#casa aconchegante
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Casinha para Pets fofa!
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Apartamento novo: como deixá-lo mais aconchegante e pronto para morar
Acesse https://jornalmontesclaros.com.br/2024/01/05/apartamento-novo-como-deixa-lo-mais-aconchegante-e-pronto-para-morar/
Apartamento novo: como deixá-lo mais aconchegante e pronto para morar

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O abraço dele eu poderia chamar de lar, de casa, de morada ou de qualquer coisa que fosse aconchegante, seguro e me fizesse bem. Ah que abraço, meu Deus, era um abraço que nos dias frios ou quentes eu amava procurar um espacinho ali e ficar ouvindo o coração de bater bem rápido e perguntar “Porque tá batendo tão rápido, amor?”, ele sorrindo e olhando pra mim, dizer: “É porque eu tô perto de você, ora.”
( 1998 )
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mine.



christopher era um homem de virtudes, a mais admirável era sua paciência, porém, certas situações da vida o drenava até o último resquício de autocontrole, principalmente quando o assunto eram sua filha e sua esposa.
dom!bang chan x fem!reader — warnings: sexo desprotegido, breeding kink, creampie, dirty talk, praise kink, pet names, missionary/mating press, bulge kink. (christopher marido e pai de menina pra mim isso é o maior dos warnings do mundo)
Não era segredo a ninguém que Christopher era um homem de personalidade. Gentil, cordial e educado, porém, ainda com personalidade, para ele não havia meio termo, se o respeitassem, ele os respeitaria de volta, se a situação fosse o contrário seria da mesma forma, e ainda sim, ele tinha a virtude mais invejável de todas; a paciência. E depois de se tornar pai de uma menininha de opiniões concretas, geniosa e inteligente, sua paciência triplicou por pura obrigação.
Mas tudo tem limite, e a dele estava a um fio para se esgotar.
Era verão, e finalmente a data mais aguardada por sua filhinha havia chegado, a data em que comemorariam o aniversário de quatro aninhos da pequena Bahng, ele e a esposa haviam preparado a festinha do jeitinho que a filha havia pedido há muitos meses.
A casa aconchegante agora estava adornada com decorações de Scooby-Doo, tudo remetia ao desenho preferido da pequena, até mesmo o pula-pula e piscina de bolinhas haviam sido minuciosamente escolhidos pela mãe da garota, com as cores principais presentes no desenho - até porque a obsessão da filha era culpa dela -.
Os familiares e amigos mais próximos compunham pequena parte da festa, a maioria dos convidados eram pais e os amiguinhos da escola e da vizinhança.
E aí estava o problema, Christopher e sua esposa faziam questão em conhecer cada um dos amiguinhos de sua filha e suas respectivas famílias, mas havia apenas uma criança que ele não conhecia, e coincidentemente, sua filha parecia muito empolgada com o amiguinho novo, Eric o nome do menininho alguns centímetros mais alto que sua filha, mas o problema não era a criança, ele era um menino adorável, a questão principal era o pai dele.
O homem de meia idade, recém-divorciado, muito gentil e de boa aparência havia conhecido sua mulher em uma das reuniões da classe, que Christopher não havia conseguido estar presente por conta do trabalho, lembrava de ouvir sua esposa lhe contar sobre tudo, até mesmo o novo colega de turma da sua filha e o pai dele. De início não achou grandes coisas, ele precisava se enturmar com as famílias para uma boa adaptação dele e de seu filho, mas ele não tinha a menor ideia, de que o esforço do homem de conhecer a comunidade da escola era única e exclusivamente em interesse de dar em cima de sua mulher, e Christopher era complacente, mas o que era seu, era seu e ponto final. Sua mulher e sua filha.
Já havia passado algumas horas desde que a festinha de sua pequena havia começado, e ela se divertia a beça, enquanto ele dava atenção à família de sua mulher e a sua própria, enquanto ela mesmo não parava quieta, indo e vindo da cozinha trazendo mais comida para os convidados e os pequenos. Havia se levantado da cadeira incontáveis vezes para ir ajudar a esposa a levar bandejas de batatas fritas, pipoca, sanduíches, salgadinhos e mais uma infinidade de coisa até os convidados. Ela tinha feito questão em atender todos os pedidos da filha, mesmo que isso a mantivesse ocupada e maluca durante toda festa. Christopher achava adorável o quanto era empenhada em realizar todos os desejos da filha que tivesse em seu alcance.
A última vez que sua mulher se dirigiu para dentro de casa, havia deixado um beijo em sua bochecha e sussurrado que pegaria o bolo na geladeira, que era para tirar a pequena do pula-pula para cantarem parabéns, já que estava ficando um pouco tarde. Ele concordou, observando a silhueta da mulher atravessar o jardim e se dirigir para dentro de sua casa, o salto médio fazia o conjunto perfeito com os jeans justos de lavagem simples e a blusinha roxa, tomara que caia, que sua mulher vestia. Estava um espetáculo, e apesar do ambiente impróprio para isso, ele não resistiu em secar sua mulher e seu corpo exuberante desfilarem por aí, emanando energia materna, que apenas a deixava mais atraente em seus olhos.
Christopher se levantou, pronto para chamar sua pequena e os amiguinhos para cantarem o parabéns, quando viu o pai de Eric se encaminhar pra dentro de sua casa. Deu meia volta e o seguiu, quase soltando vespas pelas narinas e pisando forte, sua paciência havia se esgotado. Esse idiota ainda não desistiu? Depois de ver as inúmeras fotos da família espalhadas pela casa, a aliança dourada e o solitário com uma pedra de tamanho considerável no anelar esquerdo de sua mulher, ou a própria presença de Christopher? Chega, tudo tinha limite, e esse homem havia ultrapassado todos.
— E então? vim oferecer a minha ajuda a você. - soltou uma risada baixa, tentando seduzir sua esposa. — Vi você pra lá e pra cá a festa toda, deve estar cansada.
Christopher estava a beira de um colapso, respirou fundo antes de adentrar a cozinha, se deparando com as costas do homem e o olhar quase que em pânico de sua esposa. Ele iria surtar.
— Estou aqui, meu amor, vá chamar a pequena, deixa que levo o bolo.
Ditou, ignorando a outra presença masculina no cômodo, dando a volta na bancada da cozinha, tirando o bolo decorado das mãos de sua mulher e colocando na pia, a abraçando por trás e depositando um beijo em sua clavícula seguida de um cheiro longo no pescoço. Sentiu a mulher relaxar em seus braços e isso o fez quase virar um homem das cavernas, primeiro pela situação constrangedora que aquele homem havia colocado a sua mulher, e segundo pelo fato de ser ele quem tinha esse poder nela. Só ele a tocaria daquela forma, só ele a tranquilizaria com tão pouco. Só ele.
— Obrigada, querido. — Se virou, sorrindo, e antes de sair de seus braços, deixou um selar longo em suas lábios, murmurando um obrigada novamente.
Ela saiu apressada, deixando apenas os dois na cozinha. Christopher ouviu chamar todas as crianças animadamente, e se virou para a janela, vendo a cena de sua mulher rodeada de crianças enlouquecidas com energia de sobra, quase se esquecendo do crápula a sua frente.
Voltando a sua atenção ao homem, o encarou, confuso, como se perguntasse o que ele ainda fazia em sua cozinha.
— E-então você é o pai da pequena que virou melhor amiga do meu filho? — Tentou ser simpático, mesmo depois de quase ter se engasgado ao limpar a garganta, desconfortável com a presença forte de Christopher.
— Sim. — Disse simplório, procurando a espátula para cortar o bolo.
— Ela é uma criança ótima. Parece muito com sua mãe, não imaginei que tinha uma presença paterna em sua vida e que sua mãe era casada. Principalmente depois da reunião de classe em que as conheci.
Oi?? Christopher o encarou incrédulo. Como esse filho da puta tinha a audácia em dizer isso dentro de sua casa, comendo a comida que sua esposa fez, o vendo atender a todos os berros de “papai” que sua filha proferiu ao longo do dia, juntamente com os apelidos carinhosos que sua mulher o chamava?
— Se enganou, sou pai e marido muito presente, todos os dias presente na vida da minha filha e da minha mulher, faço questão de estar presente em cada momento da vida das minhas meninas. Não é porque você não me viu em uma reunião escolar, que não existo, pelo contrário, depois de voltar para casa, divido a cama com a minha mulher, aqui embaixo desse teto, que eu comprei pra minha família, e ela faz questão de me detalhar cada minuto do seu dia e de nossa filha, e eu faço questão de escutar atento. Então sim, eu já sabia da sua existência e de tudo que aconteceu naquele dia. — Quanto mais falava, mais o homem parecia perplexo. Fazendo o sangue de Christopher ferver ainda mais. — E se me permite, nunca mais ouse se aproximar da minha mulher com segundas intenções, senão eu não terei o mínimo esforço em avisar novamente.
Recolhendo a espátula e o bolo, Christopher, se dirigiu ao jardim, parando no meio do caminho e se virando com um sorriso sarcástico no rosto.
— Mas obrigado pela dica, me certificarei em renovar o diamante do anel da minha mulher, acho que está muito pequeno para você não tê-lo notado brilhando em seu dedo.
Respirou fundo enquanto caminhava até a mesa rodeada de crianças, conseguia sentir o olhar preocupado de sua mulher em si, sentia seu corpo do pescoço para cima pegar fogo, de puro ódio, e sabia que sua mulher o conhecia bastante para notar, que apesar das feições serenas, o olhar de Christopher estava em chamas.
— Shh, shh… Vou dar o que você quer, meu amor, mas precisa ter um pouco de paciência.— Ele sussurrou entredentes, segurando os cabelos da mulher enquanto metia forte.
Sua filha havia descido ir dormir com os avós após a sua festinha, e Christopher não poderia estar tão agradecido a ela. Após desmontarem e limparem a casa, ele acompanhou a mulher no banho, e não conseguiu manter a raiva apenas pra si, toda aquela situação estava o corroendo por dentro o resto do dia todo, tudo que Christopher pensava era em como ele se sentia territorialista e ciumento, revirando sua mente com todas as possibilidades em manter urubus longe de sua bela esposa, e tudo que conseguia pensar era em engravida-la novamente, e novamente, e quantas vezes fossem necessárias.
Enquanto encarava as costas suadas de sua mulher, tentando se manter de quatro enquanto seu marido comia com força e sem pena sua bucetinha, Christopher sentiu sua raiva se esvair aos poucos, ouvindo sua mulher implorar por mais, mais forte, mais rápido, mais fundo, o peito de Christopher estufou, ele daria o que a sua mulher pedia, e apenas ele poderia lhe dar isso.
A virou de barriga pra cima, colocando um dos travesseiros embaixo de seu corpo rapidamente, enquanto ouvia resmungos da mulher embaixo de si, por ter parado de fode-la. Queria se certificar que daria certo.
— Você é uma cadela impaciente, eu já não falei que vou te dar o que você quer? Custa esperar alguns segundos, amor? Eu deveria estar sendo muito pior para você e te deixando sem meu pau.
Pincelava o pau por toda extensão e torturava a buceta de sua esposa, a fazendo gemer manhosa, dizendo frases desconexas, implorando para que ele parasse de falar e voltasse a fode-la. Enfiava apenas a cabecinha gordinha e tirava, fazendo uma bagunça molhada, enquanto apertava a coxa esquerda da mulher embaixo de si, sem medir forças, sem se importar se deixaria marcas, assim como a prendia no colchão, apertando sua cintura contra a cama. Enquanto seus dentes maltratavam seu lábio inferior, em uma tentativa de se manter no controle, da situação e de si mesmo.
Observando o buraquinho se abrir e fechar, todo meladinho se pre-gozo e a própria lubrificação em abundância de sua mulher toda vez que enfiava e tirava seu pau, Christopher finalmente perdeu a paciência, colocando todo seu pau que já estava dolorido de tão duro e também superestimado, de uma vez, arrancando um gritinho fino e esganiçado de sua mulher, a fazendo fincar as unhas em seus bíceps.
— Foda-se, vou te foder até te engravidar de novo. Te encher com a minha porra até que esteja escorrendo pelas suas pernas, de tão cheia que você vai ficar, meu amor. Vou colocar outro bebê em voce, e você vai carregá-lo, não vai? Você é a minha boa garota, a mãe de todos os meus filhos. — Balbuciava enquanto metia forte e sentia cada pedacinho da buceta de sua esposa apertar o seu pau. — Gostosa, maldita gostosa, vou precisar manter a porra da minha mulher grávida para que nenhum filho da puta ouse a olhar atravessado outra vez.
Apertava o ventre de sua mulher, sentido a ponta de seu pau cutucar o colo do útero várias vezes.
Sua visão estava ficando turva, enquanto seu cabelo pingava suor, ainda observava sua mulher contorcer, implorando por piedade por não aguentar mais um orgasmo, mas não iria parar até que a enchesse por pelo menos três vezes. Queria ter a certeza de que seria a noite que a engravidaria novamente.
Apertando a cintura da esposa, as estocadas ficavam cada vez mais fora de ritmo e fortes, denunciando a chegada de seu orgasmo.
— Vou gozar dentro de você, meu amor, vou gozar em você até que o sol volte a nascer e eu ter a certeza de que te engravidei. — Ele resmungava com a voz mais rouca e grave, os olhos quase se fechando, pela força que forçava seu corpo fazer.
Atingiu seu orgasmo com um gemido gutural em palavrão, sem conseguir parar as estocadas contra o quadril de sua mulher. O choque de seus corpos ecoavam um barulho alto, junto de todos os gemidos incontroláveis que ambos soltavam, com certeza receberiam reclamações nos dias seguintes, mas nao davam a mínima, tudo que Christopher queria era engravidar sua esposinha, e tudo o que ela queria era carregar seu filho e exibir por ai que era mãe de seus filhos, porque enquanto Christopher achava que apenas sua mulher atraia atenção de urubus carniceiros, sua esposa também andava observando todas os olhares que seu marido recebia, e não gostava nem um pouco de nenhum deles.
#bacconzitos#skz smut#skz x reader#stray kids#skz#bang chan x reader#bang chan smut#bang chan#bangchan x reader#bangchan smut
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De bucetinha depilada dando pro meu tio na madrugada (22-10-2024)
By; Rafaella
Oi sou a Rafaella, tenho 26 anos, 1.63 de altura, sou morena clara, cabelos e olhos escuros. Tenho pernas e coxas bonitas, seios fartos e uma bunda grande e bem gulosinho rs. Meu tio tem 43 anos, cabelos grisalhos, é branco, tem um corpo não malhado mais bem cuidado e lindo, peito estufado, e uma pegada que me deixa bamba.
Pois bem ele e eu sempre fomos muito cumplices nas suas escapadelas por aqui (ele mora no rio de janeiro e é casado pela segunda vez, mas muito casado), mas um dia nosso bom relacionamento mudou…… para muito melhor.
Ele queria sair e a galera todo arredou o pé, sobrou eu como sempre para lhe fazer companhia, ele me ligou e eu estava na depilação por voltas das 19:30 daquele inesquecível 22 de outubro, eu disse a ele que não demoraria, mais ou menos em 20 mim terminava, ele se prontificou a me buscar.
Quando ele chegou como sempre me abriu um sorriso lindo e me beijou os cabelos apertando a nuca.
Quando entramos no carro ele ficou brincando por conta da depilação, falando que o meu namorado se daria bem naquele dia…foi então que comentei que estava sem namorado e fomos conversando até o caminho de casa, já combinando o horário que ele voltaria para me buscar para irmos dar uma volta pela cidade, chegando em casa ele ainda entrou, ficou um tempo por ali conversando, e depois foi embora.
Eu me arrumei toda, não sei mas algo me dizia que aquela noite seria especial, escolhi uma conjunto de lingerie preto todo em renda, uma calça jeans bem colocada e uma blusa com uma leve transparência bem solta no meu corpo, caprichei nos óleos e hidratantes sem muito cheiro para não “brigar com o perfume” maquiagem bem leve, e uma boca mais carregada, estava pronta para a noite.
Quando arrumava a bolsa, ele chegou todo lindo, com uma calça jeans uma camisa branca perfeita nele, e aquele cheiro que ele tem de perfume amadeirado forte e marcante.
Seguimos para uma praça bastante movimentada com alguns bares bem legais e escolhemos uma bem aconchegante, o intuito era formar uma turma para ir para uma casa de forró bem popular, como estávamos só nós dois não ficaria legal. Sentamos pedimos dois drinks uma hi-fi pra mim e uma dose de 12 anos cawboy pra ele, um tira gosto e ficamos conversando e bebendo, até que chegou uns amigos meus, ficamos mais um pouco e seguimos para a tal festa.
Chegando lá estava muito cheio, muito tumulado no bar, ficamos um tempo num canto, dançamos um pouco e resolvemos sair pois o calor também estava insuportável. Fomos em direção ao carro ele deitou sobre o capô, ainda troquei uma rápida conversa com alguns conhecidos e me aproximei, foi quando ele me puxou para um abraço já sentado sobre o capô, e disse em meu ouvido sussurrando;
- seus amigos estavam te comendo com os olhos, mas hoje você é todo minha.
Confesso que eu quase morri, fiquei nervosa, mas deixei ele perceber, sai do abraço e olhei fixamente em seus olhos e o chamei de danado, demos uma risada alta e muito gostosa; meus amigos saíram e passaram dizendo que iriam a outro lugar e nos chamaram, mas já eram duas da manhã e não quisemos segui-los, então resolvemos fazer o caminho de volta para casa, mas antes fomos dar um passeio pela orla da cidade (e suas palavras não saiam do pensamento).
Ele parou o carro no fim da rua principal onde tem uma escadaria enorme, bem reservado e escuro, não tem moradia só comercio no local, que aquela hora estava tudo deserto. Ficamos algum tempo contemplando o rio, a lua se deitando sobre ele, eu estava recostada sobre o peito dele quando ele fez menção de levantar-se e me virou de frente para ele, já me puxando para um beijo, eu deixei me levar, e que beijo!!! foi ai que ele me olhou fixamente e disse que aquela noite me queria como mulher.
Aquela altura eu já o queria com a mesma intensidade que me deseja também, nos rendemos a longos beijos e muitas caricias intermináveis. Então ele ligou o carro e fomos para a casa dos meus avós pais dele. Como eles moram só não teria como alguém suspeitar de nada, eles nem viriam a gente chegando e muito menos o que rolaria no quarto de hospedes da casa, que ainda fica bem separado do deles.
Entramos e fomos direto para o quarto, eu já estava muito excitada e o queria muito em meu braços. Trancamos a porta do quarto e nos entregamos em beijos calientes e caricias ousadas, era como se nosso corpos já se conhecessem, aos poucos fomos nos despindo, ele muito carinhoso, me deixou apenas com a lingerie de renda, tirou a camisa e aproveitei para beijar e lamber o seu tórax, enquanto isso tomei a liberdade de desabotoar lhe a calça e pude tocar em seu pau pela primeira vez, abri o zíper e abaixei até o meio das coxas, revelando além da boxer branca o volume sob ela, rapidamente tirou de vez a calça jeans e me puxou para um beijo ainda mais gostoso, nosso corpos se tocando quase nus, pele na pele uma sensação indescritível.
Ele me pegou pela mão e me fez rodar na frente dele, não trocávamos mais uma única palavra, me abraçou por traz e passou a acariciar os meus seios elevando as minhas mãos junto com as dele, me beijando o pescoço, nuca, mordiscando, acaricia os meus mamilos sob o sutiã, e de repente ele abriu e revelou meus seios, pôs-se a minha frente, vi brilho de desejo em seus olhos, ele sussurrou;
- “posso”?
Eu apenas assenti com a cabeça fechando os olhos e mordendo os lábios, senti sua língua quente tocando minha pele e com volúpia passou a sugar os meios seios com um bb faminto, involuntariamente comecei a gemer baixinho, ele foi me levando de encontro a parede, ficou ali por alguns instantes mas que pareciam eternos.
Pegou-me pela mão e me levou em direção a cama deitou e me fez deitar sobre ele, nossas pernas fizeram um encaixe perfeito, senti toda sua excitação no meu ventre, beijos loucos e caricias se intensificaram outra vez, entre abraços e sussurros “eu te quero” “gostosa .
- ai que delicia tio.
Então comecei a beijar seu corpo todo, descendo lentamente passando a língua até encontrar sua boxer, tirei rapidamente, revelando um pau grosso, cheios de veias, com uma cabeça avermelhada e grande, depilado pra minha alegria, segurei e olhei para meu tio, que sorria e fechava os olhos e dizia;
- “vai, me mata de prazer”
Beijei a cabeça melada, e fui abrindo a boca até não poder mais, engoli o que pude e comecei a chupar aquele pau delicioso e cheiroso, seus gemidos foram de intensificando, e seu pau foi ficando mais rijo, chupei suas bolas, deixei ele todo babado, passei a punhetar com as mãos e boca fazendo um vai e vem gostoso até sentir seu primeiro jato seguido de um “urro” de prazer, vieram outros em seguida até sua respiração acalmar, engoli tudo, e ele me puxou para um beijo de língua ainda com o gosto de sua porra na minha boca, me abraçando e afagando meus cabelos ficamos abraços por alguns instantes.
Até que comecei a beijá-lo de novo, ele sorrindo me jogou na cama, e disse;
- “agora é minha vez, de lhe matar de prazer minha gostosa”
Eu sorri e disse;
- “sou toda sua tio”
Mais uma vez passou a língua em meus seios me fazendo arrepiar todinha, beijando minha barriga, até encontrar um minúsculo fio dental de renda, que já estava todo ensopado pelo mel da minha buceta, ele passou a língua por cima dela ajeitou de lado e meteu um dedo que foi entrando sem pedir licença (risos) até o fundo eu gemi alto, ele disse ter gostado já estava pronta para recebe-lo.
Ele tirou a calcinha abriu as minhas pernas e ajeitou-se entre elas, e encostou a língua no meu clitóris, me deixando louca de tesão, passou a chupar-me vagarosamente, lambendo toda a minha buceta, beijando, mordendo, minha virilha fazendo carinho entre as coxas com a ponta dos dedos, então ele descendo até encontrar o canal do meu prazer abriu com dois dedos e enfiou a língua junto, nossa que delicia, ficou fazendo isso por um tempo.
Depois levantou as minha pernas e passou a língua no meu cuzinho que já estava piscando de tesão, ficou me chupando da bcta até o cuzinho, até que eu gozei na boca dele, estremeci inteira e ele não parava de me masturbar, e eu gozando feito louca, gemendo, chorando, ofegante, ele não perdeu tempo, aproveitou que estava bem meladinha, me colocou na posição frango assado e enterrou aquele pau enorme de uma só vez no meu cuzinho, dei um grito, um misto de dor e prazer, quis fugir mais ele era mais forte, ficou parado até eu acostumar e quando relaxei ele passou a fazer um vai e vem gostoso, com o polegar ficou esfregando meu clitóris, me fazendo gemer e falar coisas sem nexo, ele estava adorando me ver daquele jeito, socava cada vez mais forte e fundo, parecia que ele meteria as bolas junto, seus movimento foram ficando mais intensos e não suportei e esporrei muito gozo acho que até xixi junto, minhas pernas ficaram tremulas, meu corpo suava frio e não conseguia pensar em nada.
Ele não parava até que se jogou em cima de mim urrando de prazer, enchendo meu cú de porra, nossa que loucura!!! Nossa respiração estava forte e ofegante, nossos corpos suados, nos beijávamos loucamente ainda gemendo, totalmente entregues ao prazer. Ficamos um tempo abraçados, fomos tomar banho juntos, apenas nos acariciamos e nos beijamos, voltamos para a cama, ele deitou de peito pra cima e me joguei em cima dele molhada tremendo de frio, ele estava excitado, então me ajeitei e enfiei o pau dele na minha bcta, fiquei ali sentindo ele vibrar dentro de mim, então comecei a cavalgar sobre aquele corpo maravilhoso, ele segurava em minhas mãos, eu me jogava para traz e rebola em cima dele, subia e descia num vai e vem muito prazeroso.
Passei a fazer movimentos mais fortes, ele dava tapas na minha bunda o que me deixa ainda mais excitada, meu clitóris esfregando nele aquilo tudo me deixava muito louca de tesão, passei a subir e descer mais rápido e segura quando descia para sentir seu pau pulsando dentro de mim, então ele segurou meus cabelos e me puxou para traz arqueando meu corpo, passou a controlar os movimentos, como não podia me mover aquilo me deu mais tesão e comecei a gemer e gozar naquele pau lindo que estava enterrado na minha bctinha quente e melada, ele não parou e em seguida me encheu de porra, começou a escorrer entre nossas pernas e desfaleci sobre seu peito…
Assim adormecemos nos braços um do outro, acordamos as 7h horas da manhã e ninguém desconfiou de nada. E ainda tivemos outras noites maravilhosas!!!
Enviado ao Te Contos por Rafaella
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De Volta Para Casa
Me apaixonar por você foi como finalmente encontrar o caminho de volta para casa. Estava completamente perdida, não sabia mais se conseguiria sentir isso por alguém, até que você me deu seu coração e fez com que eu me apaixonasse novamente. Você me deu esperança, Foi como se os céus tivessem me devolvido algo que eu nem sabia ter perdido. Um tipo de amor que eu desconhecia, até ouvir o som dos seus lábios no primeiro 'Eu te amo', sem medo, sem hesitar. Me derreti ao ouvir suas palavras tão fortes, tão intensas. Nossos olhares se encontrando — era como se você fosse feito para mim. Tudo que eu já imaginei em alguém existe dentro de você: seu abraço, seu toque, seu olhar forte e penetrante, seu cheiro de lar. Como eu poderia não me apaixonar? Eu quero teu beijo, teu amor, teu conforto. Quero te chamar de casa e voltar para você todos os dias. As coisas que antes não tinham importância para mim, de repente passaram a ter. Se tornaram essenciais porque eu as vivi com você. Sempre achei o silêncio desconfortável, até você me dizer que ele fazia você se sentir em paz. E, de repente, o silêncio se tornou nosso, compartilhando segredos não revelados, promessas silenciosas e olhares de ternura. Você me disse que era a forma de nos conectarmos sem palavras, transformando-se na coisa mais aconchegante, porque só existia quando você estava presente. Até o vento, de um jeito mais leve, parecia passar. Não posso evitar sentir tudo o que sinto no meu coração ao te ver. Afinal, você torna tão simples o ato de amar você.
Por Ecos do Infinito & Outro-Sagitariano-no-Mundo
#escrita#escritos#mardeescritos#lardepoetas#poesia#notas#textos#pequenosescritores#amor#carteldapoesia#espalhepoesias
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RECARGA ACONCHEGANTE
Ten x Reader
Gênero: Fluff, família feliz scr
W.C: 938
ᏪNotas: Essa aqui aqueceu o meu coraçãozinho, não costumo escrever muito sobre casais com filhos, mas acho que preciso, por que sempre me deixa feliz 😞🙏 (Pedidinho incrível!!!) Espero que gostem meus amores! Boa leitura!
Você chegou em casa depois de mais um longo dia no escritório de advocacia. O relógio marcava dez horas, e o cansaço pesava sobre você como um cobertor de chumbo. Cada passo no salto alto era um esforço, e finalmente poder retirá-los e atirá-los para longe foi uma dádiva.
Seu corpo clamava por um banho quente e a suavidade da cama, mas o silêncio da casa, que por um momento lhe trouxe alívio, começou a incomodá-la. Com duas crianças em casa, o silêncio absoluto era raro, especialmente numa sexta-feira, quando as noites eram mais longas e animadas.
— Shh, papai — Ouviu um sussurro vindo da sala, reconhecendo a voz de Chen Tao, seu filho mais velho, com apenas cinco anos. Uma risada suave de Ten, seu marido, acompanhou o sussurro, aquecendo seu coração.
— Ten? — Você chamou por seu parceiro, pousando a bolsa sobre a bancada da cozinha e seguindo o som das vozes.
Ao chegar à sala, deparou-se com uma construção improvável: lençóis pendurados sobre cadeiras e o sofá marrom, formando uma cabana improvisada, iluminada pela luz quente de um abajur que projetava sombras suaves nas paredes. Era uma visão encantadora, um toque de magia no cotidiano.
— Meu Deus — Murmurou, mas logo uma risada escapou de seus lábios — O que vocês estão aprontando?
— Vem cá, mamãe! — Chen Tao exclamou, a animação traindo o segredo que tentava manter.
Com cuidado, você se abaixou para espiar a cena dentro da cabana. A luz suave iluminava os rostos de sua família, criando um cenário que poderia ser facilmente confundido com o próprio céu. Chen estava sentado com as pernas cruzadas, balançando-se ansioso ao lado do pai. Ten segurava Liang, seu filho mais novo, que dormia profundamente nos braços fortes e protetores.
Era impressionante como Chen Tao herdara seus olhos e sorriso, mas era cheio de energia como o pai, enquanto Liang, a cópia exata de Ten, apesar de ter apenas dois anos, já demonstrava traços de sua personalidade, tranquila e observadora; "haviam nascidos trocados", você costumava brincar.
— Surpresa! — Chen gritou, erguendo os bracinhos em celebração.
No centro da cabana, a mesa de centro havia se transformado em um espaço para um piquenique noturno, coberta com lanches leves e frutas cortadas em formatos divertidos — claramente ideia de Ten, que sabia da sua preferência por refeições leves à noite.
— O que é isso? — você perguntou, um sorriso de orelha a orelha, enquanto se juntava à cena aconchegante.
— Foi ideia dos meninos. Como cheguei mais cedo, ajudei a preparar essa surpresa — Ten explicou, estendendo a mão livre para pegar a sua e depositar um beijo suave nela. — Você está se esforçando demais nesse novo escritório, precisa descansar mais.
— Mas o Liang já dormiu, mamãe! Nem te esperou — Chen Tao pontuou, orgulhoso por ainda estar acordado, mesmo que um bocejo ameaçasse trair seu esforço.
Você escorregou para o lado, levantando-se um pouco para dar um beijo em seu marido, e aproveitando para acariciar as madeixas de Liang antes de lhe dar um selar na testa.
— É que ele ainda é pequeninho, meu bem, não é um homenzinho como você — Você disse a seu filho, puxando-o para o colo enquanto ele inflava o peito de orgulho diante o elogio.
Era um fato irrefutável que desde que abriu seu próprio escritório, a rotina se tornara mais caótica. No entanto, seu amor pela profissão a fazia suportar as dores e noites mal dormidas, certa de que estava construindo um futuro melhor para seus filhos, ao lado de Ten, que também trabalhava duro. Nem todos os dias eram perfeitos, mas a certeza de que o amor de sua família a aguardava em casa tornava cada obstáculo mais fácil de enfrentar. Quando Ten ofereceu um pedaço de lanche, o levando até sua boca, você aceitou com prazer, saboreando o momento. A exaustão de minutos atrás parecia ter desaparecido, substituída por uma paz reconfortante. Se em algum momento naquela noite estava exausta o suficiente para apenas para ir dormir, ignorando tudo, não se lembrava mais, adentrar naquela cabana fora como encontrar o paraíso onde não havia mais dor ou preocupações, e mesmo se houvesse, um simples sorriso de seu marido ou filhos poderia acabar com tudo aquilo.
Você permaneceu ali, ouvindo Chen contar sobre seu dia na escola e as aventuras com o pai que chegou mais cedo. Riu ao ouvir sobre como Liang quebrou um jarro de flores e viu o desespero de Ten tentando impedir que o filho revelasse o incidente já resolvido. Cada segundo era precioso, e você se deleitou com a inocência de Chen, observando-o enquanto sua fala se tornava lenta e seus olhos começavam a se fechar, adormecendo profundamente semelhante ao irmão mais novo.
Você apoiou a cabeça no ombro de Ten e sentiu o carinho de sua mão em suas madeixas.
— É assim que eu descanso — Você confessou, olhando para aqueles olhos nos quais ainda se perdia. — Vocês recarregam minhas energias em segundos. Mas prometo que não vou exagerar, e você também não.
— Combinado — Ten respondeu, selando o acordo com um beijo gentil. — Obrigado por ter me dado essa família.
Você riu, tocada pelo agradecimento inesperado.
— Eu te amo — Sussurrou, entregue a aquela emoção transbordante.
Poderia ficar ali para sempre, cercada por esse amor inabalável. Era ali que você encontrava sua verdadeira paz, entre os lençóis desarrumados e a improvisação que transformava uma noite comum em uma memória preciosa. Nesse espaço apertado, longe do mundo, era onde a vida fazia sentido, e você sabia que nenhum outro lugar poderia oferecer essa sensação de completa paz.
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Sorrisos são como janelas, de longe parecem revelar lares quentes e aconchegantes, mas nem sempre mostram o que há por trás das cortinas. Eu sempre acreditei que um sorriso verdadeiro bastava para afastar as sombras, até perceber que, às vezes, ele é apenas um disfarce cuidadosamente desenhado. Ontem, eu vi seu sorriso, estava tão largo que quase me convenceu. Quase. Parecia forçado, como quem ensaia felicidade na frente do espelho antes de sair de casa. Mas quem sou eu para te julgar? No fim, você sempre disse estar onde quer estar e talvez isso devesse me bastar. Ainda lembro quando suas palavras tinham gosto de promessa: "É só você e eu para sempre", você dizia, com aquele brilho nos olhos que me fazia acreditar… E era fácil acreditar. Mas as palavras se desgastam com o tempo, não é? Agora, você me conta que é só você e ele, com a mesma certeza, com a mesma voz firme. E eu me pergunto quantas vezes mais você repetirá isso até que também se desgaste. Resiliência é uma coisa curiosa, dizem que é a capacidade de se dobrar sem quebrar, mas ninguém avisa o quanto dói voltar ao lugar depois de cada tempestade. Eu aprendi a me reerguer em silêncio, colecionando os estilhaços invisíveis que você deixou para trás. Aprendi que não preciso de promessas para seguir em frente e que sorrisos largos nem sempre significam paz. Talvez um dia você perceba entre os risos que oferece a quem vem depois de mim, que a felicidade genuína não se força. Mas até lá, eu sigo, não porque é fácil, mas porque descobri que há mais força em seguir em frente do que em esperar por quem já se foi. E quando eu sorrir de verdade, você vai saber, porque não haverá nada de forçado em meu sorriso.
— Diego e Iana em Encontro de poetas.
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Noites das garotas (ou não) - Nomin
Encosta-se na parede oposta a porta da sala de Jaemin que, segundo ele, logo sairia para que pudessem ir para a casa. Encara as horas no celular pela quinta vez nos últimos três minutos, impaciente.
Suspira, cansada, piscando os olhos através dos óculos de grau. Afasta-o um pouco para esfregar os olhos, numa tentativa de dissipar um pouco da exaustão que a acomete. A mochila pesa, e a cabeça ainda está zonza pelo excesso de informação que recebeu na última aula. Só quer estar logo em casa, de preferência, com os dois namorados.
Felizmente, Jaemin não demora tanto e vem com Park Jisung em seu encalço. Jisung era o calouro que o Na havia adotado, que era alto e tímido demais, por isso nem se surpreende com o aceno rápido antes dele deixá-los a sós.
– Nana! – Grunhe abafada, aconchegando-se nos braços fortes, ronronando manhosa ao esfregar a bochecha no peito dele.
– Meu amor!
Beija o topo da sua cabeça.
– Cansada?
– Demais – Responde num muxoxo. Esboça uma risadinha quando Jaemin espalha beijinhos pelo seu rosto. – Nós podemos ir agora?
– Vamos – Jaemin assente. Entrelaça os dedos nos seus quando começam a andar em direção a saída do corredor. – O Jeno tá' esperando no estacionamento.
– Noite das garotas? – Indaga.
Jaemin aperta mais sua mão, como uma afirmação.
– Noite das garotas.
[...]
– Eu não quero cozinhar hoje.
Declara ao jogar o corpo sobre o sofá, o rosto ameaçado contra as almofadas. Estranhamente aconchegante. Jeno e Jaemin vêm no seu encalço.
– Nós podemos pedir.
Jeno sugere e vocês acatam. Ninguém teria energia para cozinhar aquele dia.
– Vou tomar um banho... – Diz, sentando-se. Pisca os olhos na direção de Jeno. – Vamos comigo?
– Não recebo o convite também?
Você nega, adoça a voz para provocar.
– Mas você só toma banho em dia de sábado, Nana.
Jaemin exibe uma careta ofendida.
– Eu tomo banho todos os dias, tá?! Engraçadinha...
Ele grita. Uma almofada te atinge e você não pode deixar de rir enquanto caminha pro quarto. Jeno vem logo atrás de você e, por mais que Jaemin não tivesse sido convidado, ele também se junta ao banho.
[...]
Deitada sobre o peito do Lee e entre as pernas dele, você conta a história que ouviu de uma das suas amigas da faculdade. Seu peito e de Jeno vibram numa risada pela reação e engasgo exagerado de Jaemin quando você adiciona mais um detalhe da fofoca que conta.
– Não acredito!
– E detalhe... – Levanta o dedo indicador, ressaltando. As sobrancelhas são arqueadas. – Ela ainda colocou a culpa na mãe.
Jeno nega com a cabeça enquanto beberica mais um pouco do vinho, ri incrédulo e comenta.
– É o fim dos tempos mesmo assim como diz a igreja.
– Pois é! – Jaemin diz, fecha a embalagem do esmalte. – Terminei!
– É... – Franze o nariz, desdenhosa ao mirar a cor escura que enfeita suas unhas do pé. – Até que não ficou ruim.
– Ah, olha só essa garota, Jeno! Eu sou o melhor pedicure.
Diz, orgulhoso. Cobre seu corpo com o dele. Mesmo quando ralha com ele, entreabe as pernas para que ele possa se pôr mais confortavelmente em cima de você.
– Você vai borrar minhas unhas, Na!
– Mas, mas, mas...
Jaemin, dramatiza e você imita, exibindo o mesmo bico.
– Mas, mas, mas...
– Você tá toda agarrada no Jeno, deitada em cima dele e não me deu um abraço, um beijinho.
Finge pensar franzindo as sobrancelhas.
– Bem, o Jeno merece pela boa nota em decisões e preferências.
Jaemin estreita os olhos numa careta, mas logo abre os lábios num sorriso sugestivo.
– É verdade... – Estala a língua no céu da boca numa constatação, move os olhos para fitar Jeno. – Nosso garoto de ouro merece.
Jaemin então eleva o torso para alcançar os lábios do Lee e envolvê-los num ósculo barulhento. Jaemin não pode deixar de suspirar baixinho com a quentura e o gosto alcoólico da boca de Jeno. E você observa tudo bem acima de você.
Jaemin volta outra vez para a altura do seu rosto, um sorriso malicioso pinta o rosto do Na quando ele fita seu rosto perdido e desejoso por um beijo também. Porém, diferente do que você espera, ele direciona os lábios para seu pescoço, beija devagarinho sua pele, deixa um rastro úmido pelo que beijo que ele compartilhou segundos antes com Jeno. Você fecha os olhos, ofega baixinho "Nana".
– Sabe o que eu quero comer agora?
Indaga, a voz abafada contra sua pele.
Você arranha a garganta, atordoada, num murmurio pra que ele continue.
– Um brigadeiro....
Então o corpo dele deixa o seu.
– O quê-
Pisca os olhos confusa, vendo o Jaemin se levantar com um sorriso divertido.
– Na Jaemin! – Ralha, antes de choramingar. Vendo-o se afastar rindo. – Jeno, olha ele!
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oi, isso te lembra algo?? 🫣


superspiderman pt. 2
notinha da Sun | o que vocês me pedem sorrindo que eu não faço chorando?? KKKKK Mas nesse caso, eu não chorei. Aparentemente vocês gostaram desse meu surto, então resolvi trazer finalmente a parte 2!! Não tá tão boa quanto a primeira parte, mas espero que vocês curtam!!
avisos | continuação capenga dessa aqui!! Tem uma aparição do Xiaojun (que obviamente é o Venom) que não quer dizer que vai ter uma parte 3 KKKKKK Fez parte do meu processo criativo KKKKKK
w.c | 1.4k
boa leitura, docinhos!! 🕸️
Mark e Gunwook riam de algo que viam no celular, cobertos por uma fina camada de lençol branco que envolvia metade de seus corpos. Você estava imóvel, segurando um copo de água de vidro, vestindo apenas uma camisa social branca e listrada azul de Gunwook. Ficou ali parada no batente da porta, observando-os sorrirem um para o outro, o que era um milagre e uma novidade, considerando que eles geralmente brigavam, competiam por você ou por quem usaria seus poderes de super-herói primeiro.
— Vem cá — chamou Gunwook, dando dois tapinhas no colchão, no espaço entre os dois. Você tomou um gole d’água e logo se enfiou debaixo do lençol, estremecendo e sentindo cócegas quando Mark envolveu o braço ao seu redor, te abraçando e escondendo a cabeleira loira no seu pescoço.
— A gente tava pensando em ir naquele restaurante nesse fim de semana. Afinal, já fazem um mês que estamos oficialmente juntos.
Você podia dizer com certeza que esse fora o melhor mês da sua vida. Nunca pensou que algum dia estaria em um relacionamento a três, mas Mark e Gunwook sempre foram seus melhores amigos, os primeiros garotos por quem sentira atração, e poder ter ambos ao mesmo tempo estava se mostrando incrível.
Eles viviam na sua casa. Vocês desenvolveram uma rotina sem querer: dividiam as tarefas, Mark fazia as compras às vezes, Gunwook cozinhava, você cuidava da casa. Jantavam juntos, num clima aconchegante, que frequentemente terminava com os três na cama cedo demais. Cochilavam, e Gunwook te acordava com um toque preguiçoso e um beijo carinhoso, aproveitando que Mark, embora te abraçasse fortemente, dormia tranquilamente. Mark acordava com os estalinhos dos beijos, e te beijava no pescoço, na bochecha e depois nos lábios, roubando seu fôlego enquanto Gunwook beijava seu ombro, fazendo a alça do pijama cair.
— Sempre acontece algum desastre quando a gente tenta sair juntos — você diz, acariciando os cabelos de Mark, que ergue a cabeça para te contemplar, ainda meio sonolento. — Não é muito pelo Superman, mas você tem aquele seu senso aranha.
— O que me torna um super-herói muito melhor do que o Gunwook — responde Mark, convencido, piscando enquanto Gunwook abaixa o celular, considerando que você já viu o vídeo do restaurante que ele estava te mostrando. — Vai dar certo dessa vez, meu senso aranha tá me dizendo.
Na última tentativa de sair, Gunwook estava te beijando em uma das araras de roupas de uma loja de departamentos quando Mark percebeu algo estranho. Gunwook queria ignorar e se perder no beijo, mas, no fim, cedeu. Ele te soltou e foi, e só se encontraram mais tarde, ambos sujos de fuligem de um incêndio. Você riu feliz ao ver os dois homenzarrões na sua banheira minúscula, espremidos e exaustos da missão.
— Tá bom... mas eu escolho a sobremesa dessa vez — diz você, lembrando que, na última vez, Gunwook errou feio no pedido. Ele revirou os olhos, sorriu e te beijou docemente.
Gunwook e Mark se vestiram adequadamente para a ocasião, mais formais do que no trabalho. Você sorriu meio sem graça, remexendo as pernas debaixo da mesa e tomando um gole de vinho, com as bochechas provavelmente da mesma cor do líquido. Ainda achava aquilo tudo esquisito, mas se acostumava a cada vez que eles falavam com carinho, se aproximavam para inalar seu cheiro e te beijavam, fosse nos lábios ou no colo... Realmente, você os amava.
— Por que você tá com essa cara? — Gunwook perguntou para Mark, enquanto avaliava o cardápio com uma mão e repousava a outra sobre seu joelho. Mark afrouxou a gravata, sentindo-se ansioso, como se algo estivesse prestes a acontecer.
— O que você tá aprontando? — Gunwook continuou.
— Não é isso... é que tem alguma coisa acontecendo lá fora.
— Pode ir se aquietando, amigo da vizinhança — disse Gunwook, com um soprar de cabelos que era teatral demais.
— Talvez se eu checar meu celular, tenha algo… — você começou, mas Mark te impediu com um movimento rápido de mão.
— Preciso ir, meu amor — ele disse, levantando-se e te dando um beijinho na testa. — Fica aqui com o seu alienígena.
— Eu não vou deixar você ir sozinho — disse Gunwook, bufando e deixando o guardanapo de tecido na mesa, em cima do prato intocado.
— Quer sair nas manchetes como o ajudante do amigo da vizinhança? — Mark perguntou com um sorriso provocante, e Gunwook retirou os óculos.
— Você adulterou esse texto.
Você ficou no meio da troca de farpas, que com o tempo aprendeu a gostar. Sentiu Gunwook te beijar, do jeito de Mark, e ambos desapareceram num átimo de segundo, te deixando sozinha no restaurante mais badalado da cidade, com uma taça de vinho e um sorriso bobo nos lábios. Afinal, eles eram seus namorados, e você quase não podia acreditar.
— Pra onde eles foram? — você tomou um susto quando alguém ocupou o lugar de Mark. Olhando para o lado, viu Xiaojun.
— Xiaojun? — Xiaojun trabalhou com vocês por um tempo. Freelancer, ele sempre teve uma aura misteriosa, e agora você entendia que o achava atraente, o que gerou ciúmes em Mark e Gunwook na época.
— Escutei você mencionar o amigo da vizinhança.
— Mark é fissurado pelo Homem-Aranha — você soltou a frase de imediato, ciente da necessidade de discrição.
— Ah — Xiaojun arqueou as sobrancelhas, sorrindo. Vestido como garçom, ele tocou sua bochecha suavemente. — Acho que a gente vai se ver com mais frequência, gracinha. Te vejo depois.
Ele também desapareceu, e talvez você precisasse repensar essa coisa de homens sumirem do nada. Gunwook te mandou uma mensagem pedindo para encontrá-los no apartamento, e você, que morava perto, logo chegou.
Ao abrir a porta, deparou-se com a cena inevitável: Gunwook e Mark disputavam o chão, ambos rindo e te oferecendo a mesma caixinha com uma aliança de compromisso. Você sorriu, encostada na porta.
— Vocês mentiram — você disse, tampando a boca de surpresa.
— Na verdade, a gente realmente impediu um roubo, mas foi rápido — Mark disse. — Quer namorar com a gente?
— Eu ia falar isso, seu idiota! — Gunwook empurrou Mark pelo ombro, fazendo-o cair desajeitadamente no chão, lançando-lhe um olhar de ódio fingido.
Você se ajoelhou ao lado deles, aceitou o anel e leu a gravação dentro dele: “para nossa Lois/Mary Jane”. Seu coração derreteu ao colocar o anel, admirando-o contra a luz.
— Acho que amo vocês — você disse, e Mark te beijou, envolvendo sua cintura com os braços. Você abriu um braço para chamar Gunwook e tocou sua bochecha, beijando-o devagar, sem pressa.
— No final, nem comemos — Gunwook murmurou, ainda com os olhos fechados.
— A gente pode fazer isso… Pensei em...
— Não! — você e Gunwook exclamaram em uníssono, lembrando-se dos desastres culinários de Mark. Vocês riram, e Mark revirou os olhos antes de te puxar para beijá-la no pescoço.
Quase num sussurro, você disse:
— Acho que o jantar pode esperar um pouco.

@sunshyni. Todos os direitos reservados.
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FILMES PARA ASSISTIR NO CAFÉ DA MANHÃ 🥞☕️
café da manhã é para filmes que dão sono de uma forma matinal, silencioso e às vezes aconchegante, mas também podem ser fresco como quando você sai de casa e está frio lá fora e faz você acordar.
observação: se algum link não estiver funcionando, por favor, avise na ask, que iremos mudar o link.
Bonequinha de Luxo
Clube dos Cinco
Curtindo a Vida Adoidado
De Volta para o Futuro
Dirty Dancing
Doze é Demais
Ela é o Cara
Esqueceram de Mim
Matilda
O Castelo no Céu
O Diário da Princesa
O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
O Serviço de Entregas da Kiki
Operação Cupido
Os Batutinhas
Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar
Procurando Nemo
Red: Crescer é uma Fera
Shrek
Sob o Sol da Toscana
Toy Story
Um Lugar Chamado Notting Hill
Uma Linda Mulher
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Sapatos, Mirantes e Nova York

Isso aqui é um grande desabafo sobre a minha enorme obsessão por Nova York e Dominic Sessa <3
Avisos: Não tem aviso nenhum, apenas Dominic sendo um grande romântico fazendo a leitora ficar boiolinha por ele.

Você e Dom se conheceram em uma festa aleatória onde os dois passaram a noite toda conversando, salvaram o número de telefone um do outro e depois de muitas mensagens trocadas decidiram ter um primeiro encontro de verdade.
Se encontraram na frente do restaurante, trocando um abraço e sorrisos tímidos.
— Já veio aqui antes? — Dominic perguntou, enquanto segurava a porta para você entrar.
— Não, é a minha primeira vez. Ainda estou descobrindo Nova York — você respondeu, rindo. — Só explorei uma lanchonete de cachorro-quente perto de casa até agora.
Vocês riram juntos e seguiram para a mesa. O restaurante era aconchegante, com luz suave e um toque parisiense. Apesar do ambiente elegante, a conversa fluiu fácil.
Dominic contava histórias engraçadas enquanto os pratos chegavam, e você se pegava rindo mais do que imaginava. Ele tinha uma maneira leve de deixar tudo descontraído, como se não fosse o primeiro encontro.
No final, Dominic fez questão de ser o cavalheiro em cada detalhe.
— Vamos? Quero te mostrar um lugar — disse ele, com um sorriso misterioso.
Vocês saíram do restaurante e começaram a andar pelas ruas da cidade que nunca dorme. As luzes brilhantes da Times Square iluminavam o caminho, e o som da cidade envolvia vocês em uma sinfonia vibrante de risos, conversas e música.
— Eu quero que você veja um dos meus lugares favoritos — disse Dominic, guiando-a pela calçada.
Depois de alguns minutos de caminhada, vocês chegaram a um elevador que os levaria a um mirante. Dominic segurou sua mão enquanto subiam.
Ao chegarem ao topo, a vista de Nova York era deslumbrante. As luzes da cidade brilhavam como estrelas, e você ficou sem palavras diante da beleza do cenário.
— Uau, é incrível! — você exclamou, admirando a paisagem.
Dominic sorriu, satisfeito ao ver sua reação.
— Sempre venho aqui para pensar e relaxar. Este lugar me faz sentir pequeno, mas também parte de algo muito grande — disse ele, olhando para a cidade.
Ele se virou para você, com um olhar atento.
— Eu sei que você é tímida e não fala muito, então achei que era meu trabalho te fazer se soltar. E ver você rindo das minhas histórias me deixou mais confiante.
Você sorriu, tocada pela sinceridade dele.
— Eu realmente aprecio isso. Eu me sinto mais à vontade quando estou com você.
Dominic se aproximou.
— Fico feliz em ouvir isso, e é muito bom ver seu sorriso.
Dominic parou por um momento, com medo de dar um passo a mais. Ele não sabia como você reagiria, devido à sua timidez, mas tinha certeza de que você gostava dele. E, por dentro, ele sentia uma vontade imensa de gritar para a cidade inteira o quanto gostava de você.
A brisa suave da noite passou por vocês, e o silêncio que se seguiu parecia carregar uma tensão suave e empolgante. Ele se virou para você, os olhos procurando os seus, e deu um pequeno passo mais perto, hesitando por um segundo.
— Eu… — ele começou, a voz saindo mais suave do que ele esperava.
Você olhou para ele, o coração disparado, como se o mundo ao redor tivesse parado. Era como se tudo naquele momento convergisse para uma única pergunta não dita.
Então, Dominic decidiu arriscar. Lentamente, ele se inclinou, os lábios se aproximando dos seus, dando espaço para que você também decidisse.
Seu coração batia forte, mas você não recuou. Seus olhos se fecharam instintivamente quando os lábios dele finalmente tocaram os seus. O beijo foi suave, mas cheio de vontade.
A cidade ao redor parecia desaparecer, e tudo o que restava era você e ele. Dominic segurou seu rosto delicadamente, como se quisesse prolongar aquela sensação. Quando vocês se afastaram, os olhares se encontraram de novo, e um sorriso tímido surgiu em seus lábios.
— Eu queria fazer isso desde o momento em que te vi naquela festa — ele sussurrou, ainda sem afastar os dedos do seu rosto.
Você sorriu, sentindo as bochechas corarem de leve.
Dominic continuou: — Eu vi o tempo passar mais devagar quando você passou por mim naquele dia. Acho que tudo em mim funciona como os planetas, e você é o sol. Tudo em mim gira ao seu redor desde aquele momento.
Vocês passaram muito tempo naquele mirante, conversando e se beijando, até que finalmente precisaram se despedir. Claro, Dominic não te deixaria ir embora sozinha.
— Eu posso te acompanhar, é sério — disse ele.
— Não precisa, Dom. Minha casa fica a apenas sete minutos daqui, andando — você respondeu, tentando tranquilizá-lo.
— Você não tem opção. Eu não vou conseguir dormir bem sabendo que não cumpri meu papel de cavalheiro esta noite — ele retrucou, sorrindo.
— Tudo bem, Dominic. Você sabe que venceu.
Ele riu, satisfeito, e você ofereceu um dos braços para ele segurar. Vocês caminharam tranquilamente até que, quase no meio do caminho, seus sapatos começaram a incomodar, e Dominic logo percebeu.
— Está machucando? — ele perguntou, parando e apontando para seus pés.
— Não muito — você mentiu. — Eles são novos, o material ainda está duro, e meus pés ainda não se acostumaram.
— Me dá aqui — Dom fez um gesto, pedindo os sapatos.
— Sério, Dom, não precisa.
— Você não vai se arrastar até sua casa assim. Daqui a pouco seus pés vão estar sangrando.
Relutante, você assentiu, e Dominic se abaixou para tirar os sapatos dos seus pés.
— Sobe aqui — ele disse, agachando e batendo nos próprios ombros, sinalizando para você subir.
— Se eu negar, você vai me convencer a fazer de qualquer jeito, então...
Com um sorriso, você passou os braços pelo pescoço dele. Dominic deu um leve impulso para segurar suas pernas na altura da cintura.
— Estamos parecendo dois malucos — você murmurou, escondendo o rosto na curva do pescoço dele.
Ele riu, te carregando com facilidade pelas ruas de Nova York, e naquele momento, o mundo parecia bem menor, só existindo vocês dois.
Dom era bem mais alto que você, magro, mas surpreendentemente forte. Ele te carregou com facilidade até a entrada do seu prédio, você apoiada em suas costas e seus sapatos nas mãos dele.
Você pensou que aquilo era a coisa mais romântica que alguém já havia feito por você, e suas bochechas continuavam a esquentar. Era como se tivesse ganhado na loteria.
— Bem, eu fico aqui — você disse, ao chegarem na entrada do seu prédio.
Dominic te colocou no chão com cuidado, entregando os sapatos de volta. Vocês ficaram ali, parados por um momento, a noite fresca e silenciosa envolvendo a despedida.
— Sabe, eu não estava esperando que a noite fosse tão boa assim — Dominic começou, com um sorriso sincero no rosto. — Não sei se foi o jantar, as histórias, ou talvez tenha sido você... mas eu acho que isso foi um dos melhores momentos da minha vida.
Você sentiu as bochechas esquentarem ainda mais, e tentou controlar o sorriso que escapava.
— Eu também gostei, Dom. Confesso que fiquei nervosa no começo, mas você me deixou tão à vontade... Foi mais fácil do que eu imaginava.
— Eu estava nervoso também — ele admitiu, soltando uma risada leve. — Passei a noite toda pensando em como te impressionar, mas no final, acho que só queria te ver sorrir.
Vocês ficaram em silêncio por um momento, trocando olhares carregados de significado. Dominic deu um passo mais perto, olhando nos seus olhos com uma mistura de carinho e hesitação.
— Eu não quero que isso seja só mais uma noite — ele disse suavemente, a voz baixa, mas cheia de emoção. — Quero te ver de novo. Quero mais momentos assim... com você.
Seu coração disparou com aquelas palavras, e você mal conseguia disfarçar a felicidade.
— Eu também quero, Dom. Eu quero muito.
Ele sorriu, aliviado, e antes de você perceber, estava mais perto. Não houve hesitação dessa vez. O beijo foi suave, cheio de vontades reprimidas , e quando vocês se afastaram, os olhos escuros de Dominic ainda brilhavam sob a luz da rua.
— Então... a gente se vê logo? — ele perguntou, com aquele sorriso que já começava a se tornar seu favorito.
— Com certeza — você respondeu, sentindo-se mais leve, a noite foi perfeita.
Dominic deu um passo para trás, relutante em ir embora, mas sabia que precisava. Ele acenou levemente, se afastando devagar, mas olhando para você uma última vez antes de desaparecer na esquina.
E enquanto você entrava no prédio, ainda sentindo o calor de Dom em seu corpo, sabia que aquilo era só o começo do mundinho de você.
#dominic sessa#dominic sessa imagine#dominic sessa x reader#the holdovers#os rejeitados#angus tully#angus tully imagine#angus tully x reader#oneshot#imagines#imagine
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Previous / Next Beginning (Gen 8)
Image transcripts (PT):
Naomi: Você disse que seu marido trabalha como o quê mesmo? "Georgia" : Instrutor de autodefesa...
Naomi: Ah, isso explica sua ótima forma. Ele deve ganhar muito bem; sua casa é linda.
Clover: Meu marido trabalha como professor de filosofia, e conseguimos manter nossa casa muito bem, graças ao Sr. e à Sra. Harrington.
"Georgia" : Ah sim, os preços acessíveis em Vista Hermosa definitivamente nos ajudaram a alugar uma casa tão legal!
Brenna: É aconchegante e espaçosa! Perfeita para quando as crianças vierem. [As outras esposas concordaram com a cabeça.]
"Georgia" : Eu estava pensando, vocês todos falam tão bem da Sra. Harrington e raramente a chamam pelo primeiro nome...
Clover: É tudo uma questão de respeito! A Sra. Harrington é a espinha dorsal deste bairro. Ela trata e recebe a todos calorosamente, não importa de onde viemos, porque assim que pisamos em Vista Hermosa, estamos começando uma nova vida!
Naomi: A Sra. Harrington é incrivelmente gentil. Considere-se sortudo por ter uma senhoria como ela!
"Georgia" : Oh, eu posso ver o quanto vocês a admiram. Espero conhecê-la tão bem quanto vocês!
Brenna: Ela frequentemente nos convida para sua casa. Por que você não se junta a nós na próxima vez?
"Georgia" : Eu adoraria!
Brenna: Então, quando você planeja ter filhos? Pergunto porque não há muitos pequenos por aqui como meu filho. Seria legal para ele ter um amigo da idade dele para brincar.
"Georgia" : Ah... Nós gastamos bastante na mudança, então gostaríamos de nos estabelecer primeiro antes de pensar sobre isso.
Naomi: Não pense muito, querida. Não estamos ficando mais jovens.
Clover: Pare com isso, Naomi. Georgia parece muito jovem!
Naomi: Bem, eu também pareço muito jovem, não é?
"Georgia" : Obrigada pela sua... preocupação. Jasper e eu temos algumas metas a atingir antes de termos filhos, mas fique tranquila, estou em ótima forma, mesmo que eu "não esteja ficando mais jovem".
As mulheres trocaram sorrisos silenciosos e levemente zombeteiros para Naomi, o que não a agradou muito.
Brenna: Hoje foi tão adorável, Georgia. Precisamos planejar outra tarde como esta!
Clover: O próximo encontro pode ser no salão. Já faz um tempo que não nos reunimos lá.
"Georgia" : Com certeza, eu me diverti muito hoje!
#família vilela#Gen 8#nsb peach#not so berry challenge#active simblr#simblr#the sims 4#ts4#ts4 gameplay#ts4 legacy#ts4 screenshots#sims 4 simblr#sims 4#ts4 simblr#sims community#sims 4 gameplay#sims 4 legacy#sims 4 screenshots#sims 4 challenge
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Transei na cachoeira enquanto meu marido trabalhava no home office.
By; Larissa
Oi Te Contos, eu me chamo Larissa, sou casada com Lucas, e o que conto agora aconteceu após a pandemia.
Ele e eu estávamos a mais de um ano em casa, praticamente sem sair pra nada, a pandemia nos manteve quietos durante um bom tempo. Um belo dia recebo a informação de que havíamos ganho uma semana de hospedagem em um hotel de uma praia badalada no estado de SP, como estávamos sem crianças, resolvemos ir, eu estava de férias e o Lucas trabalhando, mas como ele estava desde o inicio da pandemia em home office, precisava apenas de uma internet razoável e seu notebook.
Arrumamos nossas malas e fomos no domingo a tarde, já que segunda o Lucas já precisava estar lá para trabalhar.
Era um hotel confortável e aconchegante, sem luxo mas com muito bom gosto. Logo na segunda cedo Lucas iniciou o dia de trabalho na mesinha do quarto do hotel mesmo, cuja janela dava para a piscina, eu coloquei um biquini e fui para a praia tomar sol enquanto Lucas trabalhava. Fiquei um bom tempo queimando meu corpinho e bebendo agua de coco e perto da hora do almoço voltei para o hotel.
Ao chegar lá, encontrei na recepção um jovem chamado Denilson, alto, moreno claro, aparentemente muito forte, mas não de academia, me cumprimentou e disse para ficarmos a vontade, pois o hotel só tinha mais um casal hospedado e não teria mais ninguém até quinta. Agradeci e subi para o quarto, me troquei e convidei o Lucas para
comermos alguma coisa, ele sugeriu comermos no hotel mesmo pois estava muito ocupado com o trabalho, descemos até a recepção e solicitamos almoço ao Denilson, ele avisou a cozinha e sentamos para comer, depois do almoço voltamos para o quarto, coloquei o biquini novamente e disse pro Lucas que ia tomar sol na piscina, ele concordou e desci até o deck, me estiquei, coloquei meus óculos escuros e fiquei lá sem fazer nada, de repente percebo alguém se aproximando, era o Denilson:
– Oi Dona Larissa, tudo bem? Precisa de algo?
– Para com esse dona, me chama só de Lari – disse sorrindo
– Ok Lari, e ai, já conhecia a cidade ?
– Sim, adoro as praias daqui, acho uma região bem agradável
– Já foi nas cachoeiras ?
– Fui em uma que fica perto das pedras da praia
– Ahhhh Lari, aqui tem umas maravilhosas, que nós escondemos dos turistas pra preservar
– Que bom saber disso, como chego nelas ?
– Não posso contar, kkkkk…
– pq não? – perguntei com voz triste
– Pq só os caiçaras vão lá, mas posso te levar lá, se vc quiser
– Olha, que legal, vou querer sim, quando vc pode me levar ?
– Agora mesmo se a madame quiser…
– Ahhh não quero atrapalhar seu serviço
– Relaxa, sou filhos dos donos, meus pais estão aqui, então posso sair de vez em quando
– Hummmm, interessante, então vc tá sempre aqui ?
– Todos os dias, essa pousada é minha vida
– Entendi, bom, vou falar com o Lucas e vamos
– Ele não vai ficar bravo ? Se quiser esperamos ele terminar pra ir tb
– Não vai não, além disso, a coisa tá feia no serviço dele, ele vai demorar muuuito ainda
- Então tá bom, te espero aqui embaixo
Subi, me troquei e avisei o Lucas que iria sair para ir na cachoeira com o Denilson, ele apenas concordou com a cabeça, tem tirar os olhos da tela, dei um beijinho nele e saí. Fui com o Biquini, um shorts curto por cima e o sutiã do biquini apenas, levei uma mochilinha com coisas básicas e fomos. Fui dirigindo e ele me guiando pelo caminho, era um pouco afastado da pousada, realmente um lugar que turista nenhum descobriria.
Chegamos a um ponto onde não dava mais pra ir de carro, descemos e fomos caminhando, era uma trilha relativamente longa e íngreme, o Denilson foi na frente levando minha mochila e me ajudando nas partes mais difíceis, num determinado momento, eu escorreguei e ele rapidamente me segurou para não cair, senti o toque das pesadas mãos dele e confesso que me deu um arrepio gostoso. Uns 10 minutos caminhando e chegamos na tal cachoeira, era realmente deslumbrante, uma queda d’água relativamente alta e um belo e raso lago embaixo, com uma parte mais funda perto da densa nuvem de água, havia também várias pedras nas laterais do curso da cachoeira e a densa mata fechava bem o local, impedindo o forte sol de chegar ao local.
Como já imaginava, não havia ninguém no local, era uma segunda feira e como era um local que os turistas não conheciam, realmente pouco provável que houvesse alguém por lá. Denilson sentou em uma das pedras, eu virei de costas pra ele e tirei o shorts, ficando apenas de biquini, só depois me toquei que estava exibindo minha bunda para ele, mas enfim, não falei nada, deixei as coisas nas pedras e fui adentrando ao curso da cachoeira bem devagar, a água era muito gelada como em toda cachoeira e por isso, foi difícil entrar de verdade na água, mas depois de pouco tempo criei coragem e realmente me banhei na cachoeira, molhando os cabelos e o resto do corpo, apesar do frio estava muito bom, estava tão bom que achei estranho quando ele não entrou junto, então perguntei:
– Não vai entrar não?
– Não, vou ficar só fazendo companhia pra vc mesmo
– Para com isso, essa água tá uma delicia
– Não trouxe sunga
– Vem de cueca mesmo ué, de boa
– Imagina, se seu marido descobre isso vai ficar bravo comigo
– Vai não – respondi sorrindo
Ele ainda envergonhado ficou meio de lado e foi tirando a bermuda e a camiseta, quando virou de frente eu entendi porque toda a vergonha, ele estava com uma cueca branca e de pau duro e minha nossa senhora, que pau ! O enorme pau dele marcava a cueca branca já molhada e realmente fiquei bastante excitada quando vi, ele foi lentamente caminhando até mim, quando chegou perto falou:
– Tem certeza que seu marido não vai ficar bravo com essa situação?
Cheguei perto dele e falei:
– Se ele sabe que vim sozinha aqui com vc, e não precisa saber de mais alem disso…
Disse isso e dei um beijo na boca dele, um beijo bem quente e gostoso, com muita língua, mordidinhas no lábio e tesão, enquanto me beijava ele me puxou pela cintura e trouxe mais perto do seu corpo, começou a alisar minha bunda e dar apertões fortes nela, eu passava a mão por aquele corpo gostoso e logo encontrei o que queria, enchi a mão na rola dele, tirei pra fora da cueca e punhetei enquanto beijava, então ele me puxou pra sairmos da água.
Denilson me colocou encostada em uma pedra, puxou o lacinho e tirou o sutiã do biquini, se inclinou um pouco e chupou meus seios, ele lambia, mordiscava, dava chupões e eu fui ficando louca, as vezes ele subia, me beijava, beijava meu pescoço, minha orelha e dizia que eu era uma cachorra safada.
Ele ficou um bom tempo chupando meus peitos, até que se abaixou um pouco e lentamente tirou a calcinha do biquini, me deixando peladinha, ele voltou a me beijar e chupar meus seios, mas passou a dedilhar minha bucetinha, enfiava um, dois dedos lá dentro e eu fui ficando louca, com vontade de ser fodida com força, ele tirava o dedo da buceta, pegava na minha bunda, enfiava um dedo no meu cuzinho e fui ficando louca com aquele homem gostoso passeando pelo meu corpo...
Então, inverti e coloquei ele apoiado na pedra, tirei aquela cueca branca e admirei aquele caralho lindo, grande, grosso, veiúdo e cabeçudo, que pau grande e bonito, não tive duvida, me abaixei e mamei gostoso a rola dele, não dava pra ajoelhar, por isso, inclinada, não fiquei muito tempo chupando, mas chupei gostoso, subia e descia, lambia a cabeça e ia deixando mais duro e babado, em ponto de bala.
Parei de chupar e comecei a passar a mão no corpo dele enquanto o beijava, alisando cada parte daquele homem, ele então, me virou de costas, me apoiou na pedra e encostou em mim, de costas pra ele, sentia as mãos dele passeando pelos meus seios, pela minha bucetinha e pela minha bunda, ele adorou minha bunda e a elogiou bastante, ele me dava beijinhos no pescoço ainda de costas, mordiscava minha orelha e eu apenas gemia com os toques fortes e safados dele.
Ele ficou um bom tempo me pegando e passando o dedo na minha buceta, fez isso tão bem que ela estava simplesmente inundada, de tanto tesão, ele então me fez inclinar o corpo para trás e arrebitar a bunda, se colocou atrás de mim, deu uns 3 tapas na minha bunda e disse que ia me comer gostoso, ele segurou o pau duro como pedra e ficou pincelando na minha bucetinha, esfregando a cabeça no meu grelinho e fui perdendo a noção, a essa altura eu implorava pra ser comida, e de repente o pau deslizou pra dentro...
Nossa!!! Como foi gostoso, aquele pau era enorme e me preenchia deliciosamente, ele segurou meus quadris e começou a enfiar devagar, lentamente ele ia me comendo e eu gemia conforme ele colocava o caralho na minha xoxotinha. Em pouco tempo ele começou a meter mais forte, bem forte mesmo, a ponto de eu precisa segurar forte na pedra para não ser empurrada com tudo, e aquilo foi ficando bom, mas foi ficando bom num nível que eu não gemia mais, eu gritava de tesão.
Ele socava e dava pra ouvir bem alto o barulho do saco dele batendo na minha bunda, eu gemia descontroladamente e fiquei ainda mais louca quando ele enrolou uma das mãos nos meus cabelos e puxou enquanto me fodia, a cena era incrível, ele me comendo quase em pé, arqueada em cima de uma pedra, com o cabelo sendo puxado, vez ou outra ele dava fortes tapas na minha grande e deliciosa bunda, fiquei imaginando a pele morena dele em contato com minha pele branquinha e aquilo me dava ainda mais tesão.
Percebi que sua respiração foi aumentando, o ritmo do caralho dele entrando e saindo de mim também e vi que o orgasmo estava chegando, e quando veio, gozei forte e gritando de prazer, sentindo toda a porra dele invadindo minha bucetinha, sim, gozamos juntos e muito, muito forte, a ponto de ainda ficar alguns segundos gemendo.
Ele saiu de trás de mim, me virei, puxei ele pra mim, dei um gostoso beijo e falei:
– Puta pau gostoso, gozei muito forte mesmo
Ele apenas sorriu e continuou me beijando, ficamos alguns segundos assim, até que disse que precisava voltar pra pousada, ele assentiu e foi se lavar, eu fiquei curtindo um pouco mais aquele momento e em seguida fui tomar mais um banho na cachoeira, me lavar.
Depois nos vestimos e retornamos até o carro para voltar pra pousada. Ao chegarmos de volta, dei um tchau e disse que se ele tivesse calma ia se divertir muito ainda essa semana.
Essa semana ainda ia render muito…. E rendeu!
Enviado ao Te Contos por Larissa
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Meu Porto Seguro
Me conheça de novo. Eu mudei. Mudei o jeito como olho para certas coisas, como espero pelo futuro e como lido com o passado. Que, coincidentemente, inclui você. Ainda não sei por que as coisas tiveram que acabar daquela maneira, ou por que você fez o que fez. Mas acho que tudo serve a um propósito, no fim. Talvez seja isso que eu esteja tentando descobrir. Eu mudei. Não tenho mais as mesmas cores favoritas de antes, embora algumas ainda permaneçam. Acho que agora prefiro o azul ao verde, o roxo ao preto. E descobri que amo o branco, porque me lembra que nem tudo está perdido. Ainda há esperança, paz — e um lugar para mim em algum canto do mundo. Eu era tão desesperançosa, não era? Mas nem tudo muda. Algumas coisas, lugares ou pessoas permanecem conosco para sempre. Se não em nossas vidas, então em nossos corações, nossas mentes e nossas almas. Ainda sou a mesma melancólica de sempre, mas descobri que isso não me define. Na verdade, encontro conforto nessa melancolia, algo que nunca senti antes. Faz com que eu me sinta, bem... eu. Comecei a gostar mais das músicas raivosas da Avril Lavigne do que das tristes. Losing Grip e Don't tell me é um exemplo disso — e acho que você gostaria de saber. Eu mudei, mas ainda sou eu. Porque I’m With You continua sendo a minha favorita, junto com How Does It Feel. Essas músicas continuam sendo reais para mim, porque, mesmo depois de tanto tempo, ainda sinto essa solidão perfurando meu peito. Ainda me sinto perdida, esperando por algo, por alguém... que nunca vem. Talvez eu esteja esperando por mim mesma? Mas estou aprendendo a lidar com isso, juro. Aos poucos, estou tentando ser o meu próprio porto seguro. Fazendo com que minha companhia seja suficiente. Por mais que eu ame compartilhar momentos, criar memórias e ter conversas sobre as coisas mais aleatórias ou profundas, às vezes é mais seguro fazer isso sozinho. Às vezes é melhor estar só do que acompanhado de alguém que não te faz sentir aquela sensação familiar de lar. Aquela sensação de finalmente encontrar o que nem sabia que estava perdido. E eu queria tanto sentir isso. Só uma vez. Mas, às vezes, a melhor coisa que podemos fazer por nós mesmos é ir embora. Partir, quando tudo o que sentimos é uma dor aguda, tudo o que ouvimos são ruídos, e tudo o que pensamos é insuportável. É doloroso, cruel, necessário. Porque, no fim, precisamos criar a nossa própria casa na árvore — aquela que sonhávamos quando éramos crianças. Aconchegante. Mágica. Segura. Algumas pessoas podem ser nossas casas na árvore: no amor, na amizade, na família que temos ou na que construímos. Se mantermos perto o que realmente importa, percebemos que o amor não é apenas um conceito romântico. Ele está em todo lugar. Mas, às vezes, estamos tão imersos na nossa dor que esquecemos de olhar ao redor. Não enxergamos o quanto é absurdo pensar que estamos vazios quando estamos sozinhos, quando carregamos todo o amor dentro de nós mesmos. Amor pronto para ser compartilhado, mas também para ser cultivado. No jardim de flores que é o coração. É preciso proteger, cuidar e regar esse jardim. Não só pelos outros, mas, principalmente, por nós mesmos.
— Ecos do Infinito em 'Sobre quem eu me tornei'
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Eu nunca tive um lugar em que me sentisse segura e feliz como, uma casa na árvore ou um chalé aconchegante. Por isso, com toda a dor e desespero, solidão e rancor, criei um universo meu; com um castelo lindo e um campo de flores de todos os tipos, soldados cobertos de árvores para me ouvir nos piores e melhores dias mas também, me manter segura de intrusos. Aqui o céu é sempre esplêndido; transborda afeto e atenção. É o lugar mais lindo que já vi e fui eu, com todo o amor e respeito a mim mesma quem fez.
— isso me mantém viva.
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