#Samir Machado de Machado
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monrefuge · 1 year ago
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Currently reading | 6/2024
02/02/2024
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queerographies · 8 months ago
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[Il crimine del buon nazista][Samir Machado de Machado]
Un thriller mozzafiato ambientato su un dirigibile di lusso nel 1933, dove un nazista, un inglese e una baronessa nascondono segreti inconfessabili. Scopri la verità tra intrighi politici, passioni proibite e l'ombra del nazismo.
Omicidio sul dirigibile: nazisti, omosessuali e misteri nell’aria! Titolo: Il crimine del buon nazistaScritto da: Samir Machado de MachadoTitolo originale: O crime do bom nazistaTradotto da: Vincenzo BarcaEdito da: Sellerio Editore PalermoAnno: 2024Pagine: 196ISBN: 9788838946837 La trama di Il crimine del buon nazista di Samir Machado de Machado Ottobre 1933. L’LZ 127 Graf Zeppelin proveniente…
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fireheartwraith · 1 year ago
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Do you know any Brazllian Post Apocalypse works?
I don't really consume much post apocalypse, but these are some works I found in a very quick google search:
Corpos Secos by Luisa Geisler, Marcelo Ferroni, Natalia Borges Polesso and Samir Machado de Machado
Rio: Zona de Guerra by Leo Lopes
Assimilação RPG by Rakin (ttrpg, available on YouTube)
3% by Netflix
Reality Z by Netflix
Onisciente by Netflix
Ensaio Sobre a Cegueira by José Saramago (technically Portuguese, not Brazilian, but still lusophone and it's a classic so I think it's valid. There’s also a movie)
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schoje · 7 months ago
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A Assembleia Legislativa realiza sessão solene, na próxima segunda-feira (25), para conceder a Comenda do Legislativo Catarinense. A honraria destaca personalidades e organizações que contribuíram para o engrandecimento social, cultural, político e econômico de Santa Catarina. A solenidade será promovida no Plenário Osni Régis, a partir das 19 horas. Na cerimônia, que será conduzida pelo presidente interino da Alesc, deputado Mauro de Nadal (MDB), 30 pessoas e nove organizações serão homenageadas com a maior distinção do Parlamento catarinense. Com a comenda, os parlamentares reconhecem e destacam ações que tenham contribuído para tornar o Estado mais desenvolvido, mais justo e mais humano. Instituída pela Resolução 2/2008, a comenda unificou as homenagens concedidas pelo Parlamento Estadual e prestigia, sem diferenciação, os contemplados que foram indicados de forma democrática pelos deputados estaduais. Confira a lista dos homenageados: Ada de Luca - Attilio Colitti Altair Silva - Antonio Tiago da Silva Ana Campagnolo - Gilberto Callado de Oliveira Coronel Mocellin - Dona Yvonne Rebello Dr. Vicente Caropreso - Marcos Petry Fabiano da Luz - Balseiros do Rio Uruguai Felipe Estevão - Charles Luiz Pereira Fernando Krelling - Valdicir Kortmann Ismael dos Santos - Nivaldo José da Rosa Ivan Naatz - Bela Vista Country Club Jair Miotto - Narcizo Parisotto Jerry Comper - Darci Moretti Jessé Lopes - Ama - Rec/SC João Amin - Alice Thümmel Kuerten José Milton Scheffer - Samir A. I. Muhamad Ahmad Julio Garcia - Daniel Proença Feijó Kennedy Nunes - Flavio Manoel Alves Monteiro Laércio Schuster - OASET Luciane Carminatti - Ernesto Meyer Filho Luiz Fernando Vampiro - Arcílio Olivo Marcius Machado - Hermes Antonio Tonini Marcos Vieira - Estanislau Emílio Bresolin Marlene Fengler - Patrícia Maria Zimmermann D’ávila Maurício Eskudlark - Projeto Espelho Meu Mauro de Nadal - Cooperativa Regional Itaipu Milton Hobus - Horst Maul Moacir Sopelsa - Rodrigo Falck Bortolini Nazareno Martins - Mário Vogelsanger Neodi Saretta - Abemasc Nilso Berlanda - Edson Gaboardi Padre Pedro Baldissera - Dorvalino e Marilene Comin Paulinha - Hiltrudes Fantini Pereira Ricardo Alba - 3º Batalhão de Bombeiros Militar Rodrigo Minotto - André Mello Filho Romildo Titon - Hospital e Maternidade de Santa Cecília Sargento Lima - Romeu Ernesto Dressel Sergio Motta - Rodrigo Tolentino de Carvalho Collaço Valdir Cobalchini - Associação Maria Rosa (AMAR) Volnei Weber - Manoel Mota
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ocombatente · 1 year ago
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Sebrae-RO acompanha lançamento do Programa de Integridade do Governo de Rondônia
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Foi lançado na manhã desta terça-feira (30), em Porto Velho, o Proin - Programa de Integridade do Governo de Rondônia, elaborado pela Secretaria de Estado de Finanças. A convite da Sefin, o diretor-superintendente do Sebrae em Rondônia, Clébio Billiany de Mattos, e o gerente da Unidade de Riscos e Compliance, Samir Valle, acompanharam o lançamento do Programa, no Palácio do Governo, no Edifício Rio Machado. “Temos que parabenizar o Governo do Estado, por meio da Sefin, pelo lançamento deste Programa de Integridade, que surge com o objetivo de implementar medidas e mecanismos para prevenir e detectar práticas de corrupção, fraudes, subornos, irregularidades e quaisquer outros desvios éticos e de conduta. Este é um grande passo que está sendo dado”, parabenizou o diretor-superintendente do Sebrae RO. Com o lançamento do Proin, diversos avanços deverão ser registrados, inclusive a melhoria na prestação dos serviços públicos e também o aumento da confiança da população junto aos órgãos do Governo do Estado. “Ações como essas, do governo do estado, são primordiais, pois fortalecem ainda mais a integridade, ética e principalmente a transparência para com a sociedade. É importante destacar que o Sebrae em Rondônia vem avançando, em sintonia com o governo, implementando também boas práticas de integridade e transparência ao longo dos anos”, ressaltou Samir Valle. Read the full article
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cantodogargula · 3 years ago
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Ficção de Polpa Volume 1 - Não Editora
Uma viagem para a época das revistas pulp
Um livro que tenho há muito tempo  Eu olhava meu exemplar de Ficção de Polpa – Volume 1 e sabia que precisava falar dele em algum momento. Lançado em 2008, eu o adquiri e li em 2010. Sua capa, com ilustração de Gisele Oliveira, me fisgou completamente.  Ficção de Polpa Volume 1 – Não Editora A obra é uma coletânea de dezesseis contos que presta homenagem aos antigos contos das Revistas Pulp.…
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joseabraoportfolio · 3 years ago
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Samir Machado de Machado: “Todo o entretenimento que consumimos é político” Acesse em: https://www.aredacao.com.br/cultura/155459/samir-machado-de-machado-todo-o-entretenimento-que-consumimos-e-politico José Abrão Goiânia – “A história do Brasil é uma grande roda de hamster, onde corremos sem nunca sair do lugar.” A declaração do autor gaúcho Samir Machado de Machado resume um ponto nevrálgico em seus romances de época e no seu interesse pelo passado do Brasil como inspiração para suas narrativas. Há de se destacar, também, outro fator que molda o perfil do escritor: "Todo o entretenimento que consumimos é político". Já está em pré-venda a sua próxima obra, Homens Cordiais (384 páginas, Rocco), que será lançada no dia 24 de setembro. O livro é a segunda história do espião Érico Borges, um homem brasileiro e gay na corte portuguesa à serviço do Marquês de Pombal. Uma mistura de James Bond com um Richard Sharpe gay, segundo próprio autor. A obra pode ser lida como livro independente ou como sequência de Homens Elegantes, lançado em 2016, e que tinha como vilão um certo Conde de Bolsonaro. Na sequência, acompanhamos Borges, aguerridamente iluminista, acompanhando os passos da reacionária Confraria da Nobreza, sociedade aristocrática que teme a ascensão da burguesia em 1762, às vésperas da Guerra dos Sete Anos. Entre as duas obras, Machado também lançou o romance Tupinilândia (Todavia, 448 páginas, 2018), que mistura nostalgia dos anos 1980 com fascismo e Jurassic Park (pois é) e o romance distópico Corpos Secos (Alfaguara, 192 páginas, 2020), em parceria com os escritores Luisa Geisler, Marcelo Ferroni e Natalia Borges Polesso. O autor teve uma conversa exclusiva com o jornal A Redação sobre seu próximo livro e também a respeito de política, história do Brasil e, naturalmente, literatura: O que te motivou a fazer uma sequência de Homens Elegantes, e quais são as vantagens e desafios de continuar uma história? Claro: já existem planos para um terceiro, quarto, quinto...? Sempre foi meu plano fazer de Homens Elegantes uma série de aventuras episódicas com o protagonista, o soldado Érico Borges, nos moldes do que Arturo Perez-Reverte fez com o Capitão Alatriste, Bernard Cornwell com As Aventuras de Sharpe, e Ian Fleming com os livros de James Bond. E era importante para mim que cada livro funcionasse de forma independente um do outro, da mesma forma como ninguém precisa ver os filmes de James Bond ou Indiana Jones na ordem, cada qual funcionando como uma história fechada, com começo meio e fim. E, naturalmente, tenho planos de seguir escrevendo esse personagem enquanto houverem leitores interessados. Quando você divulgou a pré-venda no Instagram, comentou sobre a influência do autor Bernard Cornwell, de As Crônicas Saxônicas e outros grandes sucessos. Gostaria de saber um pouco mais sobre isso, quais e como autores de ficção histórica te influenciaram. Cornwell foi um autor que descobri meio por acaso, em 2001, comprando um livro pela capa e sinopse. Desde então, me tornei um leitor entusiasmado das aventuras históricas dele, em especial as Aventuras de Sharpe. Na mesma época, descobri os livros de Umberto Eco, e li o Mason & Dixon de Thomas Pynchon, talvez os três autores de romances históricos que mais me influenciaram desde então, embora goste também de Arturo Pérez-Reverte e Alexandre Dumas. Ainda nesta toada, ficção histórica me parece um gênero particularmente complicado de se escrever. Como foi a pesquisa para esse material e o que este gênero tem de especial que atrai tanto a sua atenção e interesse? A pesquisa histórica hoje em dia é bastante facilitada pela internet, que me permite acessar desde obras da época disponíveis nos sites das Bibliotecas Nacionais, como encontrar livros específicos sobre o tema, que teriam sido mais difíceis em tempos pré-internet. A Wikipedia em inglês é um bom ponto de partida, porque costuma trazer as referências das fontes, o que me permite ir atrás destas. A Wikipedia em português, infelizmente, é muito pouco confiável. Agora, este gênero me interessa em particular porque gosto de ver as relações de causa e consequência de nossa história com o momento contemporâneo, e nisso costumo dizer que a história do Brasil é uma grande roda de hamster, onde corremos sem nunca sair do lugar. Homens Elegantes chamou atenção na época do seu lançamento pelo seu conteúdo político, alfinetando diretamente Bolsonaro, que ainda não era presidente. Como esta questão retorna em Homens Cordiais, agora que nos encontramos em um contexto diferente? Na época, eu precisava de um nome para o vilão, e como o protagonista era gay e mergulhado no pensamento iluminista, eu precisava de um nome que, na época, fosse imediatamente associado à homofobia e obscurantismo. Na ocasião, Bolsonaro era apenas um político menor, que se destacava só pelos arroubos de agressividade e preconceito. Talvez por isso o nome não tenha chamado tanta atenção, mesmo entre leitores mais conservadores, pois a figura real em si, não era levada a sério. Já Homens Cordiais é outro livro, aborda outras questões, e como toda boa série de aventuras episódicas, traz novos antagonistas e novos percalços para o herói. Tupinilândia é um livro muito diferente, mas que também traz um conteúdo político muito relevante. Como você avalia o contexto em que nos encontramos agora, pré-campanha presidencial 2022? Talvez o que mais tenha me surpreendido foi que, na época em que escrevi Tupinilândia, a ideia de que houvesse cripto-integralistas, nossa variante nativa de fascismo, era absurda, e depois se revelou real. Tupinilândia trata justamente do receio do Brasil prestar contas de seu passado, em especial o desastre econômico e social causado pela Ditadura Militar, e isso agora cobrou seu preço. O governo que temos hoje é consequência natural do saudosismo dos anos 80, mas em tudo o que havia de pior naquela época. Qual você acha que é o papel dos escritores neste cenário político? Porque veja: Homens Elegantes e Tupinilândia são livros de aventura, “comerciais”, mas também abordam estas temáticas mais sérias. O que você acha de quem acha ruim encontrar política no seu entretenimento? A literatura de entretenimento (e qualquer outra forma narrativa de entretenimento) é justamente a mais política de todas. É ela quem cria pressupostos de "senso comum" e de identidade cultural popular. Todo o entretenimento que consumimos é político. Mesmo que não se fale de nada político, o simples fato de um protagonista ser gay, negro ou mulher, numa cultura que preferiria que estes fossem apenas subalternos, ou mesmo deixassem de existir, já se torna política. Toda vez que alguém que a sociedade não gostaria que se expressasse, se expressa, nem que seja para dizer "eu existo, eu estou aqui", ela está sendo política. E não vamos esquecer que todo o cinema de ação americano, incluindo os filmes Marvel, recebem subsídios do exército dos EUA em troca de aprovação do roteiro. Já somos consumidores de um entretenimento extremamente político, mas consideramos seus valores como se fossem a ordem natural do mundo, e nos recusamos a reconhecer sua política. Você faz parte de uma nova geração de escritores brasileiros muito talentosos que emerge do meio literário tradicional, ao mesmo tempo que as publicações independentes passam por um boom on-line. Como você avalia o mercado editorial brasileiro hoje, especialmente o tradicional? Eu não vim do meio literário tradicional, eu comecei como um autor independente, que precisou criar a própria editora para ser publicado, lá em 2007. Até ser publicado por uma grande editora foi um processo longo, de anos. Tive a sorte de viver numa cidade como Porto Alegre, que possuía então uma cena literária movimentada, e que conseguia atrair a atenção das grandes editoras do Sudeste. Foi uma trajetória planejada, mas não sei dizer como a cena independente funciona hoje. Felizmente, da parte das grandes editoras há uma demanda por novas vozes e por uma descentralização, o que vejo como bastante positivo. Ainda um pouco nisso, você participou do livro Corpos Secos, que reúne muita gente legal inclusive pra fazer uma história de literatura de gênero. Você acha que a literatura brasileira, ou ao menos o nosso mercado, está mais receptivo à terror, fantasia, policial e outros gêneros? A internet e as redes sociais permitiram que público e autores desses gêneros pudessem se encontrar, formar novas redes de leitura e desenvolver um senso de comunidade literária mais amplo do que em tempos passados, o que acho muito positivo.
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resenhadebolso · 5 years ago
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Corpos secos
Leitura obrigatória em 2020, Corpos Secos passa longe da narrativa habitual sobre zumbis ao tecer um painel da selvageria “conforme o país vai morrendo”. Quando uma doença derivada de agrotóxicos transforma seres humanos em mortos-vivos, os chamados corpos secos do título, quatro personagens – Mateus, Murilo, Regina e Constância – precisam lutar pela própria sobrevivência.  Ao longo de 190 páginas que flertam com o gore, este romance escrito por Luisa Geisler, Samir Machado de Machado, Natalia Borges Polesso e Marcelo Ferroni nunca perde de vista seu real objeto de interesse: a sociedade e como reagimos no momento em que tudo vira sombra.
Mateus tem a doença e não manifesta sintomas, por isso é estudado num hospital de São Paulo. Murilo, irmão de Mateus, precisa enfrentar a realidade e deixar de ser criança para salvar a si, a família e Baleia, seu peixe. Regina está próxima de Mato Grosso, epicentro da crise. Constância, engenheira de alimentos no sul, precisa salvar a si e a Conrado, seu irmão. Quando a epidemia rompe todas as barreiras de controle, os quatro precisam entrar em movimento e tentar chegar a Florianópolis, alardeada no rádio como única cidade segura.
Da primeira à última página, Corpos secos é um delírio inspirado nas melhores tradições cinéfilas e literárias. De Érico Veríssimo a Quentin Tarantino, passando por Graciliano Ramos e o exploitation setentista, tudo ressoa a vertigem, os gêneros literários se sobrepõem e a adrenalina contamina cada parágrafo. Poucos são os instantes de calmaria, e ainda assim uma placidez difusa, que parece esconder a que veio.
Discutindo temas como homossexualidade e religião, Corpos secos abraça o caos enquanto sintoma do mundo exterior em tempos de coronavirus. Cada tiro, cada lágrima, cada corpo estendido no chão é um aviso para espiar a vida lá fora e perceber que não há situação ruim o bastante: quando “reina a paz da cidade morta”, tudo é possível. No fundo, estamos todos buscando a ilha.
Nota: ✩✩✩✩✩
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infernauta · 6 years ago
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Humor as the only way to keep sanity in dark times is our own way of being
Stylish Men (Samir Machado de Machado)
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omnipol · 4 years ago
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There’s no reason for you to ask our forgiveness for anything. Enough of this toying around with the distant past to justify, with demagoguery and hypocrisy, the current crimes in process: the murder of community organizers, like our brother Samir Flores Soberanes; the hidden genocides behind the megaprojects, conceived and carried out to please the most powerful player—capitalism—which wreaks punishment on all corners of the world; the pay-outs to and impunity for the paramilitaries; the buying off of peoples’ consciences and dignity with 30 pieces of silver.[ii]
We Zapatistas do NOT want to return to that past, not on our own, much less accompanied by someone trying to seed racial resentment and feed his outmoded nationalism with the supposed splendor of the Aztec Empire which built itself from the blood of its neighbors, and convince us in turn that with the fall of that empire, the originary peoples of these lands were defeated.
Neither the Spanish state nor the Catholic Church have to ask our forgiveness for anything. We will not echo those frauds who seek to legitimize themselves with our blood while they hide the fact that their hands are stained with it.
What is Spain going to ask our forgiveness for? For having birthed Cervantes? Or José Espronceda? León Felipe? Federico García Lorca? Manuel Vázquez Montalbán?  Miguel Hernández?  Pedro Salinas? Antonio Machado? Lope de Vega? Bécquer? Almudena Grandes? Panchito Varona, Ana Belén, Sabina, Serrat, Ibáñez, Llach, Amparanoia, Miguel Ríos, Paco de Lucía, Víctor Manuel, Aute siempre? Buñuel, Almodóvar and Agrado, Saura, Fernán Gómez, Fernando León, Bardem? Dalí, Miró, Goya, Picasso, el Greco and Velázquez? For some of the best critical thought in the world, born under the liberatory “A”? The Spanish Republic? The Spanish republican exile? Our Mayan brother Gonzalo Guerrero?
What is the Catholic Church going to ask our forgiveness for? For the life of Bartolomé de las Casas? For Don Samuel Ruiz García? For Arturo Lona? For Sergio Méndez Arceo? For Sister Chapis? For the lives of priests and religious and lay sisters who have walked beside the originary peoples without trying to lead or supplant them? For those who risk their freedom and their lives to defend human rights?
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jovenspoa · 4 years ago
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Retiro de Verão 2021
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Nos dias 12, 13 e 14 de fevereiro, tivemos nosso Retiro de Verão 2021, após 1 ano sem nos reunirmos em um retiro devido à pandemia. Mesmo com o formato de conferência, diferente do que estamos acostumados nessa época, e talvez até um pouco limitado em alguns aspectos, o Senhor não se limitou em derramar seu Espírito Santo e falar muito com cada um de nós durante estes dias de encontro.
Nas primeiras ministrações, com muita graça, fomos animados e fortalecidos pelo Samir Machado e pelo José Gustavo sobre vivermos por FÉ em Jesus. Na sexta à noite, o Samir nos ministrou sobre a necessidade da nossa fé estar em primeiro lugar no nosso coração e não na nossa mente. Para que isso aconteça, precisamos acreditar e confiar no perdão de Jesus e que já fomos livres do pecado. É essa liberdade em Jesus que nos leva a amá-Lo, o que aumenta nossa fome e sede por Ele, além de nos encher de fé para curar no nome Dele, proclamar sobre o mundo a palavra de Deus e lembrar da autoridade que nós temos em nome de Jesus, sem duvidar. À medida que buscamos mais intimidade com Ele temos mais autoridade para fazermos aqui na terra o que Jesus fazia e obras ainda maiores.
No sábado pela manhã, José Gustavo nos alertou sobre os inimigos da FÉ, pois vivemos em uma época na qual somos bombardeados de opiniões, conceitos e informações sobre muitos assuntos e, muitas vezes, isso nos confunde e atrapalha nossa caminhada na fé. Entretanto, precisamos estar firmados em Jesus e lembrar que nossa fé e confiança só podem ser depositadas Nele. Nossa fé precisa ser uma experiência constante e diária em nossas vidas, ela precisa ser uma experiência viva!
‘Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam.’ Hebreus 11:6
No sábado à noite, o Nicolas Wondracek nos trouxe uma palavra muito profunda e viva sobre ESPERANÇA, na qual nos exortou a sermos totalmente satisfeitos em Jesus, sem depender de alguma coisa ou acontecimento para sermos completos e felizes.  No Salmo 16:11 diz: ‘Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente’.
Precisamos viver a plenitude de alegria na presença de Jesus, independente das circunstâncias. Nossa esperança é Jesus e viver nessa esperança é estarmos satisfeitos no Senhor e olhando firmemente para Ele e para o que é eterno.
No domingo o Eduardo Arakaki concluiu com uma palavra muito especial sobre AMOR, completando nosso tema do retiro, Jesus: Fé, Esperança e Amor. Sua ministração nos levou a refletir sobre o quanto precisamos ter convicção do amor de Deus pelas nossas vidas para conseguirmos viver livres do pecado, lembrando sempre do calvário e do sacrifício de Jesus por nós. Nosso segundo nascimento em Jesus precisa ser nossa identidade para que possamos nos sentir amados por Deus.
Além de sermos amados por Deus também precisamos amá-Lo de todo nosso coração, como está escrito em Mateus 22:37 ‘Amarás o Senhor teu Deus, de todo o coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento’. Nós nascemos para amar a Deus e essa relação de O amarmos e sermos amados por Ele é o que nos faz completos. Ao vivermos essa relação de amor com o Senhor, precisamos ir além, expressando esse amor também por todos aqueles que estão ao nosso redor, assim como por nossos irmãos. Esse andar junto precisa ser aperfeiçoado em Jesus, em santidade, unidade e comunhão, para glorificarmos e exaltarmos o nome do Senhor.
Nesses dias fomos lembrados de muitas verdades que precisam estar vivas em nossos corações. É necessário buscar a intimidade e relacionamento com Jesus, para aumentarmos nossa fé, esperança e amor por Ele. Que possamos viver tudo o que foi ensinado para Glória Dele lembrando que:
“Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor.”   1 Coríntios 13:13
Bruna e Guilherme Correa, jovens e discípulos entre nós
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eileenjaneway · 2 years ago
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end-of-year book ask
How many books did you read this year? 13, Lula lá, brilha nossa estrela
Did you reread anything? What? Nope
What were your top five books of the year? 1. Coral e outros poemas, Sophia de Mello Breyner Andressen 2. Lavoura Arcaica, Raduam Nassar 3. Corpo dela e outras farras, Carmem Maria Machado 4. As Traças, Cassandra Rios 5. Homens Cordiais, Samir Machado de Machado
Did you discover any new authors that you love this year? Sophia de Mello Breyner Andressen e Carmem Maria Machado
What genre did you read the most of? Surpreendentemente, Poesia // Surpriselly, poetry
Was there anything you meant to read, but never got to? sim, não ficção, especificamente marxismo e teoria literária // yes, non-fiction, especifically marxism and literary teory
What was your average Goodreads rating? Does it seem accurate? não uso goodreades // i don't like goodreads
Did you meet any of your reading goals? Which ones? não uso metas de leitura // i don't have reading goals
Did you get into any new genres? sim, poesia // yes poetry
What was your favorite new release of the year? Pagu no metrô, Adriana Armony
What was your favorite book that has been out for a while, but you just now read? Tambores da noite, Carlos Assumpção
Any books that disappointed you? Gótico Nordestino, Cristiano Aguiar
What were your least favorite books of the year? Gótico Nordestino, Cristiano Aguiar
What books do you want to finish before the year is over? Circe, Madaline Miller
Did you read any books that were nominated for or won awards this year (Booker, Women’s Prize, National Book Award, Pulitzer, Hugo, etc.)? What did you think of them? Gótico Nordestino, Cristiano Aguiar (insisti em ler por causa dos prêmios, mas não gosto de terror) // i made an effort to read it, but i don't like terror
What is the most over-hyped book you read this year? Gótico Nordestino, Cristiano Aguiar
Did any books surprise you with how good they were? sim, Corpo dela e outras farras, Carmem Maria Machado e Coral e outros poemas, Sophia de Mello Breyner Andressen
How many books did you buy? 3
Did you use your library? digital library, BiblioOn
What was your most anticipated release? Did it meet your expectations? não pude comprar os lançamentos // couldn't buy the new releases
Did you participate in or watch any booklr, booktube, or book twitter drama? nope
What’s the longest book you read? Canto Geral, Pablo Neruda
What’s the fastest time it took you to read a book? uma tarde // one afternoon
Did you DNF anything? Why? wtf is DNF?!
What reading goals do you have for next year? nope
end-of-year book ask
How many books did you read this year?
Did you reread anything? What?
What were your top five books of the year?
Did you discover any new authors that you love this year?
What genre did you read the most of?
Was there anything you meant to read, but never got to?
What was your average Goodreads rating? Does it seem accurate?
Did you meet any of your reading goals? Which ones?
Did you get into any new genres?
What was your favorite new release of the year?
What was your favorite book that has been out for a while, but you just now read?
Any books that disappointed you?
What were your least favorite books of the year?
What books do you want to finish before the year is over?
Did you read any books that were nominated for or won awards this year (Booker, Women’s Prize, National Book Award, Pulitzer, Hugo, etc.)? What did you think of them?
What is the most over-hyped book you read this year?
Did any books surprise you with how good they were?
How many books did you buy?
Did you use your library?
What was your most anticipated release? Did it meet your expectations?
Did you participate in or watch any booklr, booktube, or book twitter drama?
What’s the longest book you read?
What’s the fastest time it took you to read a book?
Did you DNF anything? Why?
What reading goals do you have for next year?
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tionitro · 8 years ago
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Homens Elegantes - Samir Machado de Machado | NITROLEITURAS #literaturabrasileira #histórico #aventura #lgbt #resenha
Homens Elegantes – Samir Machado de Machado | NITROLEITURAS #literaturabrasileira #histórico #aventura #lgbt #resenha
Mais um romance histórico doidimais do Samir Machado de Machado, uma aventura envolvendo o contrabando de livros eróticos para o Brasil no final do século XVIII!
Homens Elegantes -Samir Machado de Machado | NITROLEITURAS #literaturabrasileira #histórico #aventura #lgbt | 576 pgs, Rocco 2016 | Lido de 21.06.17 a 26.06.17
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SINOPSE
Um soldado brasileiro é enviadoa Londres com a missão de investigar…
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ocombatente · 1 year ago
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Sebrae-RO acompanha lançamento do Programa de Integridade do Governo de Rondônia
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Foi lançado na manhã desta terça-feira (30), em Porto Velho, o Proin - Programa de Integridade do Governo de Rondônia, elaborado pela Secretaria de Estado de Finanças. A convite da Sefin, o diretor-superintendente do Sebrae em Rondônia, Clébio Billiany de Mattos, e o gerente da Unidade de Riscos e Compliance, Samir Valle, acompanharam o lançamento do Programa, no Palácio do Governo, no Edifício Rio Machado. “Temos que parabenizar o Governo do Estado, por meio da Sefin, pelo lançamento deste Programa de Integridade, que surge com o objetivo de implementar medidas e mecanismos para prevenir e detectar práticas de corrupção, fraudes, subornos, irregularidades e quaisquer outros desvios éticos e de conduta. Este é um grande passo que está sendo dado”, parabenizou o diretor-superintendente do Sebrae RO. Com o lançamento do Proin, diversos avanços deverão ser registrados, inclusive a melhoria na prestação dos serviços públicos e também o aumento da confiança da população junto aos órgãos do Governo do Estado. “Ações como essas, do governo do estado, são primordiais, pois fortalecem ainda mais a integridade, ética e principalmente a transparência para com a sociedade. É importante destacar que o Sebrae em Rondônia vem avançando, em sintonia com o governo, implementando também boas práticas de integridade e transparência ao longo dos anos”, ressaltou Samir Valle. Read the full article
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lubashivaya · 2 years ago
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#SAVETHEDATE 🔥 #MUSICAL Em fevereiro de 2023 estreia no Teatro do Núcleo Experimental (SP) o musical autoral “A Igreja do Diabo”, inspirado no conto homônimo de Machado de Assis. Com direção, texto, letras e músicas de Guilherme Gila, o espetáculo abriu uma campanha de financiamento coletivo no Benfeitoria com diversas recompensas. Acesse o link na bio do @igrejadodiabomusical para conferir! Sinopse: A IGREJA DO DIABO é um #musical Pop-brasileiro, inspirado no conto homônimo de Machado de Assis. Cansada de sua falta de organização no Inferno, a Diaba decide fundar sua própria igreja. Um templo onde ser ruim é o certo, e ser bondoso é a coisa mais imoral que se pode ser. A humanidade, aos poucos, adere à nova religião, todos aprendem sobre "Os Sete Ditados Capitais" e começam a transformar o mundo num lugar pior. Este é um espetáculo que fala sobre (e com) o Brasil de hoje. Através de uma linguagem cômica e da música pop, o musical conta a história do conto em três partes distintas. A primeira sendo a ideia da Diaba e a criação da Igreja; a segunda se passa em um dia na Igreja do Diabo já fundada, em que acompanhamos um culto; e a terceira ao mostrar os efeitos a longo prazo da fundação da Igreja tanto no céu quanto no inferno. A moral é ponto central neste espetáculo, e as músicas de estilo Pop/Funk, acompanhadas de coreografia e linguagem queer, representam a sonoridade dominada por artistas mulheres, pretes e LGBTQ+(que ao longo da história sempre foram vistos como imorais), além de trazer versatilidade e à narrativa. Serviço 27 de Fevereiro a 28 de Março de 2023 Segundas e Terças-feiras às 20h30 Teatro do Núcleo Experimental (Rua Barra Funda, 637 - São Paulo - SP) Capacidade: 98 lugares Classificação indicativa: 14 anos Ficha Técnica Direção Geral: Guilherme Gila Preparação de Elenco: Maria Clara Haro Direção Musical: Samir Alves Coreografia: Gabi González Texto, Letras e Músicas: Guilherme Gila Produção Executiva: Jorge William Produção Executiva: Eduarda Zafra Assistente de Produção: Lucca Capoleto Assessoria de Imprensa: Unicórnio Assessoria (em Núcleo Experimental) https://www.instagram.com/p/CnKLIwIu9aG/?igshid=NGJjMDIxMWI=
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nwdsc · 2 years ago
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(King Klavé | KingKlavéから)
King Klavé by KingKlavé
1. P.I.M.P (Passion, Intelligence, Motivation, Positivity) Jazz - Composed by Amaury Acosta & Mike King, Amaury Acosta- Drums, Chris Smith Bass, Ana Carmela Ramri 2. Osain - Composed by Amaury Acosta & Javier Santiago, Javier Santiago - Synthesizers, Vibraphone, Pino Palladino - Bass, Marcus Machado - Guitar, Amaury Acosta - Drums 3. Déjate De Gracia Conmigo - Basil-Piano, Chris Smith-Bass, Pedrito Martinez- Congas 4. Lala- Mike King - Fender Rhodes, Morgan Guerrin- Soprano Saxophone, Paul Wilson- Synths and effects, Amaury Acosta - Drums, Sitar, Bass, Samples, Vocals 5. Essentials - Amaury Acosta- Fender Rhodes, Drum Programming, Vocals - Amaury Acosta, Chris Smith - Electric Bass, Morgan Guerrin - Tenor Saxophone, P.U.D.G.E.- DJ scratches 6. 5/4 Joint Feat. Joshua Crumbly- Composed by Amaury Acosta & Devonne Harris. Devonne Harris (DJ Harrison) - Fender Rhodes, Piano, Jupiter 80, Mini Moog Voyager, Joshua Crumbly - Fender P Bass, Stacy Dillard Soprano Saxophone, Abdulrahman Amer- Trombone, Amaury Acosta - Drums, Congas, Bongos, Aux Percussion, Snares, 808, Vocals 7. Mad -Amaury Acosta Mini Moog, Metal Percussion, Drums - Amaury Acosta. 8. NYC - Mini Moog, Drums, Auxiliary Percussion, Vocals 9. F*ck the system- Javier Santiago- Piano, Synth lead, P.U.D.G.E.- DJ scratches, Amaury Acosta- Drums, Synth Bass, Korg x 50, Jupiter 80, Samples. 10.Dillacuta Feat. Jake Sherman & DJ Harrison - Composed By Amaury Acosta, Jake Sherman, Devonne Harris. Jake Sherman - Vocoder, Jamal Peoples - Matrix 12, Jupiter 80, Wurlitzer,Devonne Harris (DJ Harrison)- Synth bass, Juno 106, Chris Smith- Electric Bass, Marcus Machado - Guitars, Mauricio Herrera - Congas, Weedie Braimah- Djembe, Amaury Acosta - Drums, Guiro, Cowbells, Clavinet, 808, samples, 11. Soul conga - Devonne Harris (DJ Harrison) - Fender Rhodes, Bass, Stacy Dillard - Tenor Saxophone, Amaury Acosta- Drums, Congas, Tambourine 12. Real Lovin’ Feat. J. Hoard - Composed by Amaury Acosta, Devonne Harris, and Jonathan Hoard. Amaury Acosta - Drums Congas,Fender Rhodes, Synths. Fender Rhodes, MiniMoog, Juno 106, 808, samples and drum programming, Devonne Harris (DJ Harrison)- Guitars, Bass, Clavinet, Organ, Yamaha Dx7, Vocals - J. Hoard 13. Have You Ever Wondered-Mauricio Herrera- Batas, Amaury Acosta- Yamaha CS 80, Vocal 14. Intriga -Amaury Acosta - Drums, Samples, 15. Queen Feat. J. Hoard - Composed by Amaury Acosta & Jonathan Hoard. Amaury Acosta Drums, String Arrangement, Synth Bass, Fender Rhodes, Synths, Keyboards, Mike King-Organ, J. Hoard - Vocals, Dezron Douglas - Electric Bass, 16. Que Viva Cuba libre - Penelope Hernadez - Vocals, Amaury Acosta-Samples 17. Rezo - Mike King- Piano, Michael Valeanu- Guitar, Amaury Acosta - Batas, Strings, Surdo, Chekeré, Auxiliary Percussion, Synth Strings, Weedie Braimah- Djembe, Pedrito Martinez, Vocals All songs Composed, Arranged, Produced, Recorded and Engineered By Amaury Acosta aka King Klavé (unless where noted) Executive Producers: Amaury Acosta, Samir Hall, Paul Wilson P.I.M.P (Passion, Intelligence, Motivation, Positivity) Jazz - Composed by Amaury Acosta & Mike King Osain - Composed by Amaury Acosta & Javier Santiago 5/4 Joint - Composed by Amaury Acosta & Devonne Harris Dillacuta Feat. Jake Sherman & DJ Harrison - Composed By Amaury Acosta, Jake Sherman, Devonne Harris. Real Lovin’ Feat. J. Hoard - Composed by Amaury Acosta, Devonne Harris, and Jonathan Hoard Queen - Composed by Amaury Acosta & Jonathan Hoard Que Viva Cuba Libre - Vocals: Penelopé Hernadez, Amaury Acosta - Samples All Songs Mixed by - Paul Wilson, except Real Lovin’, Real Lovin’ Mixed by - Louis Benedetti Mastered by - Lee Potter at Roc Star Studios, London Artwork by Luis Cruz Azacetta Designed by Alberto Hernadez Executively Produced by Amaury Acosta, Samir Hall, & Paul Wilson Real Lovin’, Drums Recorded at Electric Garden By Ben Kane, Vocals recorded at the Vamp Cave by Aaron “Smitty” Dales in New York City, Djembe on Dillacuta and Rezo Recorded at Art is sound studio by Keenan Mcrae in New Orleans, Louisiana. Organ and fender Rhodes on Queen and Lala Recorded at Thompson Studio By Louis Benedetti in New York City, Dj Harrison Tracks Recorded at Jello Stone Studio in Richmond Virginia. RELEASED EXCLUSIVELY VIA. KLAVÉ'S PARADISE RECORDINGS NYC
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