#Trilha Sonora para um Golpe de Estado
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"Trilha Sonora para um Golpe de Estado" (Soundtrack to a Coup d'Etat) - cinema.
Documentário que estava concorrendo pelo Oscar. Está na cidade há um tempo e só consegui ir ver agora. Sobre a Guerra Fria, a ONU e a guerra no Congo. Com jazz, claro, como fica explícito no título e no cartaz que remete às capas clássicas do estilo musical.
depois de ver: o material pesquisado é impressionante. imagens, músicas, entrevistas. as vezes o filme me pareceu editado demais, muito corte pra ficar moderno, mas isso cansa e as boas rimas da edição se perdem no meio.
#Trilha Sonora para um Golpe de Estado#cinema#Soundtrack to a Coup d'Etat#Johan Grimonprez#2024#Eva Gabor#Ella Fitzgerald#Louis Armstrong#Malcolm X#Nina Simone#Fidel Castro#Nikita Khrushchev#Patrice Lumumba
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Trilha sonora para um golpe de Estado
O filme de Johan Grimonprez trata-se de uma recusa cabal de duas conhecidas linearidades, a da história e a da linguagem documental Sixto López-Reine – Pensée nocturne, 2016 Escrito por JOÃO LANARI BO* Mark Twain é conhecido, além dos saborosos livros que escreveu, por ter sido um frasista contumaz, irônico e agudo. Certa vez, disse: “A história não se repete, mas muitas vezes rima”. Do outro…

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Crítica - Trilha Sonora para um Golpe de Estado
Trilha Sonora para um Golpe de Estado junta jazz e descolonização para contar uma história política e atemporal #TrilhaSonoraparaumGolpedeEstado #Oscar2025
Trilha Sonora para um Golpe de Estado nos conecta com jazz, colonialismo e os bastidores da Guerra Fria. Indicado ao Oscar 2025 de Melhor Documentário de Longa Metragem, o filme chegará aos cinemas no próximo dia 30 de janeiro. O documentário, dirigido pelo cineasta belga Johan Grimonprez, será lançado no Brasil pela Pandora Filmes. Assim, o longa nos coloca em um dos assuntos mais comentados…
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A eterna criança em nós, aliando-se ou alienando-se ao jogo de interesses.
Por: Fred Borges
A criança em nós deve ser protegida, velada,nutrida, ela é a base do fluxo de vida, ela é a própria vida!
A criança em nós deve saber ou conhecer seus limites, pois conhecer nossos limites faz-nos respeitar, ser humildes,humanos, circunscritos ao círculo das fronteiras, isto não nos impede de voar voos mais longos, mais distantes, mas o auto conhecimento e a educação são as bases desses voos,voar e navegar é preciso, tomando o dominando o conhecimento da previsibilidade,o planejamento,a racionalidade e das técnicas e teorias acessíveis,humanos sensíveis.
Em Pobres Criaturas, numa sinopse, a jovem Bella Baxter (Emma Stone) é trazida de volta à vida pelo cientista e guardião Dr. Godwin Baxter (Willem Dafoe). Inicialmente ingênua, Bella está ansiosa para aprender sobre o mundo ao seu redor, embora sob a proteção de Baxter. Querendo ver mais do mundo, ela foge com Duncan Wedderburn (Mark Ruffalo), um advogado astuto e debochado, e viaja pelos continentes. Livre dos preconceitos de sua época, Bella exige igualdade e libertação.
A liberdade é circunscrita à igualdade e dignidade de todos os cidadãos no acesso à riqueza,à educação, à saúde, à segurança e à qualidade do todos esses ítens acima de tudo.
Em outro filme: Zona de Interesse, numa limitada e focada sinopse,são pessoas comuns, com dramas e dificuldades bastante mundanas, cujo lar fica vizinho ao campo de concentração de Auschwitz, mas que ainda assim são capazes de apoiar e cometer atrocidades sem um pingo de remorso.
A trilha sonora do filme são os gritos, tiros, choros, testemunhas auriculares do terror.
Não há jornada de redenção, porque nenhum dos personagens sente que precisa de uma.
Ninguém parece minimamente desconcertado por tudo que está acontecendo.
Assim, o impacto do filme fica todo na desconexão de sentimentos entre a trama e o público, que (idealmente) sabe o enorme preço de cada “vitória” da família, paga com vidas humanas.
Qual a conexão entre os dois mundos : Pobres Criaturas e Zona de Interesse.
Do surrealismo ao realismo e vice-versa, caminhamos no descampado da inocência de uma criança, criança e ignorância são determinantes para acompanhar o instinto, criatividade e inovação são elos necessários para evolução.
Mas, quando a educação se faz ou se constrói de eventos chocantes, comuns, quando atrocidades etico- morais se tornam normais e até mesmo naturais,quando a natureza perversa do ser humano de banaliza pela ignorância?
Esse foi todo o argumento utilizado por Hannah Arendt em as Origens do Totalitarismo e a Banalidade do Mal, ambos livros levam-nos numa metáfora " adquirir" uma casa, nosso futuro lar, ao lado de um campo de concentração ou um presídio chamado Papuda em Brasília, onde 1.200 pessoas estão presas sob acusação de serem possíveis terroristas do pseudo golpe de 08.01.2023.
Não há aqui comparações com o Holocausto do Judeus! Tamanha burrice deixemos para ditaduras e ditadores da esquerda.
Mas sim, a banalização do mal e de forma inicial e sorrateira de um Totalitarismo de Estado.
Lembrando do trecho da seguinte poesia :
"Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem:
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho e nossa casa,
rouba-nos a luz e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.
Nota: Trecho do poema "NO CAMINHO, COM MAIAKÓVSKI", muitas vezes erroneamente atribuído a Vladimir Maiakóvski do poeta Eduardo Alves da Costa.
Não seríamos todos protagonistas enquanto cúmplices silenciados pela conveniência e pelo medo?
Nossa criança estaria calada pois acha comum, normal e natural a violência?
Não seríamos todos pobres criaturas num jogo de interesses, onde o mal está dentro de nossas crianças, criança interior, e pobreza interior?


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O longa-metragem "Hamlet", de Zeca Brito, faz sua première mundial na 46ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, no dia 25 de outubro (terça-feira), às 21h20min, no Espaço Itaú de Cinema - Frei Caneca, com reprise na quinta-feira (27) às 14h, no Cine Satyros Bijou, dentro da Mostra Brasil. Em meio ao caos político no Brasil de 2016, os estudantes secundaristas se unem aos movimentos sociais, tomam as ruas em passeatas, protestos e reivindicações. Testemunhando um golpe de estado, o Jovem Hamlet (Fredericco Restori) tem de enfrentar seus maiores fantasmas, sua transformação em adulto e seu lugar na sociedade. "Neste filme buscamos interpretar a sociedade do Brasil atual a partir de suas ruínas, da falência do Estado e de uma juventude que resiste e sonha com outra realidade", explica o realizador Zeca Brito ("Legalidade"). A produção rodada em abril de 2016 em Porto Alegre traz em seu elenco o crítico a ator Jean-Claude Bernardet e uma participação especial da ex-presidenta Dilma Rousseff. "A leitura poética das ocupações estudantis é o contexto da ação em 'Hamlet', e a tentativa de contribuir com mais um capítulo da história brasileira", conclui o diretor que também assina produção (junto com Clarissa Virmond, Frederico Ruas e Tyrell Spencer) e roteiro (dividido com Ruas). Segundo o cineasta, o filme explora o dilema do existir como ser político em meio à desconstrução da democracia brasileira da segunda metade da década de 2010 até hoje. "A dúvida do protagonista fica entre assumir a ação, tomar as rédeas da vida e escrever o próprio destino ou entregar-se aos rumos da história", delimita Zeca. O realizador combina os gêneros de ficção e documentário para retratar uma sociedade dividida entre a cartilha ditada pelas elites e a reflexão da própria ação dos movimentos sociais. "Hamlet" é uma produção da Anti Filmes, com coprodução da Galo de Briga Filmes. Sinopse Em meio ao caos político no Brasil de 2016, os estudantes secundaristas se unem aos movimentos sociais, tomam as ruas em passeatas, protestos e reivindicações. Cobram o fim da desigualdade e denunciam manobras políticas. Diante de um iminente golpe de estado, o Jovem Hamlet tem de enfrentar seus maiores fantasmas, sua transformação em adulto e seu lugar na sociedade. Agir ou não agir? Enquanto as bombas explodem, o coração entra em chamas, o mundo exterior em ruínas e por dentro a construção da cidadania e a chegada da maturidade. Ser ou não ser? Serviço Première mundial - 'Hamlet', dir. Zeca Brito 46ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo Dia 25 de outubro (ter), às 21h20min, no Espaço Itaú de Cinema - Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569 - Consolação); Reprise: dia 27 de outubro (qui), às 14h, no Cine Satyros Bijou (Praça Franklin Roosevelt, 172 - Consolação). Ficha Técnica Híbrido de Ficção e Documentário | 87 min | P&B | Brasil | 2022 Elenco: Fredericco Restori, Jean-Claude Bernardet e Marcelo Restori Participação especial: Dilma Rousseff Produção executiva: Clarissa Virmond, Frederico Ruas, Tyrell Spencer e Zeca Brito Direção de produção: Maria Elisa Dantas Fotografia: Bruno Polidoro, Joba Migliorin, Lívia Pasqual e Zeca Brito Montagem: Jardel Machado Hermes Supervisão de pós-produção: Tyrell Spencer Desenho de som e Mixagem: Tiago Bello Trilha sonora original: Rita Zart Roteiro: Frederico Ruas e Zeca Brito Direção: Zeca Brito Empresa Produtora: Anti Filmes Coprodutora: Galo de Briga Filmes Instagram: @hamletofilme
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Trilha sonora de jogos
Antigamente não se tinha a tecnologia de hoje em dia, que permite utilizar músicas com instrumentos reais em vários tipos de jogos. Em vídeo-games como o Nintendo 8 bits ou Nintendinho (NES, Nintendo Entertainment System), Atari, Sega Genesis (Mega Drive) e Super Nintendo (SNES, Super Nintendo Entertainment System) era muito comum utilizar aquelas musiquinhas eletrônicas chamadas MIDI (formato das músicas), que você frequentemente vê sendo produzidas por instrumentos musicais como teclados. Eu sou músico, mas não sou programador de jogos. Então fica valendo aquela regra básica: Quem entender de programação de jogos ou até mesmo do assunto mesmo não sendo programador, me corrige, ok?
As trilhas sonoras com instrumentos reais e até mesmo vozes começaram mesmo é com os jogos de CD. Bem antigamente mesmo já haviam vídeo-games que funcionavam com jogos de CD, não com jogos de cartucho como a maioria dos vídeo-games daquela época. Então, quando alguém tinha um vídeo-game de CD naquela época, além da pessoa pagar bem mais barato pelos jogos, ela ainda tinha uma versão real da trilha sonora. Com qualidade de CD. Era como se ela estivesse ouvindo uma música de verdade, de algum CD de música enquanto joga o game. Na verdade essa era a trilha sonora do próprio jogo em si. Alguns dos jogos de CD apresentavam animações (filmes) com a dublagem de seu país de origem no meio do jogo. Sabem aquelas cenas que aparecem quando você vai começar uma fase ou passa de fase? Por exemplo, um jogo feito no Japão com dublagem japonesa. Aí quando ele era lançado pouco tempo depois nos Estados Unidos, por exemplo, recebia uma dublagem americana. Aí a criançada delirava de tanta alegria. Como uma tecnologia de CD era avançada para aquela época !!!
Tecnicamente as versões de CD possuem as melhores trilhas sonoras. E não é à toa, quando você ouve aquelas musiquinhas eletrônicas em formato real, com vozes e instrumentos reais, realmente é coisa de outro mundo!
Porém nem tudo são flores em consoles caseiros de CD. A versão de “Final Fight” para Sega CD ficou com a jogabilidade não muito boa, é meio difícil de controlar os personagens e executar os golpes. O gráfico do Sega CD também não é lá grande coisa, mas ficou bom, tipo nota 8. Alguns cartuchos de jogos convertidos em versões de CD’s ficam realmente bons. Outros pecam em alguma coisinha ou outra, entendeu? Principalmente se a versão de CD do jogo for convertida num jogo bem diferente, tipo...com outro sistema de jogo, outra história, outros personagens, jogabilidade diferente. Pode ficar desde excelente até péssimo. É questão de gosto pessoal também. Isso sem citar o fato de que normalmente os consoles de CD’s não recebiam tantas conversões de jogos assim, ficando com uma biblioteca ou um acervo limitado de games.
Falando em gosto pessoal, não é só porque as versões de CD quase sempre (ou sempre) saem ganhando em disparada quanto ao quesito trilha sonora que você precisa obrigatoriamente considerar a trilha de um jogo de CD como a melhor ou uma das melhores. Isso acontece muito falando em termos técnicos. Os termos técnicos nem sempre dizem tudo, embora dizem alguma coisa sim! Seu gosto pessoal PODERIA ser, por exemplo, da trilha sonora de um vídeo-game de mão, tipo aqueles mini-games que a gente carrega na mão pra qualquer lugar. Aliás, inclusive existem trilhas sonoras em formato eletrônico, bem simplezinhas mesmo, que embora feitas para vídeo-games que não tenham uma capacidade de reproduzir um som de alta qualidade, conseguiram assim mesmo se destacar pela maneira como foram feitas. Não tanto pela qualidade sonora, mas pela maneira como foram produzidas. Mesmo com intrumentos em formato eletrônico, ou seja, o pessoal fez uma trilha sonora tão boa que mesmo ela sendo feita com instrumentos eletrônicos de baixa qualidade ainda assim conseguiu se destacar e ficar marcada na memória dos fãs. Um bom exemplo disso é o jogo “Samurai Shodown 1″ versão para GB (Game Boy). O Game Boy é um console de mão, que vc pode carregar pra qualquer lugar. E mesmo assim muitos consideram a trilha sonora de “Samurai Shodown 1″ para Game Boy como a melhor versão das músicas já feita para esse mesmo jogo.
https://www.youtube.com/watch?v=E7uhwqzPj1M&list=PLgBjB4nzp_2ZUEd-EHnXzgF8LRWj2szBv
Outro ótimo exemplo é “Street Fighter II: The World Warrior” para SNES (Super Nintendo Entertainment System). O Super Nintendo é um console de 16 bits e as músicas em formato MIDI que o sistema comporta são bem superiores se comparadas a músicas eletrônicas de baixa qualidade. O SNES ficou conhecido por ter uma das melhores bibliotecas de jogos de todos os tempos, mesmo sendo um console humilde. Muitos jogos feitos ou convertidos para Super Nintendo ficavam tão bons que muitos fãs a primeira coisa que fazem é lembrar de um jogo em sua versão para SNES. O SNES possui músicas eletrônicas de alta qualidade, mesmo sendo em formato MIDI (programadores me corrijam novamente se eu estiver errado...). E embora seu hardware não seja tão poderoso para os dias de hoje, ainda é considerado um vídeo-game que fez história por causa de muitos dos seus jogos. Como estava dizendo anteriormente, “Street Fighter II: The World Warrior” ou simplesmente “Street Fighter II” é a primeira versão do jogo “Street Fighter 2″. Ela foi lançada para Arcade e teve algumas conversões para consoles caseiros e computadores pessoais da época. Uma das melhores conversões já feitas foi exatamente para o Super Nintendo ou SNES. Confira logo abaixo a trilha sonora do jogo para SNES:
https://www.youtube.com/watch?v=Ceedgl2wKbg
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Domingo Espetacular 20/06/2021: Tudo sobre Lázaro Barbosa, o serial killer de Goiás e entrevista com Vin Diesel

Domingo Espetacular mostra detalhes sobre Lázaro Barbosa que vem desafiando a Polícia em Goiás O Domingo Espetacular deste domingo, 20 de junho, traz uma reportagem que mostra detalhes sobre o serial killer que vem aterrorizando os moradores do distrito federal e do estado de Goiás. Na Grande Reportagem, Roberto Cabrini vai até a região onde o serial killer Lázaro Barbosa se esconde e investiga seus crimes. Assassinatos, roubos, estupros. Um homem com uma enorme ficha criminal, procurado por mais de duzentos policiais depois de matar uma família inteira. O programa traz também uma entrevista exclusiva com um dos astros mais bem pagos de Hollywood, Vin Diesel. O ator fala dos desafios de gravar cenas de ação. Ele também comenta o encontro com Anitta nos Estados Unidos. A estrela da música pop brasileira foi ao país porque que teve uma de suas músicas escolhidas para a trilha sonora do nono filme da franquia “Velozes e Furiosos”. “Maravilhosa, Maravilhosa, Maravilhosa. Achei ela maravilhosa, muito talentosa”, elogia Diesel. O ator também fala das boas lembranças que tem do Brasil, onde fez gravações em favelas, há dez anos. “Recentemente, eu estava trabalhando em ‘Velozes 10’ e a gente sempre tem a ideia de voltar ao Brasil como parte desse grande final da saga, porque foi tão importante” E mais: uma reportagem especial denuncia: celulares têm sido utilizados como ferramentas para golpes, roubos e tráfico. Uma investigação aponta que os criminosos usam um aplicativo até para conectar consumidores de drogas. O Domingo Espetacular começa logo após mais uma edição do Canta Comigo, não perca! Para assistir o Domingo Espetacular e a programação da RECORDTV, clique aqui! Read the full article
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Diomedes Chinaski encerra 2018 com “24 Horas de Liberdade”
Nova matéria públicada em https://www.vidaloka.net/diomedes-chinaski-encerra-2018-com-24-horas-de-liberdade
Diomedes Chinaski encerra 2018 com “24 Horas de Liberdade”

O rapper pernambucano Diomedes Chinaski lançou na última sexta-feira, dia 28 de dezembro de 2018, seu último single “24 Horas de Liberdade” de 2018, simbolizando os últimos momentos de libertação enquanto o Brasil não é governado pelo próximo presidente.
Esta é a primeira faixa coproduzida por Diomedes Chinaski, ao lado de DK e DJ Bac. O clipe foi gravado no centro de São Paulo e teve atuação da atriz Aline Tófalo, personagem central de uma história vivida por diversos momentos e lembranças de um homem considerado uma ameaça para o Estado.
O Aprendiz aposta no amor como forma de revolução e fuga dos dias que virão. As cenas apimentadas de tesão entre o casal criaram uma atmosfera de adrenalina e tensão entre os amantes. O roteiro do vídeo foi assinado pela produtora Tássia Seabra, em parceria com o próprio MC, num projeto encabeçado pela Aqualtune Produções, coletivo e produtora de mulheres negras criado em Recife, capital pernambucana, com o intuito de dar visibilidade e profissionalizar artistas periféricos. A produção audiovisual é da Valete de Copas.
“Essa música fala de aproveitar o último dia de liberdade com toda força, para ficar na memória, já que fodeu tudo. Com uma ditadura, tudo se torna menos humano e até mesmo o sexo é controlado. Tem um trecho do livro “1984” (clássico de George Orwell) em que os personagens transam muito e com uma vontade muito grande porque até o sexo estava proibido pelo governo. Então, eles transam escondidos e com uma excitação política”, explica Chinaski, que arremata: “A ditadura vem com uma onda de moralismo muito grande e o sexo acaba sendo um ato de rebeldia e revolução também”.
Tássia acredita que a participação da atriz contribuiu muito para o resultado do trabalho e ressalta a importância deste papel. “A atriz é uma mulher negra que representa muitas mulheres de hoje, que já sofreram muito com a objetificação, mas que querem viver a autonomia dos seus corpos e exercitam sua sexualidade sem medo de rótulos”, explica.
Esta é a segunda parceria de Diomedes com Valete de Copas, que já usou a música Quem mora lá?, como trilha sonora de um documentário que aborda a questão do déficit de moradia no Recife. No ano em que a Declaração Universal dos Direitos Humanos completou 70 anos, o artigo 19, que versa sobre liberdade de expressão, também está sinalizado no clipe por meio do trabalho do artista pernambucano Outro, autor da capa de Comunista Rico, que aparece no criado mudo.
O chapéu vermelho com o nome de Lula, a parede de avisos com os alvos do guerrilheiro são outros indícios que dialogam com o atual cenário político brasileiro, uma marca do trabalho de Chinaski.
“Queria que a sonoridade lembrasse o Brasil do Golpe de 1964, optei por samplear Bossa Nova, porque acho que ela representa muito isso. Não a apropriação cultural e a revolução branca burguesa da época. Essa atmosfera me faz lembrar os dias atuais. Os intelectuais burgueses sambando sem malemolência, os militares loucos. Acho que a sonoridade da Bossa Nova traz esse Brasil para as nossas cabeças”, explica o músico que assina coprodução do beat ao lado de DK e DJ Bac. “Agora, produzo executivamente junto com os beatmakers na tentativa de buscar sonoridades ímpares e inovadoras”, revela o Aprendiz, que tem como inspiração nomes como Kanye West e Tyler The Creator.
O clipe foi disponibilizado no YouTube a música entrou nas plataformas de streaming no último domingo, dia 30 de dezembro, do ano.
youtube
Destacamos que o videoclipe conta com restrição de idade
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O Minimalismo Cativante de Fumito Ueda | Parte 2 - Shadow of the Colossus
ATENÇÃO: O TEXTO A SEGUIR POSSUI SPOILERS!
Faz um bom tempo desde que dissertei acerca do game ICO, na primeira parte desta inusitada empreitada que resolvi perscrutar. E assim como levei um bom tempo até organizar minhas ideias sobre aquele game, demorei até mais com Shadow of the Colossus. E assim como aconteceu com a obra prévia de Fumito Ueda, minha primeira impressão do game foi boa (a atmosfera opressora e desoladora era encantadora), mas não joguei tão a sério e logo o larguei por motivos bobos, como não acreditar que conseguiria zerar ou algo do tipo. Minha segunda jogatina, já pertencente à coletânea do PS3, foi maravilhosa… Não fosse por um mísero detalhe (que nada tem a ver com o jogo em si, por mais confuso que soe), que até adiou este texto mais do que previ.
Ainda tinha que retirar de minha mente o problema que me ocorreu ao tentar terminar a campanha, no qual o jogo simplesmente travava sempre que os créditos finais apareciam, sempre na mesmíssima parte. Procurei ajuda online, que basicamente dizia como se livrar de arquivos corrompidos, que seriam o motivo desse erro. Realizei todo o procedimento (longo e tortuoso), e lá estava eu, mais uma vez enfrentando o último colossi, já sem o mesmo brilho nos olhos. Assim que os créditos apareceram, simplesmente saí do recinto para fazer qualquer outra coisa que não envolvesse ouvir a última trilha em looping numa tela parada. Quando voltei… Fim. O que me aliviou, num primeiro momento, mas logo causou frustração: há uma cena durante os tais créditos que se passa logo após a última do jogo.
Mas são águas passadas. E um mero erro aleatório que não estraga minhas memórias com o game como um todo. Mais uma obra inesquecível, sem dúvidas. E assim como ocorreu com ICO, quis dar um belo de um soco em meu rosto por não ter aproveitado plenamente Shadow no primeiro encontro.
Ambos os jogos começam, prosseguem e terminam com um belo ar de mistério. Neste caso, você só sabe que Wander (o protagonista) está levando a garota Mono, com a ajuda da égua Agro (sua companheira por toda a aventura), para uma terra proibida (literalmente, Forbidden Lands) a fim de ressuscitá-la com a ajuda de uma entidade denominada Dormin. Todavia, claro, não é tão simples assim: para que tal feito seja realizado, nosso herói (?) precisa destruir as estátuas de 16 colossi, o que só pode ser efetuado ao matar as criaturas que elas representam. Por um bem maior, certo? Rezemos.
Agora que temos controle sobre Wander, é hora de achar nosso primeiro adversário (?) através da luz que reflete na Ancient Sword (”Espada Anciã”, em tradução livre), habilidade essa que revela a localização das criaturas, bem como seus pontos fracos (quando perto deles), que são marcas em seus corpos que se acendem e mostram um símbolo em comum entre todos esses seres.
Interessante como somos apresentados aos controles da forma mais comum possível, num mini tutorial onde precisamos escalar a parte de uma montanha (único método para se chegar à primeira criatura), o que já nos prepara ao que iremos realizar durante toda a jogatina, nos mostrando o quão importante é a barra de grip (o que é excelente; não ter tal feature tiraria a tensão dos combates). Além de mostrar uma física tão estranha quanto a de seu game predecessor, onde o personagem principal parece tão leve quanto uma pluma. E assim somos ensinados a lidar com os colossi, de forma orgânica. Diria que somos acostumados, até.
Cada um desses seres serve como uma fase. Sim, são boss battles, mas regadas de puzzles intrínsecos àqueles cenários e criaturas. Não basta simplesmente escalar cada um deles e acertar o ponto vital. Em muitas ocasiões, você precisa analisar tudo ao seu redor para saber como lidar, enfrentar esses colossos. Às vezes você precisa esperar um ataque no chão para subir pela arma da criatura, ou acertá-la nas patas no exato momento em que se desgrudam do chão, ou persegui-la por todo um cenário que envolve um exercício de plataforma. Há muitas maneiras de se enfrentar os pobres seres.
Sim, senti pena por cada colossi que exterminei. Fossem agressivos ou não, a sensação ao matar cada um deles nunca foi de vitória. Até mesmo a trilha sonora nos entrega uma melodia um tanto quanto melancólica, por mais que permanecesse épica e estrondosa durante todo o embate. A câmera lenta antes do último golpe acertar o ponto fraco, antes mesmo da mudança na trilha, já indica que há algo de diferente. Sem falar no sangue escuro que jorra a cada estocada. E ao término de cada um desses combates, Wander é levado de volta ao templo no qual Mono fora deixada, seguido da imagem da estátua do respectivo ser exterminado se quebrando numa leve explosão. Interessante notar, também, que nesses momentos nos quais o protagonista retorna inconsciente ao local, o número de sombras que se agrupam ao seu redor aumenta, de acordo com quantas criaturas matou; no caso de Mono, o número de pombos brancos que se agrupam ao seu redor também aumenta, na mesma proporção.
Essa brincadeira de luz e sombra é algo que me atrai demais à história do jogo, por mais que essa permaneça mais para que o jogador a interprete (outra marca registrada de Ueda). É por isso que questionamos a moralidade de nosso protagonista. A cada morte realizada, ele descende mais e mais; Mono parece ascender mais e mais, por sua vez. Cada colossi exterminado é um peso extra na consciência, e uma provável chance a mais de ver a garota viva mais uma vez. Garota essa que fora morta por carregar um destino amaldiçoado. Quem realizou o ato? Wander? Seria, então, uma chance de redenção? Ou outra pessoa a executou? E amaldiçoado como, exatamente?
Há trechos de calmaria entre um combate e outro, no qual podemos percorrer o gigantesco cenário com Agro. São nesses momentos que temos tempo para pensar sobre o que estamos fazendo por toda a jogatina: “Wander, sério, matar os colossi a troco de talvez ressuscitar sua amada ou que for? Pior, confiar na palavra de uma entidade duvidosa? E essas criaturas que nada fizeram contigo? Você era o intruso em cada uma de suas terras. E seu estado só piora a cada ser executado, com aqueles tentáculos em preto e ciano saindo de cada um deles e o atingindo”.
Além disso, são nesses mesmos trechos que podemos explorar o vasto cenário à vontade. Dentre save points espalhados, outros seres que habitam esta terra também se fazem presentes (um em especial até mesmo ajuda sua barra de grip a aumentar um pouco, além das batalhas com os colossi. Parecem lagartixas negras com caudas em ciano brilhante. Costumam habitar os tais save points e alguns lugares escondidos). Florestas, campos arenosos, cavernas. São lugares que, estranhamente, trazem uma sensação de conforto e opressão. O descanso após uma longa peleja, e a enervante iminência de uma nova. Um silêncio acalentador e pavoroso.
E como já devem ter percebido, você passa bastante tempo tanto sozinho quanto na presença de Agro. Ela inclusive pode ajudar em alguns combates, lhe garantindo maior mobilidade. Mas mais importante: é sua única companhia numa terra a qual desconhece. A conexão chega ao ponto de se sentir até mesmo vulnerável sem a nobre criatura ao seu lado. Novamente, assim como em ICO, isso é proporcionado através do gameplay puro e simples.
Por isso que, momentos antes do confronto com o último colossi, a “perda” de Agro seja tão desnorteante. Lá está Wander, prestes a enfrentar uma gigantesca criatura, completamente sozinho. Não chega a ser uma batalha tão difícil, mas sua escala é consideravelmente maior que as anteriores. E até mesmo esse ser medonho ocasiona a mesma sensação de pena e peso na consciência. Mas agora Wander está prestes a ver Mono viva, e ficamos em semelhante expectativa.
Mas, como o jogo inteiro já antecipava, essa não é uma história com um final tão feliz assim. Ao exterminar todos os colossi, o jovem retorna inconsciente ao templo, mais uma vez, mas agora é possuído por Dormin, e começa a apresentar uma feição mais assustadora e chifres. Um grupo de sacerdotes, do qual suponho que Wander tenha feito parte em conjunto com Mono, chegam no local e condenam todo o ritual, com um de seus acólitos enfiando uma espada na barriga do protagonista, o que faz o mesmo sangue escuro das criaturas jorrar do símbolo de sua túnica (uma devastadora ironia). Mas é tarde, pois a entidade assume uma forma ainda mais aterrorizante, lembrando muito mais um dos seres antes assassinados. Para a surpresa do jogador, você controla um Wander completamente possuído, monstruoso, enquanto tenta afastar os sacerdotes do local.
Há um problema: o líder desse grupo pega a mesma espada que o protagonista carregou por todo o jogo e arremessa o item na piscina esférica localizada dentro do templo. Eles fogem, e uma forte luz branca toma conta do local, tirando os resquícios de Dormin do corpo de Wander. Temos, então, um dos momentos mais tristes de todo o jogo. O jovem é sugado por essa luz, enquanto tenta alcançar Mono. Sabemos que isso não irá acontecer, mas o guerreiro tenta mesmo assim. É nesse trecho de partir o coração que controlamos o protagonista uma última vez, lutando para ficar perto daquela que lutou por tanto tempo para reviver. A luz o suga por completo. Tudo para nada?
Mono acorda, Agro retorna, com uma das patas quebrada, e ambas vão na direção de um recém-nascido com chifres na tal piscina. A garota o segura, todo choroso, e parte para o topo do templo ao lado da companheira de quatro patas de Wander. A criança? Pode ser uma nova encarnação do jovem, um ser totalmente novo, ou até mesmo Dormin em forma humana. Fica a seu critério.
E criança com chifres, certo? Bem, ICO se faz presente mais uma vez neste texto, tendo em vista não só esse fato, bem como sua conexão com Shadow, se situando após os eventos com os colossi. Anos depois, eras depois… Quem sabe exatamente? Igualmente ao seu critério.
Shadow of the Colossus é um daqueles games que você precisa jogar para apreciar completamente a experiência. Há muito a interpretar e vivenciar aqui. Camadas que esperam ser retiradas e exploradas pelo jogador. Um jogo épico e minimalista ao mesmo tempo, o que é um baita triunfo.
E, bem, teremos um remake para o PS4 já no início de 2018, o que é uma ótima chance para novos jogadores perscrutarem essa aventura trágica, tendo em vista que poucos ainda possuem o PS3 e a coletânea do Team Ico se apresenta um tanto quanto difícil de ser achada. Embora, admito, a omissão da sensação de opressão, em muito ocasionado pelo visual enevoado de outrora, ainda me incomoda um bocado. Só jogando para saber, mesmo. E não posso negar; é óbvio que irei jogar.
Em outras palavras, jogue Shadow of the Colossus.
#Shadow of the Colossus#Fumito Ueda#Team ICO#PlayStation#PlayStation 3#PS3#Game#Jogo#PS#Sony#Wander#Mono#Agro#Dormin#Colossi
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Os melhores jogos do mundo [20 que você deve conhecer]
Preparar uma lista de melhores jogos de todos os tempos não é fácil. Com tantos títulos marcantes na história dos videogames, sempre tem um ou outro jogo histórico que fica de fora.
De GTA a Mario, de Tetris a Skyrim, de Street Fighter a Minecraft, há anos os jogos de videogame nos envolvem, nos divertem e continuam evoluindo.
Confira abaixo nossa seleção dos 20 melhores jogos de todos os tempos!
20. Goldeneye 007 (1997)
Um dos maiores clássicos da Nintendo, Goldeneye 007 revolucionou os jogos de tiro da época ao adicionar ao gênero uma parcela de estratégia e paciência para conseguir progredir no jogo. Se antes os jogadores só precisavam acertar seus tiros, agora era necessário planejar e esperar o melhor momento para atacar (ou apenas ficar olhando).
19. Tetris (1984)
Desenvolvido por um cientista da computação russo, Tetris foi um fenômeno mundial desde o seu lançamento. O puzzle mais famoso do mundo foi lançado pela Nintendo em 1989 para os consoles Super Nintendo e GameBoy, o que aumentou mais ainda o sucesso absurdo do jogo.
Com a jogabilidade extremamente simples e viciante, Tetris é um jogo atemporal que está presente em basicamente todas as plataformas de jogo.
“Se Tetris me ensinou alguma coisa é que os erros se acumulam e as conquistas desaparecem.”
18. Gears of War (2006)
Gears of War é um jogo OBRIGATÓRIO para os amantes de ação. O jogo mistura pura violência com a rica história do planeta Sera, criada de forma tão boa quanto outros universos famosos dos games, como Hyrule ou Mushroom Kingdom.
Embora o jogo não seja inovador em nenhum aspecto, sua jogabilidade simples aliada aos gráficos incríveis e ação frenética fazem de Gears of War um cativante show de gore.
Apesar de o modo campanha ser relativamente curto, o modo multiplayer compensa tudo.
17. Portal 2 (2011)
O primeiro Portal foi um “jogo-conceito” que apresentou uma mecânica inédita de puzzles. O sucesso da Valve conseguiu ser ainda maior com Portal 2, que superou seu antecessor em todos os aspectos.
Ótimos gráficos, trilha sonora incrível e dublagem perfeita fazem de Portal 2 um dos melhores jogos de todos os tempos. O enredo do modo single player é incrível e o modo cooperativo oferece puzzles ainda mais complexos.
Portal 2 é um jogo leve para quem gosta de passar o tempo resolvendo puzzles originais e bem trabalhados.
16. Doom (1993)
Doom foi o responsável pela popularização dos jogos FPS (first person shooter) e serviu como inspiração para diversos jogos do gênero. Hoje em dia o jogo é, definitivamente, um dos títulos mais famosos do mundo.
O Doom de 1993 consistia basicamente em matar demônios e sair do nível. Os gráficos do jogo eram insuperáveis para a época e a inteligência artificial dos inimigos era sem precedentes.
O fato de que Doom é vendido até hoje (25 anos após seu lançamento) fala por si.
15. Half-Life 2 (2004)
Half-Life 2 combina ação frenética com um enredo digno de Stephen King. A história se passa alguns anos após os eventos de Half-Life, quando o protagonista Gordon Freeman precisa libertar a humanidade de uma invasão alien.
Half-Life 2 é tão bom que mesmo que Half-Life 3 nunca seja lançado para sabermos o final da história de Gordon e Alex, ainda assim será uma das melhores franquias de FPS (first person shooter) da história.
14. The Legend of Zelda: A Link to the Past (1991)
Até hoje, um dos melhores RPGs que existem. The Legend of Zelda: A link to the past foi o responsável por estabelecer o universo de Hyrule que amamos até hoje.
O jogo balanceia de forma perfeita o ritmo das masmorras com a exploração do cenário. Além disso, a liberdade que o jogo oferecia era inédita para a época. O mundo aberto possuía mil segredos em cada esquina, que só podiam ser descobertos quando você achasse os itens necessários.
Foi em A Link to the Past que alguns elementos ilustres do mundo Zelda foram apresentados, como a Ocarina, o famoso sonzinho de puzzle resolvido, etc.
13. Final Fantasy VII (1997)
Tecnologia, jogabilidade e narrativa definem Final Fantasy VII. O jogo é basicamente uma obra de arte. A qualidade dos gráficos é cinematográfica, a trilha sonora é orquestral e o enredo de ficção científica não fica atrás das melhores histórias do gênero.
O jogo foi o primeiro em 3D da série Final Fantasy e de tão bom, deu origem a 4 spin-offs e a um filme que explorou de forma mais detalhada o enredo do jogo.
Em geral, Final Fantasy VII seguiu com a mesma jogabilidade dos títulos anteriores, mas a adição do sistema de matérias tornou o jogo muito mais complexo e dinâmico.
12. The Last of Us (2013)
Bonito, assustador e, principalmente, envolvente. The Last of Us está na lista dos jogos mais premiados da história e tem altas chances de fazer você chorar enquanto joga.
The Last of Us se passa em um futuro pós-apocalíptico no qual você precisa arriscar sua vida todos os dias para conseguir comida, roupas e abrigo. Infelizmente, no jogo a sua sobrevivência sempre resultará na morte de alguém que só está na mesma situação que você.
O enredo de The Last of Us é recheado de ação e drama pesado no melhor estilo The Walking Dead e sem dúvidas possui uma das campanhas mais bonitas que você jogará na vida.
11. The Witcher 3 (2015)
The Witcher 3 é um RPG tão denso e profundo quanto os dois primeiros games da série, mas conta com um mundo aberto tão grande que chega a intimidar. Os inúmeros detalhes, o ciclo dia/noite e o clima dinâmico do cenário proporcionam uma experiência extremamente imersiva e autêntica no jogo.
Não há como descrever The Witcher 3 em poucas palavras, então aqui vai uma informação importante: é o jogo mais premiado da história, com um total de 251 prêmios.
10. Minecraft (2009)
Minecraft encantou milhões de crianças e adultos no mundo inteiro com sua jogabilidade fofa e viciante. O jogo não possui objetivos nem final e o fato de que uma ideia tão simples ter sido tão bem-sucedida ainda espanta.
Em Minecraft a única coisa importante é usar a imaginação. No melhor estilo Lego o jogo consiste em criar o que você quiser com o material coletado no cenário. O jogo é online e em mundo aberto, então a interação com os outros jogadores aumenta ainda mais as possibilidades, fazendo de Minecraft um jogo basicamente infinito.
9. Super Mario 64 (1996)
Depois de 2 décadas de jogos do Mario em 2D, Super Mario 64 foi a primeira aventura do encanador em três dimensões.
Com desafios muito criativos e milhares de opções divertidas dentro do jogo, Super Mario 64 é, até hoje, uma ótima opção para passar o tempo.
8. World of Warcraft (2004)
World of Warcraft estabeleceu um novo parâmetro no gênero MMORPG (Massively Multiplayer Online Role Playing Game) que, até hoje, nunca foi superado.
O jogo é famoso por sugar a alma dos seus jogadores com suas INFINITAS quests, dungeons, raids, conquistas, diversos modos de PvP (player vs player), profissões, eventos, TUDO.
Se você nunca jogou World of Warcraft, experimente por sua conta em risco.
7. Street Fighter 2 (1991)
Outro jogo que redefiniu um gênero inteiro. Street Fighter 2 foi responsável por estabelecer o modelo de jogos de luta competitivos que dura até hoje. Antes dele, os jogos de luta eram extremamente simples, com poucos golpes e poucos personagens jogáveis.
Street Fighter 2 foi o primeiro jogo de luta a contar com vários personagens com golpes, ataques especiais, forças, fraquezas e efeitos sonoros únicos para cada um. Além disso, o jogo apresentou a jogabilidade com seis botões de ataque e diferentes movimentos na alavanca (como a famosa meia-lua e o shoryuken), que é usada até hoje.
6. Red Dead Redemption (2010)
Conhecido inicialmente como um “GTA do faroeste” Red Dead Redemption ganhou visibilidade o suficiente para se livrar da comparação e ganhar o coração de milhões de jogadores no mundo.
Além da jogabilidade, fotografia e enredo apaixonantes (somados ao incrível mundo aberto), Red Dead Redemption aborda diversos temas relevantes como racismo, imigração e política nos Estados Unidos, sob o ponto de vista de um protagonista imparcial.
Assim como a maioria dos jogos atuais de mundo aberto, é possível gastar inúmeras horas com quests secundárias ou apenas coletando equipamentos, ervas e flores. Além disso, com as missões que acompanham o modo online, Red Dead Redemption ocupará meses da sua vida.
5. Super Mario Bros 3 (1988)
Mario Bros. 3 é considerado por muitos o melhor jogo da série Mario da época 2D. O jogo inovou na jogabilidade e trouxe diversas características inesquecíveis como a roupa dos hammer brothers, roupa de sapo, roupa de guaxinim, sapato do Goomba e a maravilhosa Asa-P, que permitia atravessar uma fase inteira voando.
O jogo é dividido em 8 mundos diferentes, cada um com elementos próprios e extremamente divertidos. Pela primeira vez era possível interagir com itens não apenas nas fases, mas no mapa dos mundos. Sem dúvida é o título mais dinâmico entre os Marios da época.
4. Skyrim (2011)
Skyrim é, de longe, uma das melhores franquias de RPG que existem. O jogo reúne todos os elementos épicos do gênero, com centenas de armas, habilidades e magias, somados a um nível de liberdade até então nunca visto.
Se você é do tipo que gosta de explorar cada detalhe dos mundos e fazer todas as quests, se prepare para perder sua vida com esse jogo, pois Skyrim redefiniu a profundidade e o tamanho dos jogos offline de RPG.
3. Grand Theft Auto V (2013)
GTA V dispensa apresentações. A obra-prima da Rockstar é o jogo mais caro da história. Seu orçamento estimado foi de 265 milhões de dólares e, mesmo assim, o valor inteiro foi recuperado durante as PRÉ-VENDAS!
O jogo foi lançado cinco anos após o último título e conseguiu melhorar em todos os aspectos. O mundo aberto é maior, o número de missões aumentou, o enredo e os personagens são mais complexos, enfim, o jogo é incrível de todas as formas.
Em qual outro jogo sua missão é pilotar um avião até entrar em outro avião, lutar com a tripulação, roubar um pacote e pular de paraquedas e assistir o avião ser abatido por jatos militares? Pois é, esse é o nível médio de ação trazido por GTA V.
2. Super Mario World (1990)
Super Mario World foi, para muitos que nasceram na década de 90, o primeiro contato com videogames, tendo em vista que o jogo acompanhava a compra do SNES.
O título que apresentou o amado Yoshi foi, e ainda é um dos maiores fenômenos da história, a ponto de o console e o jogo ainda serem vendidos até hoje. Jogabilidade simples, trilha sonora impecável, saídas secretas e mundos escondidos (como o mundo da estrela e o mundo especial), o jogo é simplesmente incrível.
Super Mario World definiu o tom para todos os jogos da série que foram lançados em seguida e, considerando que se trata do título mais aclamado dos videogames, merece o segundo lugar no nosso top 20.
1. The Legend of Zelda: Ocarina of Time (1998)
Finalmente, o melhor jogo de todos os tempos na nossa opinião e na opinião de milhões de jogadores ao redor do mundo.
Como um jogo da década de 90 conseguiu ser TÃO BOM, nunca saberemos. Ocarina of Time explorou ao máximo todos os elementos da série Zelda e mesmo com tantos jogos que o seguiram, ainda é considerado pelos fãs o melhor da série.
O jogo demorou sete anos para ser lançado desde o último Zelda e valeu a pena cada dia de espera. Ocarina of Time foi o primeiro da série feito em 3D e revolucionou os jogos de aventura com a forma que, gradualmente, aumentava a dificuldade dos puzzles e das batalhas.
Ocarina of Time foi um fenômeno de vendas e recebeu um remake para 3DS, além de ser um dos mais jogados em PC através de emuladores. Assim como Super Mario World, o jogo estabeleceu um patamar a ser seguido pela série, que também é uma das maiores de todos os tempos dos videogames.
O post Os melhores jogos do mundo [20 que você deve conhecer] apareceu primeiro em Papo de nerd.
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"Shakira agita as coisas... novamente" Confira nossa estrela na capa da THINK.
“Shakira agita as coisas … novamente”
2018 começará com um boom com a estrela pop internacional, Shakira, conhecida por seus incríveis movimentos de hip-shaking e dança do ventre, atingindo a região norte-americana de sua nova tour, El Dorado , que estará no dia 11 de janeiro no BB & T Center in Sunrise e em 12 de janeiro, na Miami’s American Airlines Arena.
Depois de vender mais de 140 milhões de álbuns em todo o mundo, ganhando cinco MTV Video Music Awards, dois Grammy Awards, oito Latin Grammy Awards, sete Billboard Music Awards, 28 Billboard Latin Music Awards e sendo nomeado para um Globo de Ouro – Shakira continua com o objetivo de permanecer no topo lançando El Dorado em maio passado. Antecipando o recorde com um punhado de singles, incluindo os sucessos La Bicicleta, Comme Moi, Deja Vu e Chantaje, El Dorado marca o 11º álbum de Shakira e segue o seu auto intitulado lançamento de 2014.
Ela diz que fez esse álbum, sua música e seus vídeos para “apresentar a Colômbia como eu vi, durante minha infância, e que muitas pessoas não imaginam. Não é a Colômbia de Pablo Escobar, que é o clichê que muitas pessoas que não estão familiarizadas com o resto da nossa realidade conhecem. Eu queria mostrar o outro rosto, o rosto real, o rosto que os colombianos experimentam“.
Em novembro, sua El Dorado World Tour começa e será conhecida como um desempenho de nível máximo pela mulher que sabe como se mover e fazer um impacto memorável e “se levantar e dançar” na multidão. Aos 40 anos, a cantora, compositora, dançarina e a produtora de discos ainda está demonstrando suas influências latino-americanas, árabes e Rock and Roll, além dos deslumbrantes deslizes da dança do ventre. As habilidades de dança e musica de Shakira são uma mistura eclética do patrimônio de seus pais, um pai libanês e uma mãe colombiana.
“Eu estava cheia de dúvidas, e pensei que nunca mais iria fazer uma boa música. […] Encontrar a inspiração e perceber que ela sempre esteve lá – esse era o meu El Dorado. Esse era um estado de espírito perfeito […] Era como uma libertação”.
Shakira subiu à proeminência na América Latina com sua estréia principal, Pies Descalzos em 1996 e Donde están Los Ladrones? em 1998. Ela entrou no mercado de língua inglesa com o Laundry Service, cujo único single, Whenever, Wherever, tornou-se um dos singles mais bem sucedidos de 2002. Seu sucesso foi solidificado em 2005 com seus álbuns Fijación Oral, Volume I e Oral Fixation Volume II, o último dos quais gerou uma das canções mais vendidas do século XXI, Hips Don’t Lie.
Depois de catapultar o topo do Hot 100 Chart em 2006 com esse golpe infeccioso com Wyclef Jean, Shakira deu a todos uma invejinha séria com seu corpo definido e movimentos hipnotizantes da dança do ventre. Seus álbuns subseqüentes, She Wolf (2009) e Sale El Sol (2010), receberam elogios críticos, mas foi a música oficial para a Copa do Mundo FIFA 2010 na África do Sul, Waka Waka (This Time for Africa) que se tornou a maior vendedora Canção da Copa do Mundo de todos os tempos. Com mais de 1,3 bilhões de visualizações, também é um dos vídeos de música mais assistidos no YouTube. Até o momento,a cantora já tem 12 outros sucessos no topo da Hot 100.
Hoje, Shakira transforma-se em uma mãe super ocupada e dedicada para filhos de 2 e 4 anos, Milan e Sasha e esposa do jogador de futebol Gerard Piqué, zagueiro do FC Barcelona. Piqué diz que tudo começou quando ele escreveu para ela enquanto eles estavam ambos na África do Sul. “Ela estava lá para cantar na cerimônia de abertura e perguntei-lhe como estava o clima”. Ele lembra de sua conversa com ela minuto a minuto sobre “o clima” até o ponto em que ele disse a ela que a seleção espanhola chegaria à final da Copa do Mundo, onde ela estava programada para cantar, só para que eles pudessem se ver novamente.
Naquele ano, Piqué chegou à final da Copa do Mundo onde enfrentaram a Holanda e ganharam graças a um gol em prorrogação de Andres Iniesta. Eles acabaram namorando indo morar juntos pouco depois. Curiosamente, Piqué e Shakira compartilham o mesmo aniversário, 2 de fevereiro, embora Shakira tenha 10 anos mais do que a estrela do futebol.
“Minha vida inteira, pressionei tantas coisas na minha vida pessoal para seguir meus sonhos, meus sonhos profissionais, para me tornar uma artista bem sucedida e de repente, as coisas mudaram e eu me vi como mãe, com uma família que eu tinha sonhado desde que eu era criança. E então, quando percebi que a artista dentro de mim também pedia para ser considerada, minha música tornou-se minha fuga. O estúdio tornou-se o lugar para deixar vapor, longe da vida cotidiana como mãe – e se tornou meu hobby. E então tornou-se um prazer como todos os hobbies são. Então agora a música é meu hobby. Oh, nunca pensei que eu diria isso! “Ela riu. “É loucura!”
Com uma estrela de prestígio na Calçada da Fama de Hollywood, ela também é dedicada a atividades filantrópicas bem conhecidas e trabalho de caridade, principalmente através de sua instituição de caridade colombiana, a Fundação Pies Descalzos, criada em 1997 para ajudar crianças de regiões suscetíveis , com a missão de garantir que cada criança colombiana possa exercer o direito a uma educação de qualidade.
A base tem como alvo as comunidades deslocadas e vulneráveis, atendendo às suas necessidades exclusivas, com foco principal na educação. Suas cinco escolas em toda a Colômbia proporcionam educação e refeições para mais de 4.000 crianças. O apoio à Fundação vem das contribuições de Shakira e das doações de empresas nacionais e internacionais que se preocupam com a responsabilidade social. Eles também trabalham com corporações multilaterais que endossam projetos especiais e têm alianças com agências governamentais. Em 2014, Shakira foi homenageada no Radio Disney Music Awards por seu trabalho com esta instituição de caridade.
Além de ser uma grande cantora, intérprete e mãe, Shakira serviu como coach na quarta e sexta temporadas do programa de TV americano The Voice. Durante esse período, seu décimo álbum, Shakira, foi precedido por seu single principal, Can’t Remember to Forget You, com Rihanna. Ela então passou a dar a vida ao personagem socialmente consciente, Gazelle no desenho de 2016, Zootopia. Antes de interpretar seu personagem, Shakira exigiu que seu animal alter ego fosse “mais parecido com ela”. “Eu me sinto como ela e eu tenho um denominador comum”. Quando os diretores me contaram sobre ela, eu disse ‘Esse sou eu’. Mas ela era muito magra, então eu pedi a eles que lhe dessem mais curvas e colocasse mais carne em seus ossos. “Ela precisa de quadris maiores … “ela explicou. O estúdio gravou a voz de Gazelle antes de ser animada e emparelhar as expressões de Shakira durante a gravação.
As características da estrela foram então reformuladas – quadris mais amplos, cílios mais longos, cabelos ondulados e olhos mais escuros como sua colombiana interna, conforme solicitado. O filme também contém a trilha sonora cantada por Shakira chamada Try Everything.
Enquanto Shakira parece ter feito sua marca em todas as áreas em que uma estrela pop mundial pode entrar, é notório que ela venha a se tornar um legado como os rostos Madonna e Cher. Aguardamos que ela venha “agitar” em sua turnê no sul da Flórida em janeiro de 2018 no BB & T Center e na American Airlines Arena com muita expectativa.
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Se estivesse viva, Judy Garland completaria 95 anos no sábado, 10 de junho. Eternizada como Dorothy, no filme “O Mágico de Oz”, ela foi uma grande estrela da “Era de Ouro” dos filmes musicais de Hollywood – entre as décadas de 30 e 40. Nascida em Grand Rapids, Minnesota, Estados Unidos, em 10 de junho de 1922, era filha dos atores Francis Avent Gumm e Ethel Marion Milne. Fez sua primeira apresentação com dois anos e meio de idade ao lado de duas irmãs mais velhas, no palco do teatro do pai, durante um show de Natal, cantando Jingle Bells, acompanhada por sua mãe ao piano. Em 1926 a família se mudou para Lancaster, Califórnia. Em 1928 “The Gumm Sisters” formado por Mary Jane, Frances Ethel (Judy Garland) e Dorothy Virgínia, iniciaram um curso de dança com Ethel Meglin, proprietária do grupo de dança Meglin Kiddies. Com a ajuda de Meglin, em 1929, Judy e suas irmãs participam do filme “Revue Big”. Em 1934 o trio muda seu nome para “Garland Sisters” e Frances muda seu nome para Judy.

Seu pai morreu quando ela completa 13 anos. Nesse mesmo ano, ela assinou contrato com o estúdio MGM. Apesar disso, o estúdio não sabia o que fazer com ela, pois era mais velha que as estrelas infantis da companhia, porém, muito jovem para interpretar papéis adultos. Ela também não se assemelhava com as divas da MGM, como Greta Garbo, Joan Crawford ou Jean Harlow. O que acabou virando chacota e gerando piadinhas dentro do estúdio, que a traumatizaram pelo resto da vida – numa eterna batalha para recuperar sua autoestima. Em 1937, depois de cantar um arranjo especial de “You Made Me Love You”, para Clark Gable (Dear MR. Gable), numa festa de aniversário realizada pelo estúdio para o ator, ela despertou a simpatia em outros estúdios. Para não perder sua promissora estrela, a MGM a escalou para uma série filmes insignificantes.

No mesmo período, Hollywood começou a especular sobre a produção do filme ‘O Mágico de Oz’, baseado no conto de fadas criado por L. Frank Baum, em 1900. A MGM queria Shirley Temple, mas a Fox não a liberou. Depois, o nome de Deanna Durbin era certeiro. Contudo, a jovem estrela estava sem agenda. Depois de muitos testes, Judy conseguiu o papel. Passou por uma série de caracterizações para parecer mais jovem. Recentemente, Sid Luft, ex-marido de atriz, revelou a atriz era molestada pelos atores com quem contracenou no clássico da cultura pop graças à canção “Over The Rainbow”. Apesar de elogiado pelos críticos, O Mágico de Oz não fez sucesso imediato de público. A situação se reverteu com seu relançamento em 1940. Judy recebeu um Oscar Especial para celebrar sua atuação. A partir desse momento, seu talento foi colocado à prova para testar se ela funcionaria em filmes ‘adultos’. Com a ajuda de Mickey Rooney, parceiro em nove filmes, ela se tornou a maior estrela da MGM graças aos papeis em “The Little Mellie Kelly”, “Seremos Felizes”, “O Pirata”, “Desfile de Páscoa” e “Casa, Comida e Carinho”.

Paralelo ao sucesso, Judy era notória viciada em anfetaminas e barbitúricos, dependência da qual sofreria pelo resto da vida. Naquela época, o uso destas drogas era estimulado em Hollywood, levando vários atores à dependência química. Judy era incentivada a tomar anfetaminas para ter disposição e gravar, não comer, emagrecer e dormir. Um círculo vicioso que foi destruindo seu organismo. Em 1947, quando filmava ‘O Pirata’, Judy sofreu um colapso nervoso, sendo internada numa clínica psiquiátrica. Em julho desse mesmo ano fez sua primeira tentativa de suicídio. Sua carreira degringolou. Nos próximos anos, ela não conseguiu começar ou terminar três filmes. Em 17 de março de 1950, foi demitida da MGM. Após a demissão, Judy passou um copo de água quebrado contra a garganta.

Em 1951, ela iniciou uma longa excursão pela Inglaterra, Escócia e Irlanda. A temporada no London Palladium foi um sucesso absoluto e sendo descrita como uma das mais grandiosas da história daquela casa. Em outubro, Judy re-estreou o Broadway’s Palace Theatre, em Nova York, com um espetáculo de duas apresentações por dia, inspirado no estilo vaudeville. A temporada que durou meses, obteve um sucesso estrondoso e lhe rendeu um Tony especial por sua contribuição à revitalização do vaudeville. Em maio de 1952, ela soube que Ethel Gumm estava trabalhando em um escritório por 61 dólares semanais. Judy não perdoava a mãe por má-administração e apropriação indevida do seu salário desde os primeiros anos da carreira. Em 5 de janeiro de 1953, Ethel foi encontrada morta no estacionamento da Douglas Aircraft Company. Judy ficou devastada.

Em 1954, voltou às telas no musical ‘Nasce Uma Estrela (A Star is born)’, primeiro filme após quatro anos de ausência. Com direção de George Cukor, Judy brilhou no papel de Esther Blodgett, uma aspirante à atriz que se torna uma estrela com o nome de Vicki Lester, mas tem que lidar com a decadência do marido que lhe ajudou a se tornar famosa, o astro Norman Maine (James Mason). O filme foi co-produzido pela Warner Bros. e a produtora de Judy e Sid Luft, a Transcona Enterprises. Custou uma fortuna, mas se tornou um dos maiores musicais americanos de todos os tempos. Na trilha sonora assinada por Harold Arlen e Ira Gerswhin, o filme rendeu clássicos, como “The Man That Got Away” e “Born in a Trunk”. Ela ganhou o Globo de Ouro como Melhor Atriz (comédia/musical), que abriu caminho para a indicação ao Oscar. Sua vitória era considerada uma barbada, porém… Como tinha acabado de dar à luz seu filho Joseph Luft e não poderia comparecer a cerimônia de entrega dos prêmios da Academia, uma equipe de televisão estava de prontidão no hospital, com câmeras e cabos para transmitir ao vivo o discurso de aceitação antecipada. Acontece que Hollywood estava apaixonado por Grace Kelly, que, em breve, se tornaria Princesa. Assim, na noite de março de março de 1955, a glamorosa loira levou o prêmio por uma atuação considerada baixo da média em ‘Amar é Sofrer (The Country Girl)’. Foi o maior golpe que Judy sofreu. Como atriz, ela nunca se conformou com a perda. Depois dessa experiência, ela voltou a turnês pela Europa e apresentação em diversos programas da TV norte-americana. O concerto no Carnegie Hall, no dia 23 de abril de 1961, foi o maior êxito de toda sua carreira. O álbum duplo ao vivo Judy at Carnegie Hall, lançado pela Capitol Records, ganhou o certificado de ouro, marcando presença por 95 semanas na parada Billboard, incluindo 13 semanas no número um. O álbum ganhou cinco prêmios Grammy, incluindo Álbum do Ano e Melhor Vocal Feminino do Ano.

No mesmo ano, ‘Julgamento em Nuremberg’ juntou Judy a Spencer Tracy, Burt Lancaster, Richard Widmark, Marlene Dietrich e Montgomery Clift. Era uma participação pequena, que rendeu indicação ao Oscar e ao Globo de Ouro de Melhor Coadjuvante. Em 1961, ela estrelou ‘The Judy Garland Show’ ao lado de Frank Sinatra e Dean Martin. Devido ao sucesso, a CBS ofereceu 24 milhões de dólares semanais para estrelar um programa com o mesmo nome. Era tudo que ela precisa diante da caótica situação financeira que se encontrava. Foi um sucesso de crítica, mas por uma variedade de razões (incluindo ter sido colocado no mesmo horário do sucesso ‘Bonanza’ da NBC), o show durou apenas uma temporada e foi cancelado em 1964, após 26 episódios. Apesar da curta duração, a série foi indicada para quatro prêmios Emmy. O fim da série de TV a trouxe de volta aos palcos. Em 1964, se apresentou no London Palladium junto com Liza Minnelli, então com 18 anos. O concerto foi exibido pela emissora britânica ITV. Foi o último sucesso de sua carreira. Depois, ela transitou pelo sucesso e fracasso na mesma medida. Pior: sua voz foi perdendo a força e sua imagem estava destruída pelos anos de abuso das drogas.

Em 22 de junho de 1969, Judy Garland foi encontrada morta por seu marido Mickey Deans, no banheiro de sua casa, em Londres. A autópsia declarou que morrera devido a uma overdose acidental de barbitúricos. Seu velório foi acompanhado por mais de 20 mil pessoas. Foi enterrada no Cemitério Ferncliff, em Hartsdale, estado de Nova York. Frank Sinatra pagou as despesas do funeral e afirmou sobre Judy: “Todos serão esquecidos, menos ela”. Ela se casou cinco vezes: David Rose (1941 a 1944), Vincente Minnelli (1945 a 1951), Sidney Luft (1952 a 1965), Mark Herron (1965 a 1969) e Michael Deans (1969). Teve três filhos Liza Minnelli, Lorna Luft e Joey Luft.
Um ícone de estilo chamado Judy Garland Se estivesse viva, Judy Garland completaria 95 anos no sábado, 10 de junho. Eternizada como Dorothy, no filme "O Mágico de Oz", ela foi uma grande estrela da "Era de Ouro" dos filmes musicais de Hollywood - entre as décadas de 30 e 40.
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xXx: Reativado | 7 motivos para você não perder o mais novo filme de Vin Diesel!
xXx: Reativado está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil! O mais novo filme da franquia xXx: Reativado já está entre nós! Após 15 anos longe, Vin Diesel retorna ao papel de Xander Cage. Nossa equipe teve a oportunidade de assistir o filme em uma sessão privativa exclusiva com os próprios atores, Vin Diesel, Nina Dobrev e Michael Bisping no Kinoplex em Itaim em São Paulo, em Dezembro do ano passado, quando os mesmos vieram ao Brasil para divulgação do filme na Comic Con Experience. Te damos 7 motivos para vocês irem ao cinema e assistir este filme que está maravilhoso: MOTIVO Nº1: Vin Diesel de volta no papel de Xander Cage Longe da franquia há de 15 anos, o ator volta a dar vida a Xander Cage, um ex-atleta de extremos esportes, famoso por acrobacias que desafiam a morte e é recrutado pela NSA para recuperar a “Caixa de Pandora”
MOTIVO Nº 2: O jogador Neymar JR. também está no filme! Você não leu errado! O jogador participa SIM do filme. O Neymar interpreta ele mesmo, e aparece nos primeiros minutos do filme ao lado do ator Samuel L. Jackson, que interpreta o Agente Gibbons, na qual o mesmo está procurando “heróis” para o projeto Triplo X. O jogador ainda fala para Gibbons: “Eu não sou herói, sou jogador de futebol” – Você pode assistir a cena aqui.
MOTIVO Nº3: Os atores e as cenas são de vários países. A maioria das cenas foram gravadas em Maio no Canadá, porém, tivemos cenas externas na República Dominicana, Filipinas e Londres. Em entrevista na Comic Con Experience em São Paulo, para o site Omelete, o ator Vin Diesel que também é o produtor da franquia, deixou bem claro que o que ele mais gostou no filme foi ter vários atores de vários países, como exemplo: Ruby Rose é australiana, Deepika Padukone é indiana, Donnie Yen, Kris Wu, são chineses, Tony Jaa é Tailandês, e é claro, Nina Dobrev que apesar de ter nacionalidade canadense é da Bulgária.
MOTIVO Nº4: O filme contém MUITA ação. Sabe o que é ação? Então multiplica isso por 3? Teremos Vin Diesel surfando em grande ondas de moto, desafiando a polícia da Republica Dominicana, pulando de uma torre de ski e andando muito de Skate. Teremos também Becky Clearidge, personagem de Nina Dobrev, em campo -morrendo de medo-, muita música e muitas armas.
MOTIVO Nº5: A trilha sonora está incrível! Os atores, Nicky Jam e Kris Wu também são músicos e estão na soundtrack do filme. No início do ano, o The Americanos lançou a música “In My Foreign” que tem a participação do próprio Nicky Jam. Confira a lista abaixo:1. WHAT A WONDERFUL WORLD – Robert Thiele & George Weiss 2. DIVEBOMB (featuring Tom Morello) – Madsonik & Kill the Noise 3. COMO QUIERAN – Juan Vicente Zambrano 4. EL AMANTE – Nicky Jam 5. MERCY – Bishop Briggs 6. BURNING MAN – Andrew Watt featuring Post Malone 7. IN MY FOREIGN – The Americanos (ft. Ty Dolla $ign, Lil Yachty, Nicky Jam & French Montana) 8. BLOOD IN THE CUT – K.Flay 9. YOU’RE MY FIRST, MY LAST, MY EVERYTHING – Barry White 10. THE JUICE – Kris Wu 11. TAKE IT TO THE TOP – Madsonik 12. CORE – RL Grime 13. TRIBE – Captain DaFeira 14. All The Way Up – Fat Joe & Remy Ma feat. French Montana (David Guetta & GLOWINTHEDARK Remix) 15. ANTHEM – Alesso 16. GUNSHY – Imanos featuring Pusha T & Karen Harding 17. I DON’T WANT A LOVER – John McElhone & Sharleen Eugene Spiteri 18. THANK GOD – Ice Cube 19. DO YOU SEE THIS – Greg Pajer, Aris Archontis & Madison 20. OH HAPPY DAY – Cast Members 21. WHAT A WONDERFUL WORLD – Cast Members MOTIVO Nº 6: O filme reúne todos os agentes do projeto Triplo X. Apesar do segundo filme da franquia xXx: Estado de Emergência não ter sido lançado com Vin Diesel, tivemos o ator Ice Cube dando vida a Darius Stone que também pertence ao projeto Triplo X. SINOPSE de xXx 2: O Presidente dos Estados Unidos está sob a ameaça de um atentado à sua vida, organizado por um grupo de dissidentes radicais engajados no próprio governo do país. Após sobreviver a um atentado ao quartel-general da Agência de Segurança Nacional, Augustus Gibbons (Samuel L. Jackson) precisa novamente encontrar um pária que possa ajudá-lo. O escolhido é Darius Stone (Ice Cube), um condecorado soldado de Operações Especiais que está atualmente em uma prisão militar, sob pesada vigilância. Após ser solto, o novo agente Triplo X precisa se infiltrar para identificar os rebeldes, sendo esta a única chance de se evitar que o país sofra um golpe de estado. MOTIVO Nº 7: xXx: Reativado é o primeiro filme de Nina Dobrev após sua saída em The Vampire Diaries. Depois de 6 anos atuando como Elena Gilbert na série de TV, The Vampire Diaries, Nina Dobrev está em xXx: Reativado. A atriz da a vida a personagem Becky, uma nerd responsável por várias invenções, capaz de hackear e consertar qualquer coisa. Ao conhecer o esportista radical e lendário agente do governo Xander Cage (Vin Diesel), la não disfarça a empolgação e admiração por ele. Becky logo se torna o braço direito de Xander durante a missão de resgate de uma arma que pode destruir todo o planeta em um simples clique – a Caixa de Pandora. Ao lado de um grupo totalmente novo, os dois entram em rota de colisão com Xiang (Donnie Yen) e sua equipe. A partir daí, acabam envolvidos em uma conspiração nos mais altos níveis de vários governos mundiais. “xXx: Reativado” estreou nesta quinta, 19 de Janeiro. O filme é dirigido por D.J. Caruso, com roteiro de F. Scott Frazier, Chad St. John e Rich Wilkes. Os produtores executivos são Gloria S. Borders, Scott Hemming, Ric Kidney e Vince Totino. » Essa matéria foi publicada no site Balde de Pipoca em 20.01.2017
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