#pré-história e direito
Explore tagged Tumblr posts
adriano-ferreira · 2 years ago
Text
Direito na pré-História
Direito na pré-História #historiadodireito #direitonahistória #direito.legal
1. Conceito de pré-história A pré-história é o período que antecede a invenção da escrita, um marco que separa os tempos históricos dos pré-históricos. Este período é vasto e complexo, estendendo-se desde o surgimento dos primeiros hominídeos até por volta de 5.000 anos atrás, quando as primeiras formas de escrita começaram a ser desenvolvidas. O estudo da pré-história é dividido em diferentes…
View On WordPress
0 notes
sunshyni · 10 months ago
Text
Tumblr media Tumblr media Tumblr media Tumblr media
ᅠᅠᅠcatch flights and feelings
「notas: escrevi isso aqui a pedido da @didinii!! Não sei se irá atender às suas expectativas, mas saiba que fui cuidadosa pegando o seu relato e adicionando o toquezinho da Sun pra transformá-lo nessa história ☼
Espero que isso te ajude a enxergar as coisas numa outra perspectiva, o mundo é ridiculamente pequeno e acredito que isso seja conveniente pra vivermos uma história de cinema pelo menos uma vez na vida ღ」
「w.c: 2k」
Tumblr media
Ninguém da sala de aula sabia que Donghyuck era filho da professora até aquele dia, quando algumas crianças se reuniram na sala de estar da casa dele para um ensaio para a cantata de natal que aconteceria na escola. Obviamente o Lee era a criança que cantava melhor alí, afinal ele fazia aula de canto antes mesmo de aprender o alfabeto e parecia que cantava desde o ventre da mãe, com a sua voz doce feito mel que se encaixava bem em clássicos do Wham! como “Last Christmas”. Você gostava de Haechan, quer dizer, nunca tinha trocado uma palavra com ele, a não ser a formação de frase: “Me empresta sua borracha?”, no entanto o achava divertido como um menino da idade dele deveria ser, mas ao mesmo tempo responsável e atencioso, por isso ele auxiliava alguns dos colegas sempre que algum deles não encontrava um tom confortável para a música.
A professora deu um momento para os alunos descansarem um bocado e beberem suas garrafinhas de água, mas você era curiosa, gostava de desvendar os lugares que visitava e com a casa de Donghyuck não foi diferente, você só parou de andar quando encontrou um cômodo específico repleto de livros que para uma criança de 12 anos poderia se tratar facilmente da Biblioteca do Congresso em Washington, dado a dimensão distorcida das coisas que temos quando pequenos.
Você escolheu um livro e o leu até o entardecer, mesmo sabendo que o ensaio acontecia no andar inferior da casa, não se importou em retornar até perceber que não conseguiria mais ler sem a ajuda de alguma luz acesa já que a luz da lua apenas tornava as coisas mais escuras e a cantoria e a agitação das crianças lá embaixo havia cessado.
— O que você tá fazendo aqui? — Um Haechan de 12 anos questionou confuso no batente de arco já que o cômodo em questão não tinha porta — Todo mundo já foi embora.
Ele acendeu a luz e sentou-se ao seu lado, as costas de encontro a uma das que pareciam dezenas de estantes, ele capturou o livro das suas mãos e ao visualizar a capa deixou escapar um grande sorriso na sua direção, com direito a dentinhos tortos e tudo mais.
— É o meu livro favorito — Ele disse, se aproximando mais de você para poderem dividir o livro e o lerem juntos, você continuou imóvel olhando para ele, para o cabelo levemente ondulado, para as pintinhas que decoravam seu rosto e deixavam-o ainda mais adorável.
— Prefiro livros com desenhos, mas esse é legal — Você disse se recordando da sua edição favorita de “Alice no país das maravilhas” e recebendo um olhar de reprovação de Donghyuck que falou com convicção: “Somos pré-adolescentes já, a gente não lê mais livros com desenhos” e você deu de ombros como se dissesse: “Prefiro continuar sendo uma criança então”, o que fez com que ele sorrisse docemente.
Mesmo faltando apenas dois meses para o sétimo ano acabar, você só se lembrava dos seus doze anos porque Haechan havia preenchido aquele tempo com memórias com você, viviam visitando a casa um do outro, liam de tudo, hq's, mangás, manhwas que eram os seus favoritos e romances clássicos da literatura que eram o forte de Haechan, ainda que ler “Dom Casmurro” fosse desafiante para aquela idade.
Infelizmente a cantata de natal foi a última vez que vocês se viram, quando Donghyuck beijou a sua bochecha na frente da sala e disse que você se sairia bem mesmo estando nervosa, no oitavo ano ele não ocupava mais a carteira ao seu lado e a professora havia sido substituída por outra, o que te deixou triste com a possibilidade de nunca mais ver aquele garoto que gostava de livros sem ilustrações e compridos e sabia todas as músicas do Wham! de cor e salteado.
— Por que você quer mudar de dupla agora? — Jaemin questionou organizando os copos descartáveis e os guardanapos em cima do carrinho de snacks da classe econômica, fazendo você voltar para os tempos atuais em que você já estava na casa dos vinte e não tinha mais os dourados 12 anos.
— Porque você precisa me contar mais sobre esse seu amigo — Você disse, trocando de lugar com Jeno que ajudaria Jaemin na entrega dos lanches e depois você recolheria os itens descartáveis com outra colega de trabalho, mas tudo começou com Jaemin mencionando a cerca de um amigo que ele tinha também comissário de bordo só que de outra companhia aérea. Tudo que dissera parecia ser algo que o Haechan de doze anos agora crescido faria e aquilo te deixou maluca porque trouxe à tona coisas dentro de você que em todos aqueles anos ninguém além do garotinho de sorriso torto conseguiu provocar.
— Tá tão interessada assim por que? — Ele perguntou num sussurro audível apenas por você que havia aprendido linguagem labial sem perceber. Você esperou ele questionar “Doce ou salgado?” para uma das fileiras de passageiros com aquele sorriso galante dele e os olhos meigos feito duas luas minguantes.
— Porque eu gosto dos engraçadinhos.
— E eu sou o que?
— Pelo amor de Deus, Jaemin! — Você devolveu num sussurro exclamando enquanto completava um copo com suco de laranja integral — Me diz qual é o nome dele.
— Lee Donghyuck — Ao ouvir o nome tão familiar seu cérebro simplesmente não conseguiu enviar os comandos necessários para as suas mãos que pararam de servir copos no mesmo instante, Jaemin pegou o copo descartável da sua mão e o preencheu com coca-cola zero — Ele tá pensando em tentar a licença de piloto privado.
— Você precisa me passar o número dele.
Jaemin não tinha muita escolha a não ser fazê-lo em meio a toda a sua insistência, você nem fazia ideia do que falaria para Haechan, de como se apresentaria, tinha até medo dele não te reconhecer e a amizade que vocês tiveram tivesse sido especial apenas para você, porque é verdade que fantasiamos eventos passados, às vezes eles nem são tão bonitos assim, mas a nossa realidade atual faz com que o passado aparente ter sido muito mais brilhante e saudoso.
No entanto, felizmente, Haechan pensava o mesmo de você, sentia falta de se perder na leitura de algum livro difícil porque estava te encarando como um garotinho apaixonado, o que ele era na época sem mesmo saber disso, ele gostava excepcionalmente de te ver desenhar na escrivaninha do seu quarto, inspirada pelos traços dos escritores que adorava. Por isso, Haechan sempre imaginou que você estivesse relacionada a algo artístico quando crescesse, algo parecido com Banksy, considerando a sua acidez e o fato de que odiava ser o centro das atenções, apesar de não dispensar elogios.
Não era à toa que Donghyuck havia se tornado um apreciador de arte nato, possuindo até várias obras em casa, de quadros até vasos de cerâmica que ele não fazia ideia do porque havia comprado, na verdade até sabia porque mas tinha vergonha de admitir que tudo aquilo o remetia a você.
Depois de muitas ligações, mensagens no meio do expediente correndo o risco de receberem broncas do chefe de cabine, vocês descobriram que aterrissariam no mesmo local e resolveram se aproveitar do fato. Primeiramente você ficou insegura a respeito de como se comportaram um na frente do outro, mas não houve constrangimento algum quando Haechan te encontrou no Vondelpark em Amsterdã, capturando sua mão e mesmo corando um bocado, te perguntando as coisas mais banais, como se já fossem namorados há décadas.
— Você nem tá lendo, né? — Haechan perguntou para você que apenas acompanhava-o virar de página sem entender o que acontecia no livro difícil de compreender dele, concentrava em apenas mirá-lo em segredo, incapaz de não prestar atenção no maxilar marcado e no abdômen teso o qual você repousava uma das mãos por cima da camiseta. Você se acomodou no corpo dele, aproximando-se o máximo possível, sentindo-se confortável naquela cama de hotel na presença dele, nem sentia suas pernas doerem apesar de todo o circuito de bicicleta que fizeram no parque mais cedo.
— Perdão senhor Lee. Esqueci o meu dicionário em casa — Você provocou e Haechan deixou o livro de lado pra te direcionar toda a atenção.
— Ainda prefere ilustrações, criancinha? — Ele questionou sob a iluminação amarelada do quarto e os raios de sol do entardecer que adentravam o cômodo devido as cortinas blackout estarem abertas, uma combinação perfeita para deixá-lo ainda mais bonito e hipnotizante, difícil de esquecer facilmente, era por isso que ele dominava os seus pensamentos todos os dias.
— Sempre — Você respondeu e não pôde conter o sorriso quando recebeu um selinho casto na testa, poderia ficar ali pro resto da vida, aninhada nos braços de Donghyuck com a cabeça em seu peito escutando a melhor das canções de ninar que era os batimentos cadenciado do coração do Lee.
Haechan tocou seu rosto gentilmente, acariciando a bochecha com o polegar, a mão levemente áspera te fazendo cosquinhas sem a intenção.
— Fiquei com medo de nunca mais te ver... — Ele começou a dizer incerto, testando as palavras antes de dizê-las em alto e bom som — Eu ficava ansioso em cada vôo, tentando te identificar nos rostos que eu cumprimentava, com medo de te achar e você não fazer ideia de quem era eu. Te procurei em todas as redes sociais, consciente de duas coisas, ou o seu nickname era muito esquisito ou você era muito low profile.
“Acho que um pouquinho dos dois” Você quis dizer mas desistiu de última hora, optando por se perder naquelas íris escuras e profundas.
— Escolhi essa vida maluca de comissário em parte pra te encontrar — E também porque ele sempre quis se tornar um astronauta desde pequeno, ser comissário de bordo o possibilitava ficar um pouquinho mais próximo das estrelas, embora você só se sentisse dessa forma quando estava na companhia do Lee, que era quando poderia admirar as estrelas salpicada em seu rosto em forma de pintinhas.
— Então, o fato da gente não ter se encontrado antes é porque eu sou low profile? — Haechan sorriu com a sua questão e te abraçou forte, fazendo com que você sentisse o perfume que ele exalava de pertinho, praticamente te intoxicando com tamanha doçura.
— Talvez. Vou me certificar de tirar muitas fotos suas daqui pra frente — Você o beijou suavemente e depois se afastou da mesma forma ligeira que foi a sua iniciativa, Haechan te puxou pela cintura, sem se contentar com o selo inocente, roubando todo seu fôlego como se fosse profissional nessa tarefa, você não ousou afastá-lo, beijando-o com a mesma urgência e veracidade em que ele depositava no beijo enquanto as mãos absorviam cada detalhe seu, cada curva, cada traço.
— Caralho, eu te amo — Ele disse e você sorriu, cobrindo o rosto do Lee com incontáveis beijos, fazendo-o gargalhar até ouvi-lo dizer chega. Você amava que o som da risada dele continuava o mesmo, ainda que seu corpo tivesse mudado e ele fosse mais alto que você agora.
— Quer se tornar piloto? — Donghyuck assentiu veementemente com a cabeça.
— Agora que te reencontrei, sim — Ele entrelaçou os dedos com os seus, gostando da visão das suas mãos unidas uma na outra — A gente vai ficar bem rico, tipo bilionários. E aí eu só vou querer fazer vôos particulares com a minha comissária de bordo particular.
— É uma ótima ideia — Você concordou com as palavras dele, sorrindo tal qual uma adolescente.
— Assim, eu poderia te beijar toda hora, te puxar pra algum lugarzinho em que ninguém pudesse ver a gente e te encher de beijos. Só preciso disso pra ser a pessoa mais feliz do mundo.
— Então, a gente deveria fazer isso — Haechan te beijou com calma dessa vez, invadindo sua roupa pra te sentir melhor e arrancando um suspiro da sua parte por isso — Vamos só ficar juntos, eu gosto disso.
「bônus:」
Tumblr media Tumblr media Tumblr media
76 notes · View notes
another-iboy · 27 days ago
Text
a letra inexistente
Boa noite, mais uma vez venho aqui falar com vocês, outro dia após mais uma daquelas famosas decepções, senti mais uma vez aquela vontade de acelerar.
Acelerar, acelerar e acelerar. Até não sentir mais nada, até não sentir mais o acelerador, até que os freios não sejam capazes de frear, rápido ao ponto de os pneus queimarem, até não haver mais combustível. Quero que meu tanque se esvazie em míseros segundos, significando assim que cheguei a velocidade máxima e assim me esvaziei. 
Novamente, a vontade de viver se foi, assim como o desejo pelos prazeres carnais, me esvaziei de todos os sonhos que um dia tive. Senti a vida tentando se esvair de mim, mas ainda atrelada por um fio. Me esvaziei e me senti vazio.
Sem vontade de viver, de comer, de andar, de levantar. Não sentia mais o prazer de viver, de estar aqui, de andar com vocês.
Eu não sentia mais o prazer da minha existência.
Eu sentia a cada momento a vontade de gritar, de chorar como uma criança, espernear, fazer aquela birra, porque nasceu, porque veio de um ventre indesejado, porque veio de pais irresponsáveis, que eram crianças, que não sabiam como criar um filho, como criar uma criança e o encheu de pré conceitos. Preconceitos feitos daqueles que não sabiam amar, que não sabiam que um dia haviam sido amados. Pois seus pais também não sabiam amar.
E assim, cresci. Um ser humano despedaçado, de coração quebrado. Jogado às traças como aquele livro largado há anos que nem folhas têm mais, foram todas consumidas, ora pelas traças, ora pelo fogo. Aquele mesmo fogo que consumiu milhares de livros na alemanha nazista.
Lembro de uma vez ter lido a história de uma judia que roubava livros dessas pilhas de livros sendo queimados e que seu pai pintou de branco e reescreveu histórias por cima do MEIN KAMPF, minha luta, apenas ensina a ideologia e como ser um bom nazista.
Um fato curioso é que não foram apenas os judeus que foram confinados em campos de concentração e queimados vivos. Mais uma vez nós fomos apagados da história, para os que não sabem, gays, negros e ciganos, todos aqueles que eram considerados a escória da sociedade eram sequestrados e confinados. 
Por muito tempo fomos chamados de GLS, gays, lésbicas e simpatizantes. Atualmente somos LGBTs, mas destas quatro letras, ao ouvir o termo antigo já sabemos a principal. O L é pequeno, o G é gigante, o B é invisível, já o T, nem é lembrado. E para muitos que não sabem, a maior parte da luta pelos direitos de nós, LGBTQIA+ foi é ainda é pelas pretas e travestis, as pretas e mulheres trans, que hoje quase não têm nome nessa sigla, mas que estão começando a ganhar reconhecimento. Temos até uma deputada, a Erika Hilton, conhece?
Eu não tenho lugar de fala, não tão grande quanto elas, pois eu sou um HOMEM, TRANS e BRANCO, a minha pele é branca, eu não preciso falar mais nada, mas na casa de meus pais, eu não posso pisar.
Obrigado a todos pelo tempo e compreensão, este é um texto de autoria própria, por MHR.
11 notes · View notes
algolinnthomus · 1 month ago
Text
AlgoLINNthomus (Parte 4) A VERDADEIRA BOMBA DE ENIGMAS E UM SHORTS HISTÓRICO
A partir desse blog, tudo que for postado será postado em tempo real (ou eu vou tentar pelo menos) Se preparem, por que ESSE BLOG tem conteúdo pra dedéu.
Então, continuando do "capítulo" anterior, o Canal do Linn tinha mudado a sua foto de perfil, e ele decidiu que era melhor estrear essa foto com MUITOS enigmas novos. Dia 07/02, um dia depois de sua última postagem, ele vem e solta essa bomba aqui, sem aviso prévio
Tumblr media
Anotações sobre a imagem:
O Linn que está aí é o Linn pré-adolescente, o mesmo que apareceu na postagem anterior, no QR Code.
Os olhos da criatura ali perto do gorro dele
Tumblr media
Na árvore, tem um código morse que se traduz para "rinn". Talvez seja um erro de escrita o R estar ali, mas talvez seja proposital
Cifra de césar que eu nem percebi (quem descobriu e editou a imagem foi um membro do nosso grupo de Linnvestigação, o Sorvete Estranho)
Tumblr media
a tradução ficava um pouco turva, mas nosso grupinho maravilhoso tentou interpretar ela melhor
Tumblr media Tumblr media Tumblr media
Bastante coisa pra uma única postagem! Quando ele tinha dito que iria começar direito, ele não tava pra brincadeira! E os eventos seguintes só provam isso...
Dia 08/02/2025, o canal tomaria uma decisão que, mal sabíamos, mas mudaria o rumo de tudo.
Postar um shorts.
Parece simples, não? Pois é.
No mesmo dia de seu lançamento, o shorts pegou 12 likes. É algo incomum, considerando que a média de like nos posts da comunidade era 5. Pegou mais likes que o dobro da média.
Mas até aí tudo bem, certo?
Certo.
Em torno de UMA SEMANA do lançamento desse shorts, ele já tinha 2 MIL LIKES NO VÍDEO, 200 COMENTÁRIOS E MAIS DE 30 MIL VISUALIZAÇÕES.
O canal dele foi de 200 inscritos para 2 mil em UMA SEMANA por causa de um (1) mísero e inofensivo youtube shorts.
Esse shorts foi a coisa mais histórica da história desse canal, na minha opinião. Um shorts de menos de 10 segundos mudou o rumo desse canal completamente
O mais engraçado é que o shorts não tem muito conteúdo em si, mas apenas a sua mera existência fez uma mudança enorme na história e no rumo desse canal. Um canal que originalmente tinha uma média de 5 fãs, agora alcançou níveis que, pra ser honesta, nem sabia que iria alcançar tão rápido. Dá um orgulho né gente *gotas de suor escorrem pelos meus olhos*
EMFIMMMM CHEGA DESSA TCHOLIÇE, resumidamente, tudo o que tem nesse shorts é o Linn fazendo a introdução de um shorts reagindo a fanarts, mas o vídeo é interrompido e "desligado", no final apenas aparecendo o rosto da dita cuja, a Criatura de sombras.
Tumblr media
Outra postagem que virou lost media: aparentemente, o canal é administrado pela Pessy? Vocês sabem que sempre que eu mostro algo que foi tirado do ar, eu digo que talvez não conte como canônico, mas acho que existem muitas evidências de que a Pessy é quem cuida disso tudo, mesmo o canal sendo supostamente do Linn.
E NÃO PARA POR AÍ!!!! A GENTE NÃO TEM NEM UMA PAUSA PRA RESPIRAR, TEM COISA NOVA A TODO SEGUNDO!!!
Apenas UM DIA depois disso, entra um sujeito incomum no nosso servidor do Discord. Ele usava a foto do Canal do Linn como foto de perfil o nome de "6/7". SIM, 6/7. AQUELE NÚMERO QUE EU FALEI PRA VOCÊS LEMBRAREM, O QUE ERA O TÍTULO DO QR CODE.
Pedi que vocês lembrassem, por que na hora que eu estava lá, não lembrei. Nem questionei ele pelo perfil meio diferente e obviamente suspeito
Tumblr media
Exatamente no MESMO DIA, o canal do Linn posta isso aqui.
Tumblr media
Se você reparar, você nota que é exatamente o mesmo código de convite que eu mandei pra ele.
Agora eu só preciso avisar ele que esse código expira em uns 2 dias....
Dois dias depois, dia 12/02, ele faz MAIS UMA postagem. Esse post também foi excluído
Tumblr media
Por muito tempo eu pensei que não tinha nada nessa imagem, mas veio o conhecido mestre das palavras escondidas (Sorvete Estranho) e notou que tinha SIM alguma coisa.
Tumblr media
não dá pra entender direito o que tá escrito, afinal só tem uns 3 pixels visívei no máximo, mas, por causa de uma postagem nova que o canal tinha postado, presumimos que dizia "shorts na terça
Tumblr media
só pra deixar avisado, a opção "terça-feira" foi a ganhadora. Não sei se TODO MUNDO tinha achado esse texto escondido na mão antes de ser deletado, ou se só chutaram e acertaram.
Coisa demais, não???? E olha que nem acabou ainda, a gente ainda não pode descansar. No exato dia que escrevo isso (16/02) o canal postou outro shorts em plenas 10h da matina dum DOMINGO, e não de uma TERÇA, como ele disse (e novamente ele nos engana falando que ia postar alguma coisa X dia e postando muito antes disso....)
Quer dizer, talvez ele não esteja nos enganando, e se ele postar MAIS UMA coisa essa terça feira? é uma possibilidade
De qualquer forma, acho melhor eu acabar essa postagem por aqui. Como essa coisa do novo shorts aconteceu literalmente hoje enquanto todo o resto foi a pelo menos uns 3 dias, acho que não seria muito organizado misturar tudo. Provavelmente a postagem sobre o shorts vai sair amanhã, ou talvez até hoje mais tarde.
Obg por ler até aqui!!!
5 notes · View notes
irunevenus · 4 months ago
Text
As Maiores Barbaridades Contra as Mulheres ao Longo dos Séculos: Uma Linha do Tempo
Tumblr media
A história da humanidade é marcada por práticas de opressão e violência contra as mulheres, resultado de sistemas patriarcais que as marginalizaram, exploraram e submeteram a diversas formas de crueldade. Abaixo está uma linha do tempo traçando os maiores pecados cometidos contra as mulheres, explicando como essas situações se manifestaram em diferentes épocas.
Pré-História: A Ascensão do Patriarcado
Transição para a agricultura (10.000 a.C.): Com a Revolução Agrícola, a transição para sociedades sedentárias levou à formação da propriedade privada. Mulheres passaram a ser vistas como “propriedade” de homens para assegurar linhagens familiares e heranças. Isso deu início à prática de casamentos forçados e controle sobre sua sexualidade.
Antiguidade (3.000 a.C. - 476 d.C.)
Mesopotâmia: A objetificação legal das mulheres
O Código de Hamurábi (cerca de 1754 a.C.) na Babilônia incluía leis que tratavam as mulheres como propriedades. Elas podiam ser vendidas para casamentos, punidas severamente por infidelidade e usadas como garantia em dívidas.
Escravas eram frequentemente estupradas sem consequências para seus senhores.
Egito e Grécia:
Mulheres eram limitadas a funções domésticas e reprodutivas. Mesmo em culturas que veneravam deusas, como o Egito, mulheres comuns raramente tinham direitos iguais aos homens.
Na Grécia Antiga, as mulheres eram vistas como biologicamente inferiores. Aristóteles as classificava como "homens incompletos". Elas não tinham voz na política e eram relegadas à esfera privada.
Idade Média (476 - 1453)
1. Casamentos Forçados e Venda de Mulheres
Dote e "compra" de esposas: Na Europa, o casamento era frequentemente uma transação comercial. Mulheres eram casadas com homens mais velhos, sem consentimento, em troca de alianças políticas ou bens.
2. Uso de Mulheres como Reprodutoras
A Igreja Católica reforçava que o propósito principal das mulheres era procriar. Métodos contraceptivos eram proibidos, e mulheres eram punidas se fossem incapazes de gerar filhos.
3. Acusações de Bruxaria
A partir do século XV, as caças às bruxas emergiram como uma das maiores atrocidades contra as mulheres.
Entre os séculos XV e XVII, milhares de mulheres foram torturadas e queimadas vivas sob acusações de bruxaria.
Muitas vezes, essas acusações eram motivadas por disputas locais, medo do desconhecido ou simples misoginia. Mulheres com conhecimento em medicina ou independência eram particularmente visadas.
Era Moderna (1453 - Século XIX)
1. Escravidão e Estupro Sistemático
Durante o tráfico transatlântico de escravizados, mulheres africanas eram frequentemente estupradas por mercadores e senhores de escravos. Elas também eram forçadas a gerar filhos para expandir a força de trabalho escrava.
2. Prostituição Forçada
No século XVIII e XIX, muitas mulheres pobres eram exploradas sexualmente em bordéis controlados por homens. Em algumas colônias europeias, mulheres nativas eram abusadas por colonizadores.
3. Controle do Corpo Feminino
Durante a Revolução Industrial, mulheres trabalhavam em condições degradantes e eram tratadas como inferiores. Abusos físicos e sexuais eram comuns, e elas não tinham direitos trabalhistas.
Século XX
1. Eugenia e Controle Reprodutivo
Alemanha Nazista (1933-1945): Sob o regime de Hitler, mulheres judias e "indesejáveis" eram usadas como cobaias em experimentos médicos e forçadas à esterilização.
EUA e Europa: Programas de eugenia forçaram a esterilização de mulheres consideradas “inaptas” para procriar, como pobres, doentes mentais e deficientes.
2. Violência em Guerras
Durante a Segunda Guerra Mundial, milhares de mulheres na Ásia foram sequestradas e usadas como "mulheres de conforto" para satisfazer sexualmente os soldados japoneses.
Nos conflitos do século XX (como na Bósnia e em Ruanda), o estupro foi usado como arma de guerra, desumanizando e traumatizando comunidades inteiras.
3. Feminicídios e Violência Doméstica
No mundo inteiro, a violência doméstica se consolidou como uma forma de controle. Apesar das mudanças nas leis, mulheres continuaram a ser mortas e agredidas por parceiros.
Século XXI
1. Tráfico Humano
Mulheres são a maioria das vítimas do tráfico humano, sendo exploradas sexualmente ou usadas como escravas em trabalhos forçados. Essa prática moderna ocorre tanto em países desenvolvidos quanto em nações em desenvolvimento.
2. Violência em Regimes Autoritários
Em países como Afeganistão e Arábia Saudita, as mulheres ainda enfrentam restrições severas à liberdade de movimento, trabalho e educação.
Recentemente, o retorno do Talibã ao poder no Afeganistão em 2021 impôs mais controles sobre as mulheres, incluindo proibição de estudar e trabalhar.
Reflexão Final
Ao longo dos séculos, as mulheres foram brutalizadas, exploradas e subjugadas de inúmeras formas. Esses "pecados" contra as mulheres são reflexos de sistemas sociais e religiosos que privilegiaram o patriarcado, mas também de um medo constante da autonomia feminina. Hoje, apesar do progresso, muitas dessas práticas persistem, ressaltando a necessidade de lutar continuamente pela igualdade de gênero e pelo respeito à dignidade das mulheres.
3 notes · View notes
carriessotos · 2 years ago
Note
👶🏻 (robert e josephine)
name: elias alexander montgomery driscoll
Tumblr media
birthdate: vinte e quatro de abril.
personality headcanon: sempre foi muito organizado e estudioso, um pouquinho convencido em achar (principalmente na infância!) que sabe tudo do mundo e que vai conseguir se virar no que precisar (o que provavelmente já fez passar uns bons perrengues pra não ter que assumir e pedir ajuda KKKKKKK).
what was their first word and how old were they when they said it: ma, enquanto estava com josie no parque perto de onde moravam na época.
did they get in trouble in school: o elias sempre foi bom aluno, então, dificilmente o robert e a josie receberam alguma ligação sobre ele.
which parent were they more attached to: se dá muito bem com o pai, mas, a sua maior conexão desde sempre foi com a mãe. as noites em que josie lia e inventava histórias pra ele antes de dormir o deixavam animado, e desde criança ama falar o quanto é o maior fã dela.
what was their favorite toy: um conjunto de lego enorme que ganhou de uma tia, e um jogo de banco imobiliário junior (e, a vida toda, os irmãos e os primos obrigaram ele a ser o banqueiro).
did they cry a lot as a baby: para a surpresa dos pais de primeira viagem, elias foi um bebê muito mais tranquilo do que imaginavam; robert ainda estava fazendo a residência na época em que tiveram o elias, e a josie ainda trabalhava na empresa de tecnologia, então agradeciam por todo sono que conseguiam.
movie they watched over and over: os três primeiros filmes de shrek foram seus favoritos durante anos e, até mesmo quando mais velho, ainda guardava um lugar especial no coração pro segundo filme - ninguém se salvava de ter que assistir na sala quando ele descobria que estava passando na televisão.
what was their favorite subject in school: literatura inglesa e geografia.
were they social growing up or quiet: elias nunca foi tímido, mas também não tem a expansividade de cecilia.
which parent do they take after: pode parecer mais com o robert de aparência, mas é muito mais a josie em personalidade. desde pequeno, sempre quis saber das histórias que a mãe criava pra ele antes de dormir e, com o tempo, quis ele mesmo criar junto.
what do they grow up to be: estudou pré-direito por três semestres, e mudou para relações internacionais.
three random headcanons: pegou costume de estudar com trilhas sonoras de música clássica e, por alguma razão, geralmente se inspira mais escrendo seus trabalhos da escola/faculdade assim / quando mais velho, acabou descobrindo que gostava muito de motos, e tirou carteira disso / foi monitor de acampamento de verão nas férias do primeiro ano da faculdade pra juntar uma grana própria.
likes & dislikes: viagens de carro, livros de suspense e fantasia, comida tailandesa, comer café da manhã no jantar e jogos de tabuleiro / desorganização, que mexam nas suas coisas, ser contrariado, chá de frutas,
do they get along with their parents: sim! o elias é mais independente e gosta de fazer as coisas do jeito dele, então devem ter rolado alguns conflitos normais (e eu imagino que ele tenha reclamado algumas vezes de ter que ficar cuidando dos irmãos e coisas assim), mas sempre se ajeitando tudo.
faceclaim: herman tømmeraas
13 notes · View notes
abajuramarelo · 9 months ago
Text
O dia de hoje
03/07/24
No caso ontem né. Acho que foi um dia que vale ser recordado. Chamei PHA para ver um filme no único cinema de rua da cidade. Ele já ia com as amigas dele. E perguntou se queria colar, topei na hora porque o que eu mais queria era companhia para ver o filme. Levemente famoso por causa de sua escritora. A Hora da Estrela. Eu nunca li o livro, mas pelas reflexões que vi, tive vontade de ler. A protagonista apesar de ser alguém simples de aparência havia uma complexidade inquietante do seu ser. O que me deixou fascinada com o filme todo. Um humor na medida certa, dei altas gargalhadas, foi uma delícia. Mas deixa eu recapitular o dia com calma.
Acordei 9h30 mas queria ter acordado 10h, o interfone tocou e tinha encomenda da minha irmã para pegar. Depois disso fiz minha rotina pré-estágio.
No estágio fiz uma pauta que eu gostei. Me senti útil. Gosto dessa sensação de não estar jogando meu tempo fora. Preciso apreciar mais isso.
Saí pontualmente 17h30, pois precisava voltar para casa para me arrumar para o filme que começava 19h30
Me arrumei rapidão, já havia combinado de ir com o PHA de carro, estourei uma pipoca porque fiquei na esperança de poder comer dentro do cinema. Mas não podia, descobri isso depois, quando já estava a caminho do PHA, cheguei lá e comecei a comer a pipoca, para a minha surpresa, a irmã dele estava junto. PHA é uma caixinha de surpresas.
Quando o vi pela janela pensei que ele seria um bom namorado para mim. E ali estava conhecendo minha possível cunhada, se existisse um relacionamento. BA é a versão feminina de PHA, linda. Com uma tatuagem de dragão exatamente no lugar onde eu queria ter uma tatuagem de dragão, PHA me perguntou se ela não parecia uma viúva com seu belo vestido preto, realmente parecia, viúva negra, com seus cabelos vermelhos. Ela exalava juventude. Fomos pro cinema. Fila ao entrar. A sessão estava cheia, mas não pegamos fila, pois as amigas do PHA já tinham comprado nossos ingressos. Ao chegar nos deparamos com a ex dele e atual ficante. Eles se cumprimentaram com um beijo torto na bochecha, como se o passado entregasse que ali havia história. Eu mal tinha a reconhecido com os seus cabelos curtos, já estava pensando, pronto, mais uma para esse rolê, já ia chamar de PHA e suas 5 mulheres kkk mas calma que isso seria equivocado, porque 1 é irmã, outra sou eu, a outra a ex, a quarta é uma mãe recém divorciada e a quinta parecia que namorava, pelo menos tinha uma aliança no dedo anelar direito. Se tinha alguém ali para a ex dele sentir ciúmes, esse alguém era eu. Porque foi exatamente assim que ela me tratou, ríspida. Não tão simpática como da última vez que a vi. Quando eles ainda eram namorados.
E é claro que isso tudo é uma observação minha como se eu tivesse alguma relevância na história né, minha irmã vive falando que eu tenho síndrome de narcisismo, porque tudo gira ao meu redor.
Mas eu adoro estar equivocada. Conheci as amigas AA e JG, embora eu tenha confundido quem era quem ali, a energia delas me fez ter a certeza que PHA está cercado de pessoas boas. De cara gostei das duas. Não sei como fui introduzida a elas, mas havia algo no ar, algo como se não sei dizer, uma energia de casal entre mim e PHA, simplesmente não sei. Mas foi isso que pensei a noite toda, e se a gente fosse um casal? Como seria? Acredito que entraria fácil na vida dele. E ele também seria aceito na minha vida.
Não penso que teria um mini-romance com ele. Está faltando o fator surpresa, vir do nada. PHA já é conhecido desde 2019. Quando jurei que ele podia ser o amor da minha vida. E quem diria que 5 anos depois, ele está tão presente assim na minha vida, alguém que salvei o contato por anos e nunca havia dado um oi até 2022, quando nos esbarramos novamente e achei que era destino.
Fiquei levemente obcecada que ele poderia ser o amor da minha vida naquela época. Mas passou. Quando realmente o conheci. Eu de certa forma me via nele, versão mais chata (ele no caso). Uma máquina de discussão e problematização de tudo, ainda mais problematizador que eu e indagador. É engraçado que quando estou na presença dele, não quero ir embora. Isso é um fator muito importante. Ele poderia ser um lar. Ele tem a aparência e o jeito de quem eu busco. Mas não.
No final do filme me deparo com um antigo rosto que costumava me galantear 10 anos atrás e confesso que naquela época ele era o único que tinha coragem, só ali pude perceber como o tempo passa, ele com sua namorada me viu de longe, eu o vi de longe… nunca senti atração por ele, mas é aquilo né, eu sinto atração por pessoas que sentem atração por mim. Outro rosto familiar que vi foi da minha antiga professora de redação há 12 anos atrás, quando o filho dela tinha apenas 7 anos. E agora depois de todos esse tempo vi a família dela e esse menino com uma namorada. Naquele momento o tempo parou. Enquanto eles passavam, me critiquei, como alguém que eu vi sendo criança já namora e eu não. Me comparei. Sei que é errado e cruel comigo fazer isso. Mas sempre volto a pergunta: há algo de errado comigo? Por que ninguém nunca permanece?
Talvez seja porque eu sempre afasto, hoje mesmo um menino que eu tô conversando no insta mandou mensagem e eu tinha esquecido completamente a existência. Infelizmente não é ele.
Depois do filme resolvemos ir para um espetinho comer. Foi legal, pude conhecer melhor as amigas dele. Gostei demais. Estranhamente me deu vontade de fazer parte do ciclo de amizade dele. Ele de certa forma sempre agrega. As conversas são sempre legais, e às vezes dá vontade de matá-lo. Mas ele nunca quer perder a discussão.
A janta terminou em acidente, um motoqueiro foi atropelado bem na rotatória do espetinho e acabou completamente com o clima da mesa, que pela hora já estávamos sendo chutados para fora (recolheram todas as cadeiras).
As duas amigas foram embora, então fomos, o plano era deixar PHA em casa e pegar minha mochila que havia emprestado em maio. Mas aí começamos uma noite de jogos.
PHA ofereceu chá e me disse que colocaria em um copo especial para mim, no caso o copo especial que ele comprou para tomar exclusivamente o whiskey dele. Quando me deparo com o copo é o mesmo que fiz ele beber whiskey em casa em maio. Ele gostou tanto do copo que comprou um pra ele idêntico.
Ele cultiva as amizades. Embora não sei, tenho a sensação que flerto com ele não intencionalmente. Ele tem algo que me atrai, não sei explicar. Mas tá, amizade, vamos focar nisso.
Jogamos 3 jogos. E um dos jogos foi criação dele próprio. Ele inventou um jogo, que eu achei extremamente bom. É um jogo de carta muito interessante. Obviamente perdi, porque entramos em um embate direto. A irmã dele ganhou. Mas é isso, depois jogamos the mind, fiquei impressionada com a habilidade de jogar esse jogo.
Comento sobre o BeReal que ele postou. Minha cara terrível.
2 da manhã e era hora de ir embora, ainda ofereci carona para irmã dele que ia ficar perto de um prédio vizinho meu, na escadaria ela fala: você que é a menina do BeReal! Eu falei: sou? – ela falou: simmm! Você que fez ele baixar a única rede social que ele usa.
Eu: — ah sim, fui eu mesma hehe
De certa forma me admirei com o fato dele me dar ouvidos e adotar algo meu na vida dele.
Não necessariamente meu, mas algo do tipo o influenciei a fazer algo. E isso me trouxe uma sensação boa.
2 notes · View notes
reviewsnaosolicitados · 1 year ago
Text
Renascer 1993: Uma novela épica (e o texto também, tão longo quanto a novela)
Tumblr media
Reprodução Globo / Youtube
Que Benedito Ruy Barbosa faz parte da teledramaturgia brasileira, todo mundo já sabe. Todo mundo também sabe que ele tem em seu currículo obras que marcaram história, como Meu Pedacinho de Chão, Sinhá Moça e Pantanal (todas que já ganharam remake pela Globo).
Tumblr media Tumblr media Tumblr media
Reprodução Globo / Wikipédia
De volta aos anos 90
No artigo sobre A Viagem, eu descorri um pouco sobre como foram os anos 90 e aqui não será diferente. Uma época sem muitas regulações: preconceito à rodo sem qualquer questionamento, o não uso do cinto de segurança, os comerciais de cerveja na novela, misturados (não literalmente) com leite em pó e doces em lata.
Renascer: A volta de Benedito para Globo
Em 1990 a Manchete fez história ao exibir a novela de Juma Marruá e Zé Leôncio. A curiosidade está que a Globo tinha engavetada a novela por muitos anos, chegando a entrar em pré-produção em 1984, mas desistiu.
Tumblr media
Reprodução Notícias da TV UOL
Depois do grande sucesso de Pantanal, Benedito Ruy Barbosa volta à Globo com carta branca para contar a história que quisesse, mas ele escolheu seguir no mesmo ritmo de Pantal, e assim surgiu Renascer.
Tenho por mim que a novela foi meio que uma "resposta" sobre o sucesso de Pantanal, até porque, Roberto Marinho chegou a desdenhar da novela de sucesso da Manchete.
A épica história de Zé Inocêncio
Com 213 capítulos, Renascer conta a história de Zé Inocêncio, que desbrava o sul da Bahia para ter seu canto e viver do Cacau. Ele finca seu facão nos pés do Jequitibá rei, num monólogo icônico de Leonardo Vieira (“Enquanto o meu facão estiver encravado aos seus pés, nem eu nem você haveremos de morrer… nem de morte matada… nem de morte morrida!”), que fez o personagem jovem, mas que não se assemelhava muito ao Antônio Fagundes, que viria a ser Zé Inocêncio na segunda fase. A autuação de Leonardo tem seus altos e baixos (mais baixos do que altos).
Mas a vida de Zé Inocêncio não foi fácil. Logo, ele caiu em sua primeira tocaia: jagunços, com a liderança de Firmino, depelam Zé Inocêncio (numa cena bem gráfica, mas estamos falando dos anos 90).
Rashid (Luiz Carlos Arutin), que vinha passando pelo caminho, e que também fora vítima dos jagunços, encontrou Zé Inocêncio pendurado de cabeça para baixo e depelado. O turco libanês costura as costas de Zé Inocêncio, mas some na trama, voltando mais tarde.
A primeira fase da novela deveria durar mais tempo do que foi exibida, mas houve uma edição corrida, que não aprofundou nos personagens. Mal se fala das origens de Jupará (Gésio Amadeu), Inácia (Solange Couto) e Deocleciano (Leonardo Brício), que vinham a ser seus criados (agregados, como se diz na novela, pois Zé Inocêncio não era muito a favor de leis trabalhistas e direitos).
Patrícia França fez Maria Santa, uma menina com anemia que vivia desanimada (acho que era para passar a imagem de inocente e nova, mas acabou como uma mocinha apática nos primeiros momentos).
Tumblr media
Reprodução Globo / Notícias da TV UOL
Zé Inocêncio tem amor a primeira vista por Maria Santa, mas seu pai boi não aceita o relacionamento dos dois. Pai Boi (Cacá Carvalho), este, que abusou da irmã de Maria Santa, Marianinha, e a engravidou, depois expulsando a menina da casa. Esse fato só é explicado nos últimos capítulos da novela.
Voltando para a história central
Zé Inocêncio beija Maria Santa, meio que à força. Maria Santa acaba acreditando que engravidou por um beijo. Pai boi resolve largar a filha "desonrada" na casa de Jacutinga, a dona de um put bordel. Lá, Maria Santa descobre que ainda é virgem, mas se apaixona por Zé Inocêncio. Ambos acabam casando, pela celebração de Padre Santo, na casa de Jacutinga.
Jacutinga faz tudo
Tumblr media
Reprodução Globo / Observatório da TV
Além de dona de bordel, conselheira, educadora sexual, nas horas vagas Jacutinga também é parteira. Ela faz todos os partos de Maria Santa, mas no último, que Zé Inocêncio acreditava ser uma menina, nasce João Pedro (Marcos Palmeira). Maria Santa acaba morrendo depois do parto e Zé Inocêncio renega seu filho mais novo pela primeira vez.
Deocleciano então leva o recém nascido para os braços de sua esposa, Morena (Cyrya Coentro), que estava depressiva por ter perdido seu filho no parto. Morena até começa a ter leite, que alimenta João Pedro, nome este, dado por ela. Mas, mesmo rejeitando, Zé Inocêncio pega o filho de volta.
Filho este que é tratado diferente dos demais: Zé Bento (Tarcísio Filho), Zé Venâncio (Taumaturgo Ferreira) e Zé Augusto (Marco Ricca), tanto que João Pedro não recebe educação escolar, pois prefere ficar ao lado do pai, recebendo migalhas de afeto.
Belarmino, morto por Zé Inocêncio, para defender suas terras, numa das melhores cenas da primeira fase: Belarmino arma a – que seria – segunda tocaia e leva um tiro, e, aproveitando da situação, ele se finge de morto para dar o troco em Belarmino, que confessa tudo ao lado do caixão, bebendo o defunto. Ao "ressuscitar", Zé Inocêncio faz Belarmino largar a mão de suas roças e, depois, mata o desinfeliz. Belarmino foi interpretado magistralmente por José Wilker, com seu bordão "É justo, muito justo, é justíssimo".
Passa o tempo...
Mariana: a vilã que não foi
Tumblr media
Reprodução Globo / Globoplay
Interpretada por Adriana Esteves, muito antes de virar Catarina e perpetuar o mesmo personagem por papéis conseguintes, Mariana surge na casa de Jacutinga, e numa visita ao bordel, João Pedro sente um interesse pela neta de Belarmino.
João Pedro até insiste em umas investidas em Mariana, mas ela acaba se jogando nos braços de Zé Inocêncio. A tal da briga entre pai e filho não acontece por conta de Mariana, apesar dos telespectadores interpretarem dessa forma. Mariana vira um objeto para ambos, que pode ser descartado a qualquer momento, e que, inevitavelmente acontece no futuro.
Mariana perde função na história da metade pro final da novela, depois de frustrada sua tentativa de vingança por seu avô. Mariana perde enredo, voltando só no fim da trama, descobrindo que o amor é maior que o ódio.
Pai (e mãe) é quem cria
Pra mim, a trama central mesmo é a relação de pai e filho, de Zé Inocêncio e João Pedro. Mas, ao decorrer da trama, fica nítido que os verdadeiro pais de João Pedro são Morena (numa espetacular interpretação de Regina Dourado, ganhadora do APCA de melhor atriz coadjuvante), e Deocleciano (Roberto Bonfim, que faz um monólogo incrível sobre a amizade de Deocleciano com Zé Inocêncio).
Tumblr media Tumblr media
Reprodução Globo / Memórias Cinematográficas / Memória Globo
Jupará tem sua morte subtraída da trama, mas sempre lembrada por seu filo, Zinho jupará (Cosme dos Santos), que acusa Zé Augusto, até então estudante de medicina, de não socorrer o pai. Sua mãe, Flor (Rita Santana), e os irmãos de Zinho somem da trama sem nenhuma explicação, apenas em lamentos de Morena.
As mulheres dos filhos
Na segunda fase se apresentam os filhos de Zé Inocêncio, já adultos, e suas respectivas pares. Zé Bento tem uma relação com Kika (interpretada por Cláudia Lira, belíssima, porém mal explorada na trama, que acaba namorando o detetive canastrão Egberto (José de Abreu).
Detetive este, que é contratado por Eliana (Patrícia Pillar) para investigar seu marido, Zé Venâncio, que tinha uma relação extraconjugal com Buba (Maria Luísa Mendonça). João Pedro, depois do casamento de Marina com Zé Inocêncio, acaba se apaixonando por Sandra (Luciana Braga), filha de Teodoro (interpretado por nosso Roy brasileiro, Herson Capri) e Dona Patroa/Iolanda (num dos melhores arcos da história, vivida pela atriz Eliane Giardini).
Mariana ainda tenta atrapalhar o relacionamento de João Pedro e Sandra, sem sucesso, pois eles acabam tendo sua filha, Maria Santa.
Terceira fase?
Após descobrir que Zé Venâncio namorava Buba (que não tinha nenhum problema com ela ser intersexo), Eliana vai para a fazenda de Zé Inocêncio e acaba se apaixonando por Damião (um Jackson Antunes novo e bem gostoso). Só que Damião – que aparece na trama, contratado por Teodoro para matar Zé Inocêncio, mas acaba virando o capataz do fazendeiro – é casado com Ritinha (uma Isabel Fillardis novinha e linda), que acaba descobrindo a traição do marido e começa a se relacionar com Zé Bento, um traste.
Buba, por outro lado, assume o lugar de Eliana, tenta adotar um bebê, pois Zé Inocêncio pede um neto vindo dela. Ela até acaba usando uma barriga falsa pra enganar o fazendeiro. Na tentativa de adoção, ela acaba conhecendo Teca (Paloma Duarte), uma adolescente grávida que morava na rua. Então, mostrando suas piores ações impulsivas, Buba acolhe Teca, querendo o filho dela. O que ela desconhece é que Teca se relacionou com Du (que não tem ator e nem parte na história, além de ter engravidado Teca e depois ser morto). Buba e Venâncio chegam a ir para a fazenda de Zé Inocêncio, para contar toda a verdade, com a Teca junto, mas Zé Venâncio é morto numa tocaia feita por Teodoro. Buba se desespera mais uma vez e inventa que Zé Venâncio teve uma relação com Teca, que engravidou, mentira essa que foi desmentida no parto de José Inocêncio Neto, onde todos descobriram que ele era preto. Muito racismo recreativo acaba acontecendo nesses momentos, assim como nos momentos em que Zé Bento se envolve com Ritinha, que acaba engravidando de Zé Bento, mesmo ele sendo racista, não querendo mais um “mulatinho” na família.
Buba também enfrenta muitos preconceitos de todos a sua volta, menos de Zé Venâncio. Intersexo, ela passa boa parte da trama sendo chamada de travesti, homem, mesmo ela sendo mulher e se identificando como uma. Os preconceitos são exibidos como se fosse algo natural, algo sem ser questionado, apenas exercido. Buba acaba fazendo uma cirurgia de redesignação sexual e se apaixona pelo irmão de Zé Venâncio, Zé Augusto, que se envolve nas mentiras de Buba. Piadas com o nome morto de Buba, que corrige sua identidade, se chamando Isabela.
Tumblr media
Reprodução Globo / O Globo
A ascensão da real vilã
Eliana ganha muito destaque na trama, crescendo até o fim. Ela mostra seu lado mais interesseiro e egoísta ao tentar ganhar alguma coisa com a morte de seu ex marido, pega o Damião pela fazenda, foge com Damião para São Paulo (cenas com qualidade cinematográfica, numa passagem breve, onde ela leva ele para restaurantes chiques, até baladas GLS, onde Damião até chega a brigar com um gay, que tenta seduzir ele).
Tem uma cena maravilhosa de Damião estonteado pela cidade grande que não percebe a lata de lixo na sua frente, essa sequência vale muito a pena ver.
Eliana ainda investe em Teodoro, que acaba casando com ele, mas continuando a sair com Damião, que acaba engravidando ela. Teodoro acaba sendo morto e ela herda a fazenda. E é ela mesma quem conta todos os crimes de Teodoro, que contava durante a noite, dormindo.
Tumblr media
Reprodução Globo / Patrícia Pillar
Histórias nem tão paralelas
Apesar de algumas enrolações na trama (bem menos do que a de A Viagem), Benedito faz um bom trabalho com outras histórias e outros personagens que entram na trama. Padre Lívio chega como assistente de Padre Santo. Eles acabam por resgatar Joaninha, Tião e seus dois filhos, só que levam para a fazenda de Teodoro, um coronel safado que tenta abusar de Joaninha. Quem ajuda ela a se livrar do peste é Dona Patroa/Iolanda (Eliane Giardini), que acaba se divorciando de Teodoro e vai morar na antiga casa de Jacutinga.
Tumblr media
Reprodução Globo / TV História
Tião: a história do brasileiro
Tião tinha apenas um sonho: ter seu pedaço de terrinha para morar junto de Joaninha e seus filhos, mas sua ingenuidade e crença nas pessoas acaba numa terrível tragédia.
Tião fica sabendo da história de que Zé Inocêncio teria feito um pacto com o demônio e tinha em suas posses, um diabinho na garrafa. Pois Tião vai até Zé Inocêncio e pede para que ele o ensine a ter seu próprio diabinho na garrafa. Zé Inocêncio inventa uma história absurda de que Tião deveria pegar uma galinha preta, dos pés ao bico, ainda virgem, não deixar ela ter relações, até que numa quarta de cinzas ela botar um ovo, que seria do demônio. Só que esse ovo deveria ser chocado debaixo do braço, no sovaco de Tião, por 40 dias e 40 noites. O pobre do Tião caiu nessa e ficou conhecido como Tião Galinha.
Tião chega a ser confrontado por Padre Lívio, que conta toda a verdade. Tião então vai até Zé Inocêncio tirar satisfação e acaba sendo mais uma vez iludibriado. Numa tentativa de corrigir seu erro, Zé Inocêncio coloca um ovo na gaiola da galinha… Porém, e por conta de uma carta que Rashid guardou, de Marianinha para Maria Santa, Zé Inocêncio acaba dando seu diabinho na garrafa para Tião, em troca da carta que deveria ser entregue para ele.
Tião não consegue encontrar a carta e Joaninha joga o diabinho da garrafa, destruindo o vasilhame. Tião ainda tenta voltar a trabalhar, mas é acusado de falar demais, quando ele começava a entender as injustiças da vida e questionava sobre das questões de posse e de trabalho. Muitas dessas questões foram estimuladas pelo próprio Padre Lívio, mas quem levava a bronca mesmo era Tião.
Ele tentou voltar a trabalhar, foi contratado por João Pedro, mas demitido pelo mesmo motivo, de falar demais. Ele começou a fazer discursos na terra de Teodoro, que encomendou uma surra. Tião foi humilhado, mas o que lhe fez chegar ao limite foi quando Mariana inventou que ele estava envolvido na tentativa de assassinato de Teodoro (proeza de Damião e Deocleciano). Na delegacia, Tião é mais uma vez humilhado, levando até um tapa na cara… Ele, então, pede um papel e uma caneta para um policial. Quando o safado do delegado, que deu o tapa na cara de Tião, volta para a cela de Tião, encontra ele enforcado. Tião se mata num fim terrível e dramático (me fez chorar demais).
Tumblr media
Reprodução Globo / Extra
Depois dos felizes para sempre
A novela dá sensação de que não precisava ter tantos capítulos, apesar da história ser bem amarrada. Algumas cenas são arrastadas, a direção se faz valer das cantadeiras e cenas do processo do cacau ao som de Lua Soberana (que vira a trilha dos 30 últimos capítulos da novela). Alguns enredos são arrastados também, como a história do Padre Lívio e seu questionamento perante ao sacerdócio, quando ele começa a sentir coisas por Joaninha, com o Tião ainda vivo.
Para tentar se afastar da tentação, Joaninha repete muitas vezes que Padre Lívio lembra Jesus (aquele branco de olhos claros, europeu). E pensar que era só o Padre Lívio cortar o cabelo e fazer a barba… Joaninha até tenta dar essa ideia, mas Lívio mantém o look, até mesmo quando larga de sua batina para, enfim, se jogar nos braços de Joaninha.
Tumblr media
Reprodução Globo / A Cidade On
Teca: uma história injustiçada
Antes de ser acolhida por Buba, Teca (Paloma Duarte) vivia nas ruas com seus amigos: Neno (Cassiano Carneiro), Pitoco (Oberdan Júnior, também dublador do personagem Tintin) e Du. Du acaba sendo morto, Neno e Pitoco vão atrás de Teca, partindo de São Paulo, até Salvador. Chega a se aventar que um dos meninos poderia ser o filho de Morena reencarnado, história essa que é deixada de lado. Neno e Pitoco somem da trama, sem muita explicação, Morena sofre, porém Pitoco acaba retornando sozinho, sem explicar o que houve com Neno (apenas dizendo que ele foi para o mal caminho).
Teca acaba morando na fazenda de Zé Inocêncio, mesmo depois de parir aquele que não vinha a ser o filho de sangue de Zé Venâncio. Durante este período ela acaba tendo experiências sobrenaturais, tal qual Inácia. Ela chega a reproduzir o que houve com Marianinha. Teca se lembra de coisas que não viveu e chega a descobrir que foi Zé Inocêncio quem matou Belarmino. Por tantas “coincidências”, Teca acaba por descobrir que, na verdade, ela é filha do filho de Marianinha, fruto do estupro do Pai Boi, história essa, confirmada por Rashid, que tinha se casado com Marianinha, tiveram 6 filhos, sendo o primeiro, o fruto do estupro. Então, isso tornava a Teca sobrinha neta de Maria Santa, que deveria ser levado em conta na história, mas vira só mais um fato qualquer, quase que irrelevante.
Porém, sem mais nem menos, Teca, junto de seu amigo Tintin Pitoco, fogem sem qualquer explicação. Ela deixa seu filho sem ao menos deixar uma carta de despedida. Faltou um final mais digno para a personagem.
Demais personagens
Lu, vivida por Leila Lopes, é uma professora que chega para dar aulas para os filhos dos “agregados” da fazenda de Zé Inocêncio. Apesar de seus posicionamentos fortes (muitas das vezes close errado, principalmente nas relações alheias), Lu acaba perdendo força na história. Existe uma tentativa de romance com o João Pedro, que não funciona e com Zé Bento, que é pior ainda. Então, o autor resolve a história dela, colocando mais um personagem nos 45 do segundo tempo: surge o Rafael (Kadu Moliterno), um antigo amor de Lu, um sujeito estranho, sem muita definição do que faz da vida, hora parecendo um ator, hora um autor, hora qualquer coisa. Porém esse é o desfecho que Benedito encontrou para a professorinha, que chegou a ter o ideal de educar adultos, mas nada aconteceu.
O fofoqueiro da trama é o Seu Norberto (Nelson Xavier), dono de um bar de frente a casa de Jacutinga. Somente do meio pro final da trama é que ficamos sabendo que ele era apaixonado por Jacutinga, que simplesmente vai embora. O (até então) Padre Lívio chega com Lurdinha (Íris Nascimento), uma moça que acaba ajudando no bar de Norberto, mas acaba se apaixonando por Zinho Jupará.
Zé Inocêncio: a lenda
Antes de ser morto, Teodoro faz a, que seria, terceira tocaia de Zé Inocêncio, que tanto Inácia avisou. Ele contrata um outro matador para dar cabo ao Zé Inocêncio, que acaba falhando, então é Teodoro mesmo quem tenta matar Zé Inocêncio. 5 tiros, numa cena que poderia ser dramática, mas, por conta de um erro de continuação, acaba ficando engraçada, uma vez que parece que esqueceram de gravar o tiro que deixaria Zé Inocêncio paralítico. Sim, Zé Inocêncio acaba numa cadeira de rodas, mas tudo poderia ter se resolvido se os filhos tivessem comprado um triciclo pra ele andar pela fazenda, afinal, ele perde sua mobilidade.
Numa de suas aventuras, ele vai sozinho até o bar do Norberto, mas ao voltar, cai da cadeira e não consegue sair do chão. Uma forte tempestade deixa ele mais fragilizado, que acaba sendo levado por figurantes de volta para a fazenda.
João Pedro, ao ver seu pai em seu leito de morte, vai atrás do Jequitibá rei e retira o facão de seu pai, que, comido pelo tempo, ficou parecendo uma cruz. João Pedro acaba fincando seu próprio facão, num simbolismo de continuidade.
Zé Inocêncio morre nos braços de João Pedro, num abraço e um pedido de desculpas lindo. Após sua morte, ele encontra o seu verdadeiro amor, Maria Santa, que veio buscá-lo.
Vamos mudar o rumo dessa prosa?
Bruno Luperi, neto de Benedito Ruy Barbosa, fez muito sucesso ao fazer o remake de Pantanal, o que até fez sentido por não ter sido uma produção original da Globo, mas Renascer não precisava de remake. Apesar dos pontos complicados, datados pelo momento que a novela foi feita e exibida, ela terminou de uma forma magistral e com gás para uma sequência.
Vejam só:
Apesar do sumiço, Teca poderia voltar e reivindicar o seu filho José Inocêncio Neto, que sem relação direta de sangue, poderia se apaixonar por Maria Santa, filha de João Pedro e Sandra.
Ainda teria o filho de Damião e Eliana, que poderia fazer o caminho inverso do pai.
Tem ainda o filho de Zé Bento e Ritinha, que poderia fazer o triângulo amoroso, apesar de primo de Maria Santa… (Se um pai “rouba” uma mulher do seu filho, o que tem se forem primos?)
Como João Pedro fincou seu facão no Jequitibá rei, ele daria continuidade ao legado de Zé Inocêncio.
Agora não sei se o autor nepobaby teria essa carga pra criar outra história, e não viver de remake do avô. Essa nova versão de Renascer já está cheia de polêmicas por seu revisionismo.
Cês querem saber de uma coisa?!?
É inegável a qualidade da novela e de algumas tramas, bem como atuações.
Se você reparar, o apartamento que Eliana vivia com Zé Venâncio é bem similar ao apartamento de Diná, de A Viagem, reutilizaram os cenários, uma vez que A Viagem foi realizada um ano após Renascer.
Mais uma vez louvo o trabalho de Regina Dourado e Roberto Bonfim, que me tiraram, por várias vezes sorrisos de meu rosto, assim como emoções diversas, mas sempre positivas.
Um grande trabalho, também, da incrível Chica Xavier, que fez brilhantemente a Inácia.
Adriana Esteves acabou se afastando da teledramaturgia, pois sofreu muito hate pelo seu personagem. Antes das redes sociais, as pessoas eram bem passionais com novelas e não sabiam distinguir o que era o ator do que era o personagem.
Numa possível sequência, infelizmente a personagem Morena não poderia ser reprisada, pois Regina Dourado faleceu em 2012, aos 59 anos. Assim como Inácia, interpretada por Chica Xavier, que morreu em 2020 aos 88 anos.
Pra encher linguiça, eles inventaram uma fazenda de boi, em Goiás, que Zé Inocêncio comprou de Aurora (Mara Carvalho), mas depois não rendeu mais e ele vendeu.
É curioso como as novelas influenciam na cultura e nos costumes. Zé Inocêncio é antipolítica, não gosta do assunto e acha que todo político não presta.
Falecidos
Além das atrizes mencionadas acima, muitos atores e atrizes já faleceram:
Leila Lopes
Luiz Carlos Arutin
Nelson Xavier
Jofre Soares
José Wilker
Cecil Thiré
Grande Otelo
3 notes · View notes
falangesdovento · 2 years ago
Text
Tumblr media
Se sentir cansado, esgotado é absolutamente natural e faz-se necessário ouvir a voz da alma quando ela te pede para parar, respirar para tomar fôlego para depois continuar a jornada.
O cansaço é termômetro para percebermos que nossas reservas energéticas estão chegando na linha vermelha. Aquela que nos avisa que o fim do reservatório está próximo e que o limite foi extrapolado. Nossa saúde emocional e física está em risco.
Precisamos ouvir esses avisos, que muitas vezes nos chegam por intuição para que não tenhamos de parar quando nosso trem está lotado e o freio é acionado por emergência. Toda carga que estava bem acomodada em todos os vagões, em equilíbrio, sai voando e cai sobre os ombros, fazendo estragos. Precisamos ouvir e aprender no amor.
Precisamos parar e nos colocarmos no colo. Nosso colo.
Porque nesse momento de cansaço pode esperar que a indignação vai bater forte também, porque as expectativas quanto a amizades, cuidado, família, atenção, etc., vão correr água abaixo. Uma das lições deste momento.
As pessoas não estão a sua disposição. Não mesmo. Elas estão vivendo seus próprios cansaços e indignações.
Elas também estão em busca de colo e choram suas dores. Sozinhas.
O universo umbigo com ligações em úteros cofres (que guardam dinheiro ao invés de valores), as fazem perder o contato humano...
Hoje procuram-se pessoas para desabafar suas dores, mas não procuram-se pessoas para ouvir suas mágoas e secar suas lágrimas.
As pessoas não querem ouvir. Apenas falar.
Ouvir e ter empatia nos torna co-responsáveis pela alma alheia. Ninguém quer isso mais.
Estamos tendo de caminhar sobre nossas pernas num deserto de almas vazias. Não há colaboração e cooperação. Há interesses.
Eu te escuto, mas há um preço incluso. O valor da amizade perdeu-se em meio o vil metal e as desculpas de falta de tempo.
Tempo...tempo... tempo....
Senhor maior de todas as coisas. À ele, o tempo, precisamos entregar nossas perguntas, lágrimas, dores e amores, para que ele, no seu tempo, nos entregue de volta os aprendizados e sabedorias...o Tempo!!!
Nossos elos estão enfraquecendo. E falamos da vida alheia com diploma e doutorado. Somos os juízes e doutores. Mas ao encararmos nossa própria história, temos o olhar e o comportamento de pré escola.
Para sairmos desse ciclo vicioso que se tornou a vida, precisamos tirar algumas pessoas do caminho como quem tira pedras, obstáculos. Porque sim, temos o direito. Não por maldade, mas para nos ligarmos a outras estrelas, histórias, vidas, corações e principalmente, nos ligarmos a quem tem por fundamento, valores, não preços.
E compreendendo a máxima: "quem crítica todos pra você, vai criticar você, para todos"!
Ter cansaço e indignação é natural, mas não é estacionamento de alma, é o ponto de partida para que o novo se apresente, trazendo novo fôlego e horizontes, permitindo que o sonho se refaça e o tecer de uma nova jornada se apresente. Aí é só pegar linha e agulha para bordar o novo quadro da vida, onde almas plenas de amor, compaixão e acolhimento estão caminhando de mãos dadas!
Rose Kareemi Ponce
2 notes · View notes
dearestashesoflust · 2 years ago
Text
11. Maio. 2023
Queridas cinzas do desejo,
Certa vez, disseram-me (mais especificamente, meu padrasto) que do amor, sempre pedi demais. Pouco mais de um ano, percebi que é verdade.
Culpo — além de mim mesma — os livros. Todos os lindos romances escritos por mulheres tão apaixonadas por amor quanto eu que li na mais tenra idade. Culpo todos os poemas, votos e histórias de épicas que terminam em tragédia pelo simples ato de amar.
Acreditei, por alguns anos, que não pedi demais dos homens aos quais me atraio. Minha lista termina em três itens:
1. Respeite-me
2. Ame-me
3. Assegure-me
Mas, recentemente, uma amiga de uma amiga, depois de ouvir minhas exigências, disse: "Ah, querida! Um homem nunca tem os três."
Um homem nunca tem os três.
Refleti sobre isso. Por que um homem nunca tem os três? Onde se perderam os amores devotos? E, por Deus, posso ir até lá?
Mas a verdade é que falhei. Falhei em ver o amor, não como as fantasias que tanto admirei, mas como é em realidade. O amor não é direito, e sim privilégio.
Há vários pré-requisitos para se ser amado — amada, amade; amante. — e por vezes, notei: não cumpro parte deles. E mais! Aqueles que cumprem, não têm garantia. Porque o amor não possuí os três, e se ama, não respeita. Se respeita, não assegura. Se assegura, não ama e por assim se guia o ciclo os (des)amados.
Amei, e traí.
Amei, e bati.
Amei, e matei.
A poesia mais curta de todas. O único amor que presenciei, o que dói. O que dilacera. E quando digo isso á pessoas próximas, me respondem: Que amor não é assim?
O amor dá e cobra, afinal. Eles não querem que saibam, e ainda sim lhe direi: essa história de uma vida sem amor não é vida é tudo balela; a verdade é que uma vida sem amor é mais fácil de ser vivida.
Certa vez vi escrito: 'O que é o luto, se não o amor persistindo?' — faz anos, e achei a frase tão bonita. Não me recordo do autor, e talvez sequer esteja escrevendo-a corretamente, mas a idéia geral está aí.
Hoje, leio e penso: e o que é o amor, se não o eterno luto?
(Nega)ção — que amo, que amei, que sou amado.
Raiva — produzo em quem amo, vivi com quem amei, passo com quem tenho amado.
Barganh(o)a — os gostos de quem amo, as ações de quem amei, faço por quem tenho amado.
De(pressão) — afeta á quem amo, sobrevivi com quem amei, condeno-me por quem tenho amado.
Aceit(o)ação — que não amo, que não amei, que não fui amado.
Mas, por favor, caro leitor perdido (ou seria encontrado?) na página do Tumblr, não tome a visão pessimista da vida que só a mim pertence. Talvez, estejamos amando na língua incorreta. Eu, particularmente, adoro o amor em arábe:
"Me perguntaram: você a ama até a morte?
Eu disse: fale dela em minha tumba, e veja como me traz de volta á vida."
— Mahmoud Darwish
Ou
"Dê-me uma filha com seu coração teimoso, ou igual temperamento. Dê-me filhos com seus olhos escuros brilhantes, ou seu sorriso encantador. Para que assim, mesmo depois que tivermos partido, o mundo encontre neles todos os motivos pelos quais a amei."
— Nizar Qabbani
É. Talvez o ser-humano saiba amar.
Só não a mim.
Talvez tudo que estive fazendo — no último ano ou desde o início deste texto, quem sabe? — é tentando aliviar á dor de simplesmente não ser amável.
Bem. Pelo menos sou boa nisso.
Sinceramente,
Sua.
5 notes · View notes
eudaimoniante · 2 days ago
Text
Não tá normal tanta saudade, tamanha dor, as enormes lembranças, nunca ficamos tanto tempo sem nos vermos, nunca ficamos tanto tempo sem nos falar, sem fzr vídeo chamada ou longas ligações, sem sentir o cheiro uma da outra, é bizarro saber que não é pra mim, não é o melhor que vc poderia ser a alguém e eu ter tido a infelicidade de ter recebido tão pouco, tão mínimo, nada comparado a minha muiteza e toda a grandeza de mim, você se mostrou tão frágil, tão capaz de ser uma vítima minha e ironicamente fui mais uma sua e cmg seria a primeira, eu te amo e nem preciso mensurar o quanto, pois só de te amar já é o máximo que consigo sentir, eu sinto sua falta mas nos últimos dias tem sido mais intenso, desconfio até de um certo feitiço, pois não está normal não é comum, tenho lembranças suas onde quer que eu esteja, seja um cheiro, uma frase, um endereço, um corte de cabelo, um estilo de roupa, gostos de comida, histórias de vida de infância, seja as piadinhas internas, tá cada vez pior essa saudade, as vezes sinto que tô beirando a loucura, não sei quanto tempo consigo esperar mais pra te ver a última vez, vai ser intenso, vou chorar intensamente e talvez nem consiga dormir pra poder aproveitar cada instante e momento com você, é quase impossível trabalhar diretamente relacionado com sua pré formação "direito" me explicou tantas e tantas coisas, é difícil demais, a saudade está tão grande que eu escuto aulas de história durante o trabalho para aprender e poder lembrar de vc, esses dias precisei fzr um trabalho da faculdade e só lembrava de vc me ajudando com os primeiros trabalhos quase postei, quase mandei mensagens pedindo ajuda sua, ou eu tô muito carente ou é algo espiritual ou eu não mais explicar pq normal não está sendo.
0 notes
grupopcerj · 21 days ago
Text
Tumblr media Tumblr media
UFC: ZANIN x ZANIN - Não percam esse EMBATE
Um encontro entre a JUSTIÇA, a VERDADE, o DIREITO, a COERÊNCIA, a ÉTICA, a DECÊNCIA, a CONSCIÊNCIA e a MORALIDADE.
Esse será o EMBATE, a LUTA DO SÉCULO!
E ali veremos QUAL O PREÇO DE UM HOMEM! E como esse ADVOGADO irá passar para a HISTÓRIA: como um HOMEM LIVRE, uma DEFENSOR DO DIREITO ou um RATO, um PAU MANDADO de seus prováveis e possíveis donos.
A conferir as cenas dos próximos capítulos dessa Ópera Bufa que o STF vem conduzindo ao ARREPIO DA CONSTITUIÇÃO, das LEIS, das REGRAS DA DIREITO, da ÉTICA DA MAGISTRATURA e da própria ADVOCACIA.
COMO SERÁ QUE O Ministro do Supremo Cristiano Zanin irá ANALISAR e VOTAR as acusações feitas contra o Ex-Presidente Bolsonaro? Será que ele RESPEITARÁ AS TESES da Defesa Técnica de Bolsonaro que são SENÃO IDENTICAS, BASTANTE SIMILARES àquelas que o Advogado Cristiano Zanin defendeu em um passado recente? Ou será que o DIREITO, as LEIS, a MEMÓRIA, a DECÊNCIA, a ÉTICA e a MORALIDADE são realmente parciais no Supremo? Senão vejamos o que o ADVOGADO ZANIN defendia em relação ao seu cliente Luis Inácio...
Cristiano Zanin, juntamente com outros membros da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apresentou várias teses e estratégias durante o processo que envolveu Lula no contexto da Operação Lava Jato. Entre as principais teses defendidas estão:
Incompetência da Justiça Federal de Curitiba: A defesa argumentou que a Justiça Federal de Curitiba não tinha competência para julgar o caso, uma vez que os supostos crimes não teriam ocorrido naquela jurisdição. Eles sustentaram que o caso deveria ter sido julgado em Brasília ou em outra localidade relacionada aos fatos. CORRELAÇÃO COM O CASO BOLSONARO: O Supremo Tribunal Federal NÃO É COMPETENTE para julgar cidadãos sem Foro por Prerrogativa de Função que deveriam ter sido declinados para os Tribunais de Primeira Instância.
Falta de Provas Concretas: A defesa afirmou que as acusações contra Lula eram baseadas em delações premiadas sem comprovação material robusta. Eles argumentaram que as provas apresentadas eram insuficientes para condenação, destacando a ausência de evidências diretas que vinculassem Lula aos crimes alegados. CORRELAÇÃO COM O CASO BOLSONARO: As acusações contra Bolsonaro e outros réus são todas BASEADAS EM DELAÇÕES PREMIADAS sem comprovação robustas além das narrativas.
Vícios Processuais: A equipe de defesa apontou supostos vícios processuais, incluindo a parcialidade do então juiz Sérgio Moro, que posteriormente se tornou ministro do governo Bolsonaro. Eles alegaram que Moro teria agido de forma parcial, o que comprometeria a imparcialidade do processo. CORRELAÇÃO COM O CASO BOLSONARO: Estão claras a PARCIALIDADE de vários membros do STF que declararam PÚBLICAMENTE sua opção político-ideológica com expressões como "Perdeu, mané!", "Nós vencemos o Bolsonarismo!" dentre outras, além de declarações feitas por Membros da Corte à imprensa, fora dos Autos, com fortes indícios de pré-julgamentos.
Perseguição Política: A defesa sustentou que o processo contra Lula tinha motivações políticas, visando impedir sua candidatura à presidência em 2018. Eles apresentaram documentos e comunicações que, segundo a defesa, demonstravam uma coordenação entre os procuradores e o juiz para prejudicar Lula. CORRELAÇÃO COM O CASO BOLSONARO: Gravações dos Juízes Assessores do Ministro Alexandre de Moraes foram divulgadas onde estes COMBINAM LAUDOS com os Peritos para satisfazer os interesses daquele Juiz, com claros indícios de CONDUÇÃO ILEGAL DO PROCESSO, PRODUÇÃO DE PROVAS que ENVENENAM TODO O INQUÉRITO.
Invalidade das Delações Premidas: A defesa questionou a validade das delações premiadas, argumentando que elas foram obtidas sob coação e que os delatores teriam interesse em incriminar Lula para obter benefícios em seus próprios processos. CORRELAÇÃO COM O CASO BOLSONARO: A filmagem do Juiz do caso, questionando ele mesmo o Colaborador e o AMEAÇANDO DE PRISÃO, além de ameaçar prosseguimento de processos contra a filha, o pai e a família do Cel. Cid, deixando claro que TODO O CONTEÚDO dessa delação é ILEGÍTIMO, ILEGAL e IMORAL. Gravações de Áudio do próprio Colaborador dizendo que foi INDUZIDO, CONDUZIDO e FORÇADO a dizer AQUILO QUE OS INVESTIGADORES QUERIAM, em franca demonstração da AUSÊNCIA DE IDONEIDADE de investigadores e do próprio Juiz em flagrante CRIME DE ABUSO DE AUTORIDADE.
Tumblr media
Além dessas teses, a defesa tomou várias medidas para desacreditar as acusações e colocar dúvidas sobre a inocência de Lula:
Tumblr media
Ações Judiciais e Recursos: A defesa moveu inúmeras ações judiciais e apresentou recursos para anular ou revisar decisões, incluindo pedidos de habeas corpus e questionamentos ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Divulgação de Comunicações: A defesa divulgou mensagens obtidas por meio de colaboração internacional (Vaza Jato) que supostamente mostravam conversas entre o juiz Sérgio Moro e os procuradores da Lava Jato, sugerindo PARCIALIDADE e COORDENAÇÃO INDEVIDA.
Campanha de Opinião Pública: A defesa e aliados políticos de Lula conduziram uma campanha intensa na mídia e nas redes sociais para influenciar a opinião pública, destacando supostas irregularidades no processo e defendendo a inocência de Lula.
Questionamento da Legalidade das Provas: A defesa argumentou que algumas provas foram obtidas de forma ilegal ou irregular, incluindo interceptações telefônicas e buscas e apreensões que teriam violado direitos fundamentais de Lula.
Essas estratégias e teses foram parte de um esforço amplo para desconstruir a acusação e garantir a absolvição de Lula, culminando na anulação de suas condenações pelo STF em 2021, com base na tese de suspeição do juiz Sérgio Moro.
Tumblr media
0 notes
translatingtradutor · 25 days ago
Text
[Para aliados] Meu parceiro/a/e disse para mim que quer transicionar. Oque fazer?
Primeiro de tudo, calma. Essa hora é chave. Pense muito bem no que está fazendo e como prosseguir, mas acima de tudo, aja com gentileza. Tudo que você esta sentindo agora, posso garantir que seu parceiro esta se sentindo igual e ainda pior por causa do momento fragil que é o inicio da transição.
O foco sempre deve ser seu parceiro - se você se importa mesmo, e ama essa pessoa, sempre lembre que ela é o foco agora! A decisão de transicionar já é dificil o suficiente sem parceiros reclamando ou pedindo consolo.
Além disso, lembre de, se a pessoa ja tiver saido do armario para os outros, sempre referir a ela como ela prefere. Mesmo quando falando sobre coisas do passado pré-transição dela, é rude falar como se em algum ponto essa pessoa tenha sido outro gênero se esse não for o assunto.
Por exemplo, para uma mulher trans, você não pode falar "meu namorado naquela epoca", porque ela sempre foi uma mulher mesmo sem saber e é rude em geral. Mesmo se a pessoa tinha um nome diferente na época e era relevante a história, conte sem citar o nome ou altere o nome para ser o novo, ou nem fale dessa parte. É rude ao extremo citar o nome morto de alguem sob qualquer situação. Na comunicação com pessoas que também sabem, ou estranhos, ou qualquer pessoa no caso do seu parceiro ser publicamente esse genero para todos: use os nomes e pronomes novos quando falando do passado, mesmo se "antigamente não era"
Isso é verdade a não ser que a propria pessoa fale o contrario.
Infelizmente você tem que pensar em algumas coisas agora. Elas são:
Eu me sinto atraido ao gênero novo dessa pessoa?
Eu consigo continuar uma relação com eles?
Estou disposto a lidar com a sociedade me ver com uma pessoa desse gênero?
Como apoiar eles, namorando ou não, porque eu ainda me importo e os amo mesmo que platonicamente?
Caso você não se atraia a gênero novo
Pode ser dificil, mas se você não consegue se ver romanticamente com esse gênero, isso não vai funcionar. Seu paceiro não é mais compativel com você, a não ser que você se descubra gostando desse gênero novo no processo. É importante que isso seja uma descoberta geral, porque não há bandeira vermelha maior na vida amorosa de uma pessoa trans do que alguém que diga, que eles são a excessão - por que isso geralmente é so a pessoa vendo eles como o genero antigo ainda e fingindo.
Por exemplo, para um homem trans "Eu não gosto romanticamente de homem nenhum mas eu gosto de você"
Mesmo que você não esteja mentindo e realmente seja a excessão, oque é bem raro, saiba que ainda vai parecer assim geralmente. Porque a verdade é que a esmagadora maioria das pessoas que fazem isso e fala assim o fazem pra se aproveitar das pessoas trans em questão. Então esse assunto é muito delicado.
Já considerando o caso que você não goste do gênero novo, e ainda não consiga ficar com essa pessoa nesse sentido, mas queira continuar a relação: você deve entender que ela vai continuar sendo aquilo e você não vai pode ficar com as pessoas que gosta também. Isso exceto se se relacionamento for aberto. Mas serio, se ele ja não era aberto antes, sugerir isso após a pessoa transicionar com essa motivação é bem rude.
Pense. Pelo resto da sua vida se quiser ficar com ela para sempre. Você esta preparado para isso? Você consegue se ver em uma familia com o gênero que não gosta, talvez uma pessoa que prefira começar a ser "stealth" e passar como cisgenero no futuro?
Se ela teria cirurgia de redesignação genital, você iria continuar com relações intimas? Porque ter cirurgia seria escolha totalmente de direito dela e não sua. Se a resposta for não, você consegue ficar sem relações intimas? Os hormônios, se a pessoa quiser, também irão mudar o corpo dela bastante.
Eu não recomendaria ficar junto se a resposta para esses é não. Pense muito bem nas implicações de longo termo de ficar com uma pessoa trans. Isso é pela saude mental de ambos você e ela.
As vezes quando coisas assim acontecem o amor se torna familial e os caminhos se dividem. Isso é okay. Vocês poderiam continuar proximos de outra forma se você terminar o relacionamento.
Outras pessoas ficam junto mesmo apos esses casos. Algumas descobrem que são capazes de amar romanticamente uma pessoa que não é do genero que elas se atraem, apesar disso ser muito raro mesmo. E isso também é okay - mas nesse caso esteja preparado em saber que continuar se chamando de gay ou hetero para todo mundo não vai ser muito legal para como as pessoas vem ela, e vocês deveriam conversar muito mesmo. Ela também tem direito de como as pessoas vão ver ela, e estar com uma pessoa que se proclama não gostar do gênero dela vai fazer as pessoas verem errado. Comunicação é importante para decidir oque fazer.
Caso não queira continuar a relação
É entendivel terminar uma relação por não se atrair mais a pessoa transicionando. De fato, se você não se atrai mais por alguem, mesmo uma pessoa cisgênero, é normal quebrar nessa época. Vocês ainda podem ser amigos muito proximos, e o amor pode virar platonico como de irmãos.
O mais importante é não tentar se impor na outra pessoa. Parar ela de transicionar para não quebrarem é o mesmo que a fazer infeliz. Ninguém nunca deixa de ser transgenero. Se você não pode ficar com essa pessoa depois dela ser trans, lembre que ela está o fazendo por inevitabilidade - ela precisa disso para não ser miseravel. Se você reamente ama essa pessoa, as vezes deixar ir é o melhor.
Porém, entenda que no momento o foco deveria ser ela. Ela que é a pessoa passando por uma transformação de vida incrivelmente impactante. Não importa seus medos, você deve ser forte também. Mas é okay estar mal e sofrer desde que você se lembre disso. Quebrar é triste - mas agora não é o momento de chorar na frente dela. Tente processar nos momento privados, se puder, no inicio.
Caso queira continuar
Deve ser um momento dificil, mas é importante aprender mais sobre pessoas trans agora. Cirurgias, guias, treinamentos, hormonio, vocês deveriam discutir tudo isso e tentar saber oque ela quer e quais são as opções dessa pessoa. Talvez ele mesmo não tenha parado para pensar nisso ainda.
Pense que infelizmente provavelmente uma quantia de dinheiro acabara sendo gasta nesa transição. Apesar de que em varios paises há tratamentos e processos gratuitos, varios deles são impossiveis sem pagar por causa de tamanho de fila das gratuitdades, restrições de area, etc. Contratar um plano de saude que cubra cirurgias é o melhor primeiro passo. Considere também se você se mudaria com eles para uma cidade com mais segurança para eles e disponibilidades de tratamentos trans também.
O preço, dependendo da coisa, pode variar entre uns 100 reais por mês por hormonios, ou uns poucos reais em roupas, até uns 100 mil por uma unia cirurgias. Os preços das coisas dependem muito de area, metodo, oque quer, e tudo, então se informarem para saberem o impacto disso nas suas finanças conjuntas é importante.
Considere ver a masterlist desse blog caso precise de mais informações, ou perguntar.
Além disso, tente manter a mente aberta para se livrar de transfobias que você não sabia que tinha. Existem muitas coisas que são - então tente ouvir a pessoa quando ela indica.
Se prepare também para ter que explicar para os outros. Você não tem direito de chamar essa pessoa pelo nome e gênero antigo só por sua propria conveniencia e conforto de não brigar. Converse com seu parceiro sobre oque eles querem que você fale para os outros, sem pressionar eles. Esteja ciente que você vai precisar aprender a botar o pé no chão para defender eles quando eles não estiverem por perto. Igualmente, se eles não querem falar, respeite isso também! Só eles podem decidir quando sair do armario para alguem, e tirar eles do armario é muito rude.
Mais que tudo, vai ser dificil. Provavelmente você vai ver ele piorar muito mais antes de ficar melhor, mas geralmente é po causa do estresse e de tudo que reprimiram sua vida inteira. Um dia vai ficar melhor. Eles vão ser felizes.
É okay se cansar, tomar dias para relaxar, e achar que as vezes a disforia do se parceiro é demais. Mas só se lembre de ser gentil com isso e se comunicar.
1 note · View note
stupidg0bl1n · 2 months ago
Text
ex003 (0h30) - Pedaços Violeta por toda parte.
A primeira garota que eu me apaixonei - e sabia que estava apaixonada - se chamava Letícia Menezes. Eu tinha doze anos, e, se eu não me engano, ela era um ano mais velha. Estávamos na oitava série, um ano antes de entrarmos para o Ensino Médio.
Ela era alta, já tinha corpo de moça, os olhos puxadinhos, usava um óculos lilás quadradinho e o cabelo escuro ondulado que chegava na cintura - estava sempre preso num rabo de cavalo alto e alinhado, e os cachos dela caíam pelas costas e balançavam como nos filmes quando ela andava. De vez em quando, ela soltava o cabelo e deixava eu fazer uma trança, e eu amava a sensação de ter os cabelos dela deslizando por entre meus dedos - me deixava com uma pressão estranha no abdômen, e eu só fui entender depois que eu estava fantasiando.
Ela escrevia lindamente, e sempre que me mandava os capítulos da história que escrevia - uma fanfic de Harry Potter sobre uma descendente de Godric Griffindor - eu me deliciava com o jeito poético que ela usava as palavras. Comecei a escrever por causa dela.
A gente matava aula no banheiro, e ficávamos dentro da cabine escondida da "tia do corredor", com o corpo bem perto uma da outra. Eu rezava pra ela não conseguir perceber que eu sempre tremia quando ela chegava mais perto, e como meu coração acelerava quando ela me tocava. Mesmo antes de saber que isso era paixão.
Na época, eu ainda era muito influenciada pelos meus pais conservadores, e a ideia de gostar de uma garota era absurda demais pra mim. Eu nunca nem havia conhecido uma garota que gostava de garotas, era uma realidade muito distante de mim. Então eu escolhi o primeiro garoto que demonstrou interesse em mim na época - me mandou muitos correios-elegante na festa junina - e decidi que eu estaria apaixonada por ele.
Eu e Letícia passávamos o dia inteiro conversando pelo MSN, compartilhando coisas no Tumblr - ela até tinha minha senha! - e escrevendo fanfics de Harry Potter e originais no Nyah!Fanfiction. Ela me mostrou bandas de rock - o que moldou meu gosto musical e até hoje, com 27 anos, minhas bandas favoritas são Slipknot e SOAD por causa dela. Quando a gente dividia o fone de ouvido Philco pretinho que eu tinha para ouvirmos música escondidas no mezanino da escola Adventista que a gente estudava, a gente conversava bem pertinho, e eu sempre reparava como a boca dela tinha o arco-do-cupido bonitinho enquanto ela falava. Eu senti a respiração dela no meu rosto e sabia que estava vermelha como um tomate.
Acho que ela nunca reparou, de qualquer forma.
Perto das férias de Julho, ela disse que estava namorando uma garota (ELA GOSTA DE GAROTAS?), e eu senti um ciúme tão genuíno e puro que instantaneamente começamos a brigar. Às vezes tinha motivo, às vezes não. Estávamos sempre discutindo e parando de conversar. E eu sofria e chorava. Até que eu me conformei, afinal, nunca uma pessoa tão linda ia gostar de mim, e eu não gostava de garotas, ne?
Bom, eu não gostava de garotas, eu gostava DA GAROTA MAIS INCRÍVEL. Mas ela nunca iria saber, porque perdemos contato no final do primeiro ano, quando mudamos de escola.
Anos depois, quando já tínhamos terminado o Ensino Médio e eu estava 90% do tempo no cursinho pré-vest, ela me achou no facebook, e a gente conversou, e eu contei pra ela que era apaixonada por ela.
Ela respondeu "eu não acredito nisso... porque eu também era apaixonada por você"
A gente saiu, e ela me roubou um selinho - meu primeiro beijinho com garotas - a gente tinha 18/19 anos. Ela não tinha mais os cabelos compridos, eram curtinhos como os de garotos. O óculos era quadrado e preto, e ela se vestia de maneira mais masculina. Pagou meu café, me levou até meus pais, abraçou minha mãe e sorriu pra mim de um jeito tão genuíno que a única coisa que passou pela minha cabeça foi "eu quero casar com ela".
Depois disso, ela me deu um fora alegando que eu só estava usando ela pra experimentar. Não entendi direito qual parte de eu estar completamente obcecada desde os 12 anos deu a entender que eu estava apenas querendo experimentar, e depois disso eu perdi completamente a coragem de me relacionar com garotas. Não sabia o que tinha feito de errado pra afastar a única menina que eu amei de mim, mas não iria arriscar de novo.
Esse ano, quase 10 anos depois daquele dia trágico, a gente - meio que - voltou pra vida uma da outra. Minimamente, sem pretensão nenhuma. Ainda somos muito parecidas, ela também é neurodivergente, do BDSM, Não-monogâmica, comunista (e ela também mudou de nome)... coisas que a gente já sabia que teríamos em comum, que sempre fizeram parte de quem nós somos, só não tínhamos termos para definir tudo quando pré-adolescentes.
Eu não sou mais apaixonada por ela, apesar dela ainda ser uma das mulheres mais lindas que eu já conheci, meu coração não aceita mais pessoas como ela por perto. Preciso de uma paz que ela nunca poderia dar e seria infantil da minha parte acreditar que qualquer coisa além de problemas poderia sair de uma relação com essa pessoa. Entretanto, eu penso muito sobre ela. Quando dou play no meu álbum favorito do Slipknot, ou sento pra escrever, e até mesmo quando abro o tumblr, tem pedaços dela por todos os lugares.
Sempre vai ter pedaços Violeta por todos os lugares. 
1 note · View note
cyprianscafe · 3 months ago
Text
Direito Romano, Direito Canônico e Jurisprudência Islâmica
Com a mudança do Império Romano pagão para o Império Romano Cristão, ou Bizantino, houve um retorno a uma das formas anteriores de solidariedade social (semelhante ao antigo judaísmo) com um padrão comum de prática devocional como condição de cidadania e lei e como sua garantia. A prática devocional adquiriu associações doutrinárias restritivas que consignavam pessoas que não aceitavam a doutrina oficial – pelo fato de pertencerem a outra religião – a uma posição fora do quadro legal geral. A doutrina exigia que fossem confinadas a condições civis e religiosas que eram restritivas política e socialmente, e regidas por leis especiais. Assim, as relações entre confissões foram politizadas e a convivência religiosa tornou-se refém das relações interestatais e da adesão à fé majoritária, em meio a um clima carregado de animosidade religiosa e desprezo, alimentado por diferenciações socioculturais que atribuíam primazia a um grupo sobre outro porque os governantes haviam sacrificado a universalidade da lei à adesão doutrinária, infligindo danos à estabilidade social e à paz. Alguns autores católicos ainda veem o cesaropapismo bizantino como um ideal cristão. Neste sistema, o estado não apenas proclamava e patrocinava – através da pessoa do Imperador – a formulação da doutrina (como nos concílios doutrinários em Nicéia e em outros lugares) e apoiava e propagava a verdadeira forma da doutrina. O Estado também se baseava na religião e em seus propósitos finais como base para o Estado e as leis e buscava adaptar as realidades sociais às demandas da interpretação cristã exercida pelos clérigos.
A autoridade religiosa estabeleceu as bases oficialmente legitimadoras para a autoridade civil e julgou em muitos assuntos civis. Nenhum dos assuntos mencionados foi definitivo e imutável. A história não admite finalidades. O uso de simbolismo religioso por Constantino, pagão e cristão, foi constante. Quando ele transferiu a capital imperial para Constantinopla (Istambul após a conquista otomana de 1453), a cidade foi consagrada à Virgem Maria. Ele então convocou o Concílio de Niceia em 325 d.C., convertendo-se ao cristianismo apenas em seu leito de morte, tendo também promovido cultos pagãos em um contexto onde o cristianismo desfrutava de formas de primazia. Mais tarde, absorveu fontes anteriores de autoridade e as cristianizou, conferindo a elas suas próprias características e seu nome. O estado pagão foi o primeiro a proteger a Igreja e trazê-la para a estrutura do governo. Esse começo não impediu a Igreja de colocar seu selo no novo estado, e foi o próprio estado que realmente buscou essa mudança para uma teocracia política. O estado bizantino incorporou o ideal de um estado cristão. De fato, é estranho que intelectuais e pesquisadores árabes em história religiosa islâmica e califado ignorem a herança política e religiosa do Levante pré-islâmico.
Assim, as decisões dos Concílios entraram no campo do direito público e privado. No Código de Justiniano (483–565 d.C.), elas assumiram um peso igual ao de outras fontes de direito. O direito romano foi misturado com conceitos eclesiásticos de tal forma a preservar uma herança legal que se desvinculou, em última análise, da religião e foi integrada em distintos sistemas legais europeus modernos. Na medida em que a Igreja estava operando sob o patrocínio de um grande estado com fortes estruturas em Bizâncio, ela se tornou em Roma a única autoridade coerente em tempos de grande instabilidade precipitando e seguindo o que é conhecido como invasões bárbaras. Roma tornou-se, a partir de então, a patrona espiritual do Sacro Império Romano, estabelecido quando o Papa Leão II coroou Carlos Magno Imperador no dia de Natal do ano 800. A Igreja só adquiriu poder político e militar efetivo igualando o poder de reis e notáveis ​​na época de Gregório VII (r. 1073–1085), um poder que aumentou e diminuiu com o passar dos séculos e mudanças nas relações interestatais e real-imperiais na Europa e além. Este poder – seja político ou religioso – sempre esteve intimamente ligado ao estado, o estado como patrono e a Igreja como guia, dado que seu pessoal era o elemento letrado do poder. A função legal da Igreja era limitada a decidir questões legais relativas à Igreja, suas relações internas e organização e o campo de culto; mas isso foi estendido a muitas áreas da vida, especialmente na era de ouro do Direito Canônico do século XI ao XIII. Isso coincidiu com o controle da Igreja sobre o rito de passagem conhecido como batismo. A usura foi proibida e o casamento foi regulamentado: onde o casamento tinha sido baseado em práticas locais e tribais, como as dos francos que permitiam o casamento de irmãos e irmãs, o casamento tornou-se um vínculo sacramental que transcendia a sociedade e era supervisionado pela Igreja. A Igreja então, em uma história altamente complexa e conflituosa, codificou as regras da guerra e da autoridade política, e adotou o princípio da primazia papal e patrocinou teorias políticas que fizeram dos reis imagens e imitações de Cristo e do pensamento político uma cristologia política. Isso mais tarde se tornou a teoria do direito divino dos reis e do governo pela graça de Deus.
Essa preocupação com as relações sociais e a política, além do culto, não foi o único elemento que tornou as tradições jurídicas e intelectuais cristãs comparáveis ​​às do islamismo. Os mecanismos lógicos e paralógicos conceituais que foram usados ​​no pensamento cristão ocidental eram comparáveis ​​aos da jurisprudência islâmica e seus princípios fundamentais, como a ab-rogação, a analogia e a atribuição do poder de interpretação ao legislador, depois à doutrina e aos costumes. Tudo isso indica em termos legais condições comuns de desenvolvimento romano e do Oriente Médio, além da convergência das duas religiões no contexto das duas religiões monoteístas e os conceitos resultantes de poder, autoridade e texto.
Secularism in the Arab World: Contexts, Ideas and Consequences - Aziz Al-Azmeh
0 notes
fic-masquerade · 3 months ago
Text
Plots
O que são? Plots são enredos pré-escritos, de forma vaga, que ficheiros podem usar para construir os seus personagens; são sugestões de histórias. Podem combinar vários plots num personagem só, seguir o plot à letra ou apenas usá-lo como inspiração para o personagem. Adicionalmente, não é necessário usar um plot! São apenas contornos de personagem que acho interessante para o enredo.
Plots - A Comitiva Bosco, Marigold e Jaspe são plots com arquétipos definidos, e têm prioridade em relação às outras fichas visto serem personagem pré-existentes na história. Quem escolhe os seus plots tem a liberdade de decidir se as personalidades e relações que foram mostradas entre eles são verdade ou não, se são humanos ou não, toda a sua história e reais motivos para estarem em Soupir ao lado do Conde. Os seus plots são máscaras, e cabe aos respetivos ficheiros decidir o que se esconde por detrás delas.
Lista de Plots
Capitão Jaspe
Tumblr media
O mais misterioso dos 3, a sua silhueta alta e forte e o silêncio sob o manto vermelho impingem respeito nos que o rodeiam. Agindo como a espada e escudo do Conde, o seu conhecimento e perícia com armas são inigualáveis. Apesar de não apoiar as ações do Conde, obedece-lhe hesitantemente; com certeza há uma razão mais profunda para a sua lealdade.
Lady Marigold
Tumblr media
Com o mundo dos negócios na ponta dos dedos, Marigold é uma empreendedora nata, fluente na língua do dinheiro e da troca. Não há objeto ou rumor caro que a mascarada florida não possa comprar. Mesmo estando afiliada com ele, deixa claro o seu descontentamento pelo Conde e a sua inimizade com Bosco.
Signor Bosco
Tumblr media
Contrastando com os seus colegas, Bosco não poderia estar mais de acordo com o Conde, sendo não só o seu braço direito como também o facilitador das suas manhas. Tal como a sua máscara, Bosco é extravagante; um filantropo com amor pela cultura e uma língua travessa que consegue o que quer por quaisquer meios. Se é por ignorância ou maldade, ninguém sabe ao certo.
Reflexo Alado
Tumblr media
Uma troca à nascença; um fae criado sem conhecimento das suas asas e um humano crescido a desejar tê-las. É na ilha de Soupir que se reencontram, questionando a sua vida agora que a veem da perspetiva dos olhos da sua cara-metade.
Maldição da Lua
Tumblr media
Por quanto tempo se pode esconder um segredo? Com a Lua a contar o tempo, a revelação da natureza de um lobisomem é inevitável e inescapável. No meio do mar e com os olhos postos em si, o lobo dormente não tem escolha a não ser revelar-se.
Desejos da Coroa
Tumblr media
A imensurável distância entre a realeza e o povo reduz-se a zero por detrás das máscaras. Sem satisfações a dar ou objetivos a cumprir, o herdeiro protegido pode finalmente obedecer a voz do seu coração.
Magia Secreta
Tumblr media
Escapando às brasas da rejeição da população sob um pretexto divino, um feiticeiro aceita a oferta de ver por si mesmo a ilha de Soupir. Este estudante da natureza mágica está determinado a desvendar os segredos da ilha e do seu mestre.
Guardião Perdido
Tumblr media
O amor é uma força poderosa, cegando até mesmo os que vêm para além do visível. Um anjo da guarda apaixonado pelo seu protegido; será a sua afeição genuína, ou apenas uma compulsão? Entre o dever e a vontade, vê-se ainda cativado por um outro alguém.
Sede Carnal
Tumblr media
A vida é curta para quem se alimenta dela; o frio é passageiro entre goles de sangue e o calor pouco afeta aqueles cujos corações não batem. Habituado a passar despercebido por entre a multidão das suas presas, o vampiro nunca pensara que o jogo pudesse virar contra si.
0 notes