#aline dias
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sith-witch · 2 years ago
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WALCYR SE NÃO TIVER BEIJO AMANHÃ EU VOU ME MATERIALIZAR NA SUA RESIDÊNCIA TAL QUAL UM DEMÔNIO DA PARALIZIA DO SONO PRA TE ASSOMBRAR E AZUCRINAR ATÉ O FIM DOS TEMPOS.
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aline-fontes · 1 year ago
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18 de outubro Dia do Médico
Hoje, em 18 de outubro, comemoramos mais do que uma profissão, é um tributo aos corações e almas dedicados à saúde. Mas por que o Dia do Médico é em 18 de outubro? Vou te contar essa história.
Voltando ao Brasil Imperial, sob o Príncipe Regente Dom João, em 1808, nasceu a primeira faculdade de medicina do Brasil no Rio de Janeiro, seguida por outra em Salvador, em 1812. A data de 18 de outubro foi escolhida como homenagem ao patrono da medicina, São Lucas, cuja festa religiosa ocorre nesse dia.
O Dia do Médico transcende o aspecto histórico. É um dia de reconhecimento, gratidão e reflexão sobre aqueles que dedicam suas vidas à saúde. Médicos são heróis de jalecos brancos, enfrentando desafios diários com empatia, compaixão e perícia. São líderes, educadores e cuidadores. Hoje, homenageamos esses heróis contemporâneos, expressamos gratidão por seu compromisso e reconhecemos suas contribuições inestimáveis.
Lembre-se de que, por trás dos jalecos brancos, há histórias de sacrifício e dedicação. No Dia do Médico, agradecemos àqueles que desempenham um papel vital na nossa sociedade e cuidam de nós em momentos de necessidade. Celebramos não apenas a medicina, mas a humanidade nos jalecos brancos. A todos os médicos, nosso sincero obrigado. 🩺👩‍⚕️👨‍⚕️
Aline Fontes Fotografa - Família, Gestante e Recém-nascidos em Bento Gonçalves. #DiaDoMédico #Saúde #Gratidão
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acaixadeimaginacao · 2 years ago
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10 livros infantis para comemorar o dia dos povos indígenas de forma respeitosa
O Dia dos Povos Indígenas no Brasil é celebrado anualmente em 19 de abril. Esta data é destinada a homenagear e lembrar a importância dos povos indígenas na formação da cultura e identidade do país. Além disso, o Dia dos Povos Indígenas é uma oportunidade para conscientizar a população sobre a importância de respeitar e preservar a cultura e os direitos dos povos indígenas, bem como de…
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premiogrampo · 2 years ago
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Prêmio Grampo 2023 de Grandes HQs: O resultado final & as 20 HQs mais votadas
O álbum Mukanda Tiodora é o vencedor do Prêmio Grampo 2023 de Grandes HQs. A obra do quadrinista Marcelo D’Salete publicada pela editora Veneta consta em nove das 20 listas dos jurados convidados do Grampo, tendo acumulado 69 pontos na contagem dos votos. A segunda colocação ficou com Bom dia, Socorro (Conrad), de Paulo Moreira (67 pontos e 10 listas). A terceira posição é de Meu diário de Nova…
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balburder · 2 years ago
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Prêmio Grampo 2023 de Grandes HQs: O resultado final & as 20 HQs mais votadas
O álbum Mukanda Tiodora é o vencedor do Prêmio Grampo 2023 de Grandes HQs. A obra do quadrinista Marcelo D’Salete publicada pela editora Veneta consta em nove das 20 listas dos jurados convidados do Grampo, tendo acumulado 69 pontos na contagem dos votos. A segunda colocação ficou com Bom dia, Socorro (Conrad), de Paulo Moreira (67 pontos e 10 listas). A terceira posição é de Meu diário de Nova…
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projetovelhopoema · 8 months ago
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Eu fiz tantas promessas, mas as únicas que não cumpri foram aquelas que fiz para mim mesma. Prometi não me colocar mais em situações que me machucam, mas sigo fazendo isso. Disse que não iria mais procurar pessoas que já haviam partido há tanto tempo, mesmo assim, olhe só para mim. Esses dias prometi a mim mesma que aprenderia a me impor, então me vi sozinha. Eu cumpri a promessa, mas cai sem rede de segurança, sigo tentando realizar a promessa de ser melhor que ontem, acordar e fazer acontecer, mas as vezes fica difícil demais, pesado demais.
— Aline em Relicário dos poetas.
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dramaticadora · 2 months ago
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Uma vez me falaram que eu acabaria sozinha. Eles estavam mais certos do que imaginavam. Sempre fui uma pessoa muito abençoada e rodeada de pessoas boas, mas a vida me trouxe alguns caos e algumas pessoas que me drenaram toda energia boa, mas não os culpo, a única pessoa responsável por se deixar ser drenada, foi eu mesma. Mas apesar de tudo isso, eu cultivo parcerias, amizades e amores bonitos, que fazem toda a diferença, de fato, mas no fim do dia, sou eu, sem energia e sem saber exatamente para onde ir, no fim das contas, estou sozinha, com medo do mundo lá fora. No fim do dia eu sou uma pessoa que um dia conseguia desabafar, mas hoje não fala, não expressa, apenas se desfaz. Sou como um mar que já foi azul e agora carrega tempestades em silêncio. As ondas batem contra mim, levando pedaços do que eu era, mas ainda assim, continuo ali, existindo. Sou a casa abandonada que um dia foi cheia de risos, mas agora ecoa apenas o vento. Sou aquela estrela que brilha distante, quase apagada, mas ainda brilhando, porque no fundo, mesmo em meio ao caos, ainda há algo em mim que resiste.
Aline e Carol, sobre ser silêncio.
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garaksapprentice · 3 months ago
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“The traditional clothing system developed and used by the Inuit is the most effective cold weather clothing developed to date,” found a 2004 study by Aline Cotel, Raymond Golingo, Jill Oakes and Rick Riewe on the effect of Inuit fur parka ruffs on facial heat transfer.
The study placed sunburst style hoods, no hoods and military-style parka hoods into a wind tunnel to see what happens under extreme temperatures. In the wind, friction forms a collision of molecules next to the skin called the boundary layer—this layer insulates the skin, and the thicker the boundary layer, the better it works. Fur creates a thicker boundary layer by changing how air flows across the face—especially in the sunburst style, which moves air in a specific way other shapes don’t, and in natural fur. “The sunburst fur ruff design is truly a remarkable ‘time-tested’ design,” the study found...
Wolverine, which doesn't form ice crystals, has long been used to trim hoods in the North, alongside wolf, fox and other animals.
“It’s so much warmer! I had a fake fur before, you’ll just freeze your face with that," says Dias.
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tecontos · 9 months ago
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Amo levar no cuzinho
By; Tereza
Oi, me chamo Tereza, sou casada, tenho 28 anos e essa é minha historia.
Desde muito nova, gostava de namorar e ficar no amassa-amassa nos escurinhos da praça. Tive um namoro muito rápido com Carlos, que vivia comendo minha bunda muito mais do que minha xoxota… O pior que eu gostava. Mas o namoro não deu certo, e eu muito safadinha logo fui arrumando outro e mais outros namorados, até que depois de passar na mão de vários, fui me casar com Heleno que terminava a faculdade de engenharia e era de uma família muito tradicional na cidade.
Dois anos depois, minha irmã mais nova, a Aline, casou-se justamente com o Carlos… Mas ninguém da minha família soube do meu namoro com ele. Morávamos em uma bela casa em um condomínio de classe média, onde tínhamos no quintal todo murado, uma pequena piscina. Heleno que adorava fazer um churrasquinho de vez em quando, sempre convidava pessoas da minha família e da dele nos finais de semana: carne, cerveja e piscina… Aline e Carlos normalmente também apareciam.
Heleno e Carlos foram ficando muito amigos, e passaram os dois a irem sempre juntos no estádio de futebol ver jogos do time da nossa cidade.
Quando Carlos, mesmo sem minha irmã, começou a aparecer em casa apenas devido à amizade com meu marido, comecei a ficar preocupada. É que, do jeito que eu tinha minhas lembranças da época das pegações, tinha certeza de que Carlos também não tinha esquecido.
No domingo que tinha jogo, eles combinavam e Carlos ia sozinho pra minha casa e às vezes ficávamos na piscina, almoçando carne de churrasco e algumas coisas que eu deixava pronto desde o dia anterior. A tarde se arrumavam e iam pro estádio.
Mas antes do ocorrido que pretendo narrar, foi em um dos churrascos onde tinham alguns parentes, inclusive minha irmã Aline, estava de biquini na cozinha salgando algumas carnes pra levar pro Heleno, quando apareceu Carlos me abraçando por trás e agarrando meus peitos e se esfregando na minha bunda.
– Sabe que eu sinto saudades dessa bundinha gostosa?
– Você é louco?
Ele teve a audácia de puxar meu biquini um pouco pra baixo e passar a mão direto na minha bunda, chegando a passar o dedo no meu cuzinho.
– Sou louco é pra comer esse delicioso cuzinho!
– Seu filho da puta… Vai comer o cu da sua mulher, vai!…
– Sua irmã não gosta de dar o cu, igual você gostava! Fiz ele me largar.
– Pode chegar alguém seu cachorro!…
E essa de Carlos ir às vezes sozinho, eles combinaram de irem ver futebol a tarde e Carlos apareceu quase na hora do almoço. Eu novamente na cozinha preparando o arroz e o vinagrete pro churrasco que Heleno começava a colocar na brasa, Carlos novamente me agarrou por trás e beijando meu pescoço.
– Vamos combinar um motel, vamos?
Eu praticamente vendo Heleno lá perto da piscina ocupado com as carnes, dei uma esfregada de bunda na virilha do Carlos.
– Não sei Carlos, tenho medo!…
Ele praticamente desceu meu biquini até o meio das minhas coxas, e tirando seu pau pra fora começou a esfregar na minha bunda.
– Te garanto que não tem perigo… Conheço um motel bem discreto.
Quando levei a mão segurando seu pau duro.
– Cuidado Carlos, o Heleno não pode te ver desse jeito.
Ele já começando a querer colocar na minha bunda.
– Não Carlos, aqui é perigoso!…
Pedi pra ele ficar de olho no quintal, e abaixando na sua frente comecei a mamar no seu pau pra evitar do meu marido vê-lo de pau duro. Eu mamando com vontade, pois sempre sentia falta de chupar quando lembrava de alguns dos meus namorados.
– Isso sua safadinha, vai, chupa, chuuupa!!!
Eu mamando e lembrando dos velhos tempos, nem me importei dele gozar na minha boca me obrigando a engolir tudo. Nós dois se recompondo.
– E o motel Tereza?
– Vou pensar Carlos, depois a gente combina!
Quando vi o Heleno vindo na direção da cozinha, pedi pro Carlos voltar pro banheiro e fingir que estava saindo naquela hora. Mas a surpresa foi que Heleno com o celular na mão, falou que tinha recebido uma ligação e que tinha que levar uns documentos (plantas) até uma obra.
– Mas hoje é domingo!
– Mas lá estão trabalhando hoje pra adiantar o serviço.
– Mas é só levar, não é?
– É sim… Mas devo demorar uns 40 minutos pra ir e voltar.
Carlos até que foi atencioso e perguntou se Heleno queria que ele fosse junto.
– Não meu amigo, fica aí aproveitando a piscina que pretendo não demorar.
Escutamos Heleno saindo de carro da garagem, e passados uns 3 minutos, eu olhei pro Carlos e Carlos também me olhando, se aproximou e me abraçando me beijou.
– Vamos aproveitar Tereza!
Eu já levando a mão no seu pau.
– Só na bundinha, tá bom?
– Mas é justamente isso que eu quero hoje!
E ali mesmo na grama, o safado arriou meu biquini, pediu pra eu lubrificar seu pau com minha saliva e veio com tudo no meu rabo, empurrando com força… Depois de tantos anos sentir novamente um pau duro entrar na minha bunda, fui voltando no tempo da minha adolescência.
– Hhhhuuuuummmmm! Enfia tudo Carlos! Arrebenta meu cuuuuu!
E ele passou a socar com força que a impressão de que seu pau chegava lá na minha barriga. Carlos ficou mais de 10 minutos metendo no meu cu, me fazendo ficar em várias posições antes de gozar.
Fui rapidamente ao banheiro me recompor, e não demorou não outros 10 minutos pra ouvirmos o barulho do carro entrando na garagem. Fui pra pia da cozinha e Carlos correu pra varanda deitando em uma rede. Logo estávamos os três se divertindo na piscina como se nada tivesse acontecido.
Na segunda-feira, na parte da tarde, o celular tocou e ao atender era o Carlos.
– E o motel, já resolveu?
– Ainda não seu maluco… Tenho medo da gente ser descobertos.
E Carlos voltou a ligar na terça-feira e na quarta-feira insistindo no motel. Quando resolvi arriscar e ele falou de me pegar na minha própria casa na parte da tarde de quinta-feira, quase que falei pra ele ficarmos na minha casa, já que Heleno estava trabalhando, mas vai que ele por algum motivo resolva pegar alguma coisa em casa?
Concordei, e muito nervosa, no horário combinado (13:00 hs) fiquei atrás do portão até ouvir a buzina do carro. Entrei rapidamente, e em dez minutos estávamos entrando no motel. Aquele meu medo de ser apanhada traindo meu marido, foi me deixando com mais tesão ainda.
Ficamos umas 4 horas na cama do motel, onde Carlos acabou me deixando impressionada com seu vigor sexual: meteu na minha buceta umas três vezes, me fazendo ter gozar muito gostoso, me fez chupar seu pau antes de novamente meter no meu cuzinho por vários minutos me fazendo urrar igual uma cabrita levando ferro.
Quase todas as quintas-feiras, quando Carlos não estava trabalhando, ele me levava pro motel me transformando naquela putinha de quando a gente namorava. Quando Heleno arrumou uma obra fora do nossa Estado e passou a viajar constantemente ficando alguns dias fora, foi quando eu e Carlos passamos a trepar na minha própria cama. Ele chegava na quinta-feira cedo e só saia a noite, me deixando muitas vezes com o meu cuzinho todo ardido.
Mas como tudo que é bom muitas vezes também acaba, Carlos mudou-se pra longe me deixando muito triste. Até pensei em voltar a ser apenas a esposa do meu maridinho Heleno, mas, foi só começar a frequentar uma academia, pra me encantar com o proprietário que era um coroa boa pinta, que sempre procurava me orientar nos aparelhos. Mesmo nas segundas-feiras que a academia não funciona, passei a ir só pra deixar o coroa me foder, principalmente comer meu rabo.
Enviado ao Te Contos por Tereza
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alinethered · 7 days ago
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buenos dias senora aline te deberian permitir matar un yanqui por hora
no necesito el permiso de los gringos. voy a matar DOS yanquis por hora
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crarinhaw · 10 months ago
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Curls
Olá estrelinhas! Bem vindes a mais um imagine!!
Vou ser sincera, estou surpresa comigo mesma pela frequência gigantesca que eu estou postando (nem parece que vou fazer um VESTIBULAR essa semana💀)
Espero que estejam gostando e um feliz dia dos namorados para todas as solteiras desse app 🫶🏻
Avisos: Menção a sexo, portunhol duvidoso, muita fofura e a minha incapacidade de escrever dialogos de flerte.
Era de costume que em todos os seus horários livres, a garota fosse até a biblioteca e sentasse sempre na mesma mesa para ler seus livros, ela conseguia ler um por semana e não poderia se sentir mais orgulhosa por finalmente estar cumprindo sua meta de leitura, o livro da vez era "Em Outra Vida Talvez?" da autora Taylor Jenkins Reid.
Aline lia cada palavra com toda a sua atenção, já chegava ao ponto em que tudo e todos ao seu redor já não faziam diferença, como se ela estivesse completamente imersa no universo daquele livro, até que alguém a tira de seus devaneios.
“Com licença, puedo sentarme aquí contigo?” O sotaque e o portunhol chamam a atenção da garota, que levanta a cabeça e se depara com a pessoa mais alta que ela com certeza ja viu.
Blas Polidiori, o intercambista argentino, o calouro que arrancava suspiros por onde passava.
“Lo siento mucho por ter te atrapalhado, é que todas as mesas da biblioteca estão praticamente lotadas então eu pensei que…”Havia algo extremamente fofo em seu tom de voz, que fez Aline ficar totalmente encantada por ele. “Relaxa, senta aí”
Blas esboça um sorriso sem mostrar os dentes e puxa a cadeira de frente a garota, logo se sentando.
Aline nunca foi muito comunicativa, sempre foi a mais calada e tímida, então ela não se importaria muito se o argentino não puxasse nenhum assunto e apenas fosse fazer seus afazeres, e foi isso que aconteceu pelos primeiros minutos. Blas tira o macbook de dentro de sua bolsa e começa a digitar algo no mesmo enquanto Aline retorna sua leitura, até o mais novo finalmente quebrar o silêncio.
“Taylor Jenkins Reid? É uma ótima autora” A brasileira levanta a cabeça, saindo novamente de seus devaneios literários e encarando o Polidiori, tendo simplesmente a visão mais linda que ela ja tinha visto.
A luz do sol poente batia na janela de vidro da biblioteca, que refletia sobre os fios do cabelo de Blas, os deixando em um tom castanho claro perfeito, como ela nunca havia visto. Seus cachos definidos com apenas alguns resquícios de frizz, os cachinhos mais lindos que ela já tinha visto...
Não, não, não, não, não, você não pode estar se apaixonando, caralho!
Mas porra... Sera que ele usava algum creme? Gel? Nem ela com o Salon Line mais forte conseguia deixar os seus cachos tão bem feitos.
“Ótima? A Taylor é perfeita em todas as suas obras, sou apaixonada pelo trabalho dela!”
“Eu também gosto bastante, mas tenho que admitir que Os Sete Maridos de Evelyn Hugo é um pouco superestimado” A boca de Aline forma um perfeito "O" enquanto sua face inteira demonstrava um sinal de indignação.
“Como ousa falar tais palavras para uma obra prima?” Blas da uma risadinha, esse homem ainda vai me matar de tanta fofura “Anote minhas palavras, esse livro vai se tornar um clássico da literatura”.
Aline aponta a caneta para Blas como se fosse uma ameaça, e o argentino volta a rir, dessa vez contagiando a garota a rir com ele.
Ele não podia negar... Ele havia se apaixonado pela garota desde seu primeiro dia naquela universidade.
Blas era novato, um intercambista vindo da Argentina para cursar relações internacionais em uma das melhores universidades do Brasil. E sendo um calouro recém chegado de um país estrangeiro, foi recebido pelos veteranos juntamente com os outros intercambistas de diversos países latino-americanos.
E lá estava Aline, uma das escolhidas para receber os novatos, mesmo estando apenas no segundo semestre do mesmo curso, se destacando de sua turma por conta de suas notas. Blas se encantou com a brasileira, seu corpo, seu sorriso, sua voz, aquele vestidinho florido que deixava metade de suas coxas a mostra e principalmente... seus cachos, Aline é dona de um cabelo longo com cachos volumosos e definidos, os mais lindos que Blas já viu.
E durante todas as vezes que o argentino via a sua veterana pelo campus, ele não poderia deixar de se imaginar acariciando aquele cabelo macio, sentindo o cheiro de seu shampoo, em momentos inesperados ele pensa em o quanto ele gostaria de puxa-los enquanto a fode de quatro.
A risada vai cessando, até que ambos ficam em um silêncio, que incrivelmente, não é constrangedor, Aline encara Blas ainda com um sorriso no rosto, notando cada detalhe do mais novo que sempre passava despercebido pela mesma, tentando controlar seu olhar que insiste em descer para os lábios do rapaz, ela acaba por olhar diretamente para seus cachos mais uma vez, o que a motiva a quebrar o silêncio.
“Blas”
“Diga, nena”
“Os seus cachos… São lindos”
O coração do argentino acelera na velocidade cinco na dança do créu, como reagir normalmente quando sua paixão platônica o elogiava daquela forma?
“Os seus são os mais lindos que eu já vi em toda minha vida”
Aline abaixa a cabeça envergonhada, sorrindo “Ah, não fala assim, quer que eu me apaixone?” Como se ela já não estivesse toda boba pelo hermano.
“Se for pra retribuir o que eu sinto, yo creo que lo quiero”
Como explicar a união perfeita de dois belos corações juntos no baile funk na batida do créu?
“Me encontra na portaria dos dormitórios as sete?” Polidori pergunta.
“Com toda certeza, gatinho!”
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highbypoetry · 7 months ago
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Amores, Obsessões e Vícios.
“entendendo que o tempo sempre leva as nossas coisas preferidas no mundo e nos esquece aqui olhando pra vida sem elas” ― Aline Bei
Eu costumava olhar as águas de março na sua janela à noite, reparava os pingos escorrer pelos fios, fazendo com que elas refletissem brilhando, pequenas lágrimas de Deus nos fios, era tão bonito, o jeito que a luz batia amarelada, pequenas lágrimas douradas.
E em como todo clichê, houveram noites frias regadas à chuva, aconchego de lençóis, beijos e juras de amor, frases não ditas, confissões silenciosas, olhares ternos e cheios de lar.
Vez ou outra, apesar de não querer te amar mais, sou assaltada com esses pequenos momentos dissociativos que me fazem lembrar das pequenas coisas, das coisas que tu me dizia, de respirar o ar que saia do teu nariz, seria possível entender a centelha da vida? naqueles momentos eu entendia que o amar era não morrer, tuas palavras que eu tanto levava a ferro e fogo.
E tenho que ter cuidado onde toco, vai que passo o dedo na queimadura.
Você sempre foi muito bom em nomear meus sentimentos, muito melhor que eu, eu me sentia vista para além do óbvio, aquela magia que acontece quando uma fagulha, uma faísca que se desprendeu de um e vai até o outro
e a partir daí, partes minhas são criadas por você.
A partir dali não existe mais viver sem carregar uma pequena parte póstuma sua, porque é presenciar um milagre, por um segundo o mundo deixa de ser menos solitário e tudo fez sentido.
Às vezes você errava a forma como me via, me magoava cortava fundo e não ligava.
Acho que tínhamos essa coisa meio igual de ver a arte, de rir das insignificâncias, de ver centelhas, magias, fascínios nos pequenos detalhes.
Eu gostava dali, mas, como o clima, você também era tempestuosamente imprevisível, dias me amava, dias era indiferente.
Me rasgava o peito e costurava.
Quando eu mais precisava, você sumia, ou, outra vez que mais precisei você me deu amparo, era inconstante o que tu chamava de amor. E mesmo assim eu te amava, amava com vísceras, orgãos, corações, vunerabilidades, obsessões e vícios, amava incendiário todos os defeitos e qualidades.
Enquanto fosse eu e você, não haveria como não amar.
Eu me deixei ser conduzida de uma forma como nunca antes, “dois anos de uma vida eterna” eu pensava, “o que é esperar ter certeza? (mas as certezas na vida são poucas, a não ser o fim que nos assola, estamos à mercê de decisões) para aquele a qual amo de forma tão visceral, eu posso provar o meu amor na paciência e persistência,
me afirma que me quer junto até a posterioridade.
Queria ser melhor, queria conseguir pensar em noções menos clichês. As vezes eu me deixava enganar, e dizia pra mim mesmo, era como ele tivesse todas as respostas, eu estava ali vulnerável, quase nada armado restava a esse ponto
era quase como uma devoção espiritual que só o amor traz, a tal ponto que, não havia mais nenhum lugar para ir sem ser você.
“E tudo é um terror porque nada, nem ninguém, é como você.” você falou isso pra mim uma vez, adentrou em mim, eu era, dependente de um fantasma, que me diz coisas e se vai.
Me pergunto quantas mais vezes vou precisar ter esses momentos em que minha própria consciência me assalta a paz, e te traz de volta.
Quantas vezes eu não coube dentro do meu próprio peito, transbordando, lembrando, idealizando. O tempo perdido, não volta, o que está feito, está feito, expectativas que nunca chegam.
Dando toda essa juventude de graça. Cederia vanguarda para por um fim a essa “paz” armada?
Quando a catarse bateu à porta, não há o que esperar, não há o que chorar, a vida é agora, tempo perdido duvidando, buscando, das vezes que você afirmava que eu tinha um lar com você, complicando, amando, eram palavras vazias?
Para todos aqueles que procuram uma Casa dentro de casa em especial aos que procuram desesperadamente. Aline Bei
Mas nada disso poderia ter terminado de outra maneira, se não, não seríamos eu e você.
estamos fadados a tragédia shakespeariana de um amor que não tem outro fim, se não, a morte?
Nada é natural tudo é construído. Tudo são partes de nossas escolhas e inclinações.
Já não estamos mais no passado e eu te amava pelas futuras crianças e futuras rugas, pelas tormentas e acalentos.
Eu não posso falar com você, nem é meu desejo, já que as coisas do coração são sagradas e devemos dizê-las para aqueles que irão ouvi-las e acolhe-las com ternura e carinho.
Mas falei com qualquer Deus que estivesse me escutando pra transformar essa vida menos tragédia e mais alívio.
“ser adulto as vezes não deixa a beleza das coisas entrar tão facilmente, a gente começa a desconfiar.” Aline Bei
Alívio do buraco que em alguns dia tem sua forma.
Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca. Clarice Lispector
É só o momento onde a fagulha voa, de um para outro, onde, o milagre do amor nasce, o golpe da paixão arrebata.
Quero o arrebatamento mútuo.
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julietario · 2 years ago
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Eu me vejo um pouco em cada olhar que fito pelas ruas. Não por conseguir enxergar neles meu próprio reflexo. Mas parece que vivenciei juntamente à eles cada turbilhão de sentimentos que enfrentaram ao longo do dia. Porque além do dia ser feito de decisões, ele é feito de emoções. Eu sinto cada decisão minha correr pelo meu sangue. Às vezes me pego pensando o quê teria sido de mim se eu tivesse tomar uma decisão diferente... teria sido melhor? Será que eu errei em algum momento? Me equivoquei? Minha cabeça roda a mil por hora, sempre pensar no passado, no presente e no futuro. Dizem que é ansiedade, mas parece que eu só sou acelerada mesmo. Queria ter tudo sob meu controle, queria saber o certo e errado de cada decisão, queria saber o futuro que eu poderia ter ao invés do agora. Mas, a verdade é que eu não sei de nada, eu sigo nesse mundo tentando encontrar qualquer coisa que me desperte algo, que me guie para um caminho que eu sinta que talvez, apenas talvez, possa me mostrar quem é o meu eu verdadeiro. Acredito que entre todas essas emoções, pedaços de mim se agitam, como moléculas de um todo, ansiosos pelo sentir, viver e criar. Os arrependimentos e as inseguranças  vem na mesma intensidade, mas acho que isso me fez quem sou e não reclamo, mas há dias em que eu só queria que existisse um botão para diminuir a velocidade em que tudo passa, que vai acelerando meu coração até que eu fique perdida dentro de mim mesma
Escrito por Nathália, Isadora M., Grazi e Aline em Julietário.
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lugaresinexistentes · 3 months ago
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ronald mcdonalds show estacionamento do shopping center matarazzo são paulo, 2001
status: o mcdonalds da av. francisco matarazzo ainda existe, mas os shows do mcdonalds não acontecem mais e o ronald mcdonald e os demais personagens já não fazem mais parte da comunicação deles. o shopping center matarazzo fechou em 2002 e, hoje em dia, no mesmo lugar existe o shopping bourbon.
enviado por: aline (@aline.hardt) obrigada pela contribuição <3
essa imagem parece saída diretamente de um sonho febril de infância, bom demais!!!
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vixen-academia · 3 months ago
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Leituras de 2024
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Notas vão de 0 a 5 | EN version
A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes; Suzanne Collins (Jogos Vorazes 0.5) - 5
A Canção de Aquiles; Madeleine Miller - 4,5
A Redoma de Vidro; Sylvia Plath - 3,5
Ídolo Elétrico; Katee Robert - 4
Meu Pai e Suas Apostas; Louise Meriwether - 3,5
Chaos at Prescott High; C. M. Stunich - 2,5
O Senhor das Moscas; William Golding - 5
Lightlark; Alex Aester (Lightlark 1) - 3
Água Funda; Ruth Guimarães - 3
Todo Mundo da Minha Família Já Matou Alguém; Benjamin Stevenson - 4
Cidades Afundam Em Dias Normais; Aline Valek - 4
Hamlet Candidato; Cecilia Ripoll - 3,5
Véspera; Carla Madeira - 5
Bunny; Mona Award - 5
Nós Dois Sozinhos No Éter; Olive Blake - 3
Quarta Asa (The Empyrean 1); Rebecca Yarros - 3,5
O Clube da Meia Noite; Christopher Pike - 2
De Sangue e Cinzas ( De Sangue e Cinzas 1); Jennifer L. Armentrout - 3
Impostora; R. F. Kuang - 4
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neozwrites · 8 months ago
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sei que falei que ia fazer isso lá em junho, mas por motivos de clt só consegui parar pra organizar tudo agora. para quem não lembra, a proposta é a seguinte: abaixo do continuar lendo, vocês vão encontrar um resumo da história e uma ficha de personagem, quem tiver interesse em participar de uma história interativa vai preencher essa ficha e enviar o link do documento no chat dessa conta. são 10 vagas, sendo 5 para cada gênero do faceclaim, mas os personagens de vocês podem ser de um gênero diferente. acontecerão algumas dinâmicas bem legais para resolver mistérios e escapar da morte, então farei um grupo no discord com todos que enviarem a ficha.
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sinopse: para comemorar a formatura do ensino médio, a turma do terceirão da escola particular padre alberto dimas viaja até o interior do rio de janeiro para se hospedar em um hotel fazenda reservado apenas para eles. os 15 dias de viagem prometem muita diversão, mas as coisas saem do controle quando alguns alunos desaparecem e um grupo de amigos descobre a história macabra da família carvalho.
informações extras:
colégio padre alberto dimas — escola particular de renome na cidade do rio de janeiro, localizada no leblon. só o valor da matrícula passa dos três mil reais. ensino rígido e católico, foca em preparar os alunos para passarem nas melhores faculdades do país. muitos filhos de famosos estudam lá.
professor gabriel dantas — homem de 46 anos, leciona educação física para os alunos do ensino médio. é muito querido por todos da escola e também pelos pais dos alunos. casado há sete anos e sua esposa está grávida de gêmeos. correm boatos de que ele tem relações amorosas com algumas alunas, mas isso é só conversa de vestiário. ou será que é verdade?
professora aline moreira — mulher de 29 anos, leciona filosofia e sociologia para o ensino médio. metida, não é muito popular entre os alunos pois consideram ela uma péssima professora. solteira. correm boatos de que ela tem um caso com o diretor da escola, e por isso conseguiu a vaga, mas isso é só fofoca de aluno. ou será que é verdade?
fazenda carvalho — a fazenda fica localizada em ipiabas, distrito de barra do piraí, uma cidade no vale do paraíba do rio de janeiro conhecida pelas fazendas de café e pelo entroncamento ferroviário. a fazenda onde a história vai se passar foi fundada durante o reinado de dom pedro ii por jorge carvalho, e ficou em funcionamento até 1914, quando os membros da família carvalho foram dados como desaparecidos. desde então a fazenda ficou fechada, sendo comprada por uma rede de hotéis em 2002. é o destino perfeito para passeios culturais, já que se tornou uma pousada de luxo. mas coisas estranhas estão sempre acontecendo por lá, e vez ou outra algum hóspede é dado como desaparecido. deve ser só coincidência, ou será que não?
todos os alunos devem ter entre 17, 18 e 19 anos.
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— FICHA PARA PARTICIPAÇÃO.
nome completo acabou de fazer seu check-in no hotel fazenda carvalho. de acordo com seu cadastro, elu tem idade e está há tantos anos no colégio padre alberto dimas. seus amigos dizem que apelido é muito traço positivo, mas em alguns momentos também pode ser traço negativo. é tão bonite quanto faceclaim.
biografia em 3 parágrafos. explore a infância, os anos em que está no colégio e quais seus planos para o futuro.
fale mais sobre sua personalidade.
crie uma conexão do personagem com os dois professores citados.
qual o seu maior medo?
e sua maior ambição?
discord para contato.
está ciente de que seu personagem pode ser morto a qualquer momento, dependendo do seu desempenho nas dinâmicas internas?
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estarei aceitando fichas até completar as 10 vagas, então podem fazer tudo com calma. quando tiver ocupado todas as vagas, vou criar o grupo no discord e dar início ao projeto.
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