#custo de jardim
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rtrevisan · 2 months ago
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Como fazer um jardim de baixo custo
Muitos empreendimentos imobiliários acabam surpreendendo negativamente seus proprietários quanto ao custo de manutenção de áreas ajardinadas. Não é raro que o custo de manutenção de um jardim ou área verde em um ano seja várias vezes superior ao seu custo de implantação. Por que isso ocorre com tanta frequência no Brasil enquanto outros países, inclusive de climas mais rigorosos, mantenham…
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pomar-e-horta-sustentaveis · 4 months ago
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Dicas de irrigação no verão para manter sua horta saudável
O verão é uma estação que exige cuidados extras com a irrigação, pois as altas temperaturas podem causar estresse hídrico nas plantas e comprometer a saúde da sua horta. Para evitar problemas como o ressecamento do solo e a perda de nutrientes, é essencial saber como, quando e quanto regar. Confira dicas práticas para manter sua horta saudável durante os dias quentes de verão. A importância da…
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blackiron11 · 5 months ago
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Death's Lover - Chapter 1
or
A longer look on the emmy nominee series "Agnes of Westview"
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Prologue
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2026
No episódio de hoje de "Agnes de Westview":
Oh cidadezinha mais ou menos. Argh, as coisas que ela tinha que fazer por causa do seu trabalho... E ela nem recebia por isso!
Rio suspirou, enquanto passava pela placa de entrada de Westview. Wanda fez um estrago e tanto na cidade, Rio teve que parabenizá-la algum dia, ela era uma força a ser reconhecida; Três anos depois e esse lugar ainda precisava de bons reparos. O pessoal daqui também tinha espírito, basicamente todas as casas da rua principal tinham algo como "Wanda fede" ou "Morra, Maximoff".
A mulher encarou o papel em sua mão, conferindo o endereço de Agatha mais uma vez, antes de vê-la no final da rua brincando de detetive, ao que tudo indicava. Já que ela estava de pijama e um colar com um distintivo falso. Rio a observou enquanto ela analisava o que parecia ser o jardim do seu vizinho. O homem ao seu lado participava da fantasia junto com ela. Patético.
Rio revirou os olhos, se perguntando mais uma vez se isso era mesmo necessário. Ela estava aqui apenas por ordens superiores, mas a que interessava seus chefes que Agatha Harkness recuperasse seus poderes? Não é como se a bruxa fosse ser aceita nos Vingadores ou algo assim.
Bem, ordens são ordens. E quanto mais cedo ela se livrasse de Agnes, mais cedo poderia procurar por S/N. Depois que o blip de Thanos foi desfeito, as coisas se acalmaram, então a Morte finalmente podia relaxar seu lado. E ela sentia tanto sua falta que o coração dela doía.
Rio viu que Agatha ia em direção a uma cafeteria e aproveitou para falar com o vizinho.
"Por que vocês estão ajudando-a? Não sabem tudo que ela fez?" Rio perguntou arqueando as sobrancelhas.
"Ah, você sabe. Agn-- Agatha era uma boa vizinha. Prestativa" Herb falou sem se importar de nunca ter visto Rio antes. As pessoas gostam de fofocar. "O que Wanda fez foi errado, estamos apenas cuidando dela até que a SWORD consiga reverter o feitiço"
"Prestativa", certo. Vidal riu internamente, ela quase tem pena dessas pessoas. Agatha veio para Westview logo depois de Wanda. Tudo que ela fez aqui era somente a persona de Agnes O'connor em ação. E deve ter sido uma atuação muito boa para todos gostarem dela. Além disso, a SWORD não estava nem um pouco preocupada em tirar Agatha dessa ilusão. Por tudo que a bruxa fez, ela estava basicamente em prisão domiciliar.
Escolhendo não falar sobre isso, a mulher apenas concordou
"Certo, certo. Que seja" ela assentiu "E o que ela está fazendo ultimamente?"
"Ah, acho que agora ela é detetive. Acredito que está investigando a morte de Wanda. Nem sempre entendo o que ela quer dizer" o homem respondeu incerto.
"Sei..." continuou "e isso seria o corpo de Wanda?" Eles olharam para o jardim que Agnes parecia tão submersa antes. Herb apenas deu à mulher um sorriso sem graça.
"Se importa?" Rio tirou o celular do bolso antes mesmo de Herb concordar. Se Agnes achava que essas flores eram o corpo de Wanda, talvez essas fotos fossem importantes.
Passados alguns minutos, houve uma gritaria na cafeteria. Com certeza era Agnes causando confusão. Rio se dirigiu para lá a passos largos - Herb esquecido e ignorado - e entrou no estabelecimento a tempo de ouvir Agatha gritar para a atendente, perguntando onde ela estava ontem à noite; depois olhou para a parte dos cardápios e foi embora correndo.
Rio se dirigiu até o balcão, uma ideia em mente.
"Você pode imprimir essas fotos para mim?" Dottie a olhou desconfiada, pronta para dizer que ali não era uma gráfica "É para Agatha" Rio mascarou um sorriso doce.
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Vidal estava parada na frente da casa de Agnes, tomando coragem para entrar. Passou pelo quintal com algum custo. Estava uma bagunça, lixo por todo lado e grama alta. Aparentemente Agnes não tinha deveres domésticos.
A Morte entrou sem bater, encontrando Agatha sentada na sala falando com a parede e decidiu falar alguma coisa antes que começasse a gargalhar.
"Cheguei!" - Rio decidiu uma abordagem mais amigável
"Sujeita chique sempre atrai atenção dos federais" - Agnes falou ainda sem olhar para sua ex
Era assim que ela a via? Mesmo na ilusão, ela via sua ex como alguém mais poderosa, isso é interessante.
"Vai te ferrar, Chefe" - Rio não aguentou e dessa vez soltou uma risadinha. Tinha que entrar no jogo para saber até onde ia esse feitiço.
"Quanto tempo, né?" - ainda doía pensar que essa frase era verdadeira. Fazia séculos que não via Agatha. Desde que...
"O que faz aqui?" - retrucou Agnes, cruzando os braços
"Meu trabalho?"
"Você quer controlar minha investigação?"
"Não, você pode estar no controle, se é isso o que quer" Rio tentou dar opções, mas não pôde deixar de encará-la por um instante.
Agatha tinha olheiras fundas, cabelo despenteado. Claramente não estava bem. Wanda deixava as pessoas viverem no Hex. Isso foi bem mais... pessoal.
"É assim que você se vê?" A mulher mais velha perguntou, um tanto preocupada. Infelizmente, mesmo depois de tudo, Vidal ainda se preocupava com essa bruxa.
Agnes parecia perdida com a pergunta, e franziu a testa.
"Certo, vamos falar do caso" ela não queria forçar muito. Pegou as fotos que imprimiu e jogou na mesa. "Não tem rastros do corpo, pode ter aparecido lá por magia" talvez essas palavras despertassem alguma coisa em sua ex
"Vamos focar na realidade, aqui" revirou os olhos "é tudo sobre a história do corpo, quem ela era, onde morava, os segredos que escondia"
"E quem melhor que uma cria de Eastview para desvendar isso?" Rio trocou o nome de propósito "você morou aqui sua vida toda, não é verdade, Agnes?" Talvez ela estivesse indo rápido demais.
Agnes olhou no fundo dos olhos da mulher à sua frente. "Eu não quero você aqui" se levantou e abriu a porta da frente de casa - ou a que deveria ser do escritório, Rio supôs.
Ficou claro que não conseguiria mais nada agora, então ela foi embora, mas antes: "Te veo"
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Rio não foi embora de verdade. Um pouco depois, Agatha saiu de casa e Rio entrou pela janela. Ela queria saber se ainda tinha alguma magia do darkhold aqui, talvez tivesse algo para reverter o feitiço. A bruxa verde saiu abrindo cada porta da casa à procura de algo importante - por que Wanda fez uma casa enorme dessas para só duas pessoas estava além da compreensão de Rio - e... Ah.
Ah...
Vidal se arrependeu de ter aberto a porta instantaneamente. Era o quarto dele... Nicky. Ela prendeu a respiração por um momento e as lembranças a invadiram em cheio. O único dia que ela não queria ser a Morte, foi quando teve que levá-lo. Ela não queria fazer isso, ele era somente uma criança. Infelizmente era sua hora.
Nicky é seu único arrependimento. O motivo pelo qual Agatha e ela terminaram. Claro que a mulher teria recriado seu quarto. Mesmo nesse lugar.
Agatha foi a primeira mulher que ela amou, mas depois de tudo que a bruxa disse para ela, depois de tudo que a mais nova fez... Rio tentou explicar à época, Agatha não entendeu. Rio não a culpava, sabia que deveria ser difícil ver um filho partir; porém não deixou de doer, ainda doía.
Harkness a culpou e provavelmente a culpa até hoje pela morte de seu filho. Mesmo sabendo que Rio não era responsável por tirar a vida de alguém. Nesse dia, o coração de Rio se quebrou e passou décadas pensando que a Morte nunca seria digna de amar e ser amada, até conhecer sua doce S/N.
Ela se sentou na beira da cama, com os olhos lacrimejando e segurou um desenho que ele havia feito todos aqueles séculos atrás, agora conservado por magia. Um desenho dos três juntos, "Nicky, Tia Rio e Mamãe" era o que estava escrito.
"Eu sinto muito", ela sussurrou, como se ele ainda pudesse ouvir. Como se ela não tivesse dito isso o caminho todo, enquanto recolhia sua alma. Foi ele quem a consolou no final.
Nicholas Scratch era o mais próximo do que ela jamais teria de um filho. Ela conheceu e se apaixonou por Agatha pouco tempo depois que ele nasceu. Rio ajudou a cuidar dele tanto quanto conseguiu, seu trabalho sempre foi muito puxado, mas pelo menos uma vez por semana conseguia ver seu menino. Eles foram felizes por bons cinco anos.
Ver esse quarto agora mexeu com a Morte. Ela quase esqueceu seu propósito aqui. Se não fosse o barulho de Agatha voltando para casa, Rio ainda ficaria ali um bom tempo.
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Vidal pegou uma caixa de pizza vazia do quintal e tocou a campainha de Agnes dessa vez. Ela não precisava se alimentar. E tinha certeza que Agatha estava com a cabeça tão fértil que veria pizza nessa caixa.
Agnes abriu a porta e tinha a mesma roupa que estava de manhã. Ninguém toma banho no Hex?
Rio sorriu. "Sabia que é uma verdade universal que uma policial não pode ser boa no trabalho e ter uma vida pessoal saudável ao mesmo tempo?"
Ela estava quase sem aguentar estar na frente de quem a fez tanto mal, mas quanto mais rápido ela tirasse Agatha do feitiço, mais rápido esse pesadelo acabava.
"Ótimo, eu estou com fome" Agnes deixou-a entrar e sentaram na sala. Dessa vez, Rio percebeu que realmente estavam na casa dela, segundo sua ilusão.
Agatha falou alguma coisa de tiktok e a mulher apenas riu sem graça. Ela não entendeu nada do que Agnes queria dizer com isso.
"Enfim, eu tenho uma teoria sobre o caso"
"Por isso que eu vim aqui" Rio jogou verde, enquanto fingia tomar qualquer coisa que fosse, no copo vazio que Agatha lhe deu. "Mas pode falar"
"Teve um acidente a uma hora daqui. Tinha sangue no carro"
"Onde?"
"Eastview"
"Eastview?" Rio repetiu "Pensei que você virava abóbora fora de casa" instigou
"Eu já viajei para vários lugares" Agnes retrucou
"Quais?" Agnes abriu a boca para responder, mas não saiu nada. Por que ela não conseguia se lembrar?
"Posso te fazer uma pergunta?" Agatha assentiu, atordoada. "Você se lembra por que me odeia?"
Rio viu ela tentar pensar "Não..."
"Está apenas mentindo para si mesma" Rio tentou.
Agnes ia responder, mas foi interrompida por um barulho e correu. A morte revirou os olhos. Estava tão perto.
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Agnes voltou com um garoto, colocou ele na sala e veio conversar com Rio na cozinha. Rio sentiu a energia dele. Ora, ora... Se não é Billy Maximoff voltando dos mortos. Rio deu a ele um sorriso predador.
Interessante que Agatha não conseguia ouvir o nome dele mesmo dentro do feitiço do Hex.
"Por "condecorada", você quer dizer em "suspensão não remunerada?" Perguntou Billy.
Rio sorriu, ele também tinha feito sua pesquisa. Garoto esperto.
"O que tava procurando na minha casa?"
"O respeito dos seus colegas e uma vida sexual satisfatória, mas você não tem nenhum dos dois"
Rio não esperava isso, então ela riu antes de impedir Agnes de machucar Billy ainda mais. Ela fez um sinal de negativo da cozinha, mas o que raios Agatha olhava tanto para o quadro da sala?
"Vou repetir mais uma vez, o que você está procurando?"
"O caminho"
Isso surpreendeu a Morte. O garoto tinha acabado de se esquivar dela e já queria correr novamente para seu domínio? Essa é nova.
"Que caminho?" Ela ouviu Agnes perguntar
"Eu não sei, você quem mais deve saber"
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"Do que você está falando? São só flores"
Rio decidiu pegar uma cerveja de verdade e apreciar o show. Ficou claro que ela não precisaria fazer nada para ajudar Agnes, a cria Maximoff tinha tudo sob controle
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"Caso encerrado, então?" Rio perguntou mais tarde naquela noite, vendo Agnes no "necrotério" - apenas um dos quartos da casa, cheios de flores do jardim de Herb.
"Como ela morreu?"
"Pergunta errada. Aquela bruxa se foi, levando todas as cópias do darkhold e deixando você num feitiço distorcido. Mas não precisa ficar aqui"
"Tá calor aqui" Agnes estava se abafando e tirando roupas metafóricas
"Isso! Usa as garras e sai. Havia duas desconhecidas nesse caso, e você sabe o nome dela. Qual é o seu?" Rio soltou sua última cartada.
Demorou um pouco para perceber que Agnes estava se aceitando Agatha Harkness e realmente estava tirando toda sua roupa.
Rio fechou os olhos em respeito, correu do quarto e fechou a porta. "S/N, S/N, S/N, S/N, S/N" Ela repetia seu nome como um mantra na mente. Você não poderia culpa-la por estar nervosa, se soubesse. Agatha é uma visão e tanto. E mesmo a Morte tem olhos.
Vidal não ouviu mais barulho do outro lado, então presumiu que Agatha desmaiou de cansaço. Ela passou pelo armário, ouvindo o garoto tentar pedir ajuda, mas nada fez. Sabia que Agatha precisaria dele para recuperar os poderes. Ela voltaria amanhã.
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Como Rio não perderia uma boa entrada, ela explodiu a porta da Ex Agnes e entrou. Ela também agradeceu por Agatha já estar vestida. Sai para lá, tentação.
Rio pressionou Agatha contra a parede, a faca perto de seu pescoço.
"Sentiu saudade?" Perguntou jocosa
"Eu te amo" A bruxa respondeu
O quê? Rio quase perdeu o foco. O feitiço tinha algum dano colateral?
Não importa, ela tinha um trabalho a fazer.
"Quanto tempo faz, Agatha? Desde que você adquiriu o darkhold e me deixou? Mas agora você o perdeu e está vulnerável"
Rio tinha lágrimas nos olhos, mas mesmo assim forçou a faca até tirar um filete de sangue de sua ex.
"Só fisicamente" a bruxa reagiu e bateu sua cabeça parede
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"Você adora isso... A expectativa" Agatha disse, se aproximando dela.
Rio deu um passo para trás, tentando colocar alguma distância entre elas. Qual era o joguinho dela? Fazer Rio se apaixonar novamente? Isso não iria acontecer. Agora e para todo o sempre, a Morte só queria você.
"Ok, Agatha, mas eu vou contar a elas onde você está"
Presentinho dos superiores.
"Quem, especificamente?" Agatha se aproximou mais para tirar o cabelo do rosto de Rio, mas ela se esquivou.
"As Sete de Salém. Finalmente Agatha Harkness vai encontrar seu fim, chega a aquecer o meu coração".
Ela disse isso da boca para fora. A morte de Agatha não lhe traria felicidade ou Nicholas de volta, mas pelo menos mãe e filho estariam reunidos.
"Você não tem coração"
"Sim, eu tenho, mas ele não bate mais por você." Somente por você, S/N. Vidal pensou, saudosa.
Rio pegou a mão da bruxa e apertou seu corte, lembrando a Agatha que ela também sabe causar dor.
A morte empurrou sua ex pro lado e saiu da casa com apenas um "Te veo".
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Chapter 2
Só a título de curiosidade, Westview ainda está assim, porque Pepper parou de ser idiota e de dar dinheiro para o controle de danos dos vingadores.
Também não entendi para onde eu fui com esse capítulo. Era para ser só a perspectiva de Rio das coisas, mas acabou se juntando ao meu prompt 8.
Ah, fico muito feliz em saber que algumas pessoas leram a história e gostaram. Obrigada, gente 😊
Acredito que vou fazer 9 capítulos. Tentarei postar 1 ou 2 por semana.
O que eu não descrever durante os capítulos, significa que é igual ao Canon.
Agora tô achando que usei espaçamento de menos, ai que ódio
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hawkjames · 1 year ago
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untouchable.
Betty demorou a voltar para o hotel desde que James saiu disparado do jantar de ensaio, o que foi bom, já que deu a ele tempo para reagir e pensar nas coisas que tinham acontecido naquela noite desde a pausa para fumar no jardim. Ele até tentou tomar um banho para tirar Augustine de sua pele, de sua cabeça, e assim evitar problemas que até então não possuía, mas desistiu ao perceber que qualquer esforço era inútil e se entregou às lembranças e à série de análises que passou a fazer. O contexto atual dava àquele encontro outro significado que, talvez, há cinco anos não teria. Ou seria menos intenso. Fato é que, desde que percebeu que a ruiva estava espalhada por todo seu livro, James decidiu abandonar a ideia no papel, e deixar morar lá, em nenhum outro lugar, definitivamente não em seu coração. Mas, agora que a tinha encontrado, percebeu que havia mais do que estava escrito, que poderia reviver algo que achou que estava resolvido. Ele nem sabe que horas pegou no sono e a que conclusão chegou, mas as garrafinhas de uísque certamente ajudaram. Acordou no dia seguinte com Betty chamando seu nome e sacudindo seu ombro. "Você vai perder o café e vai me atrasar para o casamento." Enfureceu-se. Eles se falaram um pouco a partir daí, Betty o atualizou sobre todas as pessoas que encontrou, mas não se demorou nos relatos. Não que ele tenha se importado. Para James, só interessava o momento em que ela citaria Augustine de alguma forma, qualquer forma, para ter qualquer notícia que fosse, mas isso só aconteceu quando desceu com ele do carro na porta da igreja onde, muito facilmente, se via a figura da dama de honra junto de outras madrinhas. Sem mudar sua expressão, parecendo muito tranquila, Betty murmurou ao se apoiar no braço do marido, que estava de terno e gravata, cabelo ainda ligeiramente úmido do banho: "I know you talked to her last night. Please, don't embarrass me today in front of all these people. Oh, hi, Sasha!" A mulher já mudou o foco, acenando simpática para uma amiga, sem deixar James responder. Em resultado, intimidado pela surpresa da "bronca" da esposa, como se tivesse sido pego no flagra, ele evitou a todo custo colocar os olhos em Augustine. Mesmo quando Betty se descolou de seu braço e disse que ele podia entrar na sua frente e esperar por ela. Mesmo desejando, com o que percebeu ser ansiedade, contemplar o quão linda estava dentro daquele vestido.
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fogliedivita · 2 months ago
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Pequenas Reformas: Grandes DIY
Palavra-chaves: como reformar a casa gastando pouco, ideias de decoração DIY, pequenas reformas, DIY, faça você mesmo, ideias de decoração fácil, como transformar móveis antigos, reforma barata
Quer transformar sua casa sem gastar muito? Pequenas reformas feitas por conta própria (os famosos DIY, ou "faça você mesmo") podem dar um novo ar aos ambientes e trazer muita personalidade ao seu lar. Neste artigo, vamos compartilhar ideias acessíveis e criativas para você colocar a mão na massa e renovar espaços de forma simples e eficiente.
Por que investir em pequenos projetos DIY?
Reformas não precisam ser sinônimo de bagunça ou altos custos. Projetos DIY têm conquistado cada vez mais adeptos por três motivos principais:
Economia: Você evita mão de obra especializada e compra apenas os materiais necessários.
Personalização: Cada projeto carrega o seu estilo e criatividade, tornando os espaços únicos.
Satisfação pessoal: Nada como ver um cantinho renovado por suas próprias mãos!
Agora, vamos a algumas ideias práticas para inspirar sua próxima transformação.
1. Pinte uma parede de destaque
Uma maneira simples de mudar o visual de um ambiente é escolher uma parede e pintá-la com uma cor marcante ou um acabamento especial, como:
Tinta lousa: Perfeita para cozinhas ou quartos infantis.
Efeito cimento queimado: Traz um toque industrial e moderno.
Geometria com fita adesiva: Crie padrões únicos com diferentes cores e formas.
Dica: Invista em tintas de boa qualidade para um acabamento profissional e duradouro.
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2. Troque os puxadores de móveis
Os pequenos detalhes fazem toda a diferença! Atualizar puxadores de armários, gavetas ou guarda-roupas é rápido e transforma o visual do móvel.
Escolha puxadores modernos, retrôs ou atemporais para combinar com o estilo da sua casa.
Para um toque DIY total, crie seus próprios puxadores usando materiais como cordas, couro ou madeira.
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3. Adesivos e papel de parede
Se pintar não é sua praia, adesivos decorativos ou papel de parede são soluções práticas e sem sujeira. Eles podem ser aplicados em:
Paredes.
Azulejos da cozinha ou do banheiro.
Portas ou móveis antigos que precisam de um "up".
Dica: Prefira materiais autocolantes de fácil remoção, caso queira mudar o visual futuramente.
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4. Monte prateleiras ou nichos
Organização e estilo andam juntos! Prateleiras e nichos podem ser instalados em qualquer cômodo e são ótimos para:
Expor livros, plantas ou objetos decorativos.
Aproveitar espaços verticais em áreas pequenas.
Materiais sugeridos:
Madeira reciclada para um toque rústico.
MDF para um visual moderno e minimalista.
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5. Transforme móveis antigos
Sabe aquele móvel esquecido? Dê uma nova vida a ele!
Lixar e pintar: Use cores vibrantes ou tons neutros para combinar com sua decoração.
Troca de estofado: Renove cadeiras e poltronas com tecidos modernos.
Decoupage: Aplique recortes de papel ou tecido para criar padrões criativos.
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6. Crie uma cabeceira personalizada
Se o quarto está precisando de um toque especial, que tal fazer sua própria cabeceira? Algumas ideias:
Painéis de madeira: Fáceis de instalar e super elegantes.
Tecido estofado: Adicione conforto e um toque sofisticado.
Adesivos ou pintura na parede: Simples e sem a necessidade de móveis adicionais.
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7. Invista na iluminação
Trocar luminárias ou criar novas fontes de luz pode transformar um ambiente. Experimente:
Cordão de luzes: Para um clima aconchegante.
Arandelas DIY: Use canos de PVC ou madeira para criar luminárias personalizadas.
Fitas de LED: Ideais para iluminação indireta em estantes ou no gesso.
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8. Monte um jardim vertical
Se você ama plantas, um jardim vertical é perfeito para trazer vida a qualquer cantinho. Você pode usar:
Estruturas prontas de metal ou madeira.
Pallets reaproveitados.
Vasos presos a suportes ou prateleiras.
Dica: Escolha plantas de baixa manutenção, como samambaias, suculentas e jiboias.
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Conclusão
Pequenas reformas DIY são uma forma acessível e divertida de renovar sua casa. Com criatividade, você pode transformar ambientes sem gastar muito e ainda sentir o prazer de ver um projeto finalizado por suas próprias mãos. Escolha um dos projetos acima e comece hoje mesmo!
Se gostou dessas ideias, compartilhe este artigo e inspire outras pessoas a colocarem a mão na massa!
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pasqualinas · 3 months ago
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Clube das Petúnias
Um clube exclusivo para mulheres da cidade de Khadel, idealizado por Pasqualina Capel-D'Angelo, em 2023, e tem como objetivo criar um espaço acolhedor e criativo para as mulheres da cidade de Khaddel. Os encontros ocorrem mensalmente no jardim da residência de Lina. As participantes debatem livros, compartilham experiências e desfrutam de atividades temáticas, como: oficina de bordados, criações de cartões personalizados e pintura em aquarela. Além das atividades práticas, o clube organiza palestras com convidados especiais, autores locais e membros da comunidade.
Cada reunião é acompanhada de um chá cuidadosamente selecionado e um delicioso bolo confeitado pela própria Lina, sempre harmonizado com o tema do mês. (Já ouvi boatos de que tem participante que vai mais por conta do bolo do que outra coisa).
Para participar, você pode receber um convite exclusivo de Pasqualina ou ser indicada por uma membro atual. As participante geralmente têm interesse em literatura, arte, atividades manuais e estética. Há uma taxa mensal simbólica,que cobre os custos materiais dos encontros. Parte dessa taxa é reservada para o financiamento do clube e a outra parte é doada para o Lar de Meninas Alfieri, uma instituição beneficente na capital da Itália.
As participantes do Clube também tem acesso aos outros eventos organizados por Lina, como o Clube do Livro — reuniões mensais para debater livros previamente escolhidos — e Clube das Cartas — projeto onde os participantes escrevem cartas à mãos para conhecidos ou pessoas de instituições de caridade.
@khdpontos
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amyzmarch · 1 year ago
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@jomarchz — eleanor & alec.
naquele momento, eleanor nada mais desejava que aprender a desaparecer com um estalar de dedos. se apresentar na temporada social como uma participante ativa era uma coisa para a qual acreditava estar preparada, imaginando que seria muito mais agradável ter certo livre arbítrio que somente aparecer no casamento com um nobre aleatório e de outro país que sua mãe escolhesse como seu futuro marido. e estava até desejando voltar atrás e deixar que a rainha assumisse as rédeas novamente. não aguentava mais a sensação de estar constantemente cercada por abutres que só queriam entrar na família real, que insistiam a todo custo de manter contato com ela e a importunava de todas as maneiras possíveis. ouvir lorde davenport discursar a fazia querer sair correndo a toda velocidade, e não conseguia simplesmente ir embora: toda vez que tentava se despedir e se afastar para ir a qualquer outro canto do jardim em que o baile acontecia, liam davenport parecia fazer questão de segui-la e ignorar tudo o que estava falando. poderia ter chamado os guardas e dar um jeito naquela situação, mas não queria parecer que não conseguia lidar com os seus próprios problemas sozinha. muito menos criar uma cena para todos os convidados. estava completamente desconfortável e era extremamente custoso para eleanor esconder como queria se enfiar no chão. “ah, olha lá o braddock.” o escutou mencionar alexander e desviou a atenção para o rosto conhecido, ignorando o que o duque estava falando ao seu lado. não queria lidar com ele ainda. mas, ao mesmo tempo, era a única esperança que tinha de se livrar daquela situação detestável na velocidade da luz - e esperava que ele percebesse que estava desesperada ao chamá-lo: “lorde braddock! estava mesmo para avisar o lorde davenport que rpecisava encontrá-lo. pronto para a nossa dança?.” abriu um sorriso falso, praticamente gritando: me ajuda.
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danilcc · 11 months ago
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𝐈 𝐓𝐎𝐋𝐃 𝐘𝐎𝐔, 𝐈'𝐌 𝐅𝐈𝐍𝐄 𝐓𝐎𝐍𝐈𝐆𝐇𝐓 𝑠𝑡𝑎𝑦𝑖𝑛𝑔 𝑔𝑜𝑜𝑑
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personagens mencionados: @zihcn, @yangnaseon e @seudevaneio
Era como se estivesse no céu e caísse diretamente no inferno quando tudo aconteceu, Daniel estava igual uma panela de pressão, acumulando coisas e sentimentos no seu peito de uma forma que não saberia como verbalizar, principalmente porque tudo foi rápido demais para surtar e precisava ser forte para a sua família, no caso, a sua nova e verdadeira família. Jihan, Naseon, os meninos e Hyeri eram mais importantes no momento, então depois de todo o caos e finalmente chegar a notícia de que poderiam pegar algumas coisas para então seguir para um lugar seguro, Daniel não hesitou em tirar aquela caixa escondida debaixo do sofá que ficava no estúdio, no caso, a sua cama já que o quarto ficou com a irmã. Daniel não se importou em tirar de lá o papel com a senha e o endereço do apartamento, nem o controle que ele nem sabia se ainda funcionava, porque a sua mãe tinha planos de lhe dar um carro no futuro quando conseguisse tirar a carteira. Aquela caixa vinha com muitas lembranças que queria esquecer, que queria enterrado em algum jardim e apagado do que foi um dia, mas naquele momento, o mais importante era a segurança e o conforto da sua família, por isso que a colocou em uma sacola de papel.
Daniel demorou alguns segundos para sair do carro quando Naseon parou em frente ao portão da garagem, o controle não tinha funcionado e ele entendeu naquele momento que precisaria dar sinal de vida, não podia apenas entrar e sair sem deixar rastros. “Eu já volto” Chegou a ouvir Jihan dizer que não se importava de ir ap hotel, mas Daniel estava determinado. “Não vou demorar, amor!” Chegou na portaria, deu o seu nome e o número do apartamento, o porteiro pareceu surpreso de finalmente dar o recado e aqueles controles para o verdadeiro dono do apartamento, por todo o tempo apenas recebia funcionários que tinham uma missão, que depois de estacionar e seguir pelo elevador até o último andar daquele prédio pequeno, que do lado de fora parecia um lugar simples, já que estavam em um bairro de classe média, onde tinha um custo de vida mediano, pessoas que trabalhavam o dia inteiro para conseguir pagar o aluguel daquele lugar, uma vista incrível, parquinho cheio de crianças, vizinhos que se conheciam. Era totalmente contrário a visão que teve quando abriu a porta com a senha anotada naquele pedaço de papel.
Definitivamente não teria uma vida simples em um apartamento luxuoso, dois quartos grandes e um pequeno, mas ainda sim, todos com televisão, móveis de primeira, camas grandes, sofá grande, tudo muito grande, era o maior apartamento daquele prédio pelo o que tinha entendido. Daniel não teve muito tempo de reagir ao espaço, nem ao fato de tá tudo limpo, organizado, pronto para receber alguém e esse alguém finalmente colocar os pés descalços naquele chão impecável, no caso, essa era a missão dos funcionários que iam todos os dias para um espaço vazio, manter tudo pronto para sabe-se lá quem iria ocupar aquele canto. Retirou todos os bilhetes que tinham espalhado ali, eram indicações misturado a diversas demonstrações de carinho, confissão de saudades, entre outros que Daniel simplesmente ignorou, jogou o bolo de post-its dentro da sacola de papel com aquela caixa que queria tanto enterrar em qualquer canto.
“Vamos dividir os quartos… o menor vai ficar com o Hangyu, a cama é grande mas acho que ele vai se acostumar...” Disse indicando o quarto no pequeno corredor, na porta do meio. “Nós três ficamos com o quarto maior, no fim do corredor, porque a cama é maior e tem mais espaço pra colocar um cantinho improvisado pro Bonhwa, amanhã eu saio pra comprar alguma coisa pra ele poder dormir, só pra ele não ficar na cama com a gente” Falou com calma, pois dentro da tal caixa tinha o cartão da sua conta, e definitivamente Daniel usaria aquele maldito dinheiro porque era muito mais importante o conforto de quem ele amava. “Hoje eu durmo no sofá pra ficar mais confortável pra vocês, aí o Bonbon pode ficar com vocês” Falou com calma, mostrando a primeira porta onde estaria o quarto que escolheu para a irmã. “Você fica aqui, tá Hyeri. Eu conferi, tem um guarda roupas e tá vazio, então fique a vontade”
Depois de falar tudo, Daniel então pegou as malas e levou para o quarto onde dividiria com os namorados, sendo o momento que escolheu para analisar aquele guarda roupas lotado de roupas, havia de tudo, roupas que usava quando tinha catorze anos e várias outras que provavelmente vivia no imaginário de sua mãe de como ela gostaria que ele se vestisse, e nenhuma delas caberia nele, provavelmente caberia em seus namorados. “Tem roupa nova se quiser” Comentou com um certo humor para si mesmo, fechou as portas, suspirou e se sentou na cama. Não precisaria olhar os armários, ele sabia o que encontraria ali, assim como não precisaria olhar os banheiros e nem nada. Tinha tudo ali, toalha, o shampoo que usava quanto tinha dez anos, cheirinho de morango em tudo e só então percebeu o mural de fotos, não tinha nada além dele, uma criança feliz em um lugar iluminado, aquela praia bonita e o garotinho de dez anos com um sorriso enorme nos lábios.
Naquele momento ele se deu conta de onde estava, e o som do telefone na sala despertou ele dessa breve viagem no tempo, rapidamente correu até o cômodo. “Não atende esse telefone” Ordenou firmemente, puxando o fio e desconectando aquele aparelho, desligando da tomada também, tirou o aparelho dali e guardou na gaveta do hack e então voltou a agir como se nada tivesse acontecido. “Vamos se ajeitar então, acho que o Hangyu quer deitar um pouco… tá tudo bem dele faltar aula né” Sorriu e pegou o pequeno no colo, junto com a mochila e a mala que foi preparada com as suas roupas, seguindo até o quarto, definitivamente, Daniel precisaria lutar contra muitos demônios nos dias que ficaria ali, então não teria muito o que fazer além de seguir em frente, foi o que fez quando decidiu cuidar do sono de seu enteado e ignorar os olhares que recebeu durante todo o processo de incluir as pessoas que mais amava no momento, naquele seu passado sujo e estraçalhado.
imagens de como é o apartamento.
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domquixotedospobresblog · 1 year ago
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Está sempre na varanda onde montou aquela rede para descansar,onde gosta de admirar os pássaros e seus belos cantos,ela balança em um ritmo lento,os cabelos longos e o rosto rosado são tocados pelo vento,o brilho dos olhos se tocam com o do sorriso,ela observa bem nas entranhas do mato bosqueado,sabe que ele está do outro lado também a observa-la,ele ainda a espera,e ela tenta sair a todo custo daquela varanda, mas ela sabe que escolheu o homem errado e se sente obrigada a cumprir suas obrigações de esposa e mãe, será que um dia ela vai cruzar o jardim,ele com certeza estará a espera, quanto tempo ainda até esse final feliz.
Jonas R Cezar
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taeohact · 9 months ago
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𝐭𝐚𝐞𝐨𝐡 & 𝐫𝐞𝐲𝐧𝐚 @ pista de rollerskate.
taeoh estava patinando em um círculo com reyna enquanto reclamava em alto e bom som sobre a sorte que os dois tiveram de cair na festa mais sem graça dentre as opções. era a melhor festa quando o assunto era moda, mas a que custo? eu vi tantas pessoas chorando naquele jardim e mostrando as reações mais apavorantes ao olhar para aqueles espelhos que eu fico me perguntando se o objetivo não é só nos estressar uma última vez! ele parou bruscamente, em "T" e virou para ela, como se estivesse confessando algo muito tenebroso, que realmente seria: a única coisa que concluí explorando aquele lugar é que aparentemente existem fantasmas bonitos, e isso não é algo que eu queria para a minha noite.
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@feracinefila
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pips-plants · 10 months ago
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LOCAL: TESTE SUA FORÇA STARTER TO @d4rkwater
A animação de todos era contagiante. As crianças correndo, o riso gostoso no ar, o cheiro dos doces... Tudo aquilo a fazia esquecer, em parte, o caos que estavam vivendo. Pietra cruzou os braços sobre o peito olhando para o amigo descrente "Você realmente está me desafiando? Joe, sabe que se eu ganhar você vai ter perdido para um anão de jardim sentado né?" soltou com a maior naturalidade do mundo tentando a todo custo segurar o riso
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lokialoka · 11 months ago
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Asgard
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Astrid ainda se lembrava da primeira vez em que viu o príncipe mais novo de Odin, entre todos os homens que acabará de voltar de uma batalha duradoura, ele era o único que não parecia nada animado por ter voltado vitorioso.
Ela era jovem e tinha acabado de chegar ao castelo com sua mãe e irmã. seu pai por outro lado, ela mal conseguia lembrar das vezes em que ele passava mais de uma semana com a família, nasceu e vivia em asgard, podia-se dizer que era como um irmão do rei, já que era braço direito de Odin e comandante do exército Argardiano. Tyr, o grande deus da guerra, violento e corajoso.
E infelizmente, nem um pouco amistoso com o herdeiro mais novo do trono.
Eles, por outro lado, pareceram não se importar muito com isso, já que a partir do momento em que se conheceram, era difícil verem os dois separados.
Astrid de certa forma se identificava com ele, fulla, sua mãe, era praticante de magia, assim como frigga. Mas ao contrário da rainha, que ensinara tudo que sabe ao filho, a mãe de Astrid preferia que a filha não seguisse seus passos.
Então, O responsável por ensinar tudo a Astrid era Loki, já que com muito custo cedeu a insistência dela. E ele tinha que admitir que a jovem aprendia muito rápido.
—Tenho quase certeza de que você mente para mim.—Comentou uma vez, Astrid lhe lançou um olhar confuso e o moreno se apressou em explicar.—Não acho possível que você execute tarefas tão complicadas com tamanha perfeição sem um conhecimento básico em magia.—Astrid corou, parecia bobo mas um elogio vindo dele, por menor que fosse, era algo que a deixava sem palavras.—Astrid.—Ela umideceu os lábios com a ponta da língua e fez um barulho com a garganta antes de responder.
—Eu tenho um bom professor.—Disse sorrindo.—Mas acho que você não sabe, sua majestade está me ajudando muito.—Loki levantou as sobrancelhas, surpreso, mas nada disse.
Os anos foram passando e o sentimento de amizade que tinham um pelo outro se transformou em algo a mais, E Não demorou muito para que Odin anunciasse o noivado dos dois.
(...)
—Está ansiosa, querida?—A bela mulher de cabelos castanhos perguntou, terminando de enfeitar os longos cabelos loiros de sua filha, a mais nova estava parada em frente ao espelho, mirando seu reflexo enquanto tentava controlar sua respiração, vestida em seu trage de noiva. Ela sabia que sua mãe não fazia por mal, é que não só ela, mas todos que conheciam Tyr sabia que o pai da jovem sentada agora em frente ao espelho, não estava feliz com a união dos dois.—Está com o semblante muito calmo para quem vai está casada em poucas horas, Astrid.—A mãe da jovem falou e quando a mesma se virou para encará-la ela segurou sua mão.—É isso mesmo que quer fazer?
—Pelos deuses, fulla. não confunda a cabeça de sua filha.
—Está Tudo bem majestade.—A jovem ajeitou a postura e olhou para a mãe.—Mãe, eu sei que meu pai não concorda muito com isso e que você, como esposa, se sente no dever de concordar com o que ele diz.—Disse e voltou a olhar seu vestido.—Mas eu quero fazer isso com loki, eu o amo, de verdade.—A morena suspirou convencida, estava sentindo estrema alegria pela filha.
—Seu pai quando quer, consegue ser insistente.—Disse e as três riram.—Eu apoio sua decisão e espero que os deuses saibam o que estão fazendo.
—Eles sabem.
Ledo engano. Nesse momento tudo estava girando, Astrid mal conseguia ouvir as pessoas ao seu redor. ela estava no corredor que dava para a ala de treinamento, procurava freneticamente sua irmã mais nova, a pouco tempo havia passado pela sala do trono e lá, os soldados aesir se esforçavam ao maximo para impedir que três gigantes ultrapassassem as portas que davam a sala das relíquias, no jardim o cenário não era diferente, os guerreiros lutavam com bravura para barrar os inimigos que ainda tentavam passar, os corpos caídos no chão mostrava os que já haviam partido para Valhala. Astrid apertou com força o arco e flechas que segurava e se posicionou, começou a atirar em qualquer coisa monstruosa que aparecesse em sua frente. Já havia procurado sua irmã em todos os lugares e se convenceu que se não tinha a encontrado é porque a menina estava escondida em algum lugar seguro.
Astrid estava tão destraida que não percebeu alguém se aproximar, apenas quando foi puxada com força.
—Você vem comigo.—Era Loki, ele estava furioso, não fazia muito tempo que ele havia pedido que Astrid encontrasse uma maneira de sair do Palácio e que se fosse possível, levasse Hilda, sua irmã. Mas lá estava ela, atirando flechas sem se preocupar com a própria proteção.
—Não, Me solta.—Tentou puxar o braço mas diante da força do moreno era impossível se soltar do seu aperto, Hilda apenas o seguia calada. Tentando não serem vistos. Ele tinha uma expressão nada boa estampada no rosto, estava com a roupa amarrotada e suja de sangue, segurava o elmo na mão me dando a visão do seu cabelo bagunçado e de um corte que começava perto da sobrancelha e sumia nos seus cabelos.
—Eu preciso que você faça algo, você tem que vir comigo.
—Onde?—A loira perguntou quando entraram na floresta, ele não respondeu, seguiu andando sem dizer uma palavra.
Depois de muito tempo de caminhada chegaram à uma área aberta, e se não fosse a guerra que estava acontecendo a alguns metros deles, poderiam parar para apreciar a beleza do lugar, a grama verde vívida que só perdia para as flores espalhadas pelo chão, as arvores que redeavam o lugar, e bem no centro um lago, mas não parecia ser um normal, pois em certo ponto ele tinha um tipo de cachoeira que levava à lugar nenhum, era uma queda livre em direção ao nada.
—Eu quero que você saiba que não estava nos meus planos fazer isso, Astrid..—Ela olhou para a cachoeira e lembrou do que Thor mencionou certa vez, de que loki sabia sobre passagens secretas para outros reinos, isso a apavorou e instintivamente ela deu um passo para trás. Engolindo seco.
—Eu não vou fazer isso.—Sua respiração tinha começado a ficar pesada e sem ritmo. Ele não teria a levado pra lá por nada.—Minha irmã...—Começou a falar mas ele a interrompeu
—Hilda ficará bem. olhe para mim.—Ele segurou os dois lados do rosto de Astrid com as mãos.-Eu vou buscar você, eu prometo.—Quando ela não o respondeu, ele a beijou, e por mais que sua respiração estivessem irregular ela retribuiu, retribuiu como se aquela fosse a última vez que sentiria os lábios dele nos dela, como se precisasse daquele beijo mais do que oxigênio.
—Onde?—Quando enfim cessaram o beijo, foi a primeira coisa que Astrid perguntou.-Para onde devo ir?
—Vanaheim.—Astrid apenas concordou com um aceno de cabeça, continuava receosa com a situação mas o conhecendo como ela conhecia, não tinha saída.—Eu vou até você quando tudo isso acabar. Terá que me prometer que vai usar isso.—Ele pegou segurou sua mão e colocou uma pulseira em seu pulso.—Prometa que não vai tirar.
—Prometo.
E depois daquele momento, se passaram anos. Sem asgard, sem loki e sem sua família
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madneocity-universe · 1 year ago
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Growing Pains: Addie Pham
Contos e fantasias. Escrevi tanto que quase passei mal. Contos e fantasias. Pode e vai ser alterado no futuro.
Contos. E. Fantasias.
Aviso de conteúdo sensível: menções superficiais a crimes de violência sexual que poderiam ter sido cometidos, menções superficiais a suicídio, uso indevido de drogas e menção a "começo" (?) de dependência química.
Minnie Xeng era a pior traficante daquela cidade e ela finalmente poderia provar.
Não importa quantas mensagens Addie lhe mande, ela não responde e nem visualiza. Não importa o quão desesperada e sinais de exclamação ela usa, duvida que a outra garota asiática tenha se ocupado a sequer olhar a barra de notificações. E mesmo quando Pham liga, liga de verdade como as pessoas dos anos 2010 faziam, ela não recebe respostas também.
Ela sabe que deveria voltar pra casa, que sair de seu carro naquele frio e enfrentar o jardim abarrotado de pessoas da casa de Tommy Howard não era coisa pra ela, mas tem essa ansiedade no fundo de seu estômago dizendo que ela não pode simplesmente voltar — para seus resumos pela metade, para suas leituras inacabadas, para seus deveres acumulados e que ela não consegue mais assimilar depois de tantas horas trancada em seu quarto estudando e aliviando a própria agenda de afazeres. Ela quer pensar que é a urgência de solucionar seus problemas que a faz trancar as portas e trombar naquelas pessoas bêbadas até a entrada da festa, mas ela sabe que a ansiedade que ela sente não é pra não ter que encarar suas responsabilidades.
É porque Minnie Xeng é a única que detém o meio pra mandar aquela sensação embora, e Addie tem medo do que pode acontecer se ela ficar mais algumas horas sem o que ela precisa. Sem o que ela necessita.
Ela vê Sony engolindo a boca da namorada de Chris assim que vira um corredor escuro, precisou olhar mais um pouco pra ter certeza que era Jung e não Seo, porque deixou seus óculos no porta-luvas e no desespero só lembrou de levar seu celular e um envelope com o dinheiro para Minnie — porque Deus a livre um dia bisbilhotarem suas transferências bancárias e descobrirem que ela paga semanalmente uma grana pra garota mais duvidosa daquele lugar —, e quando ela pensa em dar meia-volta e sair daquela situação, a porta de um dos cômodos se abre, e dela sai a irmã de Jung, Pansy, e uma garota que Addie acha que conhece de um colégio evangélico pra meninas asiáticas da comunidade perto da dela. As meninas estão manchadas de batom e tão esbaforidas quanto o casal hetero ali, e antes que ela possa ver o desenrolar do encontro inesperado, uma onda de estudantes a empurra pela festa, ficando só com a voz enfurecida e magoada de Sony por cima do barulho.
“MAS QUE PORRA VOCÊ FEZ AI DENTRO?”
Na cozinha, ela encontra Minnie com muito custo, rodeada de um grupo de meninos, os quais ela espanta com as mãos dizendo pra voltarem depois, e antes que ela possa incluir a própria Addie no grupo, a garota mais baixa segura um dos pulsos dela com delicadeza tentando chamar sua atenção.
— Você disse que ia me repassar ontem.
— Eu digo muitas coisas pra muitas pessoas, sabia?
E Minnie sabe que falhou com Addie, mas não quer admitir que foi uma cuzona e que a deixou na mão, mas uma hora sua bolsa de mercadorias estava lá, e na outra não estava mais e ela não quer admitir que foi burra suficiente pra perder dez mil dólares em narcóticos naquele lugar e que essa merda pode explodir em cima dela.
Se ela parar pra refletir, é capaz de tirar a própria vida no meio daquela sala, só pra não tomar a surra que ela sabe que vai tomar de seu vendedor.
— E agora eu vim parar na festa do doido varrido do Tommy Howard por sua causa! — Addie quer ficar puta, quer ficar brava, mas sabe que sua cara de indignação parece mais uma de birra e que ela não mete medo em ninguém, então apoia as mãos na cintura como se fosse resolver. — Eu preciso do estimulante, sabe quantos trabalhos e papéis eu preciso entregar?
— Na verdade, não. Com essas bochechinhas, jurava que você ainda tá no jardim de infância. — Xeng a provoca apertando suas bochechas, antes de erguer uma sobrancelha na direção de Pham, como se tivesse acabado de se lembrar de algo. — Mas você tem estoque pra mais um mês, você mesma disse. Tomando um comprimido por semana, não era pra ter…
— Acabado. Mas acabou. Me comprometi com mais coisas do que achei que ia dar conta e eu precisei dobrar a dose. — Addie admite de forma bem direta, tirando as mãos de Minnie de cima dela, então a cartela vazia do bolso de seu moletom grande.— Preciso de mais um daquele pacote que você me vendeu, então eu vou poder terminar esse bimes-
— Bimestre?! Mas isso é remédio pra caramba, você ia ter que tomar eles umas três vezes por semana, e dormir umas doze horas nesses sete dias, se fizer muita força. — Minnie a interrompe achando graça, jogando a mão no ar como se a outra tivesse acabado de lhe contar uma piada, o rosto se contorcendo ao perceber que, bom, pelo silêncio de Addie, aquilo foi exatamente o que ela fez. — Não. Você não ia ser tão burra assim. Você é a porra da Addie Pham, você não pode ter sido tão burra assim.
— Mas eu não posso ser a porra da Addie Pham sem os estimulantes! Eu não fiz burrice, só fiz o que tinha que fazer!
Pra conseguir ministrar as aulas de inglês na paróquia que sua avó frequentava e implorou pra ela ajudar essas senhorinhas que ainda tinham dificuldade com a língua, pra conseguir assistir todas as aulas convencionais e as que ela se meteu pra crédito extra, pra conseguir estudar pras finais e fazer todos os seus deveres de casa com antecedência e não correr o risco de ter que abrir agenda pra um teste extra nesse meio tempo. Ela precisava dos estimulantes pra levantar da cama, escovar os dentes, se maquiar e falar mandarim em casa com os pais. Ela precisava dos comprimidos pra atravessar a cidade sem dormir em cima do volante, mesmo que já estivesse esquecendo de tomar café da manhã todos os dias e o almoço ficasse na bandeja pela metade, sempre. Ela precisava daquilo pra ter um empenho melhor no coral e na equipe de natação, mesmo com Chris Seo lhe tirando a paciência e sua treinadora dizendo que ela ia acabar sendo substituída como lead, se não ganhasse todo o peso que ela perdeu nos treinos extras que ela planejava sozinha e sem autorização da nutricionista da escola.
Se ela quisesse continuar sendo essa Addie Pham que dava conta de tudo, ela precisava mais do que força de vontade, ela precisava de mais daquelas cartelas.
— Não vou vender mais pra você.
Mas era ridículo ela depender de uma maluca, ridiculamente responsável, como Minnie Xeng.
— Você não pode me deixar na mão, eu tô ocupada pra cacete!
Minnie acha graça mais uma vez, se virando pra bancada atrás dela e servindo dois copos de refrigerante quente, mantendo um pra si e oferecendo outro para Addie.
— Olha só em volta, esse bando de gente que tem a sua idade e estuda as mesmas coisas que você. — Xeng comenta, pegando o rosto de Addie, apertando suas bochechas enquanto faz mesmo ela olhar os adolescentes bêbados. — A cura pro seu problema é desocupação. Vai lá, ser uma jovem despreocupada e que não quer pensar em mais nada. Juro que vai ser tão bom quanto se drogar pra ser a rainha da pró-atividade.
Addie não gosta da palavra drogas, porque na cabeça dela, não tinha nada de errado eu se auto medicar pra conseguir fazer mais do que ela normalmente dá conta. Ela não era uma drogada, nem uma viciada, estava longe de ter uma crise de abstinência e aquela sensação ruim em seu estômago não era seu organismo pedindo mais e rápido.
Passou uma vida inteira ouvindo de seus pais que ela precisava ser sua melhor versão sempre, mesmo com sua avó dizendo que ela podia relaxar, se sentia numa espiral constante de desconforto na própria pele, como se ela não tivesse o direito de viver como as outras pessoas, como se ela tivesse uma dívida com as pessoas que tinham imigrado e se sacrificado pra dar uma vida melhor pra ela. E por mais que ela tentasse, por mais que ela se esforçasse, só conseguia quando seu coração ficava disparado e seus dedos frios e trêmulos, quando seu cérebro atropelava os próprios pensamentos pra fazer tudo acontecer. Ela só conseguia ser a porra da Addie Pham, a melhor do distrito em tudo que se propunha academicamente falando, quando ela era mais.
Sozinha, ela não era suficiente. Nem pra si mesma, que dirá pro resto do mundo.
Mas sozinha, naquele canto isolado da sala bagunçada e cheia da casa do Tommy, ela percebe que o resto do mundo não se importa com ela e que as pessoas cuidam das próprias vidas. É tudo sobre compartilhar boatos entre escolas, beber até cair, dançar na pista improvisada ao redor da mesinha de centro sem medo de ganhar um edit de meme no tiktok dos amigos cronicamente online; ser um jovem desocupado e que não tem a atenção de ninguém, ninguém além de si mesmo, consciente que festas servem pra isso.
Ela pensa que não tem a atenção de ninguém, até colocar o copo em cima de um móvel e se voltar pro outro canto da sala, encontrando uma figura que chama tanto sua atenção, mesmo de costas, que ela esquece por um segundo que está em uma festa na casa de um desconhecido.
Addie tem quase certeza que conhece aqueles ombros largos, acha que pertence a um dos garotos do time de futebol de outra escola, sabe disso porque já o viu jogar várias vezes, como a aluna exemplar que frequenta todos os eventos escolares. Reconheceria aquela postura em qualquer lugar, aqueles braços e pernas também, e diria que até sua bunda se ela quisesse admitir que já tinha o analisado mais de uma vez por aí, mas o que confirma é o perfil de seu rosto quando ele olha para o lado. O nariz bonito, os lábios gordinhos e que pareciam tão macios, os cílios mais longos que qualquer garota na idade deles morreria pra ter, e olhos intensos… Olhando pra ela de volta só um segundo depois, quando ele se vira muito rápido pra ela perceber e desviar, ficando presa — ancorada e grudada de verdade — nos olhos castanhos mais bonitos que ela já viu.
Ela já tinha visto o rosto dele antes, mas nunca desse jeito, e é por isso que ela acha que nunca vai esquecer e nem conseguir varrer aquela imagem de sua mente; como ele observa ela também, como se aquela festa não estivesse cheia de meninas de mini saia e vestidos justos e o pijama dela fosse muito mais interessante. Como sorri pra ela, a observa e analisa antes de perfurar sua alma pelos olhos mais uma vez, fazendo o corpo dela queimar e suas bochechas ficarem vermelhas também. Um momento que parece levar uma eternidade e que a tira de órbita, faz ela esquecer de seu copo e nem perceber o estranho jogando um comprimido de ácido dentro dele, faz ela pegar o mesmo copo depois pra tentar sair daquela situação da forma mais natural, se virando pra sair dali com o plástico já encostando nos lábios e sob a atenção de outra pessoa também.
Mas o que estava escrito pra acontecer naquela noite, não acontece.
Depois que o garoto a parou no meio do caminho e lhe perguntou se ela queria ir pra outro lugar com ele, ela traçou outra linha temporal no próprio destino, ao deixar aquele copo batizado em qualquer lugar e o seguir pro andar de cima da casa. Ela não fica inconsciente sem saber, ela não é ajudada pelas pessoas erradas quando desmaia e ela também não para no carro de um estranho que iria machucá-la por várias horas com outros homens. Ela não se torna vítima de um crime cruel, ela não para numa delegacia e nem fica desamparada até se sentir tão vazia que só vê alguma salvação acabando com tudo aquilo, por ela mesma.
Depois que o garoto da festa a beijou e a prendeu debaixo dele na cama do quarto de hóspedes, ela traçou mesmo outra linha temporal no próprio destino.
E se sente ancorada e grudada de novo, mas agora dentro dos braços dele, confortável e segura naquele abraço quente e apertado de alguém que não vai deixá-la sair daquela cama tão cedo, não depois de todas as conversas que eles já tinham tido, não depois de todas as casquinhas de sorvete que eles já tinham tomado, e não depois de todas as vezes que ele se comprometeu a esperar ela na recepção da psicóloga que ela aceitou marcar presença algumas vezes por semana. Mesmo quando ela chora e treme e começa a soluçar com todos aqueles sentimentos a atingindo depois de outra sessão reveladora, ele não a solta, só a conforta mais, principalmente quando ela abre a boca pra falar uma besteira.
— Você é a única coisa que me faz feliz e isso… Não parece justo. — Addie sussurra como se fosse um segredo, beijando o rosto dele, antes de mover uma das mãos pra secar as próprias lágrimas. — Mas você é tão bom… Você me faz tão bem… Você é o melhor e eu sei disso.
Quem mais ia aceitar ficar deitado em uma cama com ela, sem fazer absolutamente nada, só curtindo o calor um do outro enquanto música de menina tocava no fundo no notebook dela? Quem mais ia incentivar ela a procurar ajuda e se curar daquelas coisas todas? Quem mais ia apoiá-la e dar créditos sinceros pra ela, enquanto ela era incapaz de fazer isso por si mesma?
Se ele queria ficar e se importar, ela ia aceitar, porque pela primeira vez em muito tempo, ela não precisava ser a porra da Addie Pham.
Só uma garota. A garota dele.
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pirapopnoticias · 2 years ago
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transferbh · 9 days ago
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City Tour em Barbacena, MG com a Transfer BH: Tudo o Que Você Precisa Saber!
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O que esperar do City Tour em Barbacena?
Ao escolher um CITY TOUR com a Transfer BH, você terá a oportunidade de conhecer os principais pontos turísticos da cidade, como:
1. Museu da Loucura
Um dos locais mais emblemáticos de Barbacena, o Museu da Loucura está localizado no antigo Hospital Colônia e apresenta uma exposição impactante sobre a história da psiquiatria no Brasil.
2. Basílica de São José Operário
Essa bela igreja, com sua arquitetura impressionante, é um dos pontos de visitação obrigatórios para quem deseja conhecer mais sobre a história religiosa da cidade.
3. Parque de Exposições Senador Bias Fortes
Se você deseja vivenciar a cultura local, esse é o lugar ideal. O parque sedia importantes eventos e festivais ao longo do ano.
4. Fazenda Rochedo
Para os amantes da natureza e da gastronomia mineira, a Fazenda Rochedo oferece uma experiência incrível, com produção de queijos artesanais e contato com a vida rural.
5. Jardim do Globo
Este é um dos principais cartões-postais da cidade, perfeito para um passeio tranquilo e fotos inesquecíveis.
Por que escolher a Transfer BH para seu City Tour?
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Prezamos pelo bom atendimento, oferecendo suporte desde o agendamento até o fim do passeio.
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seguranca-empresarial · 1 month ago
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