#retoque
Explore tagged Tumblr posts
Text
Este chaval ha acabado con las reservas de ácido hialurónico de toda España:
#lidlt#isla de las tentaciones#la isla de las tentaciones#joel#retoques#retoque#acido hialuronico#hyaluronic acid
10 notes
·
View notes
Text

La novia cadáver • Corpse Bride
#fotografía#Diseño#color#fantasma#interior#exposición#retoque#detalle#photography#Design#ghost#exhibition#retouching#detail#city
7 notes
·
View notes
Photo

PRIMA PAGINA El Mundo di Oggi mercoledì, 19 marzo 2025
#PrimaPagina#elmundo quotidiano#giornale#primepagine#frontpage#nazionali#internazionali#news#inedicola#oggi estrella#bien#siempre#esta#terra#discuten#orden#hora#plan#trump#alto#fuego#energetico#partida#ante#agravia#reparto#vivira#menos#retoque#lanza
0 notes
Text

Composite, recolor, retouch etc
0 notes
Text


Retouque Fotografico Photoshop
#retoque#photoshop#product#publicidad#marketing#photoshoot#photography#beauty products#brand#branding#makeup products
0 notes
Text
Efecto grunge retro en fotografía, por Pixelbuddha.
0 notes
Text
@vygiler asked. ❛ you are worth fighting for. ❜ / @ Haitham.
Calmas y despejadas están las calles de Sumeru, por aquellas horas, añadiéndole un algo ( puede que especial, puede que simplemente adecuado ) al oscuro manto de la noche, cerniéndoseles por encima de las cabezas y envolviéndoles cuidadosamente las siluetas.
El Príncipe le recuerda que es un ser imprevisible, a su manera, que puede serlo y que nada se sabe acerca de cuál de sus pensamientos será el próximo en ser entretenido por la quisquillosa de su mente, un número no desdeñable de contemplaciones el que ha cultivado, recluido en su Santuario, por cientos de años.
Así..., le pide de detenerse, espontáneamente, para oler las orquídeas, apoyado sobre una rodilla.
Alberga intención de pasar a ver a los espíritus del bosque, los retoños de su Maestra, que hace mucho le dieron el título [ de Príncipe ], también el Árbol Onírico, según le ha dicho, desde el momento en que ha tomado su helada mano y se ha aventurado con ella fuera del Santuario.
…Vale la pena luchar por él, le llega, sin previo aviso, a los oídos, al tiempo en que desiste de tomar a la indefensa flor por el tallo y arrancarla, con una sonrisa teñida de misericordia sobre los labios. —Puede que tengas razón.
Se endereza, de nuevo, con las manos vacías. Por esta vez, sin ningún obsequio para ella. —Pero me gusta nuestro acuerdo tal y como está ahora. ¿A ti no? Quien deba de luchar por mí, llegará en su debido momento… Y si no lo hace, bueno, las confrontaciones físicas no me son desconocidas. ¿Verdad?
𝑹𝑨𝑵𝑫𝑶𝑴 𝑭𝑳𝑼𝑭𝑭𝒀 𝑺𝑬𝑵𝑻𝑬𝑵𝑪𝑬 𝑺𝑻𝑨𝑹𝑻𝑬𝑹𝑺.
#vygiler#v: the lesser lord ✦ au#.//self-indulgence hours........ < 3#.//porque son majestuosos en este verse mwah#.//los retoques que le toquen a esta cross. no te preocupes. que cae de cabeza (enamorado) no importa qué
1 note
·
View note
Text

Dentro del espejo (A place called abroad)
#retoque fotográfico#arte#arte contemporáneo#art#contemporary art#juan muñoz#escultura#escultura contemporánea#sculpture#contemporary sculpture#urquízar
0 notes
Text
Estoy llorando con las fotos que ha subido una clínica estética del Pequeño Nicolás. Qué cojones es esto



5 notes
·
View notes
Text
Últimos retoques
Últimos retoques em 2023, Festas de Nossa Senhora D'Agonia, a caminho do jardim do antigo Governo Civil de Viana do Castelo.
2023, Festas de Nossa Senhora D’Agonia Últimos retoques São dados os últimos retoques antes do desfile da Mordomia na Romaria. Ritual que acontece todos os anos assim como neste, 2023, Festas de Nossa Senhora D’Agonia, a caminho do jardim do antigo Governo Civil de Viana do Castelo.Um dos momentos altos das festividades. A chieira leva as mordomas, que envergam os traje vianense ou trajes…

View On WordPress
#últimos retoques#chieira#mordomas#romaria#Romaria d&039;Agonia#Romaria da Nossa Senhora D&039;Agonia#traje regional minhoto#traje vianense#Viana do Castelo
0 notes
Text
Lensa: Edições de Fotos com IA Avançada
Você está em: Início > Artigos > Inteligência Artificial > Lensa: Edições de Fotos com IA Avançada Olá! Caro leitor, este artigo é para quem esta procurando tecnologias de inteligência artificial para ajudar nos trabalhos do dia a dia A fotografia é uma forma poderosa de comunicação visual que desempenha um papel significativo em nossas vidas pessoais e profissionais. Com o crescente número de…

View On WordPress
#Aplicativo de aprimoramento de imagens#Aprimoramento automático de imagens#Artigo#Correção de cores automatizada#Edição de fotos com IA#Edição em lote de imagens#Efeitos artísticos em fotos#Ferramenta de edição de fotos#Lensa#Remoção de imperfeições em retratos#Retoque facial com inteligência artificial
0 notes
Photo

Lens dewarped, hand composited from alt take, colors enhanced, film-like texture added, cleanups, etc.
0 notes
Text




★ ˙ ̟ ─── . “ただいま”.
— noivo! jeonghan × leitora. — 𝗰𝗮𝘁𝗲𝗴𝗼𝗿𝗶𝗮: sugestivo. — 𝗽𝗮𝗹𝗮𝘃𝗿𝗮𝘀: 4164. — 𝗮𝘃𝗶𝘀𝗼𝘀: choro, saudade, linguagem imprópria, insinuação de sexo, tiquinho de degradação & tesão acumulado [♡]. — 𝗻𝗼𝘁𝗮𝘀: se ele não vem, eu trago ele por conta própria.

𝒔𝒊𝒏𝒐𝒑𝒔𝒆. jeonghan finalmente está em casa.

Olhou-se no espelho pelo que julgava ser a oitava vez naquela noite. Nada precisava de retoques, nada estava fora do lugar. Então por que tanta inquietação em se manter “perfeita”? Não lembra de ter agido assim nem no primeiro encontro de vocês dois. Jeonghan nunca te deu abertura para se sentir qualquer coisa abaixo de deslumbrante na presença dele. Então por que achava que seu coração ia sair pela boca assim que o visse atravessar a porta?
Revisitar memórias não ajudava com a ansiedade. Havia passado a noite anterior em claro — apesar de todos os alertas que ele te deu sobre você precisar descansar. Tentou ler entre as estrelas até sabe lá que horas, na expectativa que elas te descrevessem exatamente como seria vê-lo novamente pelo que parecia ser a primeira vez. Sorria para si mesma. Tentava fechar os olhos. Mas quando se dava conta já estava fantasiando outra vez, suspirando sozinha.
Cinco meses é um tempo longo. Aprendeu muito sobre si mesma. Entendeu que definitivamente não havia nascido para relacionamentos à distância. Todas as ligações e mensagens trocadas mantinham a sua paz, mas estavam longe de sanar a falta que ele te fazia. A mais estranha das descobertas talvez tenha sido aceitar que vê-lo constantemente pelos cantos da casa como uma espécie de fantasma não te tornava louca — memórias às vezes se materializam na frente dos nossos olhos.
“Você vai abrir um buraco no chão desse jeito.”, o timbre doce foi como um estalar de dedos em frente ao seu rosto. Cessou o caminhar ansioso que sequer sabe quando começou. Sua cunhada te encarava do sofá, o rostinho parecia muito entretido com a sua inquietude. “Tá tão nervosa assim?”
“Você vai fingir que acredita se eu disser que não?”, tentou se sentar e finalmente ficar quieta, mas a perna balançava involuntariamente.
“Não...”, brincou. Ela lembrava Jeonghan quando agia assim. “Fica tranquila. Vocês se falaram todos os dias. Não é como se fosse sua primeira vez vendo ele na vida.”
“Mas é diferente. Não sei…”, brincou com a aliança no seu dedo anelar. “E se eu tiver mudado muito?”
“Não mudou.”, ela tentou assegurar, mas ficou claro que não ajudou em muita coisa. Talvez outra estratégia ajudasse: “Ele já chorou por sua causa na minha frente, _____. Garanto que nada que você fizer vai mudar o que ele sente.”, relembrou algo que só havia te contado depois de muita pressão sua. Você sequer teve acesso aos detalhes ou ao motivo específico, só sabia que o acontecimento em si era meio inacreditável — Jeonghan não era de chorar na frente de ninguém.
“Inclusive…”, olhou em volta, temendo que seu noivo brotasse do chão. “Quando que ‘cê vai me contar essa história direito?”
“Não posso. ‘T�� sob ameaça.”, o olhar da mulher tornou-se distante. Jeonghan sabia demais, não era alvo fácil para ninguém.
“Mas ele não vai adivinhar que você me contou.”
“Com ele tudo é possível e você sabe disso.”, rebateu e, infelizmente, tinha razão até demais.
“Qual seu preço?”
“Não tenho um.”, deu de ombros.
Errado. Todo mundo tinha um preço.
“Eu te conto onde ele esconde a chave da gaveta da escrivaninha.”
“Ele te contou?!”, os olhos dela triplicaram de tamanho. “Meu diário ‘tá lá dentro tenho certeza!”, estalou a língua no céu da boca. O acontecimento retomava a infância deles dois, Jeonghan havia tomado posse da gaveta antes que ela conseguisse tirar todos os pertences de dentro — eles sequer moravam mais na casa, mas a disputa ainda continuava viva.
“E então? Temos um acordo?”, questionou convencida. A mulher ergueu o mindinho — sinal universal de promessa.
A porta se abriu.
Tudo era possível com Jeonghan.
Os olhares se voltaram para a entrada. Até mesmo sua sogra veio correndo da cozinha com as mãos envolvidas num paninho, secando-as como podia. A silhueta conhecida entrou logo após um homem mais velho e você jura ter esquecido como respirar — a ação não era tão involuntária quanto parecia. Levantou-se meio hesitante, não via mais nada no cômodo.
Jeonghan era exatamente o mesmo. A mesma pessoa que você via em pensamento todos os dias. O cabelo crescido não era novidade, viu todo o processo nas inúmeras fotos e ligações que compartilharam. A camiseta branca e a calça de coloração escura abraçavam todo o corpo dele. Droga, secava-o sem a menor vergonha na cara e não parecia ter previsões de parar. Nem a euforia que se instaurou no ambiente foi capaz de tirar do transe estranho no qual ficou presa, a recepção era calorosa — estava claro que você não era a única ali morrendo de saudades dele.
O borrão de quando você foi envolvida num abraço apertado não foi registrado pelos seus olhos — que já embaçavam um pouco. O cheiro dele encheu seus sentidos, de repente não era mais capaz de respirar. Presa no limbo entre estar totalmente fora da sua zona de conforto ou finalmente estar em casa novamente.
"Tava com tanta saudade...", o sussurro invadiu sua audição, o coração ardeu. "Eu te amo.", era inquieto, agora selava sua boca quantas vezes conseguia fazer caber no meio das sílabas. "Te amo tanto, meu amor.", te apertou novamente, nem ele mesmo parecia acreditar que te tinha outra vez.
"Eu vou chorar.", você murmurou contra a pele dele, a vibração baixinha fez o homem se arrepiar. Havia confessado mais para si mesma que para ele, sentia-se sobrecarregada. Todas as lágrimas que ensaiou conter quando esse exato momento acontecesse ameaçando deixar os seus olhos.
"Aqui?", envolveu sua nuca entre os dedos. "Você prometeu que não ia.", relembrou, aconchegando seu corpo no abraço como se já previsse. O soluço baixinho que escapou fez você tentar se esconder ainda mais no pescoço dele, os olhos ardendo mesmo fechados.
"Você tá borrando minha maquiagem.", fez birra, tentando desviar a atenção de algum jeito. O torso dele balançou num risinho contido.
"Tô, bebê?", retribuiu a energia, esticando-se como pôde para deixar um beijinho no seu cabelo. O apelidinho te balançou, havia sentido tanta falta de ouvi-lo te chamar assim pessoalmente. "Desculpa."
"Eu também te amo.", tentou conter o embargo da voz. Enxugando as poucas lágrimas que restavam para finalmente olhá-lo nos olhos outra vez. "Nunca mais fica longe assim.", pediu, sentindo outro nó na garganta — quase irritava-se consigo mesma por não conseguir conter o choro. Jeonghan franziu a testa em angústia, sentia como se tivesse levado um soco no estômago. "Eu não consigo fazer isso de novo.", negou com a cabeça. Ele envolveu seu rosto entre as mãos, apoiando a testa contra a sua.
Vocês tinham total consciência de que eram observados, eram como celebridades naquela casa. A família sempre demonstrou muito apreço pelo "casal de noivinhos mais lindo do mundo" — título que fora criado pela sua sogra. A atenção nunca incomodou, na verdade, sentia-se extremamente contente em saber que era bem acolhida ali. No entanto, nesse momento sentia como se houvesse uma pulga atrás da sua orelha. Havia tanta coisa que queria fazer, tanta coisa pra falar... porém tudo o que havia em sua mente pertencia só a Jeonghan, mais ninguém. Teria que se conter.
"Por que não veio me pegar no aeroporto, amor?", ele tentou desviar o assunto. Conhecia-te mais do que você mesma, sabia que se continuasse você iria chorar mais ainda — e isso era algo que só Jeonghan tinha a permissão de ver.
"Sua irmã pediu ajuda com o jantar.", justificou, ganhando mais um selinho demorado — era o máximo que ele conseguia fazer para te consolar ali.
"E quem que teve essa ideia, bebê?", olhou em volta antes de perguntar, vendo que todos agora pareciam ocupados demais em organizar a mesa do jantar. Talvez tenham resolvido que era hora de dar alguns minutinhos de privacidade a vocês dois. "Sabe... de fazer tudo isso.", completou.
"Sua irmã.", a resposta era previsível.
"E você não tentou impedir?", o tom tornava difícil adivinhar se era brincadeira ou não. Os lábios ainda roçavam contra os seus, ficar longe era tortura.
"Eu já não dou conta de você, amor. Qual é a chance que eu tenho contra um Jeonghan de saia?", beijou-o ao final da pergunta, suspirando com o gostinho doce. A careta que ele fez para comparação foi adorável. "Não faz essa cara. Ela tava toda animadinha em te surpreender…", justificou, mas Jeonghan era expressivo demais. Os olhos dele diziam tudo o que você precisava saber. "Sério que 'cê não gostou?"
"Não é isso. É só que...", olhou em volta mais uma vez, meio amuado. "Não tinha como fazer isso aqui depois?"
"Qual a diferença entre fazer depois e agora?", você sabia exatamente a resposta, porém queria evitar pensar nisso a todo custo. Agora não.
"Não se faz de sonsa, vai… eu tô com saudades.", as mãos serpentearam até a sua cintura. Arrepiou-se, a respiração se tornando falha. "Você sabe o que eu quero agora.", roçou a ponta do nariz contra sua bochecha e você jura que sentiu suas pernas falhando. A mente antes ansiosa magicamente parecia não ser capaz de processar nenhum pensamento. "Achei que ia ficar sozinho contigo."
"Eu também achei. Foi de última hora...", a mudança na sua voz te deixou até meio envergonhada, praticamente gemia para Jeonghan — era involuntário.
Não sabe quando passaram a conversar pelo olhar. Nada mais era dito verbalmente, a proximidade esquentava, fazia sua garganta secar. Presos numa órbita só de vocês dois, quase não ouviram quando foram chamados para jantar — sob o argumento que Jeonghan deveria estar morrendo de fome. Tirar as mãos do corpo um do outro foi quase doloroso. De repente, eram adolescentes outra vez, queriam sentir tudo e queriam imediatamente.
[...]
O jantar pareceu durar uma vida, você jura nunca ter feito uma refeição tão longa. A euforia de tê-lo de volta mantinha um sorriso enorme aceso no seu rosto, porém não conseguia se livrar da vontade de ser egoísta: queria-o só para si no momento. Já havia dividido Jeonghan com o mundo por tempo demais. Por isso fez questão de apertar a mão dele antes de anunciar que iria buscar a sobremesa na cozinha, queria que o homem se oferecesse para ir junto — e ele não era estúpido de deixar a oportunidade passar, foi logo atrás.
"Tá de carro, amor? Acho que vai ficar tarde demais para pedir táxi.”, resmungou, colocando mais uma taça em cima do balcão. Você concordou, mas a expressão questionou a afobação do homem. “Sabe lá até que horas que isso aqui vai...", soou chateado, certificando-se de falar baixinho — a conversa não deveria ultrapassar vocês dois.
"Mas que pressa é essa, hm? Você não é assim.", você recolocou a taça que estava enchendo de volta na bandeja. Enroscou a cintura delgada num abraço, já havia fingido controle por tempo demais, precisava de Jeonghan tocando no seu corpo outra vez.
"Tô cansado, amor.", fez biquinho, não largando a expressão dramática nem quando se abaixou para selar sua boca.
"Quer ir pra casa dormir, Hannie?", as sílabas eram todas levadas com muito esforço, naturalmente dengosa quando se via sozinha com o homem. Subiu as palmas, esfregando as costas largas na tentativa de aconchegá-lo.
"Uhum... 'tô precisando relaxar.", pesou as próprias expressões num cansaço que era meio fingindo e meio verdadeiro. As mãos envolvendo as laterais do seu rosto. "Você me dá um chazinho gostoso e eu vou dormir...", o sorriso safado veio em algum momento no meio da frase, sequer viu razão em disfarçar o duplo sentido. Seu corpo esquentou e quando foi capaz de perceber já havia deixado um tapinha em tom de repreensão no ombro dele.
"Idiota.", nem o risinho que você se forçou a soltar foi suficiente para mascarar o jeito que sua pele arrepiou com a sugestão. Esticou-se acolhendo o lábio inferior dele entre os seus, uma série de selinhos molhados que vocês silenciosamente acordaram de tentar manter só nisso. Nenhum beijo até ali havia sequer chegado perto dos que Jeonghan tinha guardado para te dar. Nada conseguia chegar perto do que vocês realmente gostavam.
Não foi surpresa quando o contato gradativamente tornou-se mais lascivo, mais desejoso. Jeonghan abria os lábios com uma urgência maior, as línguas se encontrando fora da boca antes que um dos dois acolhesse as duas numa sugadinha ruidosa. Seu corpo arrepiava com cada estalinho, naturalmente se forçando mais para dentro do abraço dele.
Arfavam nos poucos segundos de trégua que se davam para respirar, embriagados demais na sensação gostosa para serem capazes de ficar longe por muito tempo. O polegar do homem fez pressão contra o seu queixo, indicando que queria te fazer abrir mais a boquinha. Você acatou o comando silencioso, mas se arrependeu imediatamente.
Sentir seu noivo insinuar a própria língua dentro da sua boca de um jeito tão obsceno definitivamente era a última coisa que você precisava agora. Os olhinhos reviraram por trás das pálpebras, precisou até mesmo apertar as perninhas na tentativa de conter o espasmo gostoso que aconteceu no meio delas. Esse era o beijo que queria ter te dado desde o início.
Tornou-se inquieta.
Mente e alma preenchidas com pensamentos depravados demais para aquele local. Dolorosamente vazia, precisava de Jeonghan te enchendo... enchendo até vazar, sabe? Até que nenhum espacinho seu estivesse intocado. Até que o cheiro dele estivesse por todo o seu corpo.
"Hannie...", não fora mais que um mero miadinho. O homem finalmente dirigiu o olhar a você outra vez, nada surpreso em encontrar as feições desnorteadas. Seus olhinhos pesavam, prestes a se fechar — reduzida a carência e desejo, não pensava em outra coisa que não em ser tomada ali mesmo.
"Que foi, bebê?", dissimulou, era o joguinho favorito de vocês afinal. "Tá com vontade, é?", o questionamento escapando em meio a um bico penoso. Você concordou com a cabeça, a manha dominando todos os gestos. "Que dó do meu amorzinho...", selou sua bochecha com certa ironia. A paciência te faltou. Insinuou-se mais contra o corpo masculino enfiando-se na curva do pescoço dele.
Já não respondia muito bem por si própria ou pelos seus valores éticos, seu noivo também não parecia ter um pingo de vontade de ser a cabeça pensante da situação, afinal não impedia o jeito despudorado com o qual você dedilhava o corpo dele. Jeonghan arfava sob o seu toque, encolhendo-se contra o seu abraço. O homem se contorcia com certo alvoroço, não era comum que se sentisse tão incapaz de controlar as próprias reações — até temia o estrago que fariam um no outro no segundo em que ficassem a sós de verdade.
A comparação pode soar grotesca ou meio exagerada, mas a maneira como sua boca sorvia a pele dele poderia ser comparada a um animal faminto. Corria a língua pelo pescoço cheiroso como bem entendia — mesmo ainda ciente que não poderia deixar marcas visíveis. Sentia Jeonghan grunhir toda vez que acolhia o pomo-de-adão entre os lábios, a vibração fazia você arrepiar. As mãos atrevidas corriam pelo torso coberto, ameaçando descer pela barra da calça só para subir novamente.
Queimava em saudade, havia até mesmo esquecido do quão sensível o homem se tornava sob o seu toque. Jeonghan conseguia ser adorável até desse jeito, o rostinho inteiro tornava-se vermelho, como se houvesse bebido. As mãos grandes já apertavam a carne da sua bunda entre os dedos, forçando o quadril contra o seu como podia. A cena era digna de censura, o aperto possessivo no seu corpo e a expressão de completa luxúria do seu noivo seria a primeira visão de qualquer um que atravessasse a porta.
"Mas que feio, amor...", um risinho quebrado enfeitou o final da frase, arrepiou-se com o timbre áspero. Era impossível que Jeonghan dispensasse uma chance de fazer parecer como se ele não estivesse tão desesperado quanto você. "Querendo dar 'pra mim na casa dos meus pais?", sussurrou com escárnio e você se sentiu pulsar mais. "Não pode... Não.", contraditoriamente forçou a ereção contra o interior das suas pernas, apertando sua bunda com mais força. "Não consegue esperar 'pra me deixar foder essa bucetinha, bebê?", essa veio pertinho da sua orelha e te fez ter vontade de gemer, temia estar enlouquecendo.
"Eu quero você...", concordou com a cabeça. Os braços rodeando o pescoço dele num enlace carente. Já sustentava um biquinho involuntário nos lábios. "Por favor, eu preciso...", arfou, sentia o cantinho dos olhos ardendo, temia chorar de frustração — Jeonghan foi rápido em prever isso, já havia te visto chorar pelo mesmo motivo. Era hora de mudar o jeitinho de te moldar:
"Aqui, bebê? Aqui não pode.", a voz calma acompanhou um sorriso doce, você quis derreter nos braços do seu noivo.
"Eu 'tô com saudades, Hannie.", confessou o que já não aguentava mais repetir. Sentia tanto, tanto, tanto... era quase tortura. "Quero você na minha boca...", não havia pudor algum na forma como se expressava. As feições eram cristalinas, estava claro que pensava em Jeonghan e no quão lindo ele ficava sempre que ganhava um carinho seu — você precisava ver de novo.
"Na boquinha, amor?", o sorriso doce quase se tornou sacana. "E o que mais? Quer ficar no colinho também?", falava arrastadinho agora, os gemidinhos quase imperceptíveis entre as palavras te esquentava 'pra caralho. "Rebolando dengosinha até gozar, 'né, amor? Toda preguiçosa..."
"Me leva pra casa. Quero ir pra nossa cama..."
"Tá com saudades de ser minha esposinha, meu amor?", as pernas enfraqueceram com a breve menção. Sim, inferno, claro que sim. Era doente na ideia de ser dele pelo resto da sua vida e alimentava um prazer estranho em saber que o anel na sua mão esquerda atestava que vocês estavam quase lá. "Também 'tô louco 'pra cuidar de você, bebê. Mimar minha mulherzinha linda o dia inteiro...", selou o cantinho da sua boca. Os corpos colaram mais, precisava senti-lo de verdade — sem essas roupas idiotas. "Fazer amorzinho, mamar a bucetinha dela até deixar ela mansinha..."
"Hannie, por favor...", apertou os olhinhos ao que ganhou uma mordidinha na ponta da orelha. Os sentidos aguçados, mas só conseguia usá-los para perceber que o pontinho carente entre as suas pernas não parava de pulsar.
"A gente precisa ao menos terminar a sobremesa, meu bem. Não dá pra ir embora do nada.", desconversou como se não estivesse te provocando desde que entraram ali.
"Diz que quer descansar então.", choramingou, sentia que não dava mais para esperar.
"Daí eles vão saber na hora o quê eu tô querendo contigo.", ele riu de canto, meio sacana. "Ninguém aqui é bobo, amor."
"E qual o problema nisso?", era explícito que você já não se importava mais com nada.
"Existem algumas coisas que eu prefiro que minha mãe não imagine.", a justificativa parecia tola ao seu julgamento — Jeonghan só podia estar querendo te testar.
"Ela sabe muito bem que a gente-", interrompeu-se ao que ouviu passos no corredor, estava surpresa de ter prestado atenção. Jeonghan foi ligeiro em se recompor, as mãos subindo até suas costas num carinho inocente. Até a expressão havia mudado para uma muito mais gentil — ele te assustava às vezes.
"Tô interrompendo?", a voz da irmã de Jeonghan soou em meio a um risinho constrangido.
"Não, não. A gente só tava conversando, né, amor?", confortou-a, dirigindo um sorriso meigo a vocês duas.
"Ah... é que a mãe pediu 'pra perguntar se vocês precisam de ajuda com a sobremesa.", ainda soava meio cautelosa e era compreensível. A situação de vocês dois era meio suspeita, mesmo com toda atuação do seu noivo.
"Não, nós terminamos já. Obrigado.", indicou o balcão com o queixo, mostrando que tudo já estava resolvido. "Inclusive eu acabei de falar que é bom levar antes que descongele, não foi, meu bem?", ainda sorrindo, beliscou um dos seus ombros com cuidado, como se estivesse te dando uma bronca.
Nada mais foi ouvido além dos passos se distanciando tão rápido quanto se aproximaram. Sua expressão estava incrédula, anos se passavam e ainda não era capaz de lidar com a falsidade do homem para certas situações. E Jeonghan sabia exatamente o que você estava pensando, a expressão debochada deixava claro.
"Que foi?"
[...]
Ainda sentia sua audição chiando quando voltaram à mesa, desconfortável dentro do próprio corpo. Sentia-se exposta, vulnerável. Como se todo mundo ali fosse capaz de perceber o que se passava na sua cabeça. Participava da conversa o quanto podia, só conseguiu comer metade da sua taça — o doce se tornou enjoativo depois de certo ponto, não conseguia mais sentir fome.
Jeonghan apoiou a mão em uma das suas pernas e só ali conseguiu perceber que estava balançando-a sem parar. Olhou-o de canto, parecia tão natural como sempre era, rindo ao narrar algum acontecimento incomum que ocorrera durante a viagem. Você voltou a atenção à taça novamente, brincando com a colher, o pensamento distante.
"Seus peitos ficam tão apertadinhos nessa blusa, bebê.", a respiração quente na sua orelha te fez saltar da cadeira, logo olhando em volta para ver se alguém havia percebido — pareciam entretidos com algo que o pai do seu noivo falava.
"Jeonghan.", você repreendeu entre-dentes, olhando-o de canto.
"Qual é... eles nem tão prestando atenção.", indicou com o queixo, de fato vocês não pareciam mais estar nos holofotes ali. "Cê tinha prometido que quando eu voltasse ia usar aquele vestidinho pra mim.", esfregou as pontas dos dedos contra o interior da sua coxa, mesmo o tecido da sua calça não conseguiu impedir a sensação quente.
"Eu vou. Mas aqui não dava."
"Por que não, amor?", dissimulado ‘pra carallho.
"Jeonghan.", tentou alertar mais uma vez. Foi em vão.
"É porque ele é curto demais, hm?", pergunta retórica. "Ou por causa do decote? É tão fácil colocar seus peitinhos 'pra fora...", mais uma. "Lembra do videozinho que você mandou pra mim usando ele? Eu assisti todos os dias, bebê.", a lembrança fez você queimar. Sempre acabava cheia de vergonha quando enviava algo assim, mas o tesão momentâneo te forçava a buscar a aprovação de Jeonghan em todas as ocasiões.
"Hannie, é sério.", choramingou baixinho. Tentou tirar a mão dele da sua coxa, agarrando-o pelo pulso. Jeonghan, obviamente, não permitiu.
"Também 'tô falando sério. Achei que ia ficar maluco com essa carinha de vagabunda... que saudades, meu amor.", o tom degradante fez você se molhar de um jeito desconfortável, tensionou a barriga — como se aquilo fosse impedir mais reações do seu corpo.
"Filho, de onde mesmo que você me mandou aquele perfume?", a voz da mulher mais velha cortou a bolha de vocês dois. Seu noivo não demonstrou surpresa ou mesmo qualquer tipo de reação, pensando por poucos segundos antes de responder:
"Milão, mamãe.", soou ameno, inclinando a cabeça com jeitinho.
"E eu falando 'pro seu pai que tinha sido de Veneza.", ela riu como alguém que comete um erro bobo.
"Infelizmente não fui à Veneza.", seu noivo acrescentou. "A _____ que é louca 'pra ir lá, não é, amor?", a menção ao seu nome te fez virar o rosto de supetão. Seu sistema de defesa não sabia mais a diferença entre uma pergunta simples e Jeonghan querendo te devorar viva — ambos pareciam a mesma coisa.
"S-sim. Parece muito bonita.", atrapalhou-se para responder. Queria praguejar por estar agindo tão esquisito.
"Vocês podem programar na lua de mel, querida. A oportunidade é excelente.", a mulher comentou, não demorando a desviar o assunto para sei-lá-o-quê — você honestamente não se importava e nem sabia assimilar.
"Quer passar a lua de mel lá, amor?", a voz manhosa encheu sua audição outra vez, um pesadelo. "Vai ser gostoso matar a saudade, não vai?", arrumou uma parte do seu cabelo, correndo os olhos pelo seu rosto. "Aposto que sente falta de ser putinha 'pra mim.", essa parte veio especialmente sussurrada contra a sua pele — seu corpo quase deixou escapar uma reação visceral. Pressionou as unhas contra o pulso dele, não mediu força. "Shhhhhh. Vai me machucar desse jeito.", repreendeu, você desfez o aperto com certa relutância. "Já 'tá apertando as perninhas, bebê?."
"Para com isso...", balbuciou.
"Só porquê você não aguenta conversar e já quer foder? A culpa não é minha, amor.", o sarcasmo escorria entre as palavras. "E se eu colocar meus dedos aqui?", insinuou um movimento leve, os dedos resvalando pela costura que ficava bem no meio das suas pernas. A respiração ficou presa na garganta. "A putinha vai saber se comportar?"
Não aguentou. É patético, mas não aguentou. Era como receber uma descarga sensorial muito forte. O cheiro dele te deixando tonta, a voz gostosa no seu ouvido, os dedinhos perto demais do lugarzinho carente, todas as memórias obscenas de vocês dois gemendo um pro outro em ligação, tê-lo tão próximo e ainda assim não ser capaz de tocá-lo como bem queria... seu cérebro queimava — se é que isso é possível.
Levantou-se de supetão num cambalear estranho. A vozinha constrangida murmurando algo sobre precisar ir ao banheiro, sequer se atreveu a olhar diretamente para alguém no cômodo, temia que questionassem seu estado claramente perturbado. Mal sabe como chegou ao banheiro, as perninhas se trocando durante todo o trajeto. A cabeça latejava, o corpo sensível demais até para o ar gelado do cômodo, zonza de tanto tesão.
Tirou o celular da bolsa com os dedinhos trêmulos. Tão dependente, precisava que a causa da sua perturbação fosse também o responsável por te acalmar.




# — © 2025 hansolsticio ᯓ★ masterlist.
#ꫝ ' solie writes.#seventeen fanfic#seventeen imagine#seventeen scenarios#seventeen pt br#seventeen fic#seventeen fanfics#seventeen x y/n#seventeen x you#seventeen x reader#jeonghan fanfic#jeonghan x reader#jeonghan scenarios#jeonghan headcanons
184 notes
·
View notes
Text
♡°•: Bom garoto
"A fantasia do Mingyu, de lobo acabou chegando como um cachorro. Ele estava irritado, mas você sabia que aquela sim combinava mais com ele... Afinal, usava sua língua tão bem"
-> | Sub!Mingyu x fem!reader | Smutzin | W.C: 3K |
-> [Warnings!]: Oral (Fem & Male), Mingyu sub, superestimulação, pp dominadorazinha
-> [Lost notes]: Mais uma para o #MesDoTerrorLost, esse pedidinho aqui é mais um romancezinho, um smutzinho pois ninguém é de ferro KKKK Espero que gostem meus amores ♡
Um silêncio amigável reinava no apartamento enquanto você finalizava os últimos retoques na maquiagem. O relógio já marcava um pouco além do horário da festa de Halloween que você e seu namorado haviam planejado ir, mas nada que um pouco de pressa não resolvesse. Assim que terminou de passar o batom, um som abafado, seguido de um resmungo irritado, veio do quarto ao lado.
Curiosa, você saiu do banheiro e caminhou até a porta onde Mingyu estava, que estava entreaberta. Ao empurrá-la levemente, a cena à sua frente quase fez com que você soltasse uma gargalhada alta. Lá estava ele, o "grande e feroz lobo" que tanto havia planejado, vestido em uma fantasia que era, na verdade, de um adorável cachorro. Não havia nada de lobo naquilo — orelhas caídas, um focinho desajeitado e até um rabo peludo balançando de um lado para o outro.
Mingyu, de braços cruzados e expressão emburrada, se encarava no espelho com uma mistura de decepção e frustração. Ele estava claramente irritado, mas o visual era tão hilário que você mal conseguia segurar o riso.
— Isso não tem graça — Ele resmungou, percebendo sua presença e vendo seu esforço para não explodir em gargalhadas. — Eu pedi uma fantasia de lobo... olha pra isso! Eu pareço um... um filhote!
Dessa vez, você não conseguiu mais se segurar e começou a rir alto, dobrando-se de tanto achar graça. As lágrimas de riso logo ameaçavam borrar sua maquiagem.
— Ai, Gyu, meu Deus... eu não estou aguentando! — Você disse, tentando se controlar, mas falhando miseravelmente. — Você está uma gracinha, olha só pra você.
— Gracinha? — Ele perguntou, claramente mais irritado. — Eu pareço um idiota!
— Olha, não dá tempo de trocar. Além disso, foi cara! — você respondeu, tentando manter a seriedade. — E você vai usar assim mesmo, porque a gente não vai se atrasar mais por causa de uma fantasia. E eu, sinceramente, acho que está perfeito.
Mingyu bufou, claramente não convencido, mas não teve escolha. A expressão de contrariedade dele só aumentava o quanto você achava a situação divertida, mas você se conteve. Vocês seguiram para a festa.
Ao chegar, a cena se desenrolou como você já imaginava. Assim que seus amigos viram Mingyu na fantasia de cachorrinho, começaram a rir e a fazer piadinhas. "Cadê o lobinho?" "Achei que ele ia uivar, mas só vejo um pet fofo aqui!". As provocações continuavam, e Mingyu, cada vez mais emburrado, mantinha-se em silêncio, com os braços cruzados e o rosto vermelho de vergonha.
Você tentou aproveitar a festa, mas era difícil ignorar o humor sombrio de Mingyu. Ele mal falava e parecia completamente desconfortável, arrastando-se atrás de você, como... Bem, um cachorrinho.
Após algumas horas, o clima se tornou insuportável para os dois. Já frustrada com a atitude dele, você decidiu ir embora mais cedo, encerrando o que deveria ter sido uma noite divertida. O caminho de volta para casa foi silencioso, a tensão pairando no ar.
Assim que vocês entraram pela porta, você não conseguiu aguentar — tinha histórico de ser cabeça quente — e soltou sua irritação.
— Você foi insuportável a noite inteira! — Você esbravejou, jogando sua bolsa na cama com força, ao entrar no quarto. — Estragou tudo!
Ele levantou as mãos em rendição.
— Eu? Você me obrigou a usar essa fantasia ridícula!
— Porque você realmente parece um cachorro, Mingyu! — Você retrucou, sua voz afiada, as palavras escapando antes que pudesse pensar melhor. — Você se comporta como um, especialmente quando está usando essa língua... — Sussurou a última parte.
Um silêncio carregado se instalou entre vocês. Mingyu te encarou, seus olhos se estreitando enquanto processava o que você acabara de dizer. O calor subiu ao seu rosto, mas você se recusava a recuar, o olhar desafiador permanecendo firme.
— Sinto muito se minha brincadeira te deixou tão irritado. Achei que seria no mínimo engraçado — Confessou. Você não gostava de irritar seu namorado ou deixá-lo triste, por mais que sua intenção fosse apenas provocá-lo um pouquinho. — Ou sexy, em alguns pontos.
Ele deu um passo à frente, seus lábios curvados em um sorriso que você conhecia bem.
— Então é isso? Você gosta de como eu uso a minha língua? — Ele parecia ter ignorado todo o resto, o que te fez rir também, com a facilidade com que ele conseguia resolver seus problemas.
Seu corpo reagiu instantaneamente à provocação, seu coração acelerando enquanto os olhos dele desciam lentamente pelo seu corpo. A tensão no ar mudou de irritação para algo muito mais denso, mais primitivo.
— Sinto muito também. Minha reação pode ter sido exagerada — Mingyu se aproximou, seus dedos deslizando pelo seu quadril com uma lentidão calculada, o toque suave, mas carregado de promessas. — Deixa seu cachorrinho te recompensar.
Mingyu lentamente deslizou o zíper de sua própria fantasia, lhe removendo de seus braços e mostrando o peitoral definido. Você seguiu seus movimentos com os olhos, até o momento que o moreno a empurrou levemente, lhe sentando na beirada da cama, seus dedos firmes traçando um caminho lento pelo seu quadril, e você mal conseguiu conter o suspiro que escapou. Quando ele se ajoelhou à sua frente, os olhos cravados nos seus, o calor começou a se acumular em seu ventre. A cada toque dele, a tensão crescia.
As mãos dele subiram suavemente por suas coxas, movendo-se de forma deliberada, como se quisesse sentir cada centímetro da sua pele antes de tirar sua calcinha. Ele foi devagar, como se saboreasse a antecipação, e quando finalmente a peça íntima foi descartada, a sensação de liberdade fez você suspirar fundo. Ele olhou para você com um sorriso malicioso, sabendo exatamente o que estava por vir.
Mingyu começou com um toque leve, mal roçando os lábios contra a pele interna das suas coxas, deixando um rastro de arrepios que subia por sua espinha. Seu corpo reagia a cada toque, inclinando-se para frente, buscando mais. A expectativa era quase insuportável.
Quando sua língua finalmente encontrou o centro da sua intimidade, foi como se uma onda de eletricidade percorresse seu corpo. O toque foi suave no início, quase uma carícia, mas suficiente para te arrancar um gemido baixo. Ele começou devagar, explorando cada detalhe, como se estivesse descobrindo os pontos mais sensíveis do seu corpo. Sua língua se movia com precisão, traçando círculos lentos que faziam você perder o fôlego.
Suas pernas tremeram levemente quando ele aumentou a pressão, lambendo e sugando de forma mais firme. Ele alternava entre movimentos lentos e rápidos, mantendo um ritmo imprevisível que a fazia oscilar entre a necessidade de mais e o prazer crescente. Seus dedos apertavam o lençol da cama, o corpo arqueando em resposta a cada investida da língua dele.
O calor no seu corpo se intensificava a cada segundo. Mingyu usava não apenas a língua, mas os lábios e até a respiração, enviando ondas de prazer por todo o seu corpo. Quando ele começou a sugar seu clitóris com mais firmeza, uma onda de prazer quase insuportável percorreu seu corpo, e você se agarrou ao colchão, o coração disparado.
— Ah... — Você gemeu alto, incapaz de se conter, o som escapando involuntariamente.
Mingyu apenas intensificou o ritmo, sem pressa, mas com uma precisão que fazia parecer que cada movimento era calculado para te levar ao limite. Ele alternava entre sugar e lamber, criando uma mistura deliciosa de sensações. A cada nova investida, você sentia o calor crescendo, como se estivesse prestes a explodir. Seus quadris se moviam involuntariamente, buscando mais contato com a boca dele.
— Gyu... — Você sussurrou, a voz rouca de prazer, quase implorando.
Ele sorriu contra sua pele, o som abafado, mas cheio de satisfação. Ele adorava te ver assim, vulnerável, entregue completamente ao que ele fazia. Seus dedos se enterraram nos cabelos dele, puxando levemente enquanto o prazer aumentava. Seu corpo todo tremia, a tensão acumulada se espalhando por cada centímetro da sua pele.
Mingyu não parou por um segundo, mantendo o ritmo firme enquanto sua língua desenhava padrões precisos sobre seu clitóris, levando-a mais alto, cada vez mais perto de um clímax avassalador. Era uma tortura deliciosa.
A cada toque, a pressão dentro de você aumentava, até que não havia mais como segurar. Quando Mingyu sugou seu clitóris uma última vez, com a pressão perfeita, você sentiu o orgasmo se aproximar rapidamente, avassalador, tomando conta de você por inteiro.
— Oh, meu Deus... Gyu! — Você gritou, o corpo se arqueando enquanto o orgasmo te atingia em ondas intensas.
Seu corpo tremia, os gemidos incontroláveis escapando de seus lábios enquanto ele continuava, prolongando seu prazer, a língua movendo-se suavemente enquanto você descia da montanha de êxtase que ele havia te levado. Era como se cada fibra do seu ser estivesse acesa, cada toque, cada lambida, ainda te levando a um estado de prazer absoluto.
Enquanto você relaxava na cama, o peso de Mingyu entre suas pernas parecia perfeito. Ele te explorava com uma paciência deliciosa, como se cada toque, cada beijo, fosse uma obra de arte sendo criada. Seus dedos corriam levemente pela sua pele, descendo das coxas até os quadris, roçando de forma quase imperceptível, enviando choques elétricos por todo o seu corpo.
Ele ergueu os olhos para encontrar os seus, o olhar intenso e concentrado no prazer que estava te proporcionando. Mingyu sabia exatamente o que fazia, e você podia sentir isso a cada movimento de sua língua. Ele se deleitou em você mais uma vez, beijando sua pele com uma lentidão torturante, antes de finalmente se concentrar no centro do seu prazer.
Os lábios de Mingyu roçaram suavemente contra o seu clitóris, e você prendeu a respiração, antecipando o que viria a seguir. Como era possível continuar com tanto desejo? Ele começou com beijos suaves, quase castos, antes de se aprofundar, a ponta da língua fazendo pequenos círculos ao redor do ponto mais sensível do seu corpo. A intensidade era controlada, como se ele estivesse te guiando, levando seu corpo a um ponto de pura tensão.
Suas pernas começaram a tremer levemente enquanto a língua dele traçava padrões que pareciam desenhados diretamente para te levar à loucura. Ele alternava entre movimentos circulares e rápidos toques para cima e para baixo, mantendo um ritmo preciso que te deixava à beira do abismo.
Mingyu, sempre atento, apenas sorriu contra sua pele antes de intensificar os movimentos da língua, deslizando de cima para baixo, uma e outra vez, até que o prazer se tornasse quase insuportável. Ele pressionava o clitóris com mais firmeza agora, a língua se movendo em círculos rápidos, enquanto seus dedos se juntavam à ação, traçando delicadamente a entrada do seu corpo.
Você estava tão perto, o corpo tremendo de expectativa enquanto ele trabalhava em perfeita harmonia com seu desejo. Cada lambida era calculada, cada movimento feito para prolongar o prazer e te manter no limite.
— Isso... assim... — Você ofegou, sentindo seu corpo se apertar, o clímax se aproximando mais rápido do que você poderia controlar. Agarrou as madeixas curtas do rapaz, as apertou com força, tentando se controlar. Sentiu o arfar baixo que ele soltou próximo de sua intimidade, lhe deixando ainda mais insana.
Instingado com a força de sua mão, ele não parou, nem por um segundo. Sua língua se movia com precisão e firmeza, e quando ele finalmente sugou seu clitóris com a pressão exata que você precisava, o mundo ao seu redor desapareceu. O prazer te atingiu com uma força avassaladora, um grito de pura euforia escapando dos seus lábios enquanto o orgasmo te consumia completamente.
Suas pernas se apertaram em volta da cabeça dele, o corpo tremendo descontroladamente enquanto ondas de prazer percorriam cada centímetro de você. Mingyu continuou, sua língua se movendo suavemente, prolongando o clímax e te mantendo em um estado de êxtase por mais tempo do que você poderia imaginar.
Você ofegava, o corpo exausto, mas completamente satisfeito. Mingyu subiu lentamente, os lábios ainda brilhando com o seu prazer, os olhos fixos nos seus. Ele sabia o poder que tinha, e você, completamente entregue.
— Puta merda — Você sussurrou, ainda de olhos fechados.
Quando conseguiu controlar sua respiração o suficiente para abrir os olhos, buscou pelo rosto de seu namorado. Ele estava sobre você, olhando com aquele mesmo sorriso travesso e olhos de filhotinho, uma combinação que apenas ele conseguia ter.
Você se impulsionou para o lado, invertendo os papéis e ficando por cima de Mingyu, que te olhou exasperado.
— Ainda temos que brincar mais — Você disse, a voz ainda rouca do prazer.
Ele engoliu em seco, os olhos brilhando de excitação. Você se sentou no colo dele, sentindo o membro de Mingyu rígido, pulsando de desejo, mesmo com o tecido grosso da fantasia guardando o membro. Rebolou algumas vezes em seu colo, o tecido de sua roupa sendo a única coisa que lhe impedia de adentrar gostosinho o seu interior.
Observou enquanto o homem levantou as mãos, tentando agarrar seu quadril, fazer algo, lhe comer de qualquer forma.
Todavia, você o impediu, inclinando-se para frente e segurando as mãos dele, prensando-as no colchão macio.
— Você não vai me tocar — Você ordenou, a voz baixa, autoritária, enquanto continuava a provocá-lo. — Foi um garoto muito mal hoje.
Então, se retirou de cima do homem, deslizou mais para baixo, e lentamente deslizou sua calça para longo, logo depois sua cueca. Mingyu estava estático, apenas te apreciando, bufando uma vez ou outra ao tentar seguir sua ordem de não lhe tocar.
Seu membro saltou, libertado da última peça, enrijecido, era belo de se ver.
A verdade era que você adorava chupar seu namorado, abocanhá-lo bem lentamente com beijinhos. Mordeu o lábio, admirando-o, e então tomou o pênis do rapaz em sua boca. Você foi lenta, controlada. O gemido baixo que escapou dos lábios dele foi tudo o que você precisava para saber que estava no controle. Você começou devagar, movendo a língua ao longo da extensão dele, lambendo a cabeça sensível antes de envolvê-lo completamente.
Mingyu instintivamente agarrou suas madeixas com uma das mãos, incentivando-a a continuar com aquele vai e vem que havia começado.
Você, por outro lado, apesar de adorar quando ele segurava sua cabeça assim, lhe fazendo afundar ainda mais, parou com os movimentos. Lentamente retirou sua boca do membro volumoso e o encarou de forma travessa.
— Toda vez que você me tocar, eu vou parar.
Observou a feição de cachorro sem dono que apareceu no rosto de Mingyu, que choramingou com a ideia. Sentiu seus músculos tensos enquanto ele acatava suas condições, resistindo ao impulso de te tocar mais uma vez.
— Bom garoto — Sussurrou, deslizando suas mãos pelas coxas do moreno até o momento em que mais uma vez desceu até seu pênis.
Ele gemeu, jogando a cabeça para trás, os olhos fechados enquanto você o levava ao limite, mas sem deixá-lo perder o controle completamente. Era o seu castigo para ele, e Mingyu estava à mercê de cada movimento seu.
Mas você foi implacável, aumentando o ritmo, sugando com mais força, sem permitir que ele tirasse as mãos do lugar.
Você mantinha o controle, apreciando o poder que tinha sobre Mingyu naquele momento. Cada vez que sua boca envolvia seu membro, sentia o corpo dele reagir intensamente. Ele tentava se segurar, mas os gemidos que escapavam de sua boca traíam o quanto ele estava perdido no prazer.
— Por favor... — Mingyu implorou, a voz rouca e desesperada. Ele queria tanto gozar, te tocar.
Você levantou os olhos para ele, parando momentaneamente, apenas o suficiente para que ele sentisse o vazio da sua ausência. Ele estava no limite, cada músculo do seu corpo tenso, os olhos arregalados e cheios de desejo.
— Por favor, o quê? — Você perguntou, sua voz baixa, carregada de autoridade e desejo. Era sua vez de ditar o ritmo, de decidir como aquela noite terminaria. A excitação percorria seu corpo ao ver o quão vulnerável e entregue ele estava.
— Por favor, me deixa tocar você... — Ele murmurou, a cabeça jogada para trás enquanto seus lábios tremiam de ansiedade. — Me deixa — Ele foi interrompido por um gemido involuntário que saiu de suas cordas vocais, enquanto você tocava lentamente em seu membro.
Você sorriu, deslizando a língua devagar pela extensão do membro dele, provocando-o sem pressa.
— Ainda não. Você está sendo punido, lembra?
Mingyu gemeu alto, o som rouco e cheio de frustração, mas ele obedeceu, mantendo as mãos firmes nas laterais do colchão. Sua respiração estava pesada, e a cada movimento seu, ele parecia afundar mais profundamente no prazer, seus quadris se movendo involuntariamente em busca de mais contato.
A sensação de poder, de controle absoluto sobre o prazer dele, fazia seu corpo queimar de desejo. Sem pressa, você aumentou o ritmo novamente, envolvendo-o com mais intensidade, cada movimento de sua língua levando-o mais perto do ápice.
Ele estava à beira do colapso, e você sabia disso. Podia sentir a tensão no corpo dele, a forma como ele se agarrava a qualquer resquício de controle que ainda lhe restava.
— M-mas eu... — Ele tentou falar, mas a voz falhou quando você deu um chupão mais firme, fazendo seu corpo se contorcer de prazer.
Você estava determinada a prolongar sua punição o máximo possível, vendo até onde ele aguentava antes de implorar de novo. Seus movimentos se tornaram mais lentos e deliberados, cada deslizar da sua boca sobre ele meticulosamente calculado, levando-o à loucura.
Mingyu parecia estar à beira de perder completamente o controle, e os gemidos roucos que escapavam de sua garganta deixavam claro que ele estava desesperado por alívio. Cada vez que ele pensava que você o deixaria chegar ao clímax, você desacelerava, fazendo-o gemer em frustração.
— Você quer gozar, Gyu? — Você sussurrou, seus olhos cravados nos dele.
— Por favor... — Ele praticamente choramingou, os olhos suplicantes, o corpo tremendo de necessidade.
Você finalmente decidiu dar a ele o que ele queria. Seus movimentos ficaram mais rápidos, mais intensos, sugando com força e precisão, até que sentiu o corpo dele se arquear em resposta, os músculos tensos, a respiração falha.
Quando ele finalmente chegou ao limite, um grito de prazer escapou de seus lábios, e você sentiu o corpo dele pulsar enquanto ele liberava toda a tensão acumulada. Você não parou até que tivesse certeza de que ele estava completamente satisfeito, o prazer o consumindo por inteiro.
Mingyu estava ofegante, o corpo relaxando enquanto ele tentava recuperar o fôlego. Você se levantou lentamente, observando-o com um sorriso satisfeito.
— Agora que você foi punido... acho que está na hora de ser recompensado, não acha? — Você disse, a voz carregada de sedução enquanto caminhava lentamente para ficar sobre ele mais uma vez.
Ele te seguiu com o olhar, ainda ofegante, mas seus olhos brilhavam de excitação renovada. Você sabia que a noite estava longe de terminar.
#fanfic#kpop fanfic#kpop#oneshot#spirit fanfics#MesDoTerrorLost#seventeen mingyu#seventeen smut#mingyu smut#smut#seventeen#seventeen fanfic#seventeen oneshot#seventeen x reader#mingyu x reader#mingyu x you#mingyu fanfic#sub!character#idol#mingyu moodboard#seventeen moodboard#halloween#seventeen imagines#seventeen scenarios#mingyu imagines#mingyu seventeen#mingyu#kim mingyu#Lost Masterlist <3#x reader
117 notes
·
View notes
Text
Aniversario
Una soleada tarde de primavera, una leve brisa entraba por las ventanas abiertas del apartamento de Michael. El hombre yacía boca arriba sobre su cama destendida, con nada más que un suspensorio puesto. El cuerpo de Michael estaba bañado en sudor, resultado de su rutina de ejercicio matinal y el calor de la tarde. La luz de la habitación hacía los músculos de Michael resaltar aún más.

La habitación estaba bastante ordenada, a excepción de un poco de ropa sucia desperdigada por el suelo. El aroma masculino de Michael era perceptible en toda la habitación. Era el resultado de la mezcla de colonia, desodorante y sudor. A la mayoría le hubiera parecido un olor demasiado intenso, a algunos incluso repugnante, pero a Ernesto le encantaba ese olor. Lo único que Ernesto amaba más que el olor de Michael, era usar el cuerpo de Michael.
En la habitación contigua al cuarto, Ernesto se daba un baño refrescante. Por más que amara utilizar a Michael, el calor del ambiente hacía sofocante estar dentro de él por mucho tiempo. Para poder regular su temperatura, Ernesto tenía que salir un par de veces al día del interior de su anfitrión para darse un respiro. El agua tibia resbalaba por su rostro redondo y de barba desaliñada, hasta llegar a su abdomen globoso, y luego a sus piernas regordetas. La luz del sol que entraba al baño hacía relucir la pálida piel de Ernesto, haciéndole ver algo fantasmal.
Ernesto cerró la regadera y secó rápidamente su piel con la toalla de Michael. Michael estaba comenzando a despertar. Estaba desorientado, su memoria era muy nubosa. Lo último que recordaba era estar en una fiesta y tomar un par de cervezas, pero ahora estaba en su apartamento. Aunque, a decir verdad, de no ser por los muebles que reconocía a la perfección, no habría sabido en donde estaba. Todo el lugar estaba organizado de una manera diferente. Desde su closet, que ahora estaba empotrado al muro, hasta su cama, que antes estaba junto a la pared. Pero ahora estaba justo en el centro de la habitación, debajo de una extraña estructura de metal que seguramente serviría para sostener algo.
Aun tratando de entender el cambio en la habitación, Michael notó un cambio aún más importante. Recordaba perfectamente haberse afeitado el día anterior. A las chicas siempre les gustaba más su rostro limpio y cuerpo liso. Pero de alguna manera, todo su cuerpo se había cubierto de vello de la noche a la mañana. Había pelo por todos lados, incluso en sus axilas y entrepierna. Siempre había odiado tener un cuerpo tan peludo. Ahora tendría que salir a comprar crema para afeitar y varios rastrillos para poder eliminar todo el desastre que había sobre su piel.
Michael comenzó a frotar su cuerpo, notando aún más cambios. Su cuerpo parecía un poco más grande de lo que recordaba. Sus pectorales se habían vuelto más voluminosos. Sus piernas se notaban un poco más gruesas. Las venas de sus brazos eran más visibles de lo que recordaba. Era el avance de meses de ejercicio, pero de alguna manera lo había logrado de un día para otro. Como cereza del pastel, Michael vio dos enormes tatuajes, cada uno en un brazo diferente. El nunca marcaría su piel de manera permanente. Por alguna razón, los tatuajes no se veían recién hechos, por el contrario, cualquiera diría que les hacía falta un retoque.
Michael se bajaba de la cama cuando escuchó el ruido de la puerta del baño al abrirse. “Seguramente mi nena de ayer sigue aquí. Ya que no recuerdo nada de anoche, creo que una ronda matutina no estaría mal”, pensó Michael, emocionándose un poco. Su pene había comenzado a llenarse de sangre. El hombre abrió sus ojos como dos platos cuando del baño no salió una chica joven y sexy, sino una bola de grasa desnuda, bajita y muy blanca, parada despreocupadamente frente a él.
"Veo que estás despierto”, Dijo Ernesto en voz alta. “Bueno, disfrútalo. No volverá a ocurrir en mucho tiempo". Antes de que Michael pudiera reaccionar, Ernesto se lanzó contra él y lo tacleo, haciéndolo caer de nuevo a la cama. Michael trató de luchar, pero aún en su condición física, Ernesto era mucho más fuerte y ágil. Ernesto se levantó y tomó las piernas de Michael con sus manos. En un solo movimiento, el cuerpo musculoso de Michael quedó boca abajo. Las redondas y peludas nalgas de Michael estaban apuntando al techo, totalmente expuestas ante el pervertido hombre detrás de él.

“Esta pelea ha hecho que me emocione”, Dijo Ernesto mientras acariciaba su creciente miembro con una mano. Ernesto jaló a Michael al borde de la cama y se lanzó sobre su ancha espalda, usando su barriga para aprisionarlo contra el colchón. Aún contra tanto músculo, Ernesto no tuvo problemas para someter a Michael gracias a su peso. Ernesto alineó su pene ya erecto con el ano sudoroso de Michael, e inmediatamente comenzó a presionar hacia adentro. El agujero de Michael solo había sido utilizado por Ernesto, aún si el primero no lo sabía. Para Ernesto fue muy fácil abrirse paso por la estrecha entrada, introduciendo todo su miembro de un solo golpe.
Un gemido de dolor y placer se escapó de los labios de Michael. Ernesto movió sus caderas de adelante hacía atrás. Su pene por debajo del promedio casi se sale del ano de Michael en más de una ocasión. Michael se sentía asfixiado por el peso de Ernesto sobre él. Ernesto lograba tocar el punto G de Michael en algunos momentos, y de vez en cuando un leve gemido salía de los labios de Michael. Antes de que Michael siquiera se diera cuenta, las piernas de Ernesto ya se habían fusionado con las suyas. Solo las tonificadas y peludas piernas de Michael quedaron apoyadas en el piso a un lado de la cama.
Ernesto siguió empujando su cadera, y de un momento a otro, su pelvis se perdió en la de Michael. Ahora la cadera que se movía era la de Michael, y el placer que sentía se había incrementado exponencialmente. Su verga, hasta ahora flácida, había comenzado a levantarse dentro del suspensorio, y liberaba hilos de líquido preseminal en la tela. Michael ya no controlaba la mitad inferior de su cuerpo, pero podía sentir cada movimiento que esta hacía bajo el mando de Ernesto. En lo más profundo de su mente, una débil y familiar voz comenzó a resonar, le decía que este era su papel en el mundo, y que no le quedaba más que disfrutarlo.
El roce de las suaves sábanas de la cama estimulaba a Ernesto y Michael por igual. Ernesto bufó como toro al sentir la potencia del poderoso miembro que ahora controlaba. El pene de Michael era lindo, a Ernesto le gustaba verlo desde afuera, pero le encantaba poder sentir placer con él. A la vez que los bufidos de Ernesto se hacían más intensos, los gemidos de Michael también aumentaban en volumen y frecuencia. La cabeza de Michael era un desastre. Los instintos más básicos de su mente le decían que debía liberarse y correr. Al mismo tiempo la voz se hacía más y más intensa. La voz le repetía a Michael una y otra vez que debía dejarse llevar por el placer, que era su deber entregarse totalmente al desconocido.
Con un solo movimiento, Ernesto fusionó su gran vientre con el firme torso de Michael. La gran barriga de Ernesto se hundió dentro de Michael como si nunca hubiese existido. Ernesto empujó un poco más y logró dejarse caer completamente sobre los anchos hombros de Michael, y al hacerlo, también logró controlar sus brazos y sus manos en un solo movimiento. Ernesto usó los grandes y fuertes brazos de Michael para levantarse de la cama. Ahora el cuerpo de Michael tenía dos cabezas, por un lado estaba su cabeza original, y del otro estaba la del ladrón de cuerpos. Michael podía ver y sentir cómo su cuerpo se movía bajo la voluntad de Ernesto.
Ernesto caminó usando sus nuevas piernas gruesas para dirigirse hasta el espejo de cuerpo completo que tenía en el cuarto. Se paró frente a él y admiró su adquisición. Sin duda Michael había sido la mejor opción de todas las que tenía disponibles. Casi todas las partes del viril cuerpo de Michael estaban bajo el control de Ernesto, quien comenzó a flexionar sus brazos y a apretar sus pectorales peludos, enmarcando aún más la masa magra que ahora poseía.
La cabeza de Michael estaba inmóvil, pero con los ojos bien clavados en su reflejo. De vez en cuando, un gemido de placer salía de su garganta. En el interior, la conciencia de Michael no podía concentrarse en otra cosa que no fuera la voz. Era su propia voz hablándole en el interior. Decía que estaba siendo un buen contenedor para el amo. Decía que su deber era servir a su maestro sin importar qué. Decía que su cuerpo ahora era única y exclusivamente propiedad de su maestro. Michael ya no luchó más. Solo podía pensar en complacer a su raptor.
"Gracias por darme este gran cuerpo. Hoy es un día especial, así que te dejaré estar consciente. Así podrás ver cómo me hago cargo de él jeje", las bocas de Ernesto y Michael dijeron al unísono. Ernesto bajó las manos de Michael por todo su cuerpo. Una vez en sus caderas, tomó el elástico del suspensorio y lo dejó caer hasta sus tobillos. Con toda su gloria masculina al descubierto, Ernesto comenzó a masturbar su verga, que estaba tan firme como un mástil. Ambas cabezas comienzan a gemir y bufar a la vez. La mente de Michael aún era semi independiente, pero el resto de su cuerpo ya había sucumbido al control del ladrón.
“Hora del gran final", dicen Ernesto y Michael a la vez. Aún frente al espejo, Ernesto continuó masturbándose, usando su verga robada. El sudor salía de cada poro de la piel de Michael, y escurría por todas partes, funcionando como lubricante. Después de un par de frotamientos más, Ernesto pudo sentir que estaba a punto de correrse, y antes de soltar su carga, empujó su cabeza contra la de Michael, tomando el control total al mismo tiempo que dejaba su leche caliente y espesa por todo el espejo. Ernesto se dejó caer de rodillas y usó la lengua de Michael para limpiar hasta la última gota de semen del espejo. "Delicioso", dijo en voz alta para sí mismo.

El cuerpo de Michael estaba bañado en sudor. Ernesto se levantó del piso, tomó la toalla que había usado para secarse previamente y se quitó el exceso de sudor de la piel. Rápidamente se vistió con un conjunto que tenía preseleccionado. Este era el comienzo de un gran día, un día de celebración. Después de todo, justo hace un año, Ernesto había dejado su trabajo como conserje y había robado el cuerpo y la vida del adinerado Michael, el DILF del edificio en el que trabajaba. Casi nadie notó la ausencia del conserje latino del edificio, y a los pocos días contrataron uno nuevo. Ernesto ya no tenía que preocuparse nunca por el dinero o tener un trabajo que involucrara esfuerzo físico. Sin duda, robar el cuerpo y vida de Michael fue la mejor idea que pudo haber tenido.

215 notes
·
View notes