#tinyznnie
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tinyznnie · 28 days ago
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namorado! chenle que…
te defende com unhas e dentes e não deixa que ninguém fale mal nem de um fio de cabelo seu;
compra presentes pra você sem data específica, simplesmente porque passou por alguma loja e lembrou de você;
ficou ridiculamente feliz quando soube que você gosta de animais, porque ele ama a Daegal e quer que você participe da experiência de cuidar dela;
ama quando vai nos shows dele, e faz questão de ficar na área do palco mais perto de você, te procurando na multidão, e assim que acha, faz várias poses pra você;
fala mal dos seus colegas de trabalho com você e fica super empolgado quando você traz uma fofoca nova, é uma especie de vínculo entre vocês;
te busca e deixa em casa sempre que pode porque se recusa a deixar você andar pela rua sozinha quando ele pode estar com você;
é resumidamente um namorado perfeito e faz todo o possível (e impossível) pra te ver feliz :)
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nominzn · 1 year ago
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izzy, eu fiz uma coisa… 🫢
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MEU DEUS DO CÉÉÉÉU EU TO MALUCAAAAAAAAAAAAAAA EH O JUNIN
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sunshyni · 1 month ago
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O maioral >>>>>>
Sunnnn, poderia escrever uma coisa meio putaria fofa com dirty talk e apelidinhos fofinhos? KKKKKKKKKKKK n tenho um integrante específico em mente mas gostaria que fosse alguém do Dream! amo mt seus posts inclusive S2
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deixa, vai — Mark Lee
eu não faço a menor ideia do que foi isso que escrevi KKKKKK Tô com vergonha e não reli, espero que esteja minimamente bom. Voltarei a minha programação normal amanhã, smut não é comigo e olha que eu nunca escrevo o sexo em si, mas enfim KKKKKK
Não sei se tá fofo, mas tem putaria, Anon, espero que você goste!! 😭♥️💋
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— Fiquei sabendo que você tava fora, viajando a trabalho, mas você não consegue ficar sem falar comigo, né? — Mark perguntou, limpando as mãos num pano qualquer enquanto fechava o tampo do carro em que estava trabalhando. Ele limpou o suor do rosto com o braço, dando batidinhas nas bochechas com o dorso da mão. Você observou, de repente, com a garganta seca. Tossiu, coçou a garganta e se aproximou, arriscando, correndo o próprio dedinho indicador pelo torso dele, abdômen, peitoral e pela correntinha que brilhava no pescoço. Ele riu, acompanhando sua mão atrevidinha; ele amava aquilo. — Tava esperando te ver pra te perguntar o que cê tem na cabeça pra me mandar aquilo.
— Aquilo o quê? — Você questionou, se fazendo de inocente. Tava entediada no quarto do hotel, no seu conjuntinho novo de lingerie, porque detestava viajar, mesmo que fosse a trabalho, com roupa batida — embora soubesse que aquilo era só desculpa pra você passar na primeira loja de roupa do bairro. — Ah, visualização única, né? Sem print. Queria te deixar com vontade pra ver ao vivo e a cores.
— Cê sabe que eu tô na tua. Você que se faz de difícil... — Ele disse, se aproximando um pouquinho mais pra sentir o cheirinho doce do seu perfume. Quase gemeu. Sentia sua falta e te queria tão desesperadamente que não conseguia se controlar. Te queria há muito tempo. Era muito tesão e frustração acumulada. Mark definitivamente não aguentava mais. — Me mandou aquilo ontem porque vai me dar hoje?
— Cê tá muito atrevidinho. — Ele te olhou. Os olhinhos meigos, apaixonados, não condiziam com as palavras vulgares. Vocês se conheciam desde crianças, moravam no mesmo bairro, mas quase não se viam. Até uns tempos atrás. Mark começou a fazer sucesso na oficina do pai, e você fazia sucesso esnobando os garotos que ousavam chegar perto. Mas Mark fazia o tipo que comia calado. Todo mundo dizia que ele era um santo, mas adorava fazer showzinho: segurava o rosto de alguma garota do bairro com firmeza só quando você tava olhando, beijava lentinho, devagar, a mão navegando pelo corpo de outra mulher do mesmo jeito que ele queria fazer com você. Mas cê era tão difícil, tão meticulosa. E agora estava ali, se entregando de bandeja. Mas isso não queria dizer que não provocaria um pouquinho.
— Ah, me mostra, vai. Para com isso, princesa. Eu sei que cê quer também. — Mark beijou sua bochecha, segurou sua mão, se encostou no carro de instantes antes, te puxou pra perto e beijou seu pescoço. Só um beijinho molhado. Você aproveitou, nefasta, contando os gominhos do abdômen por baixo da camiseta preta que grudava no corpo pelo suor. — Me dá uma chance, vai.
Você olhou pra ele, contemplando o sorrisinho que vivia nos lábios dele. Mark desviou o olhar, mas você fez questão de virar o rostinho bonito dele, gostando da reação que causava. O pomo de Adão se movimentou tão logo você roçou os lábios nos dele. Deixou um selinho. Mais um. Mas foi impossível desgrudar os lábios quando ele posicionou a perna entre as suas, dando um jeitinho de te pressionar com o próprio joelho. Foi a deixa perfeita pra Mark invadir sua boca sem pedir permissão, a língua sugando bruto, sem cuidado, embora as mãos te tocassem sem pressa, apalpando, pressionando, esfregando profundo e delicadamente.
— Que que cê quer, princesa? Fala pro Markie, vai. — Você sorriu na boca dele, afastando pra respirar, mas ele não permitia. Te puxava contra ele de novo. Inverteu as posições, te impulsionou pra cima do capô, afastou seus joelhos e se pôs no meio, beijando seu pescoço enquanto a mão invadia sua camisa. — Cê gosta, né? Quer que eu te coma aqui mesmo? Com a oficina aberta?
— Markie... — Você sussurrou. Adorava ser paparicada. Ficava mais excitada com a voz dele falando besteira do que com a mão enterrada no seu centro, estimulando com a palma inteira, fazendo com que você inclinasse o corpo em direção ao movimento, procurando a boca dele pra abafar os gemidinhos cadenciados.
— Quer que eu fique de joelhos? Comer sua bucetinha que nem cê faz com meu pau? — Ele sabia exatamente o que você queria. Você assentiu, envergonhada, tímida, as bochechas da mesma cor que a calcinha vermelha de renda escondida pela sainha jeans. Mark esfregou o narizinho esculpido no seu, ergueu sua perna, fez você contornar a cintura dele, testou sua flexibilidade ao deitar suas costas devagarinho no capô. Sorriu pra você, beijou sua boca apaixonado. Só tinha olhos pra você. O corpo e a alma eram seus, sempre, em todo momento. Te provocava pegando outras minas, mas no final da noite era sempre você, a número um, que ele se pegava tocando sem perceber.
— Não vai mais me dar gelo. Vai namorar comigo? — Ele questionou num sussurro, e você o olhou, tocando a bochecha levemente áspera pela barba ralinha que começava a dar sinais. Mark fixou o olhar no seu, esfregou a bochecha contra sua palma enquanto invadia sua saia furtivamente. O olhar ingênuo não combinava com o corpo másculo: as veias saltando, o suor escorrendo, sua boca salivando, querendo levar pra si cada gotinha. — Cê sabe que eu te quero sério, boneca.
— Fecha a oficina, faz o que cê prometeu e eu penso se vou te namorar ou não. — Ele sorriu, afundando o rostinho sorridente no seu pescoço, porque apesar de todo durão, ele fazia o tipo romântico safado. Se afastou de você só pra fechar as portas. Pegou na sua mão, te levou até o escritório no andar superior, beijou sua mão delicada no processo. Ficou de joelhos. Você, sentada na cadeira em que ele costumava conferir as finanças da oficina, sentou na pontinha, as pernas afastadas. Mark, feito um cachorrinho, com os olhinhos brilhando pra você, pro seu corpo que brilhava pra ele também.
— Relaxa. Depois que eu te chupar, cê vai querer casar.
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nctstar · 2 years ago
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serious fight (nct dream texts) ⤜♡→ (◞‸◟) pt. 2
pairing: nct dream x fem! reader
genre: angst, fluff
warnings: mild explicit references, general fighting and making up, mentions of body image issues, struggling with mental health, semi-censored profanity
taglist: @ellelabelle @bundleleeknow @iscocohere @she-is-dreaming @tinyznnie
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a/n: personally i love chenle's like need me a relationship like that
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todo7roki · 2 years ago
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Oooi eu amo seu blog ❤️❤️ eu vim do spirit e queria saber se você tem alguns outros para recomendar
oi anjo, tenho alguns perfis pra te indicar sim!! eu sigo muitos da gringa mas tenho meus favs br que eu amo dms.
@butvega, @tinyznnie, @hyuckhoon, @imninahchan, @xolilith, @amordelunes e @skzoombie.
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tinyznnie · 28 days ago
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nct dream reagindo a trend do término falso
nct dream ot7 x leitora;
gênero: social media au;
n/a: vi essa trend em inglês e resolvi fazer como nossos dreamies meio br reagiriam, espero que gostem :)
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mark lee
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huang renjun
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lee jeno
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lee haechan
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na jaemin
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zhong chenle
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park jisung
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tinyznnie · 9 months ago
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eu aguentaria namorar os membros do nct dream? - uma rant aleatória porque sim
n/a: totalmente não revisado, feito numa madrugada aleatoria de uma terça feira. é totalmente baseada na minha visão dos dreamies e não deve ser tomado como verdade. me falem suas opiniões nos comentários e boa leitura!
mark lee
eu particularmente acho que me daria muito bem com o mark. nosso interesse mútuo em homem aranha, falarmos o mesmo idioma e gostarmos de música e dança provavelmente nos renderia uma conversa longa no meio da madrugada, além das diversas coisas da vida, a transição pra vida adulta que ambos estamos passando também poderia ser um fator pra nos identificarmos. mas não sei se lidaria tão bem com o fato de ele ser um workaholic e sempre estar envolvido em muitas coisas ao mesmo tempo, me deixaria extremamente preocupada e eu constantemente pediria pra ele descansar um pouco (o que ele não acataria, eu imagino), mas ele também é o tipo de pessoa que se preocupa com a saúde do parceiro, mesmo que as vezes negligencie a sua própria. a diferença de idade também poderia ser um fator importante, mesmo que não seja muito grande, acho que ele me traria uma sensação de conforto que eu estou desesperada pra sentir. como dates, eu imaginaria ouvir ele no estúdio, passeios na beira do rio Han de madrugada (ele só me passa a vibe de quem gosta de uma caminhada noturna) e conhecer cafés fofos.
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huang renjun
eu sinto que teria uma energia muito caótica com o renjun. ele é uma pessoa que se estressa bastante, e eu também sou assim, apesar de já ter melhorado bastante, ainda tem muita coisa que me estressa com facilidade. entretanto, por ele se estressar tanto, ele provavelmente já tem muitos macetes e dicas de como se acalmar, que poderiam me ajudar, assim como eu tenho e poderia ajudar ele também. particularmente não sou uma pessoa artística, e não tenho dotes também, mas imagino que poderia estar com ele em um silêncio confortável enquanto leio um livro e ele desenha, só curtindo a companhia um do outro. diferente do mark, eu vejo ele mais como uma pessoa que age ao invés de falar, então as formas dele demonstrar carinho são através de ações e objetos, como um desenho ou simplesmente deixar o café da manhã já pronto. como dates, eu imagino aulas de desenho (imagino que ele poderia gostar se eu tivesse alguma habilidade nisso pra podermos fazer juntos) aqueles dates de fazer esculturas de massinha do tiktok e visitar cafés pra ter um “study date” ou só pra ficarmos fofocando.
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lee jeno
100% de energia de golden retriever. o jeno me passa a vibe de adorar o chão que o parceiro pisa e ninguém pode me dizer o contrário. com certeza imagino ele tentando me incluir nos treinos, mesmo eu não sendo a pessoa mais atlética, mas ele tem um corpo bonito, e imagino que não teria problemas em se exibir um pouco. apesar disso, eu não acho que teríamos tantas afinidades, já que ele gosta de jogos e fazer muitos exercícios e eu já não sou tão chegada, mas acho que poderíamos compartilhar alguns hobbies em comum, como fotografia e o resto poderia ir se ajeitando. mas sinto que ele seria aquele namorado que protege (fisicamente falando) e que exala aquela energia de “pode vestir o que você quiser, eu sei brigar” (que é extremamente atraente). acho que poderíamos achar um chão em comum com jogos de celular e eu estaria disposta a aprender alguns jogos e assistir coisas que ele gosta caso ele estivesse disposto a fazer o mesmo (o relacionamento tem que ser uma via de mão dupla). como dates, eu imagino gym dates (como naqueles vídeos fofos do tiktok de casais treinando juntos), visitar um café de gatos ou talvez fazer uma trilha.
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lee haechan
eu adoro o haechan de paixão, mas como eu queria sair no soco com esse menino. sério, sabem a mesma vibe que o renjun tem com ele? seria a mesma coisa. eu adoraria ficar de love com ele, abraçadinhos e tal, mas na primeira gracinha, eu já ia virar um tapa, dependendo do dia. mas, também teriam as coisas boas, como pedir pra ele me ensinar a jogar jogos online (que eu aprenderia única e exclusivamente por ele, já que não é minha praia) e eu também pediria sempre sempre sempre pra ele cantar pra mim com aquela voz perfeita que ele tem. acho que seria uma combinação interessante de interesses e personalidades, os opostos se atraem, não é mesmo? como dates, acho que iríamos jogar naqueles arcades do shopping ou também algum lugar com computadores pra competirmos um contra o outro, com direito a sorvete e beijinhos depois.
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na jaemin
o jaemin 100% se daria bem com meus amigos. de verdade, a energia caótica que ele exala as vezes combina muito com a minha e dos meus amigos, então acho que formaríamos um bom casal. eu sou um pouco mais introvertida num geral e ele também, então acho que seria fácil identificarmos quando o outro precisa recarregar a bateria social quando estivermos em algum rolê. ele é uma pessoa de gatos e eu sou mais cachorros, mas não acho que isso seria algo que brigaríamos sobre. ele me parece ser muito alguém que cuida e protege a qualquer custo e a felicidade do parceiro é a prioridade, então seria totalmente perfeito pra mim. também teríamos em comum a fotografia, eu gosto bastante e acho que trocaríamos dicas e procuraríamos lugares legais pra fotografar. como presente de aniversário ou algo assim, eu com certeza daria um álbum de fotos feito a mão. como dates, acho que iríamos a praia, ou em algum outro lugar bonito pra fotografar e tomar sorvete.
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zhong chenle
tá aí um membro que eu acho que me daria muito bem. o chenle tem aquela forma peculiar de fazer piadas e um humor muito interessante, além de não levar desaforo pra casa, eu acho extremamente atraente. além disso, tem a daegal ainda, eu ficaria o dia inteirinho brincando com ela (na mesma vibe do mark fazendo ela pular de um lado pro outro). adoraria visitar a família dele em Xangai e num geral, seria uma das maiores apoiadoras em todas as coisas, principalmente no basquete, definitivamente pediria pra ele me ensinar pra podermos jogar juntos e assistir também. 100% faria piadinhas o tempo todo só pra ouvir ele rindo. também acho que seríamos uma ótima dupla em jogos e ele seria meu parceiro no crime, a pessoa que posso contar o tempo todo, pra qualquer coisa. além disso, temos apenas 21 dias de diferença em idade, então jogaria isso na cara dele sempre (de forma amorosa). como dates imagino jogar basquete obviamente, fazer compras (acho o estilo dele lindo e com certeza deixaria ele escolher as combinações pra mim) e ele me passa muito a vibe de date em restaurante e cinema depois.
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park jisung
nosso querido maknae não seria uma dupla tão boa pra mim a longo prazo. não me julguem mal, mas sabemos o quão inexperiente o jisung é com absolutamente tudo, e isso é adorável, mas a longo prazo, eu me veria mais como sendo a pessoa que ensinou ele a como ter um relacionamento do que a pessoa que ele vai namorar o resto da vida. além de eu ser um pouquinho mais velha (poucos meses), sinto que ele se apoiaria mais em mim do que eu nele, e não é algo que eu atualmente gostaria em uma relação. mas, independentemente, seria incrível mostrar as coisas pra ele e ouvir tudo que ele tem a dizer, entraríamos nos papos sobre alienígenas e o espaço e a vida, tudo isso no meio da madrugada ou durante um filme, seria ótimo. acho que seria aquela vibe de o melhor amor mas não amor pra vida toda, pelo menos não num primeiro momento, quem sabe no futuro. como dates acho que iríamos pra parques e eu adoraria visitar um planetário com ele, seria muito legal, além de ver muitos filmes e séries juntinhos, com pipoca e doces, em casa mesmo porque é mais confortável.
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tinyznnie · 1 year ago
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Só Hoje - m.l.
Mark x leitora gênero: fluff wc: 665 parte da série Jota25
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Mark saiu do escritório em que trabalhava pontualmente às seis da tarde, nem um minuto a mais. Ele correu até a estação de trem mais próxima enquanto soltava a gravata do pescoço, entrando no veículo ridiculamente lotado pelo horário de pico da cidade de São Paulo. Os fones de ouvido tocavam a música favorita da banda Jota Quest, Só Hoje, e ele murmurava baixinho a letra com os olhos fechados. Por mais que fosse algo estranho de se fazer, era uma sexta-feira à tarde, ninguém estava muito interessado no garoto asiático cantarolando músicas brasileiras dentro do trem, tinham coisas mais estranhas acontecendo para se importarem com isso, ou todo mundo só estava doido pra chegar em casa logo depois de uma semana cansativa de trabalho. 
Ele, apesar de tudo, não estava particularmente preocupado com a quantidade de baldeações que teve que fazer entre as linhas de metrô e trem, não, não naquele dia. Era o dia da semana que fazia tudo valer a pena. Era dia de te buscar no trabalho, e irem juntos até o pequeno apartamento do garoto na zona sul da cidade, e passarem todo o fim de semana juntos, todas as 48 horas dele. Ainda não moravam juntos, o que tornava esses fins de semana ainda mais especiais, e nunca faziam planos, sempre deixavam a vida decidir o que fariam. 
E todos os dias eram complicados para Mark, mas aquela semana tinha sido especialmente complicada, então o sorriso dele quando te encontrou estava enorme, e ele abriu os braços esperando por você na frente da estação Barra Funda, uma rosa em mãos.
“Oi Markinhos.” você falou o apelido carinhoso enquanto sentia ele enfiar o rosto no seu pescoço, a apertando forte em seus braços e você jura que conseguiu sentir ele relaxando. 
“Oi minha vida.” ele respondeu depois de algum tempo, se inebriando com o cheiro do seu perfume e do amaciante em suas roupas, tudo trabalhando em perfeita harmonia para deixá-lo calmo e relaxado, e lembrar do porquê ele fazia tudo aquilo. “Aqui, comprei pra você.” ele te estendeu a rosa depois de te soltar, um sorriso tímido adornando seus lindos lábios, o que te fez sorrir também. 
“É linda meu amor, obrigada. Vamos? Eu pesquisei uma receita nova pra gente testar.” você falou animada enquanto puxava o coreano para dentro da estação de trem novamente, já se preparando para fazer o caminho que estava tão acostumada, mas agora, se sentia mais leve, porque Mark estava do seu lado.
Então, duas horas depois, se encontravam na casa de Mark, depois de uma breve visita ao supermercado para comprar ingredientes, e você colocou o garoto na função de cortar os tomates, porque ele insistiu que queria ajudar ao invés de só ficar olhando. 
“Mark Lee, não é assim que corta!” você reclamou pela enésima vez (ou pelo menos você achava que era), vendo o garoto cortar os pedaços grandes de mais. E mesmo com a bronca, Mark sorria como um idiota, ouvindo sua voz irritadiça dizendo que ele estava fazendo tudo errado. 
“Desculpa meu amor, qual o jeito certo?” ele perguntou e te deu espaço pra se enfiar entre ele e a pia, e te deixou guiar a mão dele que segurava a faca em cortar pedaços pequenos. Se fosse qualquer outra pessoa, Mark já teria mandado ir a merda, mas era você ali, mostrando pra ele como cortar os malditos tomates e ele estava tão focado em guardar cada detalhe do seu rosto que nem ouvia a explicação, mas assentia como se estivesse entendendo tudo nos mínimos detalhes. 
“Entendeu, Markie?” você perguntou ao fim da explicação. E ele não te respondeu, só deixou a faca na pia, te abraçando com força enquanto sentia mais uma vez o cheiro familiar que tanto o acalmava. 
“Obrigado pela sua presença.” ele sussurrou antes de beijar sua têmpora. Mark não precisava de muito, ele só precisava chegar em casa com você, ou te encontrar esperando por ele, e como ele sempre dizia, ‘só hoje’.
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tinyznnie · 1 year ago
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Dentro de um Abraço - n.j.
Jaemin x leitora gênero: fluff wc: 905 parte da série Jota25
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Seu dia tinha começado o mais bagunçado possível.
Por conta da recente onda de calor que tomou praticamente todo o país, você mal tinha conseguido dormir durante a noite, acordando com seu cabelo todo molhado de suor. Aí não tinha roupa para ir trabalhar, porque se recusava a enfiar seu corpo numa calça jeans apertada e quente, então teve que procurar um vestido longo e improvisar para que não ficasse decotado demais. O quarto estava quente demais, então seu celular fez o favor de não carregar totalmente durante a noite porque superaqueceu. 
Estranhamente, você conseguiu sair de casa no horário, e até chegou a pensar que sua maré de azar tinha acabado. Que grande engano seu. Chegou no terminal em tempo suficiente para não chegar atrasada no trabalho, mas as longas filas do local fizeram com que você saísse atrasada. Quando finalmente entrou no ônibus, o ar condicionado do veículo estava quebrado, e isso somado às outras pessoas ali dentro queria dizer que você provavelmente chegaria ao trabalho toda suada e nojenta. 
E o trajeto que normalmente levava sessenta minutos, levou setenta, e você chegou dez minutos atrasada, recebendo um olhar feio da sua supervisora antes de começar a trabalhar. Era estagiária, então qualquer motivo era suficiente para pegarem no seu pé. 
O dia se arrastou mais que o normal. E no almoço, mais coisas deram errado: seu almoço acabou azedando com o calor e sua preciosa refeição que te manteria até chegar em casa tarde da noite tinha ido pro lixo e substituída por um salgado da padaria próxima ao prédio que você trabalhava. Você não sabia se tinha forças para ir assistir suas aulas na faculdade e só sair depois das dez da noite. 
E não só isso, tinha tido uma breve discussão com sua mãe na noite anterior, por algo que nem se lembra, provavelmente vocês duas com os nervos à flor da pele e estressadas com o calor insuportável que fazia em São Paulo. Você mal sabia de onde tinha tirado energia para sair da cama e enfrentar o dia. Tudo parecia o inferno e cada minuto era uma tortura.
Mas, felizmente, às cinco da tarde você estava finalmente livre do trabalho, indo em direção ao seu campus da faculdade, repetindo na sua mente que podia fazer aquilo, que você é uma mulher forte e dedicada que consegue acompanhar uma aula de três horas sem cair de sono ou chorar no meio da sala de aula. 
Sessenta segundos pareciam ser duzentos e quarenta na aula que você já não era a maior fã em dias que estava de bom humor, num dia como esse, você só queria se enfiar num buraco pra ter paz e sossego. Nem queria papo com seus colegas, apenas que aquele dia infeliz terminasse logo e você pudesse ir pra casa. Seu corpo clamava por um banho morno e talvez um pote de sorvete pra matar o calor. 
Entretanto, você teve a maior sorte do mundo de namorar a melhor pessoa que poderia pedir. Pontualmente às dez e meia, horário que sua aula acabava, Jaemin te esperava encostado no carro, pronto para te levar pra casa, com um copo do seu milkshake favorito do Burger King, de Ovomaltine.
“Oi minha princesa.” ele sorriu, te estendendo o copo, que você aceitou de muito bom grado porque 1, era delicioso e 2, estava morrendo de calor. “Dia difícil?”
“Como você sabia?” perguntou espantada. Como ele poderia ter adivinhado? Estava tão óbvio pela sua expressão?
“Você ficou muito quietinha o dia todo, quase não falou comigo. Aí achei melhor vir te ver, ver se estava tudo bem, te fazer uma surpresa e ainda matar seu calor.” ele sorriu. “Quer dar uma volta e conversar? Te deixo em casa depois. Eu até te convidaria pra dormir lá em casa, mas meu ventilador quebrou e tá tudo quentão lá. Não vou te fazer passar mais calor.” 
“Uma volta já ajuda bastante.” você sorriu, entrando no carro assim que Jaemin abriu a porta pra você, tirando a bolsa de seu ombro antes que você entrasse no veículo.
Então Jaemin só dirigiu, virando em ruas aleatórias enquanto deixava você desabafar sobre seu dia e todas as suas ansiedades, nervosismos e quaisquer outras coisas que estivessem rondando sua mente e te incomodando. Depois, como prometido, ele estacionou na frente da sua casa, abrindo a porta do carro pra você descer e encostando no mesmo, te puxando pra perto e te abraçando. Já passava da meia noite e o ar estava mais fresco, e Jaemin desenhava pequenas figuras de forma aleatória em suas costas, a outra mão fazendo um cafuné gostoso no seu cabelo.
“Eu sei que seu dia não foi dos melhores, mas eu prometo que amanhã vai ser melhor, e se não for, estou aqui pra você, pra te ouvir e tentar tirar um sorriso desse seu rostinho lindo, tudo bem?” ele falou antes de depositar um beijo delicado em sua têmpora, te tocando delicadamente como se você fosse a mais fina porcelana chinesa e ele morresse de medo de te deixar quebrar.
“Tudo bem.” você respondeu sem conseguir conter seu sorriso. Seu mau humor e frustrações derretendo enquanto Jaemin te envolvia naquele abraço que parecia curar tudo. O melhor lugar do mundo era dentro do abraço dele, e isso só estava sendo reafirmado depois de ele conseguir melhorar seu dia que parecia não ter solução. “Te amo, Nana.”
“Também te amo, minha princesa.”
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tinyznnie · 2 years ago
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nct dream indo assistir barbie com você
nct dream ot7 x leitora gênero: fluff wc: 857 n/a: Barbie alugou um triplex na minha cabeça e eu PRECISAVA escrever sobre isso com os dreamies
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mark lee 
“Amor, eu quero te pedir uma coisa.” você chegou ao lado do namorado, se sentando grudadinha nele enquanto o mesmo jogava algo no celular. 
“Fala, vida.” ele deixou o aparelho de lado, te dando toda a atenção como de costume. 
“Você vai assistir Barbie comigo? É que tá no cinema e eu queria muuuuito assistir.” você fez uma leve manha pra ele aceitar. 
“Ô meu amor, claro que eu vou.” ele deu uma pequena risada, beijando sua cabeça com carinho. “Quer ir comprar uma roupinha rosa pra ir? Eu uso combinando com você.” 
“Eu quero!” você sorriu, e aquilo era absolutamente tudo que Mark precisava, você feliz, e por causa dele. Ele faria absolutamente qualquer coisa pra te ver sorrindo assim. 
huang renjun
“Jun, eu comprei uma coisa pra gente.” você falou animada enquanto vinha com o celular na mão, o aplicativo do cinema aberto no aparelho. 
“O que, princesa?” ele perguntou curioso, deixando seu pincel de lado, dentro do copo com água. 
“Ingressos para ver Barbie!” ele olhou a tela do celular, vendo dois ingressos comprados.
“Ah amor….” ele suspirou pesado.
“Você não quer ir? Tá tudo bem, eu pos-” você começou, mas ele logo te cortou. 
“Eu ia comprar pra gente, mas aí você foi e comprou na minha frente?” ele falou fingindo estar bravo, e você deu uma pequena risada aliviada, deixando ele te puxar pra perto pela mão. “Deixa pelo menos eu te dar aquele copo cor de rosa, ok? Do combo.” ele sorriu e beijou o dorso de sua mão.
lee haechan
“Mô, porque tem um vestido cor de rosa com sapatos combinando na minha cama?” você perguntou enquanto se aproximava do namorado, que jogava alguma coisa no computador. 
“Pra gente ver Barbie, a sessão é em 3 horas.” ele falou como se fosse óbvio, sem ao menos desviar os olhos do computador.
“Você nem me perguntou se eu queria ir, seu doido.” você riu, abraçando o namorado por trás, beijando o rosto dele.
“Mas a gente vai, até roubei uma camisa rosa do Renjun pra gente ir combinando. E a gente vai comer a pipoca rosa também. Vai lá se arrumar, vai.” ele virou rapidamente, te dando um selinho rápido. 
“Sim senhor.” você riu, indo ver o vestido que ele tinha escolhido pra você.
lee jeno
“Nenooooooo.” você chamou enquanto se enfiava entre o namorado e o celular dele, deitado na cama.
“Oi gatinha.” ele beijou sua cabeça, apoiando o celular em suas costas enquanto voltava a ver o vídeo.
“Você tem uma camiseta cor de rosa?” 
“Ahn, não sei, talvez, por que?” ele perguntou ainda focado no vídeo de gato que passava em seu celular. 
“Porque a gente vai ver Barbie, aí eu queria que você usasse pra combinar comigo.” você comentou distraidamente.
“Aaaah, entendi. Se eu não tiver, a gente compra uma, amor. Quer aquele copinho também?” as mãos dele já passeavam por suas costas, o celular agora esquecido.
“Quero, Neno.” você sorriu, fazendo com que ele sorrisse e lhe desse um selinho demorado.
“Tudo por você, gatinha.”
na jaemin
A caixa cor de rosa em cima da mesa de centro do seu apartamento chamou a atenção, principalmente pela caligrafia que tinha no bilhete grudado na caixa. 
“Oi meu bem. Nós vamos ver Barbie hoje, ok? Já comprei nossos ingressos e marquei um horário pra você fazer as unhas no salão, eles vão te mandar os detalhes por mensagem. Aí eu vou te buscar, vamos voltar pra casa, nos arrumar, ir pro cinema e depois jantar no seu restaurante favorito. Espero que goste da roupa que escolhi pra você :) 
Te amo muito,  seu Nana.”
É, com certeza você tinha tirado a sorte grande de ter o melhor namorado do mundo. 
zhong chenle
“Lele, eu quero assistir Barbie.” você se sentou ao lado dele, pegando a Daegal no colo, onde ela logo se ajeitou e deitou. 
“Quando você quer ir, vida?” ele se virou de lado pra poder te observar melhor.
“Não sei, quando você puder ir comigo.” você falou enquanto fazia carinho no pelo da cachorrinha. “Eu comprei até um lookinho cor de rosa.” “Tá bom, amor, a gente vai. Se arruma lá, tá bom?” ele sorriu, lhe dando um selinho. Você logo concordou e foi toda feliz se arrumar.
(...)
“Nossa, que sala vazia.” você comentou enquanto entravam na sala de cinema, que não tinha absolutamente ninguém além de vocês dois. 
“Ah, é que eu comprei todos os ingressos.” ele falou como se não fosse nada demais. 
“CHENLE!”
park jisung
“Mô.” Jisung te chamou enquanto você trabalhava em uma tese para faculdade, fazendo você responder com um breve ‘hm’. “Ahn, sabe como estreou aquele filme… Você sabe…”
“O da Barbie?” você perguntou, agora se virando para ele pra saber do que se tratava. 
“Isso, isso… Então, eu tava pensando se você não queria ir assistir comigo, sabe…” ele pediu todo tímido.
“Eu vou sim, Jiji.” você sorriu, se levantando e indo até ele, abraçando a cintura do mais velho. “Mas só se você usar rosa para combinar comigo.”
“Tem a opção de não usar?” ele fez uma leve careta confusa e você riu, roubando um selinho dele.
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tinyznnie · 1 year ago
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nct dream com ciúmes de você com outro idol
nct dream ot7 x leitora
gênero: social media au;
n/a: agradecimento especial a @ncdreaming que me indicou o app e agora eu finalmente posso fazer essas coisinhas de mensagens que eu sempre amei :’)
me mandem sugestões na ask pra eu fazer mais desses ❤️
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mark lee
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lee jeno
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lee haechan
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na jaemin
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zhong chenle
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park jisung
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tinyznnie · 1 year ago
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O Vento - l.h.
Haechan x leitora gênero: strangers to lovers wc: 796 parte da série Jota25
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Hyuck estava andando pelo Parque Ibirapuera numa tarde de sábado, rindo de qualquer besteira que seu amigo Jaemin tinha dito, batendo a bola de basquete no chão enquanto caminhavam até a quadra do parque, até que o garoto parou quando ele te viu. Como nos filmes, ele jurou que o mundo ficou totalmente em câmera lenta enquanto você passava com suas amigas, e ele só tinha olhos para você. Ele mal conseguia entender o que estava acontecendo; você parecia atraí-lo para perto como um ímã.
Você, por outro lado, não tinha reparado no garoto. Estava distraída com alguma história da faculdade que suas amigas te contavam, já que estudavam em faculdades diferentes. Entretanto, uma das suas amigas reparou no grupo de jovens em roupas esportivas e comentou brevemente, mas você não deu muita bola; estava cansada de rapazes por conta de um relacionamento ruim.
Para a infelicidade de Haechan, nem os amigos dele ou as suas amigas tiveram coragem de dar o primeiro passo, e em poucos minutos, vocês se perderam um do outro na multidão de pessoas que tomava o parque naquele fim de semana, como era de costume. Haechan não conseguia entender como, dentre tantas pessoas, você chamou a atenção dele, e especialmente, por que você ficou gravada na memória dele como a letra da sua música favorita. Ele pareceu, ou melhor, decorou todos os detalhes possíveis do seu rosto e corpo, e ele nem sabia seu nome. Mas ele sabia de uma coisa, você moraria nos pensamentos e na memória dele por um longo tempo. Ele não era uma pessoa religiosa ou acreditava em forças sobrenaturais, mas pediu de todas as formas para que você voltasse para ele.
Passaram-se meses, e Haechan continuava com seu sorriso fixado na memória como se tivesse acabado de te ver. Podia ser estúpido, mas ele recusava qualquer garota que se aproximava dele, ele tinha certeza que vocês se reencontrariam. Os amigos já achavam que ele estava ficando maluco, apaixonado à primeira vista num parque? E levando isso para um nível totalmente diferente, já que ele não tinha qualquer pista de quem você era, onde morava ou estudava, ele não tinha nada, só um pensamento muito positivo e milhares de pedidos para que o vento te trouxesse para vida dele mais uma vez.
E o universo parecia estar do lado dele.
Um dia, ele estava indo almoçar com os amigos, próximo à faculdade, quando aconteceu.
“Mark, é ela”, ele falou, dando leves tapas no braço do rapaz e o amigo o olhou confuso.
“Ela quem, seu doido? E para de me bater!”, ele resmungou irritado, olhando na mesma direção que ele.
“A garota do parque, ela tá ali”, ele falou ainda sem acreditar que estava realmente acontecendo. Você estava ali, conversando com uma garota, que ainda por cima, compartilhava uma aula com Haechan.
“Você só pode estar ficando maluco. Vem, vou te levar na enfermaria”, Renjun se pronunciou, já puxando o garoto pelo braço.
“Eu vou lá falar com ela”, ele tentava se desvencilhar do amigo.
“Pior que ele tá certo dessa vez, acho que é a garota mesmo”, foi a vez de Jeno falar.
“Tá vendo? Eu não tô maluco”, Hyuck se vangloriou, sorrindo orgulhoso. “Como tá meu cabelo?”
“Igual à sua cara”, Chenle resmungou.
“Lindo então”, ele respirou fundo, ajeitando a mochila nas costas enquanto ia em sua direção. O coração dele batia no mesmo ritmo de uma escola de samba, mas ele não podia dar pra trás agora. “Licença, oi Isa, tudo bem?”
“Haechan, oi. Tudo sim e você?”, sua amiga respondeu, simpática como sempre e você só se preocupava em não ser pega encarando o garoto à sua frente.
“Aham, aliás… Aí, que falta de educação a minha. Donghyuck, mas meus amigos me chamam de Haechan”, ele sorriu enquanto se apresentava para você, estendendo a mão para que você segurasse.
Você respondeu timidamente com seu nome, o que fez com que o garoto sorrisse ainda mais enquanto beijava o dorso de sua mão.
“Você por acaso estaria interessada em almoçar comigo? Eu conheço um restaurante ótimo e você não parece ser daqui, nunca te vi no campus.”
“Ah, a Isa vai…”
“Na verdade, amiga, eu esqueci que tenho que ir na biblioteca, mas pode ir com o Haechan, ele é gente boa, prometo”, ela juntou suas coisas rapidamente, passando por Haechan. “Me deve uma”, ela sussurrou pro rapaz antes de sair em direção à biblioteca.
“Valeu”, ele sussurrou de volta antes de voltar o olhar para você. “Vamos?”
“Vamos sim”, você sorriu, acompanhando o rapaz para fora do campus enquanto os amigos dele te olhavam embasbacados com o que tinha acabado de acontecer.
No fim das contas, as preces de Haechan foram ouvidas, e o vento te levou de volta para ele.
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tinyznnie · 1 year ago
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N-U-M-A-B-O-A - l.j.
Jeno x leitora gênero: sad mas com final feliz wc: 1.0k parte da série Jota25
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2016
Você e Jeno caminhavam para fora dos portões da escola em direção a sorveteria que ficava na pracinha, onde sempre iam quando tinham algo para comemorar ou algo para conversar, porque, de acordo com o coreano, tudo ficava melhor com sorvete. 
Jeno havia se declarado pra você há cerca de 7 meses, e vocês namoravam desde então. Não foi algo muito grande, afinal, ele era um garoto de dezesseis anos que não tinha emprego, dependia totalmente dos pais, que se dividiam em dar atenção a ele e a irmã mais velha de dezoito anos, que tinha acabado de sair do ensino médio. E desde a declaração, tudo eram flores. Vocês eram O casal da escola, todos achavam incrível como vocês tinham química e diziam que vocês pareciam ter saído diretamente de uma comédia romântica. Jeno te levava para casa depois das aulas, e às vezes, vocês até conseguiam ir ao cinema ou ao arcade que tinha no shopping. Era algo doce, inocente, e você se sentia nas nuvens quando estava com ele. 
Ele pediu seu sorvete favorito, de flocos, e o dele, de chocolate meio amargo, e vocês começaram a comer em silêncio, o que era bastante incomum porque, apesar de ser introvertido, Jeno costumava falar muito enquanto estavam juntos. 
“Neno, tá tudo bem?” você perguntou depois de ele só brincar com o sorvete por 10 minutos sem dizer uma única palavra. 
“Temosqueterminar.” ele falou tão rápido que você mal entendeu qualquer palavra daquela frase. 
“O que? Não entendi.” sua expressão era confusa, e Jeno suspirou pesado, segurando suas mãos por cima da mesa antes de repetir. 
“Temos que terminar.” ele foi claro dessa vez e a expressão em seu rosto não era das melhores. 
“Como assim temos que terminar?” isso não fazia o menor sentido na sua cabeça. Vocês estavam felizes, certo? Não tinha o menor motivo pra isso. 
“Você sabe como meus avós moram na Coreia, certo?” você assentiu antes de ele continuar. “Bom, o meu avô está doente e ele quer passar a empresa da família pro meu pai, e pra isso, vamos precisar estar lá. E-eu me mudo no fim do mês, assim que acabarem as aulas.” ele concluiu, fazendo carinho no dorso de sua mão. “Jagi, me desculpe por isso.”
“Não tem outra opção, não é?” você perguntou, mesmo que já soubesse a resposta. 
“Infelizmente não, meu amor. Mas o que me conforta é saber que, por mais que doa, estou tomando a melhor decisão por nós dois, por você. E nós temos tanta vida pela frente, afinal, só temos 16 anos, né? Um dia eu posso encontrar você, andando por aí.” ele tentou te animar. Na verdade, Jeno queria se esconder e chorar, porque na mente dele, de garoto de 16 anos, você era a maior e única paixão que ele teria na vida, a única chance que ele teria de experimentar o amor. Mas ele precisava ser forte, pra que você não sofresse tanto com a partida por tempo indeterminado dele. 
“É, você tem razão.” você limpou rapidamente as lágrimas com o dorso da mão, tentando evitar o choro. “Somos jovens.”
2023
Os anos se passaram, e você não teve mais qualquer notícia de Lee. Nos primeiros dois meses, vocês ainda se falavam e trocavam mensagens, e você fazia o esforço de ficar acordada em horários estranhos para que Jeno tivesse mais facilidade em falar com você. Mas aí veio a preparação para faculdade, tanto sua quanto dele, as conversas foram ficando escassas até que eventualmente, elas pararam de vez. Você parou de acompanhar a vida de Jeno, era doloroso ver que ele estava tão bem sem você. 
Jeno por outro lado só parecia bem naquela época. Ele sentia sua falta, sentia falta da expressão confusa que você sempre fazia na aula de matemática, e de como você sempre vinha com fofocas novas nos fins de semana. Além disso, ele sentia falta do Brasil, de falar português e de comer açaí no Parque Ibirapuera. Mas ele se forçava a seguir em frente, afinal, não estava sob seu controle. 
7 anos depois, numa sexta-feira qualquer, sua mãe avisou que alguém iria se mudar pra casa de frente a sua, depois que os últimos inquilinos tiveram que sair porque não pagavam o aluguel e as contas, ou pelo menos eram o que diziam as más línguas do bairro. Você não ligou muito, afinal, era irrelevante quem seriam seus novos vizinhos, já que você era introvertida ao extremo. 
Coincidentemente, era o aniversário do fatídico dia em que Jeno foi embora para Coreia, levando seu coração junto com ele. Você nunca havia esquecido, e chorava agarrada ao ursinho que ele te deu de presente antes de partir. Para todos que te conheciam há mais tempo, era como se fosse o aniversário da morte de alguém, já que você se isolava, comendo potes de sorvete e se enchendo de porcarias, e eventualmente, com álcool, depois da sua maioridade. 
Você assistia Para Todos os Garotos que já Amei pela enésima vez, afogando as mágoas em sorvete de flocos, quando, infelizmente, seu pote acabou. Você até tentou choramingar para sua mãe ir até o mercadinho comprar mais, mas ela não cedeu às suas lamentações e disse para ir você mesma. Você resmungou, mas calçou seus chinelos e pegou as chaves de casa, saindo em direção ao mercado, e vendo o caminhão de mudanças enorme parado do outro lado da rua. Deu de ombros e seguiu seu rumo, comprando um pote de dois litros que pretendia comer sozinha, e depois voltou para casa. A distração de olhar curiosamente o caminhão a fim de identificar que tipo de família iria se mudar para a casa fez com que você esbarrasse em alguém bem de frente.  
“Meu Deus, me desculpe mesmo, eu não tava olhando por onde ia.” você falou prontamente, para não dar tempo da pessoa ficar com raiva de você. 
“Tá tudo bem. E eu disse que um dia ia encontrar você andando por aí.” Jeno falou com um sorriso, e ele jura que a expressão que ele viu no seu rosto quando se virou foi simplesmente a melhor coisa que ele já viu na vida. Afinal, ele tinha voltado pra você e agora estava tudo numa boa.
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tinyznnie · 2 years ago
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Mine (Jaemin’s Version)
Jaemin x leitora gênero: fluff, e um tiquinho de angst wc: 1.6k Mine (Taylor's Version) - Taylor Swift warnings: menções a alcoolismo e problemas familiares n/a: especial pra lala (@ncdreaming) porque no outro o Nana sofreu, tinha que fazer um final feliz pra ele
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Você conheceu Na Jaemin no segundo ano da faculdade. Por alguma coincidência do destino, vocês acabaram na mesma aula de Arte, Cultura e Estética, e ele trabalhava na cafeteria perto do campus, que você sempre frequentou porque a cafeína era sua melhor amiga no curso de Arquitetura. Ele era o barista, e por estudarem juntos, ele já te chamava pelo nome quando você entrava no estabelecimento, e depois de duas semanas, ele já sabia seu pedido de cor. Ele deixou uma cidade pequena e nunca quis voltar, especialmente depois de começar a faculdade e, bom, de te conhecer.  Ele tinha aquela aura calma e relaxada, que contrastava totalmente com a sua. Já você veio de uma família não muito funcional. Teve que lidar com alcoolismo bem cedo em sua vida, visto que seu pai era um alcoólatra. Isso fez você crescer sozinha e ansiosa, sempre sentindo que tinha que cuidar das pessoas ao seu redor, e quase nunca se arriscando. Isso incluía sua vida amorosa. ‘Por que se preocupar com amor se ele nunca dura?’ Você dizia.
“Bom dia, Nana.” você disse enquanto caminhava com uma pasta pesada em seus braços. 
“Bom dia linda, o de sempre?” ele perguntou com um sorriso, o mesmo que ele torcia pra funcionar quando ele finalmente tivesse coragem de te chamar pra sair.
“Sim, por favor.” você falou meio ofegante e desajeitada enquanto procurava a carteira na bolsa.
“Fica tranquila, esse é por conta da casa. Já te chamo, ok?” Jaemin sempre era simpático, mas isso com você se ampliava em pelo menos 10 vezes. 
“Muito obrigada, Nana.” você sorriu de volta. E que sorriso. Jaemin podia jurar que era abençoado pelos céus só por ter a oportunidade de sempre te ver sorrir daquela forma. Foi o gatilho que ele precisava para te convidar pra sair, escrevendo num guardanapo se você estava livre no fim de semana. 
Quando você recebeu seu café e o guardanapo, sua testa se franziu. Aquilo veio por engano, certo? Não tinha chance de Jaemin estar te chamando pra sair. Então, deixando suas coisas numa mesa, você foi até o balcão.
“Nana, acho que isso veio por engano.” você falou mostrando o guardanapo.
“N-não não, é pra você mesmo. Desculpa se foi estranho, você po-“
“Eu topo.” você o cortou, sorrindo abertamente. “Sábado, às cinco né?” 
“Isso, você pode me mandar seu endereço? Ai eu vou te buscar.” ele pediu um pouco nervoso, e estava visível na forma que as mãos dele tremiam um pouco. 
“Mando, claro. Nos vemos na aula amanhã?” você perguntou, bebendo mais um gole de seu café.
“Sim, claro. Até amanhã!” Jaemin sorria de orelha a orelha enquanto via você pegar suas coisas e sair, indo pra mais uma bateria de aulas, mas agora, ele sabia que pelo menos tinha uma chance.
No dia seguinte, quando se viram na aula, Jaemin mal conseguia ouvir a voz dos colegas enquanto discutiam algo sobre a Grécia antiga ou outro assunto que ele nem se deu ao trabalho de saber qual era, porque tudo que ele ouvia e enxergava era você, sua voz, seu sorriso, seus cabelos sempre tão bem cuidados, a forma que você se vestia, que parecia ser algo completamente básico pra você mas que pra ele, te deixava parecendo uma super modelo. 
A aula seguiu como sempre, só com Jaemin te admirando mais do que de costume, e quando menos se deu conta, já eram duas da tarde de sábado, três horas antes de seu encontro com Na. Você se encontrava andando de um lado pro outro, escolhendo o melhor modelito pra encontrar o coreano.
Às cinco em ponto, Jaemin tocou a campainha da casa de sua mãe, nervoso enquanto segurava um buquê com poucas rosas em mãos, mas eram lindas.
“O-oi. Você tá linda.” ele sorriu bobo. “São pra você.” o buquê foi estendido em sua direção. 
“Muito obrigada.” você também sorria como uma adolescente, especialmente porque nunca tinha recebido flores antes. 
Jaemin te levou até um parque, onde se sentaram na beira da água, comendo algumas coisas gostosas que ele tinha levado na mochila, rindo, se conhecendo melhor, e no fim da noite, com o braço dele ao redor de seus ombros, vocês viram as luzes da cidade refletidas na água.E  mesmo que fosse inconsciente e você não quisesse admitir, você sabia que algo tinha começado ali. 
(…)
Um ano depois, você e Jaemin dominavam o mundo adulto juntos. Já tinha uma gaveta (ou duas) com as suas coisas no apartamento alugado do garoto. Não era grande, mas cabia vocês dois perfeitamente, já que você passava boa parte do seu tempo lá. Jaemin sempre achava que te conhecia bem, até que um novo segredo seu se revelava pra ele no meio de alguma conversa da madrugada ou enquanto preparavam algo pra comer, e a cada dia que passava ele entendia mais e mais do porquê você ser tão cuidadosa. A verdade é que, nos primeiros encontros, você ainda estava bastante cautelosa em relação ao rapaz, e agora ele entendia o porquê. Na verdade, ele entendia todos os seus pequenos hábitos, como se fossem um quebra cabeças perfeito, e se assegurava de não cometer nenhum tipo de erro que causasse algum gatilho em você, por conta do relacionamento dos seus pais. “Nunca vamos cometer os mesmos erros que seus pais”, ele sempre dizia. Mesmo quando as coisas eram complicadas, vocês se mantinham positivos.
“Amor?” ele chamou enquanto entrava no apartamento, sabendo que você estaria lá dentro.
“Oi bebê.” você respondeu, sorrindo fraco com a visão do namorado. As contas espalhadas ao seu redor na mesa e sua expressão cansada quase fizeram o coração de Jaemin se quebrar. “Como foi o trabalho?” 
“Foi tudo bem. Essas contas são novas?” ele perguntou, beijando o topo da sua cabeça antes de se sentar ao seu lado. 
“Aham. Eu tava fazendo as contas e vamos ter que economizar de novo esse mês.” você suspirou pesado. Era cansativo nunca terem dinheiro suficiente e sempre precisarem abrir mão de coisas para pagar contas. O seu estágio de arquitetura não pagava exatamente bem, nem o estágio de jornalismo de Jaemin, então basicamente vocês precisavam se apertar. 
“Ah amor, tá tudo bem, é só esse mês, certo? O próximo vai ser melhor.” Jaemin estava otimista como sempre. Com ele, o único momento pra ficar triste era quando ele não tinha você ao seu lado. De resto, tudo poderia ser resolvido.
“É, vai sim.” você deu um pequeno sorriso, encostando a cabeça no ombro dele e respirando o perfume maravilhoso do namorado. “Vai dar tudo certo.” 
“Mas, ahn, eu tenho uma coisa pra você.” ele comentou enquanto mexia no bolso da calça. Você estava tão absorta no momento com ele que mal notou a movimentação.
“O que-“ as palavras morreram na sua garganta quando você viu o anel com uma pequena pedra brilhante. 
“Eu sei que a situação não é a melhor agora, e eu ia deixar isso pra um outro momento, mas queria te lembrar que somos eu e você contra o mundo, sempre.” ele falou com um sorriso. “E nós não precisamos fazer nada agora, mas, casa comigo? Um dia?”
“Claro que sim!” 
E você sabia que tudo ficaria bem.
(…) 
Eram duas e meia da manhã daquela madrugada de quarta-feira e você e Jaemin discutiam, profanavam palavras venenosas um para o outro. Nem lembravam mais porquê a discussão se iniciou, mas ela ficava cada vez pior. 
“Ele é meu chefe, Jaemin! Você acha que eu gosto da forma nojenta que ele me trata? Claro que não, mas eu não posso largar o emprego, precisamos dele!” você gritava, passando as mãos pelo rosto. 
“Ah é? Ou isso não é só uma desculpa pra você ficar lá com ele o dia inteiro enquanto eu me mato na revista?” ele retrucou, vocês dois já muito alterados pela emoção da briga, os hormônios à flor da pele. 
“Jaemin, só cala a boca! Chega!” as lágrimas rolavam por seu rosto enquanto você saia pela porta do apartamento, descendo rapidamente as escadas até finalmente chegar a rua. Respiração ofegante enquanto você se preparava para tudo desmoronar, se preparava pro adeus. Porque você já viveu aquilo antes, com seus pais, e sabia que a despedida era o que vinha depois. 
Mas Jaemin te surpreendeu, vindo atrás de você e te abraçando, mesmo contra sua vontade e fazendo um cafuné gostoso em seus cabelos.
“Eu nunca vou te deixar sozinha.” ele sussurrou e quando você se acalmou um pouco, ele voltou a falar. “Eu me lembro de como nos sentimos sentados na beira da água, e toda vez que eu olho pra você, parece a primeira vez, parece o dia que eu te vi entrar pela porta da sala e você balançou todo meu mundo. Eu me apaixonei pela garota cuidadosa que cuida de todo mundo menos dela mesma. Você é a melhor coisa que já foi minha.” 
Aquilo foi o suficiente para você chorar ainda mais, se agarrando a ele, a briga totalmente esquecida enquanto vocês relaxavam nos braços um do outro, sabendo que tudo ficaria bem, vocês tinham um ao outro. 
Eventualmente, a situação de vocês melhorou. Jaemin conseguiu um emprego melhor e você também, em um grande escritório de arquitetura da cidade, e aos poucos, as coisas foram se ajeitando. Vocês tinham grandes planos e com alguns anos de trabalho duro, conseguiram comprar seu apartamento e se casaram. E agora você se preparava para dar uma notícia especial. 
“Amor, cheguei!” Jaemin falou alto enquanto entrava no apartamento, indo até você na cozinha. 
“Oi oi, aqui, pra você.” você entregou a caixinha, sorrindo de orelha a orelha. 
“Esqueci alguma data?” ele falou enquanto o pânico tomava sua expressão.
“Não, amor, só quis te presentear.”
“Ah, então muito obrigado, não precisava e…” ele parou no meio da frase, olhando a caixa aberta e depois para você. “Eu vou ser papai?” 
“Surpresa!” 
E com certeza, Na Jaemin é a melhor coisa que você já teve.
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tinyznnie · 1 year ago
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Jota25 playlist:
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Mark - Só Hoje
Todo dia era cansativo para Mark, absolutamente todos eles, mas tudo valia a pena quando ele chegava em casa e encontrava o motivo de todo seu esforço: você.
Renjun - Encontrar Alguém
Renujn estava cansado de amores rasos e casos que não passavam de um mês, até você aparecer.
Jeno - N-U-M-A-B-O-A
Vocês terminaram haviam alguns bons anos, e você jurava que seria a última vez que veria Jeno Lee em sua vida, isso até você encontrá-lo se mudando pra casa da frente.
Haechan - O Vento
Haechan te viu numa tarde de sábado no meio de um parque lotado, e aquilo foi o suficiente pra ele pedir que o vento te trouxesse de volta pra ele.
Jaemin - Dentro de um Abraço
A vida estava uma bagunça, tudo acontecia ao mesmo tempo, mas por sorte, seu namorado sabia como curar tudo aquilo.
Chenle - Vem Andar Comigo
Estar cansada já estava se tornando a rotina do seu relacionamento, e Chenle sabia disso.
Jisung - Além do Horizonte
Seus pais não eram os maiores fãs do seu namorado, então porque não fugir pra um lugar bem longe de toda a bagunça?
n/a: minha primeira série aqui aaaaaaaaaa espero que vocês gostem muito e essa ideia foi 100% inspirada na @ncdreaming e na @renjunplanet, então muito obrigada por escreverem e me darem inspiração pra isso aqui ♥
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tinyznnie · 2 years ago
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Too late to apologize - l. h.
Haechan x leitora gênero: angst wc: 705 Apologize - One Republic
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Você estava incrédula. Seus olhos pareciam te enganar, tudo parecia uma realidade paralela onde você sofreria por anos a fio depois da cena que estava a sua frente. Tudo começou com o sumiço de Hyuck durante o dia todo, nenhum mínimo sinal de vida nas últimas 18 horas; você estava preocupada, ligava freneticamente pra todos os amigos dele, mas nenhum deles sabia de nada. Bom, nem todos os amigos. Haechan começou a sair com algumas pessoas estranhas recentemente, e ele não era mais o mesmo desde que isso começou. Antes, ele era um namorado doce, basicamente parecia ter saído de um livro de tão perfeito que era. Lembrava o teu pedido de café favorito, te ajudava com os estudos, mesmo que não tivesse a mesma matéria que você, e te buscava na faculdade sem que você precisasse pedir. Você era apaixonada, teria como não ser? Mas agora, tudo estava diferente, o seu doce Haechannie não existia mais, ou estava adormecido por baixo da nova persona de Hyuck, que esquecia dos encontros, ou que enchia a cara mais vezes na semana do que deveria, e que nem se dava ao trabalho de te procurar se você não procurasse por ele.
Mesmo assim, você não deixava de procurar por ele, de tentar salvar a relação que já estava desgastada e parecia fadada ao fracasso. Foi assim que você se encontrou dentro de um carro de aplicativo, indo em direção a um endereço que uma garota da sua aula de economia te enviou, porque ela viu o quão desesperada você estava atrás do namorado. Então você viu uma casa enorme, com pessoas amontoadas até no gramado, e seu estômago revirou ao ver que tinham pessoas vomitando atrás de um banco na rua, mas estava determinada a encontrá-lo. Descendo do carro, você foi caminhando até a parte interna da residência, e como se o destino realmente quisesse que você sofresse, você conseguiu ouvir em bom som, mesmo com a música eletrônica horrível que tocava, as palavras de Haechan:
"Eu estou cansado dela, aquela garota só sabe ficar no meu pé, e eu quero viver." ele comentava com um dos ditos amigos, passando o cigarro de maconha — seu mais novo hábito ruim — para o próximo. Não era bem o que ele dizia pra você, nas raras ocasiões que conseguiram ficar juntos nas últimas semanas.
Ele ainda não tinha notado sua presença, mas só demorou alguns segundos pra um dos homens sentado ao lado dele apontar pra você, que já estava com o rosto molhado pelas lágrimas, então ele se levantou, branco como se tivesse acabado de ver um fantasma, e foi aí que ele percebeu que tinha ferrado com tudo.
"Meu amor, eu…" ele começou, tentando segurar sua mão, mas você puxou rapidamente.
"Meu amor? É sério? Não 'a garota que só fica no seu pé'?" você retrucou, o que genuinamente assustou Haechan, porque responder assim não era seu estilo.
"Meu bem, isso tá fora de contexto, não…" ele continuou tentando e você o interrompeu.
"Não, Donghyuck. Eu tentei procurar desculpas, tentei de todas as formas me convencer que isso ia passar, indo atrás de você, mas… Eu cansei." Você respirou fundo, limpando o rosto com o dorso da mão. "Você pode ir viver agora, eu sinceramente não tenho cabeça pra isso." Foi sua última frase antes de sair andando, esbarrando em diversas pessoas no caminho até a porta.
Você até ouviu Hyuck gritando seu nome em meio à multidão, mas estava machucada demais pra voltar atrás, as pequenas coisas que aconteceram em seu relacionamento fazendo cortes e mais cortes em seu coração. Caminhou de volta pro dormitório madrugada a fora, até ficou surpresa que nada te aconteceu pelas ruas, mas com tudo, talvez você nem teria ligado.
Sua colega de quarto tentou te perguntar o que tinha acontecido, ela estava acompanhando o drama com Haechan desde o dia 1, assim como os amigos dele, que enchiam seu celular de mensagens, provavelmente a pedido dele; você não respondeu nenhuma, só desligou seu telefone e foi deitar na cama, deixando a dor te consumir e as lágrimas rolarem por seu rosto. Queria ficar sozinha, passar por tudo aquilo com a única pessoa que verdadeiramente entendia o que estava sentindo: você mesma.
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