#desenvolvendo
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uniorkadigital · 6 months ago
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pirapopnoticias · 1 year ago
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misshcrror · 3 months ago
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              𝐇𝐎𝐔𝐒𝐄 𝐎𝐅 𝐇𝐎𝐑𝐑𝐎𝐑: ──── YASEMIN's point of view ;
Maybe then I'll fade away and not have to face the facts, It's not easy facin' up when your whole world is back.
Yasemin jamais havia imaginado que sua vida poderia mudar tão drasticamente em tão pouco tempo. Quando a guerra contra Gaia aconteceu, ainda era uma menina. De poucos laços, forte como um leão e tentando conquistar seu espaço no acampamento. Completou seus dezoito anos no fim da guerra e desde então vinha experienciando aquele período pacifico até o chamado. Como filha de Deimos, sabia que sua natureza reverberava por lutas, afinal seu pai era um dos daemons da guerra ao lado de Ares. Voltar a ação era algo que, particularmente, ela gostava. No entanto, agora tinha muito mais afetos para zelar e como uma pessoa que não falta às promessas que faz, que era leal, ela se sentia mal por ver tantos amigos envolvidos numa guerra que não era deles.
Desde que foi para a ilha, tentou viver seus dias tranquilos como se fossem os últimos porque talvez fossem mesmo. Ela não sabia o que ia acontecer quando fossem tentar fechar a fenda e quando a última noite na ilha de Circe chegou, era inevitável não sentir a ansiedade crescente dentro de si. Quando a explicação da deidade veio, pensou sobre todo o caminho percorrido desde que o chamado de Dionísio aconteceu e seu olhar se focou diretamente para Petrus, um de seus desafetos e especialmente o garoto que investigou por semanas a fio. Claro que não era a primeira vez e ter um rapaz que reviveu tudo ali parecia meio óbvio. Uma pena que ele não se lembrava de nada. A vontade era de implorar para Circe revirar a mente dele ali mesmo, mas nada disse afinal logo em seguida o discurso sobre os filhos dos três grandes e veio e seu olhar inevitavelmente caiu sobre Joseph. Ele não era egocêntrico, mas o pai era. Era isso que temia, que sobrasse para o namorado uma função que não deveria ser dele uma vez que Poseidon nem se deu ao favor de aparecer na vida do rapaz em alguma mínima ocasião.
As projeções no teto chamavam sua atenção, os olhos focados em cada detalhe das batalhas travadas e com um segredo sendo revelado, os olhos focaram nos deuses presentes na mesa. Seria mesmo possível que seres milenares esqueceriam algo assim de tanta importância? O mundo estava acabando e era isso? Iriam simplesmente esquecer de um ponto especifico da historia? Mas como se aquela revelação ainda não bastasse, quando a deusa citou o feitiço proibido, seu coração parou por um momento. Os olhos procuraram imediatamente por Pietra na mesa porque ela havia contado para si que tinha tentado o feitiço proibido semanas antes, na briga delas. Era ela. Era ela e Yasemin sabia. De repente a comida revirou em seu estômago de modo que foi difícil conter a expressão azeda em seu rosto. A ameaça velada era clara e não seria ela que falaria algo. Já estavam com problemas demais e tinham uma fenda para fechar. Foi dormir cedo, depois de meditar e acordou da mesma maneira: meditando. Precisava se manter fria como Deimos havia lhe ensinado anos antes e garantido que assim controlaria melhor seus novos poderes.
Como patrulheira, Yasmin sabia que precisava agir rápido. As ilusões não seriam um problema para si, afinal ela era mestre nelas desde tenra idade. No entanto, isso não as tornava menos perigosas. Com seu novo poder despertado desde a ilha, sabia que num momento de emoções fortes, as sombras podiam surgir novamente, e então teria um problema a mais que ainda não sabia controlar bem. Quando a luta começou e campe surgiu, engoliu o seco. Não é real. É como as ilusões que você cria. Não é real. Manteve o mantra em sua cabeça o tempo todo. Yasmin tentou, com toda a sua força, manter todos ao seu redor firmes, inspirando coragem e força nos amigos mais próximos. Viu seu companheiro de equipe de patrulha Remzi cair junto do amigo Santiago, tentando defender os demais ao seu redor porque não queria e nem iria perder ninguém naquele dia. E então a Hidra veio. Já estava com alguns ferimentos, mas mal os sentia. Entorpecida pela dosagem de adrenalina liberada por seu corpo. A batalha era intensa, o caos ao redor era inebriante, mas Yasemin se manteve firme. Ela se movia com a agilidade de um felino, desviando dos ataques e golpeando os monstros com precisão. Cada movimento seu era um reflexo de seu treinamento, da experiência que havia acumulado ao longo dos anos. Mas, mesmo em meio à luta, ela não estava sozinha. Seus amigos mais próximos estavam ao seu lado, lutando com a mesma determinação e isso lhe dava ainda mais forças.
O pior ainda estava por vir. No meio da batalha, quando sua irmã Octavia foi ferida, a turca sentiu o chão desaparecer sob seus pés. O choque tomou conta dela, e o desespero começou a crescer. Ela correu para a irmã na mesma hora ignorando os gritos lhe chamando e se ajoelhou ao lado da outra prole de Deimos. Tentou a todo custo reanimar e chacoalhar a irmã para que acordasse, e sem qualquer retorno, foi rápida em usar sua força para pegar a mesma no colo e correr para a enfermaria. Não tinha tempo a perder e mesmo que Benjamin tivesse insistido para ficar ali e cuidar dos próprios ferimentos, apenas o fez prometer que iria cuidar da irmã e de quem mais chegasse ali. Quando retornou ao centro da batalha, no entanto, teve uma surpresa maior. O choque se aprofundou ao ver Hektor, Estelle e Maxime, todos revelados. Ela ficou estática por um momento, incapaz de processar o fato de que não havia apenas um traidor, mas três deles. A revelação de Estelle especialmente a abalou, pois, até um dias atrás, quase acreditava na inocência dela.
Não havia tempo a perder, porém com tantas emoções, era claro que sairia do controle. Foi quando notou o ambiente ao seu redor muito mais escuro do que deveria. As sombras estavam ali como aconteceu na ilha, envolvendo ela como um véu, um casulo, se movimentando e até mesmo atraindo alguns olhares tortos porque não sabiam se era alguma magia de Hécate ou apenas um descontrole. Fora a questão de atrapalhar a visão e luta dos demais campistas. Se sentiu constrangida, mas respirou fundo e voltou ao fundo da batalha. Yasemin lutava contra os monstros ao mesmo tempo em que lutava contra si mesma, tentando impedir que seu poder saísse de controle. Ela não podia permitir que isso acontecesse, não agora. Precisava lutar por seus amigos, deixa-los sã e salvos. Eles precisavam ficar bem. Todos eles. Joseph, Bishop, Kaito, Melis, Daphne, Maya, Katrina e tantos outros que era incapaz de contar nos dedos da mão. Quem diria que tinha tanto a zelar agora. Quando Thalia surgiu, respirou aliviada pois reforço era melhor que tudo e teriam uma chance melhor. Especialmente das caçadoras. No entanto, quando a fenda começou a sugar tudo o que vinha, a ruiva correu. Ela ouviu Melis gritando pelo seu nome e viu que Anastasia chegou primeiro, e se preocupou em ajudar a segurar um outro campista caído ao seu lado que estava quase indo para o buraco também. A terceira explosão veio junto da poeira que a levou para o chão, mas ajudou a sair daquele caos junto com o outro semideus, as sombras ainda lhe imbuindo e causando uma aparência muito mais tenebrosa já que suas mãos estavam envoltas de veias escurecidas. Era macabro.
Quando a poeira abaixou, olhou ao redor sem ver mais uma fenda ali e ela não gritou em comemoração, mas estava aliviada. Tão aliviada que sentiu as sombras sumirem e o seu novo poder estava no controle novamente. A contagem com seus poucos irmãos a deixou tranquila, com exceção de saber que sua irmã estava na enfermaria com outros amigos, mas sabia que os curandeiros iriam fazer o melhor para deixa-los bem. No entanto, era claro que nada eram flores. Quando correu para sua equipe de patrulha, não conseguia achar seu líder Arthur, e Eve parecia desesperada por não achar Brook. Foi quando notou que Melis e Aurora também não estavam ali. Ela olhou para onde a fenda estava e se lembrou de Melis pedindo ajuda, levando a mão a própria boca, chocada com o que a mente havia acabado de processar. Nastya não havia conseguido ajudar a amiga quando ela pediu por ajuda e Yasemin não se certificou de que elas precisavam de ajuda afinal o caos estava estalado.
Mais uma vez, como em sua missão, havia perdido amigos por sua desatenção e preocupação com tantas coisas acontecendo ao redor. Quando percebeu que seus amigos simplesmente haviam desaparecido, caídos na fenda, o desespero de Yasmin alcançou um novo patamar. Sentia-se completamente desolada, sem saber o que fazer. A ruiva não podia se deixar levar, não enquanto ainda havia algo que pudesse ser feito. Uma coisa era certa: lutaria até o fim para trazer todos eles de volta. Se recusava a ceder. A filha de Deimos sabia que era a única coisa que podia fazer — lutar, até que não houvesse mais forças em seu corpo.
@silencehq.
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erikxphantom · 5 months ago
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⠀𝒯ℎ𝑒𝑟𝑒 𝑎𝑟𝑒 𝑠𝑜𝑚𝑒 𝑡ℎ𝑖𝑛𝑔𝑠 𝒂𝒃𝒐𝒖𝒕 𝒎𝒚 𝒔𝒆𝒍𝒇, 𝑡ℎ𝑎𝑡 𝐼 𝒘𝒐𝒖𝒍𝒅𝒏'𝒕 𝒕𝒆𝒍𝒍 𝑎 𝑠𝑜𝑢𝑙.
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Erik não teve uma infância comum. Nunca conheceu seus pais e passou um bom tempo perambulando pelas ruas de Paris, o que não era nada fácil para a época. Vivia correndo e se escondendo da polícia local, por isso consegue se esconder tão bem entre as sombras;
Por terem tentado matá-lo enquanto dormia, ele tem dificuldade para pegar no sono, precisando sempre de um pouco de chá antes de dormir. E também é comum que tenha pesadelos e acorde com a sensação do corpo estar queimando, mesmo depois de tantos anos;
O fantasma surgiu como uma necessidade para sua sobrevivência. Quando retornou a Paris, já estava desfigurado pelo atentado e as pessoas costumavam repudiá-lo. Se não o amariam, pelo menos temeriam de alguma forma;
No entanto, dar vida ao fantasma tomou proporções inimagináveis para Erik. O que começou como uma forma de assustar as pessoas para adquirir um pouco de respeito, acabou saindo do seu controle e ele cometeu alguns atos que, conscientemente, não teria cometido. (assassinatos inclusos);
Ele é extremamente inseguro esteticamente, por isso costuma usar roupas e adereços que cubram completamente as partes queimadas do seu corpo, como: a mascara, camisas de manga e gola alta e calças. Nunca vai vê-lo de regata ou bermudas, por exemplo, pode ter certeza disso;
E ainda sobre sua insegurança, ele não costuma despir-se na frente de outras pessoas. Foram raras as ocasiões, e quando acontecia, não aceitava (ou sequer reagia bem) ao ser tocado nas partes queimadas do corpo;
Costuma ter poucos amigos, capaz de contar nos dedos das mãos quantos exatamente. Não por odiar pessoas, mas por achar que elas ainda o odeiam. Atualmente ele está descobrindo que não é bem assim, e ainda não sabe como se sentir a respeito;
E apesar de tudo isso, seu maior medo não é sobre sua aparência, mas de nunca ser aceito como ele realmente é. Erik não se sentiu querido quando criança, pois seus pais o abandonaram, o homem que o encontrou o explorou e depois disso, ele mesmo tomou o caminho da dor, no lugar do amor. No entanto, anseia desesperadamente por alguém que o aceite, e o ame, mesmo com suas falhas.
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dopebananadetective · 1 month ago
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Aprendi o básico de capoeira ontem e agora minha bunda e coxa não para de doer 😭
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yuxvee-a · 2 years ago
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𓏲 ་ ࣪ ་ aqui se encontram algumas curiosidades e pontos importantes de yu xue'e para melhor compreensão do seu todo !
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embora  os  olhos  anômalos  sejam  quase  ociosos  em  seu  rosto,  xue’e  é  muito  perceptiva  a  sons,  odores,  contornos  e  gostos. em  dias  particularmente  excessivos,  em  que  apenas  silhuetas  vagas  e  enevoadas  lhe  são  perceptíveis,  depende  exclusivamente  da  sua  audição  e  tato  para  guiar-se. nessas  ocasiões  tende  a  se  isolar  completamente  do  mundo  externo,  uma  exceção  à  sua  habitual  forma  enérgica  e  exuberante; 
 por  ser  uma  pessoa  sensorial,  não  é  incomum  vê-la  andando  descalça  por  superfícies  distintas,  como  grama,  areia,  mármore  e  ladrilhos  para  citar  alguns. também  contempla  o  toque  de  algumas  texturas,  como  pelo  animal,  veludo,  pétalas,  a  pele  de  outrem,  cetim,  e  folhas  secas; 
 que  sua  dedicação  acadêmica  está  bem  longe  de  ser  exemplar,  é  um  fato  amplamente  difundido,  e  esperado  dentro  do  seu  quadro,  o  que  é  de  pouco  conhecimento  é  que  yu  demonstra  inteligência  acima  do  normal  quando  adaptada  ao  seu  meio  de  aprendizagem. a  verdade  é  que  pouco  se  importa  com  o  que  lhe  é  imposto  pelas  rígidas  estruturas  da  academia  preparatória  real  e  tampouco  acredita  que  é  o  melhor  ambiente  para  alguém  com  as  suas  particularidades. é  mais  um  ponto  em  sua  lista  de  coisas  que  deve  se  acostumar,  independente  do  que  realmente  anseia. a  sua  dedicação  e  perspicácia  são  nítidas,  no  entanto,  quando  desafiada  com  algo  que  ressoa  em  seu  vazio,  como  o  extracurricular  de  genética. um  campo  da  medicina  e  biologia  tão  complexo,  e  o  qual  yu  se  excede; 
 no  mesmo,  recentemente  descobriu  a  possibilidade  de  tratamento  para  a  amaurose  congênita. é  uma  enorme  chama  de  esperança  que  vem  cultivando,  uma  chama  perigosa  que  pode  queimá-la  mais  do  que  se  permite  pensar,  afinal  a  terapia  gênica  recentemente  aprovada  em  solo  europeu  só  demonstra  progresso  em  casos  que  um  gene  específico  é  responsável  pela  mutação. desde  cedo  aprendeu  a  não  apostar  todas  as  suas  expectativas  em  uma  utopia,  mas  não  deixa  de  imaginar-se  livre  do  que  tanto  já  lhe  causou  angústia; 
 é  vegetariana  desde  tenros  seis  anos,  quando  sua  visão  ainda  não  tão  afetada  a  permitiu  presenciar  os  cozinheiros  imperiais  abaterem  inúmeros  animais  inofensivos  em  preparação  para  o  banquete  de  ano  novo  lunar. desde  então  não  ingeriu  sequer  um  jiaozi  que  não  fosse  de  vegetais  ou  participou  de  costumes  envolvendo  o  consumo  de  carne. seu  objetivo  é  se  tornar  vegana  em  algum  momento  da  vida,  mas  é  uma  ávida  consumidora  de  bolos  de  iogurte  e  figo,  bem  como  mel; 
 é  atraída  por  cores  e  motivos  complexos,  mas  se  adorna  exclusivamente  com  vestimentas  pretas,  brancas  e  cinzas. é  a  maneira  que  encontrou  de  não  demonstrar  a  inaptidão  visual  em  seu  estilo. apesar  de  serem  monocromáticas  e  em  uma  escala  pouco  variada,  os  tecidos  geralmente  dispõem  de  algum  brilho  ou  são  adornadas  por  tais. um  dia  cometeu  a  gafe  de  sair  com  sapatos  em  cores  trocadas,  e  transformou  o  deslize  em  sua  marca  registrada. possui  uma  enorme  coleção  de  pares  extravagantes  em  diversas  formas,  cores  e  com  inúmeros  adereços,  que  mescla  no  seu  uso  diário; 
 além  dos  calçados  peculiares,  uma  de  suas  marcas  são  os  óculos  de  sol  em  formato  de  coração. os  utiliza  pela  extrema  sensibilidade  à  luz  que  possui,  e  como  uma  brincadeira  autodepreciativa,  para  sempre  enxergar  o  mundo  através  de  lentes  romantizadas; 
 seu  cheiro  é  de  spiriteuse  double  vanille  desde  2007  quando  a  guerlain  lançou  a  fragrância  e  em  uma  viagem  à  frança  se  apaixonou  perdidamente  pelos  vidros  de  abelha. guarda  com  carinho  alguns  dos  frascos  exclusivamente  desenhados  para  ela; 
 todas  as  vezes  que  alguém  pegar  o  seu  telefone  encontrará  cerca  de  trinta  ou  mais  ligações  perdidas  e  o  triplo  de  mensagens  não  respondidas. tem  uma  preguiça  quase  descomunal  de  manter  conversas  virtuais,  com  exceção  dos  aplicativos  de  encontro  que  utiliza  em  uma  base  quase  diária  e  o  asian  news,  grupo  que  mantém  com  ranee  e  redacted; 
 trouxe  consigo  da  china  seus  leais  companheiros,  minzhe  e  meiying. min  é  seu  quase  cão  guia,  embora  jamais  possa  ser  classificado  como  tal  por  sua  agressividade  com  desconhecidos  e  sempre  que  ameaçado. mei  é  seu  apoio  emocional,  a  estrutura  elegante  e  o  pequeno  corpo  desprovido  de  pelo  ainda  a  recordam  de  sua  infância  e  adolescência  com  a  mesma  ao  seu  lado  de  companhia,  é  capaz  de  ler  seus  humores  melhor  que  qualquer  humano  e  sempre  permanece  perto de si. dizem  que  os  animais  são  retratos  de  seus  donos,  e  em  seu  caso  não  poderia  ser  mais  verdadeira  a  premissa; 
 também  especialmente  transportado  de  seu  país  natal  quando  integrou  a  equipe  de  hipismo,  é  seu  hanoveriano  preto,  daoji. o  animal  a  acompanha  há  oito  anos,  foi  presente  de  um  diplomata  dinamarquês  à  princesa  na  comemoração  de  seus  dezessete  anos. é  com  ele  que  treina,  compete  e  triunfa; 
 assim  como  os  demais  membros  da  família  imperial  e  a  maioria  religiosa  praticante  da  china,  mesmo  que  mais  de  cinquenta  por  cento  do  país  não  pratique  religião  alguma,  xue’e  segue  em  parte  o  shenismo. a  fé  não  é  algo  que  a  prende  ou  dita  seus  comportamentos,  nem  mesmo  considera  algo  de  extrema  importância  em  um  indivíduo,  mas  por  aparências  e  senso  de  pertencimento,  já  foi  vista  em  cerimônias  tradicionais  e  em  mais  de  um  templo; 
 de  maneira  poeticamente  paradoxal,  é  uma  criatura  incrivelmente  inconstante,  mas  que  necessita  de  constantes  em  sua  vida. precisa  de  afirmações,  atenção  e  cuidado  contínuos. é  muito  volátil  e  não  é  difícil  vê-la  esbravejando  com  alguém  próximo  de  si  em  um  minuto  para  dali  duas  horas  estar  se  desmanchando  em  risos  com  o  mesmo; 
 viciada  em  adrenalina,  sua  presença  não  é  nada  estranha  nos  mais  diversos  e  perigosos  lugares,  engajando  em  atividades  de  risco  e  praticando  atos  nada  saudáveis. é  dependente  de  fármacos,  sejam  eles  prescrevidos  ou  não,  bem  como  de  inúmeras  misturas  alcoólicas; 
 o  estereótipo  da  mulher  asiática,  passiva,  recatada,  submissa  e  calada  não  poderia  ser  mais  estilhaçado  por  xue’e  se  a  mesma  tentasse. é  reativa,  desprovida  de  pudor  e  indômita  em  mais maneiras  do  que  se  é  possível  contar. relacionamentos  são  como  sacolas  para  a  chinesa,  alguns  descartáveis,  outros  reutilizáveis,  mas  jamais  constantes,  se  ela  ainda  não  quebrou  o  seu  coração,  de  forma  platônica  ou  romântica,  é  apenas  porque  você  ainda  não  a  permitiu; 
 suas  flores  preferidas  são  cravos  vermelhos  e  lírios  brancos. inúmeros  podem  ser  vistos  espalhados  por  sua  suíte  em  todos  os  cantos. são  trocados  diariamente  e  xue’e  gasta  uma  pequena  fortuna  com  os  arranjos  mensalmente,  mas  detesta  coisas  definhando  e  se  esvaindo,  gosta  de  se  cercar  de  vivacidades,  exaltações  e  vida.
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maxmilianc · 2 years ago
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starter with; @mircndc
−−−  ꧁    : observava a silhueta da monarca com uma atenção devota, a sobrancelha arqueada demonstrava as intenções controversas do venéfico. arrumou a própria postura antes de se aproximar com passos barulhentos o suficiente para que chamasse a atenção alheia. “ mandou me chamar, alteza? ” não, não haviam mandado, mas maximiliano precisava de uma desculpa para a aproximação para além da própria vontade. não era de se sentir intimidado por outrem - as vezes, amedrontado pelas habilidades de alguns colegas, mas não intimidado. porém, havia algo em torno da monarca mexicana. a postura, o jeito de falar, de andar, os gestos…se pudesse definir como uma princesa deveria se portar, colocaria miranda como exemplo. “ posso expressar meu profundo descontentamento com a senhorita? ” o questionamento não era sério, mas cada expressão usada pelo espanhol se desenvolveu calculadamente para demonstrar isso. e claro, despertar a curiosidade da duquesa para si.
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ncstya · 5 months ago
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# ʚ♡ɞ  STARTER para @thxbellamour em chalé de afrodite .
"Ei, Trice..." Não sabia como Bellami estava depois de todos os acontecimentos que desencadearam nos últimos tempos. Confessava que tinha sido uma irmã ruim, negligenciando os anseios dos irmãos e colocando as vontades acima de qualquer coisa. Não teve tempo para conversar com eles, mesmo que tivesse se certificado que estavam bem. Tinha passado os últimos dias tão focada no treinamento e, com a aparição de Hécate, sentia como se estivesse em um constante esgotamento. Aproximou-se dela, sentando-se ao lado do sofá que tinham na área comum do chalé. Aparentemente, quase nenhum irmão queria ficar enclausurado, então a maioria aproveitava o dia, o que deixava ela e Bellami sozinhas para que pudessem conversar. "Como você está indo?"
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edsonjnovaes · 8 months ago
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DESENVOLVENDO UM OLHAR EMPÁTICO E INCLUSIVO
Ver o mundo através da perspectiva do outro. Colocar-se no lugar do outro. Conexão. Entendimento. Aceitação. Consideração. Acolhimento. Muitos são os aspectos que permeiam o conceito de empatia, essa habilidade psicológica que é fundamental para a promoção da inclusão em nossa sociedade, nem sempre é uma tarefa fácil. Mas, afinal, como utilizá-la para desenvolver um olhar empático e inclusivo?…
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learncafe · 1 year ago
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Curso online com certificado! Hóquei na Prática: Desenvolvendo Habilidades e Condicionamento Físico
Hóquei na Prática: Desenvolvendo Habilidades e Condicionamento Físico é um curso completo e especializado que tem como objetivo fornecer aos alunos as informações mais precisas e detalhadas sobre o hóquei no gelo. O curso é projetado e ministrado por um especialista em hóquei, que possui vasta experiência como jogador e treinador. Ao longo do curso, […]
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tadhgbarakat · 23 days ago
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   Em seu peito, uma fagulha perigosa de emoção se acendeu. Esperança. Com o combustível certo, o fogo poderia facilmente se espalhar. Conhecer cada um dos movimentos e coreografias da alta sociedade era um privilégio negado aos que eram como ele, mas lá estava Tadhg, dançando como se tivesse algo para provar. Talvez fosse esse o caso: era um changeling, rotulado como selvagem como todos os seus, tido como inferior à sociedade civilizada em que se infiltrava. Havia prazer em contrariar o que dele esperavam. Fosse culpa do álcool ou das máscaras, naquela noite sentia quase como se ali pertencesse. Como se o lugar fosse seu por direito, e como se o devesse tomar. A ideia era ridícula, beirava o impossível, mas não conseguia afastá-la: talvez fosse ali o seu lugar. Só por uma noite, se permitiu admitir aquela verdade secreta, engavetada em uma cômoda empoeirada de seu inconsciente, onde não a precisava encarar. Queria desesperadamente ser como eles, os khajols. Queria uma vida que fosse sobre mais que matar e morrer.
   Conhecia mil e uma maneiras de fazer um homem sangrar, mas aquele talvez fosse o mais profundo dos cortes: a vida boêmia de um artista, armado apenas de um alaúde e uma taça de vinho, não era opção para gente como ele.
   ❛ Obrigado. ❜ O agradecimento o escapou, desconexo do que quer que a loira lhe havia dito, uma resposta aos seus pensamentos e não às palavras alheias. Lhe sorriu com genuína felicidade, um sentimento tão raro que o queria engarrafar. ❛ Por me convidar para dançar. Dancei com várias pessoas essa noite, mas nenhuma foi tão... ❜ Familiar. Com a mão pousada em suas costas, era como se seu corpo reagisse ao dela em rara sincronia: conduzi-la era mais instinto do que escolha consciente. A dança podia não a vir tão naturalmente, a bem da verdade, mas seus movimentos carregavam a graça letal de alguém que conhece bem o próprio corpo–e sabe como usá-lo. ❛ Genuína. ❜ Foi como escolheu completar a frase invés disso, seguro de que a alternativa a assustaria.
   Nada havia de natural na dança como os khajols a conheciam: havia certa ordem às coisas, um conforto em sempre saber o que esperar. Alya costumava zombá-los por isso, e não o teria dado paz se soubesse que estava tentando se encaixar. Naquele momento compartilhado com uma perfeita desconhecida, decidiu dividir um pedaço de si mesmo. ❛ Meus primos tinham uma tutora de dança quando eu era criança. Eu assistia pela fechadura. ❜ A lembrança era amarga, e raramente a dividia: sua infância era sempre assunto a se evitar, muitas das memórias trancadas a sete chaves, as poucas que lhe restavam dolorosas demais para ser reviradas. Antes que tivesse a chance de se perder no passado, o pisão em seu pé o despertou para a vida real, lhe arrancando uma gargalhada e o fazendo sacudir a cabeça em reprovação bem-humorada. ❛ O fato de que você não é inclinada à dança me faz acreditar que é como eu. ❜ Admitiu, deixando a distinção nas entrelinhas–talvez quisesse pertencer ali, mas também não a queria enganar. Apesar da postura altiva e da elegância, tinha quase certeza de que, como ele, a mulher ela era militar. ❛ You're no lady, are you? ❜ A pergunta foi pura implicância e curiosidade, livre de julgamentos–queria saber quem ela era sob o vestido bufante e o rouge.
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⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀a palavra dama lhe causava uma coceira engraçada na garganta, por motivos os quais não conseguiria explicar; e nem imaginava que um estranho fosse capaz de entender, ainda mais no entremeio de uma dança. considerava uma palavra que pouco lhe cabia por conta do próprio intrínseco, embora sua posição portadora de uma dose certa de eminência talvez fosse capaz de lhe prover a alcunha engraçada. redirecionou seus pensamentos, focando mais nos comportamento dos calcanhares do que em outras coisas irrelevantes naquele momento. “ em tão pouco tempo? estou honrada. ” gostou de tê-lo surpreendido anteriormente, já que sua ideia repentina de convite não era comum no que tangia mulheres assumindo os papéis de convidar. aquele ímpeto repentino de chamá-lo para dançar era um mistério que ela mesma não decifrava no próprio âmago. “ não imaginava que era tão cavalheiro. ” pontuou em timbre bem-humorado. aproveitou para observá-lo; a figura esguia que a acompanhava partilhava de uma maestria ímpar, que parecia fazer com que a arte da dança fosse um pouco menos complicada, pelo menos para a meia-feérica que, até dado momento, se orgulhava de não ter pisoteado alguns dos ossos alheios. “ é verdade que você dança muito bem. é um dom natural, suponho… ou muita prática? ” o questionamento pairou a título de curiosidade. o fato do indivíduo ser um bom guia a permitiu se distrair um pouco de si por alguns instantes; algo que pouco durou, levando em conta o pequeno deslize que ocasionou em um pisão no pé do companheiro, tecendo imediatamente uma careta na feição da de fios dourados. “ desculpe. ” a voz saiu como um sussurro quase envergonhado, aprumando a postura logo em seguida, mantendo o foco corporal no movimento padrão daquele tipo de dança. se estivesse propícia a partilhar opiniões pessoais com estranhos, diria à ele que aquele tipo de música não lhe apetecia tanto quanto devia; preferiu manter para si a opinião talvez impopular.
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agathinha0kcal · 2 months ago
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Acabei de ver uma CRIANÇA postando que está "tentando" adquirir um TRANSTORNO ALIMENTAR para emagrecer e algumas pessoas aqui do ed INCENTIVANDO a menina. Pelo amor de deus vocês são loucos? acham que quem não possui T.A deveria estar no meio de um bando de doentes???? essa merda não é grupinho de dieta pra perder alguns kg indesejados e depois "parar" quando você estiver "satisfeita" com seu peso. Não fodo com quem romantiza e encoraja pessoas de fora a repetirem oque nós fazemos aqui! Treine, faça reeducação alimentar e emagreça de forma saudável, não sendo burra e desenvolvendo um T.A que você não tem controle nenhum, destruindo sua saúde física e mental!
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Annatar ♥ Celebrimbor
é a primeira vez que desenho o Celebrimbor, então ainda estou desenvolvendo algo do meu jeito pra ele.
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sunshyni · 7 days ago
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ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ𝙗𝙧𝙖𝙞𝙣𝙨𝙩𝙤𝙧𝙢 - 𝙇𝙚𝙚 𝙃𝙖𝙚𝙘𝙝𝙖𝙣
ღ seu cérebro definitivamente não funcionava mais depois de todas aquelas horas no hackathon, então Haechan resolveu te dar mais um motivo para ficar burrinha.
ㅤㅤㅤㅤㅤhaechan × fem!reader | ⚠️ sugestivo ⚠️ | w.c: 0.8k
ღ notinha da sunsun: seguinte, eu li o último texto que a @butvega postou e realmente fiquei obcecada 🥴 Tá aqui se você ainda não leu. Obviamente isso aqui não tá no mesmo nível que tudo que ela escreve, mas me senti inspirada, Vega 😊 Gracias, gracias mi amor 🤭 Enfim, espero que vocês curtam!! 😘
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— Ah, fala sério, você nem tava pensando mais — Haechan disse no seu pescoço, enquanto arrastava a língua pela pele dali até a clavícula, aproveitando toda a pele exposta pela falta da camiseta, que no momento estava entre vocês. Você sentiu o cabelo desfazer o coque desleixado que tinha feito, e seu namorado o tirou do caminho gentilmente.
— Não que eu esteja pensando em alguma coisa agora — você disse, os olhos fechados, sentindo a quentura no rosto e em todo o corpo. Haechan tomou seu rostinho na mão e você abriu os olhos, olhando para ele. Ele sorriu, malandro, com a mão no seu quadril.
— Não precisa mesmo, só vamo relaxar um pouco — ele disse e te beijou devagar. Quando vocês toparam participar do hackathon que a faculdade divulgara no último mês, perceberam a oportunidade de ficar juntos mesmo que desenvolvendo algum software, mas não imaginavam que acabariam na cabine do banheiro masculino: você no colo de Haechan enquanto ele distribuía inúmeros beijinhos na sua pele, preguiçosos demais, molhados demais. A saliva dele estava por toda parte agora, e você, estranhamente, não achava isso nojento, nem o fato de estarem se pegando num banheiro.
— E se alguém aparecer? — você questionou, enquanto Haechan te agarrou um pouco mais, com o rosto afundado no seu pescoço, mordendo e beijando. Ele definitivamente amava encaixar o rosto ali. Podia até se sufocar; ele não se importava, contando que fosse na sua pele, com seu cheirinho característico.
— Esses nerdola não vão usar o banheiro, pode ter certeza — ele começou, tirando o rosto do seu pescoço para que a fala não saísse abafada. Você o olhou, o rosto vermelhinho, os lábios inchadinhos, e era a melhor visão. — Só se for pra se masturbar.
Você riu, segurando o rosto dele para beijá-lo, incapaz de ficar muito longe dos lábios bonitos. A verdade é que ele já estava, há certo tempo, te querendo. Realmente te querendo. Você também, óbvio, mas era quase impossível ter um momento a sós, principalmente na sua casa, quando seus pais praticamente viravam militares com o fato de vocês ficarem sozinhos no seu quarto.
— Eu realmente espero que isso não aconteça — ele sorriu, te olhando embriagado. Afastou uma mecha do seu cabelo, com as pupilas quase cobrindo a íris inteira. A língua umedeceu o lábio inferior, fazendo a pele reluzir, ficar convidativa para você.
— Se eles te vissem agora... — você sorriu e esfregou o quadril de encontro ao dele, o que o fez descolar os lábios.
— Ergue um pouco o quadril e volta. Rebola um pouquinho.
Haechan sabia da sua inexperiência na coisa. Sabia também o quanto você gostava quando ele te conduzia, com a fala docinha, como a ponta da língua dele tocando sua pele. Você tentava controlar a respiração, mas era quase impossível com a visão dele tentando se conter, o volume na calça evidente.
Você fez o que ele disse, sentindo seu sexo molhar a cada movimento. Haechan acariciava seu rosto com o polegar, beijava seu rosto, sua boca, rente aos seus lábios. Ele gemeu com a velocidade que você estabeleceu, acelerando sem perceber, tentando alcançar o mesmo ápice que ele abaixo de você.
— Porra, não para não — ele deixou escapar, invadindo seu sutiã, que não tirou do seu corpo. Entrou com o dedão por baixo e acariciou num movimento circular cadenciado que te deixou meio desesperada. Haechan te posicionou melhor em silêncio, os sexos alinhados, mesmo cobertos pelas calças. Você quase choramingou, queria se livrar daquilo e tê-lo dentro, mas ele jamais permitiria. Jamais te foderia pela primeira vez num banheiro da faculdade, mesmo que você estivesse chorando como uma vagabunda. Haechan podia ser um filho da puta, mas era um filho da puta romântico.
Com alguma dificuldade, Haechan adentrou sua calça com a mão, checando sua umidade, e ambos suspiraram, mesmo que ele só tivesse repousado o dedo médio nos seus lábios. Era uma sensação nova ter outros dedos que não fossem os seus tão perto dali.
— Puta merda, acho que eu vou... — o Lee revirou os olhos quando você desceu o quadril novamente. O aperto entre sua intimidade, o dedo dele e o próprio membro era demais. Era tudo demais. Mas seus olhos, estreitos de prazer, se arregalaram com o barulho de uma porta abrindo. Você tampou a boca de Haechan, e ele te mordeu, te fazendo bater no peitoral dele, que apenas sorriu, mordendo o lábio.
Aparentemente, não era nenhum nerdola se masturbando, considerando que vocês só ouviram a água da torneira e depois a porta se fechando novamente, tão rápido quanto abriu.
Você fez menção de se levantar, mas Haechan te segurou pela cintura.
— Ainda não. Me deixou todo melado e já quer ir embora? — ele questionou, e você o beijou, fazendo ele tocar suas costas, subindo e descendo a palma da mão, acariciando sua pele com todo amor e dedicação.
— Me deixa lamber então — você sussurrou, fazendo ele sorrir, olhando nos seus olhos bonitos.
— Já tá pronta pra outro brainstorm, né? Com essas suas respostas criativas aí.
— Será? — você questionou, condescendente. — Acho que preciso liberar mais endorfina.
— Com certeza. Vai sentar muito em mim ainda.
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pulim-v · 4 months ago
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BESTIE THIS IS SO WELL-THOUGHT OUT I LOVE IT!!!!!
All of these make a lot of sense, in particular I really like the Yuliya as Orion and Kenta as Ophiuchus/Serpens, but the more I look at it the more cool stuff I notice shhdhfjdjgkf
Scutum for Nikko makes a lot of sense giving he's a weaponsmith, Aquila for Alex is really fitting, and the Irina and Sebastian thing is so cool I love it
Hmm, I could also see some contrast being made between Kenta and Dr. Antares, since both of them have venomous animal constellations, but while Kenta picked the one that's ostensibly about subduing the snake and helping people, Antares is the actual doctor that helps people
Bestie I was thinking about something
If you're going for the constellation theme in the Sunlight Force, I wonder if Libra's a good call for Satoshi? Sorry if it's obvious or if you already have plans for that agdhshbfjsg it's just that the combination of it being a wind sign and being all about balance makes me think of how Satoshi uses multiple weapons at once and has a wind-based fighting style
Hey, stop reading my mind!!!! XD
I was thinking exactly that before I went to sleep last night🤣
And well, that's exactly it, Satoshi is the representative of the Libra constellation.
But that's because I based it on the location of the constellations.
The story I'm thinking behind this is like: the members of the Sunlight Force can choose the constellations they want to represent.
In the beginning, Yuliya chose Orion and the Commander chose Taurus, because they are constellations close to each other (Yuliya and the Commander were very good friends, they loved fighting demons together).
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At one point in the story, all the previous members disappeared (it's not known which of them died or are just missing) and only the Commander and Dr. Antares were left. They had to work hard to rebuild the Sunlight Force and as other members joined them, the Commander said that they should choose constellations close to Dr. Antares' (Scorpius) and that's how their organization came about
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Some details:
The constellation that Kenta chose was Ophiuchus so that he would look like a good person, but the one he really wanted was the image of the serpent, but since these constellations form a single image, this fits Kenta perfectly.
Irina chose Centaurus because of Sebastian (since in this version, Irina and Sebastian work together to join the Sunlights)
And remember that here I'm not basing myself much on mythology, but mainly on the location of the stars :3
[These screenshots are from the Stellarium app]
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kcrev · 2 days ago
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hcs // patrick
random headcanons – ft. patrick rhodes
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tem oito anos de diferença para sua irmã, victoria. mas, apesar de ser tão mais novo, os dois têm uma relação de muita cumplicidade desde a infância. lembra-se de visitar a irmã quando ela estava na faculdade e gostar bastante de passar o fim de semana no apartamento dela. quando precisa de algum conselho mais sério em sua vida é a ela que recorre - mesmo que atualmente more em los angeles com seu marido e um filho de seis anos, peter.
sempre gostou muito mais do verão do que do inverno, talvez por ter vivenciado o perrengue que era morar no alasca durante a época de nevascas. apesar disso, é apaixonado por esportes de inverno e aprendeu a andar de esqui e snowboard quando bem pequeno. desde que se mudou para bend, adquiriu o passe de morador para a estação de esqui e adora passar seus fins de semana do inverno em cima da montanha.
aprendeu a falar japonês durante o ano e meio em que morou no japão. falava inglês em casa e na escola, mas se sentia frustrado de não entender coisas simples como placas na rua e decidiu que iria aprender o idioma. fez aulas mesmo depois que estava de volta aos estados unidos e atualmente consegue entender bem uma quantidade decente do idioma.
pensou seriamente em se alistar na aeronáutica como seu pai. chegou até a iniciar sua aplicação, mas nunca conseguiu tomar coragem para terminá-la. na época, não se achava capaz de fazer algo como aquilo e sua família não o incentivou. acabou sendo aceito para a universidade antes de acabar o prazo das inscrições e acabou deixando a ideia para lá.
não é o maior fã de carne vermelha e, na verdade, acha completamente dispensável. porém, é muito acostumado a comer frutos do mar de qualquer jeito e sempre acaba preferindo peixe a qualquer outro tipo de carne.
seu namoro mais recente terminou há cerca de dois anos e meio. não tem nada contra sua ex-namorada, elisa fairchild, acabaram terminando o relacionamento por sentirem que não eram mais compatíveis. elisa segue morando em bend, porém faz muito tempo que não tem notícias dela - apenas sabe que está em um relacionamento há pouco menos de um ano. desde então, pat sente que não se conectou com ninguém a ponto de querer conhecer a pessoa mais a fundo - com exceção de maddie mais recentemente, é claro.
cogitou mudar de carreira três vezes durante a sua vida: a primeira ainda durante a faculdade, quando percebeu que não se enxergava fazendo nada relacionado a arquitetura. porém, não chegou a mudar o seu major por não saber o que mais faria. na segunda vez, estava trabalhando em um escritório horrível e imaginou que aquela seria sua vida para sempre. acabou pedindo demissão e trabalhando como freelancer em alguns projetos por uns meses antes de ser contratado por sua empresa atual. a terceira faz pouco mais de seis meses, quando recebeu um feedback horrível de um cliente importante.
o seu filme preferido durante a infância era o rei leão. já na vida adulta é a série do rocky, especialmente os dois primeiros filmes. suas séries preferidas são breaking bad e game of thrones (exceto a última temporada).
não é próximo de nenhum dos seus primos que mora em bend, porém tem uma convivência maior com philip do que com jack (que não tem nenhuma, na verdade). mal sabia da existência dos dois durante a infância e adolescência, então acabou não se aproximando de nenhum dos dois quando a família se mudou para bend. conversa esporadicamente com phil pelo instagram, mas nada muito profundo.
sua mãe é artista plástica e há alguns anos vêm desenvolvendo sua carreira como artista. de vez em quando, ela coloca suas peças para exposição em algumas galerias de arte pelo estado. no ano anterior, participou de sua maior exposição e a primeira fora do oregon, em los angeles. pat sempre faz questão de prestigiá-la nos eventos realizados para abertura das exposições.
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