#como plantar ora-pro-nobis
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Como plantar ora-pro-nóbis: Guia completo para cultivo e cuidados
A ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata) é uma planta suculenta e trepadeira, famosa por suas folhas ricas em proteínas, ferro, vitaminas e fibras. Conhecida como “carne dos pobres” devido ao seu alto valor nutricional, essa planta é uma excelente adição para hortas caseiras e jardins. Neste guia, você aprenderá como plantar, cultivar e cuidar da ora-pro-nóbis de forma simples e eficiente. Escolha do…
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Meu jardim
Me encontro nessa tarefa de imaginar como seria a forma material desse jardim que floresce dentro de mim.
Lhe digo que num é fácil quando ainda não se aprendeu o direito de enxergar e comunicar a beleza do que aqui cresceu.
Sei que tem flor, bicho, passarim, borboleta. Tem água e tem vento. E semente germinando na força do intento.
Qual é a cor dessas flores? Não sei... Porque é por demais abundante e diverso aquilo que em mim desperta o amor.
Mas sei que devo saber dizer. Porque essa indefinição parece que na verdade me escancara que não querer escolher revela a dúvida sobre a origem e o destino do nosso ser.
Pois então vamo: Nesse jardim tem margaridão, a flor de mel que dá o cheirinho doce pros bichim chegar. Amarela como o Sol, vem avisando que o alimento da vida lá do céu nunca para de jorrar. Junto dela tem todas essas árvores com flores de cores bem vivas: flamboyant, bouganville, jacarandá, ora pro nobis. Tudo enquanto! E nos seus galhos habitam os beija-flores, bem-te-vis, sanhaçus, periquitos e corrupiões.
Acho que nesse jardim tá faltando comida.
Pois então planto: frutas, ervas, raízes, legumes, grãos e sementes comestíveis. Se desse pra plantar um pé de chocolate, eu ia querer também!
Agora, depois de semear esse éden em minha mente, acho que entendi qual era o nutriente que estava ausente: a lealdade.
A firmeza de plantar e esperar crescer. A perseverança de não ficar o tempo todo imaginando a próxima paisagem a se conhecer.
Girar é bom também, mas já me angustia essa inquietude de um coração que pensa a lugar nenhum pertencer.
Pertenço sim, e já encontrei sete gerações pra trás, de onde eu vim.
Num quero mais deixar vaso com galho seco do que foi plantado mas não regado.
Toda e qualquer pessoa do mundo pode te abandonar, mas a mata... essa nunca. E pra ter certeza disso é só olhar pro chão, é quem tá todo dia sustentando o teu pisão.
Já fez carinho no chão hoje?
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21 de maio de 2020
Mu Chu. Já anda por tudo, me acompanha. Gosta do fogo. Ele dorme muito. Vive pra ficar quentinho. Espero que esteja conseguindo comer. Amanhã vou tentar fazer um leite de aveia ou arroz pra ele. Fomos até o rio buscar água. Depois comecei a trabalhar na terra. Revolvi o solo, rastelei. Ele ficou do meu lado olhando. Tirava um cochilo. Do nada miava. Reclamava do chuvisco. Sentava bem no lugar que eu deveria revolver com a enxada. Ele é engraçado. Reclama, mas me acompanha. Continuei no solo até o fim da luz. Cobri com um pouco de grama seca que tinha separado. Amanhã contínuo. Me bati num galho e tomei uma picada de marimbondo. Descobri que tem um ninho cabuloso entre a barraca e a horta. Se eu não me bater nele acho que conseguimos conviver.
A sementeira não deu nada. A composteira já tem uns tomates grandes. Tenho que transplantar os tomates para a horta. Antes tenho que jogar o carvão, pó de rocha, biofertil e cobrir o solo direito. Seria bom já plantar milho e feijão na sementeira, já que não deu nada. Depois eu tento as hortaliças, quando transplantar o feijão e milho pra terra. Amanhã é lua nova, ainda posso podar e pegar matéria orgânica verde pra cobrir o solo. O facão está bem amolado. Só preciso acordar com energia pra conseguir uma boa quantidade de cobertura.
Já tem a moringa, Ora pro nobis, cúrcuma, pinha, uns cinco maracujás e uns dez tomates. Com isso já da pra fazer esses canteiros iniciais. Seria bom um mamoeiro. Da próxima tenho que me lembrar de trazer um mamão pequeno pra fazer essas mudas. E já pensar também outras frutas com sementes boas. Talvez mais duas mangas pra tentar na composteira. Um abacate. Trazer umas sementes de melancia e jaca.
Hoje de manhã adiantei com umas tentativas de estaca. Vamos ver como vão ficar. Tentei quaresmeira, acácia de São João e mais duas floridas que peguei pela trilha. Se alguma vingar também já pode ir pro canteiro, mas acho que essas demoram mais, se derem certo. A maior chance é de não darem, mas fiz tudo com jeitinho. Preparei umas doze mudas com estacas pela manhã.
São muitas etapas e eu faço sozinho, acabo me atropelando. Começo uma coisa, já deveria ter feito outra antes. Era para os feijões estarem de molho agora, os milhos também. Ai jogava na sementeira já germinados. Quando estivessem fortes transplantava. Enquanto isso seguia coletando matéria orgânica pra cobrir o solo, tendo já adiantado com as cinzas no solo pra descer os metais. Poderia pegar uns troncos grandes caídos pra fazer o contorno dos canteiros, segurar a terra. Ou então pedras. Daí estar tudo pronto pra plantar na lua crescente.
É difícil coordenar. São muitas coisas e dependo muito do meu ânimo. As vezes me programo pra fazer as coisas e não faço, as vezes nem estava pensando em fazer algo e faço. Hoje mesmo foi assim. Amolei o facão para pegar matéria orgânica pra cobrir a sementeira, acabei nem usando o facão. No que fui pegar o balde que estava perto dos canteiros, acabei ficando por lá e trabalhando. A sementeira segue sem cobertura. Em compensação, revolvi os três canteiros e cavei o caminho da água entre eles. Eu me atropelo. Ainda tenho um gato agora pra tomar conta.
Geralmente o dia de chegada é para recuperar energia, mas hoje acabei fazendo muita coisa. Ainda cozinhei. Com direito a mate, farofa e amendoim torrado. Todos os processos possíveis no fogo. Estou satisfeito. Tenho comido pouco. Fiz uma toca pra Mu Chu do lado de fora, mas ele não gostou muito. Em algum momento ele vai ter que se acostumar, que não posso deixar ele dormindo na barraca. Já já ele mija ou caga aqui dentro e vai ser uma merda. Meu braço está doendo por causa da picada. Talvez eu tenha que dar um jeito nesses marimbondos.
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Como Plantar Ora-Pro-Nóbis em Casa – Passo a Passo e Cuidados
Aprenda como plantar ora-pro-nóbis em casa com um passo a passo desde o plantio até o cultivo e a colheita, e veja dicas e cuidados para melhores resultados.
Classificada como uma planta ornamental, a ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata) pode ser encontrada como objeto de decoração para jardins, sítios, fazendas e outras propriedades rurais.
Nativa do Brasil, ela também pode ser encontrada na Argentina e é conhecida ainda pelos nomes populares de azedinha, jumbeba, lobodo, lobrodô, lobrodó, lobolôbô, orabrodó, trepadeira-limão, rogai-por-nós e rosa-madeira.
Entretanto, a nossa querida ora-pro-nóbis é muito mais do que um “rostinho bonito” que serve para tornar a paisagem mais bonita – a planta também pode oferecer as suas vantagens para a nossa saúde. Veja todos os benefícios da ora-pro-nobis.
As suas folhas são consideradas ricas em proteínas e vitaminas – para você ter uma noção, elas chegam a apresentar um impressionante teor de 25% de proteínas -, além de possuírem ferro e cálcio em sua composição.
Tanto que a ora-pro-nóbis vem sendo empregada na culinária em receitas de sopas, tortas, omeletes e sucos. Veja várias receitas com ora-pro-nóbis light para incrementar sua dieta.
Até as suas flores são comestíveis, sendo donas de um sabor adocicado: sugere-se utilizá-las em no preparo de saladas.
Como plantar ora-pro-nóbis em casa
Seja para decorar e embelezar a sua residência ou ter mais facilidade de acesso à planta para aproveitar os seus benefícios em potencial, vale a pena aprender como plantar ora-pro-nóbis em casa. E é justamente isso o que vamos fazer abaixo:
Como plantar ora-pro-nóbis em vaso
Recomenda-se que a terra utilizada para plantar a ora-pro-nóbis seja mais arenosa, ou seja, que haja o acréscimo da areia de construção à terra de plantio;
Preparar a terra misturando composto orgânico ou terra estercada com areia: colocar duas partes de terra estercada ou substrato de plantio para uma parte de areia em um vaso;
Então, pegar um caule de ora-pro-nóbis que não esteja lenhoso, ou seja, que tenha tons esverdeados, pois dessa maneira ele tem mais chances de germinar a raiz e brotar. Cada estaca deve ter aproximadamente entre 20 cm a 30 cm. Portanto, se o caule escolhido for muito grande, ele precisará ser cortado. Para isso, utilizar ferramentas bem limpas e tomar cuidado com os espinhos da planta, preferencialmente usando luvas para proteger-se;
Remover as folhas da parte inferior do caule, que será enterrada na terra dentro do vasinho, e colocá-lo no substrato preparado no recipiente, deixando somente três folhas na parte superior do caule. Recomenda-se que a ponta do caule seja enterrada em uma profundidade correspondente a aproximadamente 2/3 do comprimento da muda. Pressionar a terra ao redor do caule para auxiliar o processo de hidratação. Repetir o mesmo procedimento com as outras estacas – é possível aproveitar um único vaso para plantar duas ou mais mudas de ora-pro-nóbis;
Regar bem e manter o vasinho de ora-pro-nóbis à meia-sombra. As próximas regas da planta precisarão ser moderadas: a planta necessita que a superfície da terra seque um pouco antes de ser regada novamente.
Outras dicas
A variedade da planta mais indicada para o cultivo é aquela que produz flores brancas;
A ora-pro-nóbis pode ser cultivada em qualquer tipo de solo, entretanto, ela se desenvolve melhor em localidades com incidência de sol ou meia-sombra;
O clima ideal para a planta é o tropical ou subtropical e ela pode ser cultivada em jardins e quintais. A ora-pro-nobis tolera um pouco de frio, no entanto, não aceita geada;
Embora seja resistente à seca, recomenda-se que o seu cultivo seja iniciado no começo do período de chuvas, já que o acesso à água nesta etapa do cultivo vai estimular o crescimento dos ramos;
A planta não é exigente em relação às adubações, que devem conter uma composição equilibrada de nutrientes. Além disso, é necessário manter um bom nível de matéria orgânica no solo para que haja obter um bom desenvolvimento e produção. Recomenda-se fazer a adubação no máximo uma ou duas vezes por ano;
Outra dica que se dá é a de podar a cada 75 a 90 dias na estação de chuvas ou a cada 90 a 100 dias na estação da seca. Na poda, devem ser removidos os caules mau formados;
A partir de três meses depois do plantio, após a poda dos galhos e quando as folhas apresentarem entre sete a 10 cm de comprimento, a colheita poderá ser realizada;
É importante tomar cuidado na hora de fazer a colheita da ora-pro-nóbis e utilizar luvas porque a planta contém pequenos espinhos que podem machucar.
Vídeo:
youtube
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O que você achou dessas dicas de como plantar ora-pro-nóbis em casa? Pretende começar agora? Comente abaixo!
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20 de maio de 2020
Acabei de chegar na barraca. Minha dispensa está lotada. Não posso nem mais trazer comida. Hoje ainda trouxe uns cinco a sete quilos de pó de rocha. Agora a coisa vai gerar. Felippe me tirou da divisão do pó. Porque ele tá com grana pra pagar sozinho. Preferiu não dividir. Tudo bem também. Ele tem todo o direito. Farinha pouca meu pirão primeiro. É a lógica do mundo, ele não está fazendo nada de anormal.
Mas virou pra mim dizendo que pra mim não seria vantajoso pra mim entrar na partilha, porque não teria como trazer de carro até aqui meus sacos. E eu tenho uma agonia com pessoas que colocam decisões pessoais como se fossem gestos de cuidado com os outros. Defende sua posição, mas assume o que está fazendo, não pode mascarar de outra coisa. Cabe a mim decidir se é vantajoso ou não. Assim como a ele. Em algum momento ele vai aprender sobre isso. E nem sempre estamos com dinheiro pra decidir por nós, tirando outros da jogada. O mundo é grande e redondo e a farinha pouca uma hora acaba. A mim tudo sobra.
De qualquer forma, por ter descarregado os sacos, pedi dois pra mim. Ele aceitou. Vou trazendo de 5 ou 10kg por vez. Já da pra ajudar as mudas e a horta. Aprendi mais muitas coisas com Durval e Michelli. Entendo mais sobre os fungos agora, quais são eles. Inclusive existe grande chance de um dos fungos daqui ser comestível e gostoso. Seria maravilhoso.
Ontem saí pra caminhar, espairecer. Estava há alguns dias de favor na casa de Durval e michelli, porque Felipe tá em quarentena com Hans, que veio de Feira trazendo o pó de rocha. Meus pais estão com covid. Fiquei esses dias na contensão, vendo como eles estavam também. Pablo foi foda. Saiu pra comprar comida pra eles. Eu tinha avisado a minha mãe que não adiantava e nada a dispensa deles, que ali não tinha alimento. Dito e certo. Os dois infectados, Pablo teve que comprar vegetais e alimentos não inflamatórios pra eles. Eles estão seguindo certinho, espero que fiquem bem. A última noite deles já tinham conseguido dormir melhor.
Eu vim porque ontem, nessa andada de espairecimento me apareceu um pokemon. Estava filmando a pinguela. Caminho bonito. Um gatinho surgiu no meio de um take. Não dava pra deixar comigo estando lá com Durval e michelli, a boludinha estava com medo e a preta queria comer o gato. É um filhotinho. Coisa mais linda. Dorme em qualquer lugar. Tá cheio de pulga. É maravilhoso. Estava precisando de um companheiro aqui. Não sei se chamo de Mu Chu, Quelemém de Góis ou Simba.
Veio a maior parte da viagem entre a mochila e minhas costas, bem protegido, entrou comigo no mercado. Quase metade da trilha ele veio andando. Só não deixei mais porque precisava apertar o passo.
Agora tenho que começar a plantar aqui. Principalmente feijão, milho e abóbora. Já vi que as sementes de castanha morreram, mas a Ora pro nobis recuperou folha e os maracujás saíram. Vou ficar uma semana aqui. Tentar acostumar o gato e voltar pra buscar mais pó de rocha. O plano agora é abrir os canteiros de verdade, com cinzas, carvão, biofertil e po de rocha, depois cobrir tudo.
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27 de abril de 2020
Como é possível acessar a arte por fora da estética? Sinto que quando escrevo um livro ou faço um filme não consigo fazer de fato um livro ou um filme, consigo simplesmente, a partir da estética, reproduzir a forma do que é um filme, um livro, uma pintura, uma fotografia. E quando eu vejo as coisas de todos, as obras, eu sinto o mesmo. Modelos, reproduções de formas, códigos. A arte, a criação, nem posso imaginar o que seria.
Todas minhas tentativas se esbarram nesse mesmo toco. Acredito que é nas minhas soluções e armengues que se encontra o último suspiro de arte em mim pelo menos. Uma criatividade livre da estética. A criação pura através da percepção, projeção, imaginação e tentativa.
Ontem o zíper da barraca quebrou de vez. Fiquei levemente desesperado. A barraca ficaria aberta. As comidas dentro. Cobras, escorpiões, ratos e aranhas convidados a entrar. Não ia ser fácil. Daí me lembrei que existia uma outra porta que eu sempre reneguei, e que é de fato a porta da barraca. Então me esforcei mais pra conseguir fechar o zíper quebrado. Depois de umas horas e muito vai e vem, consegui. Agora eu tenho que dar uma bela volta pra entrar e sair, mas está ótimo que saio pra fazer o que tem que ser feito e volto pra ficar. Não fico mais saindo e entrando o tempo todo.
Aproveitei pra refazer a sementeira. Usei a tampa do case dessa vez. Tirei o alumínio, devo usar no duto da lareira da casa. Separei também os acolchoados, posso usar pra fazer um travesseiro ou algo assim. Furei a madeira de baixo, joguei umas cascas de árvore, areia, terra, e fiz como se fossem leiras mesmo. Vamos ver se dessa vez sai.
A ora pro nobis caiu e as formigas devoraram todas as folhas, espero que ela sobreviva. Está crescendo uma pinha, cúrcuma e moringa. Trouxe sementes de Jaca e uma castanha, achei uma semente de pitanga perdida, daquelas que peguei na casa de Mariana. A lua está crescendo e vou tentar plantar de novo as coisas.
Fora isso tem algum bicho morto do lado da barraca. As vezes vem o cheiro. Ainda não sei o que é. Fiz comida hoje e estou tentando manter uma alimentação mais reduzida, pra que dure mais e eu precise trazer menos coisas por mês para cá. Hoje fiz um calendário pra eu não ficar perdido de novo quando os celulares descarregarem de vez.
A noite fez frio. O inverno está chegando e não vai ser fácil. Mas não passo perrengue. Com segunda pele, meia, coberta, dentro do saco de dormir. Se não for suficiente ainda posso esquentar água e pôr na bolsa térmica. Frio eu não vou passar.
Ainda sigo sem empolgação pra casa. Estou mais na ideia de poupar energia, me manter quieto, comer pouco e ficar em latência por aqui. Se puder comer um prato de comida por dia, é o que vou fazer. Ficar deitado lendo, tocando violão, regando as plantas e buscando água no rio de dois em dois dias.
Eu acredito muito nas coisas enquanto estou fazendo.
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