#açougue
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Armário Para Vestiário Macam Brasil
Os armários para vestiário da Macam Brasil são feitos em plástico de engenharia, sendo perfeitos para uso em locais de troca de uniformes de funcionários de frigoríficos, açougues, hospitais, lavanderias, laboratórios, indústrias, construtoras, canteiros de obras, salinas e comércio em geral. Eles possuem alta resistência e durabilidade, com uma garantia de 10 anos contra qualquer defeito de fábrica.
Os armários da Macam Brasil possuem várias vantagens em relação aos armários de aço. Eles não enferrujam, não amassam, não quebram, não apodrecem e não desbotam. Além disso, são fáceis de limpar, colaborando para a neutralização e eliminação do coronavírus (COVID-19). Eles também atendem à norma regulamentadora NR24.
Os armários da Macam Brasil são altamente resistentes, anti-bacterianos, atendem às normas regulamentadoras, possuem manutenção e garantia, são totalmente laváveis e oferecem segurança. Eles são ideais para locais úmidos, que precisam ser lavados constantemente, salinos ou com maresia, pois não sofrem corrosão ao serem expostos a essas condições.
Alguns dos modelos disponíveis são o Armário Roupeiro guarda volumes 12 portas – MC25120 e o Armário Civil Roupeiro 9 Usuários – MC11090, ambos ideais para armazenamento, proteção e segurança de objetos e pertences de funcionários e seus EPI’s, sendo muito utilizados em frigoríficos, hospitais, lavanderias e indústrias de alimentos.

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#109#sociedade#biologia#pseudociencia#fígado#figado#rim#rins#detox#pseudociência#suco detox#acougue#açougue
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Da fazenda direto à mesa: Açougue móvel revoluciona pecuária
Açougue móvel: Abordagem inovadora para o processamento de carne bovina com zero desperdício No cenário atual, onde o consumo consciente e práticas sustentáveis ganham destaque, a indústria de processamento de carne está passando por uma transformação. Entra em cena a Provenir Meat, pioneira na Austrália em açougue móvel no próprio campo, com licença comercial. Fundada com a convicção de que é…

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DEFUMADORES E DESIDRATADORES DE ALIMENTOS (desde 1.991). Para seu lazer, renda extra, comércio ou indústria alimentícia. Informações técnicas e promoções da semana: WhatsApp (16) 99772-9330 / Telefone (16) 3203-042
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A Odisseia
Prometiam minha morte sem saber que eu a cortejava Eu a consolidaria em um rito de um quase naufrágio Eu quis forcar sua visita sem ser um anfitrião apropriado Tantas vezes reparei a violência atravessando meu corpo
Farejando o medo em minha pele Quando me arrastavam pelo chão Quando bebiam de minhas lágrimas Tantas vezes reparei a violência atravessando meu corpo
Eu morri algumas vezes, a primeira delas antes nascer A segunda eu tinha quatro, meu corpo se encheu de remorso A terceira, foi quando aquele homem me partiu em dois Tantas vezes reparei a violência atravessando meu corpo
O último dançarino torto dessa espera putrefata O corpo-ignorante valsa culpa e destilaria Enterre seus mortos em mim, é uma ordem Tantas vezes reparei a violência atravessando meu corpo
Antes de tudo, compulsão meu bem Se alguém deveria odiar meu corpo, que seja eu O primeiro a inaugurar a tal desvirtude Tantas vezes reparei a violência atravessando meu corpo
Eu entranhei a violência como um poder regulador Ela é inerente ao que você se tornou Meu ódio a cada palavra é o estilhaço da granada Tantas vezes reparei a violência atravessando meu corpo
A cada lesão estreada, a certeza: Receptáculo desaparecendo até tornar-se boato Foi injusto conhecer o amor através de você Tantas vezes reparei a violência atravessando meu corpo
Estive tantas vezes a presença desse novo Deus Construído como uma peça de carne no açougue Descobri que é indivisível o ódio da minha carne Todas as vezes convidei violências para dentro meu corpo...
#inutilidadeaflorada#poema#poesia#pierrot ruivo#carteldapoesia#projetoflorejo#projetoalmaflorida#pequenosescritores#pequenosautores#lardepoetas#espalhepoesias#poecitas#poetizador#autoral#quandoelasorriu#projetoalmagrafia#poetaslivres#semeadoresdealmas#projetoartelivre#projetoversografando#projetoverboador
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In Portuguese what the demon Junior said:
Eu não sou muito de contar coisas íntimas, especialmente quando eu estou viajando na casa de familiares e amigos, porque a gente que não gosta mas eu quero dividir uma coisa engraçada que aconteceu. Fui no mercado com a minha esposa, com a Parts. Comprou uma salada, umas coisas, a gente ia fazer comida aqui na casa da minha irmã e aí mandei mensagem para ela, falei "Kelly tem alguma carne, tem alguma proteína em casa, tem frango, "cê" quer que eu compre" "Não, não aqui tem um monte, tem um monte no freezer e tal" e só… Pode fazer, não precisa comprar, só compra a salada, as verduras e aqui em casa a gente faz" *joinha com a mão *Joia, tá bom. Comprei as coisas, voltei aqui pro apartamento. Aí comecei a fazer, a Pats começou a fazer a salada e fui procurar a proteína pra gente fazer junto com a salada. Aí detalhe, a minha irmã ela teve um compromisso, aí ela teve que sair, ai ficou só eu a P*******, ficou o M**, ficou uma galera aqui em casa. A minha irmã não tava, não estava em casa. Abri o freezer. Eu vi uma carne linda, maravilhosa, aquela carne assim… Essa daqui ó *mostra um pedaço de carne no saco a vácuo * Desse tipo, cheio de gordura, nossa… Aquela carne parecendo aquela carne japonesa wagyu. Aí eu falei "Max, posso pegar essa carne?" "Não, pode pega, tem um monte ai" isso e aquilo e tal. Beleza. Fiz a carne, fizemos uma salada, botei na mesa, todo mundo jantou. Menos a minha irmã! Minha irmã tinha um compromisso. Aí sobrou uma carne. Eu coloquei a carne que sobrou na geladeira. Aí, até aí tudo bem. A minha irmã chega, ela fala assim "Sobrou alguma coisa do jantar?" aí eu falo "Ó botei a salada e a carne na geladeira, se quiser eu posso esquentar pra você". E aí, a gente tava na sala nessa hora porque já era mais tarde. A gente tava na sala já vendo TV. Beleza. Tudo certo. Aí ela volta correndo "Nelsinho, que carne é essa?" aí eu falei "Ué, a carne que você falou que tava no freezer, né? Peguei a carne no freezer, né? Mostrei pro Max, o Max falou que podia usar" e eu já né, gelou o coração, falei "Puta que pariu, era uma carne que era sei lá da onde, não era pra ter usado" ela falou "Mas… Ce não olhou a data não?" eu falei "Kelly, não tinha data". Era uma carne que claramente era de um açougue *mostra a carne de antes no saco a vácuo de novo *. Aí ela falou "Nelsinho, essa carne era uma carne que gente fez quando a gente entrou nesse apartamento, a três anos atrás". Na verdade dois anos e meio atrás. Só que a carne tava no freezer, tava a vácuo, a gente comeu tranquilo e tava muito boa. Resumo: Éeeee… Sobrou um pedaço *mostra a tal carne numa frigideira *que eu to fazendo aqui, porque a carne é muito boa. Eu não passei mal o primeiro dia, esperei um dia e pouco depois que ela falou aquilo, não deu nada. Ninguém passou mal. To fazendo mais um pedaço pra mim. Te falar, ó carne boa, não sei de onde veio. Ela falou que na época era realmente uma carne bem boa. Mas é isso, então não sei se é pela qualidade, mas a carne aqui ó *mostra a carne no saco a vácuo pela terceira vez * tá no vácuo aqui no freezer, quase a três anos e diz ela ficou muito boa, macia, gosto bom. E ninguém passou mal então…Tá tudo de boa.
In English:
I don't usually share personal stories, especially when I'm staying at a relative's or a friend's house, because, you know, some people don't like it. But I want to share something funny that happened. I went to the market with my wife, with Parts. We bought a salad, some other stuff, because we were going to cook at my sister’s house. So I texted her and asked, 'Kelly, do you have any meat, any protein at home? Do you have chicken? Do you want me to buy some?' She said, 'No, no, we have plenty, there's a lot in the freezer. Just make it, no need to buy more. Just get the salad, the veggies, and we’ll cook here at home.' Thumbs up Alright, cool. I bought everything, came back to the apartment. Pats started making the salad, and I went to look for the protein to go with it. Now, here's the thing—my sister had an appointment, so she had to leave. It was just me, P*******, M**, and a few others at home. My sister wasn’t there. I opened the freezer and saw this beautiful piece of meat, absolutely gorgeous. It looked like Japanese Wagyu—so much marbling, just perfect. I asked, 'Max, can I use this meat?' 'Yeah, go ahead, there’s plenty in there.' Alright, great. I cooked the meat, we made the salad, set everything up, and had dinner. Except for my sister! She wasn’t home. There was some meat left over, so I put it in the fridge. Later, my sister got back and asked, 'Is there anything left from dinner?' I told her, 'Yeah, I put the salad and the meat in the fridge. If you want, I can heat it up for you.' By this time, it was late, and we were in the living room watching TV. Everything seemed fine. Then she suddenly comes running back: 'Nelsinho, what meat is this?' I was like, 'What do you mean? The meat from the freezer, right? I showed it to Max, and he said we could use it.' At that moment, my heart sank. 'Shit, did I just use some super special meat that wasn’t meant to be touched?' She asked, 'Did you check the date?' I said, 'Kelly, there was no date.' It was obviously from a butcher shop. Then she goes, 'Nelsinho, that meat was from when we first moved into this apartment—three years ago.' Well, actually, two and a half years ago. But since it was vacuum-sealed and frozen, we ate it just fine, and it was really good. Long story short... there’s still a piece left, and I’m cooking it because it’s damn good. I didn’t feel sick on the first day, waited a day and a half after she told me, and nothing happened. No one got sick. So here I am, making another piece for myself. And let me tell you, this meat is amazing. I don’t know where it came from, but she said it was really good back then. So yeah, maybe it's the quality, but look at this—almost three years in the freezer, still tender, still delicious. And since no one got sick... it’s all good.
1-Because no one is commenting on how irresponsible he is for eating meat that he KNOWS is expired???
2-Why does MG know that it has expired meat at home and didn't tell anyone to throw it away?
3-And I won't even start talking about his audacity in saying that he doesn't like to share intimacy WHEN THAT'S WHAT THESE DAMN DEMONS KEEP DOING
Thanks for the translation 🩵
They make me sick to my stomach. I hope she is forced to give custody of her children to their fathers and fuck off to her country with her familiy.
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ALTO IMPÉRIO
Solar de Ardan
Erguido no alto de uma colina, o palácio imperial tem vista desobstruída para toda a cidade e para o mar, e foi a primeira construção em Ânglia. Originalmente ornamentado em cobre, o tempo e a oxidação tingiram as paredes do castelo de um tom de verde que o torna fácil de avistar mesmo de longe.
Torre do Oráculo
O observatório de astronomia está no ponto mais alto da cidade, e é usado pelos khajols mais devotos para interpretar os desígnios dos deuses nos céus. Sua câmara circular é cercada de espelhos, com um grande astrolábio no centro do primeiro piso, e um telescópio de uso público no segundo andar.
Panteão
Lar dos grandes físicos, astrólogos e cartógrafos. É onde os maiores registros estão, que batem de frente com os registros dos escribas de Wülfhere, apesar de que os changelings possuem muito mais informações antigas e o Panteão foca em deuses e na nobreza. Os estudantes são bem-vindos, a maioria escolhido por um tutor.
Teatro Imperial
Patrocinado pela família Essaex, o principal palco da capital é o ápice da carreira de qualquer artista, e oferece espetáculos em quase todas as noites da semana. Os ingressos não são acessíveis para todos, e grandes famílias nobres têm os próprios camarotes reservados para uso próprio e de convidados.
Museu de História Aldareana
Construído há cerca de cinco décadas, as paredes pálidas de mármore o tornam um ponto turístico. As exposições permanentes contam a história da fundação de Aldanrae e da chegada da família imperial, bem como da origem dos dragões no reino, a guerra da conquista, e do êxodo feérico.
Rua de Vidro
Pavimentada com cacos de vidro derretidos pelo fogo de dragão, a via é o principal recanto do comércio da capital, abrigando não só lojas de vinho, roupas, tecidos, calçados e joias, mas também uma padaria, uma livraria, um açougue, uma carpintaria e um boticário. À noite, o reflexo das tochas que iluminam o caminho se torna um espetáculo de luzes próprio.
Casa da Moeda
A casa da moeda não é exatamente um banco, mas onde os cobradores de impostos fazem todos os seus cálculos com registros de cada família e pessoa existente. É um lugar mais escuro, iluminado apenas pelas grandes frestas das janelas largas e altas para impedir roubos de arquivos, embora alguns sumam misteriosamente.
Jardim Botânico
Oculto por altos muros de trepadeiras e ferro forjado, o jardim botânico da cidade é dividido em quatro alas, cada uma dedicada a uma das estações. Os espaços são encantados para simular o clima correspondente, permitindo que as plantas cresçam com facilidade e mantendo a flora em exposição saudável.
The Madam
Adornada em veludo carmesim do chão ao teto, a casa de performance burlesca abriga um elenco de dançarinas, ilusionistas e músicos, todos mestres da provocação. Frequentado pela elite do Alto Império, o ambiente tem regras estritas, e se propõe a seduzir sem jamais permitir que seus artistas sejam tocados.
Casa de Banho
Fortemente ligada à religião khajol e erguida ao redor de uma fonte natural de águas termais, os amplos salões azulejados permitem que os frequentadores se banhem e se purifiquem, e que inalem vapores aromatizados na sauna. A nudez completa é estritamente proibida, e todos os frequentadores devem manter a modéstia ao se cobrir com toalhas.
BAIXO IMPÉRIO
Ferrugem
Distrito antes dominado pelos ferreiros que serviam ao império foi abandonado há cerca de duas décadas, e as construções se tornaram moradia para os menos afortunados. A área é conhecida como o lugar mais pobre da cidade, e é frequentemente associada com alta criminalidade por nobres preconceituosos. Há certo estigma sobre frequentar o bairro durante a noite.
Portal do Êxodo
No coração da principal praça estão as ruínas do arco usado pelos feéricos para cruzar desta dimensão para o Sonhār. Nada restou além de dois pilares agora cobertos de musgo, a magia que um dia o alimentou há muito adormecida, mas o espaço tem especial significância para changelings com família do outro lado.
Arena de Combate
Escondida em uma ampla câmara dos túneis de saneamento, a arena é o coração violento do Baixo Império. Combatentes se inscrevem nas lutas na esperança de ganhar prêmios em prata e ouro, e frequentadores anônimos apostam em seus favoritos como se fossem animais criados para rinha.
The Boathouse
O galpão abandonado na região portuária cheira a sal, e é ponto de encontro dos que tendem ao espectro ilegal das atividades econômicas. Não é recomendado frequentá-lo após as dez da noite mas, durante o dia, o lugar se torna um mercado clandestino onde cargas roubadas se transformam em boas barganhas para os espertos.
Casa dos Prazeres
Uma espécie de santuário do desejo e da liberdade, o bordel celebra os corpos e a sexualidade sem distinções de gênero. Dançarinos e cortesãs se exibem no salão principal, e nos quartos privados muito se oferece além dos serviços carnais. É comum que clientes busquem o lugar apenas para ser escutados, ou para confessar segredos que deveriam levar para o túmulo.
The Underbelly
Apelidada carinhosamente de Barriga do Diabo, a taverna é o local preferido dos militares em serviço na capital, e é conhecida pela bebida de qualidade duvidosa e pelos preços amigáveis aos carentes de moedas. Qualquer changeling que se respeite já esteve no lugar pelo menos uma vez, e somente os khajols de mais coragem se prestariam a frequentá-lo.
Sede dos Sangue de Ferro
A guilda de mercenários tem uma reputação que os precede nos quatro cantos de Aldanrae, e escolheu um casarão antigo como refúgio. Qualquer um pode visitar o lugar e pagar por uma lâmina, e o preço dependerá de quem é o alvo e qual a história contada por quem contrata. Juramentos ali feitos tem a força de um contrato.
O Coletor
Uma torre torta e irregular, espremida entre prédios caindo aos pedaços. Ninguém sabe quem a construiu, nem há quanto tempo está ali, mas os necessitados deixam objetos, cartas ou até nomes em sua porta, na esperança de que a torre lhes conceda algo em troca. Às vezes, um item desaparece e algo surge no lugar.
Stevenson's
Uma casa de penhores onde o valor das coisas não é medido em ouro e prata, mas em significado. O dono, um velho corcunda e com uma verruga na ponta do nariz, diz que pode sentir a história de cada objeto, e que quanto mais dolorosa a perda que este carrega, maior será o preço oferecido. Alguns clientes saem satisfeitos, e outros saem sem a própria sombra.
Muralha de Areia
Há uma formação de dunas separando a parte pobre da cidade e a delimitando, e a área desértica é frequente lugar para a desova de corpos. Quando os ventos sopram, a maioria das casas da população do Baixo Império é invadida pela areia, o que tinge toda a área de um tom alaranjado e difícil de se livrar.
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so, it came to my knowledge that one of tgaac characters is named Kazuma Asougi.
I really hope they call him Kazuma more, because Asougi sounds exactly like "Açougue" (meat store or butchery) in Portuguese and I just can't deal with it.
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(...)
Também não aguardamos louvores prematuros para as explicações e considerações que relacionamos nesta obra sobre os processos de feitiçaria. Em verdade, o principal objetivo de “Magia de Redenção” é advertir aos terrícolas, quanto à sua tremenda responsabilidade espiritual pelo derrame de sangue de animais e aves através de matadouros, frigoríficos, charqueadas e açougues, cuja barbárie “civilizada” gera cruciante carma humano e torna-se a principal fonte de infelicidade terrena.
Enquanto sangue do irmão menor verter tão cruelmente na face da terra, os espíritos desencarnados também terão farto fornecimento de “tônus vital” para a prática nefanda do vampirismo, obsessão e feitiçaria.
Sob a justiça implacável da Lei do Carma, a quantidade de sangue vertida pelos animais e aves, resulta, pela ação reflexa, em igual quantidade de sangue humano jorrado fratricidamente nos morticínios das guerras e guerrilhas!
Cada matadouro construído no mundo proporciona a encarnação de um “Hitler” ou “Átila”, verdadeiros flagelos, semeadores de sofrimento da humanidade, como executores inconscientes da lei cármica, - a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória!
Jamais a guerra será eliminada da face da terra, enquanto explorardes a “indústria da morte” mediante esses abomináveis matadouros e frigoríficos de aves e animais, pois estes, como os homens, são filhos do mesmo Deus e criados para a mesma felicidade. A Divindade não seria tão estuta e injusta, permitindo que o homem dito racional seja feliz enquanto massacrar o irmão menor, indefeso e serviçal, pois ele também sente!
Ademais, os espíritos diabólicos que obsidiam, vampirizam e enfeitiçam, são os irmãos desencarnados ainda escravos da ignomínia do carnivorismo, tal qual fazeis atualmente. Em verdade, é bem diminuta a diferença entre os vampiros desencarnados, que se satisfazem com o sangue cru, e os vampiros encarnados, que preferem come-lo ou bate-lo até transforma-lo em chouriço de rótulo dourado!
Infeliz humanidade terrena, ainda escrava de um círculo vicioso, em que os “vivos” dotados de razão trucidam os “vivos” irracionais para beber-lhes o sangue e devorar-lhes as carnes; e então, depois, enfrentam o cruciante sofrimento de verem os filhos ou parentes para o massacre organizado dos campos de batalhas!
Estadistas, filósofos, psicólogos, sacerdotes, lideres espiritualistas e governos tem gasto toneladas de papel e rios de tinta em congressos, campanhas, empreendimentos e confraternizações para implantarem a paz do mundo e festejando tais congraçamentos com banquetes de vísceras sangrentas de aves e de animais, cujo sangue vertido é exatamente a causa da infelicidade das guerras!
A Divindade jamais poderia rebaixar o seu espírito de justiça e de amor por todos os seres, concedendo a paz e a ventura ao homem racional, que firma a sua existência sobre os escombros sangrentos do irmão menor!
Livro: Magia de Redenção
Autor: RAMATÍS
Médium: Hercílio Maes
Capítulo: Introdução (PG. 23)
#livros#literatura#psicografia#espiritismo#ramatís#vegetarianismo#veganismo#amor aos animais#livros ctc#espiritismo ctc#ramatís ctc#só texto ctc
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I need a Portuguese speaker to tell us if they all ate old meat or if Max was the only one
//
The exact words he said, in Portuguese:
"Eu não sou muito de contar coisas íntimas, especialmente quando eu estou viajando na casa de familiares e amigos, porque a gente que não gosta mas eu quero dividir uma coisa engraçada que aconteceu. Fui no mercado com a minha esposa, com a Parts. Comprou uma salada, umas coisas, a gente ia fazer comida aqui na casa da minha irmã e aí mandei mensagem para ela, falei "Kelly tem alguma carne, tem alguma proteína em casa, tem frango, "cê" quer que eu compre" "Não, não aqui tem um monte, tem um monte no freezer e tal" e só… Pode fazer, não precisa comprar, só compra a salada, as verduras e aqui em casa a gente faz"
*joinha com a mão*
Joia, tá bom. Comprei as coisas, voltei aqui pro apartamento. Aí comecei a fazer, a Pats começou a fazer a salada e fui procurar a proteína pra gente fazer junto com a salada. Aí detalhe, a minha irmã ela teve um compromisso, aí ela teve que sair, ai ficou só eu a P*******, ficou o M**, ficou uma galera aqui em casa. A minha irmã não tava, não estava em casa. Abri o freezer. Eu vi uma carne linda, maravilhosa, aquela carne assim… Essa daqui ó
*mostra um pedaço de carne no saco a vácuo*
Desse tipo, cheio de gordura, nossa… Aquela carne parecendo aquela carne japonesa wagyu. Aí eu falei "Max, posso pegar essa carne?" "Não, pode pega, tem um monte ai" isso e aquilo e tal. Beleza. Fiz a carne, fizemos uma salada, botei na mesa, todo mundo jantou. Menos a minha irmã! Minha irmã tinha um compromisso. Aí sobrou uma carne. Eu coloquei a carne que sobrou na geladeira. Aí, até aí tudo bem. A minha irmã chega, ela fala assim "Sobrou alguma coisa do jantar?" aí eu falo "Ó botei a salada e a carne na geladeira, se quiser eu posso esquentar pra você". E aí, a gente tava na sala nessa hora porque já era mais tarde. A gente tava na sala já vendo TV. Beleza. Tudo certo. Aí ela volta correndo "Nelsinho, que carne é essa?" aí eu falei "Ué, a carne que você falou que tava no freezer, né? Peguei a carne no freezer, né? Mostrei pro Max, o Max falou que podia usar" e eu já né, gelou o coração, falei "Puta que pariu, era uma carne que era sei lá da onde, não era pra ter usado" ela falou "Mas… Ce não olhou a data não?" eu falei "Kelly, não tinha data". Era uma carne que claramente era de um açougue
*mostra a carne de antes no saco a vácuo de novo*.
Aí ela falou "Nelsinho, essa carne era uma carne que gente fez quando a gente entrou nesse apartamento, a três anos atrás". Na verdade dois anos e meio atrás. Só que a carne tava no freezer, tava a vácuo, a gente comeu tranquilo e tava muito boa. Resumo: Éeeee… Sobrou um pedaço *mostra a tal carne numa frigideira* que eu to fazendo aqui, porque a carne é muito boa. Eu não passei mal o primeiro dia, esperei um dia e pouco depois que ela falou aquilo, não deu nada. Ninguém passou mal. To fazendo mais um pedaço pra mim. Te falar, ó carne boa, não sei de onde veio. Ela falou que na época era realmente uma carne bem boa. Mas é isso, então não sei se é pela qualidade, mas a carne aqui ó
*mostra a carne no saco a vácuo pela terceira vez *
Tá no vácuo aqui no freezer, quase a três anos e diz ela ficou muito boa, macia, gosto bom. E ninguém passou mal então…Tá tudo de boa.
I tried to translate as best I could into English:
I don't usually share personal stories, especially when I'm staying at a relative's or a friend's house, because, you know, some people don't like it. But I want to share something funny that happened. I went to the market with my wife, with Parts. We bought a salad, some other stuff, because we were going to cook at my sister’s house. So I texted her and asked, 'Kelly, do you have any meat, any protein at home? Do you have chicken? Do you want me to buy some?' She said, 'No, no, we have plenty, there's a lot in the freezer. Just make it, no need to buy more. Just get the salad, the veggies, and we’ll cook here at home.'
*Thumbs up*
Alright, cool. I bought everything, came back to the apartment. Pats started making the salad, and I went to look for the protein to go with it. Now, here's the thing—my sister had an appointment, so she had to leave. It was just me, P*******, M**, and a few others at home. My sister wasn’t there. I opened the freezer and saw this beautiful piece of meat, absolutely gorgeous. It looked like Japanese Wagyu—so much marbling, just perfect. I asked, 'Max, can I use this meat?' 'Yeah, go ahead, there’s plenty in there.' Alright, great. I cooked the meat, we made the salad, set everything up, and had dinner. Except for my sister! She wasn’t home. There was some meat left over, so I put it in the fridge. Later, my sister got back and asked, 'Is there anything left from dinner?' I told her, 'Yeah, I put the salad and the meat in the fridge. If you want, I can heat it up for you.' By this time, it was late, and we were in the living room watching TV. Everything seemed fine. Then she suddenly comes running back: 'Nelsinho, what meat is this?' I was like, 'What do you mean? The meat from the freezer, right? I showed it to Max, and he said we could use it.' At that moment, my heart sank. 'Shit, did I just use some super special meat that wasn’t meant to be touched?' She asked, 'Did you check the date?' I said, 'Kelly, there was no date.' It was obviously from a butcher shop. Then she goes, 'Nelsinho, that meat was from when we first moved into this apartment—three years ago.' Well, actually, two and a half years ago. But since it was vacuum-sealed and frozen, we ate it just fine, and it was really good. Long story short... there’s still a piece left, and I’m cooking it because it’s damn good. I didn’t feel sick on the first day, waited a day and a half after she told me, and nothing happened. No one got sick. So here I am, making another piece for myself. And let me tell you, this meat is amazing. I don’t know where it came from, but she said it was really good back then. So yeah, maybe it's the quality, but look at this—almost three years in the freezer, still tender, still delicious. And since no one got sick... it’s all good.
I wrote the child's name and M's name that way for privacy to them. And I can’t believe I just listened to three whole Instagram stories of this guy talking. Excuse me while I go throw up… 🤮
Holy shit you are the best!
So first of all "hate to post at someone's home" yeah right that's hy both of them posted 100 different stories. Filthy Liar.
And of course he goes for the fancy steak. This actually answers all questions.
The fucked up Brazil RB twitter admin decided to make this Max's fault.
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Sobre ninguém entender.
Fui ao médico, como sempre, ajustar a dose dos remédios que tomo. Eu tenho sensibilidade sensorial. Nenhum médico parece que entende isso.
Eu não consigo trabalhar, reclamei pro medico que estou sobrecarregada com minha rotina, e ele me jogou 2 antidepressivos porque na cabeça dele, eu tenho que sair de casa, eu tenho que ver gente, eu tenho que QUERER sair.
Eu não vou tomar os dois, apenas um que já conheço e já tomei por um tempo.
É difícil explicar a dupla excepcionalidade pra quem não quer entender. E pior ainda pra um profissional que não quer entender. Já cansei de médicos me dando carteirada e jurando que sabem mais do que eu sinto do que eu mesma. E olha que o meu médico atual é bem tranquilo, mas parece que simplesmente a conversa não desce com quem não se especializa. A dificuldade de expressão também piora tudo.
O mundo é pesado pra mim. Hoje foi dia de fazer compras, que procuro fazer apenas 1x no mês. Acho mais fácil e mais organizado, depois semanalmente fica só padaria, feira e açougue. Porém, dia de mercado é sempre um dia no qual eu já não me comprometo a fazer mais nada. Eu volto esgotada e nervosa por lidar com lotação, informações visuais, lista para conferir, espera, trânsito, transportar compras, etc. O resto do dia eu não funciono.
E eu me pergunto qual a dificuldade das pessoas em entender isso. Não quero que façam nada, só quero que entendam e me deixem descansar na santa paz.
Eu fiquei sozinha esse final de semana, e como rendeu tudo que eu tinha pra fazer e fiz. Quando sua cabeça é barulhenta por natureza, o silêncio externo é um alívio e uma benção que faz tudo dar certo.
Como é difícil pras pessoas entenderem que eu não sou como elas e não tenho a obrigação de agir como elas.
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Açougueiro
Exposto num açougue, sobre um belo gancho foi pendurado e aberto aos olhos do faminto público. Coração podre, pulmões falhos, sangue seco e cérebro em ruínas.
Não apetitoso, não curioso, não bem apresentado Carecendo de apego enquanto seus ossos se partem em alinhamento, Ressoando baixo, inevitável morte, prematura exibição.
A beira do fim com tão poucos momentos, antigos órgãos, vivência extrema por tempo curto, inusitado, estragado, possível perda de dinheiro.
Ultrapassado, validade por um fio resfriado que congela o que ainda resta, é grotesco. Não pertinente, Não interessante, Não é o suficiente. Rasgue mais, retire as borboletas da frente, me passe o estômago, revire, mude, enfeite, pinte Troque o que puder e descarte o que restar, não importa.
Embeleze a desgraça da pútrida carne e falsa modéstia, deixe que brilhe, que o vermelho pingue como se fosse vivo, traga de volta a pureza de tão desgastada peça. Dê um nome, Invente uma história, Crie memórias.
Apenas faça com que esse gancho desocupe, existem mais carnes esperando pela inevitável compra.
- Uma carta aberta para algo que não deveria ser sentido
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