#neonazismo
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UCRAINA: GLI USA UFFICIALIZZANO LA FORNITURA DI ARMI E ADDESTRAMENTO AL BATTAGLIONE NEONAZISTA AZOV. LA STORIA E PER COSA COMBATTONO I MILITANTI DEL BATTAGLIONE
A cura di Enrico Vigna, 12 giugno 2024Il primo leader di fu Andriy Biletsky, chiamato il “capo bianco” che scrisse “…la missione storica della nostra nazione in questo momento critico è guidare le Razze Bianche del mondo in una crociata finale per la loro sopravvivenza. Una crociata contro gli Untermenschen ‘subumani’ guidati dai semiti….” L’11 giugno il governo statunitense ha annunciato,…
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L'agenda globalista ormai somiglia sempre di più al progetto dei nazisti originari. Solo le motivazioni che ci danno in pasto sono diverse.

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Strage di Odessa - Commemorazione a Roma con Olga Ignatieva e Alberto Fazolo - 02/05/23
Il 2 Maggio si è tenuta a Roma, presso Piazzale degli Eroi, una commemorazione per le vittime della Strage di Odessa perpetrata da nazisti ucraini il 2 Maggio 2014 all’interno della Casa dei Sindacati. Presente all’evento Olga Ignatieva, sopravvissuta alla strage ed oggi rifugiata politica, che ha dato il suo contribuito con il racconto della sua testimonianza diretta. Tra gli interventi,…

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#alberto fazolo#Antifascismo#Fascismo#giovanni barbera#Guerra#Nazismo#nazisti#neonazismo#odessa#Olga Ignatieva#Russia#Sindacati#strage di odessa#Ucraina#ukraine#vadim papura
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La Nación criticando el discurso del presi ayer. Tan poronga fue?
Es el mismo discurso poronga que viene dando acá pero peor.
Con teorías conspirativas de "marxismo internacional" (sí, en serio fue y dijo eso) y "globalismo". En un punto dijo que "el PBI casi no creció desde el año 0 hasta el 1800", me imagino que debe tener estadísticas de la Roma de Augusto. Dijo que el feminismo y el cambio climático son una amenaza. Dijo que Occidente está en peligro por el socialismo, y si mal no recuerdo, por el islam también. Equiparó la socialdemocracia, el fascismo, el nazismo, el socialismo, el comunismo, la democracia cristiana y el keynesianismo. Dijo que los empresarios son héroes y que los monopolios traen riquezas. A todo esto siguió con su discurso mesiánico, diciendo que su teoría no tiene fallas, que el mercado nunca fracasa, y que el capitalismo es moralmente justo y correcto. No estoy parafraseando.
No estoy exagerando nada de esto, es más seguro me estoy olvidando de algo.
Según dicen, la gente que asistió se cagó de risa o se horrorizó a lo que estaban escuchando. Esto es en Davos, el foro mundial del capitalismo. Después le puso likes y compartió memes en twitter sobre como fue una "domada épica", uno con una caricatura de su pija después de "domar a los globalistas"
así que sí, fue peor de lo que te podés imaginar.
#además desaprovechó todas las oportunidades de tener encuentros para inversiones o relaciones diplomáticas#el único que lo aplaudió abiertamente fue Elon Musk. El tipo que está coqueteando con el neonazismo.
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Joan Baez, 77 años y Patty Smith, 72, hace unos días en Alemania, emoción del reencuentro de una generación brillante que soñó y llega a vieja sin ver realizados sus sueños. Lejos de ellos, una humanidad en manos del consumismo, las guerras, las pestes, la manipulación, la despersonalización, un neonazismo creciente ...
Pero la lucha continua y la esperanza se mantiene..
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A moda ama nazistas?
Não, isso não é um pleonasmo. Chanel é a marca mais vendida do mundo, citada mundialmente por suas criações e comentários ácidos, mas parece existir um esquecimento conveniente sobre sua ligação com o neonazismo e sua atuação como espiã durante a guerra.
Hugo Boss, que projetou os uniformes nazistas; Miuccia Prada, cujas coleções por anos foram inspiradas nos uniformes do exército fascista italiano; John Galliano, ainda aclamado até os dias de hoje ou até mesmo David Bowie, considerado um ícone por muitos. Por que essas questões não são discutidas abertamente? Por que não são explicitadas ou esclarecidas? Ninguém parece querer confrontar esse enorme elefante no meio da sala com uma suástica desenhada nele.
É possível separar essas pessoas de seus designs, mesmo quando suas ideologias claramente inspiraram suas criações? Tansy Hoskins, autor do livro The Anti-Capitalist Book of Fashion, diz que não. E essa é a verdade.
É quase cômico como figuras como Chanel e Miuccia Prada são constantemente lembradas por sua “luta pela emancipação feminina” mas raramente pelo que realmente eram e de onde vinham seus recursos e repertório. De que vale uma emancipação construída sobre um solo sujo, fundado em morte e desigualdade? Seria essa emancipação a real intenção dessas designers ou a maioria estava apenas tentando fazer roupas confortáveis e práticas que lucrassem, decidindo comprar essa narrativa a troco de marketing?
Éric Silverman, antropólogo e autor de A Cultural History of Jewish Dress, disse: “Eu acredito que todas as firmas que tenham lucrado com o mal no passado holocausto, escravidão, a apropriação de terras na África, a falta de direitos femininos, entre outras coisas tem a obrigação moral de dar algo de volta às comunidades que prejudicaram. Um acerto de contas é o começo de um pedido de desculpas.”
Até quando nós, enquanto grupos sociais, enquanto seres humanos, permitiremos sermos tratados dessa forma por marcas? Até quando daremos nosso dinheiro para empresas que lucraram com a morte de nossos povos? Fazer vista grossa é realmente a melhor opção? Deixaremos essas companhias gigantes controlarem o discurso que bem entendem dentro de um sistema que as favorece?
É necessário ter consciência, e, além de tudo, é imprescindível ter moral. Pensemos enquanto coletivo para que possamos avançar enquanto sociedade.
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Hoje é o Dia da Conscientização do Holocausto.
Para lembrarmos do genocídio que matou milhões de judeus, ciganos, afro-alemães, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência e muitas outras vítimas da crueldade nazista.
Pessoas que sofreram com câmaras de gás, trabalho escravo e também experimentos científicos (se puder, aprofunde-se nas pesquisas de Josef Mengele, ele fez muitas atrocidades até mesmo com crianças que não devem ser esquecidas).
Pelo fim do preconceito e do neonazismo! ✡️
#lgbt#trans#meus pensamentos#reflexão#história#holocausto#segunda guerra mundial#antisemitism#antissemitismo
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Lo sdoganamento del razzismo, del fascismo e dell'oscurantismo, la russofobia, l'apologia al neonazismo ucraino, il politically correct e le liberalizzazioni selvagge portate avanti dal Partito Democratico, dalla sinistra, dai radicali e dai liberali per favorire i padroni e le banche hanno favorito l'ascesa al potere dei ratti fascisti e filomafiosi come Meloni, Salvini, La Russa e via dicendo.
Grazie a loro che abbiamo al governo una destra sempre più ereditaria del fascismo e portabandiera della cultura eteropatriarcale, fallocentrica, fallocratica e oscurantista.
L'ultima sparata di una senatrice fascista che per le ragazze 18enni è cool sposarsi e fare figli è la conseguenza di quelle forze "democratiche" e "progressiste" che hanno ignorato i lavoratori e le lavoratrici che gli stavano tanto a cuore per poi voltarli alla spalle. Adesso che sono all'opposizione di questo governo liberal nazifascista e filomafioso, lagnano tutto il giorno.
Godiamoci questo periodo oscuro e di ritorno al regime fascista.
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PL2630
A PL 2630 não é censura quanto à liberdade de expressão e quem perde tempo escrevendo sobre isso ou associando a censura ao comunismo ou seja lá o quê, só mostra ignorância e não entender sobre as coisas que acontecem à sua volta, portanto, não entende de nada, nem de História, Filosofia, Direito e nem de Sociologia para falar ou fazer ligação da PL com "comunistas".
A função da PL é responsabilizar esses trilionários cretinos que exploram os cidadãos do mundo inteiro com um mega delírio de poder sobre controlar as massas através de notícias falsas, denunciações caluniosas, apologias ao crime, à mão armada, ao crime de ódio, a desestabilização emocional, ao recrutamento de menores, jovens e de pessoas de diversas camadas e áreas para diversos fins ilícitos, como a pedofilia, a prostituição, ou recrutamento para o terrorismo, como ocorreu na tentativa de 08 de janeiro de 2023 em Brasília, centro político do Brasil.
As empresas não eram responsabilizadas e nem penalizadas por promover ou usar esses recursos contra as leis brasileiras, e recursos tecnológicos como contas fake, bots de diversos tipos, malwares, e outras técnicas para atrapalhar o andamento das diversas camadas do governo, traçar perfis para ataque, invadir privacidade, hackeamentos, noindex (que retira a página de propaganda das outras empresas em favor das suas patrocinadas ou pagas, ataque à instituições, ao Planalto, e sobre propaganda nefasta dos grupos extremistas como o do fascismo e o neonazismo.
Portanto: o Brasil só tem a ganhar penalizando essas empresas que além de estrangeiras, são conhecidas mundialmente por estar envolvidas nos principais golpes de Estado ocorridos em diversos países, ataques articulados pelas plataformas digitais, além da espionagem que já exercem através de seus sistemas, e de aplicativos para celulares e computadores que utilizam o microfone, a câmera e o pareamento com dispositivos próximos via bluetooth, a leitura de seu cache, histórico de navegação e outros recursos para enviar o que você não pediu. (todas fazem isso, não só o Google).
Deixem a estupidez e ignorância e risquem esses "profissionais entendidos de coisa nenhuma, os fofoqueiros de plantão, os colunistas da tolice ou os políticos sem cultura", os evangelistas do capeta e da sacolinha de dinheiro, da sua visão e da sua audição.
Faça um favor a si mesmo.
Chega de besteiras.
PL2630 já e pra ontem!
#Pl2630#brasileiros#imprensa#jornalismo#stf#brasil#democracia#golpistas#povo brasileiro#governo federal#jornal#blogs#uol#brasil247#g1#globonews#folha#estados#governo#planalto#brasilia#educação#segurançanacional#alexandre de moraes#dias toffoli#nãoàsfakenews#extra#jornalextra#buscadores#horaum
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#insultar#insultos#insults#spain#insulto#palabrotas#palabrotes#egoísta#egoísmo#neoliberal#neonazismo
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OMBRE NERE. PUNTATA SPECIALE DI PIAZZA PULITA DELL'8 FEBBRAIO
https://www.la7.it/piazzapulita/rivedila7/speciale-piazzapulita-ombre-nere-puntata-del-822024-08-02-2024-526022 di Redazione Attraverso i reportage e le inchieste della squadra di Corrado Formigli, il servizio Ombre Nere andato in onda l’8 febbraio, ricostruisce l’ascesa dell’estrema destra in Italia dal 2014 a oggi, riprendendo anche l’inchiesta Lobby Nera di Fanpage.it sulla destra…
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Censura seletiva
Muita romantização por; selecionar quem pode ou não, ser censurado.
Dizem combaterem neonazismo, mas escondem o que fazem na internet os Supremacistas negros, Supremacistas Arco-íris de "Punhos Cerrados"...
Enquanto isso, o Youtube fica replicando conteúdos visceral de uma tal; Raluca (criminosa virtual).
PS: cadê que a Globo não mostrou gente da turminha deles fazendo Gold Shower (Chuva dourada - mijar na cabeça do amado) na internet e seitas do tipo, instigar e incentivar a morte de bolsonarista?!
Percebem a seletividade (capciosidade) nesta tal PL?!
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Rap y antimasonismo
Por Stéphane François
Traducción de Juan Gabriel Caro Rivera
Primera publicación: Stéphane François, «Rap et antimaçonnisme, étude d'un cas français». La chaîne d'union, vol. 108, nº 2, 2024. pp. 95-101.
La masonería sigue alimentando las fantasías de una población ajena al mundo en el que existe: en efecto, basta con hablar con los «jóvenes» (adolescentes o jóvenes adultos) para darse cuenta de la brecha cultural que existe con sus mayores. Pocos de ellos tienen referencias culturales que vayan más allá de su generación... Y, sin embargo, el antimasonismo sigue presente, con argumentos bastante parecidos a los de sus mayores y utilizados por la extrema derecha desde finales del siglo XIX y principios del XX. La pregunta que se plantea es: ¿se trata de un fenómeno nuevo, similar, o estamos ante la persistencia del viejo antimasonismo «clásico» bajo nuevos ropajes? Veremos que el antimasonismo de esta generación se nutre a la vez de elementos de una cierta cultura marginal procedente de su generación, que a su vez bebe de fuentes más antiguas.
Freeze Corleone, un rapero abstruso pero explícito
Analizaremos el caso de Freeze Corleone (seudónimo de Issa Lorenzo Diakhaté), rapero francés. Es una figura singular en el mundo del rap francófono. Distante, no concede entrevistas y se sitúa al margen del rap francés. Nacido en Francia el 6 de junio de 1992 en Les Lilas, pero residente en Senegal, provocó una polémica en septiembre de 2020, pocos días después del lanzamiento de su álbum, LMF (por La Menace Fantôme). La LICRA le acusó de ser abiertamente antisemita y de jugar con los códigos del neonazismo. La construcción intelectual del rapero se ahoga en una masa de referencias a la cultura pop y a la contracultura, como Star Wars o el universo de los superhéroes (Marvel o DC Comics), todo ello redactado en un lenguaje deliberadamente abstruso y aderezado con una forma de afrocentrismo esotérico, el kemitismo. Sus textos también están influidos por el antifascismo típico de la extrema derecha.
LMF, publicado en 2020, es su primer álbum editado en CD y distribuido por Universal Music France, en el que encontramos sus obsesiones, ya presentes en sus anteriores producciones digitales: la conspiración, el esoterismo, las contraculturas y los judíos. Pero, confinadas a ámbitos contraculturales, no provocaron ninguna reacción.
Su álbum fue un éxito comercial desde un principio y fue defendido por periodistas y raperos que pretendían restar importancia al carácter delictivo de su contenido. Según estos últimos, debería haberse dado prioridad a la innegable calidad artística de las producciones del rapero. La provocación es también una marca característica de los raperos: el álbum LMF, que debía ser publicado el 7 de enero de 2020, se aplazó al 11 de septiembre de 2020 (por el 11 de septiembre de 2001), y el álbum digital Projet Blue Beam se puso a disposición para su descarga el 13 de noviembre de 2018 (aniversario de los atentados del 13 de noviembre de 2015).
Una escena de rap plagada de teorías conspirativas
Una franja de la escena del rap, la más underground, desempeña un papel importante en la difusión de teorías conspirativas y/o antisemitas entre una población relativamente joven y a menudo ideológicamente inmadura, a diferencia de otras escenas musicales «comprometidas». Como prueba de ello basta con ver el número de visitas que obtienen algunos grupos de rap en YouTube. La tendencia más contracultural de estos grupos transmite un discurso difuso, teñido de conspiracionismo (Nekfeu, El Matador, Keny Arkana, etc. por poner sólo ejemplos franceses) y a veces de antisemitismo (como el rapero Wiley en el Reino Unido, Kholardi en Noruega, Bissy Owa en Bélgica, etc.). Este género musical, originario de los guetos afroamericanos de Estados Unidos, ha conservado la imagen de escena subversiva entre los adolescentes y los jóvenes, aunque los raperos, a pesar de su imagen de «chicos malos» que se sigue promoviendo hoy en día, son ante todo hombres de negocios que gestionan muy bien su imagen. A medida que el rap se fue «normalizando» en 1990, algunos músicos, deseosos de conservar este aspecto subversivo, tuvieron que radicalizar su discurso, a menudo en un sentido conspirativo. En la franja más underground del rap, por ejemplo, encontramos regularmente críticas a la masonería, los Illuminati, los reptilianos, los satanistas, etc., que supuestamente controlan las mentes y el mundo de la «Big Pharma» («j'suis dans le complot comme Big Pharma», tema homónimo del álbum LMF) ...
Projet Blue Beam Intro es el álbum que inició la polémica. En él encontramos al «masón», necesariamente sinónimo de «poderoso», «gobernante», el «judío» (la referencia implícita a la «conspiración judeo-masónica» es frecuente en este rapero), protegido por una supuesta impunidad, o la condena de las «sociedades secretas»:
«Tes fausses merdes sont seulement dorées
J’avance avec mes frères
Comme un franc-maçon
Mon âme pour du cash ou des ’tasses
Merci sans façon»
«Tu falsa mierda es sólo oro
Camino con mis hermanos
Como un masón
Mi alma por dinero o copas
Muchas gracias».
(JPMA de «J'vendrai pas mon âme»)
Las referencias a la familia Rothschild son también omnipresentes en la obra de Freeze Corleone, que asocia inevitablemente con los Illuminati, el Grupo Bilderberg y Rockfeller, una tríada inevitable entre los teóricos de la conspiración. De hecho, la referencia implícita a la «conspiración judeo-masónica» de la primera mitad del siglo XX es un rasgo frecuente en la obra de este rapero, haciéndose eco de viejas tonterías conspiracionistas de extrema derecha difundidas en Francia por Henry Coston. Las similitudes son asombrosas: al igual que Coston, el «masón» de Corleone es necesariamente judío. Manipula en la sombra, siendo intocable y rico. Ambos repiten sistemáticamente los tópicos sobre la familia Rothschild. En un estudio sobre el antimasonismo en el rap, Julien Montassier explica que: «El masón también es Illuminati, reptiliano, satanista, gobierna el mundo, controla las mentes a través de la «Big Pharma» o los «chemtrails», diezma África con el sida y el ébola, fomenta atentados, persigue a los católicos, persigue a los musulmanes [...] El masón es la fuente de todos los males y el culpable de todos los crímenes y, sin embargo, no tiene que rendir cuentas a nadie [1]».
Se trata claramente de un discurso antijudeo-masónico idéntico al de los conspiracionistas de extrema derecha, pero con algunos temas nuevos. A excepción de estas referencias, la estructura antimasónica sigue siendo similar: los francmasones, una sociedad secreta en expansión, están ahí para destruir las naciones y los fundamentos religiosos o tradicionales de las sociedades. Barruel ha perdurado en el tiempo.
Además, todos estos raperos se presentan como adeptos de la «reinformación»[2] y pretenden demostrar la existencia de una «oligarquía» que manipula una «democracia fascista» (sic), según las frases utilizadas por Rockin'Squat (alias Mathias Crochon, hermano de Vincent Cassel e hijo de Jean-Pierre Cassel), antiguo miembro del grupo Assassin, en el tema «Démocratie fasciste article 3». Inicialmente de tendencia política izquierdista, Crochon se inclinó progresivamente hacia el conspiracionismo, hasta el punto de convertirse en partidario de la activista afrocentrista y antisemita Kemi Seba. Un ejemplo es el título «Illuminazi 666» (2009), que toma el término «Illuminazi» del periodista conspiracionista estadounidense Anthony Hilder. Su texto explica que la gente está sometida a una política de desinformación orquestada por la mítica sociedad secreta Illuminati. Es evidente que el rapero insta a su público a abrir los ojos. Se define a sí mismo como un rapero «consciente». Otros raperos, como Mysa, asocian conspiración, antisemitismo y defensa del Islam; en 2007, Mysa cantaba en su álbum «Le cercle»:
«Illuminati, Nouvel Ordre Mondial, franc-maçon ou sioniste/
La même merde et pour l’information on s’enlise dans le chaotique»
«Illuminati, Nuevo Orden Mundial, masón o sionista/.
La misma mierda, y cuando se trata de información, estamos sumidos en el caos».
El auge del tema de la conspiración entre los raperos francófonos está vinculado a un movimiento más profundo originado en Estados Unidos. El grupo Army of Pharaoh fue uno de los primeros en desarrollar esta temática hacia 2005-2010. Freeze Corleone recoge esta herencia. La canción «Bâton rouge» es explícita en este sentido:
«Fuck un Rothschild, fuck un Rockfeller/[…]
L’objectif se rapproche
J’arrive déterminé comme Adolf dans les années 30»
«Que se joda un Rothschild, que se joda un Rockfeller/[...].
El objetivo está cada vez más cerca
Vengo tan decidido como Adolf en los años 30».
(Bâton rouge)
Freeze Corleone también desarrolla otros temas conspirativos, que también están presentes en la obra de los teóricos actuales del «Estado Profundo», un tema que hicieron famoso los activistas del movimiento Qanon. Lógicamente, encontramos en su obra varios referentes del movimiento conspirativo estadounidense, como «MK Ultra» y «HAARP». El primero era un proyecto de la CIA de los años 70 sobre el uso de drogas alucinógenas (LSD) y la manipulación mental como parte de actividades subversivas; el segundo, High Frequency Active Auroral Research Program, era un programa para estudiar la ionosfera, pero los teóricos de la conspiración lo han convertido en un programa para la manipulación tanto del clima como de las ondas de radio por parte de una oficina secreta... Como buen observador de la contracultura estadounidense, también retoma la ufología, otro tema conspiracionista. El Proyecto Blue Beam Intro, por ejemplo, es una referencia explícita al Proyecto Libro Azul, un programa de investigación de ovnis dirigido por la Fuerza Aérea estadounidense de 1952 a 1969 que inspiró las fantasías de los conspiracionistas estadounidenses, y que hoy resuena con la noción del «Estado profundo».
Los judíos, siempre los judíos
Por último, no duda en rapear sobre su negación del Holocausto «Tous les jours R à F [rien à foutre] de la Shoah» en S/O Congo, una canción sobre la trata de esclavos, que desarrolla la idea de memorias contrapuestas que está en el centro de la evolución de Dieudonné: la esclavitud y la deportación de las poblaciones africanas no interesan a los occidentales, a diferencia del Holocausto. Aunque no cita a los negacionistas del Holocausto más conocidos, la mezcla de contracultura/negacionismo/conspiracionismo presente en sus textos es un claro indicador que remite a los libros del ufólogo alemán negacionista y conspiracionista Jan Udo Holey, conocido por el seudónimo de Jan Van Helsing, famoso por la serie «Los libros amarillos» (un guiño a la ufología conspiracionista), con un contenido a la vez contracultural, antisemita y negacionista del Holocausto. Corleone le dedica un título en 2019, «Livre Jaune 1 à 7, S/o Van Helsing», en Niribu, un álbum de Osirus Jack.
La mezcla que resulta de esta visión del mundo, destilada en canciones con aire misterioso para un público joven, es una mezcla de contracultura, antisemitismo, negación del Holocausto, extraterrestres y teóricos de la conspiración. No hay ninguna referencia a la religión musulmana en este vertiginoso caleidoscopio, contrariamente a lo que han afirmado algunos expertos de los medios de comunicación.
Podríamos pensar que tal logorrea sería la excepción, pero no es el caso en la escena del rap. El auge de este tipo de discurso entre los raperos francófonos es especialmente preocupante, ya que se difunde ampliamente entre los aficionados al rap, poco versados en las sutilezas retóricas de sus artistas favoritos y en sus discursos abiertamente ideológicos. Esto es tanto más preocupante cuanto que este tipo de retórica va en aumento desde hace unos diez años y, sobre todo, que pocos grupos son castigados por la ley. Pero es cierto que las escenas contraculturales, difíciles de abordar, pasan a menudo bajo el radar de la ley. El auge de los temas conspirativos y antisemitas también está relacionado con el dinero que generan. Este género musical se ha convertido en una próspera industria, que vende ingentes cantidades y, como consecuencia, difunde sus nauseabundos mensajes a gran escala.
Como vimos con el caso de Frío Corleone, el antifrancmasonismo contemporáneo se nutre de diversos discursos y orígenes. Al igual que sus predecesores, su antimasonismo está vinculado a una visión conspirativa del mundo y a una visión errónea de la masonería. La ve como una sociedad secreta nociva, pero sin poder dar más precisiones, retomando los esquemas antimasónicos clásicos: una sociedad secreta de contenido mágico – a menudo satánico –; una sociedad secreta formada por personas de dudosa moralidad, atraídas por el señuelo del lucro; un grupo político secreto que gobierna el mundo, etc. Por tanto, la crítica se queda en el nivel de una generalidad casi metafísica, que se funde con los Illuminati. Para ponerlo en perspectiva, hay que reconocer que este malentendido y esta visión equivocada eran los mismos del siglo XIX.
¿Estamos ante una nueva forma de antimasonismo? Basándonos en el material y los temas utilizados por este rapero, creemos que estamos ante el mismo antimasonismo que en el siglo XIX y principios del XX, ahogado en una masa de referencias contraculturales. En efecto, no ha surgido ningún tema nuevo, a excepción de la referencia a los Illuminati, pero ésta se ha forjado a partir de material conspirativo antiguo (la masonería como sociedad secreta satánica, como sociedad clientelar y elitista, como grupo antirreligioso, incluso pedófilo, etc.).
Notas:
[1] Citado en Olivier Dard, «¿De l'ancien au nouveau? Facette de l'antimaçonnisme français contemporain», en Jean-Philippe Schreiber (ed.), Les Formes contemporaines de l'antimaçonnisme, Bruselas, Éditions de l'Université Libre de Bruxelles, 2019, p. 49.
[2] El término «reinformación» es un concepto utilizado por la extrema derecha y luego por los teóricos de la conspiración, desde la década de 2000, que se presenta como una «alternativa» al contenido necesariamente engañoso de los «medios de comunicación oficiales». En la práctica, se trata de promover una «contrainformación» que no esté manipulada por la «corrección política» ni por los gobiernos. En ciertos aspectos, sobre todo en las estrategias utilizadas, la «reinformación» se acerca a la desinformación y a la propaganda ideológica.
Fuente: https://tempspresents.com/2025/03/26/rap-et-antimaconnisme/
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No me acuerdo donde lo leí, seguro en Página 12 (porque sí soy el tipo de zurdo peroncho que vive leyendo Página, escuchando a la Negra, leyendo a Galeano, etc.) pero había un pensamiento interesante que esta nueva ultraderecha latinoamericana es sincretista en el hecho que toma todo lo más extremo y de derecha de distintas religiones. Milei y su banda son un caso emblemático porque se codean con ultracatólicos, evangélicos conservadores, sionistas, la New Age y las "energías" (Karina Milei la que habla con los perros, limpieza espiritual), la pseudociencia, y por supuesto metidos por ahí el fascismo y el neonazismo que ya de por sí tienen su componente esotérico, todo una cosa incoherente pero siempre del lado del conservadurismo y del individualismo capitalista.
Sincretismo de derecha. Que cosa más bizarra y espantosa.
#cosas mias#lo único que les faltaría es extremismo islámico e hindutva#o no sé algo de zoroastrianismo no tienen?
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