#Prazer Verdadeiro
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amamaia · 22 days ago
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pra se deixar encantar não existem promessas
Quanto mais adentro os estudos sobre a via quente dos sentidos, mais escolho me entregar à verdade da pele, aos apetites da língua, mais aumenta o impulso da busca por texturas e tecituras que exponham sorrisos nascidos de olhos cheios, mais quero ser linha quase desmanchada entre saber e sorver.
Já há alguns carnavais, tenho dito um tanto sobre ser filha e assim abrir fenda nos artifícios pra também ser terra, parte, grão, palavra, festa, pétala, nuvem e mais. Revelar e desvelar enchem de potência qualquer via entrecruzada, muito mais que confissão e remorso. Esse mundo de deus morto, usurpador e postiço pode até machucar, mas não me sufoca, só me entedia.
As evidências de afastamento apático que presencio nessa época de especulação midiática e reinados hipócritas são sobre ganância, compulsão e insegurança, jamais sobre disciplina, beatitude ou hierofania. O que se oferece não chega a alimentar sequer um breve rompante de qualquer liberdade de beber da cura, seja qual for a poção.
Enquanto lido com medos alheios, arrogâncias sem propósito e presunções cotidianas, brotam perguntas nessa infindável trama. Que futuros enchem existências impetuosas? E se a ascese que abre a experiência arrebatadora que nasce no coração de quem busca for advinda do mergulho para dentro, para baixo, para o útero que alimenta toda raiz? De onde brota a visão sobre os inícios?
Escuto tanto ruído vindo de mentes jorrando vazios e tão pouco sobre o que há antes, durante e depois de um orgasmo duradouro, encontro tátil e telúrico entre gotas de suor, fluidos correntes, cheiros incendiários, pólen energizante, perfume de cálices, saltos sem chão, encontros de labirinto. Procuro há tantas eras e nada me sacia.
Até onde rumei, o tino me diz que as perguntas também são chaves, às vezes até mais significativas que os antídotos. O que corpo entende excede qualquer promessa. Quando ouço o prazer jorrar no infinito, quando o real e o mais-que-real se fundem em desejo e carne, quero ser mais do que aplacadora de desesperos. Quero ser princípio de perdição.
.XXX.
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cherryblogss · 7 months ago
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HOW TO BE A HEARTBREAKER
parte 1
+18 avisinhos: sexo casual, penetração vaginal, sexo oral, size kink, sexo desprotegido, semi espanhola?, pipe meio canalha, diferença de tamanho, dacryphilia, pet names demais pqp, pipe peiteiro, pipe meio louco da cabeça, ladrao de calcinha, eu nao entendendo de fut, erros de digitação.
nota: juntei um pedido com algo que pensei quando eu tava vendo uma entrevista do meu fifa favorito e ele fala que toda semana ele&oscaras jogam um fut. vem aí nosso jogador rebaixado. nao sei se gostei como ficou mas fodase💕
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Você desejava muito não saber como se meteu nessa situação com um dos jogadores de futebol mais famosos do momento. Tudo começou quando sua amiga te disse para irem juntas em uma festa do namorado dela, um jogador de futebol de um time argentino que você honestamente não ligava. Sabia a reputação de jogadores e não estava interessada nesse mundo tão diferente do seu, mas ao conhecer Simon, não pôde resistir e decidiu que iria sim apoiar ela nesse relacionamento.
O que não estava nos seus planos era ser apresentada ao melhor amigo do Simon, Felipe Otaño. Toda pessoa que tinha acesso a internet já tinha ouvido falar dele, tanto por ser um jogador fora da curva e sensacional, como por ser um cara que sempre tinha uma mulher diferente nos braços. O típico jogador dentro e fora de campo, por mais que sua mente não entendesse a loucura pelo homem, não conseguiu fingir normalidade ao vê-lo de perto. Era extremamente lindo, aqueles olhos azuis pareciam te hipnotizar quando se apresentou mesmo que tivesse certeza que você sabia quem ele era. Entendia também porque as mulheres caiam nos encantos, a combinação dos olhares penetrantes com o jeitinho dele que te fazia sentir como a única garota que importava no mundo.
"Prazer, Felipe Otaño." Se apresentou enquanto estendia a mão para você. Um sentimento estranho cresceu no seu ventre com o jeito que ele te olhava, parecia que ele sabia algo que você não tinha ideia.
"Eu sei quem você é." Diz mal humorada e afastando a sua mão quando ele leva aos lábios para dar um beijo nela.
"Ah é? Isso me deixa triste, porque eu não tenho o prazer de saber quem você é, gatinha." Fala cheio de travessura e arrogância, se aproximando para te dar um copo mais cheio de cerveja.
Não se permite cair nos charmes dele e bebe um gole demorado com uma expressão entediada esperando Pipe ir embora, mas ele só continua te encarando com um sorrisinho de lado cheio de malícia.
"Sabe, eu gosto que você não me deixa saber seu nome, adoro te chamar de todos os nomes carinhosos que existem, minha linda." Felipe te provoca se recostando na parede ao seu lado.
O sorriso dele cresce mais ainda com a sua carranca. Te ter por perto é revigorante, as suas reações só o deixavam mais atiçado para brincar contigo.
"Tá procurando a sua companhia da semana?" Rebate ardilosa.
Ele arqueia uma sobrancelha surpreso com a sua falta de gentiliza e tom indiferente mesmo depois dele demonstrar simpatia por você.
"¿Ay? De graça assim? E você tá mal informada, eu não fico com uma mulher por semana." Felipe diz com uma mão no coração e um biquinho exagerado fingindo estar magoado.
"Ah sim, não queria te ofender. Não é por semana, é por mês." Fala sarcasticamente e dando um sorriso grande demais para ser verdadeiro.
Felipe não conseguia evitar como o estômago dele se revirou em borboletas com o seu sorriso mesmo sendo falso.
"A gatinha também morde, não é?" Ele responde após ficar em silêncio por um minuto analisando como poderia contornar a situação e se você realmente o odiava tanto assim do nada. "Bom pra você que eu adoro quando elas arranham."
"Bom pra mim?" Indaga confusa com o cenho franzido.
"Veremos depois, gatita." Responde piscando um olho para você te fazendo arquear as sobrancelhas debochada em uma tentativa de mascarar o seu interior em chamas.
Apesar de dizer não suportar ele, não conseguia parar de conversar com o Otaño, era envolvente a maneira que a voz calminha te contava animadamente coisas engraçadas ou sobre a família dele, além disso, se sentia vulnerável com o jeito atencioso que ele te escutava falar com aqueles olhos lindos sempre focados em você.
Conversa vai, conversa vem, depois de tantas bebidas só lembra dele te pedindo para te mostrar algo no andar de cima, quando se deu conta estava sentada no chão de um dos quartos rindo ao escutar Felipe contar uma história sobre a vez que ele confundiu várias palavras em inglês e espanhol fazendo o entrevistador ficar desesperado para entender o que ele dizia.
"Vai rindo, vai. Sério, era a minha primeira entrevista e meu coração parecia que ia pular do meu peito, não conseguia parar de tremer." Fala entre as suas gargalhadas deixando escapar o próprio risinho com o seu divertimento e ao recordar o momento cômico.
A algum ponto ele tinha tirado a camisa por conta do calor, desfilava com as bochechas coradas e corpo torneado por aí, mas seus olhos só focaram agora como o peitoral dele era grande. Na verdade, pela primeira vez se permitiu apreciar a beleza do argentino, olhava fascinada para o rostinho vermelho com o bigodinho e boca carnuda, os músculos definidos do torso e os braços grandes, até descer a visão para as coxas dele focando no volume nada discreto marcando o short fino.
"Se quiser tocar, eu deixo, viu." Ele fala de forma brincalhona apontando para o abdômen.
Você revira os olhos com o jeito oferecido dele e desvia o olhar para as suas unhas falhando em disfarçar como a visão do corpo forte dele te afetou, mas ele não se bala com isso, então, diminui a distância entre vocês segurando seu queixo para te fazer encará-lo. Seus olhos percorrem todo rosto belo cheio de sardinhas no nariz tentando evitar olhar muito para a boca carnuda que te atraia mais que tudo. Entretanto, perde o foco quando Pipe passa a língua pelos lábios e roça o nariz no seu.
"Eu não posso, Felipe." Murmura tentando soar firme, mas sua voz sai como se implorasse para ele fazer algo, te beijar logo.
"Qual é, gatinha, seu namorado nunca vai saber que eu te comi." Ele fala apertando seu pescoço levemente e se aproximando tanto que suas respirações se misturavam. "Só quando você gemer meu nome quando ele for te comer." Finaliza com os olhos azuis transitando entre luxúria e um sentimento muito intimo e indefinido.
"Para!" ralha posicionando as mãos no peitoral tentando empurrar, mas Felipe age mais rápido entrelaçando os braços ao redor da sua cintura. "Eu não tenho namorado e não seria prudente ficar com você, todos sabem disso." continua, diminuta em relação ao fato que se sentia imersa no cheiro e modo como ele prendia sua atenção e te fazia se esquecer do resto do mundo.
Felipe tentou disfarçar a dor que sentiu ao escutar suas palavras, mas de certa forma você estava correta. Qualquer mulher que ele olhasse a mídia já inventava mil coisas e era pior ainda se tivesse certeza que houve algo mais.
"Nada sai dessa festa, gatinha, tudo que fizermos aqui será nosso segredinho."
"Como eu vou saber se isso é verdade?" Pergunta em um tom que deveria ser desconfiado, mas que saiu como um sussurro de uma adolescente insegura com tudo que conhecia.
"Eu cumpro com o que eu prometo, fofinha." Felipe responde grudando seus corpos e pressionando o peitoral no seu. "E agora, eu prometo te foder até você esquecer seu nome e só lembrar o meu." Finaliza selando a distância entre seus lábios.
O beijo se inicia em um ritmo desesperado, famintos pelo gosto um do outro. Suas mãos vão diretamente para os cachinhos castanhos, puxando e gemendo quando Felipe morde seu lábio para então enfiar a língua na sua boca. O meio das suas pernas formigava ansioso por qualquer alívio que é atendido no momento que o argentino te põe no colo dele. Ambos não conseguiam parar de gemer um na boca do outro com as carícias que se tornavam mais ousadas a cada minuto. Pipe segurava sua cintura com uma mão enquanto a outra apertava sua bunda com vontade, as mãos grandes te auxiliavam a se esfregar na coxa dele.
"Gemendo igual uma putinha sendo que nem me queria, né?" Ele fala ofegante e rindo quando sua expressão raivosa volta, mas você ainda continua rebolando no colo dele com a boca entreaberta.
Envergonhada, enfia seu rosto no pescoço grosso, começando a chupar a pele pálida e mordiscar suavemente entre miados conforme sentia uma mão dele subir até apertar seu peito por cima do top fininho.
"Porra, você é tão gostosa." Felipe grunhe massageando a carne macia firmemente e sentindo o calor da sua intimidade na coxa dele na medida que sua saia subia com os movimentos afoitos do seu quadril. "Tira a roupa pra mim, gatinha." Ele fala dando dois tapinhas na sua bunda.
"Você é um grosso." Responde rolando os olhos e ficando parada no colo dele. Era incrível a capacidade de Felipe de te fazer recordar porque não suporta a personalidade dele, mas no fundo do fundo, algo que você nunca admitiria, é que acha muito atraente o jeitinho arrogante e convencido dele.
"E você gosta muito disso, princesa." Felipe responde movendo uma mão para beliscar sua bochecha, o que te faz rosnar com raiva e estapear os dedos dele para longe de ti. Ele só dá uma risadinha e segura a parte de trás das suas coxas, te carregando no colo e rapidamente direcionando vocês dois até a cama. "Reclama, reclama, reclama, mas já tá com a buceta molhadinha pra mim." Ele finaliza ao te deitar na beirada da cama e se ajoelhando no chão para ficar de frente com a sua virilha. Como sua saia tinha levantando com os movimentos bruscos dele, toda a sua roupa íntima estava exposta para os olhos azuis que pareciam querer te devorar.
Felipe geme quando vê a sua calcinha de renda grudada nos lábios da sua intimidade com o tanto de fluidos que já saíram de você. Por isso, não resiste a tentação, fechando os olhos e passaendo o nariz pelas suas dobrinhas, sujando-o com a sua lubrificação enquanto praticamente esfrega o rosto na sua buceta. Suas face queima de vergonha e tesão pelo ato obsceno dele, então, desce uma mão para puxar levemente os cabelos sedosos do argentino, o que faz Felipe voltar á realidade e abrir os olhos bêbados no seu aroma delicioso para deixar um beijinho onde ele sabia que era seu clitóris, não só pela forma como suas pernas tremeram como pelo miado que saiu da sua boca com o apelido dele em meio a um suspiro agoniado.
"Já até sei que essa vai ser a buceta mais gostosa que eu vou comer na vida." Ele murmura mais para si em um delírio que nem tinha percebido que falou em voz alta aquilo. Rapidamente, ele coloca suas pernas nos ombros sobre os ombros torneados, se aproximando para dar uma lambida e gemer quando sente um aperitivo do seu sabor. Você nem consegue pensar direito com a visão erótica dele no meio das suas pernas com o rosto mergulhado na sua intimidade, desesperado para se lambuzar.
Ele põe a calcinha arruinada para o lado, agora deslizando a língua pela sua fendinha, subindo e descendo a cabeça com calma para provar cada nuance do seu melzinho, porém, logo se torna Impaciente e espalma uma mão na sua virilha para dois dígitos exporem seu interior ao posicioná-los em forma de 'v' e afastarem seus lábios grandes. A boca carnuda foca em massagear seu clitóris em uma sucção torturante e inigualável ao mesmo tempo, pois Felipe sabia a medida certa entre sugar e acariciar o pontinho com a língua. Se não fosse o som alto da música da festa, com certeza todos escutariam seus choramingos altos de prazer com o quão habilidoso ele era naquilo. Ele alterna entre te levar até próximo de gozar, depois distancia os lábios da sua área mais sensível para lamber e beijar o resto da sua buceta melecada pela saliva dele e seus líquidos abundantes. Felipe dá selinhos na sua entradinha como se fosse sua boca, em seguida deixa a língua molhinha para remexer a ponta no seu clitóris rapidamente soletrando o próprio nome misturado com figuras abstratas.
As bolas dele latejavam do tanto que ele estava ereto e excitado, apertava de vez em quando o pau na cueca para tentar aliviar a tensão. Com isso, sabendo que ambos não aguentariam por muito tempo isso e nem quanto tempo tinham até a festa acabar, moveu dois dedos da outra mão para te penetrarem. Os seus sons eram divinos e música para os ouvidos dele. No momento que o argentino enfiou os dois dedos até a metade com um pouco de facilidade, iniciou um ritmo rápido e forte acompanhando a língua dele no seu grelhinho. Um barulho molhado saia do seu buraquinho durante o vai e vem, Felipe sentia as próprias pernas tremerem com a imagem da sua bucetinha toda esticada e molhada ao redor dos dígitos compridos dele.
"Goza pra mim, bebê, quero deixar essa bucetinha prontinha pra eu meter gostoso." Ele fala acelerando os movimentos e mantendo os lábios fechados ao redor do seu clitóris inchado com tantos estímulos. Não demora para suas costas arquearem e um grito pornográficos sair da sua garganta quando o orgasmo te atinge como um choque. Seus quadris se esfregando em reflexo no rosto ensopado dele e suas coxas tremendo com os espasmos intensos do melhor oral que já recebeu em toda a sua vida.
"Não vai desmaiar que ainda tenho muita pica pra te dar, gatinha." Ele fala cutucando sua costela e voltando a ficar cara a cara contigo. A face avermelhada e encharcada com certeza não deveria fazer sua buceta se contrair mais ainda.
Felipe sobe e desce as mãos pelo seu corpo até parar na barra da sua blusa e retirá-la por completo quando você o ajuda, seguidamente, toca seus quadris para retirar sua calcinha por completo e na mesma hora se aproxima para te dar um beijo lento enquanto coloca sua roupa íntima embolada no bolso do próprio short. Isso seria um segredinho dele.
Imersa no beijo, o puxa para se deitar completamente em cima de ti, adorando a sensação do corpo quente e pesado te esmagando. Seus mamilos eretos roçando o peitoral dele. Felipe pressiona o pau duro na sua barriga e acaricia cada centímetro de pele que alcança, até por fim encontrar seus seios onde ele começa a massagear e grunhe na sua boca quando aperta com vontade os dois lados ao mesmo tempo.
Após uns minutos, ele se afasta abruptamente, posicionando melhor vocês dois na cama grande, mas que parecia pequena com o tamanho avantajado do argentino. Ele te deita nos travesseiros, ajeitando ao redor da sua cabeça e penteando seus cabelos suavemente para ajudar um pouco na bagunça que estava. Seu coração palpita com o carinho que ele demonstra e atenção que dá para o seu conforto. Entretanto, o momento mágico some quando ele desce os olhos claros para os seus peitos novamente, mordendo os lábios animado como um adolescente que nunca viu um par pessoalmente na vida.
"Até que eu queria essa boquinha linda chupando meu pau, mas esses seus peitos me deixam louco, gatinha." Ele fala retirando o membro rosado com a ponta gotejante de dentro do short na medida que coloca um joelho em cada lado do seu corpo. "Segura eles juntinhos." Felipe instrui pegando suas mãos, que parecem minúsculas no meio das dele, e empurrando seus peitos juntos.
"Felipe, eu acho que não vai dar." Fala incerta, tremendo com a ideia inusitada dele.
"Eu faço acontecer, alfajorcito." Ele dá um beijinho no meio da sua testa e volta a se ajustar para seguir com o plano dele. "Só relaxa aí."
Felipe posiciona o pau no meio dos seus seios espremidos, gemendo sem vergonha ao deslizar repetidas vezes o comprimento entre seus montes macios e na sua pele, era deliciosa a imagem e sensação da pica esmagada entre os seios. Não era tão bom quanto ser chupado ou meter em ti, mas era uma cena depravadora e definitivamente muito prazerosa.
Ele sabia que ia gozar rápido, não só pelo jeito frenético e errático que ele começou a foder seus peitos, como pelo sabor da sua buceta ainda presente na língua dele. Todos os sentidos estavam ocupados por você e sua essência, ainda mais quando você esticou sua própria língua para lamber um e outra vez a pontinha que roçava seu queixo a cada investida dele. O pau comprido vazava pré-gozo no seu busto suado a cada segundo, até que Felipe geme alto e revira os olhos extasiado quando o abdômen tensiona e os primeiros jatos de porra caem na sua pele e um pouco na sua boca, o que você lambe lentamente ao notar que ele voltou a focar o olhar no seu rosto.
Ofegante, Pipe se posiciona no meio das suas pernas novamente com a virilha pressionada na sua. O pau semiereto deixava um rastro de líquido branco enquanto se esfregava na sua barriga. Ele só era capaz de respirar fundo tentando se recuperar ao passo que distribui selinhos pelo seu colo sem se importar com os resquícios de esperma e sim só em sentir o cheiro do seu perfume misturado ao suor.
Era refrescante saber que conseguiu calar a boca dele por alguns minutos, finalmente podia apreciar ele de perto e notar todas as imperfeições e traços perfeitos do rostinho dele. O nariz pontudo com algumas sardinhas e manchas de exposição ao sol, a barbinha rala com o bigode falho e as sobrancelhas grossas adornando os olhinhos azuis claros caídos.
Seus olhos se arregalam quando sente o pau enrijecer de novo, na mesma hora, Felipe empurra seus joelhos em direção as suas costelas, te deixando abertinha para ele enquanto a cabecinha pressionava sua entrada.
"Agora eu vou te foder gostoso, princesa." Felipe grunhe na medida que colocava e tirava a glande, desfrutando da maneira como suas paredes agarravam ele mesmo só com a pontinha dentro.
Sua boca permanece aberta soltando miadinhos manhosos de prazer com a provocação dele, que com certeza queria te enlouquecer ainda mais, quando levou um polegar para circular seu clitóris inchado. Ele enfia mais centímetros dentro, alargando seu buraquinho até sentir o pau quase cutucar seu cervix, as bolas pesadas e quentes encostadas totalmente nas suas dobrinhas.
Felipe se debruça sobre seu corpo para te acalmar um pouco, já que seu cenho estava franzido com os vestígios de ardência que a penetração causava, além de nunca ter sido fodida por alguém tão avantajado. Porém, Pipe sabia lidar com isso e te beijava enquanto retirou o membro até a ponta e mantinha os círculos no seu pontinho começando a meter lentinho.
Quando ambos se acostumaram com a sensação de estarem unidos, Felipe acelerou o ritmo, fazendo a cama tremer e a correntinha de prata batia no seu queixo a cada estocada. Os lábios do argentino chupavam seus seios, alternando entre os biquinhos babadinhos enquanto suas unhas maltratavam a pele pálida das costas dele com arranhões. Sua garganta emitia gemidos dengosos conforme ele socava todos os pontos certos com precisão e te estimulava de todas as formas, o meio das suas pernas se encontrava completamente melecado pelos fluídos dos dois que vazava da sua bucetinha constantemente já que Felipe ocupava todo o espaço que tinha no seu canal quando se enfiava por completo.
Já conseguia sentir os primeiros sinais qur o orgasmo estava perto e Felipe também, pois se distanciou dos seus peitos com um estalo molhado e apoio os antebraços ao lado da sua cabeça, te olhando fixamente enquanto ondulava os quadris. Era estranhamente íntimo como ele te fodia mantendo o contato visual, tocando sua pele como se você fosse um ser precioso (mesmo que ele nem soubesse seu sobrenome).
"Que coño estrecho, mami, hm?" Pipe geme entrecortado sentindo sua buceta pulsar e quase espremer o membro dele."Apertando meu pau como se fosse feita pra mim." Ele fala mais baixinho perto do seu ouvido, fazendo seus dedos dos pés se curvarem com o arrepio que percorreu sua espinha ao escutar tais palavras na voz dele.
Seus próprios quadris se empurram em direção aos dele e sua mão desce para massagear seu clitóris com a chegada iminente do seu orgasmo. Felipe une seus lábios, que nem conseguiam se beijar direito com o tanto de sons que saiam de ambos. Felipe xingava inúmeros palavrões em espanhol e você só repetia o nome dele baixinho até que suas paredes se contraem mais e mais junto com uma abundância de líquidos saindo da sua buceta com o clímax te atingindo de repente. Felipe não demora em grunhir seu nome e estocar com força mais umas três vezes enquanto te enche de porra. Seus peitos esmagados contra os dele lutava por espaço para se mover com a sua respiração ofegante.
"Felipeeeee." Fala tola e cheia de irritação com a falta de noção dele de sair de cima de ti logo. "Tá muito calor."
Ele resmunga, mas logo se joga do seu lado te puxando para deitar no peito dele. A respiração dele já estava calminha e os olhos fechados como se estivesse preparado para dormir, não podia evitar se sentir cansada e sonolenta depois de tantas atividades. Por isso, se permitiu fechar os olhos e relaxar um pouquinho.
No dia seguinte acordou mais quente que o normal e com o argentino te esmagando ao dormir no seu peito, o susto e a vergonha te despertaram na hora. Empurrou ele para longe com um grunhido, se vestiu apressada (mesmo sem achar sua calcinha) e saiu da casa sem olhar para trás.
As memórias daquela festa te assombraram por dias, o prazer e a vergonha te deixavam com vontade de arrancar sua cabeça só para não ceder as tentações que te cercavam. O pior é que na maioria das vezes nem é sua mente que relembra os cenários, e sim, a porra do Felipe que não te deixa em paz desde o dia que transaram.
Ele conseguiu seu número de alguma forma e todos os dias te mandava mensagens obscenas recontando os fatos como se fossem parte de uma grande história.
"Eu sonho com o gosto da sua bucetinha, minha linda. Que tal sentar na minha cara da próxima vez?"
"Ainda tenho a sua calcinha e se quiser te mando uma foto de como ela tá, gatinha😁"
"Saudades, vida😔"
Quando ele notou que você começou a ignorá-lo, passou a te mandar mensagens românticas, depois raivosas, de várias maneiras ele tentava arrancar alguma reação, mínima que fosse. Você encarava Felipe como um homem que nunca teve nada negado a ele ou talvez não era acostumado a ter o sentimento de vergonha associado a pessoa dele. Só de lembrar do tom convencido que ele usava para falar contigo já te dava vontade de se estapear por ter deixado ele sequer te beijar.
Era óbvio que vocês dois pertenciam a mundos diferentes. Nunca se imaginou saindo ou dormindo com um homem dono de um ego tão inflado como o dele. Foi um erro de uma noite - um erro delicioso diga-se de passagem - mas não voltaria a acontecer. Ademais, não é como se ele fosse realmente se lembrar de você. Provavelmente seria só mais uma na multidão de mulheres que ele iludia e depois levava para a cama.
[...]
Nada a ver mas eu amo a forma que ele fala river, a vibração do Rrrrriver
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clavedelune · 4 days ago
Note
ô xará solte hc sobre o elenco de sociedade da neve pls algo tipo eles sendo nossos namoradinhos e tudo que se passa na sua MENTE DE TITÂNIO
(se vc não esquecer do santi aka anjinho da turma da mônica eu ficarei muito felizz
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namorados (ou quase)
lsdln cast x leitora
(headcanons narrados sobre como você conheceu e começou a namorar os meninos)
inclui: agustín p., enzo v., esteban k., felipe o., fernando c., matías r., santiago v. n.; smutzinho nas partes de cada um dos meninos, ou seja, só interaja se tiver mais de dezoito anos
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agustín p.,
você e o pardella se conhecem numa espécie de festa artística e alternativa, na garagem de um dos amigos dele, com obras contemporâneas e muita maconha. de início era só uma ficada, mas só uma ficada mesmo, você definitivamente não planejava ir para a cama dele, ia beijá-lo na festa e só. o problema aqui é que esse homem é capaz de qualquer coisa por buceta, ou seja, enquanto vocês estavam se beijando e você no colo dele, o agustín definitivamente usou a melhor cara de coitado que ele tem e disse “volta pra casa comigo, linda” numa vozinha tão baixa, num tom tão manhoso e com os olhinhos tão perdidos na tua cara e no teu corpo… você simplesmente não teve muita opção, né?
agus, apesar dos “pesares”, do tamanho do corpo e da brutalidade particular que tem nas mãos, consegue ser um verdadeiro gentleman na cama, se ele quiser, é claro. ele sabia que isso te conquistaria de cara; o carinho que fez na sua coxa enquanto estavam lado a lado no uber para o apartamento dele, o jeito que ele te pôs deitada na cama e encaixou as suas pernas nos ombros dele, dizendo que “quero muito, nena, você não faz ideia”, daí foi a forma que ele te chupou, é claro, como se te beijasse lá embaixo e ao mesmo tempo segurando a sua mão mesmo sem olhar, te deixando apertar a mão dele quando o prazer te atingia numa onda mais intensa.
mas, o que agustín não sabe é que essas pequenas coisinhas, apesar de terem amolecido o seu coração para ele, não foram exatamente as que te conquistaram. claro, agus te deu a melhor transa da sua vida (que inclusive quase não aconteceu porque, segundo ele, você ainda não estava “relaxada o suficiente” e ele não queria “te deixar machucadinha”). mas o que realmente te fez ficar apaixonada foi a manhã seguinte, quando você acordou e ele estava na cozinha, fazendo o café da manhã com o rosto sonolento.
era cedo e agustín estava só de cueca boxer na beira do fogão, fazendo ovos mexidos com queijo e bocejando. foi a domesticidade e o carinho que te conquistaram e o fato de que você sentia no seu íntimo que não se importaria em ter aquela visão todos os dias. entre vocês dois, as coisas evoluíram relativamente rápido. depois do café, você deixou seu número de telefone sorrateiramente num guardanapo em cima da mesa, para que agus pudesse encontrar e sorrir.
depois da primeira mensagem, você só foi se dar conta de como e onde havia parado quando estava praticamente morando no apartamento dele. soube que o relacionamento caminhava para algo sério quando ele ofereceu dividir um pouco da maconha contigo. é mais simbólico do que qualquer coisa, você sabe disso. no fundo no fundo, ele ainda é um gentleman. certo, depois da terceira vez juntos ele começou a enrolar de leve a mão enorme no seu pescoço e a trocar o “linda” por “perrita”, mas somente na cama.
nunca te pediu oficialmente em namoro, apenas usa o termo casualmente quando se refere a você para os amigos. você sente que algo nele gosta disso, da forma casual e doméstica que vocês têm conduzido a relação desde o início. de fato, é gostoso, autêntico e combina com vocês, mesmo que para as suas amigas, você esteja levando as coisas “à moda caralho.” não importa para nenhum de vocês dois, e, sinceramente, você pensa que são as duas únicas pessoas que precisariam ligar para isso. mesmo assim, você gosta de provocar o agus, gosta de tirá-lo do sério. por isso, você chama a atenção dele quando escuta ele te chamando de namorada para outra pessoa, e diz que são só ficantes, já que ele nunca pediu. em resposta, ele te dá aquele sorriso e fala: “vai nessa de ficantes, logo mais você acaba ficando grávida do meu filho.”
enzo v.,
com o enzo foi um encontro por acaso, ou, mais ou menos por acaso. você tinha um encontro marcado e, para o seu azar, levou um bolo, pura e simplesmente. a sensação era terrível, tinha se arrumado todinha para sair de casa, num vestido de seda e saltos baixinhos e agora, cogitava chorar na mesa do bar, sentindo-se terrivelmente sozinha. a salvação da sua noite foi quando um garçom se aproximou com um drinque e te apontou para um homem do outro lado do salão, bebericando uísque e desviando o olhar. você pôde ver a face masculina de enzo mesmo à distância e concluiu rapidamente que estava saindo no lucro. foi até ele e se apresentou, cordialmente agradecendo a bebida.
enzo não tirava os olhos dos seus lábios enquanto você estava falando. ele mesmo só te encarava quando respondia às suas perguntas e meio tímido ainda de te olhar nos olhos, ou talvez somente sem vontade, a julgar pela voracidade com a qual ele mantinha o olhar fixo na sua boca. era óbvio que ele queria te beijar, estupidamente óbvio, para ser sincera. tanto que, você precisava conter um sorriso diante do fato. e mesmo assim, ele parecia não tomar atitude nenhuma, apenas te cozinhando em fogo médio, te derretendo os sentidos com a voz baixa enquanto explicava que era ator, que vinha do uruguai, que isso, que aquilo, que…
você o interrompeu impaciente: “vem cá, você não vai me dar um beijo não?” enzo sorri, então, e te dá, atenção: um selinho. a única reação possível é de completo choque e surpresa da sua parte, diante do que, ele ri, uma mistura de gentil e canalha, e diz: “se for para fazer isso, quero fazer direito.” de início, essas palavras não significam absolutamente nada para você, que está confusa e ainda meio errante, não se esforçando muito para prestar atenção à medida em que ele está falando.
lá pelas tantas, enzo para o raciocínio e segura o seu rosto de leve, gentil. ele explica que te pagou a bebida porque te achou linda e percebeu que estava sozinha no bar, com a expressão amuada, mas que não queria que você se sentisse obrigada a fazer nada com ele. as suas bochechas ficam coradas e ele pede o seu número de telefone e chama um uber para você logo depois. é claro que aquele gesto, ou melhor, toda a conduta de enzo contigo são o suficiente para te fazer querer mais. quando você chega em casa, percebe que mesmo que tenham passado a noite toda conversando, sente que não sabe o que precisa saber sobre ele, e quer saber muito mais.
você descobre, é claro, aos poucos, quando começam a trocar mensagens. enzo demora a te chamar para sair, como demora para fazer todas as coisas. parece que ele gosta de te deixar na expectativa, ansiando por ele, querendo e querendo. ele faz questão de demorar a te levar para a cama e faz questão de demorar na cama também. uma vez, antes da primeira vez de verdade, você tentou convencê-lo a uma rapidinha no carro. tentou de tudo, até mesmo um oral nele, mas recebeu uma recusa veemente de encito em todas as ocasiões.
ele gosta de te deixar na beira, de tudo, na verdade; do prazer, dos nervos, da sanidade… tudo. é mestre em te estimular ao ponto de te fazer perder a cabeça, totalmente no controle, bem do jeito que ele gosta. te chama de “minha” na cama primeiro e depois usa o pronome possessivo para se referir a você mais casualmente, mesmo que evite fazê-lo diante de outras pessoas. te pede em namoro depois de você ficar meses quase descabelada se perguntando se ele não pediria. mas quando ele pede, é romântico e sensual, com direito a enzo tirando uma foto sua com o dedo dele na boca, sob o pretexto de “quero guardar essa carinha linda da minha namorada na carteira.”
esteban k.,
imagino que algum dos meninos do cast, possivelmente o matías, tenha sido responsável por te apresentar ao esteban. você já convivia nas festinhas do cast de vez em quando porque era amiga da namorada do mati, mas nunca tinha sido real ou formalmente apresentada ao kuku. quando acontece, é meio… esquisito. ele é fechado, para dizer o mínimo. tudo bem, esteban está claramente interessado na conversa, ou melhor, em te ouvir falando e te encarar profundamente com os olhos perdidos nos seus, enquanto você se esforça para se manter com a linha de raciocínio coerente e não corar na frente dele. kuku não fala muito sobre si mesmo, parece satisfeito em te escutar, mas você desconversa, pedindo desculpas pelo falatório. prontamente, ele responde: “gosto muito de te escutar falando… por favor, continua.” de um jeito tão jovial e com a voz tão macia que você precisa de alguns minutos para se recuperar e encontrar outro tópico de conversa.
nesse momento, o estrago já estava feito, é claro. vocês passaram a noite toda juntos, só jogando conversa fora e se conhecendo mais ou menos melhor. tá bem, o esteban estava te conhecendo melhor, você estava diante de um homem-mistério cuja quietude era igualmente instigante, charmosa e sensual. foi particularmente difícil para você não meter um beijão naquela cara branquela quando o esteban enrolou uma das pontas do seu cabelo no dedo e ficou brincando com a mecha, enquanto te olhava e apoiava o queixo na mão livre. obviamente, quando percebeu, era tarde demais; já estava muito afim dele.
só tínhamos um pequeno grande problema; na noite em que se conheceram, vocês não trocaram telefone nem nada. ambos acharam que seria de mau tom pedir a algum dos amigos ou seguir o outro do nada no instagram. você, com medo de se machucar, acreditando no que havia inventado na sua própria cabeça, evitava as festas e os meninos como à peste bubônica. já esteban aparecia em todas, se frustrando na mesma quantidade de vezes quando percebia que você não estava. “acho que perdi a mulher da minha vida matías! era melhor que você nunca tivesse me apresentado a ela!” era o que ele não cansava de dizer, festa após festa, simplesmente porque era impossível para ele parar de pensar em você.
demandou algum esforço dos amigos, é claro, mas matías conseguiu pela namorada o seu número de telefone. dramático como era, entregou ao amigo num papelzinho, dizendo que pertencia à você e que “cabe a você decidir o que fazer com essa informação, bito.” não demorou para que você recebesse uma mensagem que dizia “oi, aqui é o esteban. lembra de mim?” e como você poderia esquecer? de qualquer maneira, se fez de difícil, querendo se proteger, não se machucar, dispensando os afetos dele como os de um homem que estava entediado e sentia que conseguiria uma foda fácil contigo. o problema é que ele é romântico e estava se esforçando para te conquistar, para não te perder de novo. te chamou para um encontro e disse que te buscaria. não deu muitas informações e só pediu que você fosse “linda, como sempre.”
esteban te levou ao seu restaurante favorito, que você mencionou na noite em que se conheceram. trouxe flores também, as que você tinha dito que gostava. dessa vez ele falou um pouco mais de si, mas não importava: não teria nada no mundo que te impediria de ter transado com ele no banco de trás do carro. apesar da atmosfera sensual, você sacou de cara, quando sentiu a mão dele controlando o seu ritmo por cima dele, que só estava tendo algum tipo de controle porque esteban estava permitindo que tivesse. mesmo assim, ele foi carinhoso na medida certa, se dividindo entre puxar o seu cabelo quando sentia você o apertando e fazer carinho no seu rosto enquanto você gemia alto o nome dele, não aguentando o estímulo duplo, já que esteban brincava com o seu pontinho sem dó ou piedade.
de resto, esteban se abria aos poucos, te mostrando as partes mais escondidas do mundo particular dele, o que obviamente só servia para te deixar mais e mais apaixonada por ele. o kuku, por sua vez, sentia que tinha ganhado na loteria. desde a noite que se conheceram, algo nele sabia que você era a mulher da vida dele, mesmo que ele nunca tivesse acreditado nessas coisas antes. por isso, o pedido de namoro não tardou a vir: esteban te chamou para uma noite mais intimista na casa dele e fez um jantar para vocês dois. ele perguntou de forma pura e simples, somente um “quer ser minha namorada?”. não preciso dizer que você disse sim, arrancando de esteban um sorriso meio tímido e sacana: “ainda bem, nena. estava com medo de nunca poder te foder que nem um namorado faria.”
felipe o.,
peguem a visão comigo mas o pipe é seu amigo de infância. ou filho dos amigos dos seus pais. o que importa aqui é que vocês se conhecem desde novinhos, certamente viram um ao outro crescendo (no caso, você viu a versão catarrenta e chorona dele e ele viu a sua versão bobinha e descabelada). existe desde sempre uma amizade entre vocês, mas que, devido ao tempo que se conhecem, definitivamente não é uma amizade normal. você e o felipe são mais íntimos do que são amigos; não têm o mesmo ciclo social e somente se cumprimentavam nos corredores dos colégios que frequentaram juntos. mas quando estavam sozinhos, nas ocasiões que as famílias se reuniam, sempre conversavam como se o tempo não tivesse passado, como se fossem melhores amigos e se conhecessem melhor do que qualquer outra pessoa.
talvez por isso, pela atmosfera casta e quase familiar na qual vocês dois sempre estiveram inseridos, fosse fácil dispensar os elogios de felipe como uma tentativa de ser legal. quando te cumprimentava, ele dizia coisas como “nossa, como você tá cheirosa hoje,” ou “ficou linda nesse vestido. é novo?”, daquele jeito meio meninão dele, te dando um beijinho na bochecha. ele era só seu amigo, certo? fazia isso totalmente na esportiva. é o que os amigos fazem. você não cai na real logo de cara, mas fica pensativa, assistindo ao jogo do river plate entre pipe e seu pai no sofá da sala da casa dele e fazendo as contas, reparando que felipe nunca teve uma namorada que você conhecesse e tampouco falava sobre isso contigo, apesar de vocês conversarem sempre sobre absolutamente tudo…
a coisa só mudou de figura por acidente. quando se formaram no ensino médio, a mãe dele insistiu em tirar uma foto de vocês dois juntos, de beca e tudo. nisso, o pipe te tirou para dançar no baile de formatura, dizendo que fazia sentido que a primeira dança dele como adulto fosse com “a primeira pessoa que ficou comigo desde que eu era criança.” é uma gracinha, porque ele está tudo corado e te abraçando pertinho, segurando na sua cintura e sorrindo. você sente borboletas no est��mago mas evita pensar sobre elas, sabendo que vai ter que continuar encarando o felipe e aquela cara linda dele, que parece que foi esculpida por deus, em todos os sábados que as suas famílias se reunem. dito e feito… no sábado seguinte, era a final da copa libertadores; um jogo bem importante pro timão do pipe né.
você só não estava esperando que, quando o river fizesse o gol da vitória e garantisse a taça, você e o felipe se levantariam para comemorar juntos e ele, todo eufórico, te tascaria um beijão no meio da sala de estar da casa dele, com todo mundo em volta. teoricamente, foi um acidente. vocês não falam sobre isso quando se sentam de novo no sofá, ninguém, na verdade. e algo em ti diz que as famílias já esperavam por aquilo. mas você conhece o amigo que tem e, cuidadosa para não se iludir, chama ele para conversar no quarto, em segredo, para esclarecer as coisas ou algo do gênero; uma tentativa de entender o que estava acontecendo.
a primeira coisa que ele te diz quando você entra no quarto dele e fecha a porta é um balde de água fria: “fala sério gatinha, você nunca percebeu?” seu rosto esboça confusão e ele sorri, se aproximando. “tô doido pra te beijar desde a formatura. talvez antes. não sei. poxa gatinha… você realmente nunca achou estranho que em dezoito anos de vida eu nunca quis ninguém além de você?” desse jeito gente, é claro que vocês dois têm a primeira vez ali mesmo, com o felipe falando coisas incoerentes enquanto te beija e te toca, apertando seus seios e gemendo só de tocar. ele faz com todo o cuidado do mundo para não te machucar e, apesar dos seus protestos abafados (tem gente em casa, vocês precisaram se conter um pouquinho), ele tira antes de gozar, dizendo que vocês mal mal fizeram dezoito anos e não podem ser pais agora.
falando nisso, na cabeça dos pais de vocês depois do beijo da vitória vocês já namoram. mas ele te pede mesmo assim, um mês depois da primeira vez, com flor, chocolate, aliança e tudo. o felipe compra um par daquelas fininhas prateadas e bota no seu dedinho anelar com uma cara boba e uma felicidade quase infantil no olhar. você ama aqueles olhos desde sempre, mesmo que não soubesse disso. passam no vestibular juntos e comemoram juntos, pintados na praia e com beijos espalhando as tintas nos corpos de vocês. sempre que pode, ele faz questão de te lembrar que, em todos os sentidos, ele é o seu “primeiro e único” tanto quanto você é a dele.
fernando c.,
o fernando é seu colega de trabalho. ele cobre pra você quando seu chefe está sendo babaca e você, em troca, compra café para ele usando o seu tíquete alimentação. tinha tudo para ser uma história de amor corporativa moderna, regada a roupas sociais e conversinhas remuneradas no escritório. isso se você não estivesse comprometida com outro cara. quando o fer descobriu, ele sentiu, sem brincadeira alguma, dor física no peito. tudo bem que ele havia sido ingênuo; uma mulher bonita, inteligente e interessante como você ser solteira é que seria realmente chocante. mas mesmo assim… o fer só consegue pensar “foda-se ele” toda maldita vez que você menciona o namorado. é mais forte que ele, sabe? ele tem certeza que te trataria bem melhor que esse cara, mesmo que você nunca tenha reclamado de nada; ele só sabe que é melhor.
então, digamos que o fernando fica determinado a te mostrar que é melhor do que o homem que você tem em casa. mas ele é tão sutil, tão galante, que você nem desconfia as segundas e terceiras intenções quando ele te traz um almoço que ele mesmo fez ou uma sobremesa que a mãe dele havia levado para casa dele mas que ele afirma que “queria dividir com você”. ele faz de tudo para ficar sozinho contigo e te fazer um gesto potencialmente legal e potencialmente ultrassexy também. as coisas culminam numa noite em que vocês precisam ficar até tarde no escritório, sozinhos. fernando está com as mangas da camisa social arregaçadas, sentado no chão perto de pilhas de documentos, com a cara franzida. você oferece ajuda mas ele nega com veemência e diz: “eu cuido disso, querida, pode deixar. vai pra casa e descansa, viu?”
o seu namorado é ótimo, tá? você precisa admitir. ele é quase um príncipe encantado, mas falta nele o fator de dominância e cuidado que existe no fernando, você sabe disso. talvez seja essa a razão que fer te atrai tanto, sempre afirmando que vai cuidar das coisas, de maneira máscula e verdadeira. seu namorado não faria isso. não faria nem metade das coisas que o fernando já fez por você. em geral, é uma realidade bem fácil de ignorar. mas agora? onze horas da noite, sonolenta no escritório, com fernando expondo os braços enormes daquele jeito… é realmente a pior coisa do mundo que você tenha se esgueirado feito uma gatinha no chão perto dele, beijado a bochecha dele e dito: “obrigada fer, se cuida. te vejo amanhã.”?
nenhum de vocês achou, na verdade. pelo menos não no dia seguinte quando se beijaram vigorosamente no almoxarifado do escritório por mais ou menos meia hora. o problema veio depois, quando você estava imprensada entre fernando e a parede, pedindo aos suspiros por mais e conduzindo a mão dele até a barra da sua calça. fer se afastou bem nessa hora, para longe mesmo. te olhou no fundo dos olhos e segurou o seu maxiliar: “só fodo meninas boazinhas querida, e acho que essa não é bem a definição de quem está traindo o namorado comigo né?” ele te deixa sozinha no almoxarifado então, e você leva uns dez minutos para se recuperar e para fazer o QI subir de novo, afinal, ele tinha te deixado completamente burra de tanto tesão.
dai pra frente é só pra trás. você termina o namoro numa rapidez que é inacreditável até para si própria, sentindo-se incapaz de ficar longe do fernando e dos toques dele na sua pele, das mãos brutas puxando o seu cabelo sem piedade, te usando, te fazendo dele. depois do término, você espera uma outra noite em que vocês dois estejam sozinhos no escritório para dar a notícia, afirmando de forma sensual que era uma “boa menina agora”. para a sua surpresa, o fernando ri com escárnio e te dá uma ordem: “na mesa, agora.” você obedece, claro, e se senta na mesa de vidro com as pernas abertas, permitindo que ele te devore com vigor. enquanto ele te chupa, você pede, implora por mais. contudo, fer para o que está fazendo para olhar no fundo dos seus olhos e dizer: “vai ter que ficar muito boazinha para merecer que eu te coma, querida.”
não tem jeito. vira um namoro tão rápido quanto o seu antigo tinha terminado. fernando está sempre encostado em você, abraçado em você; as mãos na sua cintura ou nos seus ombros, de forma possessiva e protetora. você não pode negar que gosta disso, do jeito que ele te toca como se fosse te perder para outro homem; é até engraçado, se você parar para pensar. ele te pediu de forma intima, verdadeira, com um anel de brilhantes para acompanhar e uma fala singela: “por favor, seja só minha mulher.”
matías r.,
matías e você fazem o mesmo curso na faculdade, só que ele entrou antes de você. ou seja… é, ele é seu veterano. e tipo, desde que o mati viu a sua foto de apresentação no grupo de calouros, e as suas mensagens bem-humoradas, ele meio que determinou que precisava ficar contigo. agora, apesar de desesperado e afobado pra te conquistar, o matías definitivamente não é um abutre. ele não vai ficar te rondando nos corredores e flertando descaradamente com você que nem a horda de veteranos sem cérebro que estudam na turma dele. na verdade, ele é bem mais sutil e se oferece pra estudar com você uma das matérias mais difíceis do primeiro período. o problema é que… o matías não sabe a matéria que se ofereceu para estudar contigo. ele até tenta ajudar mas acaba se atrapalhando todo e te arrancando umas risadinhas bem altas no meio da biblioteca do campus. pelo menos, ele está feliz de ter feito você rir.
o foda pra ele é que você, depois da primeira sessão de “estudos” agradece cordial, dizendo “obrigada, amigo”, demonstrando claramente que sacou o jogo dele e que simplesmente não ia rolar. mas o matías é persistente, determinado e… insuportável quando ele quer. dali em diante ele utiliza do fato que consegue te fazer rir para te irritar absolutamente todas as horas do dia. ele manda mensagem o dia todo, querendo saber de você e em qual aula você está, coisas assim. você não consegue parar de pensar nele simplesmente porque ele não deixa. no entanto, mati não toma coragem para te chamar para sair de verdade, com medo de acabar na friendzone de novo. mesmo assim, insiste: “vou te ver na calourada hoje, chata?” e você, esperta como é, responde sacana: “me ver você vai matías, mas só.”
até passa pela cabeça dele responder à sua mensagem com algo ousado, afirmando que estaria mais do que feliz em só ver o seu corpinho, mas isso não era muito bem verdade. por isso, matías acabou respondendo com “duvido muito,” e um emoji brincalhão com a linguinha para fora, te arrancando uma risada. é mentira dizer que você não curte esse jeito brincalhão dele, que não te deixa corada e irritada ao mesmo tempo, principalmente quando você percebe que deu certo; que está encantada por ele. para além da chatice, matías é realmente bacana e cuidadoso, te emprestou todas as provas antigas que tinha feito e, apesar de ter te respondido com “problema seu chatonilda” quando você disse que estava surtando com o período de provas, ele apareceu no seu apartamento com uma sopa e pão caseiro; “você tem que se cuidar, sabe? se você morrer de estresse aos vinte anos quem mais eu vou irritar?” além disso, você gosta de tê-lo assim, feito um cachorrinho aos seus pés.
o que você não gostou, na verdade, foi de encontrá-lo na tal calourada, com a língua no pescoço de outra garota e as mãos viajando pelo corpo dela. era um espetáculo grotesco do qual você simplesmente não podia desviar e nem impedir. somente ficou lá, atônita, encarando matías se deliciando com a garota enquanto desejava que fosse com você. depois de algum tempo, a ficada dos dois é finalizada, mas você já sumiu no local, se enturmando na pista de dança com as amigas, afogando a mágoa injustificada numa bebida. no final da noite, contudo, você esbarra nele, irritada quando o sente solto pelo álcool, enroscar um braço ao redor dos seus ombros. “qual é chata? não pode nem encostar?” você responde com o veneno pingando na língua: “porque não encosta na sua namoradinha lá”.
acontece que o mati não gostou nem um pouco da sua atitude, do jeito que você bufou com raiva depois de falar e virou a cara para longe dele. ele não teve muita opção além de te puxar para um dos cantos escuros da festa e segurar a sua face para encará-lo. “achei que éramos só amigos, mas pelo visto errei, né?” você não responde “porra, eu tava louco pra te foder, pra te dar um beijo, qualquer coisa e você nada pra mim. é uma chata mesmo, né?” nessa hora, a mão do matías já está pertinho da sua calcinha, ameaçando afastar o tecido e dar atenção ao seu clitóris inchado. “me rejeita até o fim e eu não posso nem dar um beijinho em outra que você já fica assim… toda putinha.” é game over pra você a partir de então, escorada na parede enquanto o mati usa os dedos habilidosos em você. a sensação de que qualquer um, inclusive a menina que ele beijava no início da festa, poderia ver vocês ali somente aumenta o prazer.
depois da festa, ele finalmente toma coragem de te chamar pra sair de verdade, mas só porque sente que te conquistou, que deu certo e que… uma ficada não seria o suficiente. ele sabe disso quando estão tomando sorvete depois do almoço e ele te escuta rindo alto de novo. matías detesta aparentar ser todo bobo e romântico mas não consegue; não consegue viver sem o seu sorriso na vida dele. quando te pede em namoro, é logo depois de uma briga, porque o coitado está com tanto medo de te perder, mas tanto, que usa o fôlego final do argumento para imitar as suas palavras e dizer: “sabe o que eu quero, sua chata? quero ser seu namorado, porra!”
santiago v. n.,
você começou a trabalhar para os pais do santi no verão, não era exatamente uma governanta da casa nem nada, mas sim a assistente pessoal do casal, cuidando das agendas e dos compromissos deles. santiago, como explicado pelos pais, estava fazendo um ano sabático na europa e, por isso, você estava ocupando o quarto dele. era estranho; ele parecia um espírito que rondava a sua vida desde que começou a morar com os vaca narvaja. você via fotos dele pela casa, sempre sorridente e bonito, e literalmente dormia entre as quinquilharias dele; os quadros, os discos, as roupas… com o passar do tempo, você se sentia quase próxima dele, lendo os mesmos livros, habitando o mesmo espaço. escutava as anedotas sobre santi e como ele era como criança pela boca dos pais dele. certo, era uma visão completamente parcial, mas algo em você amolecia à ideia que criou do garoto.
até que um dia… santiago voltou da europa. quando chegou em casa, só havia você no local, esparramada na cama dele, lendo um clássico argentino. “esse é maravilhoso, princesa. espero que esteja gostando…” a interrupção te arrancou um gritinho estridente, pelo susto, e santi só riu de você, apoiado no batente da porta: “não quis ser rude. sou o santiago, meus amigos me chamam de santi. mas imagino que você já deve saber disso,” ele se aproxima e se senta na ponta da cama, perto de onde estão seus pés. seu olhar é atraído a ele e você mal consegue acreditar que santi está ali e que é um homem de verdade, não uma coisa que você inventou na cabeça. você o cumprimenta gentil e sorri, diante do que, santiago põe os olhos nos seus e diz: “meus pais falaram coisas maravilhosas sobre você. mal posso esperar para descobrir se realmente é tudo verdade.”
santi sai do quarto logo depois, te deixando sozinha e meio sem saber o que fazer. o certo seria liberar o quarto dele para ele, né? mas nas horas seguintes, quando esbarra em santi pela casa, às vezes com pilhas de papeis para os pais dele, ele não menciona nada sobre querer o quarto de volta. na verdade, ele não menciona nada sobre nada e somente te dá um sorriso que reverbera na sua alma e te faz corar. os vaca narvaja estão felizes com a volta do filho, é claro, mas acabam optando por dar as boas-vindas a ele num jantar ao final do dia, citando os compromissos de trabalho como a causa do atraso. por um lado, você gosta disso, te dá tempo para se preparar para interagir com santi de novo.
certo, sabia que ele seria um charme, ou melhor, supôs isso das histórias que os pais dele te contavam e dos pequenos pedaços de papel com a caligrafia e a alma dele que encontrava pelo quarto. mas não podia ter previsto que se sentiria tão atraída por ele. para o seu azar, ficaram um de frente para o outro na janta. os movimentos que ele fazia com a boca pareciam propositais para te atingir. ou te fazer sentir… alguma coisa. era impossível de ignorar. ficou pior quando a mãe dele, gentil e carismática, virou e disse: “ela não é um amor, meu filho?” e santiago, bebendo do vinho com uma lentidão atormentadora, virou-se para ti como se quisesse te devorar com os olhos e respondeu: “uma princesa, mamãe, que nem vocês tinham dito.”
nessa hora, você começou a se perguntar o quão errado seria transar com o filho dos seus patrões. mas santi fez as contas antes de você e, aparentemente, concluiu que não seria nada tão terrível assim. talvez por isso você tenha recebido as batidinhas na porta do quarto no meio da noite, talvez essa tenha sido a intenção dele desde o início. “vim pegar o quarto de volta, princesa. mas se você quiser, eu não ligo de dividir.” quando você percebeu, santiago estava sentado na borda da cama de novo, com aquele rosto lindo, bem ali. como você poderia ter resistido a isso? como você poderia não tê-lo puxado para um beijo molhado, sedento? na sua mente, você já o conhecia tão bem… saberia que seria bom. que santiago te trataria direitinho e que sussurraria coisas doces no seu ouvido, te elogiando, afirmando que você era “tão boa… do jeitinho que meus pais disseram” enquanto sentia você apertá-lo com a buceta e meter as unhas nas costas dele, pedindo mais.
quando terminaram e santi se deitou ao seu lado ele confessou, disse que estava louco para voltar para casa e te conhecer, afinal de contas, os pais dele haviam te enchido de elogios e ressaltado o quão boa você seria para ele. “e fui boa do jeito que você merece, santiago?” ele beijou a sua mão e acariciou, sorrindo “muito melhor do que eu mereço, princesa.” santi sabia que os pais gostavam de você e que não se importariam se vocês dois começassem algo sério, mesmo que te tirasse o foco do trabalho. mas, ao seu pedido, ele aceitou levar as coisas com calma, já que você queria ter certeza de que não estava se apaixonando pela ideia que tinha criado dele. para a sua surpresa, ele era muito melhor. conversaram sobre os livros e os discos e os pedacinhos da personalidade dele que você havia conhecido mesmo distante. e santiago, mesmo que não dissesse, já havia gostado de você logo de cara, pela descrição dos pais. na hora de oficializar, ele te lançou aquele mesmo olhar de sempre, como se estivesse apaixonado, e disse: “então… sobre dividirmos aquele quarto…?”
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p.s: bom, isso foi um sonho de uma noite de tesão. espero que tenham gostado. adoro escrever hcs então… fiquem a vontade para pedir! um beijo para a @imninahchan (espero que tenha sido mais ou menos o que você esperava) 💋
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impulsionarias · 27 days ago
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Viva a sua vida para si. E entenda os teus verdadeiros prazeres, desejos e limites. A gente acha que se conhece, mas não fazemos ideia do que é por dentro porque a gente tá tão misturada internamente com todo mundo. Ando separando o que é meu. E isso está fazendo eu me sentir menos perdida e mais feliz!
-Impulsionarias 
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tecontos · 5 months ago
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Minha primeira transa após a separação (02-11-2024)
By; Kelly
Te Contos eu me chamo Kelly, tenho 32 anos, fui casada por 20 anos, me separei e cada um seguiu pro seu lado. Ele sempre foi muito carinhoso e era ótimo na cama, me deixava muito satisfeita e me fazia gozar muito. Sempre achei que ele era bem dotado, pois foi meu primeiro e único homem, até que conheci uma rapaz a uns seis meses, quando conheci ele.
Sempre fui muito ativa em matéria de sexo, gosto de tudo e se puder repetir, melhor ainda. Já estava sentindo muita falta de um carinho e da presença de um homem na minha cama, foi quando ele me convidou para sairmos.
Eu já conhecia ele a algum tempo e sabia que era um homem bom. Todos falavam muito bem dele, então não tive receios de aceitar o convite.
No sabado a noite ele me pegou na portaria do prédio, entrei no seu carro e notei que ele estava muito satisfeito com minha presença alí. Fomos ao cinema e depois a um restaurante, tudo muito tranquilo e nos comportamos como pessoas civilizadas. Tudo estava indo muito bem até voltarmos para o carro.
Assim que entrei ele me deu um beijo tão gostoso que amolecida não consegui resistir e retribuí. Podia sentir sua respiração ofegante e seu desejo parecia fluir do seu corpo.
Eu comecei a sentir um calor que não consegui disfarçar, parecia me consumir por dentro. Pedi então que parasse o carro, peguei seu rosto virando ele pra mim e beijei sua boca outra vez.
Nunca consegui resistir a um bom carinho. Nesse momento ele passou a mão na minha coxa e pude sentir minha buceta babando de desejo. Ele não falou nada apenas conduziu o carro direto pra um motel.
Quando entramos no quarto parecíamos dois animais, nos agarramos literalmente, e começou uma seção de verdadeira loucura. Não sei como foi mais quando me dei conta estava peladinha e ele também.
As mãos corriam por toda parte, quando levei minha mão até seu pau foi uma surpresa. Era enorme, bem maior que o do meu ex marido, e sempre achei que ele fosse bem dotado, mas aquele alí era um verdadeiro monstro.
Logo não resistindo mais, me abaixei e o coloquei na boca começando a mamar com muito gosto e prazer. Era realmente enorme tinha que segurar com as duas mãos. Depois de um tempo ele me colocou deitada na cama e começou a chupar minha buceta. Não consegui segurar e fui logo gozando na sua boca.
O desejo estava me dominando, não resisti muito tempo e falei:
-Vem! Quero você dentro de mim, vem me!
Então ele se preparou para me penetrar, apontou aquele monumento bem na portinha e começou a forçar sua entrada, quando a cabeça entrou foi uma satisfação.
Podia sentir minha buceta se abrindo toda de tão grande e grosso que é. A cada estocada era mais um pedaço que entrava, logo estava todinho dentro de mim e comecei a gozar sem parar, nunca tinha gozado tanto em tão pouco tempo.
Ficamos assim por muito tempo até que pedi que ele metesse por trás, pois é a posição que gosto mais, me sinto uma verdadeira cadela sendo possuída assim. Logo estava de quatro e ele socava fundo na minha buceta. Podia sentir seu pauzao entrando e saindo a todo momento me arreganhando toda, estava tão gostoso que eu não queria parar, eu queria tudo e muito.
Comecei a rebolar naquele pauzao gostoso fazendo ele gemer de prazer, sabia que ele não ia resistir por muito tempo então fiz um pedido:
-Agora quero você no meu rabinho. Quero que goze dentro dele!
Na hora ele tirou da minha buceta e começou a chupar meu rabinho para lubrificar, estava uma delícia sentir sua língua no meu rabinho. Logo apontou seu pauzao na entrada e começou a forçar sua entrada.
Quando a cabeça entrou senti uma dorzinha incomoda e vi que não seria fácil recebê-lo alí, então pedi que fosse com calma, e ele o fez.
Aos poucos foi entrando e estourando o restante das minhas pregas, quando senti que estava todo dentro comecei a dar pequenas reboladas para poder acomodado melhor, logo ele começou no vai e vem acabando de arreganhar meu rabinho. Estava tão gostoso que tive múltiplos orgasmos e minhas pernas começaram a tremer. Logo senti seu leite quente inundando meu rabinho e podia sentir ele pulsando.
Dei umas reboladas mais forte deixando ele doido de prazer. Quando ele tirou pude sentir seu leite escorrendo por minhas pernas e pensei…meu rabinho está todo aberto!
Deitei do seu lado de conchinha e cochilando um pouco. Logo tomamos um banho e voltamos para a cama e recomeçamos fazendo tudo outra vez.
To doida pra repeti e dar bem gostoso pra ele.
Enviado ao Te Contos por Kelly
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gardensofbabilon · 1 year ago
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Behind the scenes.. Enzo Vogrincic x Fem! Reader
Seu namorado acidentalmente posta uma foto que expõe o seu verdadeiro relacionamento na conta errada..
a/n: o que achamos de smau??
tw: 18+
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vogrincicenzo Comemorando mais uma volta ao redor do sol com a minha pessoa preferida. Nem todos os poemas e palavras do mundo descreveriam o quanto a sua presença enche meu coração de alegria, 4 anos e mais uma eternidade pela frente.
seuuser meu amor, como eu te amo! Sua vida mudou a minha. Obrigada pelos melhores 4 anos do muundo!
⤷ vogrincicenzo jantar às 8?
⤷ seuuser OBVIO! Você cozinha.
franciscoromero Lindissimos, sou apaixonado pelo amor de vocês.
user1 ai que inveja dessa que leva pirocada do enzo todo dia.
⤷user2 para de baixaria mds eles não fazem isso.
⤷user3 a noção passou longe
user4 me adoteeeem
user5 não eles combinando um jantar pelos comentários.
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vogrincicenzo comemoração de 4 anos versão conta secreta. uma gostosa que eu tenho prazer de chamar de minha e capturar esses momentos únicos.
seuuser ENZO MEU DEUS
juanicar TIREM AS CRIANÇAS DA SALA
user1 eu bem que avisei que ele dava surra de pica nela
estebankuku O QUE É ISSO S/N??????
pipegotano acho que alguém errou a conta e vai dormir na sala (curtido por seuuser)
user3 NÃOOOO VOCÊS SÃO SÓ BEBES.
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projetovelhopoema · 5 months ago
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Eu não gosto do meu sorriso, mas eu amo quando ele se abre por simplesmente olhar para ela. É como se a gravidade falhasse, mesmo que só por um instante e tudo o que eu sou começasse a orbitar em sua volta. Nesses momentos não importa o caos ao redor, as conversas que se perdem em barulhos ou vozes agitadas; o relógio que insiste em correr depressa demais, porque há um silêncio doce que paira entre nós e ele faz meu coração respirar devagar, só para acompanhá-la. Os pequenos detalhes que a compõem têm uma magia inexplicável, quase ingênua, angelical, mas que acerta fundo despertando sentimentos e prazeres inigualáveis. O jeito que seus olhos se apertam de leve quando ela sorri de volta ou o modo como seus dedos traçam círculos despreocupados em volta do copo que está segurando ou como ela dança feliz quando come algo que gosta, tudo isso parece mover as paredes invisíveis de gelo que construí ao meu redor. E então, como um reflexo inevitável, o meu sorriso surge. Eu sei que ele é torto e que os dentes não são perfeitos, mas nesse instante ele parece certo, porque é verdadeiro, porque eles vêm da alma... Porque eles são para ela. O amor se revela nas coisas simples, como o instante de um sorriso espontâneo, nascido de um olhar de quem nos entende sem palavras. Talvez esse seja o segredo, eu sorrio porque ao olhar para ela a minha alma encontra um descanso, uma morada, uma paz que não existe em outro lugar. E eu, que nunca gostei do meu sorriso, descubro nele uma beleza sutil e escondida, porque é o rosto dela que o traz e tem sido ela que o faz viver e resistir todos os dias.
— Diego em Relicário dos poetas.
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suaestranhaconhecida · 2 months ago
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Dia vinte e sete
está noite nos beijamos. E pude sentir o gosto dos teus lábios. Macios, calmos, como se engolisse todo meu ser dentro de um beijo. Aquele que arrepia o corpo e parece tirar os órgãos do lugar. Que te deixa exatamente sem barreiras, no mais íntimo dos desejos. É o verdadeiro gosto de prazer.
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amamaia · 3 years ago
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Desejo o prazer de dançar
Sei que é um tanto hiperbólico, mas sinto que demorei 42 anos pra entender verdadeiramente que a Fragmentação não era algo que eu desejava e era tão somente fruto do aprisionamento social que moldou muitos dos meus comportamentos ao longo do eterno processo de individuação que jamais será saudável dentro de um sistema fabricado para nos adoecer.
Divididas por dentro, sem nos acessar por inteiro, sem pautar nossas escolhas nos plurais alicerces de nossas experiências ao longo do tempo, vivendo apenas episodicamente, nos tornamos mais fracas, mais facilmente docilizáveis, mais suscetíveis a dominações organizadas e forçadamente naturalizadas.
Nos querem vulneráveis e incensam essa palavra - vulnerabilidade - como se fosse algum sinal de força, ajuste ou pertencimento. Não é. Essa proposta é tão enganosa quanto a famigerada meritocracia. Não é possível ser vulnerável em um mundo que não te oferece, nem de longe, a segurança necessária pra você soltar as mãos. Não. Estamos em guerra.
Qualquer tentativa de 'dourar a pílula', como diria minha avó, cai por terra quando nos damos conta de, no mínimo, duas questões.
A primeira é não sermos personagens. Se não somos, não existe verdade absoluta que nos caiba pois estamos sempre em mudança, tal qual o mundo que nos cerca e nos permeia. Mutatis Mutantis. Não viveremos um mesmo roteiro toda vez que alguém conhecer a nossa história porque enquanto estamos vivas essa história está sendo escrita, criada, estampada, o que seja. Não pertencemos a um enredo pronto, a enredo algum aliás. Não somos personagens. Não somos previsíveis, não temos um caráter pré-definido e elaborado por alguém. Somos nossas próprias autoras. A um só tempo, criadoras e criaturas na beleza do inacabado e assim navegamos no fluxo da Vida até o momento final.
Nosso código linguístico define palavras distintas para ser e estar, diferente do imperialismo que colonizou a terra onde nascemos. Ninguém somente é ou somente está, somos sempre versões de nós mesmas, afetadas pelas trocas que nos permeiam, consentidamente ou não, a cada segundo que respiramos no Aqui-Agora.
Somos diversas e a alteridade nos confere a verdadeira riqueza de nossa existência. Somos muitas, várias, dessemelhantes, únicas, singulares. Esse é o verdadeiro valor dos seres vivos, a Diversidade. Padrão é coisa de máquina. Por que precisaríamos ser iguais pra dar certo? Não precisamos. Não existem nem duas plantas iguais da mesma espécie, que dirá nós, frutos de sangue e alegria nesse lugar que tanto já acendeu e derramou, queimou e ascendeu.
Toda docilização é um estupro. Matam seu ímpeto de revolucionar os dias, impõem encaixes possíveis apenas por violências, em conta-gotas ou por pontapé nas costas, a dor é certa, essa é segunda questão. Sempre dói abrir mão de seus verdadeiros desejos pra se adequar, pra deixar de se sentir constantemente ameaçada. Os condicionamentos são sempre amoldamentos excruciantes.
Quem já viveu tal atrocidade na própria carne sabe pra onde não quer voltar. E se afirmo hoje que é possível se desprender dos padrões de violência e destruição do espírito ao qual fomos submetidas e condenadas, se é possível mudar a cor do próprio fogo e deixar de queimar, queimar e queimar em fogueiras torturantes, é porque reconheço a Impermanência como potência transformadora.
Por mais paradoxal que possa parecer, viver essa impermanência enseja aprender a seguir fios contínuos. Acordamos sempre diferentes e sempre iguais. Cada história conta. Cada experiência pode metamorfosear o curso, os rumos, os entendimentos, os nós, os laços. Não há crise, há um equilíbrio instável, uma sucessão de trampolins provisórios pra que cada aventura nos faça deslizar pelo fluxo com olhos atentos ao próximo passo enquanto os ventos nos movem.
Ao invés de buscar um conceito definidor e apaziguador que me conforme dentro de uma caixinha oca, que me diga quem sou para sempre, que me faça achar que pertenço a algo que não criei, abro-me ao Movimento.
No Movimento me vejo dançar com o mundo. Sem o desespero de acertar os passos, corrigindo trajetos e direções enquanto me movo, atenta ao equilíbrio que se desfaz e precisa voltar a ser alcançado, vivo o presente dos dias, desperta e sedenta, pronta para a ação e mais. Atenta à música do Tempo.
Saber qual é a música que está tocando faz toda a diferença. Cada ritmo altera meu ímpeto, aguça ou repele meus impulsos, me sugere cadências, tendências, sensações. A cada convite, decido pelo Desejo. Ou não.
Só saberei disso se me mantiver desperta para investigar em meu próprio corpo como recebo e reajo às melodias que me são propostas. Saber desejar. Saber qual é a sua música. E mais. Saber criar os próprios sons. É um exercício fascinante e trabalhoso que me mantém em um foco de autopercepção tanto do que me machuca quanto do que me favorece. Não sobra muito pra precisar ser entretida por artifícios superficiais. Estou comprometida demais comigo mesma pra não respeitar as minhas escolhas. Eu desejo o prazer de dançar.
Troco a vulnerabilidade engodante por uma palavra mais saborosa. Permeabilidade. Aprendi com minhas próprias células. Posso absorver substâncias e recusar outras. Posso me deixar atravessar por líquidos que me façam fluir. Posso estar porosa e molhadinha, como costumo dizer, para o que me for saudável.
A busca do Prazer Verdadeiro sustenta os meus passos porque me impulsiona a revisitar certezas me fazendo compreender aquilo que é meu e o que não é, dialogando com estados permeáveis e alteráveis e, acima de tudo, sendo responsável por todas as minhas escolhas. Mantenho a lucidez de ser inteira mesmo nas inconstâncias. Não preciso me quebrar pra ser aceita na mesa de abate. Eu posso ser inteiramente dona de mim.
.xxx.
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cherryblogss · 4 months ago
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osama bin cherry explode xerecas HEAR ME OUT!
enzo vogrincic q eh um verdadeiro puto na cama. com direito a mto praisekink, q ama e enlouquece quando a lobinha dele chama de papi e pede pra ele gozar dentro. tbm gosta de dumbfication, aperta as bochechas da lobinha enquanto debocha da cara q ela faz enquanto ele mete e pergunta eh assim que vc gosta? mesmo sabendo q nao vai ter resposta. no aftercare ele eh todo cuidadoso, pergunta se ela ta bem, se pegou pesado. vao tomar banho juntos e dps dormir agarradinhos acariciando um ao outro.
DEIXO EM SUAS MAOS CHERRYZITA🎤
oi oi testando🎤 🎤 essa ask é meio antiga e eu sempre quis saber como responder essa escritura sagrada e agr que o mr pussy está no cio -de novo- irei dar uma palinha🎤🎤🎤
aviso: sexo bruto???
pensem comigo☝🏻 enzo voltando de uma viagem que nem dura tanto tempo, todos os dias te ligava e ficava falando como sentia sua falta, como queria estar dormindo abraçadinho contigo, se declarando com aquela voz aveludada enquanto diz como te ama e quer ver sua carinha linda e sua boca ao redor do pau dele💕 Começa em algo bem inocente, mas como ele é carente logo se torna um phone sex em que sussurra como iria te comer quando chegasse em casa, como iria te colocar de quatro e foder a sua bucetinha até encher de filhinhos dele😇😇😇 ele nem se masturba tá ☝🏻 só quer te escutar se tocando e gemendo enquanto narra todas as fantasias ou reconta q vcs ja fizeram só apertando o pau por cima do short de dormir.
Quando Enzo chega em casa é de madrugada, você fica animada aguardando ele chegar, mas cansada de esperá-lo, cai no sono na cama de vocês com a lingerie rosinha que escolheu pra ele (digam pra mim que esse homem não gosta de coisa bem girly me digam!), dormindo tranquilinha de bruços até acordar abruptamente com mãos grandes apertando sua bunda, confusa e sonolenta, geme com a sensação dos lábios quentes e carnudos beijando seu pescoço, a voz inconfundível falando baixinho para vc acordar e como ele tava com saudades, em seu estado levinho e mente nublado só deixa escapar um papi bem dengoso, se espreguiçando pra pressionar sua bunda na ereção volumosa, rebolando quando ele começa a estapear suas nádegas rindo do seu desespero.
Vai descer os beijos pela sua coluna depois de encher seu pescoço de marcas, ele mordisca a pele da sua bunda só pra ver como vc se contorce e aproveita seus movimentos pra enfiar o rosto no meio das suas pernas. Ele lambe sua buceta por cima do tecido rendado, gemendo ao inspirar seu aroma e sentir um tiquinho do seu gosto. O Enzo é do tipo que gosta de chupar buceta bem lentinho, saboreando e provocando, então fica só nessas lambidinhas superficias, gemendo porque sabe que vc gosta e pressiona a língua contra o seu pontinho só para ver suas pernas tremerem.
Quando ele afasta sua calcinha, grunhe seu nome e afasta suas lábios externos com os dedos ao ver seu estado de carência. Ele distribui beijinhos na sua intimidade, falando com ela como se vc não existisse ao dizer como iria cuidar e dar carinho por tão necessitada que estava. O meio das suas pernas formigava com a excitação descontrolada que te fazia escorrer e melecar toda a região, ainda mais com o rosto do seu namorado tão próximo falando aquelas coisas😭 Ele dá lambidas firmes, sugando seus lábios menores e o clitóris, se lambuzando até finalmente focar somente no seu pontinho, sugando habilidosamente enquanto te escuta gritar o nome dele e papi. Você goza rápido, se remexendo contra o rosto que te devorava e puxando os cabelos longos com os choques de prazer percorrento seu corpo.
Enzo não te dá paz, logo em seguida erguendo seus quadris e já posicionando o pau na sua entradinha. Ele era tão grande que só a cabecinha te esticava todinha, mas você só conseguia gemer coisas incoerente e como queria mais, se abrindo todinha, empinada para receber o pau gostoso dentro depois de tanto tempo. Enzo segura seus quadris com tanto força que com certeza deixará marcas por dias, ele enfiava o membro e apreciava como sua bucetinha tava toda esticada e inchada pra engolir ele. Quando mete tudo se debruça sobre seu corpo, te fodendo como um animal ao iniciar um ritmo vigoroso que cachoalhava seu corpo inteiro, as bolas batendo contra o seu clitóris a cada estocada bruta e ele se deliciava com os seus miadinhos manhosos quando isso acontecia.
Enzo coloca os lábios ao pé do seu ouvido, sussurrando como vc era a mulher mais linda e gostosa, a garotinha perfeita pra ele com a bucetinha mais linda que sempre aguentava ele bem. Os movimentos de vai e vem dos quadris dele, produzem um som das suas peles se chocando que é tão alto e violento, que faz ele te imobilizar ao enroscar o biceps gigante no seu pescoço, se deitando completamente sobre ti, agora mudando o ângulo da penetração pra ir mais fundo e sorri arrogante quando escuta seus gritos de êxtase ao encontrar aquele ponto sensível dentro de ti.
"Quer que eu encha essa bucetinha de leite, hm? te deixar cheia dos meus filhinhos e mostrar pra todo mundo que só eu te fodo tão bem que você deixa eu te fazer de depósito de porra?" Ele grunhe no seu ouvido, esfregando o rosto na sua bochecha igual um gatinho manhoso, suando tanto que os cabelos sedosos pingavam.
A cama inteira sacode com a força que ele mete, seu corpo acalorado e completamente sensível por todos estímulos do uruguaio que continua te foder mesmo que vc já tenha gozado duas vezes no pau dele, ele te deu orgasmos tanto mais lentinho quanto no ritmo frenético. Agora ele falava nada com nada, as putarias de sempre soando mais charmosas com o tom ofegante e rouco. Ele te faz implorar pra gozar uma terceira vez, um clímax intenso que te faz esguichar enquanto pede pra ele encher sua bucetinha logo, que queria guardar toda a porra do seu papi dentro🫂
No momento que ele se recupera, já sai de cima de ti, ajeitando seu cabelo bagunçado e te virando para encará-lo, buscando qualquer sinal que foi longe demais. Enzo é perfeito no aftercare, te faz muitos elogios, é carinhoso e cuida de tudo. É até engraçado quando ele pergunta se foi bom todo tímido quando te fez esguichar e esquecer seu próprio nome. Te dá banho, troca os lençois por limpos e cheirosos, faz um lanchinho bem saudável. Se vc tem alguma rotina nortuna, faz tudinho passando os cremes no seu rosto, penteando seus cabelos ou ajeitando do jeito que vc dorme se for una reina cacheada igual yo😔 Depois dorme de conchinha agarrado contigo cantarolando pra ti qualquer musica que vem na cabeça dele.
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harrrystyles-writing · 3 months ago
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Oi vidinha tudo bem??
Gostaria de um concept com os números 12 e 16 🥰❤️
frases: Então você não se importaria se eu ficasse com ele certo? /Eu desafio você a me dizer algo verdadeiro pelo menos uma vez.
NotaAutora: desculpe pela demora amore espero que goste 💗
Masterlist
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Harry Concept #30
Você acordou com os primeiros raios de sol invadindo o quarto de Harry, ele ainda dormia profundamente ao seu lado, era quase impossível olhar para ele e não sentir algo se agitar dentro de você.
Vocês tinham uma relação complicada, um jogo constante de provocações que, de alguma forma, sempre acabava com você na cama dele tarde da noite e por mais que ambos fingissem que era apenas casual, lá, no fundo, havia algo que vocês teimavam em ignorar.
Com um suspiro, você pegou suas coisas e cruzou a porta, mais uma vez deixando-o para trás, no corredor, enquanto vasculhava sua bolsa para pegar as chaves do apartamento, elas escorregaram dos seus dedos e caíram no chão, quando você se abaixou para pegá-las, uma voz desconhecida soou atrás de você.
— Oi!
Você ergueu o olhar e encontrou um homem alto, com um sorriso simpático, ele segurava uma pequena caixa nas mãos com a palavra "cozinha" escrita nela.
— Oi, estranho. — Você respondeu, ligeiramente desconfiada.
— Eu sou o Pedro, acabei de me mudar para cá, desculpe incomodar.
— Seja bem-vindo, eu sou a S/n.
— Muito prazer, você sabe o que aconteceu com o elevador? Estou tentando fazer minha mudança, mas subir três lances de escada está complicado.
— Ah, esse elevador está quebrado desde que comecei a morar aqui, já reclamei, mas nunca arrumam, sinto muito.
— Tudo bem. — Pedro riu de leve, suspirando pelo cansaço. — Obrigado mesmo assim, é bom saber que vou ter vizinhos agradáveis.
— Nem todos são como eu, mas obrigada. — Sorriu gentilmente. — De onde você veio?
— De uma cidade pequena no Canadá, mas decidi tentar a sorte por aqui em New York e você? Mora aqui há muito tempo?
— Já faz alguns anos, é uma boa vizinhança, se você ignorar alguns tipos de lugares.
— Bom saber, adoraria algumas recomendações.
— Claro, tem muitos lugares legais por aqui, eu posso te indicar alguns.
— Eu sei que acabei de te conhecer, mas me culparia o dia todo se não perguntasse... Quer tomar um café um dia desses?
Antes que você pudesse responder, ouviu a porta do apartamento de Harry se abrir, ele apareceu no corredor, descalço e com o cabelo ainda bagunçado, seu olhar cruzou com o de Pedro e depois voltou para você.
— Bom dia. — ele murmurou, a voz rouca de sono. — Vizinho novo?
— Sim, sou Pedro. — Pedro sorriu.
— Harry. — Ele respondeu seco, sem entusiasmo.
Por alguns segundos, o silêncio ficou constrangedor, até Pedro pegar o celular do bolso e estender para você.
— Me passa seu número, assim podemos marcar.
— Claro. — Você hesitou, sentindo os olhos de Harry queimarem em você.
— Nos falamos então. — Pedro cantarolou antes de seguir para as escadas.
Assim que ele desapareceu, Harry aproximou-se da sua porta.
— Você mal saiu da minha cama e já está flertando com outro cara, rápida, hein?
— Eu não estava flertando.
— Estava, sim, eu te conheço. — Ele balançou a cabeça, a risada amargurada ainda nos lábios. — E aquele cara realmente te chamou para sair? Que patético...
— Patético? — Você cruzou os braços, encarando-o.
— É! Ele nem faz o seu tipo.
— E o que exatamente é meu tipo, Harry? — Sua voz estava carregada de ironia.
— Não aquele cara. — Ele revirou os olhos, bufando.
— Eu achei ele fofo.
— Você está brincando, né?
— Está muito interessado... Ficou com ciúmes, Harry? — Você o provocou, sentindo o próprio coração acelerar.
— Óbvio que não. — Riu. — Eu não sinto nada por você além do nosso combinado.
Essas palavras atingiram você como um soco no estômago, você tentou disfarçar o aperto no peito, com um sorriso.
— Então, você não se importaria se eu ficasse com ele, certo?
— Faz o que quiser. — Seu maxilar travou, apesar do tom calmo.
— Ótimo! Tenha um bom dia, Harry. — Você forçou um sorriso.
Com um movimento brusco, você abriu a porta do seu apartamento e a fechou com força, tentando sufocar as lágrimas que ameaçavam cair, por mais que odiasse admitir, aquelas palavras dele haviam machucado você e a pior parte era saber que, mesmo se quisesse, você não conseguiria simplesmente ignorá-lo.
...
Você estava colocando os brincos, observando seu reflexo no espelho, estava se preparando para o encontro com Pedro, mesmo ainda tendo sentimentos por Harry sabia que com ele nada tinha futuro, então porque não tentar com outra pessoa?
As batidas na porta de deram um susto, por um momento pensou que fosse Pedro chegando cedo, mas ao abrir, deu de cara com Harry, ele parou ali, encostado no batente, quando a porta se fechou, te observando.
— Você realmente vai fazer isso?
— Fazer o quê, exatamente? — Tentava não dar bola para ele, finalizando seu batom.
— Sair com ele. — ele disse, como se fosse óbvio.
— Sim, Harry, é exatamente o que eu estou prestes a fazer.
— Você se arrumou mesmo, hein? Tudo isso para o Pedro? Interessante... porque para mim, nunca fez tanto esforço. — Harry arqueou uma sobrancelha.
— Talvez porque você nunca me chamou para um encontro.
— Não sabia que precisava de formalidades com você. — Ele deu de ombros.
— Pois é, Harry, às vezes, as pessoas gostam de se sentir desejadas.
— Bom, espero que ele aprecie seu esforço. — Ele soltou uma risada curta.
— Com certeza ele vai! — Você suspirou, já cansada daquela conversa. — Agora, se me der licença, tenho um encontro para ir. — Apontou para a saída e ele foi sem hesitar.
Pedro havia escolhido um restaurante que você sugeriu, algo simples e aconchegante para um primeiro encontro, ele foi perfeito em cada detalhe: abriu a porta do carro para você, puxou sua cadeira no restaurante e garantiu que você estivesse confortável o tempo todo.
Durante o jantar, ele mostrou um interesse genuíno em seus gostos e histórias, contou sobre sua cidade natal com entusiasmo e fez você rir, por mais que ele fosse encantador, sua mente teimava em divagar, você se pegava imaginando como seria se estivesse jantando com Harry e esse pensamento era irritante.
Depois do jantar, ele a acompanhou enquanto caminhavam pelo corredor até seu apartamento, ele hesitou por um momento, parando em frente à sua porta.
— Foi uma noite incrível, espero que possamos fazer isso de novo.
— Também gostei, obrigada por hoje.
Ele se inclinou para beijá-la, assim que os lábios dele tocaram os seus, ficou claro que algo estava errado, não havia faísca, não havia aquele arrepio que você odiava admitir que sentia com Harry.
— Boa noite. — Sorriu, decepcionada por não sentir nada.
— Boa noite, durma bem.
Ele entrou em seu apartamento e você suspirou aliviada por estar sozinha, mas antes de conseguir destrancar a porta, ouviu a inconfundível voz de Harry.
— Então, como foi o encontro? — Ele estava encostado na porta do próprio apartamento, como se tivesse esperado por você a noite toda.
Você fechou os olhos por um instante antes de se virar.
— Nossa, você não tem mais o que fazer, não? Estava espionando?
— Não, mas as paredes são finas e a voz do Pedro é irritantemente clara, então, como foi?
— Foi ótimo. — Sua resposta saiu apressada e você viu o sorriso surgir no rosto dele.
— Ótimo? Tem certeza? — Ele riu baixo, cruzando os braços. — Não passa nem das 22h.
— Bem, ele não é como você, que só lembra de mim depois da uma da manhã.
— Pelo menos, nossas noites sempre terminam bem... Você sabe, divertidas. — Deu aquele sorriso malicioso.
— Qual o problema, Harry?
— Problema nenhum, só parece que você está se esforçando demais para me convencer de que foi incrível.
— Você está sendo ridículo.
— Ridículo? Ou apenas honesto? Você saiu com ele só para tentar me provocar, admita.
— Eu saí porque quis, Harry, não porque tudo na minha vida gira em torno de você.— Sua voz tremia, a frustração quase te engasgando.
— Ah, não? Então, por que está tão irritada agora?
— Porque eu estou cansada desses joguinhos, Harry, boa noite. — Sem esperar por uma resposta, entrou no apartamento e fechou a porta.
...
Você vem evitando Harry pelos últimos dias, depois de tudo o que aconteceu, parecia a única coisa sensata a fazer, o problema era que evitar Harry parecia impossível, ele estava em todo lugar, cruzando seu caminho como se fizesse de propósito e mesmo quando não estava por perto fisicamente, ele estava na sua mente, dominando cada pensamento.
Era sábado à noite, o dia que vocês costumavam passar juntos, mas desta vez, apenas o som de um seriado qualquer que você colocou preenchia o vazio, o som da porta interrompeu o silêncio do apartamento, seu coração apertou imediatamente, porque você sabia quem era antes mesmo de levantar e abrir.
— Oi, posso entrar?— Ele tinha um pequeno sorriso nos lábios.
— Oi... — Deu espaço para ele.
— Você não foi para meu apartamento hoje, por quê? — Suas mãos deslizaram pelos cabelos sem jeito. — Você ainda está irritada comigo por causa daquele encontro?
— Não é sobre o encontro, Harry. — Revirou os olhos.
Ele realmente não percebia?
— Então, o que é? — Ele se aproximou, seus dedos automaticamente prenderam uma mexa do seu cabelo atrás da orelha.— Me diz, vai.
Você se afastou dele, porque estar tão perto era perigoso.
— É sobre você! — As palavras saíram como uma confissão amarga. — O que nós temos... não está mais funcionando.
— Não está mais funcionando? — Levantou as sobrancelhas. — É por causa do Pedro? Você gosta dele?
— Não, seu idiota! É porque eu tenho sentimentos por você! — Sua voz ecoou pelo apartamento. — E você age como se nada disso importasse.
Harry recuou, seus olhos piscando algumas vezes e você se arrependeu por dizer aquilo.
— O que você quer de mim, S/n?
— Eu quero que você seja honesto. — Sua voz tremia.
— Eu desafio você a me dizer algo verdadeiro pelo menos uma vez.
— Eu não sei... — Harry não conseguia olhar para você.
— Eu acabei de dizer que sinto por você e é só isso que você tem a dizer? — Você avançou erguendo o queixo dele com indicador. — Por favor, diga alguma coisa.
— Eu me importo, é isso que você quer ouvir? — Harry segurou sua mão entre as dele. — Que eu me importo tanto que passo dias me remoendo por coisas que nunca tive coragem de dizer? Que eu fico pensando em você mais do que deveria, mais do que é saudável? Eu não sei o que fazer com isso S/n, eu não sei como lidar e é por isso que fico jogando esses 'joguinhos' que você tanto odeia, porque admitir que também tenho sentimentos é complicado demais. — Você sentiu o coração acelerar, ele estava ali, de pé, dizendo exatamente o que você sempre quis ouvir. — Eu sei que isso tudo é culpa minha, estabeleci essas regras idiotas porque achei que seria mais fácil, mas não é, não quando se trata de você.
Você ficou em silêncio por um momento, tentando entender o que acabara de ouvir.
— Você... Você também gosta de mim?
— Gosto? — Ele soltou uma risada. — Estou louco por você.
— E agora, o que acontece?
A mão dele subiu até o seu rosto, os dedos roçando de leve sua pele, um sorriso malicioso surgiu em seus lábios antes de se inclinar devagar e os lábios tocarem os seus.
— Sem mais joguinhos. — Se afastou, apenas o suficiente para encostar a testa na sua.
— É uma ótima ideia.
Obrigada por ler até aqui, se você gostou sinta-se a vontade para dar um feedback através de um comentário ❤️
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damenmaisgasolina · 4 months ago
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            a altivez dos passos diz que é nobre o sangue que corre em  damen aeragon. sendo  astuto e manipulador , ele foi escolhido como hospedeiro e protegido de plutão .  aos  vinte e sete anos , cursa o  nivel diamante . sua reputação é conhecida além das fronteiras , e dizem que se parece com  david corenswet
  𝒑𝒊𝒏𝒕𝒆𝒓𝒆𝒔𝒕  ───  𝒎𝒖𝒔𝒊𝒏𝒈 𝒃𝒍𝒐𝒈  ───  𝒑𝒍𝒂𝒚𝒍𝒊𝒔𝒕
𝐫𝐞𝐬𝐮𝐦𝐨 :   preguiçoso , arrogante , hedonista e manipulador , damen é uma criatura a parte . despreza a hipocrisia da sociedade com o mesmo fôlego que usa para esbanjar todos os seus privilégios  —  sim , ele tem total consciencia de que faz parte desta , e não faz questão de fingir que é muito melhor . pode até não ser sempre o protagonista das confusões , mas pode ter certeza que estas tem um dedinho de aeragon , que se diverte com todo o caos que consegue causar . apesar de primogênito da família , viu o posto de herdeiro ser entregue para a irmã mais nova por conta de uma previsão de sua mãe .
  𝒃𝒂𝒔𝒊𝒄
nome: damen aeragon
pronomes: ele / dele
idade: 27 anos , 01/02
sexualidade: heterossexual
filiação: gwyneth de veere (mãe), elmer aeragon (pai), siobhan aeragon (irmã mais nova), outros irmãos/parentes.
𝒉𝒊𝒔𝒕𝒐𝒓𝒚
nascido  em  meio  à  fúria  de  uma  tempestade,  quase  como  se  a  natureza  tivesse  tentado  dar  um  pequeno  preview  do  que  o  pequeno  ainda  aprontaria  ,  damen  é  o  filho  primogênito  de  uma  familia  poderosa  e  por  isso  ,  foi  aceito  desde  o  início  como  o  herdeiro  e  o  futuro  dos  aeragons  ;  uma  honra  que  vinha  marcada  ,  acima  de  tudo  ,  pela  pressão  do  genitor  ,  bem  como  a  instabilidade  de  seu  afeto    ;    ora  damen  era  exibido  como  seu  filho  favorito  ,  incapaz  de  cometer  qualquer  erro  ,  ora  era  um  verdadeiro  imprestável  e  afundaria  toda  a  sua  linhagem  .  a  aprovação  do  pai  é  algo  que  damen  tanto  almejou  que  esse  sentimento  acabou  que  se  transformou  em  uma  aversão  a  sua  autoridade  e  a  dos  demais  .
tendo  crescido  imerso  em  privilégios  ,  o  khajol  acabou  acreditando  que  o  mundo  existe  para  servi-lo  ,  e  por  isso  age  com  uma  certa  indiferença  pelas  consequências  de  seus  atos  .    ele  sabe  que  ,  mesmo  em  seus  momentos  mais  inconsequentes  ,  pode  se  dar  ao  luxo  de  causar  estragos  sem  temer  o  preço  já  que  sabe  que  pode  pagá'lo  .  apesar  disso  ,  o  moreno  não  é  ingênuo  .  mesmo  que  se  mostre  sempre  despreocupado  ou  preguiçoso  ,  damen  é  na  verdade  extremamente  astuto  e  ardiloso  .  cada  movimento  seu  é  planejado  ,  ainda  que  seus  objetivos  nem  sempre  sejam  claros  para  os  outros  ;  seu  prazer  pode  estar  tanto  em  manter  as  pessoas  à  sua  volta  em  constante  desconforto  quanto  em  observar  o  caos  surgir  de  suas  próprias  ações  .  o  que  posso  dizer  ?  ele  se  diverte  com  a  imprevisibilidade  e  o  desenrolar  das  situações  que  cria  ,  sem  se  importar  com  os  efeitos  colaterais  .  mas  isso  não  significa  que  está  imune  a  eles  .
ah  ,  e  que  consequência  pode  ser  pior  do  que  a  perda  daquilo  o  que  o  tornou  tão  especial  aos  olhos  dos  outros    —    o  título  de  herdeiro  dos  aeragon  ?  os  sussurros  sempre  existiram  ,  contudo  ,  o  choque  que  damen  sentiu  quando  seu  pai    (  aquele  que  tanto  almejou  o  reconhecimento  )  lhe  descartou  em  prol  da  filha  perfeita  .  a  perda  de  seu  título  foi  mais  do  que  um  golpe  de  honra  ,  foi  a  derrota  de  sua  própria  identidade  !  ele  que  sempre  se  viu  como  o  centro  das  atenções  ,  o  futuro  da  linhagem  ,  agora  estava  à  margem  de  tudo  ,  e  isso  ,  sim  ,  era  algo  que  ele  não  poderia  ignorar  .
seu  comportamento  ,  até  então  era  uma  forma  de  mostrar  sua  indiferença  ao  mundo  ,  se  transformou  uma  fachada  para  encobrir  o  vazio  que  sentia  .  ele  continuava  a  agir  como  se  nada  tivesse  mudado  ,  o  mesmo  preguiçoso  e  despreocupado  de  sempre  ,  contudo  ,  por  dentro,  algo  começava  a  se  transformar  .  o  desprezo  que  sentia  por  seu  pai  ,  por  sua  família  ,  por  todos  os  que  o  julgavam  ,  não  era  mais  apenas  uma  reação  ,  e  sim  um  desespero  silencioso  !  damen  sentia  que  havia  sido  abandonado  ,  não  apenas  por  eles  ,  mas  por  si  mesmo  .  e  o  pior  é  que  estava  começando  a  se  acostumar  com  essa  ideia  !
e  então  ,  o  inesperado  aconteceu  .  no  momento  em  que  mais  parecia  perdido  em  promessas  quebradas  e  planos  desmoronados  ,  damen  foi  escolhido  não  por  uma  divindade  das  travessuras  ou  desastres  como  tantos  esperavam  ,  mas  sim  por  plutão  !  o  deus  do  submundo  ,  da  escuridão  e  do  silêncio  ,  a  divindade  da  morte  e  do  renascimento  reconheceu  no  herdeiro  rejeitado  algo  além  de  suas  inclinações  caóticas  .  ele  enxergou  a  sua  escuridão  interna    ,  aquela  solidão  peculiar  que  prevalece  mesmo  quando  cercado  de  pessoas  e  barulho  ;  reconheceu  o  descaso  pela  opinião  alheia  ,  seu  desprezo  pela  moralidade  superficial  ,  e  principalmente  ,  sua  capacidade  de  utilizar  a  confusão  que  causa  para  o  seu  próprio  benefício    —    a  imprevisibilidade  calculado  ,  a  destruição  que  precede  e  é  importante  para  o  renascimento  ,  damen  é  uma  versão  mundana  do  processo  cíclico  que  plutão  governa  .
𝒆𝒙𝒕𝒓𝒂
extracurricular  :  esgrima , duelo mágico, harmonização divina
nome do seon  :  morsel
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escrevinhar · 2 months ago
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será que você seria feliz comigo como você é hoje?
tocando violão da varanda do seu apartamento em um domingo ensolarado? sempre entusiasmado em planejar o roteiro das viagens em casal? feliz em andar de mãos dadas nas festas que gosta, na frente dos seus amigos? em extâse por compartilhar sua intimidade, cama e alma?
será que você seria feliz comigo, para viver os diferentes significados do prazer?
com o gosto do meu beijo, da mesma forma que é feliz pelo sabor do beijo que você sente hoje? seu sorriso seria verdadeiro comigo, igual nas fotos que tiram juntos?
se sentiria realizado por encontrar o amor que sempre quis? será que eu te faria feliz como você é hoje?
eu não sei.
mas é bom te ver feliz à distância.
-es.
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omonstrodeisabelly · 14 days ago
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tem uma parte minha olhando esse eclipse e esperando que algum milagre aconteça, que alguma coisa vá me salvar nos minutinhos finais antes do estrago ser feito por completo. antes que alguma parte minha morra cedo demais. uma prece invisível de um ego pedindo socorro. fui o lobo de mim mesmo.
como disse shakespeare "esses prazeres violentos têm fins violentos"
um eclipse no eixo virgem e peixes acontecendo para que máscaras caiam e revelem nosso verdadeiro eu, mas eu ainda tô fazendo performance. tô pedindo pra ser salva em preces invisíveis. caindo no maior vitimismo da américa latina com a porra do meu infantilismo. meu corpo entrando em fuga ou luta é o resultado do cérebro reptiliano assumindo o controle dessa maquina biológica.
apesar da resistência ao processo, a informação precisa passar pelos microtúbulos, é sobre quantas verdades de mim mesma eu consigo deixar vir à tona.
contudo, há uma resposta etérea ocorrendo, há algo que está sendo curado em meu corpo sútil. é hora de soltar, mas espia só o barulho que faz a minha máscara ir ao chão.
c-a-t-a-r-s-e.
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gardensofbabilon · 9 months ago
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Romance is not dead - Pipe Otaño x Fem!Reader
a/n: voltei da experiência mais insana do mundo: uma viagem pro uruguai. senti muitaaa saudades do blog e agora com as férias finalmente posso viver um pouco..
summary ★: Pequenos soft lauchs da sobrinha do Bayona com o Pipe durante os anos <3 Inspirado em Paris da taylor ;)
warnings ★: nenhum:)
( INSTAGRAM POST — DEZEMBRO, 2022)
snbayona
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snbayona maior emoção da minha vida!!!!!!! WTF!!!!!!!! CAMPEONES DEL MUUUNDO 💙💙💙💙💙💙💙💙💙💙
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pipegonotano MIL VECESS!!!! (curtido pelo autor)
juanicar Considerando que você não sabia o que é impedimento
➜ user7 não fode juani
➜ pipegonotano eu ensinei ela direitinho, shhh
vogrincicenzo ano que vem queremos você de amuleto uruguaio!!
➜ snbayona conte comigo, esses argentinos são crueis (menos estebankuku)
estebankuku princesa!
jabayona que aglomeração é essa com a minha sobrinha?
➜ user4 bota ordem em casa jota!!!
➜ pipegonotano eles desesperados pela loira mas avisem que o coração dela tem dono (curtido pelo autor)
pipegonotano
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pipegonotano MIL VECES MIL VECES!!!!! Argentina meu maior crime é te amar demais!!! CAMPEÕES DO MUNDO NO QATAR
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snbayona e os créditos???
juanicar o verdadeiro amuleto argentino ai
jabayona ACABOU A FARRA BORA TRABALHAR
carlitospaez Traindo. A minha Nação... Queremos outro ator jabayona
➜ pipegontano SOU URUGUAI DE BERÇO
( INSTAGRAM POST — FEVEREIRO, 2023)
snbayona
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snbayona não, eu não estou no filme
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estebankuku 👸 (curtido pelo autor)
snupdates jabayona COMO VOCÊ NÃO COLOCOU ELA NO FILME???
pipegonotano e os créditos??
➜ snbayona vingança
zendaya 😍 (curtido pelo autor)
juanicar realeza da sociedade
blaspolidori DEVOLVE MEU BONÉ!!!!!!
➜ snbayona jabayona ME DEFENDE TIO!!!!!!!
➜ jabayona 🏃‍♂️🏃‍♂️🏃‍♂️
pipegonotano
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pipegonotano Após meses intensos de preparação e estudos, o trailer de ''Sociedade da Neve'' está entre nós!
Até Dezembro, gentles. Muito obrigado jabayona pela oportunidade de uma vida, estar nessa história com toda certeza me moldou como pessoa e eu faria tudo mil vezes novamente.
Obrigado a todos que dividiram esse espaço comigo todos esses meses intensos, agora somos oficialmente irmão por um trauma.
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snbayona extremamente orgulhosa, pipinho 💙 (curtido pelo autor)
vogrincicenzo atorzão!! que prazer compartilhar as telas com você
jabayona 👏👏👏
estebankuku o descanso nos braços da amada é merecido
➜ jabayona 👀
➜ juanicar 👀👀
blaspolidori 2023 vai ser um grande ano, obrigada irmão!
andypruss Adelante, pipe!
( INSTAGRAM POST —JANEIRO, 2O24)
snbayona
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snbayona vacaciones con mi amor
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vogrincicenzo 👀
snpipeupdates Vocês duvidam que jaja o pipe posta foto na praia
juanicar quem foi o autor da obra de arte nas suas costas?
user92 quando a sua ultimate crush ta fazendo soft lauch de outro.. (curtido por pipegonotano)
user39 reparem que ela ta sempre rodeada de homem
➜ snuptades e você ai sem amor paterno
blaspolidori por que não me levou pra pegar um sol?
➜ snbayona viagem de casal.. você é so nosso filho
pipegonotano 🌞
pipegonotano
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pipegonotano as crianças me amam!
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snbayona lindos olhos
juanicar não sabia que você também era piloto
pipegonotano eu tenho muitos talentos que você não imagina
jabayona por favor mantenha minha sobrinha viva
jabayona você ao menos sabe nadar?
estebankuku 🤴
snpipeupdates ELES ESTAO VIAJANDO JUNTOS
pipedetail VAI TOMAR NO CU SNPIPEEEEEEEEEEEE
user9 vamos fingir que não vimos o comentário do bayona (curtido pelo autor)
( INSTAGRAM POST — MARÇO, 2O24)
snpipeupdates
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snpipeupdates OHHHHH AONDE NOOOOIS CHEGOOOOOOOO 👏👏👏 ESSA É PRA TODOD MUNDO QUE DUVIDOU
SN E PIPE ONTEM NO AEROPORTO DE BUENOS AIRES
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snbayona
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snbayona Passei 3 anos planejando um hard launch e definitivamente não esperava que fosse assim, mas de qualquer forma, feliz 3 anos pro meu futuromaridoesposopaidemenina.
Ainda lembro da sensação que tive quando te vi entrar pela porta na primeira vez, não chamaria de amor a primeira vista, mas definitivamente algo em mim já sabia que seria você pra sempre.
Muito obrigada por ser o meu porto seguro por tanto tempo, eu não poderia escolher uma pessoa melhor para sonhar todas as noites, Felipe. Que a nossa eternidade juntos seja tão boa quanto o que já temos agora, obrigada por me escolher.
Eu te amo.
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( INSTAGRAM POST — MARÇO, 2O28)
pipegonotano
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pipegonotano um pequeno update de nós 3 💗
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juanicar TA ME ZOANDO
snpipeupdates EU TO AQUI DESDE QUANDO ISSO ERA MATOOO
estebankuku esperando ansiosamente a mini princesa!
blaspolidori PROMOVIDO A IRMÃO MAIS VELHO
pipegonotano você sabe que nós temos a mesma idade, né?
jabayona que orgulho!!
vogrincicenzo já é a criança mais amada do mundo! Vocês serão ótimos pais.
snbayona eu te amo 💞
andypruss VAI SE FODER VOCÊS SÃO LINDOS
snupdates PAPAAAAAAAAAAAAAAAIS
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tecontos · 8 months ago
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O inicio da minha vida dupla (Julho-2024)
By; Raquel
Sou a Raquel, tenho 36 anos. Por mais que eu seja recatada e bem comportada, um verdadeiro exemplo de mulher aos olhos da sociedade, sempre tive uma imensa vontade de ser uma prostituta por fora da minha vida normal . Ter homens me pagando para oferecer prazer e fazê-los gozar me deixa completamente maluca de tesão.
Na verdade o cenário da pornografia ao meu ver é algo além de lucrativo pois também valoriza o ego. Uma coisa é você sair com alguém em busca de sexo e outra coisa é você querer pagar alguém para oferecer sexo para você. Um misto de dominação e comércio, e sempre achei esse tipo de coisa muito empolgante.
Nunca precisei cogitar a possibilidade de pagar por alguém, sempre tive qualquer homem ao meu dispor. Sou de uma família rica em Minas Gerais, frequentei os melhores colégios, meu ciclo social é composto de empresários, políticos e membros da elite das famílias tradicionais. Hoje com os meus 36 anos de idade, posso me considerar muito bem vivida no cenário pessoal, sexual e também em minha lista de contatos. Para mim que sempre tive tudo com muita facilidade, ter algo tão inusitado gera desafio em minha vida, me trás adrenalina e me tira do tempo ocioso ao qual vivo boa parte do meu tempo.
Em minha cidade existe na parte comercial de bares noturnos, várias meninas que ficam fazendo ponto de forma discreta nestes espaços. Elas são maravilhosas, estão sempre impecáveis e bem vestidas. Resolvi ir até um deles para bater um papo com algumas delas para que eu possa realizar esse fetiche de ser garota de programa por um dia.
Mesmo que eu não fosse mais tão jovem, possuo um porte invejável, me alimento de forma saudável, sou corredora e tenho vários procedimentos estéticos. Sou um baita mulherão. Dediquei toda minha vida aos estudos, morei fora do país, sempre trabalhei muito, abri mão de construir uma família em nome da minha carreira. Sou uma mulher realizada mas me sinto frustrada por ter vivido apenas questões técnicas na vida, sem me aventurar como qualquer outra mulher inconsequente faria no auge da sua juventude. Me falta esse ar rebelde e libertador.
Sentei na mesa que ficava ao lado dos músicos, observei a movimentação do bar, o fluxo de quem possivelmente pudesse estar ali buscando por sexo ou não, até que uma moça maravilhosa entrou e se sentou na mesa que ficava ao lado da minha.
Ela estava sozinha, provavelmente estava esperando por alguém e eu torcia para que ela fosse uma acompanhante de luxo e eu pudesse tirar as minhas dúvidas, podendo talvez me aventurar neste caminho.
Levantei da mesa de onde eu estava e perguntei a moça se poderia sentar com ela, avisei que seria breve para não atrapalhar o seu “encontro”. Ela se identificou como Manoela, na verdade ela era uma acompanhante de luxo, me contou sua rotina, como foi sua transição e todos os desafios da profissão. Ela era belíssima, alta, negra, dos cabelos mais lindos que já vi, um Black Power dourado que a deixava parecendo uma atriz de Hollywood. Seus olhos eram cor de mel, suas unhas em tom perolado davam um ar luxuoso ao traje de seda fina que embelezava seu corpo, seus lábios pareciam uma fotografia de alguma clínica de estética, eu nunca havia me deparado com uma beleza como a dela.
Manoela me contou que não quis retirar o membro masculino pois eles eram um atrativo no meio da prostituição, que muitos homens optam por encontros com ela justamente por ela ser uma mulher trans. Eu estava me sentindo atraída por aquela mulher, que na ocasião estava ali por diversão, não era seu horário comercial. Passei a noite toda batendo papo e bebendo com ela enquanto ela me explicava detalhe por detalhe como aconteciam os programas. Passei o meu número para ela e me coloquei à disposição para o serviço sexual.
Eu sabia que dali em diante minha vida mudaria por completo. Não conseguia imaginar qual seria o valor do meu programa, apesar dos valores que ela já havia me dito serem possíveis eu não sabia o que escolher, mas taxar o preço é que seria o diferencial para sustentar a minha fantasia. Tudo precisaria acontecer de uma forma discreta, minha família jamais poderia ter alguma noção de algo parecido envolvendo o meu nome.
Combinamos tudo de uma forma muito sigilosa, confiei a Manoela o meu contato de whatsapp para que ela pudesse me indicar para um possível cliente.
No outro dia eu resolvi visitar o shopping para comprar vários modelos novos de lingerie, segundo a minha nova amiga, isso faria diferença no meu cartão postal, estar vestindo uma bela lingerie iria destacar o meu potencial feminino. Comprei várias cores e já estava em frente ao espelho me preparando para essa nova experiência. Eu estava realmente cheia de tesão e ardendo de desejo por dentro pensando em como iria ser essa nova experiência de dar por dinheiro e por isso estava me masturbando a dias enquanto pensava na infinidade de possibilidade do que poderia acontecer.
Uma semana após o meu encontro com Manoela, recebi uma mensagem de um homem a respeito da minha disponibilidade para um encontro. Seria esse o meu primeiro programa. Eu estava com medo do risco e animada com o novo desafio. Só de imaginar aquela cena toda acontecendo eu chegava a melar a minha calcinha. Isso de fato era algo que eu já queria há um tempo. Ter 36 anos ainda deixava o desafio ainda mais gostoso, afinal geralmente os homens gostam de meninas mais jovens e não de uma “coroa” na mesma idade que eu.
Conversei durante uma hora com o cliente, combinamos o dia, local e horário. Eu estava tremendo só de imaginar como seria a minha primeira vez, realmente o sentimento que passava pela minha mente é como se eu fosse perder a minha virgindade naquele encontro. Ele era um empresário que estava de passagem na cidade e queria uma Cia para um jantar de negócios.
Na banheira da minha suite preparei o banho mais caprichado de todos os tempos, joguei pétalas de rosas, tomei meu espumante preferido, peguei meu vibrador e me masturbei para entrar no clima e me sentir mais solta, eu estava queimando de prazer.
Me aprontei de forma provocante, vesti um vestidinho longo preto, prendi o meu cabelo deixando um fio solto de cada lado, passei um batom em tom de vinho e coloquei algumas jóias delicadas, eu estava realmente maravilhosa para aquela situação toda que iria rolar.
Chegando ao local combinado fui recepcionada da melhor forma, minhas mãos estavam suando frio, minhas pernas tremiam e a insegurança era minha única certeza naquele momento. Encontrei com o cliente, ele era um homem muito rico, em torno dos seus 60 anos.
Saímos e fomos para o hotel que ele estava hospedado. Suas mãos firmes foram logo arrancando a minha roupa, sua pegada avassaladora foi me dominando pouco a pouco. A posição que eu mais gosto é de 4, ele me invadia com muita força, cuspia na minha buceta e metia gostoso. Ninguém diria que aquele homem tinha 60 anos, seu pau perfeito comeu meu cu como nenhum outro homem mais novo havia comida antes.
Ele me pediu para fazer oral, dei aquela mamada babada com muito capricho que lambuzou seu pau da cabeça as bolas. Ele montou em cima de mim e esfregou a cabeça do cacete no meu clitores até eu gozar gostoso de prazer.
Manoela havia me dito que tesão não é sentido em todos os programas, mas que alguns homens nos fazem ficar com as pernas bambas. Este homem era um exemplar deste. Ele gozou depois de uma hora transando, jogou seu leite todo pelos meus peitos.
No outro dia logo pela manhã ele pediu ao seu motorista para me deixar no meu apartamento. Não posso negar que adorei a sensação de ser comida por dinheiro e no dia seguinte já liguei para Manoela dizendo que ela poderia passar meu contato novamente para qualquer outro cliente possível, pois eu queria viver mais daquilo.
Enviado ao Te Contos por Raquel
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