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amor-e-roseiras · 2 months ago
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"Sou professora mas não detenho o saber".
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unspokenmantra · 4 months ago
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arte-e-homoerotismo · 30 days ago
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Éros entre Zeus et Cerberus / Eros between Zeus and Cerberus
Ernst Georg Hildebrand
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Pan Séduisant Bacchus / Pan Seducing Bacchus
Ernst Georg Hildebrand
Ernst Hildebrand
Ernst Wilhelm Hildebrand (8 de março de 1833, Falkenberg, Heideblick - 17 de novembro de 1924, Berlim ) foi um pintor alemão. Muitos sites de arte o identificam erroneamente como "suíço".
Biografia
Ele era filho de um proprietário de terras que mais tarde se tornou o chefe da estação de Sorau . Suas primeiras aulas de arte vieram de Carl Steffeck em Berlim, onde, após um ano passado em uma viagem de estudos a Paris, ele decidiria viver. Em 1875, ele se tornou professor na Academia de Belas Artes de Karlsruhe e, no ano seguinte, foi nomeado professor de pintura de figuras. Mais tarde, ele também ensinou pintura de gênero , história e retrato. Seus alunos notáveis ​​lá incluíam Carl Röchling , Friedrich Kallmorgen e Pedro Weingärtner .
Em 1880, por sugestão de Anton von Werner , ele foi nomeado para suceder Karl Gussow na Academia Prussiana de Artes . No entanto, em 1885, ele desistiu de lecionar por motivos de saúde. Ele permaneceu como membro da academia e foi eleito para vários mandatos no Senado acadêmico.
Inicialmente, ele se concentrou na pintura decorativa, mas logo se voltou para cenas de gênero , apresentando Martin Luther e a Rainha Louise . Na década de 1890, ele mais uma vez mudou de estilo, desta vez para a pintura de retratos.
Ele também se fez bem-vindo na corte, onde produziu telas do Grão-Duque e da Duquesa de Baden e do Príncipe Herdeiro (mais tarde Imperador) Frederico III . Ele também pintou vários retratos de professores universitários (incluindo Arthur Auwers e Karl Möbius ). Mais tarde, ele se aventurou a pintar cenas da história ( Túlia Menor conduzindo sua parelha de cavalos sobre o cadáver de seu pai) e da literatura (como Gretchen na Prisão , uma cena do Fausto de Goethe ).
Seu irmão Max Hildebrand foi um engenheiro e inventor que fez diversas melhorias em instrumentos geodésicos e astronômicos.
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jaemdigital · 7 months ago
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G R E E D Y — LEE DONGHYUCK
highschool student! donghyuck × highschool student! reader. (+16, pt-br)
contém: fluff e altamente sugestivo. menção à winrina (winter & karina). breve aparição dos outros membros. provavelmente terá continuação. a reader é meio sonsa. os envolvidos possuem dezoito anos.
notas e avisos: meu primeiro post aqui, olá. :) esse é um remake de uma au! do hyuck que eu escrevi em meados de 2018 no spirit. quero opiniões e sugestões. não recomendo pra menores de 16. boa noite. <3'
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quando você era pequena, sua mãe lhe perguntava: "qual é o seu maior sonho?" e como uma boa criança incompreendida, agitada e que detestava ir para escola, você respondia: "o terceiro ano do ensino médio. minha formatura. ficar livre da escola". sua mãe te repreendia; dizia que ainda faltavam muitos anos e que se ficasse se lamentando muito sobre a escola, ela ficaria ainda mais lenta. no fundo ela sempre achava graça do seu ódio pela escola, afinal, você costumava chegar em casa com um sorriso de orelha a orelha. quando sua mãe lhe questionava, você dizia que se divertiu com os seus amigos. e definitivamente não era mentira. você e seus amigos eram a sensação da sala em todos os anos escolares, por bem ou por mal. apesar de toda a bagunça, preguiça e de detestar a parte séria da escola, você era uma aluna excepcional e conseguia — sem explicação — tirar notas altas em todas as disciplinas. foi essa maneira, arrastada, porém feliz e produtiva, que lhe levou até o último ano do ensino médio. finalmente. o ano da formatura. o fim da escola. você não podia estar mais animada: era o fim da escola, o início da vida adulta e todas as festas que aproveitaria durante o ano letivo.
o último primeiro dia de aula estava dando o que falar na classe do terceiro ano. apesar da diferente sensação, as coisas não fugiam da normalidade. a sua turma permanecia quase a mesma desde a sexta série do ensino fundamental, quando alguns alunos entraram e os outros acabaram saindo. isso se repetiu para o último ano: alguns novatos, outros saíram. mas o seu grupo de amigos permanecia o mesmo: karina, renjun, jaemin e mark lee. vocês eram inseparáveis.
e então a aula começa. o primeiro horário foi matemática, com o professor yixing – um chinês boa pinta, recém formado, apaixonado por lecionar e parceiro dos alunos. – e naquela manhã, ele permitiu que os alunos colocassem o papo em dia.
— vocês sabiam que a karina 'tá tendo um caso com a winter? – renjun, risonho, puxou assunto, virando seu pescoço como uma coruja. a morena não tardou em puxar a orelha do chinês.
— você não tem ninguém e precisa expor a minha vida amorosa para todo mundo ouvir, né? – depositou um tapa no topo da cabeça do garoto. — eu nunca mais vou te contar nada. – huang fez careta.
— então a karina 'tá com a winter, o mark engajado com as vinte mulheres dele, jaemin com a yerim. somente eu e o renjun ainda somos soldados vivos... – você brincou, abraçando o ombro do amigo, que estava sentado à sua frente. a rodinha riu, esquecendo esse assunto em seguida.
você nunca se importou muito com namoro. se relacionou com alguns garotos durante a escola, mas nada que lhe marcasse positivamente. preferia dar atenção ao seu posto no grupo de teatro da escola, onde passava a maior parte das suas tardes ensaiando para a grande apresentação de fim de ano. dessa vez seria a sua última.
seus pais lhe colocaram no teatro no primeiro ano do colégio, por recomendação de uma terapeuta, com a intenção de controlar a quantidade absurda de energia que você tinha. e que escolha! ama teatro mais do que qualquer coisa e quer se tornar uma grande atriz no futuro. atualmente você comanda o grupo teatral sênior, que é formado por alunos do primeiro, segundo e terceiro ano do ensino médio. você se dedica ao máximo, porque quer ganhar uma carta de recomendação para uma faculdade de teatro renomada. além disso, você também cultiva algumas amizades importantes através do teatro. você costuma passar cerca de cinco horas no teatro, ensaiando e criando. depois, passa pra buscar mark e renjun na sala de música e, karina e jaemin na sala de dança. então, vão lanchar na cantina da escola. é um ritual.
depois que as aulas acabam, o seu grupo de amigos corre para pegar um lugar agradável no refeitório. a mochila cor de rosa balança em suas costas conforme descem as escadas do segundo andar. renjun e jaemin já estão rindo de algum tiktok besta, você está ao lado deles, checando o cardápio do almoço do dia. "filé de peixe, que delícia." murmura sozinha, sentindo a barriga roncar. o almoço segue tranquilo, vocês se sentam na mesa de costume e almoçam em trinta minutos enquanto debatem até sobre o voo do mosquito da dengue. e depois que acaba, você sai correndo para escovar os dentes antes de ir para o teatro. é dia de receber os novos integrantes do grupo e você precisa chegar antes.
você abre a porta e o teatro ainda está vazio. se senta no palco com a luz baixa e coloca os óculos para organizar a papelada do ano. o grupo do teatro vai produzir sonho de uma noite de verão para o fim do ano em sua homenagem, já que é o seu ano de formatura e essa é sua peça favorita. os ensaios precisam começar o mais rápido possível, porque vai ser uma grande produção.
você escuta a porta abrir e levanta o olhar, encontrando um rosto pouco conhecido: um dos novos alunos da sua classe. não se recorda do nome dele, mas sorri de maneira amigável.
— o grupo de teatro é aqui, né? – ele sorri torto, coçando a nuca, claramente envergonhado. você diz que sim e ele se aproxima, sentando-se ao seu lado. — eu sou o donghyuck, me inscrevi através da internet.
você procura a lista de chamada no meio das coisas e confere o nome do garoto, coincidentemente descobre que ele é um dos novatos da sua série. você estaria mentindo se dissesse que reparou em algum dos rostos novos naquela sala. por um momento, se sentiu mal por não ter sido uma boa anfitriã aos novos colegas.
— 'tá tudo certo, donghyuck. – você abre um sorriso contagiante e ele retribui. — vai ser legal estudar na mesma sala que alguém do grupo. depois eu posso te apresentar os meus amigos, dessa maneira, você não fica sozinho. – sugere. donghyuck concorda e vocês conversam sobre o assunto até o início da reunião.
donghyuck se encaixa bem no grupo. de repente, ele já fala com todo mundo e é uma alegria tê-lo com suas piadas sem graça durante a tarde. ele também se dá bem com os seus amigos, mas acabou se encaixando em outro grupinho, composto por chenle, jisung, winter e jeno. ainda sim, vocês vivem trocando ideia por aí. ele vive te enviando memes no whatsapp e você adora. 'cês não são realmente próximos, cada um tem sua turma e seus rolês, mas cultivam uma amizade legal. já saíram algumas vezes juntos, porque karina e winter estão em um relacionamento sério, unindo ambos os grupos. ele acaba se tornando popular e, sinceramente, era tão óbvio. donghyuck é engraçado, alto astral e muito gato – coisa que você nunca deixou de notar.
o ano passa rápido e de repente já é outubro. o vestibular 'tá chegando, todo mundo pirando, provas de fim de ano, festas 'pra cacete e os ensaios da peça estão a todo vapor. o ano foi um total caos pra você, mas você se divertiu bastante com os amigos e se dedicou para a vida acadêmica. todos os seus amigos estão namorando, menos donghyuck. isso faz com que vocês comecem a se aproximar mais, uma vez que todo mundo está passando mais tempo com o cônjuge. você e hyuck vivem saindo juntos pra comer, vão ao cinema e também frequentam a casa um do outro. seus pais são apaixonados pelo garoto e torcem para que comecem a namorar, mas isso nem se passa pela sua cabeça. ele dorme na sua cama, toma banho no seu banheiro e até vai pro sítio da sua família nos fins de semana. renjun reclama que foi trocado. donghyuck agora é seu melhor amigo. você ama ele.
acontece que, numa sexta-feira, as coisas ficam esquisitas e uma chave vira na sua cabeça. é dia de festa e como vêm acontecido nos últimos dois meses, hyuck está se arrumando contigo e depois, vocês vão juntos pro local. 'cê termina antes, porque começou primeiro. está vestida com um vestido preto colado no corpo, vans clássico e lotada de acessórios. seu olhar está focado no garoto terminando de secar o cabelo. ele está usando calça jeans, camiseta branca e jaqueta de couro. pela primeira vez em bastante tempo, você pensa sobre o quão gostoso ele está e se reprime em seguida, culpando o período fértil. spoiler: não passa.
na festa, os grupos se juntam. você cumprimenta a galera, abre uma cerveja e corre para a pista de dança. o funk estoura na caixa de som; você ama, então se joga com tudo, rebolando até o chão. vez ou outra algum menino chega em você e, por mais que você ache ele bonitinho, nega. seus olhos ainda estão focados no seu amigo, donghyuck. honestamente, você sabe o motivo, já admitiu pra si mesma que gostaria de dar uns beijos nele. você acha que ele não te vê desse jeito, porque ele nunca demonstrou ver algo além da amizade – nem você, até aquele momento. donghyuck está perto, batendo papo e curtindo a música com jaemin e jeno. você se assusta ao perceber que ele também anda te encarando, mas permanece dançando. o olhar dele é diferente do comum, parece mais intenso, parece faminto. jaemin sussurra alguma coisa no ouvido dele e então, o garoto caminha em passos lentos até você, estacionando em sua frente. ele não diz nada; segura o seu pulso e te puxa, você não hesita em ir atrás. vocês agora estão em um corredor escuro. ainda sim, consegue ver o suficiente do maxilar travado do homem.
— eu estou tentando me segurar, mas 'cê 'tá tão linda com esse vestido. – ele profere com a voz falhada e você se arrepia. o frio na sua barriga é recorrente. você é tímida, mas não é boba, sabe que ele também tá afim.
— se segurar...? – sorri de canto, se fazendo de boba enquanto toca o braço do lee com a ponta dos dedos.
— eu quero te beijar. eu quero muito te beijar. – donghyuck fita seus lábios por um tempo e morde o próprio inferior, suspirando. — já têm dias que eu 'tô louco 'pra te agarrar.
seu coração acelera. os olhos dele estão mais escuros que nunca, ele exala tesão. ele deixa claro que sim, te via de outras maneiras e você foi tonta o suficiente para nunca reparar.
foram as mãos na sua cintura em momentos oportunos. te puxar pro colo durante as resenhas. os selinhos no seu pescoço. as olhadas toda vez que você está usando decote. dormir de conchinha. a voz rouca no seu ouvido. as mensagens com duplo sentido. e na sua cabeça, era tudo coisa de amigo, afinal, ele nunca tentou te beijar. até agora.
você nunca havia pensado na possibilidade até umas horas atrás, mas agora parecia mais desesperada que o próprio. notou o quão atraente ele é; a pele bronzeada, o cabelo recém pintado de preto, os lábios avermelhados, o corpo escultural, a voz manhosa. você também quer beijá-lo e manter isso escondido no dia seguinte.
você não o responde. segura o colarinho da jaqueta e o puxa pra perto, colando os lábios de ambos. seu corpo esquenta quando ele toma o controle, agarrando sua cintura na medida em que as línguas se entrelaçam desesperadas. a mão dele caminha até sua bunda, apertando o local com força; coisa que te fez gemer baixo. ele sorri sacana, segurando sua coxa de maneira que possa encaixar o quadril dele com o seu. você puxa os fios escuros de donghyuck, sentindo as pernas ficarem fracas. quando o ar se torna necessário, vocês se afastam, ofegantes. ele sela seu pescoço e, sem vergonha, empurra a ereção eminente contra o seu quadril. você suspira. está aérea, louca, desesperada para continuar. sente que está completamente encharcada e só deseja que ele afaste sua calcinha e faça ali mesmo. mas ele não segue o seu roteiro. donghyuck beija o canto da sua boca, sorri e desaparece na escuridão, te abandonando ali: sem respostas e com tesão. você até tenta chamá-lo, mas ele não escuta. parece ter sido uma visão.
nesse momento você se arrepende quase completamente de ter sido tão gentil com o calouro do grupo teatral.
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inutilidadeaflorada · 4 months ago
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Dançar Até os Ossos se Sentirem Exaustos
Eu quero um Éden para testemunhar Toda a fragilidade que minha carne expõe Eu quero desembainhar minha própria indulgência E dançar até os ossos se sentirem exaustos
Marchar sob um peito prodigo Matar a vontade na língua Testemunhar o veneno súbito E dançar até os ossos se sentirem exaustos
Mascar meus hábitos até serem insossos Mascarar a dor entre as comédias profanas Intervir sarcasmos antes que inventem o deus ex machina E dançar até os ossos se sentirem exaustos
O sonho irradia perdão e eu não posso dá-lo Por uma simples questão de vaidade Espero desatar o viço da minha incompetência E dançar até os ossos se sentirem exaustos
Através do corpo, intervir pêndulos O descontrole é relativo ao vício Creio que vou beber na arcada de predadores E dançar até os ossos se sentirem exaustos
Lecionar ímpeto e calamidade ao museu Em cada fruto que viúvas ambicionam Trago a cabeça de cigarras antes do carnaval E danço até os ossos se sentirem impostores
Envolver um descontrole passivo Observar um cinema polido em demasia Adota-lo como minha família, ser seu divino maravilhoso E instrumentalizar a danse macabre em nosso engodo
Através da incursão temporal Conjurar um verbo que nós dois Selemos nossa expectativa finda E dançar abjetamente até os ossos latejarem...
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lastisfet · 6 months ago
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É uma honra lecionar em Hexwood e Iseret Baketmut Villacourt sabe bem disso! Sendo professor de Profecias & Presságios aos 34, falam pelos corredores que ela é simpática, mas também egoísta. Sua reputação é conhecida além das fronteiras, e dizem que se parece com MAY CALAMAWY.
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𝐈𝐧𝐟𝐨𝐬.
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Nome: Iseret Villacourt. (Baketmut é o nome da família da mãe dela o qual ela não usa/ocultou.)
Idade: 34
Nascimento: 10 de novembro.
Protegida por: Set.
Filiação: Sekhmet Baketmut (mãe, falecida), Kobus Essaex (pai, falecido), Marquês Villacourt (“tio”).
Ocupação: Professora de Profecias e Presságios na Academia de Magia de Hexwood
Sexualidade: Bissexual.
𝐑𝐞𝐬𝐮𝐦𝐨.
Filha de Sekhmet, uma dançarina que teve um caso com o irmão do Imperador, Kobus, ela nasceu em segredo e foi criada pelos Villacourt após a morte de ambos os seus pais pelas mãos do imperador. Iseret cresce ciente de suas origens, mas usa da raiva para se destacar e se tornar uma adulta que seus pais teriam orgulho. A influência de Set vem como uma virada de chave, e utilizando de sua inteligência para alcançar seus objetivos, ela recebe o convite para ser professora em Hexwood. Através de sua astúcia, Iseret acredita que esse seja o primeiro passo para chegar mais perto do imperador para que ela possa finalmente matá-lo.
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𝐇𝐢𝐬𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐥𝐞𝐭𝐚.
Se Sekhet tivesse vivido por mais tempo teria contado a sua filha como os homens continuavam perigosos em sua essência. Eles não começavam novos impérios nas cinzas dos antigos e buscavam dominar novas terras apenas por ambição. Não, não, o desejo de dominação, de controle era mais profundo do que isso. Ele se estendia às pessoas, principalmente aquelas que eles não conseguiam controlar, que parecessem livres. O imperador Seamus II não era a exceção. Pelo contrário! Na noite em que pôs os olhos em Sekhet pela primeira vez, ela poderia jurar que ele deveria ter sido o primeiro dentre os homens a nutrir esse desejo. Ela não dançava para ele, mas sim para os outros, para si, em um espetáculo quase mágico, mesmo que não tivesse com um pincel em mãos. Mas ele acreditava que sim, era para ele, e os olhos oblíquos e dissimulados dela já diziam tudo o que precisava saber. Seamus não poderia deixar uma mulher daquelas escapar, não é? Logo, os espetáculos dela deixariam de ser para um público e passariam a ser exclusivos, feitos apenas para ele, assim como a atenção e o carinho de Sekhet. Mas não o amor, mesmo que ele acreditasse que sim. Era essencial que permanecesse assim para que ela pudesse, aos poucos, subir a escada dentre aquelas posições sociais. Poderia passar de amante para concubina? Se fosse charmosa o suficiente e soubesse tecer sua teia direitinho a resposta seria sim. Porém, o que aparecia como um ponto cego entre suas previsões era o irmão do imperador. Tão misterioso e imprevisível quanto ela, Kobus passava despercebido, exatamente do jeito que queria. Sendo parte da família real ele ainda era uma figura importante, mas conseguia permanecer nas sombras, aconselhando o imperador apenas quando necessário - ou quando lhe era útil. A princípio a aproximação era estratégica, já que ele precisava de uma mulher inteligente que pudesse ler seu futuro. Mas enquanto os encontros à noite iam aumentando, o certo encanto que eles sentiam um pelo outro ia crescendo, e aos poucos a aliança passou para algo maior… parecido com amor. E o ponto cego no futuro de Sekhet cresceu ao receber a notícia de que estava grávida, mas não do irmão com quem deveria ter um filho. Ou, naquele caso, uma filha. Mesmo no ventre, Iseret já tinha começado a lhe dar trabalho, até porque esconder uma gravidez do imperador não era uma tarefa fácil. Surpreendentemente, Kobus não tinha a largado como ela esperava - era o que qualquer homem faria, afinal. Mas felizmente ele não era qualquer um, e fugiria muito a regra da família Essaex. O plano era que continuassem a viver juntos, mas escondidos. O imperador precisava acreditar na ilusão de que Sekhet o amava. Não podia existir outro homem na equação, muito menos uma criança. Então tiravam algumas temporadas para os dois, quando Seamus estava ocupado demais para perceber a ausência, o que eles aproveitavam muito bem, criando memórias com uma Iseret pequena demais para lembrar delas no futuro. E eles tiveram sucesso… por um tempo.
Era difícil dizer quando o imperador percebera que os olhares de Sekhet não eram mais para ele, mas que procuravam por outra pessoa nas poucas vezes em que frequentava o castelo. Ela estava tão perto de virar uma concubina e ainda sim parecia tão… distante? Porque? Foram as dúvidas que começaram a lhe corroer e que deram espaço para que a imperatriz, que já buscava uma oportunidade de eliminar a possibilidade de mais uma concubina da vida do imperador, lhe desse um rastro para seguir. Para achar o ponto onde os olhos dela paravam. E a descoberta com certeza mudaria seus planos em relação a Sekhet.
As previsões que chegaram até ela vieram na mesma velocidade em que as decisões no castelo foram tomadas. E ela sabia que precisava agir rápido, principalmente se quisesse salvar a filha de ter o mesmo destino. Kobus sabia que poderia ser poupado de sofrer as consequências se virasse a narrativa a favor dele. Porém ele não queria. Não era capaz de traí-las. Buscando proteger Iseret, o irmão do imperador foi atrás de suas conexões, mapeando favores e segredos grandes o suficiente para que pudesse fazer uma troca. Não tinham muito tempo, mas o destino sorriu para eles quando descobriram que o Marquês de Villacourt era alguém que poderiam cobrar. Por um preço, ele agora protegeria a filha deles pelo tempo que fosse necessário. E se não voltassem… bom, Kobus ainda tinha seus métodos de cobrá-lo caso não cumprisse sua parte no acordo. E assim, na calada da noite e com apenas alguns pertences da família Baketmut, Iseret foi levada para os Villacourt. 
Algum tempo se passou, e depois de certo tempo em silêncio a imperatriz noticiou a morte de Kobus Essaex para o império. O Marquês não precisou de muito para deduzir que o casal tinha então falecido como o imperador tinha arquitetado. 
Com o tempo, a história fez questão de apagar a existência de Kobus da memória e da árvore genealógica da família. Não era relevante para Seamus relembrar a todos de um traidor, mesmo que a facada tenha sido apenas nas costas dele. Junto disso, Iseret cresceu, esperta e uma mistura exata de seus dois pais. Enquanto crescia o marquês utilizou da falta de informações sobre a própria família para encaixar a menina entre eles: caberia perfeitamente no papel de uma prima, filha da irmã de sua esposa, que acabara ficando órfã durante sua infância. Aquilo não só contribuiria para a sua imagem como um bom homem para as outras pessoas, como também evitaria que a sua cabeça fosse a próxima a rolar. Ele não fez questão de esconder a verdade dela. Se ambos soubessem o que estava acontecendo ali e qual seria o papel dela naquela família, mais chances teriam de ter sucesso. E Iseret, esperta como era, cumpria seu papel muito bem. Crescera forte, extremamente espevitada e inteligente, e os sinais que recebia não negavam o futuro brilhante que teria em Hexwood. Logo, a chegada da carta fora um alívio para ela, que não via a hora de explorar algo além das paredes do casarão dos Villacourt. A adaptação que era difícil para alguns correra muito bem para Iseret. Sociável, conseguia ir de um lado para o outro, circulando e absorvendo as informações mais importantes para si - enquanto pregava as melhores pegadinhas que aquela academia já vira. Agora já mais estudada, ela não conseguiu deixar de procurar pistas sobre o seu pai, tentando entender o que tinha acontecido com ele. Porém as informações que encontrava nos arquivos imperiais só serviram para deixá-la furiosa. Eles esperavam mesmo que ela acreditasse naquelas mentiras? Era difícil controlar a revolta e o sentimento de insatisfação que crescia, principalmente quando não sabia o que poderia fazer. A conexão com Set lhe pegou de surpresa, e tinha a impressão de que ele queria assim. Era mais interessante chegar em sua vida de forma abrupta, a enterrando nas areias do deserto, fazendo que ela buscasse por um oásis, uma salvação. O deus viera para direcionar o caos, a raiva que borbulhava em seu peito para a direção certa. Ela poderia viver uma vida tranquila dentro da família Villacourt de acordo com suas visões. Mas Iseret e Set sabiam que ela era capaz de mais. Que deveria honrar o nome de seus pais e fazer com que o imperador sentisse a mesma dor que ela. Então Iseret começou a plantar suas sementes. Sua excelência acadêmica falaria por si só, mas também precisava dar um empurrãozinho para que percebessem como ela não poderia ser perdida tão facilmente. O convite para ensinar na Academia após a formatura não demorou para chegar, e agora ela estava exatamente no lugar onde precisava estar. Dali, começaria aos poucos a se infiltrar na família real com um único objetivo: que Seamus II encarasse os seus olhos quando a vida deixasse os dele.
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𝐄𝐱𝐭𝐫𝐚.
Sociável e brincalhona, não foi difícil para Iseret ser o tipo de professora descontraída que ganha a confiança de seus alunos fingindo ser amiga deles. 
Apesar de sempre estar com seu objetivo em mente, ela gosta de lecionar. Alguns alunos são mais chatos do que outros e alguns professores se levavam a sério demais na opinião dela, mas sabia que outras profissões poderiam ser mais desagradáveis e com menos regalias do que as que ela tinha.
Conservando uma parte da cultura de sua mãe, Iseret aprendeu a dança do ventre sozinha. Alguns guias junto de seu instinto a ajudaram a reproduzir a dança. É um segredo seu e que poucas pessoas sabem.
Assim como gosta de dançar, ela também gosta de lutar. Não se intimida em circular pelas regiões de Ânglia, e buscou aprender com o melhor dos lutadores. Afinal, não queria envergonhar Set, e seria útil ser uma lutadora ágil no futuro.
Não sente aversão pela maioria dos changelings como a maioria dos khajols. Se eles lhe forem úteis e não ficarem no seu caminho, Iseret provavelmente não teria problema em favorecê-los.
Ideias de conexões: aluno/a preferido, aluno/a que ela odeie, amizades (+28), alguém que interesse ela por ser habilidoso/revoltado, aluno/a interessado na matéria que ela ensina, uma pessoa que desconfie dela, membros da família real que ela goste (rsss), membros da família real que ela deteste, antigo amor que saiba sobre o plano suicida dela (+30).
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nexusdrv · 3 months ago
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✣ ⸻ A postura confiante diz que DRAVEN “NEXUS” HARBINGER ONDER é PROFESSOR de MOVIMENTOS INIMIGOS aos seus TRINTA E NOVE ANOS. Dizem que é LEAL, mas também IMPULSIVO, mas não podemos afirmar com certeza! Sua reputação é conhecida além das fronteiras, e dizem que se parece com Kıvanç Tatlıtuğ.
about ✣ wanted connections ✣ inspos ✣ dreadscavenger
✣ ⸻trivia
Orientação: heterossexual.
Status: indefinido
Altura: 1,98.
Ocupação: professor de movimentos inimigos do Instituto Wülfhere.
Signo: sol em escorpião, lua em escorpião e vênus em áries.
Aparência: cabelos loiros lisos, cortados de forma alinhada em médio comprimento, barba média. Sua característica changeling são seus olhos de coloração amarelada, orelhas levemente arqueadas e arredondadas como de um felino, pintas pretas de média e grande proporção que se espalham da nuca até o quadril. O corpo é atlético, forte, mas esguio. Possui a grande marca de seu dragão na lateral esquerda do peito: um desenho branco que muito se parece uma onda recém quebrada.
Aesthetic: tecido de couro tingido em preto, madeira, peças de xadrez, cheiro de âmbar, tons terrosos, arco e flecha, lagos subterrâneos.
✣ ⸻ resumo
Nexus é um chageling muito conhecido em seu quadrante. Exímio combatente e ainda mais excepcional no trato draconiano. Como lider de quadrante foi muito conhecido temperamento explosivo e pelos hábitos atípicos de persuasão (entende-se tortura). Por sua notória fama, foi convidado pelo diretor do Instituto Wülfhere para lecionar aulas de graduação e pós graduação em vínculo draconiano. Neste retorno temporário, recebeu uma proposta irrecusável de casamento, seguida de uma promessa de ascensão social meteórica, estendeu sua estadia por mais um semestre até que o atentado contra o diretor ocorreu. Sua relação estreita com a instituição e seu mestre o fizeram optar pela permanecer sem data limite, assumindo a posição de um dos preceptores responsáveis pela adaptação do novo instituto. Ademais, possui um dragão aquaria de nome Dread Scavenger, com um temperamento que destoa ⸻ e muito ⸻ de seu domador.
✣ ⸻ dread scavenger
Apelidado de peixão pelos mais íntimos, é um dragão extremamente sociável. O temperamento carismático da criatura é a quebra de paradigmas de Nexus. Os mais novos podem conhecê-lo como primeiro dragão "amigo" já que costumava acordar os moradores do instituto com suas longas serenatas e lambidas curativas. Cuidado! Por trás das escamas azuis e rosadas e do rostinho achatado há uma criatura muito veloz, ardilosa, temperamental e muito ciumenta com seu montador. Existem hipóteses sobre a peculiaridade comportamental do dragão, mas Nexus não aceita que teorizem sobre isso. Gosta muito de interagir com outros dragões aquáticos e possui alguns companheiros de passeio. No final das contas, essa criatura está tão conectada com Draven que vez ou outra podem perceber que demonstram as mesmas reações sendo emanadas por ambos ao mesmo tempo.
✣ ⸻personalidade
Não é fácil. Teimoso, impulsivo e que não mede esforços quando se trata de obter o que quer. As coisas precisam ocorrer no tempo dele, debaixo de seu comando. Com anos de convívio, Dread Scavenger fez com que sua personalidade se tornasse minimamente maleável, mas não perfeita. Detém um humor ácido, um raciocínio veloz e uma oratória impecável, chamando atenção por onde passa pelo excesso de confiança. Ele quer profundamente a glória, mas aproveita ao máximo o trajeto até ela. Apesar disto, é leal como um cão, devendo sua vida ao Instituto e aos companheiros de jornada. Como amigo, é um ser de humor duvidoso e gargalhada fácil, não resistindo aos impulsos quando se trata de iniciar aventuras dinâmicas e romances fugazes.
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inthevoidz · 4 months ago
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.      .    *  ✵      ✦      we want you 𝐢𝐧 𝐭𝐡𝐞 𝐚𝐫𝐦𝐲    ·  ✦      .  *              .  ·  ·  . ·   *  * ·  .   ·   ·  ✧        ·
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A gaveta do escritório particular parecia gritar consigo. Havia mudado o envelope de lugar duas vezes, alternando entre Hexwood e o próprio lar na tentativa de fazer a ignorância acontecer.
Tarde da noite, não tinha sossesso. Sentia a carta sussurrar e chamar seu nome o tempo todo, causando um desconforto quase nauseento. Cillian sabia exatamente sobre o que se tratava ao ouvir os rumores pela direção, especialmente quando o assunto fora diretamente tratado consigo após uma aula pelo vice-diretor de Wülfhere. A alta patente do exército estava de olho nele como víboras prontas para atacar uma presa sensível. Não sabia se havia razão por trás daquilo além de suas habilidades.
Com os dias passando e o fortalecimento de rumores sobre algo além das academias estar por trás do roubo, Uthdon vinha sendo o maior alvo de acusações entre os changelings. Aquele assunto pouco era discutido entre alunos e demais, de forma que ninguém saberia se já não estivesse totalmente ingressado no ápice da hierarquia. Até mesmo seus irmãos, um sargento e outro coronel, haviam escrito a ele sobre as indicações. Uthdon precisava de alguém na brigada de frente que tinha tanta ambição quanto o próprio imperador. Por um acaso, ele havia sido nomeado.
Abriu a gaveta com mais força do que devia, os itens pessoais se misturando com o envelope bem polido e fechado com lacre vela derretiva, endereçado a si. Não demorou para pegar a espátula afiada para abri-lo, puxando a carta com escrita corrida para a leitura.
"CENTRO DE COMUNICAÇÃO DO EXÉRCITO DE ALDANRAE Aldanrae, 05 de dezembro. Vossa Senhoria Cillian Methusael III, Declaramos por meio desta o nosso reconhecimento por todos os seus serviços como exemplar acadêmico de Wülfhere, dedicado subdirigente dos cavaleiros, dirigente marcante dos cavaleiros mesmo em turbulências pessoais e excelente docente do Instituto Militar de Wülfhere. As conquistas e feitos de Vossa Senhoria são pontos marcantes, herdados de sangue e ambição, que sempre serviram bem e evoluindo com melhorias para o exército. Diante de tanta dedicação e representação de fortaleza, é de nosso honesto desejo promovê-lo à Coronel da Divisão Changeling de Uthdon. Em tempos como esse, desejamos apenas os melhores em nossa briga e sabemos que força maior age em nome de cavaleiros, escribas, infantaria e curandeiros com o objetivo de desintegrar o exército. Há anos, travamos uma barreira contra Uthdon para promover a paz em nome de Vossa Majestade Imperial e a necessidade urge em melhorar as defesas visando evitar novos conflitos e desavenças contra changelings e khajols. Por meio desta, deixamos em aberto a promoção com tempo ilimitado de serviço no maior cargo representado e vago na fronteira. A promoção inclui os melhores cuidados e tratamentos ao dragão de Vossa Senhoria, Void, com instalações dignas de um Coronel bem renomado do corpo militar. Nossa oferta tem uma data limite de dois meses à partir do envio desta com resposta formal e mudança imeditada para as instalações. Desejamos um ótimo Yule e que Erianhood abençoe sua escolha. Assinado, Marechal do Exército Changeling."
O frio na espinha era inevitável conforme as palavras eram absorvidas. Uthdon era o lugar desejado por muitos, temido pelo restante. A morte era certa para qualquer um que se aventurasse, mas a nobre colocação fazia com que sua ambição, escondida dentro de um buraco em sua mente, florescesse outra vez.
Cillian via ali uma saída para vários problemas, embora adorasse lecionar. Havia se encontrado após tanto tempo perdido em um vão de ocorrências que não paravam de agredi-lo sem quaisquer avisos. Era uma chance de colocar tudo à prova, ou perder tudo novamente.
Não sabia como responderia.
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thaddeumano · 4 months ago
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É uma honra lecionar em Hexwood e THADDEUS ALTHARION THORNFELD VALORYAN sabe bem disso! Aos TRINTA E CINCO ANOS, é professor de CRONOMANCIA e hospedeiro de JÚPITER.Falam pelos corredores que ele é GENEROSO mas também AUTORITÁRIO. Sua reputação é conhecida além das fronteiras, e dizem que se parece com TOM HUGHES.
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Informações básicas:
Nome completo: Thaddeus Altharion Thornfeld Valoryan.
Apelidos: Thad, Teddy, Arion.
Idade: 35 anos
Altura: 1,87
Orientação sexual: Hétero
Signo: Sol em capricórnio, ascendente em escorpião, lua em escorpião e mercúrio em leão.
Deus: Júpiter, deus dos céus, do trovão e rei dos deuses.
Traços positivos: Generoso, empático, gentil e observador.
Traços negativos: Autoritário, arrogante, vingativo e galinha.
Árvore genealógica: Edmund Thornfeld (Pai), Evelynne Valoryan (mãe), Obery Emethys (padrasto), Alber Emethys (irmão postiço mais velho), Dianh (irmão postiço mais velho), Orpheu Emethys (meio irmão mais novo), Conde Septimus Valoryan (tio), mais cinco tias e muitas primas ainda sem nome
Leciona: Cronomancia
Lista de conexões
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RESUMO
A família Valoryan um dia já teve muito primor e glória, mas acabou decaindo nos últimos cem anos sem gerar um único khajol mesmo com os ótimos arranjos matrimoniais. Thaddeus perdeu o pai quando ainda era um bebê, não demorou muito mais para que sua mãe, Evelynne se entregasse ao amor que sentia por changeling e com isso fosse exilada da família Valoryan, por consequência fazendo com que os Thornfeld rejeitassem qualquer laço com Thaddeus também. Cresceu sem sentir nem o cheiro da herança que o pertencia, sendo rodeado por changelings e bem longe da podridão da corte. Quando passou a ter sonhos com a figura que lhe parecia divina, prontamente a mãe deu um jeito de implorar para as irmãs mais velhas que ajudassem seu filho e o colocando como a esperança de salvar a casa Valoryan e restaurar sua glória, sendo também a única chance de garantir que o filho teria uma vida melhor. Pela pressão geral da família, o Conde Septimus Valoryan não teve outra opção além de declarar o sobrinho como seu herdeiro tendo em vista que só tinha filhas mulheres e nenhuma khajol na família além de Thaddeus. Mas isso segue como uma intriga familiar até hoje, já que Thaddeus e Septimus se detestam por completo.
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HCS
Filho de um casamento arranjado entre Evelynne Valoryan e Edmund Thornfeld, seu pai era um nobre sem títulos e com muito dinheiro, não haviam exatas muitas expectativas para o futuro de Thaddeus. O título de conde dos Valoryan seria passado para o irmão mais novo de Evelynne, Septimus Valoryan que era o único homem dentre os sete filhos do Conde Valoryan. O garoto tinha apenas dois anos quando o Edmundo faleceu devido a uma doença, sua vida mudou por completo depois disso já que não demorou muito para que sua mãe virasse o escândalo da família ao se casar com um changeling. E sendo assim, ela foi basicamente exilada da própria família e de todas suas riquezas, dando uma criação muito mais humilde e menos pomposa para Thaddeus. 
Como uma criança que entendia muito pouco, apenas ficou feliz que o novo pai também possuía filhos do casamento passado e com isso ele ganhou irmãos com quem brincar. Claro, se tornou muito mais triste quando estes tiveram de ir para o instituto militar e deixar Thaddeus para trás, tal como aconteceu com qualquer outro changeling criança que havia virado amigo. Claro, fez o possível para manter seu contato com os amigos e os irmãos de criação, foi por volta dos dez anos de idade que passou a ter sonhos estranhos com trovões e uma figura de um homem imponente, sempre que tinha esse sonho sentia que era alguma mensagem importante ou algo que o guiava para o futuro. Quando contou para a mãe, Evelynne pareceu surpresa e demorou mais uns dois anos para que lhe contasse sobre sua família da qual Thaddeus pouco lembrava. 
Os Valoryan eram uma família de nobres muito antiga que costumavam gerar khajols protegidos por deuses relacionados aos céus, mas já fazia mais de cem anos que a família havia sido abandonada pelos deuses e ninguém sabia o motivo. Septimus, que agora era o atual conde, já estava em seu segundo casamento com uma khajol na esperança de trazer magia de volta para a família, mas sem sucesso algum, assim como apenas havia tido filhas garotas até o momento. Demorou alguns anos ainda para que Evelynne novamente voltasse a falar com o conde através de cartas, informando da prosperidade que seu filho poderia trazer a família como pareciam os sonhos do garoto predizer, pedindo assim por auxílio para que conseguisse bons tutores para Thaddeus que muito provavelmente teria de voltar a corte. Esse auxílio inicialmente foi negado, mas cerca de um ano e meio depois uma das irmãs de Evelynne se compadeceu e concordou em mandar uma boa quantia para pagar pela tutoria do sobrinho e lhe garantir algum futuro. 
E nem mesmo isso o preparou para tudo que enfrentou quando foi aceito em Hexwood e reconhecido não apenas como um khajol, mas novamente como um membro da família Valoryon e possível herdeiro do condado. Ser escolhido por Júpiter não foi surpresa depois de todos aqueles anos, mas algo que Thaddeus acolheu como uma grande honra, ainda que tenha demorado a se habituar a todos os costumes dos khajols e outros nobres. Ainda mais com suas ideias sobre os changelings sendo tão divergentes da maioria dos membros da corte, mas aos poucos ganhou seu espaço com sua generosidade e carisma. Após a formatura de Hexwood não demorou muitos anos para decidir retornar e lecionar, talvez guiar mais khajols para um caminho melhor. Atualmente, segue sendo o único Khajol dentre os Valoryan e o herdeiro do título, mesmo que seu tio pareça quase obsessivo em mudar isso, o resto da família já o reconhece como o futuro líder da casa Valoryan. 
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TRIVIA
Seu seon se chama Aerion.
Desde que virou o herdeiro do título, passou a usar o sobrenome da mãe, já que cabe a ele reconstruir o nome da família.
Ele adora viajar, mas tem feito isso bem menos nos últimos anos pro conta do trabalho e de suas responsabilidades como herdeiro.
Contudo, ele sempre visita a mãe quando pode e a escreve semanalmente se certificando que ela está bem. Ele faz o mesmo com os irmãos de criação.
Diria que não é um homem de muitos hobbies, mas se tivesse de pontuar algum seria exercícios físicos e combate, mesmo sendo um khajol de poder considerável, ele se orgulha bastante de sua competência física.
Ele só foi ser integrado no mundo da nobreza no fim da adolescência e pouco antes de entrar em Hexwood, o que o faz parecer mais grosso para a maioria dos nobres, já que não entende todos os floreios e frufrus que a sociedade parece ter. Mas ele se comporta, na medida do pode e considera descente.
Fora da sala de aula costuma ser um homem mais gentil e de fácil aproximação, porém, quando lecionando é muito mais autoritário e assume uma postura mais rígida e séria que pode assustar alguns.
O MBTI dele é INFJ. Seu alimento moral é leal e neutro.
Suas cores favoritas são azul e dourado. E sua estação favorita é o outono.
Ele detesta ler e não lê mais do que é necessário pra ele.
Talvez Evelynne já tivesse pressentindo em algum momento quando escolheu o nome do filho ou talvez fosse apenas esperança; Thaddeus significa aquele que louva a Deus.
Sabe que a avó era uma khajol considerável, mas infelizmente ela morreu antes que ele pudesse se aproximar dos Valoryan outra vez. Sendo assim, dentro da família suas únicas guias khajols tendo sido a segunda e terceira esposa de Septimus que lhe ajudavam em segredo. (Ele considera que sentiu mais com a morte delas que o próprio tio, considera as filhas de ambas como irmãs mais novas mesmo que ainda siga com suas desavenças com Septimus)
Antes de descobrir que era um khajol e ter seu futuro inteiro traçado, ele desejava ser um militar (mesmo sabendo dos perigos maiores para os soldados humanos)
Atualmente, ele se esforça para manter uma reputação mais aceitável entre os seus, mas ainda é inevitável que aqueles khajols de família mais preconceituosa o detestem por sua ligação com os changelings. Mas Thaddeus prefere que o vejam mal do que deixar que falem mal de sua mãe e seus irmãos ou padrasto.
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workfromheda · 29 days ago
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Magic Heart - Wandanat e Agathario
Capítulo 2 – A Tragédia de Wanda
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O tempo, esse rio implacável que segue seu curso indiferente às nossas vontades, trouxe consigo mudanças que Wanda jamais imaginou possíveis. Dez anos haviam se passado desde a morte de Hella e a partida de Agatha. Dez anos em que Wanda tentou esquecer a maldição, tentou acreditar que poderia ter uma vida normal, longe da magia que corria em suas veias.
A Casa das Bruxas continuava lá, imponente no topo da colina que dominava Ravenwood, mas Wanda escolheu um caminho diferente. Mudara-se para o centro da cidade, para uma casa de tijolos vermelhos com janelas amplas que permitiam a entrada do sol, tão diferente das sombras perpétuas que habitavam os corredores da mansão de sua família. E não estava sozinha.
Victor Shade entrou em sua vida como uma brisa inesperada em um dia de verão. Alto, com cabelos castanhos que adquiriram tons dourados sob o sol e olhos de um azul claro, ele apareceu em Ravenwood para lecionar física na universidade local. Wanda o conheceu na pequena livraria da cidade, quando ambos alcançaram o mesmo livro ao mesmo tempo – um antigo tratado sobre a natureza da luz e das sombras.
— Perdão — disse ele, com um sorriso que iluminou seu rosto de uma forma que fez o coração de Wanda saltar. — Você estava primeiro.
Havia algo nele, uma calma, uma serenidade que parecia abrandar as tempestades que sempre assolaram a mente de Wanda. Victor era metódico, racional, um homem de ciência que acreditava que todo fenômeno possuía uma explicação lógica. Ainda assim, havia uma abertura em sua visão de mundo, uma disposição para considerar possibilidades além do que seus instrumentos de medição podiam captar.
Na primeira vez que Victor a convidou para jantar, Wanda quase recusou. A sombra da maldição pairava sobre ela como um corvo vigilante, lembrando-a do destino cruel que aguardava qualquer homem que ousasse amá-la.
— Não estou pedindo sua mão em casamento, Wanda — disse ele, rindo diante de sua hesitação. — É apenas um jantar. Uma troca de ideias entre mentes curiosas.
E assim começou. Uma conversa que se estendeu por horas, noites que se transformaram em semanas, em meses. Victor a fascinava com suas teorias sobre a natureza da realidade, a complexidade do universo, e a possibilidade de dimensões além da nossa percepção.
— As leis da física sugerem que o que chamamos de realidade é apenas uma fração do que existe — explicou ele certa noite, enquanto caminhavam sob um céu estrelado. — Há muito mais no universo do que podemos ver ou tocar.
— Isso soa quase como... magia — respondeu Wanda, testando os limites, observando sua reação.
Victor sorriu, aquele sorriso que parecia guardar segredos próprios.
— Talvez a magia seja apenas ciência que ainda não compreendemos totalmente.
Foi nesse momento que Wanda soube que estava perdida. Que, maldição ou não, seu coração havia escolhido, e ela não tinha forças para lutar contra esse sentimento.
A avó Morgana, é claro, tentou alertá-la.
— Você conhece nossa história, menina — disse ela, quando Wanda anunciou seu noivado, seis meses após conhecer Victor. — Conhece o preço que pagamos pelo amor.
— Talvez a maldição não seja mais forte que o amor, vovó — respondeu Wanda, com a convicção de quem acredita que sua história pode ser diferente. — Talvez seja essa a chave para quebrá-la: não fugir, mas enfrentar.
A cerimônia foi simples, realizada no jardim da Casa das Bruxas, sob o mesmo carvalho antigo que testemunhara tantas histórias de sua família. As rosas negras floresceram fora de estação, um sinal que Morgana interpretou com apreensão, mas que Wanda preferiu ver como uma benção.
Victor não se intimidou com o legado das Harkness. Aceitou a estranheza da mansão, os espelhos que às vezes refletiam mais do que deveriam, os livros que pareciam mudar de lugar durante a noite. Aceitou mesmo quando, em um momento de vulnerabilidade, Wanda revelou a verdade sobre sua família, sobre a magia que corria em suas veias.
— Você não acha que sou... estranha? — perguntou ela, após demonstrar como podia mover objetos com a mente, como podia sentir as emoções alheias quando tocava em certas pedras.
Victor pegou suas mãos entre as dele, seus olhos serenos e firmes.
— Acho que você é extraordinária, Wanda. E que existe muito no universo que ainda não compreendemos. Sua... habilidade é apenas parte do que você é. E eu amo cada parte.
Os primeiros anos de casamento foram de uma felicidade quase surreal. Wanda, que sempre vivera sob a sombra do medo, descobriu a liberdade de ser aceita por quem realmente era. Decidiu diminuir o uso de magia, não por medo, mas por escolha – queria experimentar a vida como Victor a via, através das lentes da ciência e da razão.
Quando descobriu a primeira gravidez, o medo voltou a assombrá-la. E se a maldição se estendesse a seus filhos? E se sua felicidade fosse apenas uma ilusão temporária, um intervalo cruel antes da tragédia inevitável?
— O que semeamos com medo, colhemos com dor — disse Morgana, quando Wanda compartilhou suas preocupações. — Mas o que plantamos com amor, mesmo em terra amaldiçoada, pode florescer de maneiras inesperadas.
Thomas chegou em uma noite de tempestade na virada das estações, como se o próprio céu celebrasse sua chegada com trovões e relâmpagos. Um menino saudável, de olhos verdes como os da mãe e uma energia que parecia vibrar ao seu redor. Desde o início, demonstrou uma afinidade com o movimento, uma inquietação que sugeria que, como Wanda, possuía uma conexão especial com o mundo.
Doze horas depois, William nasceu em uma manhã de primavera, sob um céu tão claro e azul que parecia uma bênção. Quieto onde Thomas era agitado, contemplativo onde o irmão era impulsivo, Billy mostrou desde cedo uma sensibilidade aguçada para o mundo ao seu redor, como se pudesse ver além do véu da realidade comum.
A vida seguia seu curso, aparentemente imune à maldição que Wanda temia. Victor continuava seu trabalho na universidade, cada vez mais respeitado por suas teorias inovadoras. Wanda dividiu seu tempo entre criar os filhos e ajudar Morgana com ervas medicinais que forneciam para os moradores da cidade. Os anos de distância haviam suavizado a reputação das Harkness em Ravenwood; agora eram vistas como excêntricas, porém úteis.
Mas o tempo, esse rio implacável, continua seu curso, indiferente às nossas vontades.
O dia começou como qualquer outro. Victor saiu cedo para uma conferência importante em uma universidade vizinha. Os gêmeos, agora com seis anos, brincavam no jardim enquanto Wanda preparava conservas de frutas para o inverno que se aproximava.
Foi apenas ao meio-dia que ela sentiu. Uma dor aguda no peito, como se algo dentro dela se quebrasse. A cigarra que cantava o dia todo em sua janela caiu em um silêncio mortal. A jarra de vidro que segurava estilhaçou-se no chão, mas ela mal notou. Seus joelhos cederam e ela caiu, engasgada com um grito que não conseguia expressar.
Victor. O nome surgiu em sua mente com uma clareza terrível. Não, por favor, não.
O telefone tocou minutos depois. Um acidente na estrada. Uma ponte que desabou sobre o rio exatamente quando Victor passava por ela. Nenhum sobrevivente.
As palavras do oficial de polícia soavam distantes, como se viessem de outro mundo, um mundo onde a maldição era apenas uma história, não uma realidade cruel que acabara de arrancar seu coração.
Os dias que se seguiram foram um borrão de dor e incredulidade. Wanda movia-se como uma sonâmbula, realizando os rituais necessários – identificar o corpo, organizar o funeral, consolar os filhos que não compreendiam por que o pai não voltaria – mas sem realmente estar presente. Era como se uma parte dela tivesse partido com Victor, deixando apenas um invólucro vazio que se movia por hábito.
— Não foi sua culpa — disse Morgana, segurando sua mão no cemitério, enquanto observavam o caixão ser baixado à terra. — A maldição...
— A maldição é minha culpa — interrompeu Wanda, sua voz áspera de tanto chorar. — Eu sabia. Sabia desde o início, e ainda assim permiti... permiti que ele me amasse. Permiti que eu o amasse. Permiti que ele entrasse em minha vida e que esse faz de conta acontecesse. Eu sabia, aquela maldita cigarra cantou o dia todo. — Wanda proferiu as palavras chorosas, o tom entre raiva e desolamento, sua tia Lilia que viera para o enterro apenas a abraçou de lado, deixando as lágrimas de sua sobrinha querida encharcar o tecido grosso de sua blusa.
À noite, quando os gêmeos finalmente adormeceram, exaustos pelo peso do luto que ainda não compreendiam totalmente, Wanda encontrou-se no jardim, sob o mesmo céu estrelado onde Victor uma vez falou sobre as infinitas possibilidades do universo. A raiva substituiu momentaneamente a dor, uma fúria incandescente contra o destino, contra a maldição, contra si mesma.
Com um grito que veio das profundezas de sua alma, ela libertou sua magia como nunca havia feito antes. O solo tremeu, árvores se curvaram como se atingidas por um vento impossível, e cada objeto de vidro na casa estilhaçou-se simultaneamente. Por um momento, a escuridão da noite pareceu se intensificar, como se o próprio universo respondesse à sua dor.
Quando a tempestade de sua magia finalmente diminuiu, Wanda caiu de joelhos, exausta e vazia.
— Mamãe?
A voz pequena a fez se virar. Billy estava parado à porta da casa, seus olhos grandes e assustados fixos nela. Por um terrível instante, Wanda viu medo no olhar do filho – medo dela, do que ela era capaz.
— Está tudo bem, querido — mentiu, abrindo os braços para ele.
Billy hesitou por um momento, mas então correu para ela, enterrando o rosto em seu pescoço.
— Você estava brilhando, mamãe — murmurou ele. — Vermelha como fogo.
Aquela noite marcou o fim da ilusão de normalidade. A magia que Wanda tentará suprimir por anos agora exigia seu espaço, alimentada pela dor e pela raiva. Objetos se moviam por vontade própria quando ela estava distraída. As plantas do jardim cresciam em padrões impossíveis, respondendo às suas emoções caóticas. E os sonhos... os sonhos eram o pior. Neles, Victor ainda estava vivo, ainda sorria com aqueles olhos que pareciam ver através de sua alma, mas sempre terminavam com água, com escuridão, com um grito silencioso que a despertava banhada em suor.
Três meses após o funeral, Wanda tomou uma decisão. Vendeu a casa de tijolos vermelhos – agora um mausoléu de memórias que a sufocavam – e retornou com os filhos para a Casa das Bruxas. Era hora de aceitar quem era, o que era, e o legado que carregava.
A mansão os recebeu como se tivessem partido apenas por um dia, não por anos. O quarto que sempre fora de Wanda estava preparado, as mesmas cortinas de veludo vermelho emoldurando as janelas altas, a mesma colcha bordada com símbolos arcanos cobrindo a cama antiga. Para os gêmeos, quartos adjacentes foram preparados, espaços que pareciam ter aguardado sua chegada por décadas.
— Não é como nossa casa — comentou Thomas na primeira noite, olhando desconfiado para as sombras que dançavam nas paredes iluminadas pela luz das velas acesas pelo cômodo, ajudando a iluminar o ambiente com as lâmpadas amarelas que brilhavam no teto.
— É nossa casa agora — respondeu Wanda, passando os dedos pelos cabelos do filho. — E tem muita... história.
Billy, por outro lado, pareceu se adaptar instantaneamente, como se a casa o reconhecesse, o acolhesse de uma forma que a residência anterior nunca fizera.
— Gosto daqui — declarou ele, observando fascinado como a luz criava padrões complexos no teto do quarto. — Parece... mágico.
A palavra fez Wanda hesitar. Havia prometido a si mesma contar aos filhos sobre seu legado, mas não tão cedo, não enquanto ainda processavam a perda do pai. Mas a mansão tinha outros planos.
Na primeira semana, Billy encontrou um grimório antigo escondido atrás de um painel solto em seu quarto. O livro, escrito em uma linguagem que nenhuma criança de sua idade deveria compreender, parecia "falar" com ele, como disse ao mostrar entusiasmado as ilustrações para a mãe.
— Consigo entender, mamãe! — exclamou, apontando para símbolos complexos que mesmo Wanda, com anos de estudo, ainda achava desafiadores. — Diz que a magia vem do coração, não das palavras.
No mês seguinte, durante uma tempestade particularmente forte, Thomas desapareceu por dez minutos aterrorizantes. Quando finalmente o encontraram, estava no telhado da mansão, sorrindo como se tivesse descoberto o maior dos segredos.
— Eu só pensei em estar lá em cima, e então... estava! — explicou, sem parecer perceber o pânico que causara. — Foi como... correr muito, muito rápido, mas sem realmente correr.
Foi então que Wanda compreendeu que seus filhos não eram apenas portadores do legado Harkness; eles eram manifestações vivas dele, cada um à sua maneira. E não poderia mais adiar a verdade.
Com a ajuda de Morgana e sua tia Lilia – uma irmã mais nova de sua mãe que raramente visitava a mansão, preferindo viajar pelo mundo em busca de conhecimentos arcanos – Wanda começou a educar os gêmeos sobre sua herança. Não apenas sobre a magia, as poções e os encantamentos, mas também sobre a responsabilidade que acompanhava tal poder.
— A magia não é um brinquedo — explicou Morgana aos meninos, enquanto mostrava como preparar uma simples poção para curar resfriados. — É uma extensão de quem vocês são, uma ferramenta, como a mente ou o coração.
— Ou como o martelo do papai — acrescentou Thomas, lembrando-se das vezes em que Victor consertava coisas pela casa.
— Exatamente — concordou Wanda, engolindo o nó na garganta que ainda se formava quando os filhos mencionavam o pai. — E como todo instrumento, pode construir ou destruir. A escolha é sempre sua.
Com o passar dos meses, um novo ritmo se estabeleceu. De manhã, os gêmeos frequentavam a escola local – Wanda insistiu que tivessem uma educação "normal" além das lições mágicas. À tarde, aprendiam com Morgana, Lilia e a própria Wanda os segredos da magia elemental, poções, história das bruxas e como controlar seus dons únicos.
Billy mostrava uma afinidade natural para encantamentos verbais e manipulação de realidade – conseguia criar pequenas ilusões que se tornavam mais complexas a cada tentativa. Thomas, por outro lado, dominava rapidamente a manipulação da energia cinética, movendo-se com velocidade sobrenatural e transferindo essa energia para objetos.
À noite, quando os garotos dormiam, Wanda se dedicava a seu próprio estudo: a busca por uma forma de quebrar a maldição. Não por ela – já havia perdido demais – mas pelos filhos. Temia que, como ela, eles eventualmente encontrassem o amor, apenas para vê-lo ser arrancado de suas vidas.
— Alguns fardos são passados de mãe para filho — comentou Lilia certa noite, encontrando Wanda na biblioteca, cercada por tomos antigos sobre maldições ancestrais. — Mas nem todos os caminhos estão predeterminados.
Lilia era diferente das outras Harkness. Onde Morgana era tradicional e solene, Lilia era irreverente e pragmática. Seus cabelos grisalhos eram mantidos em um corte curto e moderno, e preferia jeans e camisetas a vestidos longos. Viajara pelo mundo estudando diferentes tradições mágicas, e seu conhecimento se estendia muito além dos grimórios familiares.
— Fala por experiência? — perguntou Wanda, erguendo os olhos do livro que examinava.
Lilia sorriu, um sorriso enigmático que lembrava vagamente o de Agatha.
— Digamos que nem todas as mulheres Harkness seguiram o mesmo caminho. Algumas encontraram alternativas.
Antes que Wanda pudesse questionar mais, um estrondo na porta principal da mansão interrompeu a conversa. Não era uma batida comum – era como se alguém tivesse jogado algo pesado contra a madeira centenária.
Lilia e Wanda trocaram olhares tensos antes de se dirigirem ao hall de entrada. Morgana já estava lá, uma expressão de surpresa raramente vista em seu rosto enrugado.
— Abram essa maldita porta antes que eu a derreta! — gritou uma voz familiar do outro lado.
Agatha.
Morgana moveu a mão em um gesto fluido, e as pesadas trancas da porta se desfizeram por vontade própria. A porta se abriu para revelar uma figura que Wanda não via há quase uma década, mas que reconheceria em qualquer lugar.
Agatha parecia ao mesmo tempo igual e completamente diferente. Os mesmos cabelos negros, agora com uma mecha prateada que não estava lá antes. Os mesmos olhos penetrantes, mas agora com uma dureza, uma frieza que era nova. Vestia-se completamente de preto, um estilo que lembrava vagamente o gótico, mas mais sofisticado, mais adulto.
— Você está atrasada para o funeral — disse Wanda, as palavras saindo mais amargas do que pretendia.
Agatha entrou, ignorando o comentário, seus olhos percorrendo o hall como se procurasse por armadilhas.
— Soube do que aconteceu com seu marido — disse finalmente, seu tom neutro, quase desinteressado. — A maldição não faz exceções, como avisei.
Wanda sentiu o sangue ferver, a dor ainda fresca sendo cutucada sem cerimônia.
— Você nem conheceu o Victor.
— Não precisava. Conheci a maldição. Conheço nossa história. — Agatha finalmente olhou diretamente para Wanda, e algo em seus olhos suavizou por um instante. — Lamento sua perda, irmã. De verdade.
Antes que Wanda pudesse responder, uma segunda figura entrou pela porta. Uma jovem mulher asiática, talvez alguns anos mais nova que Agatha, com cabelos negros cortados assimetricamente e olhos delineados em preto intenso. Havia algo inquietante em seu olhar, uma intensidade que parecia avaliar e julgar simultaneamente.
— Você deve ser a famosa Wanda — disse a desconhecida, sua voz melodiosa contrastando com sua aparência afiada. — Agatha fala tanto de você.
— Nico, não agora — cortou Agatha, em um tom que surpreendeu Wanda por sua aspereza.
Nico sorriu, mas o sorriso não alcançou seus olhos.
— Apenas sendo educada, querida. — Ela se virou para Morgana e Lilia. — E vocês devem ser a avó e a tia. Encantada.
Houve algo na maneira como ela pronunciou "encantada" que fez um arrepio percorrer a espinha de Wanda. Não era apenas uma formalidade; havia poder por trás daquela palavra, como se ela estivesse tentando literalmente encantar a quem ouvia.
— O que faz aqui, Agatha? — perguntou Morgana, seu tom deixando claro que a pergunta se estendia também à acompanhante indesejada.
— Notícias viajam rápido nos círculos certos — respondeu Agatha, deixando cair uma mala pesada no chão com um baque surdo. — Soube que minha irmã perdeu o marido para a maldição familiar e voltou para a casa ancestral. Pensei que talvez ela pudesse usar algum... apoio.
A palavra "apoio" saiu estranha dos lábios de Agatha, como se fosse um conceito com o qual não estivesse mais familiarizada.
— Ou talvez você precise de um lugar para se esconder — comentou Lilia, seus olhos astutos avaliando tanto Agatha quanto Nico. — Problemas te seguindo novamente, sobrinha?
Um músculo se contraiu no rosto de Agatha, e Nico deu um passo à frente, como um predador pronto para atacar.
— Cuidado com o que insinua, velha — sibilou Nico. — Agatha não se esconde de nada nem ninguém.
— Nico — a voz de Agatha era baixa, mas carregada de autoridade. — Eu disse não agora.
O clima na sala era tenso, carregado de palavras não ditas e suspeitas não expressas. Wanda olhou de sua irmã para a estranha que a acompanhava, sentindo que havia muito mais acontecendo do que aparentava.
— Mamãe?
A voz sonolenta de Billy quebrou a tensão. Ele estava no topo da escada, esfregando os olhos, seu pijama azul grande demais para seu corpo pequeno.
— Quem são elas? — perguntou, olhando curiosamente para as recém-chegadas.
Wanda foi rapidamente até ele, colocando-se instintivamente entre o filho e as visitantes.
— Esta é sua tia Agatha, querido. Minha irmã. E esta é... — ela hesitou, olhando para a jovem de aparência inquietante.
— Nico Minoru — completou a própria, com um sorriso que parecia sincero pela primeira vez desde que chegara. — Prazer em conhecê-lo, pequeno.
Algo na maneira como Nico olhou para Billy – com uma curiosidade quase científica – fez Wanda apertar o ombro do filho de maneira protetora.
— Você tem magia — disse Billy subitamente, surpreendendo a todos. — Diferente da nossa. Mais... escura.
Nico riu, um som melodioso que ecoou nas paredes antigas como uma promessa perigosa.
— Esperto, o menino — comentou, seus olhos nunca deixando o rosto de Billy. — Vamos nos dar muito bem, tenho certeza.
— Hora de dormir, Billy — disse Wanda firmemente, guiando-o de volta ao corredor. — Você pode conhecer melhor sua tia amanhã.
Quando retornou ao hall, Morgana já havia conduzido as visitantes para a sala de estar, onde um fogo baixo crepitava na lareira. Lilia estava encostada no batente da porta, observando a cena com olhos vigilantes.
— Então, você tem filhos — comentou Agatha, aceitando a taça de vinho que Morgana lhe ofereceu. — Gêmeos, pelo que soube.
— Thomas e William — confirmou Wanda, sentando-se em uma poltrona afastada, preferindo manter distância. — Seis anos.
— E eles têm o dom — não era uma pergunta.
Wanda assentiu lentamente.
— Billy tem afinidade com a realidade e energia mística. Tommy com energia cinética. Estão aprendendo a controlar.
Agatha tomou um longo gole do vinho, seus olhos nunca deixando o rosto da irmã.
— Então você contou a eles. Sobre o que somos.
— Não tive escolha — respondeu Wanda. — Os poderes começaram a se manifestar espontaneamente após... após Victor.
Nico, que estava examinando os artefatos expostos nas prateleiras da sala, virou-se com interesse renovado.
— Trauma como gatilho — comentou, como se analisasse um espécime intrigante. — Clássico, mas eficiente. A dor libera bloqueios que a mente consciente impõe.
— Falando por experiência? — perguntou Lilia, seu tom casual, mas seus olhos afiados.
Algo sombrio passou pelo rosto de Nico, tão rápido que Wanda quase não captou.
— Todos temos nossas histórias, não é? — respondeu ela, pegando um pequeno objeto da prateleira – um amuleto antigo que pertenceu à bisavó delas. — Fascinante, como vocês Harkness preservam sua história. Minha família prefere enterrar a nossa.
— Nico vem de uma linhagem antiga — explicou Agatha, percebendo a confusão no rosto de Wanda. — Os Minoru são uma das famílias fundadoras do que se tornou o Coven Oeste na Costa do Pacífico.
— Ex-fundadora — corrigiu Nico com amargura. — Fomos... afastados há duas gerações. Política mágica. Sabe como é.
Havia algo na maneira como ela disse isso que sugeria uma história muito mais complexa e provavelmente violenta do que suas palavras indicavam.
— O que realmente as traz aqui? — perguntou Morgana, indo direto ao ponto. — Você não visita há quase dez anos, Agatha. Por que agora?
Agatha e Nico trocaram um olhar rápido, uma comunicação silenciosa que não passou despercebida por ninguém na sala.
— Como disse, soube da perda de Wanda — respondeu Agatha finalmente. — E achei que talvez fosse hora de reconectar com minhas raízes.
— E o fato de que vocês parecem estar fugindo de algo não tem nada a ver com isso? — insistiu Lilia.
Nico se moveu com uma velocidade surpreendente, repentinamente a centímetros do rosto de Lilia, seus olhos brilhando com uma luz sobrenatural.
— Sugiro que cuide de seus próprios assuntos, bruxa — sibilou, sua voz carregada com uma energia que fez as luzes da sala vacilarem.
— Nico, basta! — a voz de Agatha cortou o ar como um chicote.
Por um momento, pareceu que Nico não obedeceria. Havia uma tensão em seus ombros, uma rigidez que sugeria que estava pronta para atacar. Então, lentamente, ela recuou, mas seus olhos permaneceram fixos em Lilia, desafiadores e ameaçadores.
— Peço desculpas pelo comportamento de minha... companheira — disse Agatha, seu tom formal, controlado. — Tivemos uma viagem longa e estressante.
— Tenho certeza que sim — respondeu Morgana, sua voz calma, mas seus olhos alertas. — Mostraremos seus quartos. Vocês devem descansar.
Enquanto Morgana conduzia Agatha e Nico para o andar superior, Wanda permaneceu na sala com Lilia, ambas em silêncio até que os passos desapareceram no corredor. Fazia anos que Wanda não via a irmã e ela sentia falta dessa conexão, mas Agatha pelo visto havia se tornado outra pessoa.
— Há algo errado com essa garota — comentou Lilia finalmente. — Uma energia perturbada. Desequilibrada.
Wanda assentiu lentamente.
— E Agatha parece... diferente. Mais dura. Mais fria.
— A dor faz isso com as pessoas — respondeu Lilia, seus olhos fixos nas chamas da lareira. — Transforma amor em amargura, esperança em cinismo. A questão é: que tipo de dor transformou sua irmã? E por que essa garota Minoru a segue como uma sombra?
As respostas começaram a se revelar nos dias seguintes. Agatha se instalou na mansão como se nunca tivesse partido, retomando seus estudos na biblioteca, praticando rituais no jardim, ocasionalmente ajudando Morgana com poções mais complexas. Para os gêmeos, mostrou-se uma professora surpreendentemente paciente, ensinando técnicas avançadas de controle mágico que Wanda ainda não dominava completamente era atenciosa e cuidava dos meninos como seu, ela os amava imensamente assim como sua irmã, essa que por sua vez parecia não conseguir se conectar mais como antes..
Nico, por outro lado, era uma presença inquietante. Raramente ficava sozinha com qualquer membro da família, sempre próxima de Agatha, como se temesse perdê-la de vista. Havia uma possessividade em seu comportamento que ia além da devoção – era uma obsessão que se manifestava em pequenos gestos: olhares afiados quando alguém ocupava demais a atenção de Agatha, comentários cortantes disfarçados de brincadeiras, toques que pareciam marcar território mais do que expressar afeto.
Uma tarde, Wanda encontrou Agatha sozinha na estufa, catalogando ervas raras que Morgana cultivava para rituais específicos.
— Onde está sua sombra? — perguntou, referindo-se a Nico.
Agatha sorriu levemente, o primeiro sorriso genuíno que Wanda vira desde sua chegada.
— Consegui convencê-la a ir à cidade buscar alguns suprimentos. Precisava de alguns momentos... sem supervisão.
Wanda sentou-se no banco de pedra ao lado da irmã, observando como seus dedos trabalhavam com a mesma precisão meticulosa.
— Ela parece gostar bastante de você — Wanda comenta cutucando a grama com a ponta dos dedos dos pés, Agatha solta um bufo em meio a uma risada carregada de ironia.
— Uhum, mas ela é boa, eu prometo — a Harkness mais velha ergue a cabeça, olhos azuis escuros se encontrando com os verdes de Wanda que analisa o rosto da irmã, pensando se deixaria ou não esse assunto passar e acaba dando de ombros, estavam começando a se conectar novamente e não queria estragar esse momento.
— Se você diz — Wanda se abaixa ao lado de Agatha a ajudando, silêncio recai sobre elas por alguns momentos até que Agatha o corte novamente.
— Eu senti sua falta — comentou erguendo um punhado de alfazema examinando-os — Sinto muito por não ter chegado a tempo do funeral, e por não estar aqui pra você quando mais precisou.
Wanda ficou em silêncio, as poucas palavras de sua irmã mais velha batendo em seus ouvidos, não queria negar, tão pouco admitir que o afastamento e frieza de Agatha tornaram tudo mais difícil para ela. A Harkness mais nova sentia tanta falta de sua irmã que chegava a lhe causar dor física, mas não sabia qual seria a reação dessa nova mulher diante dela, então apenas aceitou as palavras com um aceno de cabeça.
— Por favor, não seja assim…
— Assim como, Agatha?
— Não se feche para mim, Wandy.
— Você sumiu por anos, me abandonou como se eu fosse nada com um corte na mão jurando que estávamos conectadas, mas todas as vezes em que eu tentei chegar até você tudo o que recebi do outro lado foi nada — Wanda parou puxando uma respiração afiada olhos verdes cobertos por lágrimas não derramadas, os deixando vítreos — e quando retorna é uma estranha, uma mulher a qual não reconheço. Tudo o que eu queria era minha irmã carinhosa que cuidava de mim, mas recebi o total oposto, existe um muro entre nós Agatha, não é justo você me cobrar algo que você mesma impôs em nosso relacionamento.
— Wanda — Agatha chama deixando as plantas de lado, se virando de frente para a irmã, mãos buscando pelas pálidas de Wanda, olhos azuis buscando os verdes — Por favor, sestra — a morena implora olhos grudados em Wanda esperando por uma conexão, essa que acontece segundo depois quando a ruiva a encara.
Palavras não são necessárias enquanto as irmãs se olham, pensamentos desconexos e palavras confusas sendo compartilhadas em suas mentes.
— Você é minha irmã, nunca mais faça isso — Wanda acusa, mas cede.
— Eu prometo — Agatha diz abraçando a mais nova, o cheiro de plantas medicinais e baunilha, característico de Wanda, enchendo seus pulmões.
Naquele mesmo dia, Nico insistiu que elas deveriam ir em busca de algo que não conseguira encontrar na pequena ilha, seus olhos escuros e palavras incisivas não dando margem para uma recusa. Horas mais tarde, no calar da noite Agatha entrava com uma mala de mão no carro escuro sem olhar para trás, uma pequena lágrima escorrendo em sua bochecha, mas ela não poderia e nem mesmo queria colocar em risco sua família. 
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maddctor · 2 months ago
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(  harris   dickinson, masculino   cisgênero, vinte   e   nove   anos  )   esse   é victor   theodore   blyth   perambulando   pelos   corredores   de   thornhill?   antigamente   ele   era   conhecido   como   o   cientista,   mas   hoje   em   dia   é   um  médico.   eu   me   lembro   de   sua   disposição inteligente   e   meticulosa mas   também   de   seu   temperamento  frívolo   e   arrogante.   eu   espero   que vic   ache   seu   caminho   para   fora   desses   portões.
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✶            dados   básicos   ❜
name: victor   theodore   blyth   ; nickname:   vic,   mas   tão   pouco   é   fã   de   apelidos   ; birthday:   dezesseis   de   fevereiro   ; age:   vinte   e   nove   ; pronouns:   ele   /   dele    ; orientation:    bissexual   ; occupation:   médico   legista. 
✶            aparência   ❜
faceclaim:   harris   dickinson   ; hair   color:   loiro   escuro   ; eye   color: azul   acinzentado   ; height: um   metro   e   oitenta   e   seis. 
✶            personalidade     ❜
estudioso,   inteligente,   meticuloso,   incisivo   e   engenhoso.   porém,   também   é   frívolo,   arrogante,   pouco   flexível,   ardiloso   e   sarcástico. 
✶          estética    ❜
crude   words   falling   from   privileged   lips,   restless   nights,   black   coffee,   burning   sips   of   vodka   warming   your   insides,   losing   grasp   of   reality.
✶          história    ❜
diferente   da   irmã   mais   velha   e   indo   contra   os   hábitos   metódicos   da   família,   victor   não   foi   planejado.   a   gestação   veio   como   uma   agradável   surpresa,   embora   o   casarão   fosse   recheado   de   trabalhadores   domésticos   durante   o   dia,   diana   queria   escutar   a   doce   gargalhada   de   um   bêbe   e   não   o   som   de   louça   sendo   lavada   e   a   palha   da   vassoura   escovando   os   cantos   dos   tetos,   queria   algo   para   que   ela   pudesse   cuidar   e   amar.   theodore,   por   outro   lado,   engoliu   as   próprias   palavras   e   obrigou-se   a   digerir   a   notícia,   pois   bem,   devia   à   esposa. 
diana   nunca   precisou   lavar   uma   xícara   sequer;   sua   vida   era   resumida   em   pentear   os   cabelos   da   filha,   lisa,   pela   manhã   antes   que   fosse   para   escola,   cuidador   de   seu   precioso   jardim   e,   durante   a   noite,   dedicar-se   à   leitura   bíblica   e   às   orações   antes   de   dormir.   theodore   possuía   uma   vida   muito   mais   agitada   que   a   de   sua   esposa,   como   professor   universitário   e   diretor   do   departamento   de   ciências   humanas   da   universidade   de   oxford,   seu   dia   dividia-se   entre   lecionar   e   orientar,   planejar   aulas   e   estudar,   fumar   charuto   em   algum   momento   propício   e,   após   o   expediente,   encontrar   com   a   amante. 
não   chegou   a   conhecer   o   filho,   diana   faleceu   durante   o   parto.   e,   apesar   de   toda   riqueza   e   grandiosidade,   é   possível   afirmar   que   viveu   miseravelmente.   enlutado,   theodore   logo   colocou   a   amante   para   assumir   o   papel   de   mãe   de   família   dos   outros.   então,   as   duas   crianças   cresceram   aos   cuidados   das   governantas —   seu   pai   nunca   foi   uma   pessoa   afetuosa.   o   único   afeto   que   dava   era   para   a   nova   esposa   dentro   de   quatro   paredes.   mas,   ainda   assim,   cobrava   muito   dos   filhos,   assim   como   ele,   deveriam   ser   estudiosos   e   excelentes   em   todas   as   suas   tarefas. 
foi   uma   criança   estudiosa,   de   mente   ágil   e   língua   duplamente   mais   ágil   e   afiada,   fazia   questão   de   desafiar   o   próprio   pai��  e   contestá-lo   sempre   que   possível.   quando   a   guerra   começou,   victor   foi   despachado   antes   mesmo   que   os   funcionários   homens   da   casa.   lisa,   por   ser   mais   fácil   de   lidar,   permaneceu   em   londres   com   a   madrasta,   dando   um   beijo   da   cabeça   do   irmão   antes   do   motorista   abrir   a   porta   do   carro   para   ele.   se   deus   existisse   mesmo,   sua   mãe   não   teria   morrido,   seu   pai   não   teria   a   substituído,   a   guerra   teria   começado   e   não   precisaria   ir   para   thornhill. 
lembra-se   de   comemorar   quietamente   o   fim   da   guerra,   feliz   porque   deixaria   aquele   lugar   e   reencontraria   a   irmã,   mas   desgostoso   porque   aquilo   implicava   em   também   ter   que reencontrar   o   pai.   a   verdade   é   que   theodore   faleceu   alguns   poucos   anos   depois,   acidente   doméstico.   foi   um   enterro   grandioso,   muitos   amigos   e   estudantes   e   colegas   foram   visitar   o   morto,   perdeu   a   conta   de   quantos   pêsames   e   abraços   recebeu.   quando   todo   mundo   já   havia   se   despedido,   victor   cuspiu   sobre   a   lápide. 
✶          extra    ❜
victor   faz   uso   de   uma   série   de   substâncias   lícitas   e   ilícitas,   algumas   para   diversão   ou   para   mantê-lo   acordado,   outras   para   fazê-lo   dormir. 
constantemente   tem   pesadelos   perturbadores   e   sem   sentido;   quando   fecha   os   olhos,   ele   vê   rostos   sem   cor   e   desfigurados,   mãos   com   unhas   sujas   de   sangue   seco   que   tentam   constantemente   o   envolver,   sussurros   zombeteiros   e   sibilantes   no   pé   do   ouvido,   sombras   que   permanecem   no   canto   de   seu   quarto   e   o   observam. 
já   teve   muitos   relacionamentos,   todos   curtos. 
ainda   mora   no   casarão   da   família,   mas   unicamente   porque   jamais   deixaria   a   madrasta   se   apossar   de   algo   que   era   de   sua   mãe.   então,   eles   coexistem   apesar   de   se   odiarem   fortemente. 
victor   estudou   em   oxford   e   ainda   tem   muitos   contatos   e   amigos   por   lá.   participa   de   laboratórios   e   pesquisas. 
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elaestalivre · 7 months ago
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❄ ㅤㅤㅤㅤAtenção, atenção, quem vem lá? Ah, é ELSA DE ARENDELLE, da história FROZEN! Todo mundo te conhece… Como não conhecer?! Se gostam, aí é outra coisa! Vamos meter um papo reto aqui: as coisas ficaram complicadas para você, né? Você estava vivendo tranquilamente (eu acho…) depois do seu felizes para sempre, você tinha até começado a TORNAR-SE MAIS SOCIÁVEL, LECIONANDO NA ACADEMIA DE MAGIA… E aí, do nada, um monte de gente estranha caiu do céu para atrapalhar a sua vida! Olha, eu espero que nada de ruim aconteça, porque por mais que você seja RESILIENTE, você é INSEGURA, e é o que Merlin diz por aí: precisamos manter a integridade da SUA história! Pelo menos, você pode aproveitar a sua estadia no Reino dos Perdidos fazendo o que você gosta: CONTINUANDO A LECIONAR NA ACADEMIA E CUIDANDO DE SEU MAIS NOVO NEGÓCIO, A SORVETERIA FROZEN FLAVORS.
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❄ ㅤTRAÇOS RELEVANTES: ㅤㅤㅤㅤprotetora, gentil, inteligente, auto exigente, impulsiva e teimosa.
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❄ ㅤESTÉTICA:ㅤㅤㅤㅤneve ao amanhecer, azul e branco, vestidos longos, sapatilhas, tiaras, brincos de diamante, luvas de cetim e veludo, tranças no cabelo, livros antigos de feitiçaria, vista para o mar.
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TRIVIA.
32 anos.
Proprietária da sorveteria Frozen Flavors e lecionando Magia Inerente na Academia.
Homossexual (Lésbica).
Elsa também é uma habilidosa cantora. Em seus dias vagos, está sempre a embalar qualquer melodia em sua sorveteria, e de certo, todos devem conhecer os maiores hits cantados por ela (alô, minha gente! livre estou!).
É vegetariana.
Romântica assídua! Sempre poderá ser vista com algum livre de romance nas mãos. Ah, boatos que está escrevendo o seu próprio livro sobre um conto "inventado", mas ainda é segredo.
Detesta altas temperaturas (duh!), mas sempre está abrindo exceções que depende de ocasião e pessoa.
É gigante! Elsa tem seus impressionantes 1,90 de altura.
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HEADCANONS.
Ainda que enxergue os perdidos com bons olhos, ela teme que a presença deles afete o curso natural da magia pela a forma atípica que surgiram. De certo, ela estará observando, sempre desconfiada, mas ainda aberta ao benefício da dúvida. Elsa têm em mente que são apenas vítimas, por isso, sempre está a tratar bem a todos. Ainda assim, seu pensamento para o assunto é geral, é neutro e ela evita abordar ou expor opiniões sobre tão abertamente.
Por uma vez na eternidade, Elsa finalmente sente liberdade para ser e expor quem realmente é de verdade. Longe dos domínios reais e os afazeres como rainha de todo um povo, ela dedica-se as lições e ao pequeno negócio divertido que criou com base nos poderes que tem. Ainda que relute um pouco, a então Rainha de Arendelle está em busca de mudanças, de um novo sopro de ar que a leve a novos caminhos inesperados que satisfaçam seus desejos como uma "pessoa comum".
Elsa pode estar aberta a dar oportunidades para os novos personagens nos contos de fadas, mas a velhas inimizades, a mulher não está nem um pouco balançada a abrir-se a uma remodelação destes antigos laços. Com toda a situação confusa, ela se mantém ferrenha aos estudos mágicos e de olhos nos vilões, principalmente, aqueles que ela conhece muito bem e que dariam tudo para se aproveitar da situação.
Sua família e agregados são seu maior tesouro. Elsa acredita que sua paz de espírito é proveniente apenas quando estes estão em paz também. Caso isso aconteça ao contrário, prepare-se então para lidar com a ira da Rainha do Gelo; não é rancorosa, mas não poupará esforços para se livrar de quem machucou ou está disposto a machucar a quem ela mais ama em vida: sua irmã, Anna.
FROZEN FLAVORS.
Cada sorvete, milkshake ou raspadinha da Frozen Flavors é feito com a ajuda da magia de Elsa, que mantém o clima do lugar congelante e o ambiente fresco. Mesmo que ela não esteja lá fisicamente, sua magia se infiltra nas paredes, garantindo que os sorvetes tenham a consistência perfeita e o gelo nunca derreta.
A decoração azul e branca da Frozen Flavors reflete os tons da neve e gelo de Arendelle, mas também é inspirada pelas cores típicas das vestimentas de Elsa. As paredes são decoradas com flocos de neve detalhados que parecem tão reais que às vezes brilham ao toque. Há rumores de que a decoração do lugar se modifica ligeiramente conforme o humor da rainha; flocos de neve maiores aparecem em dias mais introspectivos, e o ambiente fica ainda mais gelado quando Elsa está preocupada. O clima congelante do lugar também é uma extensão dos sentimentos de Elsa. Quando ela está em paz e controlada, a sorveteria tem uma leve brisa refrescante, ideal para um dia relaxante. No entanto, se ela está ansiosa, os clientes notam que o ar pode ficar mais frio do que o normal, com leves tempestades de neve aparecendo magicamente nos cantos da sala. Alguns dizem que o sabor do sorvete também muda sutilmente nesses dias, refletindo suas emoções.
A mobília da Frozen Flavors parece esculpida diretamente de blocos de gelo cristalino, com mesas e cadeiras que brilham suavemente, refletindo a luz ambiente como se fossem feitas de diamantes. O gelo não é frio ao toque, graças à magia de Elsa, proporcionando uma sensação de frescor agradável, mas sem desconforto. As cadeiras têm encostos altos, com curvas elegantes que lembram flocos de neve, proporcionando uma estética refinada e convidativa.
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OOC name: ㅤㅤㅤㅤNand!
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tceron · 4 months ago
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É uma honra lecionar em Hexwood e TAERON ALEKSANDER DI MEDICI III  sabe bem disso! Aos TRINTA E CINCO ANOS, é professor de MANIPULAÇÃO DE ENERGIAS e hospedeiro de FLINS.Falam pelos corredores que ele é DILIGENTE, mas também ARROGANTE. Sua reputação é conhecida além das fronteiras, e dizem que se parece com HENRY CAVILL.
ABOUT;
Com um dos sobrenomes mais poderosos de sua província e nascido em berço de ouro, Taeron recebeu de sua mãe, Emerald, a maior das bênçãos ainda em seu ventre: a magia Khajor, passada de geração em geração entre todas as mulheres da família. Entretanto, Taeron foi o primeiro homem de sua linhagem a herdar a conexão com essa magia. Criado por todas as mulheres da família para ser exatamente como elas, todos acreditavam que o seon que escolheria Taeron seria semelhante ao delas. Mas Taeron sempre soube que estavam enganadas.
A imagem que aparecia em seus sonhos nas noites mais frias não era acolhedora nem trazia presságios de cura. Era poderosa, mas também sombria e pesada, com uma energia que lhe causava arrepios na espinha. Após o ritual, suas suspeitas foram confirmadas: o deus que o escolhera como hospedeiro fora Flins, o deus da morte, o que causou grande decepção entre seus familiares.
Ficar na academia não era opcional, especialmente quando, um por um, todos em sua família começaram a lhe virar as costas. A gota d'água para o rompimento definitivo com sua família teve nome, sobrenome, orelhas pontudas e origem élfica. Taeron se apaixonou por uma das montadoras de dragão do instituto rival, trazendo vergonha e desonra para o nome da família, que decidiu cortar relações com o jovem rebelde. Ofereceram-lhe uma última chance: se ele abandonasse a mulher, seria aceito de volta. Contudo, ninguém esperava que a história de amor fosse breve. Sua amada acabou morrendo, transformando o coração de Taeron em gelo.
Ele se recusou a retornar para sua família. Em vez disso, dedicou-se aos estudos e, anos depois, retornou à academia para se candidatar ao cargo de professor em Hexwood onde leciona até hoje.
Seon(Flins); em breve mais informações.
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yourcinnamoncake · 2 years ago
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Santo
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Jisung x Leitora
Sinopse: Você é uma professora de filosofia muito requisitada e foi contratada para lecionar em um seminário para padres.
Warning: Smut com plot, Jisung virgem, oral (ele recebe), sexo sem proteção (não se arrisquem, amadinhos).
Ambientação: Dark Academia
Notas do autor: Então gente, meu primeiro smut. Tentei me aproveitar de uma ideia antiga, a intenção era ser algo fofo, mas acabou assim. Espero que gostem.
Naquela pequena cidade, onde todos conheciam a todos, existia apenas uma igreja católica. Suntuosa por dentro e por fora, suas torres eram altas, esguias e pontudas, apontando sempre para aquele que está além da visão humana, grande para lembrar a todos o quão pequenos e inferior eles eram; com muitas portas e vitrais coloridos e as abóbodas estreladas pintadas de um azul tão bonito e majestoso, com detalhes dourados. Tudo feito com detalhes tão pequenos e bonitos, resultado de anos de construção através de doações dos fiéis. Além disso, aquela cidade era onde a maioria dos seminaristas, dedicados a se tornar um padre, gostariam de estudar, pois a cidade, além de pacata, quase sempre acometida por um clima chuvoso e frio, tinha uma verdadeira devoção aos padres daquela igreja e os tratavam muito bem, dando presentes e deixando que eles consumam o que quiserem sem precisar pagar; fora a casa onde moram e estudam, grande e confortável, que fica logo atrás da igreja e, também, somente os melhores padres e professores lecionavam ali. Era o que chamavam de verdadeira benção.
Ao menos, para você, era uma verdadeira benção ter sido contratada, mesmo que temporariamente, para lecionar naquela igreja. Você é uma professora universitária de filosofia a três anos, cujo o trabalho de conclusão de curso foi admirado por doutores na área e hoje é material de estudo na universidade em que você se formou. Não existia pessoa mais bem preparada para dar aula aos seminaristas do que você, mesmo assim, os padres estavam relutantes, pois seria a primeira professora mulher daquele local, ainda sim a universidade fez questão de te enviar, seria mais uma grande conquista para o seu currículo perfeito. Mesmo que você não acredite em algo divino, seu respeito por quaisquer crenças religiosas era louvável, os padres não tiveram problemas com você. Mas você tinha problema com um deles, um problema que você lutava para afastar da sua mente todos os dias, Park Jisung.
Park Jisung era um dos muitos seminaristas intercambistas que tiveram a sorte de serem selecionados para estudar ali, ele levava seus estudos muito a sério, era o seminarista que todos colocavam muita fé, inclusive você. Sua presença não era um problema até que notaram que Jisung estava passando muito tempo com você. Não era nada daquilo que eles estavam pensando, Jisung apenas gostou muito de suas aulas, ficava cheio de perguntas que ele mesmo respondia e você só o ajudava a chegar nas respostas e quando isso acontecia, você o elogiava, Jisung gostava disso. Gostava de conversar com você e te surpreender com um novo questionamento porquê, entre tantos seminaristas inteligentes, você havia notado ele e o elogiou. Mas claro, ele gostava apenas de suas aulas e não do seu cabelo preso que dava o vislumbre para o colar delicado de perolas em seu pescoço, muito menos do rastro de seu perfume que o trazia a sensação de conforto, nem do seu sorriso quando a turma compreendia o que você tinha a dizer e muito menos das risadas que você soltava quando os seminaristas faziam alguma piada filosófica para descontrair a seriedade de suas aulas, e menos ainda das suas saias abaixo do joelho e nem das meia calças que cobriam suas pernas e seus óculos escorregando pelo nariz, não mesmo, sem contar que ele não gostava das suas camisas de botões que ele arduamente tentava tirar da mente a imagem dele abrindo botão por botão. Ele só gostava das suas aulas, era o que Jisung tentava se convencer toda vez que chegava perto de você, mas sentia que podia desmaiar de tanto que seu coração acelerava.
Não era você, você só estava lá, fazendo seu trabalho, sendo gentil em ajuda-lo e isso o afetava tanto. Era errado, não por você ser mais velha, a diferença de idade de vocês era de seis anos e ele, com vinte e dois, já era maior de idade, mas era errado porquê ele era um futuro padre, vivia o celibato e queria orgulhar seus pais e concluir essa etapa, fazer valer a pena o dinheiro que investiram em sua vida sacerdotal. Jisung se sentia tão afetado por você, que precisava enfiar suas mãos no bolso da batina para não tocar em você. Quando era dia de se confessar, Jisung não tinha coragem de dizer ao padre o que estava sentido, o que ele precisou fazer quando sonhou com você. Você estava o deixando sufocado.
Por outro lado, você só gostava da participação dele em suas aulas. Não era como se você gostasse do sorriso que ele dá, apertando os olhinhos, muito menos de sua voz, quiçá das suas mãos; não é como se você gostasse de ele ter muitas perguntas só para ir conversar com você, nem dos passeios que davam pelos arredores da igreja, filosofando. Você até passou a frequentar a missa no domingo quando ele estava escalado, porquê era adorável vê-lo servir. Mas você, de certo, não gostava de como ele te deixava toda boba quando conseguia chegar na própria conclusão, você não o poupava de elogios justamente por não gostar da forma como ele sorri particularmente para você. Você não gostava do seminarista Park Jisung, era o que você tentava se convencer.
Vocês não se gostavam e ainda sim as coisas saíram do trilho quando, sozinhos em mais um dos passeios matinais antes das aulas, em que ele tirava duvidas com você, sob as gotas de orvalho da manhã, ele te beijou e você teve a coragem de beijá-lo de volta. Jisung passou bons minutos no banheiro tentando tirar o rastro de seu batom rosado de seu rosto e do colarinho de sua batina, mas tinha um sorriso tão grande no rosto porquê seus lábios eram exatamente como ele imaginou, macios e deliciosos. Vocês se encontravam todos os dias nesse horário e depois da missa, quando você dizia a um dos padres que iria ajudar a arrumar a igreja, os seminaristas sempre iam embora mais cedo e vocês dois se enfiavam na cabine de confissões para se beijarem de novo, de novo e de novo. Jisung te secava a aula toda e quase não conseguia disfarçar, você também não conseguia esconder um sorriso tímido quando o pegava olhando para seu rosto. Mas todos estavam concentrados de mais em entender Tomás de Aquino para perceber que você só queria beijá-lo de novo.
Vocês estavam trilhando um caminho sem volta pois Jisung ainda não pretendia abandonar o seminário, mas ainda te queria o mais profundo em sua alma, e você não pretendia ficar naquela cidade sabendo que estava terrivelmente apaixonada por alguém que você não poderia ter. Vocês tiveram uma briga e, naquela noite, você não ficou para ajuda-lo na igreja, você saiu e foi direto para a pousada onde estava morando, de baixo da chuva forte mesmo, sendo protegida apenas por um frágil guarda-chuva que havia levado para a missa. Decidida, você começou a arrumar suas malas, iria pegar o primeiro trem da manhã e dele enviaria uma carta ao pároco da igreja, pedindo sua demissão. Você não suporta a ideia de se apaixonar por alguém e esse alguém partir, não de novo.
Porém, não completou meia hora que você havia entrado em seus aposentos quando escutou uma batida na porta. Você abriu a porta e se deparou com a velha mulher que deixou que você morasse ali, ela estava muito sorridente e animada.
— Um seminarista quer te ver, disse que é aluno seu e precisa de ajuda urgente. — Ela disse, saindo a sua frente. Foi naquele momento que você percebeu que o povo acredita demasiadamente no corpo clérigo da cidade para acreditar que, em plena nove horas da noite de um domingo, um seminarista viria procurar ajuda com a matéria que estuda. Você sabia que era Jisung e ainda sim desceu, mas parou na metade da escadaria quando o viu e cruzou os braços.
— Preciso da sua ajuda, professora. Não consigo resolver esse exercício. — Jisung disse, não estava usando batina, mas somente a camisa preta e a calça de alfaiataria de mesma cor, quase um uniforme para eles. Estava encharcado da cabeça aos pés, os olhinhos tristes enquanto segurava o caderno envolto em uma sacola plástica para não molhar. Vocês tinham um código para se comunicar, precisar de ajuda com a matéria era um deles, significa que ele precisa muito ver você.
— Mas é claro que ela ajuda, não é? — A velha se intrometeu e você soltou um suspiro pesado, sua vontade era de gritar e dizer que ele era um pervertido que só estava querendo colocar a boca na sua uma vez mais. Mas não o fez.
— Tudo bem, vamos lá. — Você deu as costas para ele e subiu a escada de volta ao seu quarto, ou um apartamento improvisado. Ele te seguiu e deixou os sapatos molhados do lado de fora para não molhar o seu carpete, não que adiantasse muita coisa.
Jisung entrou, tremia de frio, o que fez você se compadecer pois estava chovendo muito lá fora e ele atravessou tudo isso só para estar aqui. Você pegou uma de suas toalhas grandes e o cobriu, fazendo ele se sentar no chão, próximo a lareira e você se ajoelhou ao lado dele, usando a toalha para esfregar os cabelos molhados. Se preocupava com ele, sua saúde, porquê o ama e não tinha como negar, mesmo que estivesse brava com ele, mas ele te olhava com aqueles olhos pidões, Jisung havia notado a mala sobre a cama, algumas roupas tiradas da gaveta, ele sentiu que você estaria escapando de suas mãos se não fizesse alguma coisa.
— Me perdoa, noona. — Jisung disse, apoiando as mãos tremulas de frio em sua cintura, enquanto você ainda trabalhava arduamente em secá-lo, resmungando sobre como ele era imprudente por ter saído no meio de uma tempestade. Você não o respondeu, muito pelo contrário, esfregou o cabelo dele com mais força, arrancando uns fios de cabelo na toalha. Jisung imediatamente segurou seus pulsos. — Vai me deixar calvo desse jeito.
— Você bem que merece. — Respondeu, afastando-se um pouco dele para sentar-se sobre os joelhos, de frente para Jisung. Você não conseguia ficar brava com ele por muito tempo, não quando ele te olhava daquela forma, você levou uma mão até o rosto do rapaz e acariciou sua bochecha com o polegar. — Eu te perdoo, mas isso não vai me fazer ficar. Jisung, eu amo você e eu jamais pediria para você desistir de algo por mim.
— E eu jamais te pediria para ficar e sofrer, eu só não podia deixar você partir sem saber que eu realmente te amo. — Ele explicou. Já estava parando de tremer, aquecido não só pela lareira, mas pelos sentimentos que ele nutria por você. Ele segurou seu rosto com ambas as mãos e fechou a distancia entre vocês com um beijo um pouco afobado, desesperado por assim dizer. Ele explorou seus lábios como se nunca tivesse te beijado antes, ainda sim com uma destreza que te impressionou, pois foi você que o ensinou a te beijar da forma que você gosta, prendendo seu lábio inferior entre os dentes suavemente; logo você estava erguida sobre seus joelhos de novo, porém, entre as pernas de Jisung, que te abraçava pela cintura, apertando sua pele através do tecido de sua blusa e você, com os braços apoiados em seus ombros, passeava os dedos entre os fios escuros do mais novo, puxando de leve. Quando a necessidade do ar se fez presente, ele separou apenas os lábios, mas continuou abraçado em sua cintura, carente, como se sobreviver dependesse da forma carinhosa que você o tratava.
— Hm, eu posso te pedir uma coisa? — Ele disse ofegante, você puxou o cabelo dele, apenas para que ele pudesse olhar para você enquanto faz o pedido. Você imaginou de tudo, até mesmo que ele pediria para você ficar mais uma semana, menos o que ele realmente queria pedir. — Você pode ser a minha...hm, pode me fazer homem?
A pergunta te fez rir internamente, mas não por ter sido engraçado, mas por ter sido fofo a escolha das palavras. Você ainda acariciava seus cabelos e não pode deixar de sorrir toda boba, pelo pedido que ele fez, você respondeu positivamente com a cabeça. Alimentava seu ego saber que você o ensinaria fazer o que você, especificamente, gosta e que seria a única.
— Senta no sofá. — Você pediu, Jisung te obedeceu na velocidade da luz. Se você soubesse que bastava usar esse argumento para que ele te obedecesse, você teria o feito a muito tempo para que ele prestasse mais atenção nas aulas dos outros professores. Jisung sentou-se no sofá e você se sentou no colo dele, com uma perna de cada lado. Ele ficou nervoso e tremeu novamente, principalmente quando você levou as mãos até a camisa de botões, ele fantasiou com aquilo desde que você chegou, por isso segurou suas mãos e você olhou para ele em duvida se devia tirar a camisa ou não.
— Eu posso fazer isso por você? — Ele indagou esperançoso, mas não conseguia olhar em seus olhos, você abaixou as mãos, apoiando-as nos ombros de Jisung.
— Quer me despir? — Você perguntou de volta e ele respondeu positivamente com a cabeça. Você se levantou do colo dele, ficando parada a frente de Jisung. — Pode despir.
O mais novo se levantou, havia pouco espaço entre vocês, mas era o que você queria, sentir o calor do corpo dele contra o seu e a respiração dele contra a sua. As mãos de Jisung avançaram até os primeiros botões, estava nervoso e isso era um pouco óbvio pela forma que suas mãos, de tão tremulas, se atrapalharam ao abrir, mas a partir do momento que sua pele, pouco a pouco fora se revelando, ele sentia que ia beirar a insanidade se não colocasse a boca em todo lugar que descobria em seu corpo. Jisung inclinou o rosto em sua direção e beijou o meio de seu pescoço, descendo em linha reta até o meio entre as clavículas, fez questão de beijar os ossinhos e prender a pele fina entre os dentes; então ele abriu mais sua camisa, revelando o colo de seus seios projetados devido ao bojo do sutiã simples e rendado e ele inspirou profundamente, roçando o nariz por eles, querendo gravar na mente o seu perfume, sentia aquela euforia na beira do estomago descendo para sua calça, o sufocando de amor, Jisung beijou cada um dos seus montes, prometendo a si mesmo que voltaria para os seios depois. E ele continuou abrindo sua camisa até chegar em seu abdome, onde ele deixou uma serie de beijos antes de puxar as barras da camisa que estavam enfiadas no cós da saia. Ele deu a volta em você, parando em suas costas só para deslizar a camisa por seus ombros e por fim em seus braços, jogando a peça em qualquer lugar, as mãos grandes de Jisung deslizaram em sua pele de seus ombros até seus braços enquanto ele deixava beijos em suas costas estreitas, em sua nuca, atrás de seu ouvido, em todo seu pescoço. A essa altura você sentia que poderia desmaiar se ele continuasse com esses beijos, te provocando mesmo sem saber porquê ele só queria te sentir nos lábios. Suas pernas pareciam geleia, a qualquer minuto você sentia que iria cair, mas em resposta a tudo isso você apenas choramingou muito baixo. Mas Jisung ouviu, ele gostou daquele som que você fez, se perguntou se poderia fazer mais alto, com certeza ele iria tentar, e logo as mãos dele desabotoou seu sutiã, ele deu a volta e parou a sua frente, finalmente o tirando e a cara de espanto de Jisung te rendeu boas risadas interna, ele parecia maravilhado e um pouco afobado, hesitou em colocar as mãos, como se quisesse guardar para depois. Jisung então se colocou de joelhos e levou a mão até o zíper de sua saia, abriu e a puxou por suas pernas, vendo através da meia calça escura, a calcinha que ele julgava ser da mesma cor do sutiã. Ele se apressou e começou a puxar a meia calça e, quando finalmente suas pernas estavam livres do tecido, ele acariciou sua pele, apertando a parte de trás de suas coxas, querendo chegar até sua bunda e esmaga-la em suas mãos, mas estava concentrado de mais subindo beijos de seus joelhos para o meio de suas coxas, que institivamente te fez afastar um pouco as pernas para dar espaço a ele. Jisung estava sério ali em baixo, com os olhinhos fechados, mal percebeu quando seu nariz já estava pressionado contra sua calcinha, roçando as dobrinhas por entre o tecido, estava tão bom. Ele abriu os olhos, vendo você de baixo, com os olhinhos apertados, o rosto rosado, mordendo a ponta do polegar enquanto olhava para ele, segurando mais daqueles ruídos que você fez e ele queria ouvir. Jisung olhou para a peça que você vestia, começando a criar uma mancha escura e depois olhou para você como quem pergunta o que deveria fazer para te agradar. Você achou adorável a forma que ele queria te agradar mas você se afastou, sentando no sofá em que ele estava sentado, com as pernas um pouco abertas para ele.
— Você não vai se despir para mim? — Você perguntou, com uma falsa inocência na voz. Você olhava para Jisung de uma maneira muito carinhosa, ele faria tudo para te agradar, qualquer coisa. Ele se ergueu do chão, deu um passo até estar a sua frente e você imediatamente levou as mãos para o quadril de Jisung, puxando para mais perto ainda, ao ponto dele se posicionar entre as suas pernas. Ele começou abrir a camisa com um pouco de afobação, pressa, vendo seus olhos brilhando ao olhar para ele e rapidamente Jisung se desfez da camisa a jogando em algum canto, as mãos dele foram para o cós da calça, mas você o impediu. — Eu faço isso por você.
Jisung tremeu, ele não sabia como lidar, estava ficando tonto só de imaginar a mulher bonita que você é o despindo. Você reparou na “cabana” que formava na calça do mais novo, estava tão ansiosa quanto ele, primeiro você abriu o cinto, iria ensiná-lo a usar aquilo em você outra hora, em seguida você abriu o botão da calça e o zíper e abaixou a calça, ele foi prestativo e te ajudou a tirar também a cueca, deixando seu pau finalmente livre para você. Sua boca salivou quando o colocou na mão, sentindo-o pesado em sua palma, você imaginava que era grande, mas tinha ressalvas. Sua mente vagou nas diversas formas que poderia fazer Jisung de gato e sapato naquela noite, suas mãos começaram a mover no falo duro, usando o polegar para rodear a cabecinha rosada, vazando pré gozo, a cada vez que voltava para cima. Você o escutou gemer pela primeira vez e céus, isso te deixou eufórica. Você não esperou mais, projetou a língua para fora e deixou lambidas curtas na glande, como se estivesse provando, antes de finalmente afundar sua boca lentamente no pau de Jisung, levando seu tempo para que sua garganta relaxasse até que ele estivesse batendo nela. Jisung soltou um gemido arrastado, fechando os olhos e mordeu os lábios para se segurar, poderia ter gozado naquele momento, mas não queria que você o visse como apressado. Mas você queria, queria ver o quanto ele conseguia aguentar e começou a chupá-lo verdadeiramente, sua boca deslizava com tanta facilidade, era quente e confortável para ele, a saliva começou a vazar pelas laterais de seus lábios, escorrendo pelo seu queixo e pelo pau do garoto, pingava. Jisung, estava perplexo, mal conseguia pensar direito, só Deus sabia o quanto ele queria você salivando no pau dele. Jisung sentiu um arrepio descer a espinha e acabou forçando o quadril contra sua boca, te fazendo engasgar. Preocupado, ele afastou de você, mas você rapidamente o trouxe de volta.
— Pode socar. — Você disse, o tranquilizando, tinha um sorriso maldoso nos lábios avermelhados. Jisung não sabia de onde veio aquela coragem, mas todas as suas fantasias pareciam ganhar vida agora.
Jisung segurou seu cabelo com ambas as mãos enquanto você voltava a engolir o falo como se fosse a coisa mais deliciosa desse mundo e ele não se segurou. Empurrou o quadril contra sua boca uma vez, para testar, depois de novo e de novo, até que ele estabeleceu um ritmo próprio, se esquecendo totalmente de que você poderia engasgar a qualquer momento. Rápido e carente, ele gemeu seu nome, apertando mais seu cabelo entre os dedos e você gemia de volta, as lágrimas acumulando nos cantos dos seus olhos, como se seu cérebro estivesse virando geleia. Você abriu um pouco mais suas pernas, enfiando a destra entre elas e começou a esfregar o nervinho já sensível por cima da calcinha, gemendo contra o pau do garoto até que sentiu os jatos quentes em sua garganta, um atrás do outro. Ele se afastou de você, ofegante enquanto você engolia o gozo que ele te deu, mas seus gemidos não pararam, você continuava a esfregar seu clitóris inchadinho por cima da calcinha, repousou as costas no encosto do sofá, deixando as pernas bem abertas para ele ver e afastou a calcinha de lado apenas para colocar seus dedos lá dentro. Jisung achou que estava acabado, mas seu pau doeu quando viu você daquela forma, era sensual e céus, sua buceta esta pingando e ele sedento por mais. Ele não esperou que você o chamasse, se colocou entre suas pernas de novo, o que te surpreendeu, abaixou um pouco ao ponto de apoiar as mãos no encosto do sofá e cutucou a entradinha preenchida por seus dedos, você rapidamente os tirou e Jisung empurrou para dentro, sem cerimonias, mas lentamente porquê te sentia apertar envolta dele.
Você gemeu arrastado com a forma que ele estava abrindo suas paredes, passou seus braços envolta do pescoço do garoto, olhando em seus olhos quando ele chegou no fundo, ele poderia gozar só pelo contato visual, Jisung sentia isso. A respiração dele estava pesada sobre a sua, o suor começava a acumular em suas peles, você estava tão bonita sob ele, queria te ver assim para sempre. E você o beijou, deslizando os lábios entre os dele em um beijo desleixado, carente, movendo o quadril contra o dele para ver se ele começa a se mover também. Jisung entendeu o que você queria e começou o vai e vem implacável, muito mais rude ao ponto de você não ter tempo de questionar de onde ele havia tirado tudo isso porquê parecia que seu cérebro havia voado para fora de sua cabeça. Você gemeu alto, quase gritou na verdade quando ele atingiu um pontinho que fez você ver estrelas e ele gravou sua expressão, porquê iria tentar fazer de novo.
— Ji...assim! — Você gemeu, arqueando as costas embaixo dele quando o sentiu naquele lugar novamente. Você agarrou os fiozinhos de cabelo na nuca de Jisung com a mão esquerda e a destra você levou ao nervinho pulsante, o massageando, se sentindo sobrecarregada com as sensações.
— Ah meu...Deus! — Jisung tentou dizer entre os gemidos, mas a ideia de clamar por Deus enquanto estava cometendo o maior pecado de sua vida foi uma estamina a mais para que ele continuasse implacável.
Foi quando Jisung te surpreendeu novamente, saindo de você apenas para sentar-se do seu lado e te puxou para o colo dele. Você o entendeu, colocou uma perna de cada lado e se afundou no pau melado de Jisung, começando a cavalga-lo desesperadamente, agora o sentia mais fundo. Jisung apertou seus seios, os dois, sem delicadeza alguma, esquecendo-se que você não era de brinquedo e poderia sentir dor, mas a dorzinha fez você revirar os olhos e quicar mais forte, arrancando mais gemidos manhosos do garoto que, querendo se controlar e durar mais, abocanhou um de seus seios e o chupou como se fosse bala, foi de mais para você. Você começou a tremer em seu colo, choramingou e gemeu, se ele não estivesse te segurando, você provavelmente teria desabado, sua buceta o apertava, tentando o expulsar de lá durante seu orgasmo, enquanto você tentava desesperadamente sair do colo dele, sentindo a sensibilidade se abater contra você. Mas Jisung não entendeu, na verdade, nunca tinha presenciado aquilo, e não deixou você escapar, continuou mamando seu peito, empurrando o quadril contra você, além do seu orgasmo até que ele sentisse que estava perto e gozou dentro, totalmente alheio a esse fato, respirando pesado enquanto te segurava, com medo de você ir embora. Você o abraçou, tentando se acalmar, acalmar seu corpo que ainda tremia, enquanto fazia carinho em seus cabelos molhados de suor.
— Ji... — Você o chamou, o fazendo erguer a cabeça pesada e os olhinhos cansados até você. — Você sabia que é assim que se faz bebês? — Você indagou em um tom de brincadeira com o fato de ainda sentir o esperma dele em você. Você não estava preocupada de fato, você se cuidava o bastante para isso, mas seria engraçado ele pensar que sim.
— Eu sei...Vamos ter bebês. — Ele respondeu, não estava pensando coisa com coisa, em completo êxtase com o que você fez com ele. Naquele momento ele pensava que Deus só poderia ser mulher e só poderia ser você, porquê aquilo com certeza foi divino. Você riu, deixando um beijo entre seus cabelos.
— Quer continuar aqui dentro um pouco mais? — Ele acenou a cabeça positivamente e você deixou que ele escondesse o rosto na curva de seu pescoço, descansando um pouquinho, mantendo seu falo aquecido.
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Era por volta das cinco horas da manhã quando o despertador ao lado da cama vibrou suavemente. Esse é o horário que você acorda para começar a se arrumar para trabalhar, mas a preguiça tomava conta de você e não só ela, como Jisung que estava dormindo quase em cima de você, com a cabeça apoiada em seus seios. Você acariciou seus cabelos, sentindo os fios exalar o cheiro do seu shampoo e isso te lembrou da noite anterior, você o fez tomar banho e comer antes de dormir e ele te fez prometer que não ia embora. Você pensou que depois disso era ele quem estaria na palma da sua mão, mas foi você quem acabou se rendendo aos caprichos dele, porquê o amava e queria acordar mais vezes com ele junto a você.
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bythedark · 4 months ago
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So tell me everything is not 𝐚𝐛𝐨𝐮𝐭 𝐦𝐞 but 𝐰𝐡𝐚𝐭 𝐢𝐟 𝐢𝐭 𝐢𝐬? Then say they didn't do it to 𝐡𝐮𝐫𝐭 𝐦𝐞… but 𝐰𝐡𝐚𝐭 𝐢𝐟 𝐭𝐡𝐞𝐲 𝐝𝐢𝐝? I wanna snarl and show you just how 𝐝𝐢𝐬𝐭𝐮𝐫𝐛𝐞𝐝 𝐭𝐡𝐢𝐬 𝐡𝐚𝐬 𝐦𝐚𝐝𝐞 𝐦𝐞. You wouldn't last an hour in the 𝐚𝐬𝐲𝐥𝐮𝐦 𝐰𝐡𝐞𝐫𝐞 𝐭𝐡𝐞𝐲 𝐫𝐚𝐢𝐬𝐞𝐝 𝐦𝐞.
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É uma honra lecionar em Hexwood e 𝑨𝑹𝑫𝑬𝑹𝑬 𝑪𝑺𝑰𝑳𝑳𝑨 𝑽𝑶𝑳𝑰𝑻𝑰𝑬𝑵𝑻 sabe bem disso! Aos 𝑻𝑹𝑰𝑵𝑻𝑨 𝑨𝑵𝑶𝑺, é professora de 𝑹𝑼𝑵𝑨𝑺, 𝑺𝑰𝑮𝑰𝑳𝑶𝑺 𝑬 𝑬𝑵𝑪𝑨𝑵𝑻𝑨𝑴𝑬𝑵𝑻𝑶𝑺 e é hospedeira de 𝑫𝑰𝑺𝑪𝑶𝑹𝑫𝑰𝑨. Falam pelos corredores que ela é 𝑶𝑩𝑺𝑬𝑹𝑽𝑨𝑫𝑶𝑹𝑨, mas também 𝑫𝑰𝑺𝑺𝑰𝑴𝑼𝑳𝑨𝑫𝑨. Sua reputação é conhecida além das fronteiras, e dizem que se parece com 𝑲𝑨𝑻𝑰𝑬 𝑴𝑪𝑮𝑹𝑨𝑻𝑯.
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𝐜𝐨𝐧𝐧𝐞𝐜𝐭𝐢𝐨𝐧𝐬 — 𝐩𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐞𝐬𝐭 — 𝐩𝐥𝐚𝐲𝐥𝐢𝐬𝐭
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༻ 𝐓𝐡𝐞 𝐰𝐡𝐨'𝐬 𝐰𝐡𝐨 𝐨𝐟 "𝐰𝐡𝐨'𝐬 𝐭𝐡𝐚𝐭?".
— Ardere Csilla Volitient; — Trinta anos; — Protegida e hospedeira de Discordia, a deusa do caos e da própria ideia de discórdia; — 1,65m; — Lésbica; — Noctis: seu seon foi denominado com a versão latina de “noite”, consiste em uma pequena esfera mágica de cor totalmente negra, refletindo a essência de sua deusa. Seu brilho intercala entre as cores prata e dourado. Raramente pisca em outro tom, mas as únicas vezes em que ocorreu, o tom foi azul-cobalto; — Traços Positivos: Inteligente, corajosa, curiosa, dedicada, observadora; — Traços Negativos: Manipuladora, egocêntrica, ambiciosa, dissimulada, mentirosa.
༻ 𝐓𝐡𝐞 𝐬𝐜𝐚𝐧𝐝𝐚𝐥 𝐰𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐚𝐢𝐧𝐞𝐝.
Volitient, uma das nobres famílias mais antigas que já pisaram em Aldanrae. Não há explicação ou história que consiga dizer de onde vieram, como vieram. A informação mais antiga que conseguirá tirar de um Volitient é que sempre estiveram lá, e que a força mágica sempre rondou as mulheres nascidas nela. A primeira Volitient a manifestar qualquer manifestação de magia… não teve um grande destino. A deusa que se comunicava com a mulher era uma incógnita, uma força tão primitiva quanto a própria guerra, a própria discórdia.
Completamente enlouquecida, Melantha Volitient tentou afastar a deusa de suas filhas, falhando em sua luta e amaldiçoando todas as mulheres da casa. Toda mulher nascida Volitient traz consigo a deusa Discordia, sua magia e controvérsias.
Com o tempo, a fama de traidores e mentirosos se espalhou por todo o reino, criando um grande estigma sobre os Volitient. Se tornou difícil confiar em qualquer filho dessa casa, e não foi surpresa quando o último Volitient Conselheiro, Cairus, foi banido de Conselho Real, após acusações de que estava compondo um grande motim contra o Imperador.
Trinta anos separaram os Volitient dos demais nobres, exilados em seu castelo ao norte, na ilha de Senka, lugar frio e traiçoeiro como os filhos dessa casa. Trinta anos marcam o nascimento de Ardere Csilla Volitient, a última khajol hospedeira de Discordia. Poderia ser uma grande coincidência do destino, mas Leyen, sua mãe, soube no exato momento em que sua gravidez foi descoberta que o bebê levaria a maldição da deusa para frente. Durante toda a gestação, a mulher teve visões e sonhos sobre caos e desordem, nuvens negras pairando sobre suas cabeças e sua menininha de olhos verdes no centro de toda a discórdia.
Ardere tinha exatos onze anos quando sua mãe sucumbiu às visões, enlouquecendo por longos anos até alcançar seu descanso eterno. Leyen e seu marido, Dairos, não tiveram outros filhos após a primogênita, o medo de perpetuarem o sangue manipulador da deusa era maior do que a vontade de cultivar filhos.
Assim, Ardere cresceu observando sua família exilada, sua mãe definhando aos poucos e seu pai desolado sem ter acesso novamente à glória política e a aristocracia. Curiosa desde muito pequena, não foi surpresa quando passou a ser seguida por corvos, ou que ouvisse sussurros entre as paredes, fomentando pouco a pouco a discórdia entre seus empregados e os militares que guardavam suas fronteiras.
Assim como também não foi surpresa quando a carta de Hexwood chegou até seu castelo, a convocando para estudar e se tornar uma khajol. Seu pai, numa esperança vã, acreditou que a disciplina e o estudo pudessem a guiar entre os sussurros da deusa, finalmente pondo fim na maldição que cercava sua família. Ardere foi uma estudante esplêndida, inteligente, curiosa, dedicada. Nunca estava entre as confusões entre os estudantes, mas tudo ao redor tinha sua influência. O sangue da deusa que pulsava em suas veias demarcava nitidamente sua personalidade e humor. Uma falsa tímida, uma mentirosa de mão cheia, dissimulada como só ela. Na frente de autoridades, um anjo, por trás, suas garras prendiam os demais alunos numa rede de intrigas montadas por ela.
Seus dez anos na Academia passaram tão rápido quanto um piscar de olhos, monotonia nunca a seguiu. Ao completar seu ritual e adquirir seu Seon, mais uma visão de sua mãe foi confirmada: nomeada Noctis, como a tradução latina de “noite”, a manifestação da deusa na terra se apresenta como uma esfera flutuante de cor totalmente preta, como uma pequena nuvem negra sobre a tez pálida de Ardere. Seu brilho, quando se permite dividir o humor com a khajol, é prata, tendendo ao dourado quando a feiticeira alcança algum de seus objetivos. Quase nunca apresenta outra cor, porém, em casos muito raros e causados por uma única pessoa, seu brilho adquire o tom de azul-cobalto. A própria khajol conta nos dedos quais ocasiões fizeram sua pequena manifestação de energia brilhar em tons azulados.
Não foi surpresa que, ao terminar seus estudos, fosse enviada de volta para o castelo Morana, lar dos Volitient, sem acesso à política, ao conselho e demais feiticeiros. A fama de sua família, e a sua durante o período da Academia falavam por si só. Foi nesse momento de sua vida que se viu, pela primeira vez, em uma intriga não comandada por ela. Presa no exílio, seu convívio com outros humanos e changelings se resumia aos mesmos rostos, até que um se diferenciou dos demais.
Não sabe explicar como, por que, ou quando tudo que se sucedeu nos dois anos em que viveu novamente em sua casa, começou. Quando se viu, estava envolta por um sentimento que sua deusa reprovava, mas que não havia controle. Os encontros às escondidas se tornaram frequentes, as escapadas até a praia se tornaram comuns. O sentimento de ódio que sempre nutriu por montadores pendeu para o outro lado da balança.
Discordia, como a deusa que sempre foi, viu nesse encontro um grande obstáculo para sua hospedeira, causando assim a ruptura de sua relação e novamente dominando a mente de Ardere. Quando souberam, deusa e khajol, dos acontecimentos na Academia, uma nova forma de reaver a influência dos Volitient se apresentou de bandeja.
Ardere retornou à Hexwood com seus belos olhos, doce tom de voz e sorriso encantador. Se apresentou como uma nova professora, dissimulando os demais para acreditarem em sua redenção e assim cumprir os desígnios de sua deusa. Ela apenas não esperava que o mesmo motivo que a quase fez enlouquecer numa luta mental contra sua deusa, também a seguisse até a Ilha de Ardosia.
༻ 𝐀𝐭 𝐚𝐥𝐥 𝐜𝐨𝐬𝐭𝐬, 𝐤𝐞𝐞𝐩 𝐲𝐨𝐮𝐫 𝐠𝐨𝐨𝐝 𝐧𝐚𝐦𝐞.
— A família Volitient é detentora de um castelo afastado, ao norte, na ilha de Senka. Os próprios descendentes denominaram o castelo como Morana, simbolizando o inverno, a morte e a solidão. — Ardere vem do latim, significa “atear fogo, queimar.” — Todas as acusações feitas aos Volitient durante os anos em que foram conselheiros reais são a mais pura verdade. Traiçoeiros, quase todo motim ou ataque contra o Imperador teve dedo de um deles até serem expulsos e exilados. — Discordia, a deusa, sabe que seu reinado sobre os khajols pode se findar com Ardere, por isso vive constantemente influenciando-a, tentando dissuadi-la de suas próprias ideias e sentimentos. — Ardere sempre é vista na companhia de seu seon, Noctis. Entretanto, a pequena nuvem negra não gosta de dragões e montadores, sempre sumindo na presença de algum. — O gosto por Runas veio desde que teve contato na Academia, se intensificando ao encontrar antigos estudos de sua mãe. A khajol é apaixonada por símbolos e linguagem antiga, se tornando mestre na arte de simbologia e decidindo ensinar para outros alguns de seus truques. — Carrega consigo um relicário contendo o brasão de sua família. Ninguém sabe o que está dentro da joia, é um segredo que não revela.
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⊱⋅ ──────────── 𝑝𝑒𝑛𝑛𝑒𝑑 𝑏𝑦 𝑓𝑟𝑖𝑑𝑎𝑦.
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aldanrae · 4 months ago
Note
oi, adms! tem algum tipo de personagem que vcs estão sentindo falta ou algum prompt que é mais requisitado?
Oi, fadinha! Quanto a personagens, sinto muita falta daqueles que são mais puxados pro caos (explosão, fogo no parquinho e etc KKKKK), os khajols hospedados por deuses que remetem a música e natureza, sinto falta dos aspirantes à arte como música e teatro, changelings mais debochados e sarcásticos que tem o ego lá em cima, os que fazem tudo na ilegalidade (comércio ilegal, venda de produtos muito mais caros que são difíceis conseguir sem viajar por muito tempo)... Também temos pouquíssimos professores e gostaria de ver mais! De prompts, peguei aqui meus favoritos da nossa tag que ainda não foram usados e que gostaria muito de ver:
CHANGELINGS:
Um escriba prodígio, que vem de uma longa linhagem responsável por manter os acervos do Imperador, e sabe alguns segredinhos da família real.
Um montador que viveu a vida toda em um vilarejo próximo à fronteira, recebendo ataques constantes de Uthdon.
Ume escriba que está se especializando em cartografia, e sonha em lecionar a disciplina de Geografia do Sonhār.
Changeling que é o primeiro de seus irmãos a levar a sério a conexão com os dragões e sua carreira, já que os demais não conseguiram nada na cerimônia e nem queriam, preferindo a vida vadia pelo mundo.
Um membro da infantaria que tem uma arma que passou por gerações desde o começo de Wülfhere e é considerada sagrada ou amaldiçoada, tendo escolhido na inocência quando foi sua vez.
KHAJOLS:
Alguém hospedado por Bragi ou Dagda, que segue totalmente o oposto da nobreza, vivendo por tocar e compor em tavernas ou grandes eventos pelos talentos e dons da música.
Khajol apreciador da magia das trevas, que se tornou um grande tabu dentro de sua família e pessoas das trevas pela obsessão, hospedado por algum deus ligado às artes (deuses poderiam ser Plutão, Leto ou Néfits).
Um khajol que venha de uma família cheio de membros que trabalham para o império com a coleta de taxas e afins e é cheio de brigas por conta das cobranças.
Khajol que tem muitos conflitos com seu deus hospedeiro por não terem as mesmas ideias, e você pode montar uma razão para isso ou alguma motivação que fez o deus escolhê-lo.
Hóspede da deusa Hécate com uma ligação forte entre o mundo dos vivos e dos mortos, com até vislumbres de mortes trágicas por benção da divindade e não sabe se considera dom ou maldição.
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