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"Un amore felice" di Wislawa Szymborska x Léon-Marie-Joseph Billardet, Abelardo istruisce Eloisa, dettaglio, 1847, Nantes, Musée d'Arts. ✨
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Umberto Eco: Vita, Opere e Eredità di un Grande Intellettuale. Recensione di Alessandria today
Introduzione.Umberto Eco è stato uno dei più grandi intellettuali del XX e XXI secolo, celebre per il suo contributo alla semiotica, alla filosofia, alla critica letteraria e alla narrativa. Autore di saggi fondamentali e di romanzi di grande successo, ha saputo coniugare rigore accademico e capacità divulgativa, influenzando profondamente il panorama culturale internazionale. 1. Biografia: Vita…
#Alessandria today#Critica letteraria#cultura e comunicazione.#Cultura italiana#divulgazione culturale#Eredità Culturale#Estetica#Fake news#Filosofia#filosofia medievale#Giornalismo#Google News#Il Nome della Rosa#intellettuali italiani#italianewsmedia.com#Jean-Jacques Annaud#Letteratura#libri di successo#linguistica#manipolazione mediatica#medievalismo#Narrativa#pendolo di Foucault#pensiero critico#Pier Carlo Lava#populismo mediatico#postmodernismo#Premio Strega#romanzi best seller#romanzi storici
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Creio que, se um homem vivesse a vida intensamente, por completo, se desse forma a cada emoção, expressasse cada pensamento, realizasse cada sonho, creio que o mundo ganharia tão renovador impulso de alegria que esqueceríamos todos os males do medievalismo e retornaríamos aos ideais helênicos, a algo mais sofisticado, mais rico até.
O Retrato de Dorian Gray (Oscar Wilde)
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– Porque exercer a nossa influência sobre alguém é darmos a própria alma. Esse alguém deixa de pensar com os pensamentos que Lhe são inerentes, ou de se inflamar com as suas próprias paixões. As suas virtudes não lhe são reais. Os seus pecados – se é que os pecados existem – são emprestados. Tal pessoa passa a ser o eco da música de outrem, o ator de um papel que não foi escrito para si. O objetivo da vida é o nosso desenvolvimento pessoal. Compreender perfeitamente a nossa natureza – é para isso que estamos cá neste mundo. Hoje as pessoas temem-se a si próprias. Esqueceram o mais nobre de todos os deveres: o dever que cada um tem para consigo mesmo. É certo que não deixam de ser caritativos. Dão de comer aos que têm fome e vestem os pobres. Mas as suas almas andam famintas e nuas. A coragem desapareceu da nossa raça. Ou talvez nunca a tivéssemos tido. O temor da sociedade, que é a base da moral, o temor de Deus, que é o segredo da religião – eis as duas coisas que nos governam. E, contudo (…) se um homem devesse viver a sua vida em toda a plenitude, dar forma a todos os sentimentos, expressão a todos os pensamentos, realidade a todos os sonhos, creio que o mundo ganharia um novo impulso de alegria que nos levaria a esquecer todos os males do medievalismo e a regressar ao ideal helênico. Talvez mesmo a algo mais refinado e mais rico que o ideal helênico. Mas o mais ousado de todos nós teme a si mesmo. O selvagem mutilado que nós somos sobrevive tragicamente na auto-rejeição que frustra as nossas vidas. Somos punidos pelas nossas rejeições. Todo o impulso que esforçadamente asfixiamos fica a fermentar no nosso espírito, e envenena-nos. O corpo peca uma vez, e mais não precisa, pois a ação é um processo de purificação. E nada fica, a não ser a lembrança de um prazer, ou o luxo de um pesar. Ceder a uma tentação é a única maneira de nos libertarmos dela. Se lhe resistimos, a alma enlanguesce, adoece com as saudades de tudo o que a si mesma proíbe, e de desejo por tudo o que as suas leis monstruosas converteram em monstruosidade e ilegalidade. Diz-se que as grandes realizações deste mundo ocorrem no cérebro. É também no cérebro, e só aí, que ocorrem os grandes erros do mundo.
Oscar Wilde (O Retrato de Dorian Gray)
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O Tempo é o Senhor da Razão
"O Tempo é o Senhor da Razão" (Parte da introdução à "Filosofia do Abstrato", que apresentamos no canal Sete Raios podcast - Evadidos da Matrix).
https://youtube.com/watch?v=nwmRCNbDZzc&si=Ue7gSYerQ_aOz8AH
Há algo grandioso, ainda preservado de um frequente ataque ao “museológico e necessário significado original das palavras”. Digo “museológico”, primeiro porque etimologicamente, o termo “Museu”, está diretamente ligado ao hábito de se preservar, “guardar coisas”, compondo por fim, uma “miscelânea”, como é a comunicação, as palavras e o uso cultural muito milenar que fazemos delas. Mas os ataques cirúrgicos, ideológicos, psicológicos, e multissecular, ao significado e a toda a diversidade das palavras tem transformado nossa capacidade de pensar, de discernir nossa época e determinar nossas escolhas e os rumos da nossa realidade e sociedade , em um verdadeiro resíduo sólido em meio á certo lixo reciclável, que é o resultado da necessidade que temos de permanecer com a nossa própria cultura, em meio a avalanche de informações, opções virtuais e novos hábitos, e “coisas novas”, que nos acediam a todo momento, não isentando nem mesmo as Crianças. Veja bem, sempre foi muito normal, os viajantes, usufruindo da “liberdade mercantil”, portanto da liberdade, levarem e trazerem notícias e tecnicamente, se “contaminarem culturalmente”, levando e trazendo termos, bem como também com isso, proporcionarem certa “contaminação” de uma cultura pra outra. E estou excetuando o domínio cultural por guerra ou mercado, que é a mesma coisa, excetuando que a guerra geralmente é mais rápida que o mercado, que é também guerra. Não preciso lembrar, que essa consequência natural, digo, do hoje avalanche de intercâmbio cultural e de até saudável “contaminação”, é vivida por nós já a mais de trinta anos, multiplicado por mil, o que faziam os tais viajantes, e este ao quadrado, depois da web, web, web. Achamos em meio a “basura”, algumas pérolas, é verdade; como esta “O Tempo é o Senhor da Razão”, mas perguntando a meia dúzia de pessoas, - e olha que as vezes, nos nossos dias, consideram isso, uma “pesquisa extensa”, mas como resultado intelectual de discernimento, ou seja da sua “Consciência” das coisas; percebemos nas respostas, que estamos como o “Rei Nú”, e também não sabemos. Desnudaram nossas palavras e com isso, fragilizaram totalmente nossa “Moral”, enquanto conjunto do que deu certo ao longo dos infindos tempos, até agora e caricaturaram nossa “Razão”, que virou uma precária capacidade de “medir para escolher”, -na maioria das vezes, e em todos os campos, entre os iguais, o “mais do mesmo” ou “é isso mesmo”; dado o “alinhamento hegemônico cultural”, de natureza ideológica econômica, que vem sendo desenvolvido passo a passo há séculos, sobre nossas cabeças, e do qual estamos no limiar do assustador apogeu. Observemos o termo principal da frase, do dito ditado “ O Tempo é o Senhor da Razão”. Das 6 pessoas, como disse que pesquisei, 3 ou seja 50% delas, pensaram no “tempo”, como períodos longos da civilização, onde adquirimos e acumulamos experiências, etc 2 dos entrevistados, ou seja mais de 30% ficaram em dúvida pois todos os dias, “Cientistas do Clima”, nos falam do Clima, como sendo o Tempo, e uma pessoa, da minha pesquisa, (tô sendo honesto), que era eu mesmo, omitiu suas respostas, mas acenou mui positivamente, concordando com o projeto. Veja: -No ensinamento antigo, encarquilhado, desnutrido e fenecido pelo "Iluminismo", que chamou um período metafisicamente muito produtivo anterior de mil anos, a tal Idade Media, de "Idade das Trevas", combatendo o "medievalismo", para vender sua "Narrativa de Reforma Cultura e Iluminação da Civilização ", (- em um projeto que ainda não terminou), enquanto caçava todas as formas de ensino e conteúdos que levavam ao despertar da pessoa, pela renovação progressiva da sua mentalidade, à lucidez e a universalidade, para hegemonizar a sua ideia de reforma e do sedutor novo e libertário, que era o “Pensamento Iluminista”. -Todo uma lucidez dos sábios, se viu reduzida a uma tradição, minguada e em seus vários aspectos, distribuída por monastérios e instituições, " reservadas, ou secretas” uma vez, que foi passo a passo, narrativa por narrativa, "posta em desuso". É evidente que qualquer pessoa, que desconfiar e começar a refletir sobre certos termos, de uso corrente e ainda subsidiando certos "saberes e afazeres, consagrados", e também “ falas e ditados” que sobraram na dinâmica cultura ocidental, em contraponto às tradições contemplativas dos povos orientais, inicialmente verá que parece haver algo errado com o Ocidente; para depois constatar, na sua própria concepção de mundo, que sua formação de raciocínio é totalmente aberrada. Ou seja, a pessoa muitas e muitas vezes, abre mão do que sustenta em seu foro íntimo, para compor-se no pensamento de época, com os entendimentos, hábitos, tendências e comportamentos etc. E não estou falando dessas estratégias massificadoras, que vez por outra, com cara de bom moço nos assaltam, como o “Politicamente Correto”, -atacando nossa capacidade e estilo de pensar, não. Tô falando dos Termos e seus significados. Tempo por exemplo. É tão importante que te transformo em um “macaco pensante” do nada, se de repente lhe retirar, a “Noção de Tempo”, mesmo aberrativa, como a temos normalmente hoje em dia. Mas a situação, é bem mais complexa, como é o caso do uso do caríssimo termo "Razão", que também está na frase; e que é originalmente o "resultante" de todos os nossos atributos mentais, ao número de 72. E a “Razão”, não pode ser aplicada sem “Moral”. Tenho fome. Como qualquer coisa? Não ! Pego o que é do outro para comer? Não. “Penso, logo existo”, é outra boa fala, pra nos debruçarmos posteriormente. Então, nossa forma de raciocínio, - que não é “pensamento”, - que é uma conjugação mais ampla, faz com que uma palavra de um gênero, puxe outra, que a complemente ou justifique, etc Então, falando de “Razão”, como se encontra na frase, ela só é justificada, pela palavra "Moral", que antes do “acender das Luzes”, aparecia nos entendimentos como sendo “a justa posição aplicada da razão”. Era sobre a "Moral", que se aplicava a "Ciência da Razão"... Onde a palavra proto-universal "Razão", e naturalmente seus atributos mentais humanos, se justificava pela sua adequada aplicação, no campo harmônico das coisas, dos conhecimentos e da sociedade e civilização e seus outros valores. Mas, em que transformaram o significado das palavras, e seus atributos mentais pertinentes? Não só destas palavras Senhoras e Senhores... Quem acha que é "poesia" ou até exagero, o "Elogio da Loucura", de Erasmo de Roterdam, em seu grito contra o "Maquiavelismo Social", em sua época, devia chorar ao pensar, no que fizeram a nossa cultura, nos empobrecendo intelectualmente, apenas por conjugar um sistema de ensino dirigido a adequação de mão de obra, em detrimento do poder de pensar o meio. Assim em nossos dias, tentam destruir os direitos humanos, com ações escondidas sob narrativas de “bem comum e por bem da coletividade”; enquanto tentam emplacar seu transumanismo, sob as mesmas narrativas, de “socorro”, enquanto o que querem mesmo, é meter-nos goela a baixo, as máquinas. Sobre o Tempo ser não só, mas tudo o que ele é. Vc pode nos dar a honra, de ouvir, na Play List, onde se encontra o podcast. #filosofia, #matrix #podcast
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Identificar as etapas da evolução da literatura e as correspondências entre África, Brasil e Portugal é um processo abrangente que envolve reconhecer influências mútuas, contextos históricos e temáticas específicas que marcaram cada época. 1. Literatura Medieval (Séc. XII - XV)Mundial: Domínio da literatura oral e religiosa, com poemas épicos, crônicas, e obras de cavalaria. Influência dos valores feudais e da Igreja. Portugal: A literatura medieval portuguesa é marcada pelas cantigas trovadorescas (de amor, amigo, e escárnio) e crônicas reais. Obras como as Cantigas de Santa Maria e os registros de Fernão Lopes se destacam. Brasil: Não há produção literária no Brasil nesta época, devido ao período pré-colonial. África: Literatura predominantemente oral, com mitos, lendas e histórias transmitidas oralmente que preservam a cultura e identidade dos diversos povos. 2. Renascimento e Literatura Clássica (Séc. XV - XVI) Mundial: Redescoberta dos textos clássicos e valorização do humanismo, das artes, e da ciência. Surge a literatura renascentista com figuras como Dante, Petrarca e Camões. Portugal: Grande destaque para Os Lusíadas de Camões, que celebra as descobertas marítimas e a expansão de Portugal. Surge uma literatura que enaltece a pátria e o espírito aventureiro. Brasil: Início da colonização, com textos descritivos dos cronistas e cartas de viajantes, como a Carta de Pero Vaz de Caminha. África: Contacto inicial com a literatura ocidental através dos colonizadores europeus, mas a tradição oral continua sendo o principal meio de transmissão cultural. 3. Barroco (Séc. XVII) Mundial: Época de contrastes e complexidade. O estilo barroco reflete a crise espiritual da época e o conflito entre o sagrado e o profano. Portugal: Poetas como Padre António Vieira e Francisco Rodrigues Lobo expressam uma literatura marcada pela retórica rebuscada e pelos dilemas religiosos. Brasil: Surge a literatura barroca com destaque para Gregório de Matos e o Padre António Vieira, que abordam temas religiosos e sociais com uma linguagem rica em metáforas e ironia. África: A literatura escrita é praticamente inexistente, mas a oralidade permanece forte, enquanto o contato colonial afeta a cultura tradicional.
4. Neoclassicismo e Arcadismo (Séc. XVIII) Mundial: Retorno à simplicidade e aos valores clássicos greco-romanos, com uma poesia bucólica e racional. Portugal: O Arcadismo foca em temas rurais e naturais. O principal autor é Manuel Maria Barbosa du Bocage. Brasil: A Escola Mineira (Arcadismo) surge com poetas como Cláudio Manuel da Costa e Tomás Antônio Gonzaga, que idealizam a vida no campo e criticam o abuso de poder colonial. África: Presença cultural africana em obras brasileiras e portuguesas, enquanto o continente africano ainda permanece com uma literatura fortemente oral.
5. Romantismo (Séc. XIX) Mundial: Exaltação do individualismo, da natureza e da liberdade. Surgem temas nacionalistas e valorização da cultura popular.
Portugal: Almeida Garrett e Alexandre Herculano lideram o movimento romântico, com destaque para o nacionalismo e o medievalismo.
Brasil: O Romantismo brasileiro celebra a identidade nacional com autores como José de Alencar e Gonçalves Dias, que exploram temas indígenas e exóticos.
África: Início da escrita literária africana, embora ainda limitada devido ao domínio colonial. Há o início de uma literatura de resistência e identidade cultural.
6. Realismo e Naturalismo (Séc. XIX) Mundial: Movimentos que buscam representar a realidade de forma objetiva, abordando temas sociais e psicológicos.
Portugal: Eça de Queirós é a grande figura do Realismo português, com obras como Os Maias, que criticam a sociedade portuguesa.
Brasil: Machado de Assis se destaca, trazendo uma visão crítica da sociedade brasileira em obras como Dom Casmurro.
África: Literatura africana começa a questionar o colonialismo, mas a produção literária escrita ainda é limitada.
7. Modernismo (Séc. XX)Mundial: Quebra com a tradição, inovação na forma e no conteúdo, explorando temas como a alienação e o caos urbano.
Portugal: O Modernismo português é liderado por Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, com grande experimentação linguística e introspecção.
Brasil: Semana de Arte Moderna de 1922 marca a ruptura com o passado e a busca por uma identidade nacional autêntica, com autores como Oswald de Andrade e Mário de Andrade.
África: O Modernismo se consolida com autores que abordam temas de identidade e independência. Surgem nomes como Agostinho Neto em Angola e José Craveirinha em Moçambique.
8. Literatura Contemporânea (Séc. XXI) Mundial: Diversidade de estilos e temáticas, com literatura digital, autoficção, e questionamentos sobre o futuro.
Portugal: Expansão de temas universais, como a globalização e a memória histórica, com autores como José Saramago e António Lobo Antunes.
Brasil: Literatura contemporânea aborda temas como urbanização, questões de gênero e minorias, com autores como Conceição Evaristo e Milton Hatoum.
África: Literatura africana reflete questões de identidade, pós-colonialismo e diáspora, com autores renomados como Mia Couto e Chimamanda Ngozi Adichie.
Essa correspondência entre as literaturas de África, Brasil e Portugal mostra como as fases e movimentos literários se entrelaçam, ao mesmo tempo que mantêm particularidades ligadas à história e à cultura de cada país ou região.

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Glossário:
Arcadismo: Influência literária das Arcádias.
Colonialismo: Doutrina ou atitude favorável à colonização ou à manutenção de colónias.
Crónicas: História que expõe os factos em narração simples e segundo a ordem em que eles se vão dando.
Humanismo: Doutrina dos humanistas do Renascimento que ressuscitaram o culto das línguas e das literaturas antigas.
Idealismo: Sistema filosófico que encarece e afirma o valor da ideia.
Medievalismo: Fascinación o idealización de la Edad Media, frecuente en el Romanticismo, donde se retoman temas y personajes de ese período.
Mitos: Relatos tradicionales que intentan explicar fenómenos naturales, valores culturales o creencias religiosas de una sociedad.
Naturalismo: Corriente literaria del siglo XIX que intenta representar la realidad de forma detallada y científica, mostrando el entorno y la herencia como factores que determinan el destino humano.
Pós-colonialismo: Corriente de pensamiento que examina y critica las consecuencias del colonialismo, especialmente en términos de identidad cultural y social en los países que fueron colonizados.
Realismo: Movimiento artístico y literario que busca representar la realidad de manera objetiva, sin idealizaciones. Surgió en el siglo XIX y se caracteriza por abordar temas sociales y psicológicos.
Renacimiento: Movimiento cultural de los siglos XV y XVI que implica un "renacer" de las artes y el conocimiento clásico, destacando el Humanismo y los avances científicos.
Romanticismo: Movimiento literario y artístico del siglo XIX que exalta los sentimientos, la naturaleza, el individualismo y la libertad.
Trovadores: Poetas de la Edad Media que componían y cantaban poemas amorosos o satíricos. Las “cantigas trovadorescas” son un ejemplo en la literatura medieval portuguesa.
Vanguardismo: Movimiento artístico y literario del siglo XX que rompe con las normas establecidas, promoviendo la innovación en la forma y el contenido, y cuestionando temas sociales y culturales.

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LAS ISLAS ETERNAS
«Nos contó Abü Zayd (Ibn Jaldun) que alrededor del año 740 (de la Hégira, julio 1339-junio 1340) llegó el sultán benimerín Abü l-Hasan a Ceuta y hasta él cruzaron un grupo de genoveses en dos galeras por el mar. Le informaron cómo habían partido de Génova, tras disponer provisiones para dos años, y marchado por el mar queriendo abarcar el conocimiento de lo que en él había y circunvalar lo que rodea la tierra habitada. [Yendo] por él pasaron por las Islas Canarias (al-Yuzur al-Jali dat: “las islas eternas”): sus pobladores iban desnudos, desconociendo los vestidos que la gente conoce y tapando mínimamente sus vergüenzas. Cuando desembarcaron en esta isla, saliéronles al paso sus pobladores para expulsarles, pero no resistieron las flechas y huyeron ante ellos. Ellos, los genoveses, dominaron la isla y examinaron qué riquezas había, sin hallar más animal que cabras, y que (los nativos) araban la tierra con cuernos de cabra para sembrar cebada, único alimento (cereal) que tienen. No conocen las armas, sólo tiran piedras; dan vuelta al adversario y le arrojan de prisa las piedras. Cuando aparece el sol por el confín del Este, ante él se prosternan. Al no encontrarles ni riquezas ni vestidos, (los genoveses) se aprovisionaron de su agua, apresaron a algunos y partieron. Siguieron por el mar, hasta casi agotárseles la provisión de agua, y careciendo de su abastecimiento, y temiendo morir, regresaron a la aguada más próxima atrás dejada; se abastecieron y volvieron, mas ya no se alejaron de tierra sino en distancia retornable. Añade (el narrador) que el sultán Abü Salim les pidió entonces algunos cautivos de las Islas, y le hicieron presente de dos hombres, a quienes puso con su servidumbre para que aprendieran la lengua árabe, y así contaron cosas de su situación y decían que las gentes de aquellas Islas nunca supieron del Islam ni tuvieron de él referencia ninguna».
Al-Maqrízi (1339)
[Traducción: María J. Viguera Molíns, “Eco árabe de un viaje genovés a las Islas Canarias antes del 1340”, Medievalismo n. 2 - 1992, pp. 257-258]
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“Porque exercer a nossa influência sobre alguém é darmos a própria alma. Esse alguém deixa de pensar com os pensamentos que lhe são inerentes, ou de se inflamar com as suas próprias paixões. As suas virtudes não lhe são reais. Os seus pecados - se é que os pecados existem - são emprestados. Tal pessoa passa a ser o eco da música de outrem, o actor de um papel que não foi escrito para si. O objetivo da vida é o nosso desenvolvimento pessoal. Compreender perfeitamente a nossa natureza - é para isso que estamos cá neste mundo. Hoje as pessoas temem-se a si próprias. Esqueceram o mais nobre de todos os deveres: o dever que cada um tem para consigo mesmo. É certo que não deixam de ser caritativos. Dão de comer aos que têm fome e vestem os pobres. Mas as suas almas andam famintas e nuas. A coragem desapareceu da nossa raça. Ou talvez nunca a tivéssemos tido. O temor da sociedade, que é a base da moral, o temor a Deus, que é o segredo da religião, se um homem devesse viver a sua vida em toda a plenitude, dar forma a todos os sentimentos, expressão a todos os pensamentos, realidade a todos os sonhos, creio que o mundo ganharia um novo impulso de alegria que nos levaria a esquecer todos os males do medievalismo e a regressar ao ideal helênico.”
Oscar Wilde - O Retrato de Dorian Grey
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🗡Luces resplandecen a través de los ventanales de imponentes arquitecturas, la naturaleza oscura reclama los lugares olvidados y la metrópolis parece rugir cada noche con más fuerza. ¿Has decidido en donde esperarás el final de los tiempos? La multitud de figuras en las sombras te guían hacia el Palacio Imperial, tierra prometida en donde el Príncipe de la Camarilla se complace en recibirte. A pesar de tu extraño parecido a JAMIE CAMBELL BOWER y ser parte de los TOREADOR, eres más que bienvenida a la ciudad LEONE D'AMBROSIO. Si las consecuencias no quieres pagar, deberás respetar cada una de las tradiciones y cuidar siempre tu espalda…
RAWR, la administración de Tierra de Nod se alegra de darte la bienvenida. A partir de este momento cuentas con 24 horas para realizar el envío de la cuenta de tu personaje. Cualquier consulta estamos a tu disposición. ¡Muchas gracias!
OOC
Nombre / Pseudónimo — Rawr Pronombres — Ella Edad — 28 Zona horaria / País — GMT+1 Triggers — Visuales de agujas ¿Estás de acuerdo que tu personaje continúe siendo utilizado por la administración como PNJ en caso de unfollow? — No
IC
Nombre — Leone D'Ambrosio Faceclaim — Jamie Campbell Bower Pronombres — Él Nacionalidad — Británico-Italiano Fecha de nacimiento — 1829 Año en el que se convirtió en vampiro — 1860 (31 años) Generación asignada — 12 Clan y secta — Toreador, Camarilla (cupo 4) Detallar el nivel que posee en cada disciplina — Presencia 2, Auspex 2
Personalidad—
Manipulador. Cuídate del león con ojos de cordero, pues conseguir todo lo que desea le ha sido desde siempre un talento innato, y hay pocos límites que no esté dispuesto a cruzar para conseguir sus objetivos.
Cobarde. No confíes en él para dar la cara o para cubrir ninguna espalda. Aborrece las peleas físicas, y de las dialécticas solo escoge aquellas que sabe que puede ganar.
Inestable. En los momentos críticos, sus emociones prevalecen y dictan sus actos, que a menudo pueden ser impredecibles. Puede ser encantador o violento y malhumorado, depende de cómo se levante.
Carismático. No es una fiesta hasta que Leone llega. Tiene un don natural para mover y conmover a las personas, aunque sus intenciones no sean siempre honestas.
Resiliente. Si de los valientes se cuentan historias, es porque solo quedan los demás para narrarlas. Bajar la cabeza en el momento correcto y escoger bien sus alianzas es lo que ha mantenido a un vástago nada extraordinario como Leone vivo durante todo este tiempo.
Talentoso. En un mundo de inmortales, sus pseudónimos se pierden y diluyen en las aguas del tiempo; pero fue brillante en su primera vida, y su genio se lo llevó a la siguiente.
¿Quiénes eran antes de ser vampiros y qué mantienen de su antigua vida? — Nació en Londres de inmigrantes italianos con el nombre de Francis Raphael D'Adamo, aunque hace tiempo que no utiliza ese nombre y se dedicó al retrato, la pintura mitológica, histórica y alegórica. Eran otros tiempos, antes de Clare, del vampirismo, de abandonar la hermandad prerrafaelita y, sobre todo, de París. De su vida mortal queda una amplia obra pictórica firmada como Raffaello D'Adamo, y una entrada en wikipedia sobre sus aportaciones al medievalismo pictórico del siglo XIX.
¿Qué sabe sobre quien los convirtió en vampiros? — Clare Worthington era una vástago de la Hebra Argenta, una coterie arraigada en los valores tradicionales británicos que buscaba mantener su estatus económico y social como aristócratas frente a la amenaza de la Revolución Industrial. Tras la cara del ghoul al que en público llamaba “su marido”, financiaba a artistas, periodistas y pensadores cuyos valores se alineaban con sus intereses. Francis fue uno de estos artistas, que destacaba no solo por su pintura, sino también por su extraordinariamente vocal presencia pública. Trabajó bajo su mecenazgo varios años, hasta que accidentalmente su curiosidad le llevó a descubrir su secreto. La mujer movió contactos para que el Príncipe le permitiera abrazarle, en vez de eliminarle.
Curiosidades —
Casi dos décadas tras su abrazo, y cada vez más descontento con los ideales que había defendido durante más de medio siglo, viajó a Francia, donde acabó asimilando la modernidad, el modernismo, y sobre todo el desfase de la Belle Époque, al menos mientras la paz duró.
Durante un tiempo en Barcelona tuvo un rebaño casi sectario, a todas luces un peligro para la Mascarada. Su estrecha relación con la Príncipe del momento le sirvió para que esta hiciese la vista gorda.
Actualmente trabaja como artista de storyboard, aunque ha pasado por casi tantas ocupaciones como nombres. No es algo que le apasione tanto como la pintura, pero fue un capricho al que tiene pensado dedicarle un par o dos de décadas.
Llegó a Tokyo persiguiendo a su última obsesión: un humano con el que solía trabajar en Vancouver, que volvió a casa al terminarse su visado. Su nombre es Kenzo Yoshioka, pero le ha perdido la pista por completo.
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Los procesos de formación del feudalismo: La península Ibérica en el contexto europeo - Libro
El feudalismo es uno de los grandes temas del medievalismo. Un término usado tanto en la práctica historiográfica como en otros discursos y en la cultura popular. Pero es un neologismo moderno con distintas acepciones, generalmente peyorativas. Este libro parte de su consideración como una herramienta útil para el análisis historiográfico. El feudalismo y los procesos de feudalización fueron…

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CONVEGNI / Medievalismo e orientalismo: a Urbino e Gradara due "esotismi" a confronto
#CONVEGNI / #Medievalismo e #orientalismo: due "esotismi" a confronto IX edizione per il convegno "#Medioevo fra noi" che si terrà dal 6 all'8 luglio a #Urbino e #Gradara
Il Medioevo esiste solo negli occhi dei moderni, così come l’Oriente esiste solo nello sguardo degli occidentali. I due concetti Medioevo e Oriente sono simili fra loro, perché indicano qualcosa di diverso da noi. Così, l’esotismo temporale del Medioevo immaginato come tempo delle promesse e delle origini corrisponde all’esotismo spaziale dell’Oriente immaginato come luogo di un altrove ricco di…

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#convegni#eventi#Gradara#Istituto storico italiano per il Medioevo#Marche#Medioevo#Oriente#Polo Museale delle Marche#Università di Urbino#Urbino
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"La belle dame sans merci", ("La bella dama senza pietà"), 1901, di Sir Frank Bernard Dicksee (1853-1928), pittore e illustratore londinese, erede della lezione dei Preraffaelliti. Il dipinto è ispirato all'omonima ballata del poeta John Keats e, come in questa, compare qui il tema (filo conduttore di molte opere preraffaelliti) della donna seducente, ammaliatrice e pericolosa, che distoglie il cavaliere dalla sua sacra e legittima missione cristiana. Le caratteristiche mistiche, fatate e oniriche della dama sono evidenziate, oltre che dalle sue caratteristiche fisiche e dal suo sguardo bellissimo e "pietrificante", dal ricorso agli ornamenti floreali e, in generale, dai fiori presenti nella scena (rosa come simbolo si sensualità, voluttà, papavero come metafora di oblio, storditezza e sonno eterno). Il potere insidioso e il dominio della dona preraffaellita sul sesso maschile viene inoltre rappresentato dal cavallo montato dalla dama, nero, imponente e maestoso, a farne quasi una reinterpretazione dei Cavalieri dell'Apocalisse. Molto dettagliato e curato, inoltre, l'equipaggiamento del cavaliere, ispirato alle armature inglesi utilizzate tra Tardo Medioevo e Rinascimento. Splendido il contrasto tra il movimento, l'incedere sinuoso della dama, quasi improvviso, nella foresta, e l'immobilità del cavaliere, che resta impassibile di fronte alla bellezza ed alle arti seduttive della dama fatata, afferrando d'istinto, quasi a comando, le briglia dello stallone. Nicolò Maggio @nicomaggio.inthemiddleage #preraffaellitiamoreedesiderio #preraffaelliti #medievalism #medievalismo #pitturainglese #romanticismo #romantic #belladama #senzapietà (presso London, United Kingdom) https://www.instagram.com/p/CRgnsmGFeXNAUkggLNm4q63v0ZrMWF0r1iHRHE0/?utm_medium=tumblr
#preraffaellitiamoreedesiderio#preraffaelliti#medievalism#medievalismo#pitturainglese#romanticismo#romantic#belladama#senzapietà
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O sentimento que, necessária e felizmente, temos do passado, esse sentimento que em geral cada um de nós lenta e laboriosamente adquiriu e afinou, esse sentimento nos pega pelo pé. É preciso sabê-lo, e dizê-lo. O passado se oferece a nós como uma mina de metáforas com a ajuda das quais, indefinidamente, nós nos dizemos. Por que não confessá-lo e fazer dessa confissão um ponto de partida? Uma distância insuperável nos separa daquilo que denominamos Idade Média; ela mede uma diferença que nada jamais reduzirá. A sua única qualidade é a história, o fato de que nós possuímos (e que a Idade Média possuiu por sua vez) uma historicidade própria, pela qual e na qual existir. É no seio dessa condição comum que o presente se torna o lugar de um saber: sem curiosidade verdadeira nem paixão pelo atual nenhuma memória do passado pode ser viva; inversamente, a percepção do presente se atenua e se empobrece quando se apaga em nós essa presença, muda mas insistente, do passado. Se importa (e ninguém, penso, vai negá-lo) que um lugar seja encontrado em comum para o sujeito da pesquisa e seu objeto, esse lugar só pode existir hoje. A informação mais ampla possível garante, de parte a parte, a fecundidade dessa dupla existência: do passado em nosso presente, deste naquele; ela lhe condiciona a riqueza, matizando os efeitos; mas ela não está absolutamente em causa. Fruto da vontade (a vontade do colecionador, no rigor do labor cotidiano), ela enche, reforça, às vezes dinamiza, mas não cria nada.
ZUMTHOR, Paul. Performance, recepção, leitura. São Paulo: Cosac Naify, 2014, p. 93-94.
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embárgoche calquera salvavidas
a sede a negación de vivir no corazón o sobre de papel que garda a túa vida contemplas pasar os latexos de non existir bote que que non salvará os teus actos
alimento e festa da túa hipocrisía aquela inventada polos gregos para afastarche do rozamento e de ninguén ti hipotecado ferro escravo do óxido prebenda salvaxe do medievalismo do presente. esmola precintada que está a vivir sen ver o mar
© Manoel T, 2023
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Links novos
Vi algumas coisas agora que me interessaram, vou colocar os links que encontrei para servir de referência futura, farei uma lista desses assuntos:
Folclore
https://ritualdust.com/folklore/research/#folklore
Herbalismo
https://www.godeeper.info/blog/category/herbs
https://www.gutenberg.org/files/44638/44638-h/44638-h.htm
Medievalismo
https://bestiary.ca/index.html
https://thomasguild.blogspot.com/
Paganismo
https://www.paganlink.org/index.shtml
Hermetismo
https://hermetic.com/index
Alquimia
https://www.alchemywebsite.com/
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Religious Medievalism: “Stregheria”, Wicca and History - part 1
[TN: This article will break the Introduction to Stregoneria series for a second, but I believe it’s important to set things into perspective about both Witchcraft and this blog. My goal is to put out content, translated or redacted by me, in order to give people the correct historical information. I see a lot people on TikTok messing with things they don’t know, appropriating and distorting practices and cultures and profiting off of it. The only focus of this blog is the practice and the history behind it, I don’t want to “put people down”, I want to make the information available so you won’t hurt yourselves.
Also, I do not support fa***sm, na**sm or any other movement/ideology that oppresses and discriminates people. I’m specifiying this because I’ve received an anonymous ask about it and it kind of hurt just reading it. I hope this will clarify things and make whoever asked me that more confortable with my blog and my content. I’m a history nerd Strega, nothing more.
This article will be a translation, synthesis and re-elaboration of the following articles
https://tradizioneitaliana.wordpress.com/2020/11/12/medievalismo-religioso-stregheria-wicca-e-storia/
https://medievaleggiando.it/la-legittimazione-storica-della-wicca-margaret-murray-e-la-manipolazione-delle-fonti/
https://medievaleggiando.it/il-vangelo-delle-streghe-e-linizio-della-wicca-il-fascino-di-un-falso-storico/
The first being a rectification of the two that follow.
This article will be divided in two parts because it’s way too long to read and to translate, i’m drained af]
THE DEBUNKING OF MURRAY
Margaret Alice Murray (1863-1963) was a British Anthropologist and Egyptologist, well known in the academic environment for her contributions in the studies of folklore. Even if she was very criticized and her reputation as an historian was poor, her work became popular bestsellers from 1940 onward.
The most well-known and controversial one is “The Witch-Cult in the Western Europe” published in 1921. In this book, Murray alleges that there was some sort of secret model of pagan resistance to Christianity spreaded all across Europe, and that the witches’ hunt and the proof presented to the trials were an attempt to eliminate a rival cult.
This book was clearly influenced by “Satanism and Witchcraft” by Jules Michelet, that alleged that Medieval Witchcraft was an act of popular rebellion against the oppression of feudalism and the Roman Catholic church, that took the form of a secret religion inspired by paganism and organized mainly by women.
To support her narrative, Murray chooses to analyze some of the trials that took place during the great hunt and employs 15 primary sources, mostly British or Scottish (not paneuropean, or sources from the european continent), that describe famous trials. Murray’s analysis of the Somerset Trials in 1664 offer a good example of her work ethics; quoting the testimony of Elizabeth Styles:
“At their meeting they have usually Wine or good Beer, Cakes, Meat or the like. They eat and drink really when they meet in their bodies, dance also and have Musick. The Man in black sits at the higher end, and Anne Bishop usually next him. He useth some words before meat, and none after, his voice is audible, but very low.”
Murray conveniently seems to “forget” to quote the immediately preceding phrase:
”That at every meeting before the Spirit vanisheth away, he appoints the next meeting place and time, and at his departure there is a foul smell.”
Other details offered by Styles are omitted, like when she alleges that the Devil presented to her in the shape of a dog or a cat or a fly, that the Devil offered her followers an oinment to use on their heads and wrists that made it possible to move them from a place to another. Or that sometimes the reunion involved only the spirits of the witches, while their bodies stayed at home.
Murray was fully aware of the fantasy element in the testimonies she included in her books, but she was able, by deliberately manipulating historical sources, to make people believe the fake narrative that a Medieval religion of witches with covens, rites and their own beliefs that relentlessy opposed Christianity really existed.
In her “The God of the Witches”, published in 1933 and clearly written for a commercial audience, she further broadened the scope of her claims on the witches’ cult. In this book, she alleges that until the C17th BCE the there was a religion, older than Christianity, that kept existing in all of Western Europe. Said religion, was focused on the worship of a two-faced horned god, known to the Romans ad Diano; this god presided the witches’ gathering and was mistaken by the Inquisition of the Devil, conclusion that made them associate witchcraft with a satanic cult.
Murray claims the existence of a *specific* non-christian organized cult spread all across Europe that worshipped Diano and relentlessly opposed the Roman Catholic church, but the sources she quotes are late and recount the flattening of the various “pagan” cults to the assimilation with the christian Devil, operated by the Church.
In fact, the Devil that the trials report on, depending on the religion, overlapped with different figures: in British and Scottish traditions the Devil was the result of the demonization of the King of Elphame. In the Basque country, the Devil substituted Mari. In Northern Italy it overlapped with the Donna del Buon Gioco. This means that the “Northern Italian Devil” is different from the “British Devil” and the “Basque Devil”.
This “Devil” is a figure that flattens everything and overlapped and substituted so many different figures, depending on the religion and the figure it ended up overlapping with.
Therefore, Murray’s narrative of a paneuropean cult of the Horned God stems from the analysis of late sources and to the false equivalence of the Devil that presided the Ludus (Sabba) in Scotland (where he masks the King of Elphame) and the Devil of other countries (where he masks other entities).
Since the Devil isn’t the same entity in all of Europe, the narrative of a counter-christianity organized paneuropean cult of prehistoric origin falls too. Instead, what we’re dealing with are Medieval, non-christian rielaborations of different remainders of the Religions of the Gentiles that survived in the Christian age and were absorbed in the legend of the Faery Procession/Procession of the Dominae Nocturnae first, and the legend of the Ludus (Sabba) later.
The following quote by Ronald Hutton, English historian who specialises in Early Modern Britain, British folklore, pre-Christian religion and Contemporary Paganism and professor at the University of Bristol, confirms this:
“Over a quarter of a century ago, I adopted the expression “Pagan survivals” to describe elements of ancient Pagan culture that had persisted in later Christian societies. In doing so, I was drawing a distinction between such survivals, of which there seemed to be many, and “surviving Paganism”; that is the continued self-conscious practice of the older religions, of which there seemed to be none. This point was worth making because even in the 1980s, there was a persisting belief, based on outdated academic texts, that Paganism had survived as a living force among the common people in much of medieval Europe: it was widespread in other scholarly disciplines than history, let alone among the general public. My formula and approach was adopted by other authors in the 1990s. During that decade, however, a reaction set in against it among historians who preferred to stress the comprehensive Christianization of medieval European societies and to relegate elements that had hither to been identifed as of pagan origin to categories of religiously neutral folklore or of lay Christianity. Some emphasized that the undoubted tendency of some Christians at the time to condemn such beliefs and practices as pagan was a hallmark of a highly atypical, reforming, intolerant and evangelical strain of churchman. Michael’s system of classification, in this volume, may be said to take its place in this, apparently now dominant, set of scholarly attitudes. Revisiting the issue myself, I am inclined to meet it halfway. I am startingto agree that to speak of aspects of medieval culture as “Pagan” might indeed be misleading and inadequate. Moreover, it would be especially inappropriate to characterize fgures such as the lady of the night rides, the fairy queen or the Cailleach as “Pagan survivals” when they seem like medieval or post-medieval creations. However, I have equal diffculty in describing them simply and straightforwardly as “Christian” because of their total lack of reference to any aspect of Christianity, including theology, cosmology, scripture and liturgy; all of them would indeed fit far more comfortably into a Pagan world-picture. […] It may be that the old polarized labels are becoming inadequate to describe a medieval and early modern religious and quasi-religious world that is coming to seem even more complex, exciting and interesting than it had seemed to be before.”
Also Michael Ostling, religious studies scholar focusing on the history, historiography, and representation of witches and witchcraft, confirms this in Fairies, Demons, and Nature Spirits: “Small Gods” at the Margin of Christendom, published in 2018.
“Christians encompass aspects of their prior paganism both by inversion and revaluation. But where traditional spirits remain salient to a Christianized culture in encompassed or inverted form, their ongoing reality ought not to be counted by scholars as a pagan survival—though it is likely to be so construed by Christians themselves. Such “surviving” spirits are not just marginalized or diabolized pagan remnants, they are continually re-performed, recreated through Christian ritual and Christian discourse. We find such re-creation of the small gods throughout Christian history, and throughout this volume: when the Urapmin drive out the motobil by the power of the Holy Spirit, when Andean people frame their propitiation of the yawlu with devotion to the Christian God, when Mami Water appears primarily as a trope of Pentecostal deliverance ministry, when thirteenth-century Frenchwomen see, in an unoffcial Christian saint, their best hope of negotiating the return of their stolen babies from the follets, when the brownie and Robin Goodfellow appear in prayers of protection against them, in assertions of their diabolical status, or in tolerant mention of superstitious old wives who stillbelieve in such “harmless devils,” when cunningwomen insist that they only use “good devils” or that the fairies who facilitate their divination have no fear of the cross, this is because the beings involved have succeeded in taking up a niche within Christian discourse. The “good people” have not departed, have not been driven out by the sound of church-bells or the smell of gasoline. There are no pagan survivals: small gods are Christian creations with which to think the limits of Christianity.”
In essence, Murray’s version of events that describes Paganism as an anti-church, anti-society isn’t backed by any historical evidence.
Sources:
https://tradizioneitaliana.wordpress.com/2020/11/12/medievalismo-religioso-stregheria-wicca-e-storia/
https://medievaleggiando.it/la-legittimazione-storica-della-wicca-margaret-murray-e-la-manipolazione-delle-fonti/
https://medievaleggiando.it/il-vangelo-delle-streghe-e-linizio-della-wicca-il-fascino-di-un-falso-storico/
Michael Ostling. Fairies, Demons, and Nature Spirits: ‘Small Gods’ at the Margins of Christendom. Palgrave Macmillan, 2018.
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