#minhas escritas
Explore tagged Tumblr posts
soprodemar · 4 months ago
Text
Que eu consiga não me culpar quando sei que os outros também erraram comigo.
413 notes · View notes
sonhosblog · 12 days ago
Text
Sou um nome esquecido em uma conversa que segue sem mim, um rascunho rabiscado e abandonado na gaveta da existência.
Os olhos passam por mim, mas não me veem, as vozes ressoam ao redor, mas não me tocam.
Sou a peça errada de um quebra-cabeça completo, o detalhe invisível de um quadro que nunca precisou de mim. Mesmo cercada de rostos e risadas, sinto o vazio me segurando pela mão, sussurrando que minha presença não faz diferença, que sou um eco que se desfaz no vento.
Aceito convites com o coração apertado, temendo o momento exato em que perceberei que sou um corpo estranho, uma nota fora do acorde, um silêncio onde só deveria haver som.
E, às vezes, penso em desaparecer, sumir no ar como um sopro esquecido, evaporar como um sonho que ninguém lembra. Talvez assim, enfim, eu pare de sentir essa dor surda de ser e não ser, de existir sem pertencer.
Mas ainda estou aqui. Mesmo cansada, mesmo sem esperança, ainda respiro, ainda escrevo. E, de alguma forma, isso tem que significar algo.
(Texto autoral).
38 notes · View notes
desmotivacional · 6 months ago
Text
A ilusão de conhecer a verdade sobre alguém
Você pode dizer que me conhece, mas não sabe o que se passa no fundo da minha mente. Você pode acreditar que conhece minhas cicatrizes, mas desconhece sua origem e a dor que causaram. É fácil julgar e rotular alguém com base em percepções superficiais, nunca se aprofundando nas camadas mais profundas de sua existência.
Muitas vezes, carregamos segredos e sonhos, desejos e demônios que mantemos cuidadosamente escondidos atrás de um sorriso ou uma expressão tranquila. Somos astros contidos, cujo brilho é reservado apenas para nosso ser mais íntimo. No entanto, isso não nos impede de compartilhar uma parcela de quem somos, na esperança de sermos compreendidos e aceitos verdadeiramente.
Mas a realidade é implacável, pois mesmo as pessoas que afirmam nos conhecer revelam-se cegas para a complexidade de nossas emoções. Elas acreditam ter desvendado nossos segredos através de pequenos fragmentos de nossa história, ignorando a grandiosidade do vasto oceano de experiências que moldou nossa essência.
Quantas vezes fui surpreendida por olhares incrédulos quando expressei meu verdadeiro eu? As pessoas não esperam a profundidade e a intensidade que emanam de minhas palavras e atos, pois se acostumaram a empobrecer a realidade em suas mentes. Elas preferem uma versão diluída e simplificada, o conforto de uma imagem fácil de digerir.
As pessoas apenas veem a superfície, aquilo que quero mostrar ao mundo. Elas observam meu sorriso, minhas escolhas e minhas atitudes, mas ignoram as feridas que marcaram minha jornada. Não têm ideia dos fantasmas que assombram meus pensamentos, das inseguranças que corroem minha alma. Elas não entendem que sou capaz de coisas que jamais imaginariam, que há um fogo interior que arde intensamente.
Mas quem sou eu para julgá-las? Compreendo que a complexidade humana é muitas vezes intimidante e assustadora. É mais fácil rejeitar a parte de nós que não se encaixa em suas expectativas e conceitos pré-concebidos.
No entanto, apesar de todas as máscaras que possamos usar, de todas as facetas que mostramos ao mundo, há um universo completo dentro de nós mesmos. Somos multidimensionais, compostos por histórias não contadas e mistérios não revelados. E é somente nos momentos de solidão e autodescoberta que podemos começar a decifrar os segredos de nossa própria alma.
Então, para todas as pessoas que afirmam me conhecer, eu digo: vocês não me conhecem. Apenas eu conheço a vastidão de minha existência, a intensidade de minha paixão e a coragem de minha alma. As feridas que carrego e os medos que enfrento são parte da minha jornada pessoal, e somente eu posso desvendá-los e confrontá-los. Então, parem de dizer que me conhecem. Parem de acreditar que têm o conhecimento completo sobre quem eu sou. Vocês não sabem nem mesmo as histórias mais básicas da minha vida, quanto mais as complexidades emocionais que carrego.
A verdade é que não se trata apenas de mim, mas de todos nós. Ninguém conhece outra pessoa em sua totalidade. Somos seres complexos, labirintos de emoções e experiências. Assim como eu me conheço verdadeiramente, apenas você pode se conhecer em sua essência mais profunda.
Ninguém pode conhecer verdadeiramente alguém, pois todos somos seres em constante evolução. Cada novo dia traz uma nova faceta de nós mesmos. Portanto, é arrogância afirmar que se conhece alguém completamente.
No fim das contas, só podemos nos conhecer a nós mesmos. Só nós temos a chave para desvendar todos os segredos que nos habitam. Então, em vez de perder tempo tentando desvendar os outros, mergulhemos mais fundo em nós mesmos.
@desmotivacional
68 notes · View notes
souamorte · 6 months ago
Text
Comparações
Uma palavra que, desde sempre, despertou em mim um profundo desconforto. Sempre odiei o significado desta palavra, pois nunca fez sentido para mim. Por que deveríamos nos comparar com outra pessoa quando nossas realidades são completamente diferentes?
Somos únicos, indivíduos singulares, com experiências, ideias e dificuldades que nos tornam seres distintos. Então, qual é a lógica de acreditarmos que devemos ser iguais a alguém? Por que acreditamos que devemos viver a vida de uma determinada maneira, ter o corpo perfeito de acordo com alguma padronização ou pensar como outra pessoa?
Essas comparações nunca fizeram sentido para mim desde que eu era criança. Lembro-me vividamente de quando minha mãe disse: "Fulana tem a mesma idade que você e já faz isso". Naquele momento, eu me perguntei: "Tudo bem, ela tem a mesma idade, mas será que tem a mesma realidade que eu? As mesmas dificuldades? As mesmas experiências? As mesmas ideias?". Era claro para mim que não. Cada um de nós carrega consigo uma história única, uma vivência pessoal e singular.
Não importa se não temos a mesma vida de alguém, o mesmo corpo "perfeito", os mesmos pensamentos. Porque a verdade é que não fomos feitos para sermos iguais a ninguém. Fomos feitos para sermos nós mesmos, autênticos e verdadeiros. Fomos feitos para valorizar nossa própria jornada e entender que a comparação só nos leva a um vazio sem sentido.
Comparar-se com os outros é negar a si mesmo. É subestimar a beleza de nossas individualidades, a força de nossas singularidades. É ignorar que a diversidade é o que torna o mundo um lugar tão incrível e inspirador. Não devemos nos comparar, devemos abraçar com amor e compreensão a história que carregamos em nosso peito.
Acredito que a sociedade nos pressiona a nos encaixarmos em determinados moldes, a sermos iguais, mas isso é um equívoco. Não nascemos para ser cópias uns dos outros, mas sim para desenvolvermos nossa própria identidade, para sermos verdadeiros com nós mesmos.
Devemos aprender a olhar para nós mesmos e valorizarmos a nossa própria história. Não permitamos que a pressão social nos faça acreditar que precisamos ser iguais a alguém. O valor está em ser autêntico, em ser fiel às nossas próprias convicções.
Precisamos parar de nos comparar e começar a celebrar nossas diferenças. Em um mundo repleto de cópias, sejamos originais. Que cada um possa encontrar sua própria voz, seu próprio caminho, e viver de acordo com a sua própria verdade.
A verdadeira beleza está na diversidade, na aceitação de quem somos e no respeito às nossas particularidades. Não se compare, se inspire, se motive e se ame profundamente, exatamente como você é. O seu valor não está em ser igual a alguém, mas sim em ser autêntico e único.
@souamorte @desmotivacional
71 notes · View notes
dediqueime · 5 months ago
Text
Até quando irei me culpar, por coisas que estão longe do meu controle?
51 notes · View notes
vozesdameianoite · 8 days ago
Text
Gosto dos dias cinzas e chuvosos, me sinto acolhida pela falta de cores e o gélido do cair da noite, o silêncio e as luzes da cidade, o blues e ao minha solidão, sinto o vazio me tocando, minhas dores me sufocando, é o momento onde eu crio os meus demônios e os destruo.
- Katiene Souza
25 notes · View notes
underwaterteeth · 3 days ago
Text
eu não vou te ver de novo
eu não vou te sentir de novo
eu não vou te querer de novo
eu nunca mais vou te ter
e o amor vai parar de fazer sentido
mas quando eu sinto sua falta
eu vejo meu coração queimar
porque eu tentei acender uma chama
em todas as outras pessoas
em todas as outras conversas
em todos os outros olhares
em todos os outros toques
e nada fez eu amar outra vez
8 notes · View notes
sieanityr · 3 months ago
Text
Às vezes tenho a sensação de que apenas eu consigo perceber a preciosidade que tudo carrega
Às vezes parece que só eu tenho a percepção do quão a vida é curta
A importância dos momentos, das pessoas
Às vezes sinto que apenas eu vejo a verdadeira importância de um abraço
De uma palavra
Por mais simples que seja
Um cumprimento
A verdadeira apreciação da existência parece ser algo que poucos sentem
Apenas eu pareço olhar com delicadeza pequenos detalhes do mundo em que vivo
Sinto-me sozinha na importância que dou à tudo
Às vezes é solitário chorar pelo que transborda no peito pelo meu amor
Isso é pesado. Tão pesado.
Às vezes
Sinto-me sozinha
Simplesmente
No amar.
3 notes · View notes
viena-sla · 1 year ago
Text
Penso. Sinto. Respiro algo que não identifico. Meu foco e sentimentos estão em coisas que morreram a muito tempo. Não entendo o por que eu estou pensando em coisas do tipo ainda.
Sou um anjo por amar quem amo?
Ou um demônio por odiar quem odeio?
Não sei a resposta para a maioria das perguntas que faço.
23 notes · View notes
naquelamesa · 2 years ago
Text
DOS LIVRAMENTOS DA VIDA
"Agora entendo porque estou sozinho. As pessoas não estão se livrando de mim, me jogando de escanteio, ou coisa do tipo.. mas estão me livrando delas mesmas, e de suas maldades."
Patrick Gomes da Silva
20 notes · View notes
soprodemar · 1 year ago
Text
Mulheres bonitas vem com buracos no peito e uma mente fodida.
90 notes · View notes
desmotivacional · 2 months ago
Text
Oi, eu sou a Morte.
Mas, por favor, não se assuste. Não sou literalmente a ceifadora de almas, mas sim uma alma que foi apelidada de "Morte" há anos atrás, quando eu vestia preto todos os dias na escola.
Antes, eu ria desse apelido. Uma piada tola, pensei. Mas agora, ele me veste bem. A morte e eu nos tornamos íntimas, uma presença constante em minha vida. Desde pequena, a perda era uma sombra que me seguia. Lembro-me do dia em que meu gato, em sua tentativa de me seguir, encontrou seu fim sob as rodas de um caminhão. O som dos ossos dele se quebrando ainda ecoa em meus ouvidos.
Fui para a escola naquele dia, o rosto uma máscara de normalidade enquanto o pânico rugia dentro de mim. Anos mais tarde, foi meu cachorro que sucumbiu, não a um caminhão, mas a um enxame de abelhas. Ele cavou, desesperado por refúgio, mas a morte foi mais rápida. E eu? Trancada em casa. Minha avó me trancou em casa, protegendo-me das abelhas, mas não da dor da perda.
Na escola, eu era uma ilha cercada por um mar de rostos indiferentes, até que ela chegou. Uma nova aluna, um espírito gentil em um mundo cruel. Pura, doce, sincera. Ela era tudo o que alguém poderia desejar em um amigo. E então, ela também se foi, por escolha própria.
Escrevo sobre ela, mas é claro que as palavras nunca mudam o final. A morte é uma história com um único desfecho, e ela me ensinou isso da maneira mais dura.
A depressão veio como uma velha amiga, trazendo pensamentos sombrios que me assombravam. Foi quando Marley entrou na minha vida, um cachorro que trouxe luz à escuridão. Ele era alegria, era vida, e por um momento, os pensamentos ruins se dissiparam.
Mas, como você deve ter adivinhado, estamos falando de mim, a Morte. E Marley não durou. Envenenado pela maldade humana, levaram-no de mim, e os pensamentos ruins voltaram, mais fortes do que nunca.
É irônico, não é? A Morte, assombrada pela morte. Tudo que é bom parece morrer ao meu redor, como se eu fosse uma maldição para a vida. E a maior ironia de todas? Eu, a Morte, já pensei em me juntar aos que perdi. Cartas de despedida escritas, mas nunca enviadas. Sim, é irônico. E, de certa forma, é até engraçado que a Morte pudesse ter morrido.
Eu olho para trás e vejo a ironia. A Morte, contemplando sua própria morte. É quase cômico, se não fosse tão tragicamente verdadeiro. Mas aqui estou, ainda respirando, ainda lutando, ainda vestindo preto. Não por luto, mas como um desafio à própria morte. Porque, no fim, até mesmo a Morte se recusa a morrer.
Eu sou a Morte, cercada pela morte, mas ainda assim, desesperadamente agarrada à vida.
@desmotivacional
36 notes · View notes
souamorte · 2 months ago
Text
Tumblr media Tumblr media
Testemunha do Tempo
Em cada tijolo desgastado, em cada vidro estilhaçado, há fragmentos de histórias perdidas, sussurradas pelo vento que atravessa este lugar desolado. Esta casa, agora devorada pelo tempo e pela natureza, um dia foi um lar pulsante, repleto de vida e sonhos. Agora, ela repousa como uma sentinela solitária, testemunha de um passado que insiste em não ser esquecido.
O tempo, implacável em sua marcha silenciosa, transformou este refúgio em ruínas, mas não conseguiu apagar a essência do que um dia foi. Cada rachadura nas paredes, cada sombra que dança nas tábuas do piso, são lembranças vivas daquilo que permaneceu, mesmo depois que todos partiram. A casa, em sua decadência melancólica, nos faz refletir sobre a efemeridade de nossa existência e a inevitável passagem do tempo.
Ao olhar para estas imagens, somos transportados para um mundo de memórias e emoções que transcendem o presente. A beleza crua da decadência nos lembra que, mesmo em meio à destruição, há uma certa poesia naquilo que persiste. Esta casa, agora em pedaços, ainda guarda em suas entranhas as risadas, as lágrimas, os suspiros e os sonhos de quem por aqui passou. É uma lembrança dolorosa, mas também bela, de que, mesmo depois que partimos, deixamos um pedaço de nós em cada lugar, em cada momento vivido.
Assim como o tempo transforma e altera, ele também revela e eterniza. As ruínas nos falam de resiliência, de lembranças que se recusam a desaparecer, de um lugar que, apesar de tudo, permanece. Cada canto desta casa é uma página de um livro que nunca será totalmente lido, mas que ainda assim, conta uma história profunda.
Há uma beleza melancólica em aceitar que, assim como esta casa, somos todos passageiros no fluxo incessante do tempo. E, enquanto o mundo muda ao nosso redor, as lembranças e as marcas do que um dia fomos permanecem, imortais, como testemunhas silenciosas de nossa passagem por esta jornada chamada vida.
@souamorte @desmotivacional
23 notes · View notes
dediqueime · 5 months ago
Text
"Você ainda está aí?" - disse com os olhos marejados.
"Eu sim, mas você nunca esteve. Enquanto fiz de tudo por nós, eu pedi apenas que me esperasse, Mary!" - Mason respondeu, a voz rouca e embargada de tristeza. Ele respirou fundo, buscando palavras em meio ao turbilhão de emoções. - "Se você não me amava, por que me deu esperança? Por que alimentou esse sonho se, no fundo, sabia que iria embora?"
Mary baixou o olhar, sentindo o peso da verdade. O que dizer quando as palavras falham e o arrependimento pesa? O silêncio se instalou, preenchendo o espaço entre eles com memórias e promessas quebradas.
21 notes · View notes
vozesdameianoite · 17 days ago
Text
Cansei de superficialidades, meu bem!
Como poeta, preciso estar intensamente submersa a algo ou alguém, onde a luz seja incapaz de tocar, até sentir mais do que a própria apatia pesando meus ombros cansados, até que as estrelas voltem a brilhar em meus olhos.
- Katiene Souza
24 notes · View notes
underwaterteeth · 20 days ago
Text
Ouço teu choro, mas não sei o porquê de você estar vivendo tão distante de você mesmo.
Tentei encontrar um motivo para você carregar tanto vazio e esperar tanto de mim, mesmo sem entender como você despertou em tantas manhãs e nunca me viu ali.
Foram sonhos repletos de texturas, foram toques tão carnais, foi tudo o que nunca te fez pensar em coincidências tão fúteis.
Você se perdeu nos seus próprios olhos, mas não descobriu onde eles estavam antes disso, como se nem mesmo fossem seus.
Quando mantém um segredo, você sente que explode sua própria confiança.
Ao se olhar no espelho, você não vê seu próprio corpo.
Você continua sonhando em conseguir acreditar que não vive com os olhos fechados.
Foi tudo perto da verdade, mas tão longe da certeza.
Uma mente repleta de realidade, mas pouco vívida para um ser como você, cheio de vida.
No fim do dia, você ainda carrega esperança, aquela que a vida te deixou antes de você deixá-la ir embora.
2 notes · View notes