#Jordi cantos
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las-microfisuras · 11 days ago
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idliketochill · 2 months ago
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I cooked more charms, time to grind that cny/lny drawing out
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uniquetyphoonmiracle · 3 months ago
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Siguiendo con RAPHAEL [al que le dio un ATAQUE grabando un Especial de NAVIDAD dias despues de fotografiar su nuevo LP "AYER..AUN" tras su LP "VICTORIA" y tras fotografiar la pelicula GOLIATH con lema LA VERDAD NO SE PUEDE OCULTAR PARA SIEMPRE donde incluye versión de PADAM PADAM pero no del LP TENSION de KYLIE MINOGUE sino de EDITH PIAF inspirada en la TRAGEDIA de su AMANTE BOXEADOR Marcel CERDAN que se mató con 33 años en un AVION en las AZORES cuando iba a verla a NEW YORK y a la REVANCHA con JAKE LAMOTTA cuyo hijo se mató en el vuelo 111 de SWISS AIR [se incendio por un corto_circuito en los nuevos sistemas de entretenimiento] en 1998 año que también murió su otro hijo de cáncer de hígado y que los tuvo con la actriz VIKKI LAMOTA [su 2da de 7 esposas que volvió a tener relevancia con 51 años al aparecer en PLAYBOY y a cuya primogénita llamó Christi]]..su ultima pelicula fue MI GRAN NOCHE de ALEX DE LA IGLESIA [director de EL DIA DE LA BESTIA saliendo en ambas SANTIAGO SEGURA que junto al CURA interpretado por Alex de la IGLESIA (que murió en un tremendo accidente cerca de LOGRo+cOÑO cuando rodaba BENDITA CALAMIDAD y tras haber grabado CRUCE DE CAMINOS una alocucion sobre una gran TORMENTA que abre el cd ROOM 13 : A BLUES TALE de Jimmy BARNATAN o el niño de EL DIA DE LA BESTIA.. que incluye CUANDO SE HUYE HACIA ATRAS o JOHN THE REVELATOR que volvió a grabar en el siguiente cd MOTOR CLUB con Carlos Tarque de M_CLAN y donde VIRGINIA MAESTRO canto en THE GANGSTER THAT YOU NEED haciendo juntos algunos conciertos)..buscan pistas en discos que consideran satánicos ( en una tienda de música de Santiago Segura que además vende entradas de SATANNICA como se hace llamar en esa pelicula DEFCON_2="alerta previa a MAXIMA en el Pentagono"..tienda de discos junto a un SEX SHOP y ademas necesitan la sangre de una VIRGEN para hacer un EXORCISMO ante la venida por NAVIDAD del ANTICRISTO ]..junto a MARIO CASAS como su joven rival cantante en la Gala de NOCHEVIEJA que están grabando y cuyo hermano OSCAR CASAS protagoniza EL SUEÑO DE IVAN [sobre fútbol de niños] en cuyo ESTRENO posó [con el cartel por encima CRUZADO de la película NO HABRA PAZ PARA LOS MALVADOS que protagoniza José CORONADO como SANTOS TRINIDAD y producida por Gonzalo SALAZAR_SIMPSON al que conoci en TELEFONICA SERVICIOS AUDIOVISUALES y cuyo padre LUIS ALBERTO dono sus 3 millones de € por cesar como presidente de AUNA para que las MONJAS CLARISAS ampliarán su convento de LA AGUILERA=cantante newyorkina cuyo ultimo cd hominimo se compone de 3 EP: LA FUERZA, LA TORMENTA Y LUZ tras su cd LIBERATION..y apellido de mi abuela con el Estigma de la CRUZ DE CARAVACA( que por cierto BESO día de mi 47 cumpleaños LETIZIA ORTIZ en CARAVACA DE LA CRUZ donde nació MARI TRINI descubierta por NICHOLAS RAY que rodo en MADRID "REY DE REYES" y "55 días en PEKIN")..según me contó mi madre al enseñarla un calendario de CRISTO con lema AMIGO QUE NUNCA FALLA de la librería SAN PABLO que me había encontrado esa mañana de junio 2005 en la habitacion del Psikiatriko RODRIGUEZ LAFORA [donde habia acabado por todo el embrollo con el NOTARIO GERARDO MUÑOZ DE DIOS, MI PADRE Y LA JUSTICIA que considero que NADA ERA VERDAD Y PRODUCTO DE UN ENFERMO MENTAL]..antes de ir con ella en la AMBULANCIA [donde le enseñe el calendario] a la Unidad de psikiatria del HOSPITAL "RAMON Y CAJAL" o de mi zona sanitaria al quedar CAMA LIBRE]]..fue Jordi MESTRE [unico reportero hombre de SE LO QUE HICISTEIS] que se mató durante el confinamiento al chocar su MOTO contra un SEMAFORO en la calle SEGOVIA o entre el VIADUCTO de los SUICIDAS [Junto a la catedral de la ALMUDENA ] y el río "MANZANA+eRES".
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creativemorningstrn · 4 months ago
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ALBERTO JONA on REFLECTION
Regista, musicista e musicologo, Alberto Jona ha avuto una formazione eclettica dal teatro danza al canto, dalla musicologia alla recitazione. Ha iniziato giovanissimo il suo percorso di formazione teatrale con la danza contemporanea e il teatro-danza. Si è poi dedicato al canto perfezionandosi nel repertorio cameristico.
Ha fondato con Corallina De Maria e Jenaro Meléndrez Chas la Compagnia Controluce Teatro d’Ombre, con cui ha curato le messinscene di tutti gli spettacoli presentati nei maggiori festival e stagioni teatrali in Europa, Asia, Nord Africa e America, collaborando con artisti come Kate Bush, Vinicio Capossela, Mario Brunello, Jordi Savall, Fabio Biondi, Davide Livermore e molti altri.
Dal 2013 ha iniziato a dedicarsi alla regia d'opera, firmando regie e messinscene di opere di Verdi, Rossini, Bellini e teatro contemporaneo in Germania, Svizzera, Spagna e Italia.
Ha fondato con Alessandro Baricco la Scuola Holden a Torino, ed è Direttore Artistico di Incanti Rassegna Internazionale di Teatro di Figura di Torino.
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onepactbrasil · 1 year ago
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P. A química entre todos os membros parece ótima. O que fez vocês se aproximarem?
[SEONGMIN] Nos conhecemos em um programa de TV e compartilhamos memórias de desafios duradouros juntos lá, o que criou um vínculo emocional semelhante. Como vocês sabem, tínhamos o mesmo objetivo no programa, então mesmo quando nos tornamos um time, tínhamos um entendimento mútuo para sonhar alto. Além disso, em termos de personalidade, surpreendentemente nos dávamos muito bem. Acredito que é por isso que nossa química é forte.
P. Atualmente vocês moram juntos em um dormitório. Quem são colegas de quarto de quem?
[SEONGMIN] JONGWOO hyung e TAG dividem um quarto, enquanto JAY e YEDAM dividem outro. Eu tenho um quarto individual.
[YEDAM] Os quartos foram atribuídos com base em quem entrou primeiro no dormitório. SEONGMIN hyung chegou primeiro, então ele ficou com a sala maior. Ele encheu a sala com Jordy (personagem de Kakao) e bonecos para impedir que mais alguém entrasse.
[TAG] Nossos membros geralmente têm uma mentalidade do tipo: 'O que é bom é bom', então não nos importamos com quem fica com qual quarto. Além disso, geralmente ficamos na sala.
[JONGWOO] Isso mesmo. Nós apenas entramos em nossos quartos para dormir. Na sala, jogamos e assistimos filmes juntos.
[YEDAM] Ultimamente, temos passado muito tempo no dormitório ouvindo música juntos e pensando no próximo álbum. Foi divertido.
Q. Vamos falar sobre como você se sentiu quando estreou como ONE PACT. Cada um de vocês já esteve em muitos palcos individualmente.
[SEONGMIN] Durante o hiato antes de estrear como ONE PACT, percebi que adoro subir no palco. Eu não sabia disso quando me apresentei no palco várias vezes antes, mas o palco estava me chamando. Então decidi tentar mais uma vez como ONE PACT. Fiquei muito satisfeito quando apresentei novamente no palco o que havia preparado, ouvindo os aplausos dos nossos fãs.
[JAYCHANG] Antes de estrear como ONE PACT, estreei como artista solo. Estar sozinho me trouxe alguns desafios e coisas boas, mas fazer parte do ONE PACT me fez sentir mais confortável porque estou com meus amigos. Além disso, ampliou meu espectro, permitindo-me explorar estilos musicais que nunca havia experimentado antes. É ótimo poder tentar várias coisas como artista.
[YEDAM] Antes, eu praticava principalmente sozinho, então não recebia feedback de outras pessoas com frequência. Mas depois de estrear como ONE PACT, os hyungs (membros mais velhos) me deram muitos comentários sobre meu canto ou dança, o que eu aprecio. Além disso, senti que nos tornamos uma verdadeira equipe quando conversamos sobre a direção que precisamos tomar e estamos entrando em harmonia. Isso me fez feliz.
Q. TAG produziu o primeiro álbum do ONE PACT [Moment]. Como você definiu a identidade e a direção do ONE PACT durante seu trabalho nele, TAG?
[TAG] Para ser honesto, não tive muito tempo para refletir sobre qual estilo musical combinaria com todos os cinco membros do ONE PACT. Então, concentrei-me naquilo que podemos fazer bem agora, enquanto trabalhava com a mentalidade de desafiar o caminho que outros não tentam. A faixa-título e as demais músicas do álbum pertencem a gêneros diferentes. Acho que queria mostrar que o ONE PACT consegue lidar com vários gêneros no primeiro álbum. O mais importante é que o estilo do ONE PACT não se sobreponha aos outros. Planejamos continuar fazendo isso no futuro também.
P. Como produtor, o que você acha do charme do vocal de cada membro?
[TAG] JONGWOO hyung tem um tom de voz profundo e grosso, então costumo dar a ele partes para destacá-lo. SEONGMIN hyung é o melhor membro que capta melhor a vibração clássica dos ídolos entre nós e canta de forma confiável. JAY é um vocalista principal distinto que canta como um monstro, lidando com qualquer parte em seu próprio estilo, o que torna seu espectro vocal o mais diversificado. Eu acho que YEDAM é um azarão. Seu tom vocal é único, então à medida que ele ganha mais experiência, ele se sai ainda melhor. Eu sou bom em tudo. (risos)
Cada um de nós tem diferentes gêneros, estilos de canto e alcances vocais favoritos. Eu acho que Hot Stuff é a melhor música que revela a atração de cada membro.
Q. JONGWOO participou como diretor do videoclipe de <RUSH IN 2 U> deste álbum. Que mensagem você pretendia transmitir e poderia compartilhar o processo do projeto?
[JONGWOO] No vídeo, os membros procuram algo individualmente e eventualmente se reúnem onde JAY está. Tem vários significados. Significa confortar JAY que enfrentou desafios durante seu projeto solo e reflete nossa unidade como grupo.
Enviei folhas de dicas para os membros e expliquei o que faríamos e onde, e as emoções de cada cena. Todos eles fizeram bem exatamente o que eu orientei. Embora eu tivesse interesse em fazer vídeos, esta foi a primeira vez que me envolvi profundamente em um trabalho tão detalhado. Foi divertido, mas houve muitas cenas deletadas, o que é um pouco lamentável.
P. No final do MV, JONGWOO pega uma carta que caiu no chão. O que é essa carta?
[JONGWOO] Originalmente, Tae Gyun (TAG) deveria pegá-lo e encerrar a cena, mas ele machucou a mão naquele momento. Então ele teve que ir ao médico e eu o mandei. Falando na carta, eu queria despertar curiosidade do tipo: 'O que é isso?' naquela cena.
[TAG] O significado da carta será revelado no próximo álbum! Só pensei nisso agora.
P. Por favor, conte-nos sobre o charme do membro próximo a você.
[YEDAM] JAY hyung parece um oppa (o irmão mais velho) quando canta, mas na verdade ele é fofo como um irmão mais novo de quem eu quero cuidar. Além disso, mesmo sendo o mais novo, ele brinca muito comigo, o que eu agradeço.
[JAYCHANG] SEONGMIN tem a mesma idade que eu, mas cuida de todos como um irmão mais velho. Ele é como uma mãe em nossa equipe.
[SEONGMIN] TAG parece legal e estiloso no palco, mas nos bastidores ele é brincalhão e relaxa o clima do nosso time.
[TAG] JONGWOO hyung dança sexy e é ambicioso. É impressionante como ele supera as partes que faltam em si mesmo.
[JONGWOO] YEDAM é fofo. Como um aluno exemplar, ele pergunta tudo o que não sabe e tenta aprender qualquer coisa. É louvável.
Q. FLNK combina FAN e LINK, e é uma plataforma que conecta fãs e artistas. Como o ONE PACT gostaria de se conectar com os fãs no futuro?
[JAYCHANG] Quero criar um elo, dando muito amor aos nossos fãs através de boa música e performances. Além disso, gostaria que pudéssemos construir uma relação de confiança com nossos fãs, permitindo-nos ficar um ao lado do outro para sempre.
[SEONGMIN] Quero uma conexão legal, como um certificado de relacionamento familiar. Bem, muitas vezes imagino vários cenários. Nosso objetivo é nos tornarmos um grupo duradouro e, se isso acontecer, acredito que &♡ seríamos verdadeiramente uma família para nós.
fonte: https://flnk.io/contents/659d17c295803535fb978d7d
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elmartillosinmetre · 1 year ago
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Valses de Año Nuevo
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[La directora polaca Marzena Diakun al frente de los conjuntos de la ORCAM / MARCO BORGGREVE]
Una muestra de las recientes producciones de solistas, conjuntos y discográficas españoles dedicados al sector clásico
Ha cumplido ya 82 años, pero Jordi Savall sigue viviendo en una vorágine de conciertos y grabaciones. Su discográfica Alia Vox no descansa. En 2023, además de alguna reedición sonada (como un par de vinilos con míticos registros para su viola de los años 70), ha publicado uno de esos crossovers entre lo antiguo y las músicas tradicionales y del mundo (Oriente Lux) a los que es tan aficionado, pero además se ha adentrado en el terreno del siglo XIX con fuerza: después de su ciclo sinfónico Beethoven y de su acercamiento a Schubert, ha llevado al disco la Italiana de Mendelssohn, que presenta dos veces, en su versión inicial (1833) y en la definitiva (1834), para, ya terminando el año, elevar el tiro con la edición (siempre lujosa e impecable) de nada menos que la Missa solemnis como culminación de su revolucionario acercamiento al genio de Bonn. Escuchando el despliegue de energía de sus conjuntos, la rebautizada ahora como Capella Nacional de Catalunya y Le Concert des Nations (con Lina Tur Bonet, como en Mendelssohn, de concertino), pensaba en que esta demostración de vigor, creatividad y pasión de alguien que lo ha sido ya todo en su oficio es un buen estímulo para afrontar los desencantos de la edad y del entorno que imponen los tiempos.
Otro de los grandes veteranos de la música antigua española dejó a finales de 2023 un disco extraordinario: Procesional de Sixena. Con cuatro cantantes femeninas (Èlia Casanova, Beatriz Lafont, Laia Blasco y Maria Morellà), absolutamente transfiguradas, y el apoyo de un arpa (Robert Cases) y una fídula (la del director del proyecto), Carles Magraner ha conseguido con su Capella de Ministrers uno de esos hitos musicales que se quedan en la memoria por la belleza serena, intemporal que la música transmite. Se trata de un acercamiento al repertorio de las monjas del Real Monasterio de Sijena (Huesca) según la única fuente musical conservada, el excepcional Procesional de Sijena, elaborado en los siglos XIV y XV, que recoge cantos para diferentes momentos del año litúrgico. Aquí se resumen tres: el día de San Juan Bautista, el Mandatum del Jueves Santo y la Pascua, en los que el gregoriano se mezcla con algunas polifonías e interludios instrumentales a partir de los Códices de las Huelgas y Madrid.
Otro grande de la música antigua, Albert Recasens, terminó 2023 presentando un álbum singular con La Grande Chapelle: música sacra latina de Antonio Rodríguez de Hita (1722-1787), un compositor principalmente conocido por sus comedias junto al dramaturgo Ramón de la Cruz. El repertorio fue compuesto para el monasterio madrileño de la Encarnación y está formado por salmos, motetes, himnos, lamentaciones y, sobre todo, responsorios de Epifanía. Como siempre me pasa con Recasens, la mezcla entre rigor y detalle me deja con ganas de oír más.
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Savall, Magraner y Recasens manejan sellos propios (Alia Vox, CDM y Lauda), pero puede que el más influyente sello clásico español sea ahora el granadino IBS, que ha seguido con su extraordinaria cadencia productiva, de la que quisiera destacar ahora tres trabajos. El primero es el que el navarro Eloy Orzaiz ha hecho con un piano de Conrad Graf de 1826-27 en el que recoge los tres Klavierstücke D.946 de Schubert y la Gran Sonata brillante en re mayor Op.106 y una bagatela de Hummel (esta última da título a su disco, La Contemplazione) para mostrar la mala suerte que tuvo Hummel al competir en los libros de historia con Beethoven y Schubert: el brillante virtuosismo de su música, combinado con el lirismo belcantista de ese Larghetto de la Sonata, merece más atención de la que hoy conoce.
Para el segundo, cambiamos de universo radicalmente: el Trío Musicalis (Eduardo Raimundo, clarinete; Mario Pérez, violín y viola; Francisco Escoda, piano) titularon Mosaicos a un álbum que recoge obras de compositores españoles vivos: Héctor Parra, Jesús Torres, José Luis Greco, Ramón Paús y José María Sánchez-Verdú, todas ellas escritas entre 2018 y 2021 para el propio grupo, fundado en el seno de la ONE hace ya 15 años. Cinco nombres para cinco estéticas diferentes y un empeño com��n, seguir ampliando las posibilidades expresivas de los instrumentos y sus desempeños dentro del marco siempre sugestivo y exquisito de la música de cámara. El resultado: un CD original, sorprendente, inquisitivo.
El tercero nos lleva a la música sinfónica. La polaca Marzena Diakun se pone al frente de los conjuntos de los que es actual titular, el Coro y la Orquesta de la Comunidad de Madrid, para un intenso y poco común recital brahmsiano. Sólo la Rapsodia para alto, coro masculino y orquesta, que canta como solista Agnieszka Rehlis, ha alcanzado cierta difusión entre los aficionados.  Pero aquí se reúnen también la Canción del destino Op.54 (sobre Hölderlin), las Cuatro canciones para coro femenino con dos trompas y arpa Op.17, una selección de seis Liebeslieder-Walzer Op.52, Nänie Op.82 (sobre Schiller) y el Canto de las Parcas Op.86 (sobre Goethe). Del Brahms más aparentemente ligero de los valses al dramático que escribe sobre Goethe o Hölderlin todo está dicho aquí con una propiedad técnica y expresiva y una medida del tiempo que no muchos relacionarían con un conjunto español. Me parece uno de los mejores discos grabados por una orquesta española en los últimos años.
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El saxofonista toledano Pedro Pablo Cámara también ha creado su propio sello (Calle 440: tiene que pulir el diseño interior y documental de sus productos), donde acaba de publicar un estupendo álbum mozartiano con un conjunto de saxofonistas que responde al singular nombre de Prochain Arrêt y que proceden del Centro Superior de Enseñanza Musical Katarina Gurska de Madrid, donde Cámara ejerce como profesor. El grupo ha cogido dos de las Serenatas de Mozart escritas para Harmoniemusik (octetos de viento, muy populares en la Viena de finales del XVIII) y las ha pasado a sus instrumentos. Las obras se cuentan entre las mejores del género: nada menos que la Nachtmusique KV 388 de 1782 y la Gran Partita KV 361, de la misma época (quizás un año anterior, aunque no es seguro). En su plena madurez, Mozart logra una combinación de lirismo, divertimento y hondura expresiva como en pocos otros géneros de su catálogo. Los arreglos son tan buenos que uno se olvida del instrumento que escucha porque el mensaje musical del compositor llega en toda su extensión y su verdad.
Debutaron para la fonografía con canciones de García Leoz en un disco titulado Luna Clara, y la soprano pacense Mar Morán y el pianista Aurelio Viribay vuelven al CD con Luna muerta (editado en Cezanne esta vez), repaso por las canciones de Manuel Palau (1893-1967). A la ampliación del repertorio español, el CD añade la posibilidad de escuchar una voz radiante, que se explaya operísticamente de forma brillantísima cuando la ocasión lo requiere, pero sabe recogerse en la intimidad con delicadeza, siempre con insinuante intención expresiva en matices y acentos. Soberbio.
Y para terminar, más��valses, que estamos en Año Nuevo. Los doce que el pianista cordobés Pablo Amorós ha dejado con la marca Marfer de un personaje enigmático, Clifton Worsley, seudónimo de Pedro Astort Ribas (1872-1925), un barcelonés, pionero del jazz en España, creador del llamado Vals de Boston (con el primero, luego retitulado Beloved!, se hizo famoso internacionalmente), más lento que el vals vienés o francés y con el que se labró un nombre en la música popular de principios del siglo XX. Worsley fue luego olvidado. Este atrevido CD lo reivindica.
[Diario de Sevilla. 7-01-2024]
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pseudopsiq · 1 year ago
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Jordi Sierra i Fabra
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Um ano antes de sua morte, Franz Kafka viveu uma experiência singular.
Passeando pelo parque de Steglitz, em Berlim, encontrou uma menina chorando porque havia perdido sua boneca.
Kafka ofereceu ajuda para encontrar a boneca e combinou um encontro com a menina no dia seguinte no mesmo lugar.
Não tendo encontrado a boneca, ele escreveu uma carta como se fosse a boneca e leu para a garotinha quando se encontraram. A carta dizia: "Por favor, não chore por mim, parti numa viagem para ver o mundo".
Durante três semanas, Kafka entregou pontualmente à menina outras cartas , que narravam as peripécias da boneca em todos os cantos do mundo : Londres, Paris, Madagascar ...
Tudo para que a menina esquecesse a grande tristeza!
Esta história foi contada para alguns jornais e inspirou um livro de Jordi Sierra i Fabra (Kafka e a Boneca Viajante) onde o escritor imagina como como teriam sido as conversas e o conteúdo das cartas de Kafka.
No fim, Kafka presenteou a menina com uma outra boneca.
Ela era obviamente diferente da boneca original.
Uma carta anexa explicava: "minhas viagens me transformaram".
Anos depois, a garota encontrou uma carta enfiada numa abertura escondida da querida boneca substituta.
O bilhete dizia:
"Tudo que você ama, você eventualmente perderá, mas, no fim, o amor retornará em uma forma diferente".
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ivanreydereyes · 2 years ago
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LA PUTA ESPAÑA O DE CASA REAL Y PONTIFEX es ALGO INVIABLE E INSALVABLE..os PONGAIS COMO os PONGAIS y según la pelicula CRIMINAL q vi en LA PAZ [BOLIVIA] en 2023 ..Jordi MOLLA al q me encontre en 2000 en el DELIcatessen de LA LATINA [=tutora de los hijos de ISABEL LA CATOLICA fundadora de PUTA ESPAÑA] dice q quiere acabar con el ESTADO ESPAÑOL para acabar con este MUNDO=The MISSION IS IN THE MEMORIES
Por cierto..en VALENCIA hizo el récord del mundo de 10.000 mts en pista JOSHUA [significa DIOS ES SALVACION] Cheptegei en octubre 2020..el récord español lo sigue teniendo Fabián RONCERO [Lisboa, 1998] al q conocí junto al ANGEL CAIDO [a 666 mts de ALTITUD] del parque del BUEN RETIRO de MADRID [junto al barrio JESUS] en un entrena_miento del Club BOWERMAN de NIKE aunque se limitó a dar consejos xq dijo q tenía GASTROENTERITIS [=CAGALERA] y le pregunté cuando descansaba y me dijo que NUNCA Q TENIA Q APROVECHAR SU MOMENTO de q era el RECORDMAN ESPAÑOL de todas las distancias de FONDO incluida MARATON [se lo quito JULIO REY DE PAZ]..luego meses despues hizo el RECORD EUROPEO de MEDIO MARATON en BERLIN dedicándoselo a DI_EGO GARCIA [= TWANGUERO q grabó con VIRGINIA MAESTRO "SABOR A MI, TEQUILA Sunset"] q murió con 39 años el día anterior a su homenaje de retirada tras ser PLATA en el EUROPEO de FIN_LAND donde los españoles coparon el podio
Luego le dieron un programa en TV sobre running y entrevistó a Dani Martín de EL CANTO DEL LOCO en el Parque JUAN CARLOS I
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ivanreycristo · 2 years ago
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COÑO.. PASTORA SOLER (q me firmo en la GALA de MISS ESPAÑA'09 en CANCUN donde canto LA MALA COSTUMBRE del cd BENDITA LOCURA entre cd TODA MI VERDAD y cd UNA MUJER COMO YO viendola presentar desde la zona PARAISO del auditorio FIBES de SEVILLA su cd CONOCEME invitando a INDIA MARTINEZ a cantar SEVILLA de la malograda ROCIO JURADO cuando tras cd CAMINO DE LA BUENA SUERTE lanzo cd DUAL q incluye LOCO con Enrique IGLESIAS q metio en su cd SEX+LOVE al igual q BEAUTIFUL con KYLIE MINOGUE q ella metio en cd KISS ME ONCE).. cuyo cartel anunciador para su concierto de MADRID en octubre fotografie entre el SEMAFORO en el q se mato JORDI MESTRE (unico reportero hombre de SE LO Q HICISTEIS) y LA RIVIERA para ver a THE CULT.. apoya al humorista MANU SANCHEZ xq con 37 años le han detectado un CANCER DE HUEVOS (=literalmente) un mes despues de nacer su hija LEONOR=HEREDERA DEL ABISMO DE LA PUTA ESPAÑA SATANICA APOCALIPTICA
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sonyclasica · 2 years ago
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JOEL FREDERIKSEN Y ENSEMBLE PHOENIX MUNICH
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WALTHER VON DER VOGELWEIDE
Una colección de canciones medievales de los minnesänger (juglares) alemanes. Ya disponible. 
Consíguelo AQUÍ
Fue el más importante letrista y juglar en lengua alemana de la Edad Media - Walther von der Vogelweide (c. 1100- c. 1147). Pero su legado musical es tan desconocido como su biografía. Solo se conservan algunas de sus melodías. Ahora, el cantante de timbre bajo, laudista y director del conjunto estadounidense Joel Frederiksen y su Ensemble Phoenix Munich presentan un álbum entero de canciones de Walther reconstruidas por primera vez. En estrecha colaboración con renombrados musicólogos y expertos en la música de la Edad Media, Frederiksen y sus compañeros han grabado 17 canciones que ofrecen una fascinante visión de la música vocal de la Edad Media.
Se pueden escuchar canciones de Walther, pero también muchas chansons de trovadores franceses como Jaufré Rudel (c. 1100 - c. 1147), cuyas melodías el juglar probablemente adoptó y adaptó para sus propias canciones. “Cantados y musicados, nos acercamos así mucho más a los textos potentes y sensibles de este artista de lo que lo haríamos si solo los leyéramos", afirma Joel Frederiksen. "Y al hacerlo, nos sumergimos en un mundo primitivo que, después de todo, no parece tan alejado del nuestro".
Con su álbum "Walther von der Vogelweide", Joel Frederiksen vuelve a dedicarse a un gran bardo con su singular voz de timbre bajo. Frederiksen ya había grabado canciones del compositor renacentista John Dowland y del cantante pop Nick Drake para su exitoso álbum "Requiem for a Pink Moon" en 2012. Y acaba de publicar un homenaje a un trovador moderno, el gran cantautor Leonard Cohen, "A Day with Suzanne".
En su décimo álbum, Joel Frederiksen y sus músicos Vincent Kibildis y Félix Verry se acompañan de instrumentos que podrían haber sido tocados por el propio Walther. Entre ellos, la cítola medieval, así como el arpa y el violín. En sus canciones, Walther exhortaba provocativamente a reyes y papas a actuar con honorabilidad. Al mismo tiempo, formuló un nuevo ideal de Minne en su Minnelyrik y puso patas arriba la etiqueta cortesana que se había alabado hasta entonces. De ello hablan también las canciones reconstruidas, para las que Walther bien pudo inspirarse en melodías de sus colegas trovadores franceses. Para subrayar esta conexión entre el repertorio de los trouvéres y trovadores y el de los minnesingers, Frederiksen pudo contar con la famosa experta medieval y soprano Anne Azéma. Su participación en esta grabación añade color y profundiza en la comprensión de las fuentes de las canciones de Walther. A pesar de lo apasionante y singular que ha resultado ser este viaje musical a la Edad Media, Joel Frederiksen dota a las canciones del alto alemán medieval de una intensidad luminosa y una belleza que atraen a los oyentes del siglo XXI. SOBRE LOS ARTISTAS Joel Frederiksen
El cantante de timbre bajo y laudista Joel Frederiksen vive en Múnich, Alemania. Su versátil voz de bajo-profundo y sus expresivas interpretaciones le han valido la aclamación mundial. Joel Frederiksen ha dedicado muchos años a su especialidad, el canto para laúd autoacompañado. Su grabación "Réquiem por una luna rosa" recibió el premio Echo alemán en 2013. Actúa con figuras destacadas de la música antigua, como Dame Emma Kirkby, Andrew Parrott, Rubén Dubrovsky y Jordi Savall, y con destacados conjuntos como la Netherlands Bach Society, la Freiburger Baroque Orchestra, el Bach Consort Wien, el Ensemble Gilles Binchois y el Huelgas Ensemble. Frederiksen sigue actuando como artista invitado por toda Europa y Estados Unidos. Ensemble Phoenix Munich
Ensemble Phoenix Munich (EPM) fue creado en 2003 por Joel Frederiksen, especialista en música antigua, tras trasladarse a Múnich (Alemania). Desde 2007, el grupo ha presentado una serie de conciertos en Múnich, en el Museo Nacional de Baviera, y ha actuado en los principales festivales internacionales.
La programación de EPM refleja la amplia experiencia y los intereses de su fundador y director, Joel Frederiksen, que presenta música desde el Renacimiento y el Barroco europeos (1500-1650) hasta la América primitiva (1640-1860). El conjunto también ha encargado nuevas obras a compositores contemporáneos.
El director artístico Joel Frederiksen se centra en una programación innovadora y original basada en una cuidadosa investigación. El conjunto interpreta regularmente a partir de copias originales, utiliza instrumentos históricos y afinaciones adecuadas al país y a la época, y se adhiere en la medida de lo posible a la investigación reciente en todos los aspectos de la interpretación. Al mismo tiempo, el objetivo último de la interpretación es la comunicación significativa con el público. Los programas del Ensemble Phoenix Munich son atractivos y pretenden, según dice la expresión barroca, conmover los “afectos” de los oyentes.
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321ocio · 4 years ago
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La millor nit de la teva vida
#opinión de La millor nit de la teva vida @teatregaudi #teatre #comedia #diversión #culturasegura
La millor nit de la teva vida es una obra que meses atrás ya cosechó éxito en el Teatre Gaudí y ahora ha regresado; creada por el autor Jordi Silva y dirigida por Miquel Murga. Jordi Silva nació en Barcelona en el año 1973 y su primera obra “Íntimes loquacitats” en 2004, recibió el II Premio Fundación Romera de textos teatrals, la cual fue renombrada “Ja tinc 30” que fue llevada a toda Cataluña y…
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musicwithoutborders · 2 years ago
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Diego Ortiz / Jordi Savall · Ton Koopman · Rolf Lislevand , Recercadas Sobre el Canto llano La Spagna. Recercada Tercera I Recercadas del Tratado de Glosas, 2013
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guillermoloren · 6 years ago
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«Colección dirigida por Jordi Doce» «Grandes poetas que te podrás meter en el bolsillo» .
A lo largo de más de dos décadas, la colección de poesía de Galaxia Gutenberg se ha convertido en un referente literario de primer orden: clásicos antiguos y contemporáneos, grandes figuras de la modernidad occidental (europea y americana) y los poetas más altos de la tradición en lengua española. Con un cuidado exquisito en la edición y traducciones de gran voltaje literario, la editorial ha ofrecido —y sigue ofreciendo— a sus lectores un acceso privilegiado a lo mejor de la poesía universal.
‘Fragmentos de un libro futuro’ de José Ángel Valente
‘Por el gran mar’ de Andrés Sánchez Robayna
Con esta nueva colección de libros de pequeño formato, Galaxia Gutenberg quiere acercar este inmenso y riquísimo catálogo a una nueva generación de lectores. Su nuevo diseño traduce visualmente el deseo de hacer libros accesibles, selecciones portátiles que recogen lo mejor y más significativo de cada poeta o recuperan libros centrales de su producción. Todo, siempre, con los mismos criterios de rigor, excelencia crítica y cuidado editorial pero con un espíritu divulgativo y cercano al lector. Aquí caben desde clásicos modernos como Whitman, Leopardi, W.H. Auden o Sophia de Mello Breyner a poetas de lengua española como José Ángel Valente o Blanca Varela, pasando por un inclasificable como Joan Brossa. Se trata, en suma, de seguir celebrando la poesía como una función de la vida y un regalo de la imaginación, de ese entusiasmo crítico que no se resigna a dejar el mundo como lo encuentra. La colección se abre con una pequeña selección de siete poemas fundamentales de Walt Whitman (Canto de mí mismo y otros poemas) en la traducción de Eduardo Moga, el libro póstumo y quizá más conmovedor de José Ángel Valente (Fragmentos de un libro futuro), la entrega más reciente del poeta canario Andrés Sánchez Robayna (Por el gran mar), y Joan Brossa (Me hizo Joan Brossa) y próximamente breves selecciones de Leopardi, Auden y Blanca Valera.
‘Canto de mí mismo y otros poemas’ de Walt Whitman
‘Me hizo’ de Juan Brossa
‘Fragmentos de un libro futuro’, de José Ángel Valente. Fue publicado póstumamente por Galaxia Gutenberg – Círculo de Lectores en 2000, el mismo año de su muerte, y obtuvo el premio Nacional de Poesía, puede leerse como el testamento creador de Valente. Resumen y culminación de su obra, en sus versos se dan cita el impulso elegíaco y el canto amoroso, la indagación metafísica y el diálogo siempre fecundo con el arte y la naturaleza. El resultado es uno de los libros mayores de nuestra poesía. Encuadernado en rústica con solapas. Encuadernación: 11,5 x 18 cm., tiene 128 páginas, la fotografía del autor en la cubierta y su firma en la portada. Cómpralo a través de este enlace con Casa del Libro.
‘Por el gran mar’, de Andrés Sánchez Robayna. Entrevista a Andrés Sánchez Robayna publicada en febrero de 2019 en El Cultural: PREGUNTA: ¿Es este nuevo libro un paso más en su camino hacia el escepticismo, hacia el romanticismo, es una manera distinta de ver la realidad quizás? RESPUESTA: Es, sobre todo, un ahondamiento, una profundización, en el sentido de Juan de la Cruz («entremos más adentro en la espesura»). Pero también hay, quiero pensar, nuevas realidades y nuevos contenidos. Encuadernado en rústica con solapas. Encuadernación: 11,5 x 18 cm., tiene 90 páginas, la fotografía del autor en la cubierta y su firma en la portada. Cómpralo a través de este enlace con Casa del Libro.
‘Canto de mí mismo y otros poemas’, de Walt Whitman. Traducción y selección de Eduardo Moga. La obra de Whitman es la gran epopeya americana. Sus poemas recogen la bullente diversidad del país y el carácter indómito de sus paisajes y sus pobladores. Pero es también el retrato de una persona, Walt Whitman, que da cuenta de sus pasiones y anhelos más íntimos. Canto de mí mismo y otros poemas reúne una selección de sus poemas más emblemáticos, donde se dan cita el amor por la naturaleza, la fuerza de su erotismo, la turbulencia de la vida urbana y el ímpetu de una voz caudalosa, rítmica y memorable. Encuadernado en rústica con solapas. Encuadernación: 11,5 x 18 cm., tiene 138 páginas, la fotografía del autor en la cubierta y su firma en la portada. Cómpralo a través de este enlace con Casa del Libro.
‘Me hizo’, de Joan Brossa. Edición bilingüe castellano-catalán. Traducción de Andrés Sánchez Robayna. “La luna brilla. Tres viejos se cogen de la mano. Tres hombres de edad madura les suben a los hombros. Llegan cuatro adolescentes y van formando torres, de dos en dos. Sube un chiquillo a lo más alto.” Encuadernado en rústica con solapas. Encuadernación: 11,5 x 18 cm., tiene 118 páginas, la fotografía del autor en la cubierta y su firma en la portada. Cómpralo a través de este enlace con Casa del Libro.
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  “Nueva colección de poesía de GALAXIA GUTENBERG «Colección dirigida por Jordi Doce» «Grandes poetas que te podrás meter en el bolsillo» . A lo largo de más de dos décadas, la colección de poesía de…
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uniquetyphoonmiracle · 6 months ago
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Ante este descubri_miento inesperado de que la tumba del TRAGICO JESUS GIL [ por la TRAGEDIA DE LOS ANGELES DE SAN RAFAEL ]..frente a la tumba de CARLOS MARIN de IL DIVO [que murió en MANCHESTER lo que me recuerda tanto que OASIS antes THE RAIN son de ahí y que el MANCHESTER UNITED se estrello] en el cementerio de LA ALMUDENA [=patrona de MADRID que se celebra 9 nov=cumpleaños de mi madre..] el mas grande de EUROPA OCCIDENTAL..y he ido a verlo IN SITU..aunque me ha costado encontrarlo por lo que metí en un sitio escarpado del cementerio semi en ruinas y encontré la tumba de LAS ESCLAVAS DE CRISTO REY..
Luego tras visitar la tumba de CARLOS MARIN de IL DIVO y de JESUS GIL fui al cementerio CIVIL donde entierran figuras de la política y la cultura [tambien hay mucho ALEMAN de la Guerra Civil]..siendo la primera tumba que te encuentras la de DOLORES IBARRURI "LA PASIONARIA" que dirigio el Partido COMUNISTA ESPAÑOL con SANTIAGO CARRILLO [murio con 97 años el dia que echaron a LIAM GALLAGHER de OASIS del BERNABEU] colocando la sede cuando lo legalizo JUAN CARLOS I el JUEVES SANTO del 77 ..en la calle SANTISIMA TRINIDAD..y la anterior o 1era vez que visite su TUMBA fue el DIA DE LA ALMUDENA de 2017 llamándome mi PADRE cuando estaba enfrente porque creía que era mi CUMPLEAÑOS [y era el de mi MADRE o su EX_MUJER..cuando entonces vivía con su 2da mujer..en calle RELOJ de BRUNETE =SANGRIENTA BATALLA DE LA GUERRA CIVIL..y entonces su AYUNTA_MIENTO ..luego nada más morir y heredar su 2da mujer casi 1 millón de € tuvo un accidente de coche de frente contra un BUS ESCOLAR siendo noticia porque la traslado un HELICOPTERO al HOSPITAL LA PAZ]..RECUERDO QUE ME DIJO QUE A MI EDAD de entonces o 46 años tenia 3 HIJOS MAYORES DE EDAD..después visite la Tumba de ALMUDENA GRANDES que murió 27_11_21 en Víspera de mi año 50 y ese día 27_11_21 cite a VIRGINIA MAESTRO por twitter en la cabina telefónica de su video DEL SUR en la plaza de SAN IDELFONSO donde hace unas semanas fotografie el cd SENDEROS DE TRAICION DE HEROES DEL SILENCIO en una mesa de reliquias que vendía un tipo y a continuación el póster de COLECTIVO PANAMERA con cuyo cantante Nacho TABOADA canto VIRGINIA MAESTRO "EL RELOJ" en el BUHO REAL en marzo 2022..para luego fotografiar a un tipo pasando con su novia delante de la iglesia de SAN IDELFONSO con camiseta de LP SCREAMING FOR VENGANCE de JUDAS PRIEST
Por cierto..la tumba de ALMUDENA GRANDES tiene un escudo del AT. MADRID y cuya 1era novela la EROTICA las edades de LULU fue llevada al cine por BIGAS LUNA [que murió preparando la post_apocaliptica SEGUNDO ORIGEN] en la que debuto Javier BARDEM porque le gustó como le habían dejado la cara por hacer una simple aproximación a la novia de un tipo..luego como 2da película hizo JAMON JAMON de bigas LUNA donde coincidió con LA CRUZ O PENELOPE [como volvería hacer en VICKY CRISTINA BARCELONA de woody ALLEN empezando su romance ] la cual debuto en el video LA FUERZA DEL DESTINO del cd DESCANSO DOMINICAL de MECANO..y Jordi MOLLA [al que me cruce en el DELICATESSEM del barrio de LA LATINA justo antes de empezar su carrera en HOLLYWOOD] al que BARDEM quita la NOVIA tras comerla las TETAS bajo los HUEVOS DE UN TORO DE PUBLICIDAD DE OSBORNE..para después HACER Javier BARDEM la pelicula HUEVOS DE ORO de Bigas LUNA donde su novia lo deja y se convierte en un corrupto constructor millonario que imita al millonario JULIO IGLESIAS en su canciones de frustraccion amorosa
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fromthedust · 4 years ago
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Jordi Diaz Alamà (Spanish, b.1986, working in Barcelona)
2021 is the seventh centenary of Dante Alighieri's death and Alamà is paying homage with his own series of The Divine Comedy.
The picture represents the Descent of the Souls to Hell, where they are distributed in one of the circles depending on their sins . . .  (detail)
Canto V - the Lustful - The infernal hurricane of souls that never rests . . .  (detail)
Canto VII - Purgatory (detail)
Canto XIX - Purgatory - Simoniacs (those that sold church offices, roles or sacred things)  (detail)
The First Part of the Seventh Circle of Hell - The Phlegethon was the boiling river of blood. Centaurs are charged with tormenting souls here by dipping caged sinners into the boiling river as well as shooting arrows at those who attempted to pull themselves out of the fiery blood . . . (detail)
The Second Part of the Seventh Circle of Hell - the organic forest of souls that comprised the Wood of the Suicides. (detail)
Third Part of the Seventh Circle of the Inferno - the blasphemous, the sodomites and the loan sharks (detail)
The giant Antaeus carries Virgil and Dante to the Ninth Circle of Hell (detail)
Canto XXXIV - Ninth Circle of Hell - The heads of the treacherous on the ice being devoured by Lucifer.  (detail)  
Ninth Circle of Hell - a head being devoured by Lucifer (detail)  
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Here I was in the painting process for Canto XVII.
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Working on Minos, the King of Crete and the Infernal Judge.  
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Jordi Diaz Alamà in Hell
https://www.facebook.com/diazalama/
http://www.diazalama.com/
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elmartillosinmetre · 2 years ago
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"Soy más Musetta que Mimì"
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[Sabina Puértolas y Rubén Fernández Aguirre durante un recital / MIQUEL GONZÁLEZ]
En su primer disco en solitario, la soprano Sabina Puértolas ha registrado doce canciones de Emilio Arrieta y un estreno de Alberto García Demestres
Aunque nació en Zaragoza en 1973, Sabina Puértolas se considera navarra. "Mi sangre es del desierto de los Monegros, pero llegué con 15 días a Tafalla y me crie allí. He cantado jotas navarras, he estudiado en los conservatorios de Tafalla y Pamplona… Emilio Arrieta era de Puente la Reina, un pueblo al lado de Tafalla, así que era ideal para dedicarle mi primer disco en solitario."
–¿Cómo le llega el proyecto?
–Me viene dado, porque es una idea de Rubén Fernández Aguirre. Pensó en mí como ideal para dar voz a estas canciones. Hemos tardado dos años: uno se nos fue en rodarlo, en hacer conciertos para presentar estas canciones al público y preparar y ofrecer la obra de Alberto García Demestres, que es muy difícil. Lo grabamos el año pasado en Granada y el 5 de junio de este año fue la presentación a los medios. Estoy muy contenta, porque tenía mucho miedo a este primer trabajo. Hay que hilar muy fino. La grabación fue muy intensa, porque repetimos mucho, aunque veníamos muy preparados por haberlas rodado durante un año en conciertos, pero queríamos que todo fuera perfecto, pero sin perder la esencia de mi estilo más natural de canto, que es sensual y tiene que ver también con lo visual, mis caras, mis acentos, mis dejes. Creo que lo hemos plasmado muy bien. Puede imaginarse perfectamente cómo me estoy moviendo.
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–¿El ciclo de García Demestres es un encargo suyo?
–Sí. Pero no es exactamente un ciclo. Es una obra en secciones, pero continua, que se podría escenificar perfectamente. Se titula Los cisnes en palacio, porque Arrieta fue amante de la reina Isabel II, y la obra sigue esa relación. Al final, ellos ya han dejado de verse, que supongo que fue la reina quien cortó la relación, porque Arrieta le puso después música al Abajo los borbones de García Gutiérrez, y García Demestres incluye ese “Abajo los Borbones” en la estrofa final: la señora está arriba escuchando cómo lo cantan sus súbditos, es muy fuerte.
–¿Había trabajado con Rubén Fernández Aguirre antes de que le propusiera este disco?
–Sí, habíamos hecho hace mucho tiempo un concierto junto a Ismael Jordi. Y después de muchos años, nos reencontramos en plena pandemia para un concierto en Peralada y fue un colpo di fulmine, como se dice en italiano, enamoramiento a primera vista, y desde entonces hemos hecho todos los conciertos del mundo. Gracias a él, yo también he perdido el miedo al concierto. Yo soy de moverme mucho en el escenario, de disfrutar, necesito parapetarme detrás de un personaje. Me da mucho respeto cantar para la gente vestida sólo de Sabina Puértolas acompañada por un piano. Y con él he perdido ese miedo. Doy gracias a que el destino lo haya puesto de nuevo en mi camino. He crecido muchísimo en estos últimos tres años con él. Me ha sacado de mi zona de confort y ahora me siento mucho más madura, más segura.
–Son doce canciones de Arrieta casi desconocidas.
–Sí, muchas estaban en manuscritos: yo fui a buscar una al Conservatorio de Madrid y la directora cogió el manuscrito con unos guantes y sólo me permitió hacerle fotos. Algunas piezas estaban sin terminar: un amigo de Rubén, compositor en Bilbao, las terminó. Eran canciones que si se cantaron en su tiempo luego habían desaparecido de la circulación.
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–Hay seis canciones en italiano y seis en español, ¿los estilos son diferentes?
–Son distintas. Han sido duras de preparar, porque si no tienen la dureza del canto tienen la dureza del decir, porque en algunos casos son minióperas, parecen Verdi, Bellini, Donizetti, pero todo concentrado en tres o cuatro minutos. O por ejemplo ¡Pobre Granada! tiene la dificultad del decir, ese deje andaluz... Son muy complicadas y justo por eso tardamos tanto en decidirnos a grabarlas, queríamos tenerlas muy interiorizadas, porque había mucho que sacar de ellas: de la primera lectura y el primer concierto que dimos con estas canciones a lo que estamos haciendo ahora va un mundo. Cada vez que te acercas a ellas encuentras nuevos recovecos y eso lo hace muy excitante para el intérprete.
–Usted se ha dedicado básicamente a la ópera, ¿la técnica siempre es la misma o hay que cambiar algo al enfrentarse a un recital de canciones?
–La base técnica es la misma, pero la forma de enfrentarte a una representación operística es diferente. Si un día te encuentras un poco mal por lo que sea, en una función de ópera puedes disimularlo; ante el público hora y media tú sola, es imposible, ahí estás completamente desnuda, eres tú, tú técnica y tu decir, además en un recital que muchas veces haces ópera, zarzuela, canciones, cada género con su propio código, su forma de decir.
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–Se lo preguntaba porque la escucho en el disco y desde el principio, con las canciones españolas, la veo con la voz colocadísima, impostada, con una técnica muy canónica…
–Sí, bueno, pero también hay susurros, dejes… Yo quiero divertirme y hacer que el público entienda y sienta lo que yo estoy entendiendo y sintiendo. En la obra de García Demestres hay hasta orgasmos, hay gritos, desesperación, es Isabel II contando su vida íntima, mi marido que no me sirve y este chiquito para el que he hecho construir el Teatro Real… Es además una obra extensa y hay que evitar que suene monótona, en primer lugar para mí.
–Su repertorio de ópera sigue muy centrado en sus papeles de lírico-ligera, ¿está evolucionando hacia papeles más líricos?
–Estoy tan a gusto donde estoy… No es que no me atreva con roles más líricos o más pesados. Pero si estoy tan a gusto y mi voz sigue joven no quiero pasar esa línea, no lo necesito. Está claro que con la edad la voz evoluciona, pero yo no la fuerzo, mantengo los agudos y tengo más cuerpo en el centro y los graves, pero me divierten mucho los personajes de lírico-ligera. Voy a retomar Traviata este año en Jerez, que es algo que me apetece, porque al principio de mi carrera hice muchas traviatas. Después de haber hecho Manon y haberme encontrado tan a gusto en ese acto final, quiero retomar el personaje de Traviata. Pero sigo haciendo Gildas, seguiré haciendo barroco, vuelvo a hacer Musetta...
–¿Pero no se ve como Mimì?
–No, y me lo han propuesto, pero es que como persona soy más Musetta que Mimì, y no me cuesta nada hacer Musetta. No es por enfrentarme a papeles nuevos, pero no quiero perder el timbre que tengo y la facilidad para subir arriba por hacerlo todo más central, y además Puccini… tienes que saltar una orquesta, y eso es darle, darle caña a la voz.
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–¿Qué tiene ahora?
–A mediados de agosto me voy a Oviedo para empezar los ensayos de Manon, que hice por primera vez en Jerez con Ismael Jordi. Luego lo hice en Chile, con la preciosa producción de Emilio Sagi, y allí me dieron el Premio del Círculo de Críticos de Santiago por el personaje.
–Lo francés se le da bien…
–Sí, me encanta. El idioma ya no es un problema y me siento muy identificada también con ese repertorio. Es cierto que en mi carrera he hecho mucho barroco y algunos me catalogan casi como una especialista, pero lo he hecho siempre desde mi punto de vista, mi técnica no es plana, yo sigo vibrando la voz, porque eso es sano para mis cuerdas vocales…
–¿Es saludable el repertorio barroco para un cantante lírico?
–Absolutamente. Es como pasar por un hospital o por un spa para descansar la voz, Haendel, Monteverdi y hasta Mozart… Tienes que dejar libre la voz, y allí exploras además tu musicalidad, porque no todo está escrito y tienes que poner mucho de ti para dar vida a un personaje, a un aria. El barroco me ha servido muchísimo. Agradezco mucho a Christophe Rousset, que fue el primero que me descubrió que yo servía para la ópera barroca en una época en que yo no tenía ni idea de que podría irme bien.
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–Después de Manon…
–Me voy a Chile, donde debutaré en Don Pasquale con Celso Albelo y Evelino Pidò. Después regreso, tengo quince días y me voy a Tenerife a hacer la Manon de Emilio Sagi. En diciembre tenemos un concierto en Granada para presentar el disco.
–Le cancelaron su debut en el Metropolitan de Nueva York con El barbero de Sevilla por la pandemia, ¿lo ha podido recuperar?
–No. Pero procuro no frustrarme. Si tiene que llegar pues llegará. Yo entiendo que para el currículo habría sido genial. Pero me siento muy a gusto haciendo lo que hago, cantando donde canto. Entonces le doy la importancia necesaria.
–Es su primer disco en solitario, ¿le han quedado ganas de otro?
–[Risas] Sí, bueno, algo hay.
–¿Se puede contar?
–No, no, yo les he trasladado mi responsabilidad a Paco Moya y a Rubén, y que ellos se inventen el proyecto. Pero me ha encantado hacerlo, porque además le voy a contar un secreto: yo nunca me gusté. A mí no me gustaba escucharme. Sin embargo cuando escucho esto, lo disfruto mucho, me encanta… Tiene un swing… [y tararea]
[Diario de Sevilla. 13-08-2023]
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