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O Filho Eterno - Filme completo
O Filho Eterno, Filme completo e brasileiro, Pessoa com Síndrome de Down (Drama) 2020 25 fev O Deficiente Filmes traz este filme pra você assistir e refletir em cada momento emocionante em que vai irradiar o seu coração. Adaptação do romance homônimo de Cristóvão Tezza, com a Nacionalidade Brasileira, o longa metragem não é recomendado para menores de 14 anos, lançado em 1 de dezembro de…
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☤ ༄.° TASK 02. ━━━ MISSÕES
( point of view.) Life revision, indecision, world collision, and heads will roll, with nothing left except the pain to show
"Procure um lugar calmo onde você não vá ser incomodada e escreva no papel os sentimentos mais frequentes que lhe atingiram quando você foi no que considera a missão mais importante de sua vida. Acenda o isqueiro e queime a folha de louro."
mencionados: @athclar
Sienna recebeu seu kit muito à contra gosto. Preferiria mil vezes estar lá fora, fazendo algo de verdade para ajudar, que uma simples atividade. Mas ordens eram ordens, mesmo que ela não fosse lá a campista mais obediente da história da Colina Meio-Sangue (e as barreiras mágicas a impediam de sair, barrando até mesmo seu teleporte, então, no fim, ela não tinha opção).
Sua insatisfação, porém (bem como a de muitos outros campistas), com certeza não passou despercebida por Quíron. Nos dez anos em que ela estava lá, o centauro conheceu a fundo suas tendências e preferências, e sabia que sua inclinação e apreço por problemas e brincadeiras vinham de seu desgosto por ficar sem fazer nada. Haviam momentos em que sequer os treinamentos e atividades do acampamento eram o suficiente para mantê-la quieta e satisfeita, portanto, não poder estar em ação, especialmente no momento em que viviam, lhe era extremamente frustrante e uma simples atividade como aquela soava realmente estúpida à luz dos acontecimentos recentes.
"Mas ainda é melhor que não fazer nada." O centauro respondeu, com um sorriso esperto em seu rosto. Ele sabia que a tinha convencido. Ela podia ser filha do deus da comunicação, mas ele tinha séculos de experiência lidando com semideuses teimosos e resmungões. Aquela fora uma batalha perdida desde o início. Com um suspiro e os lábios torcidos, ela pegou seu kit e desapareceu diante dos olhos do mentor. Já tinha um local em mente.
A caverna dos deuses era, para todos os efeitos, um refúgio; secreto o suficiente para que ninguém a visse e, portanto, com pouquíssimas chances de ser interrompida. Iria servir.
Em silêncio - até por que não havia mais ninguém ali para ouvi-la - Sienna começou a escrever. Sabia todas as emoções que permeavam os eventos daquela missão específica - a missão mais importante de sua vida -, afinal, revivia-os constantemente, atormentada por sua culpa.
Desalento. Preocupação. Inquietude. Angústia. Culpa. Raiva. Pesar. Luto.
Com um suspiro, ela baixou a caneta, incerta sobre a próxima palavra.
Alívio.
Parecia errado, sentir aquilo após o trágico final da missão. Era errado, tinha de ser, mas ela não conseguia evitar. Aliviava-se na sobrevivência dos semideuses que resgataram, na sobrevivência de Mark e na sua própria. Mas a culpa pesava em seu coração pela morte de Thomas, que sacrificara-se para que todos pudessem fugir.
"Vamos logo com isso." Repreendeu a si mesma, sua voz ecoando no vazio da caverna enquanto ocupava suas mãos com o isqueiro e a folha de louro começava a queimar.
Não achou que aconteceria tão rápido. Como um puxão em sua consciência, Sienna sentiu o ar lhe faltar, muito similar às primeiras vezes em que tentou usar seu teleporte e, quando tornou a se concentrar, estava novamente na caverna de Echidna.
O cheiro de podridão a atinge com força e ela se vê cobrindo o nariz enquanto assiste a si mesma, Marchosias, Thomas e, logo atrás deles, dois dos três semideuses a serem resgatados, adentram a caverna com passos cuidadosos. Sua oferta de tirar o garoto das garras - ou melhor, cauda - de Echidna usando seu teletransporte é rapidamente descartada, o que a faz franzir a testa, desgostosa. Mas ela sabe que aquele não é o momento para ser impulsiva e, por isso, só lhe resta se resignar a resmungar e acatar as ordens alheias. Os momentos que se seguem são aqueles cujas lembranças são como um borrão em sua mente. Suas memórias de ansiedade e preocupação, de usar seu teletransporte para libertar o semideus de Echidna e então uma enxurrada de sentimentos conflitantes ao retornar para ajudar seus colegas, são trazidos de volta com nitidez dolorosa, já que estar presente na lembrança, senti-la tão vividamente, fazem-na sentir mais uma vez o aperto em seu coração durante aquela missão; a pressão e o peso que as vidas em suas mãos, de Marchosias e Thomas, traziam ao momento. Ela assiste a si mesma se preparar para o momento em que Mark acerta uma de suas flechas na cauda do monstro, teleportando-se em questão de segundos e tendo sucesso na tarefa de tirar o semideus e os demais resgatados do local. Ouviu a severidade em sua voz ao dizer-lhes que ficassem ali, escondidos e seguros do lado de fora, enquanto ela voltava a surgir dentro da caverna apenas para testemunhar o evento cuja culpa ela carregaria consigo. Sienna assiste a si mesma hesitar diante da ordem de Mark. Ela sente novamente os sentimentos conflitantes. Deveria desaparecer? Deveria obedecê-lo, pegar os mais novos e levá-los imediatamente ao acampamento? Deveria ficar e ajudá-los? Suas dúvidas são o que ela acredita ter sido o motivo pelo qual Thomas vê a necessidade de tomar a dianteira e encontra seu destino no golpe fatal de Echidna. No breve momento de lucidez que a iminência do ataque lhe concede, Sienna agarra Marchosias e tira ambos da caverna. Contudo, em sua visão da folha de louro, Sienna não hesita; não existem dúvidas em seus passos apressados, no agarrar dos dois rapazes e no teleportar aos dois para fora da caverna. Ela sente a exaustão começando a pesar seus músculos. Ela sente toda a dor e o esforço ao usar de seu teleporte novamente para levar a todos de volta à Colina Meio Sangue, mas todos estão vivos.
Tão logo a folha de louro terminou de ser consumida pelo fogo, Sienna foi trazida de volta à realidade, melancolia e culpa pesando em seu peito por saber que hesitar não é e nem nunca foi algo do seu feitio. Sua hesitação custou a vida de um amigo e, por isso, ela jurou para si mesma nunca mais repetir o feito. Não deixaria que mais ninguém se sacrificasse por ela. Não. Se houvesse um sacrifício, este seria o dela.
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@silencehq , @hefestotv
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De uns dias pra cá, o meu peito tem alagado em dúvidas, tudo ficou tão confuso. A enxurrada de sentimentos que eu pensei ter enterrado há muito tempo atrás veio à tona de maneira tão avassaladora que eu estou completamente paralisada. Não falo a respeito dos sentimentos românticos, mas daquelas emoções que deixam o peito pesado, sabe? Acho que tô completamente afundada em medo, hesitação e insegurança, mas ao mesmo tempo eu quero me encher de coragem pra arriscar tudo, pra me jogar desse precipício que eu sei que é você.
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we're supposed to be a team!
FLASHBACK !
As palavras alheias tinham sido uma facada no coração de Nemaya. Por um momento, pensou em invadir o coração alheio, para ver se ainda existia um pouco do amor que costumavam compartilhar. Sentia tanta falta do coração radiante alheio, ainda mais quando via o rosto dela. Lembrava-se de deitar no peito dele logo após, sentindo-se aquecida pelo que gostava de pensar que era seu próprio sol. O borbulhar do amor que transformava o coração de Arkyn... Quase entrou, tentando saber se ainda existia, nem que fosse menor, mas sabia que seria errado de sua parte. Dividida, os olhos começaram a encher de lágrimas, sem saber ao certo como reagir. "Você acha que eu não sei isso?" A voz tremia, assim como o corpo, mesmo que levemente. Eram tantas as emoções invadindo-a que mal tinha chances de controlá-las para que não se tornassem tão físicas. Uma parte dela queria alcançá-lo e envolvê-lo com os braços, dizer que resolveriam, como sempre tinham conseguido. Ele era seu Arkyn, aquele homem com o sorriso mais bonito que tinha visto e que sempre parecia saber dizer a coisa certa. Ainda sim, ele não era mais seu já havia algum tempo, mas que ainda era difícil para confessar em voz alta. De vez em quando, Nemaya ainda sentia falta do conforto que o outro oferecia, do cheiro que parecia ser apenas dele. A parte mais difícil era pensar que tinham terminado, mesmo que a parte racional gritasse que era melhor daquela forma. No final, eram duas pessoas tentando lidar com problemas demais e falhando de novo e de novo. Continuaria sentindo aquela enxurrada de sentimentos, pensando que havia tomado a decisão errada, se não parasse de vê-lo constantemente, porque a primeira coisa que pensava era segurar a mão alheia. Por isso que a decisão seguinte que tomou foi definitiva, mesmo que partisse o coração da mulher novamente. "VAI EMBORA. EU NÃO QUERO MAIS TE VER, ARKYN." Abriu a porta para ele e, quando foi embora, desabou no chão.
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Imagens geradas por IA
Cuidar hoje do rumo da mente infantil é prevenir o colapso emocional do adolescente e do adulto amanhã
Vivemos uma época marcada por um paradoxo silencioso: nunca houve tanta oferta de estímulos visuais, mas tão pouca elaboração mental. Ou seja, tão pouca construção de representações mentais com sentido. As primeiras vítimas são as crianças, ainda em sua tenra infância. Cada vez mais novas, aprendem a rolar telas antes mesmo de formular frases completas. As cenas são recorrentes: um bebê chora e, em vez de um colo, recebe um smartphone. Saem para passear no parque, mas é o tablet — e não o mundo ao redor — que ocupa seu campo de visão. Aquilo que parece uma solução prática pode estar se tornando o início de um colapso mental iminente.
Não nascemos prontos, e nossa mente se constrói aos poucos, cercada de sensações, imagens e vivências. Essa construção começa pelas sensações brutas do corpo: fome, frio, calor, desconforto. As experiências, quando acolhidas por um outro – geralmente a mãe ou cuidador – vão, pouco a pouco, se transformando em imagens internas, carregadas de afeto e segurança. A mãe diz: “Ah, esse choro é manha! Esse choro é dor de barriga... o bebê está com cólica! Esse choro é dor de ouvido!”. É esse processo que permite, mais adiante, que a criança dê nome ao que sente, organize pensamentos e elabore emoções. Ou seja: da sensação nasce a imagem, da imagem nasce a representação, e da representação nasce o pensamento.
Quando essa trajetória sofre interrupção, o risco é que os afetos fiquem “soltos”: sem nome, sem figura, sem um lugar. Os sentimentos ficam à deriva — sem um colo simbólico onde possam se encostar. As telas, embora fascinantes, não oferecem aquilo que mais importa: o acolhimento necessário que transforma sensações brutas em emoções, em linguagem e pensamentos.
Elas distraem, mas não ajudam a organizar por dentro. Pulam de um estímulo a outro, sem tempo para que a criança imagine, associe, processe, integre. E, nesse ritmo frenético, a construção da vida psíquica vai sendo interrompida. Tudo vira divergência e dispersão.
Não é à toa que cresce o número de crianças com insônia, ansiedade, irritabilidade e dificuldades de atenção.
Acredita-se que o processamento mental esteja mais rápido — com certeza, tudo está mais veloz com a ajuda da tecnologia, com algoritmos realizando tarefas mentais básicas e até de certa complexidade.
A questão é que não está havendo tempo hábil para a aquisição, assimilação, armazenamento e evocação da enxurrada de imagens e informações despejadas no campo sensorial.
Falta registro, falta memória, falta formação de vocabulário, falta atenção — enfim, falta elaboração mental.
Assistimos, com uma tranquilidade preocupante, a um empobrecimento das funções mentais superiores que viabilizaram ao ser humano realizar coisas extraordinárias: “Atenção: A capacidade de focar e selecionar informações relevantes. Memória: A capacidade de armazenar e recuperar informações. Pensamento: A capacidade de processar informações e resolver problemas. Linguagem: A capacidade de comunicar e utilizar símbolos para representar ideias. Percepção: A capacidade de interpretar e organizar as informações sensoriais. Emoção: A capacidade de sentir e expressar emoções” .

O colapso psíquico, muitas vezes, não começa com um grande trauma, mas com a contínua presença ausente diante da invisibilidade empática. Um mundo sem pausas, sem palavras compartilhadas, sem espaços para se achegar amorosamente ao outro – e, portanto, sem acolhimento - é um mundo onde a mente não encontra seu verdadeiro ambiente potencial de crescimento. Prevenir esse colapso requer mais do que limitar telas: requer tempo, escuta, contato e vínculo.
Cuidar do rumo da mente infantil é entender que cada conversa, cada história lida, cada olhar que se encontra é uma peça no alicerce do equilíbrio emocional futuro.
Por isso que, apesar de não resolver tudo, é preferível ter pais ausentes, mas emocionalmente presentes (pais ‘ausentes presentes’), do que pais fisicamente próximos, mas emocionalmente ausentes (pais ‘presentes ausentes’). O presente precisa ser feito de presença, pois amanhã poderá ser tarde para reconstruir o que hoje está sendo negligenciado.”
#Psicanálise e infância#Infância e telas#Desenvolvimento emocional infantil#Construção psíquica#Colapso emocional#Relações familiares#Pais ausentes#Presença emocional dos pais#Bebês e smartphones#Representações mentais#Psicologia do desenvolvimento#Relação mãe-bebê#Ausência afetiva
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Review: Aftersun
Se você pudesse, faria alguma coisa diferente?
Direção: Charlotte Wells Produção: Adele Romanski, Barry Jenkins, Mark Ceryak, Ana Leocha, Neil Shah, Alex Sutherland, Amy Jackson Estúdios: PASTEL, BBC Film, Tango Entertainment, Unified Theory, Screen Scotland, BFI
Nota: ★★★★★
Gente decidi fazer uma review sincera de um dos meus filmes favoritos de todo o mundo: Aftersun, e falei para mim mesma que seria uma crítica sem spoilers, mas com as emoções que o filme me transmite a cada vez que eu dou play.
É o filme que vai fazer você sorrir, chorar, se preocupar, sentir nostalgia e um enorme vazio dentro de si quando acabar.
O filme fala sobre Sophie (Frankie Corio), se lembrando de uma viagem que fez junto a seu pai Calum (Paul Mescal) anos atrás. A história possui diversas fitas que foram gravadas nessa viagem que nos trazem a melancolia de relembrar o passado, enquanto nos identificamos com os personagens principais.
No meu caso, eu sempre tive pai presente, então foi muito fácil me colocar na pele da Sophie e sentir o amor que ela sente e a relação tímida porém regada de preocupações e carinho que ambos dividem. E, agora mais velha e já adulta, digo com facilidade que o Calum também é uma pessoa facilmente identificável.
"When You Were 11, What Did You Think You Would Be Doing Now?" - Sophie
No início do filme somos apresentados a pousada onde eles estarão hospedados até o final, que tem uma atmosfera bem estabelecida e mostra de formas sutis um desprendimento dos personagens ao local, tanto por Calum não ter dinheiro suficiente para bancar todas as atividades que faz com a filha, quanto à Sophie em constante observação de relações entre pessoas mais velhas que ela. Isso já nos traz ao primeiro estabelecimento dos personagens, de uma forma a desenhar um pouco como eles estão de certa forma desconectados um com o outro.
O passo do filme é bem linear e leve num geral, é realmente sobre os dias que eles estão vivendo juntos. Não temos altos e baixos que sejam muito altos e muito baixos, tudo é bem calmo enquanto estamos vendo as coisas na perspectiva dela, o que nos remete a como nossos pais por várias vezes tentam colorir e proteger nossas infâncias. Ela come, brinca, joga e conhece pessoas novas enquanto dorme na melhor cama do quarto. Num geral, é uma criança feliz.
"I Think It's Nice That We Share The Same Sky." - Sophie
O filme entra mais no drama conforme vamos conhecendo o personagem do Calum mais a fundo. Ele tem seus problemas, tem suas dores, suas tristezas, suas mágoas, e não deixa isso transparecer para a filha. Ele foi pai jovem, é divorciado e seu trabalho simplesmente não decola, é um momento muito frágil na vida de uma pessoa.
Existem cenas que devo dizer que me magoaram muito assistindo, existe dor e falta de conversa e entendimento entre os principais, seja em um momento de ignorância ou ao acabar descontando algo um no outro. Mas é isso que é a vida, né?
Não somos perfeitos, não temos vidas perfeitas. Estamos todos vivendo e tentando continuar da forma que dá, todos temos preocupações, medos e inseguranças e é isso que faz de nós humanos. É por isso que eu amo tanto esse filme.
O final é uma enxurrada de emoções, se vocês gostam de sentir tudo ao mesmo tempo vale muito a pena!
Como decidi não entrar em spoilers eu peço que assistam Aftersun e deem uma chance para sentir os sentimentos que vão ser trazidos e inundados em você. Todas as vezes que eu assisto esse filme eu sempre fico com aquele sentimento de que eu preciso dar mais valor a tudo que eu tenho e vivo agora, pois um dia tudo vai passar e vai acabar, e eu vou envelhecer cada vez mais e a vida vai acontecer. As lágrimas não param de escorrer do meu rosto.
Aproveitem a vida ao máximo que puderem.
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Como lidar com os impactos do luto coletivo
Introdução ao Luto Coletivo: Compreendendo suas emoções em tempos de perda compartilhada Em tempos de luto coletivo, é comum que as emoções se intensifiquem e se tornem avassaladoras. O conceito de luto coletivo refere-se à dor compartilhada por um grupo ou comunidade, muitas vezes desencadeada por eventos significativos, como desastres naturais, pandemias ou tragédias sociais. É importante entender o impacto dessas situações sobre nossa saúde mental, especialmente para as mulheres, que frequentemente exercem o papel de cuidadoras na sociedade. O que é Luto Coletivo? O luto coletivo é uma experiência de sofrimento conjunto em resposta a uma perda que afeta toda uma comunidade. Perda Compartilhada: A dor se torna mais tangível e a sensação de impotência pode ser predominante quando outras pessoas ao nosso redor compartilham a mesma dor. Emoç��es Intensificadas: Tristeza, raiva, desamparo e ansiedade são sentimentos comuns durante esses períodos. Para as mulheres, compreender e trabalhar com essas emoções pode ser um desafio, mas também uma oportunidade para fortalecer sua resiliência emocional. Aqui estão algumas maneiras de começar: Reconheça o impacto do luto coletivo em sua vida diária e permita-se sentir as emoções associadas. Converse sobre suas experiências com amigas ou familiares, criando um espaço seguro para troca e apoio. Considere participar de grupos de apoio onde seja possível compartilhar suas experiências e aprender com as de outras pessoas. Se em algum momento sentir que está sobrecarregada ou incapaz de lidar com o peso dessas emoções sozinha, lembre-se de que a ajuda está disponível. Como psicóloga, ofereço terapia online para guiá-la através do processo de cura em tempos de luto coletivo, proporcionando um espaço acolhedor e seguro para compartilharmos essas experiências. Juntas, podemos trabalhar para ressignificar a dor e encontrar caminhos para um futuro mais brilhante. O impacto do luto coletivo na saúde mental feminina: Identifique como você pode estar sendo afetada Em tempos de perdas significativas compartilhadas, como pandemias, desastres naturais ou eventos trágicos, o luto coletivo pode ter um impacto profundo na saúde mental feminina. Mulheres costumam assumir várias funções na sociedade, além das suas responsabilidades pessoais, o que pode intensificar os efeitos do luto coletivo. Aqui estão algumas formas de identificar como você pode estar sendo afetada: Sentimentos de Sobrecarga Emocional: Você pode se sentir emocionalmente exausta devido a um acúmulo de emoções que vão além das suas próprias experiências pessoais. Alterações no Sono e Apetite: Essas mudanças são comuns quando estamos lidando com estresse e tristeza em larga escala. Sensação de Desamparo: A percepção de que não se pode ajudar ou fazer diferença em um cenário tão expansivo pode gerar um sentimento de impotência. Desinteresse em Atividades de Rotina: Coisas que antes eram prazerosas podem perder o sentido, um sinal comum de que o luto está afetando a saúde mental. Ansiedade e Medo pelo Futuro: Há uma tendência a se preocupar excessivamente sobre como os acontecimentos coletivos irão impactar a sua vida pessoal e familiar. Identificar esses sinais em si mesma é o primeiro passo para entender o quanto o luto coletivo pode estar influenciando sua saúde mental. Ao reconhecer esses impactos, você pode começar a buscar formas de enfrentá-los de maneira saudável. Como psicóloga, eu, Luciana Perfetto, ofereço apoio através de sessões de terapia online, ajudando você a navegar por esses desafios de maneira cuidada e profissional. A importância de reconhecer e validar suas emoções: Permissão para sentir A vivência do luto coletivo é um processo complexo que pode trazer uma enxurrada de sentimentos e emoções. É fundamental para nós, mulheres, reconhecermos e validarmos essas emoções, permitindo-nos sentir sem culpa ou julgamento. Aqui estão algumas razões pelas quais isso é vital: Validação emocional: Ao reconhecer suas emoções, você valida sua experiência e cria espaço para que essas sensações sejam processadas de forma saudável. Liberdade para expressar: Sentir-se autorizada a sentir é crucial para a liberdade emocional. Isso inclui tristeza, raiva, medo e até mesmo alívio. Abrace a vulnerabilidade: Permitir-se sentir é também um ato de coragem e um passo importante para abraçar sua vulnerabilidade. Isso fortalece sua conexão consigo mesma. Prevenção de problemas futuros: Ignorar ou suprimir emoções pode levar a problemas emocionais no futuro. O reconhecimento é um passo preventivo essencial. Dar-se permissão para sentir pode ser desafiador, especialmente em um mundo que muitas vezes espera que sejamos sempre fortes e resilientes. No entanto, essa prática é essencial no processo de cura e recuperação. Considere reservar um momento do seu dia para se conectar consigo mesma, talvez através de um diário, meditação ou simplesmente permitindo-se um tempo em silêncio. Essa conexão é um caminho para transformar dor em aprendizagem e crescimento. Como o luto coletivo diferencia-se do luto individual e por que isso importa Ao lidar com a perda, é importante reconhecer as diferentes formas de luto, principalmente quando estamos diante de um fenômeno de luto coletivo. A compreensão dessas diferenças pode trazer à tona a importância de abordagens específicas e personalizadas que atendam às nossas necessidades emocionais. A seguir, exploramos como o luto coletivo se distingue do luto individual e por que essa distinção é significativa, especialmente para mulheres adultas que buscam apoio emocional. Luto Individual vs. Luto Coletivo: Natureza do luto: Enquanto o luto individual refere-se à experiência de perda que afeta uma pessoa em particular, o luto coletivo acontece quando a perda impacta uma comunidade ou um grupo. Amplitude emocional: No luto coletivo, a intensidade e a diversidade das emoções podem ser mais abrangentes devido ao compartilhamento das experiências e das lembranças entre várias pessoas. Conexão social: O luto coletivo enfatiza a importância dos vínculos entre os indivíduos, visto que o sofrimento é partilhado, gerando um sentimento de solidariedade. Impacto na identidade: A perda coletiva pode influenciar a identidade de um grupo, alterando a forma como os indivíduos se percebem dentro do contexto social. Por que isso importa: Necessidade de suporte diferenciado: Reconhecer essas diferenças permite a oferta de apoios e recursos mais adequados, alinhados às emoções e às necessidades específicas de quem enfrenta o luto coletivo. Promoção do bem-estar mental: Compreender a dinâmica do luto coletivo podeContinue a ler »Como lidar com os impactos do luto coletivo O post Como lidar com os impactos do luto coletivo apareceu primeiro em Psicóloga Luciana Perfetto .
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Minha cabeça não para de tentar entender quantas coisas passamos até aqui, não quero mais olhar para trás. Não quero as mágoas e nem nada de nós.
Sabe quando eu desci no terminal da alvorada ?
Parei no mesmo lugar que nos despedimos no dia que fomos à praia , no nosso “primeiro encontro” pós abismo.
Aquela cena de nós passou pela minha cabeça de novo e de novo até uma lágrima rolar. Eu não tinha motivo para estar triste , afinal estava indo te ver , e eu não estava triste , na verdade,foi como uma descarga emocional e uma esperança em algo para nós dois .
Minha vida é uma loucura , e te ter por perto é como a calmaria em meio ao meu furacão .
Seu abraço me acalma e me faz pensar .
Sempre foi assim, as coisas sempre foram melhores quando você está por perto .
Tudo parece se alinhar melhor e eu claramente sou mais feliz contigo.
Poderia ser mais um daqueles escritos falando de tudo que sinto e sou quando estou com você , mas já sabes de tudo e é quase palpável o que está dentro de mim .
Mas essa noite perdi o sono , não consegui dormir , sentia uma necessidade enorme de começar a viver cedo , antes mesmo do sol nascer.
Desci e abri a porta, sentia fresca da madrugada passar pela minha pele ainda quente recém descoberta . Sentei na minha varanda encostada na parede , olhava para escuridão do céu. Na cidade aonde eu moro por quase não ter prédios e ter pouca luz as noites são sempre muito escuras.
Deixei as lembranças de um final de semana de bons momentos pairarem minha mente. Sorri ao lembrar de alguns momentos, chorei ao me esvaziar de sentimentos .
Queria estar recostada em seu peito, sentindo seu cheiro, foi tão bom me sentir cuidada , geralmente eu estou sempre cuidando de alguém e não recebendo isso . Levarei uns dias até processar o quanto eu fui capaz de viver na sombra de uma situação que me apagava por inteira .
Não sei que vou conseguir expressar o quando as suas atitudes foram importantes internamente para mim.
E isso que eu estou falando não é por que os sentimentos que tenho por você fazem esse turbilhão de emoções . Por que isso , nós sabemos . É amor, sempre foi .
Mas é o fato de como consegui esquecer como é ser cuidado por alguém , como eu me deixei de lado , não cuidei do que eu sempre mais tive zelo. Que é o meu interior . É como se você me tivesse virado do avesso, e cada carinho que fazia suturava uma ferida que ficou desse caminho descontente .
Passei a mão pelos meus braços e os senti arrepiar . Já estava frio e o descompasso da minha respiração me gerava desconforto .
Senti meus olhos pesarem, eu realmente queria que você estivesse aqui. Tenho certeza que seria fácil adormecer .
Por que você sempre me teve tão fácil assim ?
Não quero te assustar com essa enxurrada de palavras ,mas eu também estou tentando entender .
E sei lá , algo mudou, mudou para melhor eu me arrisco dizer .
Todos esses anos eu venho me empenhando em meu trabalho, minha maternidade, em melhorar as condições de vida. Eu precisei andar para trás para depois voltar a ir para frente . Eu tenho sonhos, planos e mesmo com todas as coisas que a vida nos impõe , eu sei que posso chegar lá .
Ouvi durante um tempo que depois dos filhos a vida a acaba, a minha filha foi inesperada, mas ela nunca foi um erro.
Por ela eu quero ser o melhor de mim, quero tantas coisas para nós .
Mas eu quero um família feliz , estruturada, uma família que se impulsiona .
Quando voltamos a conversar sobre “nós” muitas coisas ficaram na minha cabeça . Tantas incertezas. O que esse tempo tinha feito com a gente?
Eu sempre fui muito clara sobre mim, mas de você eu sei o que fala e o que o teu olhar entrega . E assim um dia de cada vez as coisas vão acontecendo, quando nos vimos aquele dia na praia eu senti que tudo poderia se encaixar novamente , se ambos quisessem, com paciência e muito cuidado , chegaríamos la.
No nosso último encontro a saudade que sentia de você chegava a doer , era uma saudade de nós , de tudo que nos foi arrancado pelas escolhas erradas . Mas foi nele que eu senti que estamos sim sintonizados, temos ideais de vida parecidos ,trabalhamos para buscar uma condição estável e de conforto ,estamos constantemente em busca de conhecimento e e evolução . Uma evolução múltipla. Sendo elas física, mental, emocional , familiar e financeira.
Nós parecemos uma boa dupla, na verdade nós somos uma.
Pensando tudo isso eu já via o amanhecer chegar ao longo do horizonte , perguntei para Deus e pedi que ele revelasse os planos dele para minha vida , quem sabe a nossa vida .
E sei lá , acho que ele ouviu , e de alguma forma essa resposta tem chego de forma fluída entre nós .
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Apaixonantemente intenso
Alguns te chamariam explosivo.
Eu me lembro facilmente de algumas explosões suas por besteiras.
Lembro de ter visto e ficado pensando: nossa para quê tudo isso?
Hoje eu vejo que é a sua intensidade.
Eu e você somos lados diferentes de uma mesma moeda: eu tenho o drama, a impulsividade e a coragem que me levam a fazer loucuras.
Você tem a intensidade, a profundidade e o excesso de pensamentos contidos, que quando explodem, geram uma reação em cadeia em que te escuta.
Afinal, como, sendo tão polido e educado, poderia perder a compostura assim?
Mas não sabem o quanto você já observou, o quanto já suportou calado, por tanto tempo.
Então, toda a enxurrada de emoções contidas desaba como uma barragem rachada.
Então, eu te entendo. Não te julgo, não mais.
Você tem a força de uma cachoeira, forte e constante. A sua intensidade não deve ser uma força a ser reprimida; deve fluir, como parte de você que é.
A sua paixão e sua intensidade são os maiores traços da sua personalidade. Você deve aceitá-los, belos como são e deixar fluir pelo mar de sentimentos e emoções que burbulham de você.
São seus traços mais lindos. Liberte-se. Deixe fluir. Faça brilhar.

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amorzade
Às vezes, a vida nos surpreende de formas que nunca imaginamos. Hoje, eu me pego pensando em alguém que tem estado ao meu lado como um amigo fiel, mas de repente, meu coração parece enxergar essa pessoa com uma profundidade totalmente nova. É uma sensação estranha, confusa e emocionante ao mesmo tempo.
Essa amizade que construímos ao longo do tempo, cheia de risadas compartilhadas, aventuras memoráveis e momentos de apoio mútuo, está tomando uma direção inesperada. De alguma forma, meu coração parece bater um pouco mais rápido toda vez que recebo uma mensagem ou quando estamos juntos. As conversas têm um brilho diferente, e cada gesto de carinho parece carregar um significado mais profundo.
Mas aí vem a enxurrada de perguntas e incertezas. Será que esses sentimentos são passageiros? Será que estou interpretando mal a situação? E se eu arriscar e isso mudar tudo? A verdade é que não há um manual para lidar com esse tipo de situação. Não há um mapa claro para seguir, apenas emoções complexas e uma amizade que parece estar evoluindo para algo mais.
No fundo, eu sei que a base da nossa amizade é sólida. A confiança que construímos ao longo dos anos, o respeito mútuo e a capacidade de sermos nós mesmos juntos são elementos que não podem ser ignorados. E talvez seja aí que reside a resposta. A comunicação se torna crucial em momentos como esse. Abrir meu coração e compartilhar esses sentimentos com meu amigo é assustador, mas também é a única maneira de entender o que está acontecendo do outro lado.
Independentemente do que acontecer, sei que essa jornada de autoconhecimento e descoberta é valiosa. Se nossos sentimentos se transformarem em algo mais profundo, isso poderia ser um novo capítulo emocionante em nossas vidas. E se, por outro lado, a amizade permanecer como é, tenho confiança de que essa experiência só servirá para fortalecer nosso vínculo.
No final das contas, não há respostas fáceis quando o coração está envolvido. Mas uma coisa é certa: honrar meus sentimentos e ser verdadeiro comigo mesmo e com meu amigo é o que importa. A vida é uma jornada imprevisível, e às vezes, as melhores coisas acontecem quando nos permitimos explorar o desconhecido.
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⭑🕯️ʿ aquele pico de energia parecia ter consumindo toda a coragem e a névoa que a maconha deixava em seus sentidos. parecia que pouco a pouco ia voltando ao normal, descendo daquela enxurrada de emoções que tinha lhe acometido e devagarinho ia percebendo a burrada que fez ao forçar em pacífica uma conversa tão séria e sentimental quando ele próprio estava ali apenas induzido pela erva que tinha fumado há pouco tempo. céus, que bagunça. nem mesmo o baseado era capaz de lhe fazer proferir o real motivo de ter corrido, de ter se assustado ao ponto de deixa para trás um relacionamento que poderia ter evoluído mais com o tempo. seus sentimentos eram inegáveis, a amou, sim, mas parte de si ainda tão insegura consigo mesmo tinha apenas... atrapalhado tudo. e agora fazia isso de novo. a fazia reviver a dor e colocava sal em uma ferida que ele sequer sabia se estava cicatrizada ou não. Sasha deu um passo para trás pois a mente estava lenta mas ainda compreendia aos poucos a seriedade da situação. “ ━━━ porra." murmurou consigo mesmo, nas bordas da visão apareciam pequenos pontos pretos dificultando que focasse a sua atenção na mulher. “ ━━━ eu acho que não entendia." confessou, dando o braço a torcer porque pacífica merecia sua honestidade mesmo que parcial. “ ━━━ eu acho que eu não entendia a dimensão. você está certa." concordou. “ ━━━ sinto muito. apenas... sinto muito por ter machucado você." quando tudo o que queria fazer era evitar que a garota se machucasse por causa da sua incapacidade de oferecer mais para ela, machucá-la foi o que realmente fez. “ ━━━ não tinha intenções de machucar você antes ou agora mas... mas vejo que foi isso que fiz e eu sinto muito por isso." não tinha o direito de querer prolongar aquela situação e não tentou, não quando sabia que não conseguiria dizer o real motivo de ter fugido. era apenas mais fácil fugir de novo.
ೄྀ࿐ ˊˎ- Flashback
Tudo o que saía da boca de Sasha parecia para Pacifica como nada além de meras desculpas. A filha de Poseidon era, acima de tudo, leal e, em sua visão, não havia nada que pudesse fazê-la tratar alguém que dizia amar como Sasha a havia tratado. Talvez pelo amor ser algo tão raro para si, ela não conseguia entender como alguém não lutaria com todas as forças por ele. Não conseguia acreditar nas palavras de Sasha porque ela havia sentido aquele amor e, se ele tivesse permitido, ela teria ido até as últimas consequências por ele. ➳ Me prender a você? Sasha, não tem como prender alguém que fica por livre e espontânea vontade. Será que você não entende? Eu enfrentaria qualquer coisa por você. Qualquer problema, qualquer desafio. Como você não pôde ver isso? — enfiou as mãos trêmulas nos bolsos da calça para que ele não a visse daquela forma. Odiava demonstrar fraqueza, principalmente em uma situação onde já estava no time perdedor. Se possível, tudo o que Sasha dizia só servia para deixá-la ainda mais revoltada. ➳ Você não sabe o que eu preciso! Não sabia na época e não sabe agora, então não ouse dizer que estava fazendo isso por mim, porque a única coisa que eu precisava era que estivesse lá. Eu não sei qual é o seu problema, não sei o que te perturba tanto ao ponto de deixar uma coisa boa para trás sem o mínimo de justificativa e, honestamente, nem sei se quero saber. Você não me deve mais nada, afinal de contas.
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Acho tão doido como eu, que tenho tanto medo de estar só, medo de que as pessoas me deixem, pareço fazer o máximo possível para fazer elas partirem. É só surgir alguém minimamente interessante, alguém que eu ache que talvez possa ser A pessoa, que eu me perco. E simplesmente não consigo controlar a enxurrada de emoções que me arrebatam de um dia pro outro.
Eu sinto quase como se eu fosse repulsivo, porque gostar de mim, me amar, parece algo tão fora da realidade. Não existe nada de interessante sobre mim. Sou problemático, sem personalidade, sem voz, sem talentos, sem nada. Ou talvez eu apenas me vejo assim há tanto tempo, que não consigo mudar essa visão.
E eles sempre dizem como eu sou especial ou como eu sou uma pessoa legal e divertida, mas no final eu sinto que eu sou um prazer momentâneo. "Um dia, você vai olhar ao redor e perceber que todo mundo te ama, mas ninguém gosta de você. E esse é o sentimento mais solitário do mundo" um personagem de uma série que gosto disse isso uma vez e essa frase me assombra desde então, pois é exatamente esse o sentimento. Eu priorizo tanto as pessoas e fico esperando o mesmo, mas não é culpa delas, eu só... Eu não sei ser pouco. Me amar, conviver comigo, é muito difícil e eu não posso exigir que ninguém fique. Eu não ficaria se pudesse.
25.04.22
- Juno
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Innocence lost || POV || June 1979
Saturday; June 16, 1979; Charity Auction.
Tinham dito a Dorcas que o tema do leilão seria Circus Night e não podiam estar mais certos, pois aquela noite estava realmente sendo um circo. Todas aquelas famílias que posavam de benfeitoras eram as mesmas que frequentavam os jantares que sua avó lhe arrastou por uma breve parte de sua infância, ou seja, eram as mesmas que não tinham problema algum que olhar os outros de cima e fazer comentários pelas suas costas apenas porque acreditavam estar em um status acima - status financeiro, status social, status sanguíneo. Ver os sorrisos falsos e os olhares interesseiros a levava aquelas mesmas noites em que encolhia-se e tentava passar despercebida, receando ouvir mais comentários maldosos sobre a ‘escolha’ de seus pais. Porém, diante de todos aqueles grandes nomes e sobrenomes, Dorcas não se encolheria, não mais; afinal, a importância que eles davam as aparências que tentavam sustentar era infantil quando comparada ao que a trazia, de fato, àquele evento. Desde o ataque no primeiro de abril, alguns aspectos da vida da loira tinham andado rápido demais; o seu trabalho no atendimento imediato do atentado havia lhe rendido certo crédito com seus superiores e sua atuação no hospital passou a ter mais responsabilidade e confiança; tinha acesso a mais setores e documentos, conseguia descobrir padrões entre os pacientes, suas condolências e seus ‘acidentes’ - havia muito não sendo dito entre aquelas paredes. Ao mesmo tempo, Meadowes fugia da atenção que sua profissão passou a ter na mídia; por mais merecida que fosse, ela sabia que não era uma boa ideia se expor dessa forma se quisesse continuar investigando, então apenas ficava feliz por ver seus colegas tendo o trabalho reconhecido. Por outro lado, a Ordem a havia aceitado, ainda que não fosse o plano inicial de nenhuma das partes - e era em nome da organização que Dorcas estava ali.
Enquanto ela sabia que outros membros - entre eles alguns desconhecidos, outros nem tanto e ainda havia aqueles que chamava de amigos - encaravam missões perigosas e emocionantes, Doe havia prometido a Gus que manteria-se segura no que estava fazendo e isso significava ficar longe da linha de frente e pôr seus conhecimentos medicinais em uso quando necessário, assim como servir de olhos e ouvidos em eventos como o daquela noite. O namorado não tinha conhecimento do que Dorcas fazia por baixo dos panos, ela não podia contar a ele toda a verdade, mas Augustus a conhecia bem demais e era capaz de perceber quando a loira estava focada em algo que não explicitava. Sempre que pensava em seu papel na organização secreta enquanto na presença de Gus, sua mente escorregava para um espaço escuro no qual questionava se o seu silêncio perante as ações que tomava eram, de alguma forma, uma traição e ponderava o que aconteceria se ele descobrisse toda a verdade; Doe temia a resposta, não pela possibilidade dele ir contra suas atividades extracurriculares, mas por ela estar as escondendo. Porém, aquela não era a hora nem o lugar para a ex-Hufflepuff deixar seus pensamentos vagarem e sua atenção voltou totalmente ao que acontecia à sua volta. Até então, a noite havia passado tranquilamente e Dorcas mantinha o sorriso simpático e os olhos atentos, havia muitas pessoas presentes e seu primeiro movimento foi reconhecer aqueles que Moody havia lhe sugerido que prestasse mais atenção, enquanto seu instinto corria para as aproximações imprevisíveis ou conversas que fugissem da falsa cordialidade. Obrigou-se a participar de interações triviais e prestou sua condolência aos Flint pela perda da mãe; ela mesma nunca havia tratado Celine, mas a mulher era uma figura fixa no hospital, assim como as visitas da filha. Neste momento, Dorcas não pode deixar de perceber a frieza com o qual o irmão mais velho lidava com a situação e seu olhar foi puxado a ele mais uma vez durante o jantar; a loira sabia como irmãos se relacionavam, havia passado por várias fases com o próprio e se surpreendera com a presença de algo errado na interação entre os Flint. Após uma nota mental, o detalhe logo foi deixado de lado, pois não parecia relevante em sua missão naquela noite e não demorou para o leilão começar, com peças sendo expostas e arrematadas por valores absurdos, que deixavam Dorcas enjoada de saber que as pessoas que as compravam tinham esse dinheiro para esbanjar, mas precisavam de uma desculpa luxuosa e fútil para usá-lo em nome de uma boa causa. Sua atenção, porém, estava longe das joias e artefatos, mas, sim, em quem estava e não estava no salão naquele momento. A ausência de Edward Flint era gritante aos olhos da loira, pois ele era um dos anfitriões; sua irmã também não se fazia a vista em lugar algum, mas logo esse foco foi substituído pela movimentação apressada de duas pessoas para fora do salão; a primeira delas lhe escapou aos olhos, mas na segunda pode reconhecer o Lestrange mais novo - e só pode fazê-lo pelas orientações e explicações passadas por Moody anteriormente, pois as faces por trás dos sobrenomes de relevância na alta sociedade bruxa ainda jaziam fora de foco na memória da loira e as máscaras não ajudavam em nada, de qualquer forma, estava claro que havia sido a mesma coisa que os tinha atraído para fora dali - ela só não podia dizer se era algo importante ou não. Ainda assim, a Meadowes se restringiu em apenas observar, pois essa era sua função e não a de intrometer-se.
Mais algum tempo se passou, diversas notas mentais foram feitas e nada parecia ter relevância instantânea; Doe estava ficando cansada de manter uma postura amigável quando na verdade queria estar bem longe dali. Agradecia por ter a companhia de Augustus ainda que aquele ambiente não era um a qual a loira desejava submeter o namorado, mas tinham prometido compartilhar o que pudessem e a presença dele ali apaziguava ambos os espíritos. A mão de Gus em suas costas fez seu corpo relaxar quando ela sequer percebia que estava tensa. - Thanks, babe. - respondeu quando ele trocou sua taça de espumante com o líquido morno, por uma nova e fresca. Tomou alguns pequenos goles, pensando quando poderia dar a noite por encerrada quando percebeu mais uma movimentação estranha. Primeiro reconheceu o Lestrange mais velho, que aparentemente andava pelos cantos sozinho, e logo viu outras duas figuras atravessando o salão pelo mesmo caminho, um tanto mais próximas uma da outra, e dessa vez reconheceu apenas uma delas. Dorcas obrigou-se a se manter no lugar enquanto via o Sr. Bones sumir por entre uma das portas laterais, mas a inquietação levou o melhor de si depois do que pareceu tempo o suficiente para que ele tivesse retornado e ela resolver seguir os passos dele. - I will be right back. - anunciou a Gus com um beijo em sua bochecha na tentativa de não o preocupar. O caminho que fazia era desconhecido, pois o hotel era um lugar no qual a ex-Hufflepuff nunca havia posto os pés antes e ela não sabia o que estava procurando, mas tudo o que encontrou foram cômodos vazios e salas escuras. Bem, era o Dorcas esperava quando seguiu o instinto, achando-se estúpida por uma preocupação que provavelmente era fruto de sua mente em alerta, até abrir uma porta e se deparar com um corpo.
Não era o primeiro que a loira havia visto e não seria o último, mas, em um primeiro instante, não era a healer que estava diante do ser em inércia e o segundo de paralisia lhe custou a atenção para o resto do cômodo. No segundo seguinte, Dorcas estava no chão, havia sido empurrada e alguém estava sobre si, tentando segurá-la sem muito controle do que fazia; tirando a varinha das vestes, a loira lançou um estupefaça em quem tentava lhe prender e pode sentir o ricocheteio do feitiço em seu peito devido a proximidade que estavam. - Incarcerous.- lançou a magia e viu seu atacante ser envolvido por cordas, imobilizando-o enquanto o mesmo tentava se levantar. Seu espanto em ver quem era a pessoa fez com que ela agradecesse ainda estar no chão, pois não tinha certeza se conseguiria se manter de pé ao reconhecer Alecsander Bones entre as amarras. - Mr. Bones? It’s me, Doe. Are you ok? - perguntou enquanto corria para o lado do corpo para checar os sinais vitais e dar os primeiros socorros a quem agora podia ver que era Edward Flint. Ele estava morto e não havia o que a Meadowes pudesse fazer por ele, então sua atenção foi para Alecsander; agora podia vê-lo claramente, ele se debatia e tentava se livrar das cordas, sua expressão tão distorcida que a loira não podia dizer o sentimento que a causava. - Mr. Bones, what happened here? - sua voz estava firme, mas não acusatória, pois ainda tinha esperança de receber uma resposta plausível; talvez ele estivesse com medo, talvez achasse que quem adentrou a porta era o assassino, talvez estivesse se defendendo... mas tudo o que Dorcas recebeu foi uma enxurrada de “I did this, I killed him”. Aquilo era demais para ela, Doe queria virar as costas e fingir que nada havia acontecido, afinal, ela era apenas uma informante, olhos e ouvidos quando necessitavam; mas algo dentro da loira mudou naquele instante e Dorcas sabia que não podia deixar suas emoções falarem mais alto. Recompôs a postura, lançou mais uma feitiço amordaçando Alecsander e fechou a porta atrás de si antes de selá-la magicamente. A healer precisava encontrar alguém que pudesse proceder com a cena, alguém que confiava e que permitiria que ela tivesse mais tempo com o corpo para exame. Seus braços tinham leves arranhões e seu cabelo estava desajeitado, mas com toques rápidos de varinha, ela estava apresentável mais uma vez; respirou fundo, ignorando a dor no peito que certamente lhe deixaria um roxo mais tarde, e caminhou de volta para o leilão.
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Uma enxurrada de emoções vem invadindo seu peito como um furacão raivoso. Há tempos você vem sentindo se acumular, enchendo as lacunas dos pulmões, a extensão das artérias principais, as cavidades do seu coração. Até que agora, você sente o peito tão cheio, que parece uma arma engatilhada, prestes a disparar.
Prestes a soltar tudo em lágrimas quentes que farão seu rosto ficar vermelho como o sangue que corre nas suas veias. Farão seus olhos incharem e arderem. Farão soluços escaparem de seus lábios. Mas principalmente, e dolorosamente, farão a arma disparar, e a enxurrada sentimentos que rodopiam dentro do seu peito, irão finalmente te consumir.
Então tudo vai ser despejado com mais força sobre seus ombros, aquele peso invisível vai deixar de se acumular somente no seu peito, para poder fazer sua dança por outras partes do seu corpo, por outras partes da sua alma. Sua cabeça vai doer, sua mente vai começar a se derramar, dardejando todo o tipo de pensamento triste, toda a frustração, todos os desejos não alcançados, todas as vezes que engoliu o choro para não parecer fraca.
Você irá gritar, sentar no canto da parede ou deitar em posição fetal, mas vai sem sombra de dúvidas, vai querer chutar alguma coisa. Mas não poderá quebrar nada do local onde está, pois sabe que vai ficar se remoendo depois. O que é uma pena. Não seria ótimo se você pudesse fazer o que quisesse, ter esse pingo de sorte, mesmo quando se já está dentro de seu próprio caos? O destino poderia ser generoso nesse momento, uma pitada de sensibilidade faria toda a diferença. Mas naquele momento você não teria essa dádiva, teria que reprimir o desejo, ou então chutar a parede e correr o risco de se machucar. Mas será que no momento seria relevante? Você já estaria sentindo uma alta carga de dor emocional, o que seria mais uma dor física?
Iriam se passar longos minutos, ali sentada. Não se sabe se é de dia ou a noite, se sua mãe estará acordada para ouvir os seus choros. Se ela estará acordada para ser gentil com você, ou se irá reclamar que está chorando. Porque ela não consegue distinguir a diferença de quando você está chorando por dores emocionais, ou se está chorando por algo que, na opinião dela, não vale a pena e que automaticamente ela não daria atenção, pois já aconteceram incontáveis vezes.
Se ela estiver acordada, uma escolha aparecerá. Revelar o motivo do choro ou esperar que ela descubra? Mentir e preferir que ela te ignore por achar que é besteira, ou falar a verdade e vê-la sem saber o que dizer ou fazer?
Você prefere não dizer o que é para não colocá-la numa posição que a deixe desarmada, pois sabe que ela pode ficar mal por não saber te ajudar. Você vai ficar lá e mentir, tentando não ouvir as coisas que ela vai falar, como "Pra que chorar por isso?". E aí ela vai parar de falar, e você vai parar de chorar, mas somente por fora, porque o seu peito ainda está em destruição interna.
Depois de algum tempo, não se sabe quanto, não importa se sua mãe apareceu ou não, você já vai ter se acalmado, as lágrimas terão secado, os soluços cessados e seu peito esvaziado. O último somente em parte, pois as angústias nunca vão totalmente embora, nunca vão te abandonar. Essa é a grande ironia. Você estará acompanhada de muitos sentimentos e pensamentos, e mesmo assim se sentirá sozinha.
Então você vai se levantar, irá lavar o rosto, talvez tomar um banho longo onde mais algumas lágrimas irão descer camufladas pela água do chuveiro. E você não vai saber distinguir o que é água e o que são lágrimas. Você vai deitar na cama, encostar a cabeça no travesseiro, se sentido um pouco mais leve, mas sabendo que aquilo irá se repetir novamente.
E vai aguardar até a próxima vez em que o seu mundo interno irá desabar sobre você.
- Uma crise de ansiedade.
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"O tempo precisa de tempo"
"E se..." são palavras que sempre cercam o nosso dia-a-dia e a infeliz da ansiedade ajuda a comprimir o peito de quem se pega pensando no futuro. Eu mesma já perdi milhões de minutos em um futuro que nem chegou e já o estava comparando com os alheios a minha volta. Pois se você já fez isso, não se sinta só, pois há uma grande parcela de pessoas fazendo isso agora mesmo. Mas porque isso acontece com todos nós independente da idade? Sinceramente eu também não sei, mas sei que não damos tempo ao nosso tempo. O tempo de nossos corpos, nossas mentes e do nosso amadurecimento.
Recentemente me peguei comparando (sim, de novo, porque a desgraça desse sentimento vem e parece não querer ir embora) as minhas conquistas "pesadas" com a minha idade. Resultado: me senti velha demais pra determinadas coisas, atrasadas pra outras, parada no meio do caminho e por fim me senti inútil, por estar com quase 26 anos e não ter feito "nada" que a minha idade "pede".
Quando você chega aos 20 anos, vem uma enxurrada de coisas que precisamos ter até os 30 anos; (levante a mão quem já ouviu uma cobrança dessas \o) por exemplo: devemos estudar, ter um diploma, trabalho fixo, casa própria, carro do ano, uma família com dois filhos e dois cachorros ou gatos. Só de listar isso, eu já fiquei sem fôlego. Sem contar que pra mulheres inclui ser "bela, dedicada e do lar", porque parece que a carreira feminina termina na maternidade, enfim a hipocrisia.
Mas o que eu quero dizer (escrever) com isso? Não é essa "lista de tarefas", que dependendo da pessoa é muito mais extensa, que defini quem somos, nem muito menos o tempo pra cada coisa.
"Nosso tempo, precisa de tempo." Mas que porcaria clichê é essa? você deve estar pensando, mas analise um pouco. Cada pessoa tem um tempo pra determinada fase da vida. Tem pessoas que assim que terminam o ensino médio já tem um negócio próprio, outros conseguem depois dos 40. Algumas estudam a maior parte da vida e esperam 3, 4 ou 5 anos pra se estabelecer na carreira, outros no primeiro semestre já tem um emprego na área. Tudo bem esperar o seu tempo, pois você não está sozinho nisso. Tudo bem se você se sentir confuso, triste e frustrado com a sua idade e suas metas. Tudo bem se sentir assim. Somos humanos, é justo que passamos por emoções, no final dá certo pra cada um, no determinado tempo e na determinada data e forma. Cada um tem o seu momento de felicidade que lhe cabe bem e cobre todos os "e ses..." de uma vez ou quase.
A vida de cada um é distinta, diversa e cheia de obstáculos, conquistas, choros e alegrias diferentes. Faz parte do existir.
Então viva o seu tempo. O presente prepara e fortalece o caminho pro futuro. E lembre-se cada um tem seu tempo e todos são válidos. Não se cobre tanto, pois a cada espera (que é chata, insuportavelmente chata, eu sei) mas perto do que você deseja você está.
Seja você, no seu tempo.
:: Playlist 1# ::
As duas músicas que eu separei pra esse texto, são um tiquinho velhas, mas são exatamente aquilo que precisamos ouvir quando a confusão de sentimentos coloca em dúvida se somos capazes de conseguir alguma coisa. Foram algumas das minhas músicas companheiras durante a minha época de vestibular e semestres atribulados de faculdade, quando eu me desesperava com as minhas notas, o medo de perder a bolsa integral e o um futuro incerto. Pois bem, isso passou e essas músicas ainda me lembram que coisas boas demoram a chegar.
1. This time of my life - David Cook
2. This is my time - Raven Symoné (se você é fã ou já assistiu o Diário de uma Princesa, vai reconhecer essa)
link da nossa playlist: https://open.spotify.com/playlist/731AnWHu34d4WMF6SmzLbr
Bom, é isso. Espero que vocês fiquem bem, apesar de tudo.
Abraços de BR!
Um beijo,
Vanessa. Fada 1
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Laços estão se cortando, se desfazendo, caindo e caindo, outros evaporando, como se nunca tivessem existido. Talvez tudo não tenha passado da nossa imaginação, criando coisas e situações, colocando sentimentos que estavam guardados no nosso subconsciente, que queria tanto sentir, tão cansado de estar só, acabou se iludindo em emoções tão belas e puras.
O tal amor, o tão almejado sentimento, que mexe com todos e poucos são os que não se entregam à ele. Adorado sonho, onde te faz sentir tudo ao extremo. Inexplicável, não se pode colocar só algumas palavras nele, pois ele é feito de um dicionário inteiro.
Ás vezes me pego pensando em como parece ser distante esse sentimento, mas então quando a solidão bate em minha porta e as enxurradas de sentimentos que vem com ela, me fazem abrir meus olhos, para notar e entender que eu sou meu próprio amor, o mais sincero e verdadeiro que irei viver.
E isso não quer dizer nunca irei encontrar alguém para acrescentar em minha vida, um alguém para quem meus olhos irão se voltar em meio a outros corpos, aquele por quem minhas risadas serão escandalosas, que irá compreender tudo em mim e segurar minha mão ao invés de partir.
Então saberemos que o amor começa primeiro em ti, em se encontrar, se entender e aceitar, para no fim transcender em uma linda estória de amor, em que duas almas se conectam em sintonia uma com a outra, numa eterna vibração de sentir.
— Cassiopéia.
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