ti.
não havia o porque mentir para ele. já havia visto você colocar os dedos na sua buceta e se contorcer, se exibindo. o que seria falar algo sobre sua imaginação perto de tudo isso?
"promete não me julgar?"
"prometo, querida. vamos lá, pode dizer." te incentivou.
"eu me imaginando na cama, quieta, distraída de tudo, enquanto um estranho, sem rosto, porque ele está vestindo uma máscara preta, entra no meu quarto, e me vê ali, toda boba, inocente e burra. sem noção de nada; com uma pijama curto..." você não se aguenta e acaba arrastando a mão pela sua barriga, descendo e descendo mais, massageando a cintura, arranhando perto do peito, descruzando as pernas e sentindo a quentura. sua voz fica mais manhosa, necessitada. "... da cor preferida dele. azul bebê. minha bunda pra cima, chamando a atenção total dele com o pano enterrado dentro dela; percebendo que eu estou sem calcinha."
consegue sentir a respiração antes calma dele, totalmente irregular. escuta barulhos de panos e de um zíper. uma agitação brusca que antes não havia. ele geme rouco do nada, te assustando e te deixando ainda mais excitada. você estava gostando disso, e ele mais ainda.
seus peitinhos estavam doloridos, excitados e necessitados de atenção. levou o polegar até um deles, massageado lentamente o bico com certa delicadeza, fazendo isso no outro. mas sem querer acaba gemendo, porém, depois de tudo isso não está mais nem aí. poderia gritar o nome do seu vizinho muito mais velho agora mesmo.
"e você toda burra nem iria reparar nele ali, querendo fazer o que bem entendesse..." a voz dele se faz presente, tomando a história na rumo que ele queria. você relaxada, deitando totalmente no colchão, puxa a calcinha de lado, sentindo um fio de lubrificação grudar nos lábios de tão molhada. pousa um dedo do seu clitóris inchadinho, e sem nem mesmo mexer, escuta os barulhinhos molhados. morde o lábio e de delícia com o próprio toque.
"ele chega perto de você, com muita vontade de te puxar da cama pelos pés, e só socar o pau dentro de ti." você manha, choramingando, imaginando a cena. escuta um barulho molhado vindo do outro lado, o barulho do cinto como se alguém estivesse batente a mão nele várias vezes. vai e volta. vai e volta.
ele estava se tocando também.
"mas ele sabe que tem que ir com calma. você é uma menina boa, intocável e sensível. ao invés de se tocar com raiva, você rebola nos seus ursinhos de pelúcia e no travesseiro, devagar e toda linda. sempre coloca esse dedinho dentro da boca, como se soubesse chupar um pau, tsc. você precisa de alguém pra te ensinar, não precisa, minha linda?! hm?! porra!!"
ele acelera os movimentos, assim como você e geme mais alto, xingando. te deixando doida de tesão e morrendo de vontade de gozar.
"sim, sim, preciso." soluça, chorando. as lágrimas descem pelos seus olhos e molham as bochechas vermelhas.
"sem nem perceber você cederia para ele. deixaria ele colocar o pau nessa sua boca pequena, te deixar cheia de porra na cara, nessa carinha linda de princesa. certeza que você deixaria ele te comer do jeito que quisesse. adoraria tirar sangue de você. dessa buceta virgem e apertada sua."
as pernas tremem mais. pode sentir, está quase lá.
"me diz, amor, como você iria chamar ele enquanto estivesse sendo fodida igual uma putinha?"
você não pensa. não consegue. então solta algo que não imaginaria dizer logo para a pessoa que mais odiava.
"papai... chamaria ele de papai." envergonhada, cobre o rosto no travesseiro.
"isso, isso. papai. o papai que vai comer essa bucetinha e deixar ela toda vermelhinha de tanto levar pau. vai ficar tão sensível, neném. eu vou amar acabar com você, porra."
ele estava acabado igual você. precisa gozar, mas tudo estava tão bom que não queria acabar. "papai vai te chupar, acalmar essa buceta necessitada de carinho. quero tanto sentir seu gostinho, princesa!"
"papai, por favor... eu posso..."
tenta, mas não vai. a frase não vem porque só de pensar em chegar la te dá um nó na barriga.
não consegue terminar, mas ele já sabe o que você quer.
"gozar? minha menina quer gozar?"
"s-sim! por favor!" chora, desesperada. já não ligando pelo barulho ou vechame que está passando.
"goza, mas goza imaginando eu socando o pau forte em você. e você chorando desesperada, porque não sabe quem tá fazendo isso com você, mas tá adorando. porque você é uma putinha e burra. que adora o sujo, o incomum, feito eu! fomos feitos um para o outro."
acelerou os movimentos, perdendo o fôlego por alguns segundos, faltava muito pouco.
"você foi feita para mim. toda minha."
e você chega lá. treme toda, chora tanto que quase seca. não consegue nem mesmo encostar em nenhuma parte do corpo de tão sensível. fica lá, sem saber o que fazer.
então se dá conta. ele gozou? ele gemeu ou algo assim? porque não ouviu nada. você era a única que escutava gemendo e chorando, maluca com tudo isso. olha para o celular, mas assim que seus orbes olham para a tela. a ligação é desligada.
você sorri e coloca o telefone de lado, se cobrindo, feliz e abençoada por ele ter te ligado mais uma vez. mais uma vez realizando suas fantasias doentias e podres.
porque a verdade é que o homem mascarado e até mesmo o vizinho delegado era uma farsa. a pessoa que te ligava quase sempre na verdade estava no cômodo ao lado do seu, te vendo por um pequeno buraco da parede, te fazendo gemer e gozar gostoso como sempre fez.
Doyoung não podia ser nenhum personagem, mas era o padrasto safado que amava a enteada fofa e muito mais nova.
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Eu amo suas ilustrações, você é um dos meus artistas favoritos nesses fandoms (Beetlejuice e Fallout) 🧡
Quais são suas inspirações?
I'm not a Brazilian speaker sorry if that doesn't make sense 🤧
oi! Eu fico muito feliz em receber esse tipo de mensagem. Obrigada pelos elogiosI
inspirações? Bem, eu primeiramente desenho para mim mesma, se eu ficar obcecada por um shipp eu vou ter que expressar meu amor por eles ( eles sendo problemáticos ou nao ) mas se no meio das minhas alucinações frenéticas alguém gostar das minhas artes eu fico duplamente feliz ✌️😆
E seu português está ótimo, entendi tudo. Agradeço pela preocupação em se comunicar em meu idioma ❤️❤️
Ps: vi recentemente sua arte e ela é adorável
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