#about.
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i've stated it before; i don't think william is a religious man. though he could have been considered something close to agnostic throughout the duration of his early adolescence, he ultimately came to regard such things as nothing more than mere fiction.
that doesn't mean that religion isn't still somewhat fascinating to him. his work with the G-virus is rife with religious symbolism- though birkin is certainly not a believer himself, he would liken himself to god in relation to the discovery and manufacturing of G. golgotha is, to him, its own religion. its namesake derived from the hill which jesus died on, one might say that it is aptly named considering the fact that it is the metaphorical hill in which birkin himself chose to die on. and he, like jesus, was "resurrected."
the seal which represents the G-virus was carefully crafted by birkin. it is represented by the seal of solomon, the snakes of caduceus, and the words "creation, metamorphosis, reincarnation."
SEAL OF SOLOMON:
also known as the ring of solomon, it is a symbol attributed to king solomon and his ability to control supernatural forces (particularly from the jewish or islamic faith such as shedim or jinn). what is depicted on birkin's seal is the symbol which represents the lesser key of solomon, a pseudepigraphical text describing how solomon would command and bind these demons to his will.
the lower circle which sits below the lesser seal is where the summoner stands. to birkin, the g-virus functions as a supernatural force or demon which he may control and bind to his will through sorcery, or rather- complete mastery over the virus.
SNAKES OF CADUCEUS:
the symbol of caduceus depicts two snakes entwined around a staff, engaged in the act of coitus. it is utilized as a symbol of medicine in and around the united states, and while this is also relevant to birkin, the deeper meaning behind it is particularly important as to why it was chosen to represent G. the symbol is representative of the god hermes; particularly hermes trismegistus. a figure from the hellenistic period that originated as a combination of the greek god hermes and the egyptian god, thoth, this figure was the purported author of the Hermetica, ancient writings which laid the basis for hermeticism. these beliefs perpetuated the idea of achieving purification through reunifying oneself with the divine, and ties into birkin viewing G as a tool to supposedly "better" humanity and allow those who connect with it to transcend into a state of godhood.
(the copulating snakes may also be used to represent the somewhat sexual nature of golgotha)
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25% of the way through the secret history and i’m NOT vibing with this julian & henry dynamic
#about.#m reads the secret history.#i’m worried that he’s gr**ming him#but maybe i’m thinking worst case scenario???#AHH#the secret history#donna tartt#bookblr#henry winter#academia#dark academia#julian morrow
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BURNCLAN
Clangen art/comic & writing blog, for a clan that worships their old leader who now resides in the dark forest.
CONTENT WARNING: this blog contains depictions of violence, gore, murder/unjustifiable acts, and extreme religious cults.
Burnclan is a Dark Forest cult—they are chained to their old leader, Burnstar, and through their practices keep him from fading. The ultimate goal is for the clan to overcome, or reform, and break the bonds they currently suffer from.
Comic can be read on comicfury here
A document detailing history of the clan & backstory for the comic can be found here.
Spotify playlist can be found here.
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Quem é aquele INTÉRPRETE DE SAÚDE correndo por ali? Para estar com pressa assim, tenho certeza de que é FONOAUDIÓLOGO no GREY-SLOAN. Olhando assim, bem que parece TOUMA “TOM” KUROSAWA, sabe quem é? Dizem que é bastante INCONFORMISTA e DILIGENTE, mas as más línguas dos corredores adoram dizer que é IRRITADIÇO e TEIMOSO. Enfim, pode ser só fofoca, não é? Igual aquela que contavam sobre se parecer muito com SOTA FUKUSHI. Seja como for, espero que tenha um ótimo plantão!
EM GREY-SLOAN
integra o departamento de fonoaudiologia de grey-sloan e é especialista em linguagem e linguística. sua graduação e mestrado em fonoaudiologia foram realizados em seattle, na universidade de washington, com uma bolsa de estudos do governo dos eua, enquanto seu doutorado em audiologia foi concluído na northwestern university em illinois.
quando necessário, ele exerce sua segunda profissão, a de intérprete de saúde, para facilitar a comunicação entre médicos, pacientes e as famílias que passam pelo hospital. é certificado tanto na língua de sinais americana (ASL) quanto na língua de sinais japonesa (JSL). é uma face muito conhecida pelos departamentos de neurologia, pediatria, psiquiatria e gerontologia.
enquanto doutor pesquisador, realiza um estudo com crianças com deficiências auditivas que provêm de lares bilíngues com o objetivo de entender o processo de aquisição e desenvolvimento da sua capacidade de expressão em mais de uma língua.
ANTES DE GREY-SLOAN
atualmente com trinta e quatro anos, tom recentemente passou a morar mais tempo nos eua do que em sua terra natal, o japão. aquariano nato (02/02), nasceu na cidade de kobe e por lá cresceu até os 18 anos, quando mudou-se para os eua para continuar seus estudos.
o rapaz costuma brincar que ser fonoaudiólogo é, na verdade, seu trabalho de meio período. isso porque sua criação incomum o colocou no trabalho de intérprete muito mais cedo do que o recomendado: touma é filho ouvinte de pais surdos (coda). suas primeiras memórias de infância envolviam atuar como intérprete para seus pais nos mais diversos estabelecimentos do cotidiano, do médico à escola, da agência governamental ao mercadinho da esquina. sua juventude rapidamente foi substituída pela maturidade necessária para retirar seus pais do isolamento provocado pelo preconceito.
por muito tempo, especialmente quando era criança, as pessoas tentavam fazer com que touma tivesse vergonha de sua origem e sua família. no entanto, tom nunca levou um único desaforo para casa e constantemente se envolvia em brigas para defender a honra dos seus pais. apesar do temperamento difícil, ele tinha um desempenho satisfatório na escola e gostava, principalmente, das aulas de biologia.
seu pai faleceu quando ele tinha oito anos de idade em um acidente de trabalho. devido ao preconceito da sociedade japonesa com pcd’s, o pai de touma trabalhou em locais insalubres a vida inteira para sustentar sua família. encontrou seu fim em uma área de construção ao morrer soterrado por um erro de logística do operador de máquinas. a partir daí, tom e a mãe passaram a viver em extrema pobreza, dependentes da indenização do governo, uma vez que a empresa de construção sequer enxergava seu pai como uma pessoa por completo. a morte de seu pai impactou tom profundamente; decidiu ali que trabalharia pelo resto da sua vida com o objetivo de dar dignidade e qualidade de vida para outros iguais aos seus pais.
pragmático como sempre foi, touma sabia que a faculdade de medicina era um sonho bastante distante da sua realidade. não apenas isso, mas o desdém dos médicos com sua família o fizeram criar uma certa antipatia por eles. assim, o caminho da fonoaudiologia, embora parecesse óbvio desde que se entendia por gente, passou a se abrir. isso só foi possível, no entanto, graças ao seu padrasto, um veterano do exército norte-americano e também pcd, que o incentivou e ajudou touma não apenas nos estudos de inglês, mas também nas aplicações para bolsas de estudos em universidades nos eua.
a mudança para os estados unidos foi especialmente sofrida para o rapaz. a liberdade de não precisar agir como um adulto se provou mais amarga do que imaginava, uma vez que sentia muita falta de seus familiares. não apenas isso, mas o choque cultural também foi um baque que às vezes tom não tem certeza de ter superado em sua totalidade.
TRIVIA
quando exagera na bebida, é impossível de se comunicar com tom, uma vez que ele simplesmente deleta a língua inglesa do cérebro e se comunica unicamente em japonês (e com dialeto de kansai, o que torna tudo ainda pior).
tom evita se envolver romanticamente com outras pessoas. ele já esteve em relacionamentos, mas nenhum deles realmente vingou mais do que seis meses. apesar do seu enorme desejo de encontrar um alguém especial que o fará desejar por construir uma família própria e pensar mais sobre seu futuro, sabe que são pouquíssimas as pessoas que seriam compreensivas o suficiente para entender - e se inserir! - no seu contexto familiar. seu trabalho é mais importante, de qualquer forma.
além da sua mãe e do padrasto, ele tem um meio-irmão (filho do seu padrasto) e um irmão caçula. recentemente adotou um gatinho, que ele carinhosamente chama de neko. sim, o nome do gato é "gato".
apesar de seu nome não ser de pronúncia complexa, ele prefere ser chamado de "tom" para manter o ambiente mais informal e amigável.
CNNS
muse A e tom não se bicam de jeito nenhum, seja pela personalidade esquentadinha do japonês ou o jeito de muse A, esse desgosto é particularmente agravado pelas diferenças em suas opiniões pessoais (seu muse não dá valor para profissionais auxiliares como enfermeiros, fonos e outros, por exemplo!)
muse B e tom costumam trabalhar juntos praticamente toda semana e o rapaz pode dizer com orgulho que muse B foi a sua primeira amizade sincera em grey-sloan (preferencialmente departamentos ligados à fonoaudiologia e à especialidade do tom, como pediatria, neurologia, psicologia/psiquiatria e gerontologia)
muse C se envolveu romanticamente com tom e, obviamente, foi um desastre completo, já que o japonês não conseguiu se abrir para o relacionamento. se eles continuam amigos ou seu muse detesta o tom, it's up to you :))
a paixão de muse D pela medicina fez com que tom baixasse sua guarda em volta dessa pessoa, especialmente por sua boa índole.
tom gosta muuuito de interagir com os funcionários e qualquer pessoa que não seja médico KKKKK podem ser parceiros de almoço, amigos da faculdade, qualquer outra cnn é bem vinda! essa lista vai ser atualizada constantemente (se deus quiser)
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O prefeito de Khadel se sente honrado em ter PASQUALINA CAPEL-D’ANGELO como moradora de sua excêntrica cidadezinha. Aos seus 26 anos, ela é bastante conhecida pelos vizinhos como A FILHA DO PASTOR. Dizem que ela se parece com HANNAH DODD, mas é apenas uma PROMOTORA DE EVENTOS SOCIAIS. A ausência do amor em sua vida, deixou LINA um pouco INVEJOSA e INGÊNUA, mas não lhe atormentou o suficiente para deixar de ser ACOLHEDORA e DILIGENTE. Esperamos que ela encontre a sua alma gêmea, quebre a maldição da cidade e consiga ser feliz!
ABOUT╭❤️~CONEXÕES╭❤️~CHARACTER'S STUDY
Apelidos: Lina, Paqui, Coelhinha (ela odeia, podem usar para irritá-la).
Data de nascimento: 12 de Abril de 1998, 26 anos atualmente.
Família: Domenico Capel-D'Angelo (pai), Fiorela Capel-D'Angelo (mãe), Davide Capel-D'Angelo (irmão mais velho, 30 anos) e Giacobbe Capel-D'Angelo (irmão do meio, 28 anos).
Sexualidade: Bissexual (só não sabe ainda).
If I speak in the tongues of men and of angels, but have not love, I am a noisy gong or a clanging cymbal.
Pasqualina recebeu esse nome por ter sido considerada um “milagre pascal”. Apesar das complicações no parto, a caçula da família nasceu saudável na Páscoa de 1998. Embora gostasse do significado espiritual, o nome lhe trouxe dores de cabeça na escola, pois as crianças maldosas faziam piadas com “Páscoa” e “coelhos” por causa de seus antigos dentinhos avantajados.
A fé sempre foi o alicerce da família Capel-D’Angelo. As origens da família remontam aos Capel, ingleses que mudaram para Khadel por questões agrícolas e missionárias, no final do século XIX. Ao se integraram na comunidade, o sobrenome “D’Angelo” foi adicionado na linhagem da família. O pai de Lina, pastor da cidade, seguiu o mesmo rumo dos antecessores e é a figura chefe da igreja.
Pasqualina cresceu cercada por valores religiosos e proteção, crendo firmemente que sua família é um pilar de moralidade e devoção. Chegou à maioridade sem perceber as alianças e transações questionáveis que sustentam o poder da família e da igreja.
Caso alguém pergunte, ela vai dizer que a maldição é apenas uma lenda, uma história de ficção boba. Ela tinha o maior exemplo de amor verdadeiro em casa, oras! No entanto, as páginas do seu diário dizem o contrário. As folhas rosas são cheias de parágrafos com dúvidas e anseios sobre sua necessidade e dificuldade de encontrar o amor verdadeiro. Aquele de Primeiro Coríntios 13, sabe?
And if I have all faith, so as to remove mountains, but have not love, I am nothing.
Sorriso fácil e voz doce, Lina está sempre disposta a servir como ombro amigo — mesmo daqueles que não frequentam o culto aos domingos. Apesar de que, às vezes, seus conselhos ultrapassem uma linha tênue entre preocupação e intromissão.
Por ter crescido em um ambiente protegido, a comparação com as outras pessoas é inevitável, principalmente os espíritos mais livres, o que gera pitadas de inveja e frustração.
Às vezes, na calada da noite, imagina como seria explorar outras partes do mundo e jeitos diferentes de viver a vida, mas logo trata de tirar esses pensamentos da cabeça e se concentrar no próximo chá temático do mês. É muita responsabilidade ter que decidir o tom de lilás perfeito para combinar com as flores e as toalhas da mesa!
If I give away all I have, and if I deliver up my body to be burned,[a] but have not love, I gain nothing.
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william is like, very obviously a eugenicist. he believes in the idea of human purification irt eliminating "imperfections" (re: disabilities, illnesses, aging) though i don't think he necessarily acts out of hatred for these groups of people. william is simply... ignorant. he struggles to understand why people, disabled people in particular, can just "accept" their condition and "lesser" form of existence. to him, death would be a preferable alternative to being disabled, and it's like- well not everyone thinks like you, man! i'm disabled, i'm okay with being disabled. william could not possibly understand why i am "okay" with living like this. it's a matter of lacking empathy and trying to apply his own logic to other people. to him, it's not logical, and thus makes no sense. could he learn otherwise? i think he's intelligent enough to do so, but he still doesn't understand why people wouldn't want to achieve "perfection." he thinks he's doing a good thing. he thinks he's helping.
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JJK verse: hidan as a ᴄᴜʀsᴇ.
while I value the idea of hidan making a possibly interesting ( and unhinged ) curse-user, I think it thematically makes more sense for him to be a curse(d spirit). I mean, not only has his whole character been entrapped and shaped by religious violence & trauma, but idk, maybe it’s just me….but I think that there’s something so very narratively appropriate about hidan becoming ( quite literally! ) the embodiment of everything he propagated / obsessed over in his canon ( i.e. religious zealotry to the point of lowkey insanity, and the pain associated with it, both to himself and to others ). it's poetic justice~
in a nutshell, the embodiment of the terror, hatred, despair, betrayal, conflict, and agony associated with religious discrimination and persecution perpetuated ( either willingly or by coercion ) by humans upon their own kind, for centuries upon centuries. religious persecution and its outcomes are strongly interwoven throughout human history and have caused an immeasurable amount of human suffering across cultures. assume an extrapolation of it into the jjk world — yeah, horrific stuff, and the associated reservoir of cursed energy is proportional to the horrors.
the unresolved pain of those being hunted, being tortured, being killed. the hunted and dehumanized in the name of a specific faith. the orphaned and the terrorized. the quivering voices pleading to a silent god. the hating eyes of the inquisitors and the trembling of the accusing finger of it's them, better them than having the blade turned upon me. the doubtful, silencing their doubts and strengthening their position by blood. the horror and disgust of the mute onlookers. perpetuator, idleman, victim; all of it, all of them.
brief physical description. 177 cm. humanoid (male). silver hair, magenta irises, overall similar in appearance to his canon curse form. in terms of garb, wears nondescript (black) monastic robes, which are often, but not always, paired with a takuhatsugasa ( a wide, bowl-shaped hat that partially obscures the wearer's face ). generally holds onto a long string of charred beads ( unclear if representing a rosary or mala beads ).
notable psychological characteristics. wrathful, vengeful, chaotic, hypocritical*, prejudiced, fanatical. somewhat unhinged. easily (albeit more often than not sadistically ) entertained/amused. can play surprisingly well with others, if he feels like it. ( if. if. )
* i have to put a special emphasis on this one because it's so, so important. Hidan will often play judge, jury, & executioner with someone, and bring upon them 'godly judgement' for their beliefs, morals, and behaviours, acting holier than thou and superior... only to behave in the same exact manner (thereby contradicting the very doctrine he supposedly seeks to 'uphold', while supposedly implementing its ideals; something something yeah, it's a not at all subtle & direct parallel / critique of some present-day happenstances. )
sidenote, but as a human-based curse ( of important note is that he isn’t a curse based on the fear of god; he really is a curse based on fear of the horrific actions perpetuated by humans in the name of a specific faith ), he has a particular interest in humans, and would happily interact with them, although if said interactions are positive or negative is tba ( he honestly doesn’t care, as long as they’re entertaining ). normal humans, sorcerers, curse-users... it doesn't really make much of a difference to him.
cursed techniques, grade, etc. tba on an as-needed basis. ( might be thread-dependent for funsies. )
#v: you are my special ( jjk ).#ABOUT.#( gently hands this to the dash: plz write with me in this verse. )#( this is all in a nutshell. i really could go on for pages.#but i am lazy so. these are the bare bones.#unless/until specifics are needed.#gold star to me for actually writing something about it ig. )
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The whole "Syrion likes raisins" thing actually started in XIV when I crafted approximately 9000 raisins to level my CUL early and just ran with the idea that he always has pockets full of raisins, since they're a good traveling food anyway. Then the idea was reaffirmed when we got the drop that Azem saved an island of people for their grape growing techniques (obviously a joke, but still, symbolism ✨) and I was like ohhhhh ok actually this goes so much deeper than raisins are funny.
And then Solas ends up with raisins in his lore too, well after the fact that Syrion romanced him and I built most of his Inquisition story around the egg. So the raisins persist in Syrion's DA lore too
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life in Burnclan;
Daily life in Burnclan is largely nocturnal, starting at dusk and ending at dawn. It is questioned when a cat is not sleeping during daytime–as rest is needed for a cat to be their most alert. Hunting parties and patrols are sent out in the dusk and dawn, with sparse patrols in the moonlit hours.
Medicine cats are to perform rituals, sacrifices, and interpret signs from Father and those already in the Burnt Forest. They interpret prophecies, omens, and even the most innocuous dream or smallest sign–their interpretations are not to be questioned, as doing so questions Father’s choice to put them there.
Ranks are decided upon a favorable sacrifice, where signs within point to good outcomes if the cat is given this rank. Higher ranks require higher sacrifices–apprenticeships require simply a gathering of leaves from the mentor’s den. A favorable sacrifice is determined by a simple rule–the sacrifice must burn, and as such, there must be charred remains. If the fire goes out before the sacrifice is fully burned, it is up to the medicine cat to interpret this sign.
Fires are started simply by rubbing together two stones–one from deep within the medicine cave, and a regular stone taken from the leader’s den. The resulting spark must be directed towards the kindling. Three attempts at starting the fire may be made–after the third, it is called off as a failed sacrifice.
Funerals are, rather than burials, cremations–where the deceased member is burned at a larger pit slightly away from camp. It is never acceptable to leave the dead uncremated–it is dishonorable. This is, in essence, how a soul is brought to Father in the Burnt Forest. They must be released from their bodies.
Loyalty and devotion to Father are the measures by which one is a good clan member. There are ways to prove loyalty once it is questioned–but often involves some test of dedication, where the cat must harm themselves to prove their strength of will. This tradition was started by Burnstar–where when he was questioned, he would set himself on fire in a grand show of dedication, and would survive due to his nine lives. Enduring flames, as a result, and obtaining burns is one way a cat can show their loyalty.
#info.#about.#writing.#updated the doc with more info on the clan#that’s the link it’s just to the doc
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Será que a morte também está de olho em OLIVER ORTIZ? Ele tem TRINTA E SEIS anos, é conhecido como JORNALISTA, e cruzou o caminho de Hanover há DEZ ANOS. A reputação é marcada por ser MANIPULADOR, embora também seja DETERMINADO. Parece que PENSAR SEMPRE EM SI MESMO é o reflexo de quem ele é diante do que nunca viu, mas sente se aproximar. Cuidado, a morte e a floresta podem estar perto!
Oliver teve uma infância difícil, tendo que lidar com pais que mal tinham como sustentar os dois filhos. O vício de seu pai em jogos também não ajudava, já que isso acabou levando a família ao fundo do poço, não só cheia de dívidas, mas também sendo perseguida por pessoas perigosas a quem seu pai estava devendo.
Oliver, com apenas 13 anos de idade, prometeu a si mesmo que nunca se colocaria em um lugar como aquele de novo. Se afundar nos estudos foi sua única opção, tirando notas boas na escola para conseguir uma bolsa na universidade no futuro. Os trabalhos avulsos também lhe rendiam um pouco de grana, que ele usava para comprar alimentos para o irmão mais novo e pagar as contas da casa.
Oliver conhece a história do voo 317 desde que as notícias do desaparecimento do avião começaram a sair, quando ele tinha 21 anos e era aluno da universidade de Canaan, cidade vizinha de Hanover. Ele não chegou nem perto de embarcar naquele avião, mas ainda lhe trazia calafrios na espinha sequer imaginar que algo do tipo aconteceu com pessoas de sua idade, que poderiam ser seus colegas algum dia.
Mesmo quando as vítimas retornaram, Oliver sempre escutou teorias da conspiração envolvendo esse caso. As pessoas constantemente falavam sobre o acidente; fosse de boca a boca, ou por trás das telas do computador. Todos estavam interessados em saber o que havia por trás dos olhos traumatizados dos sobreviventes. E Oliver, um estudante de jornalismo desesperado para ganhar dinheiro, sabia que não podia ficar de fora desse interesse.
O jornalista se mudou para Hanover com vinte e seis anos, começando pequeno, escrevendo sobre locais abandonados, lendas urbanas e sobre bombeiros que salvavam gatinhos. Mas logo ele começou a se infiltrar pela cidade, conseguindo informações exclusivas sobre os habitantes e também sobre os passageiros sobreviventes. E ele sabe, no fundo, que é errado revelar segredos dessas pessoas que podem ou não serem reais ou exagerados para os jornais. No fundo, ele se sente mal... Só que quando o dinheiro de grandes jornais é garantido, Oliver não vê problema em tornar isso uma prioridade.
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🙈 SEE-NO-EVIL - whats a side of your oc that they don't want to show other people? (from the oc emoji asks!)
OC EMOJI ASKS. accepting
ALL OF THEM. no, but he mostly only shows one side of himself to anyone: the uncaring, sometimes callous, selfish side.
i'd say most notably is he doesn't like to show any vulnerability or softer emotions at all. he doesn't want anyone to know he's even capable of feeling emotion. he deliberately attempts to present himself as something of a monster, at worst, or just a real son of a bitch, at best.
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william is not a crybaby. far from it, in fact, but he has a tendency to cry when he becomes upset and/or overwhelmed whether it be out of frustration, embarrassment, anger, etc. he rarely ever cries because he's sad. and this in turn will make him even more upset (usually mad) because he HATES crying, especially in front of other people. it makes him feel like a wuss.
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Working on the doc for the prologue and backstory.
Burnstar, the now deceased founder, still holds firmly onto the cats of Burnclan. He visits them in their dreams, and sometimes their waking hours as a vague presence or a sign, reminding them that father is watching. Listening. And he knows all.
Will they overcome this generational curse, and free themselves from their leader which lingers past his lives?
#clangen comic#wc oc#clangen#clangen oc#warrior cats clangen#warrior cats#warrior cats comic#info.#about.
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A altivez dos passos diz que é nobre o sangue que corre em AURYN HIGHBENDER. Escolhida como hospedeira e protegida de VÊNUS, aos 26 ANOS, cursa o NÍVEL II, OBSIDIANA na Academia Hexwood.
⠀ ⠀ ⠀ CONEXÕES ⭑✦⭑ TASKS ⭑✦⭑ EXTRAS
Auryn é uma criatura complicada e mesquinha, mas muito bem educada na arte de agradar ao público — ah, sim, para ela o mundo é um palco, não tenha dúvidas! É o mini me de sua mãe, compartilhando de seus sonhos de grandeza, embora careça da mesma disciplina. A verdade é que, ainda que bem treinada, a Highbender é mais caótica do que a matriarca da família gostaria. Provavelmente é por isso que sua seon, Pearla, brilha como uma árvore de natal: chamativa e inquieta. Seu grande plano de vida é casar bem (lê-se com alguém influente e manipulável) e chegar onde nenhuma ancestral sua chegou: no topo, com uma linda coroa sobre sua cabeça. Que trair o atual governo faça parte desse esquema, é apenas detalhe!
⭑✦⭑ TRAITS ⭑✦⭑
( + ) leal, ambiciosa, esperta, adaptável, determinada, observadora e direta ( - ) obcecada, traiçoeira, egoísta, oportunista, dissimulada, teimosa e ardilosa
⭑✦⭑ TRIVIA ⭑✦⭑
Desde cedo demonstra certa obsessão com o mar e tudo relacionado a ele;
As mulheres da família são notoriamente favorecidas por Vênus, que sempre escolhe sua protegida dessa linhagem;
Talvez seja uma benção da deusa, mas as Highbender se orgulham de nunca, em sua história registrada, terem dado a luz a um beco sem saída — quer dizer, um homem;
Seu pai, o duque de Elanthi, é um dos, se não o maior, produtor bélico do império — daí vem parte da aceitação e influência das Highbenders dentro da corte;
Treinada em arco e flecha, paixão compartilhada (e influenciada) pelo duque;
Pearla, a seon, é uma esfera temperamental e caprichosa — como a khajol;
Atualmente participa das extracurriculares de duelo mágico, para satisfazer sua competitividade, e do jornal Hexwood. Já passou pelo clube de xadrez e fez várias sessões de Meditação e Harmonização Divina antes de desistir por “não estimularem sua mente o suficiente”.
⭑✦⭑ HEADCANNONS ⭑✦⭑
Amarillis Highbender acreditava piamente que o poder deveria descansar na mão de poucos e seletos indivíduos. Defensora ferrenha da legitimidade da coroa e sangue nobre, sua paixão e dedicação ao tema era vastamente conhecida e reconhecida. Leal, confiável e acima de suspeitas eram algumas das palavras sussurradas em seu encalço. Sua posição na misteriosa Khajar Al Kahandor e seu casamento com o duque de Elanthi apenas reforçava sua posição no círculo real: valiosa.
A crença da Highbender era admirável, de fato, e muito bem quista àqueles a quem convinha. A única ressalva, porém, jazia em suas outras convicções, como a troca natural de poder. Aprendeu desde cedo com a mãe a observar tendências, a identificar quem estava no topo e quem pensava estar. Aprendeu, também, a enxergar oportunidade na vulnerabilidade alheia. O ensinamento incutido em todas as mulheres de sua linhagem mais se assemelhava a instinto — e o de Amarillis apontava para a decadência iminente do imperador de Aldanrae.
Como uma porcelana delicada, fissuras foram surgindo na coroa diante dos olhos ávidos da khajol. Tensão entre os conselheiros, descontentamento entre os pares. A duquesa sabia que tempos de mudança estavam próximos, mas o momento ainda era incerto. Precisava estar preparada para assumir o vazio de poder quando esse viesse, fosse direta ou indiretamente. Por isso, educou a filha para seguir seus passos, transformando a pequena feiticeira numa extensão de sua visão.
Auryn cresceu sendo a cópia da mãe: dissimulada. Ser a melhor ou a mais esperta não era uma questão, mas obrigação. Não que se sentisse assim. Foi abençoada com um tino natural para intriga, traço que atraiu a essência divina de Vênus assim que tocou o Superno. Uma combinação verdadeiramente celestial, caso a perguntassem, com divindade e protegida completamente alinhadas em objetivos, moral e desejos.
Enquanto na Academia, a Highbender conspirava com a mãe, mostrando-se uma figura caxias e obcecada como a matriarca, enquanto reunindo e catalogando informações sobre aqueles no poder. Na corte, Amarillis minava aos poucos o frágil equilíbrio entre nobres, aumentando as fissuras existentes. A cada ardil de mãe e filha, a possibilidade de uma cadeira no Conselho parecia mais próxima. Isso é, até o incêndio em Wülfhere… Ou seria esse o último empurrão para a ascensão dos Highbenders?
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