#Recepcionista
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-Pueblo de Exilio {TP-14}/Town of Exile {TP-14}-
#groriatrevi10#mio#...¡in the darkness!...#Ressy#Ressy Cheese#Recepcionista#Recepcionista del Hospital Bludd#Humana#Cata#Cata Vidal#Paciente Habitual#Paciente#Paciente del Hospital Bludd#Boom#Boom Cake#Guardia#Guardia del Hospital Bludd#Bomba#Pueblo de Exilio#TP-14#Pueblo de Exilio TP-14#Habitante del Pueblo de Exilio#Habitantes del Pueblo de Exilio#Sueños de Hospital#Hospital Dreams
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Serissimo eu tenho que parar de rir externalmente quando entrao em estado de vantagem.
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Recepcionista – Barra da Tijuca
Recepcionista – Barra da Tijuca A princípio, entre no grupo de empregos do Temos Vagas RJ e não perca as novidades sobre vagas no rio. É de graça! Abaixo, veja como entrar: WhatsApp Telegram Atenção as exigências da vaga! Descrição da vaga: Cargo: Recepcionista Requisitos:Experiência no cargo Salário: R$ 1.940,00 Horário: 8h30 as 13:30 Benefícios:Alimentação no local;Plano de saúde…

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#Barra#barra da tijuca#Emprego#Estágio Recepcionista#Oportunidade#Recepcionista#rio de janeiro#Rio Vagas#temos vagas rj#Trabalho#vagas
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✦ Nome do personagem: Zhao Annchi. ✦ Faceclaim e função: Yuqi - G-IDLE. ✦ Data de nascimento: 23/09/1999. ✦ Idade: 24 anos ✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela. ✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do sul, chinesa. ✦ Qualidades: Independente, ambiciosa, amigável. ✦ Defeitos: Desconfiada, insegura, cabeça quente. ✦ Moradia: Elysian Fields. ✦ Ocupação: Recepcionista no Atlas Gym e Vocalista da banda The Hazzies. ✦ Twitter: @EF99ZA ✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, HOSTILITY, ROMANCE, SMUT. ✦ Char como condômino: Annchi é conhecida por ser a recepcionista que tem uma banda, e assim feito, ela exala música por onde passa e pode incomodar os vizinhos com treinos solo de guitarra ou até mesmo da banda, mas é alguém legal e leal a se formar uma amizade.
TW’s na bio: Abandono Parental.
Biografia:
Annchi nasceu em Pequim, China, em uma família tradicional com raízes profundas nas tradições culturais. No entanto, desde muito jovem, ela revelou-se uma criança rebelde e destemida, recusando-se a se conformar com as expectativas que lhe eram impostas. Seus pais chineses, preocupados com a rebeldia dela, tomaram uma decisão drástica e a "venderam" para uma família sul-coreana quando ela tinha apenas seis anos de idade. Essa separação traumática marcou profundamente Annchi e, ao chegar à Coreia do Sul, ela enfrentou desafios imensos ao tentar se adaptar a um novo ambiente, idioma e cultura. No entanto, mesmo nesse cenário desafiador, a música sempre foi sua âncora, sua forma de expressar suas emoções e encontrar conforto.
Foi acolhida pela família sul-coreana, mas as divergências culturais e a falta de compreensão mútua tornaram o relacionamento complicado. Eventualmente, após anos de tensões crescentes, a família decidiu enviá-la para um abrigo para jovens em Seul quando ela completou 16 anos. No abrigo, Annchi encontrou pessoas que entendiam suas dificuldades e angústias, com o apoio desses novos amigos, ela se manteve firme e, aos 17 anos, decidiu emancipar-se, buscando independência e a liberdade de ser quem ela realmente era. Nesse momento que Annchi teve a sorte de conseguir um emprego como recepcionista na academia de um complexo renomado em Seul. Ali, ela conheceu pessoas de diferentes origens e estilos de vida, ampliando ainda mais seus horizontes e enriquecendo sua visão de mundo.
Enquanto trabalhava na academia, Annchi percebeu que havia outros talentos além de sua voz e decidiu aprender a tocar instrumentos musicais. Sua dedicação foi notável, e em pouco tempo ela dominava a guitarra, teclado e bateria. A combinação de sua voz poderosa e habilidades musicais a tornou uma artista completa. Durante esse período, Annchi também conheceu seu ex-marido, um homem mais velho e rico, com quem se casou por conveniência. Embora ele a tenha proporcionado estabilidade financeira, ele não conseguia compreender totalmente o amor e paixão que ela tinha pela música. Após a trágica morte do marido, Annchi decidiu continuar trabalhando na academia, pois a música e seus amigos eram seu verdadeiro porto seguro, desfrutando da herança do ex-marido.
Em paralelo ao trabalho, ela fundou a banda "The Hazzies" com outros músicos talentosos que compartilhavam sua paixão pela música e juntos, eles conquistaram o público local e o sucesso da banda trouxe a Annchi a esperança de que finalmente poderia realizar seu sonho de viver exclusivamente da música. Mas ela sabia que o caminho para o reconhecimento e independência total não seria fácil e equilibrava a vida de recepcionista com a de vocalista da banda, sempre ensaiando.
Por trás de seu sorriso e personalidade extrovertida, Annchi carregava as cicatrizes de seu passado e o medo persistente de ser abandonada novamente. No entanto, essas experiências a tornaram mais resiliente e determinada a alcançar seus objetivos. O sucesso de "The Hazzies" cresceu e, aos poucos, a banda começou a ser reconhecida em Seul.
Assim, Zhao Annchi seguia em sua jornada, espalhando sua música e alegria por onde passava, sempre em busca de realizar seu maior sonho de viver da música que amava, ela estava determinada a deixar sua marca no mundo, não como uma criança "vendida", mas como uma mulher forte e é isso que sempre tentou e tenta conquistar, equilibrando sua vida musical com a vida na academia.
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Victor, entras manualmente al BOE a ver todas las convocatorias? No es más fácil que te manden la alerta al correo?
la cosa es que tengo ya tantas alertas activadas en el correo que no puedo más sinceramente, y tampoco pierdo tanto tiempo. todos los lunes veo todas las de la semana anterior y dependiendo de la semana tardo entre 30 minutos y 1 hora, no más. y porque me distraigo con facilidad, si no sería mucho menos tiempo.
#ask#una vez lo haces un par de veces es todo mucho mas mecanico#al dia tengo que mirar como 20-30 correos de otras cosas no puedo tener tambien cosas de opos#bueno y además. sí que tengo una activada que además me manda sms que me he enterado hoy que me ha saltado#pero era de bibliotecas así que me da un poco de igual#además entrando al boe puedo mirar puestos parecidos a lo que busco que también podrían servirme#por ejemplo vi uno muy bueno (al que no puedo acceder porque la pagina del ayuntamiento no publica la convocatoria) de recepcionista#de un museo en palencia (en la villa romana del olmedo)#si activo alerta de 'auxiliar/ayudante/conservador de museo' esa me la pierdo
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este año descubri que soy hiper sensible todo me hace mierda pero no me desborda en plan llorar solo me hace homicida constantemente
#un meltdown pero tiro del bondi a la que esta enviando un audio de 4 minutos al lado mio quejandose del grupo de mamis#soy la recepcionista de deportologo que golpeó la mesa porque le pregunte algo mientras estaba escribiendo algo en la pc
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Recepção e Limpeza Terceirizada
O Grupo Embraste oferece diversos serviços terceirizados, dentre eles o serviço de recepção e limpeza terceirizada. Nossos colaboradores são dedicados e comprometidos em proporcionar um ambiente limpo e acolhedor para os seus clientes e colaboradores.
Visite nosso site: https://bit.ly/servicos-embraste
Grupo Embraste - Recepção e Limpeza Terceirizada
R. Prof. Dias Castejon, 405 - Jardim Monte Kemel - SP, 05633-050
☎ (11) 2507-4513 ☎ (11) 95204-6873 📧 [email protected] 🌐 embraste.com.br
#embraste serviços terceirizados#empresas terceirizadas de limpeza#empresa de limpeza terceirizada sp#terceirização#empresa terceirizada recepcionista sp
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Okay pero no puedo con que estén haciendo a simmer el típico chavó guapo lover boy flirty y toda la mierda es como ahshdhdhd cuantos tiene la recepcionista del hotel para que la ligada de un patojo de 15 no le parezca una mamada???
#If a bug could talk#erik vogler#Yo creo que eso de que la recepcionista y Zimmer han de ser tipo poderes hipnóticos de vampiro o una shit así#pero pues como Zimmer no sabe….
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❝ Kiss me, don’t say no. ❞



┆ ⤿ 📑 ⌗ Perrengue w. JHS
ᯓᡣ𐭩 sugestivo (?) ᯓᡣ𐭩 wc: 1.657 ᯓᡣ𐭩 avisos: johnny w. fem!reader, coworkers to lovers/fuckers, a reader é chefe de departamento, contém consumo de álcool, palavrões e menção a sexo, nada muito explícito, mas um pouquinho sugestivo no final ᯓᡣ𐭩 nota: ia postar ontem mas deixei pra postar no aniversário dele <3 se vocês gostarem talvez eu traga uma “continuação” disso aqui mais pra frente
Você e Johnny eram colegas de trabalho, ambos do mesmo departamento, e haviam reservado dois quartos em um hotel para uma viagem de negócios. Johnny disse que cuidaria de tudo, e você apenas concordou — afinal, ele era ótimo no que fazia e nunca te decepcionava.
Mas aí é que tá…
— Como assim a reserva foi feita para a semana que vem? — Questionou à recepcionista, confusa. Seu semblante era um misto de confusão e raiva, e Johnny estava inexpressivo, parecia ponderar a situação.
Johnny havia feito a reserva errado. Sem querer, confundiu a data e acabou reservando os quartos para a semana seguinte — e agora, vocês estavam sem um lugar para dormir.
Você até pensou que poderiam dormir lá mesmo, no hall do hotel, sentados em uma das poltronas vermelhas que estavam espalhadas pelo local. Mas isso era antiético, considerando o fato de que você estava lá como superior dele. E, sendo sincera, quem em sã consciência faria isso tendo dinheiro para pagar por outro quarto?
Já fazia uma meia hora que vocês estavam lá, sentados, em um silêncio constrangedor. Johnny já havia pedido desculpas umas mil vezes nesse meio tempo, mas você apenas ficou quieta e assentiu, tentando não surtar de vez.
Então, depois de respirar fundo e contar até 10, finalmente se dirigiu novamente até a recepção. Você decidiu que pagaria por mais dois quartos, dessa vez para o dia certo, e pronto, tudo estaria resolvido. Johnny até se ofereceu para pagar, mas você não aceitou. Era orgulhosa demais pra isso.
Só que seu azar não estava nem perto de acabar.
— Só um quarto? É sério? — Nesse momento, sua voz já estava começando a ficar alterada, a raiva e o cansaço te consumindo. Só queria resolver isso logo.
— Sim, senhora. É alta temporada e praticamente todos os quartos já foram reservados com antecedência, por isso só temos um no momento. — Explicou, e indicou com as mãos uma única chave restante no painel de chaves atrás de si, confirmando a informação.
Você abriu a boca para responder, mas, antes que pudesse continuar, Johnny segurou seu pulso suavemente, assumindo a dianteira da situação. Você sentiu um rubor subir pelas bochechas. Sempre ficava assim perto dele. Sr. Suh, um homem alto, forte, responsável e bonito, era capaz de fazer qualquer uma tremer na base. E você não saía impune disso.
— Pode ser, vamos pegar esse. Obrigado. — Ele disse, calmo, enquanto pegava a chave da mão da recepcionista. Bem diferente de você, que estava nervosa, os olhos arregalados e a testa franzida.
Você esperou o homem dizer alguma coisa, mas foi em vão. Foram o caminho todo até o 1027, no oitavo andar, calados, sem trocar uma palavra sequer, os olhos fixos no chão o tempo todo: enquanto cruzavam o enorme corredor do prédio, esperavam o elevador, e até mesmo dentro do elevador. Nenhuma palavra foi dita. Nenhuma. Apenas um silêncio sufocante tomou conta do ambiente.
Quando chegaram, Johnny abriu a porta e deixou você ir na frente. Ambos tiraram os sapatos e os casacos antes de entrar, e então finalmente entraram. Mas uma coisa chamou sua atenção ao dar uma olhada em volta.
Só havia uma cama de casal. Apenas uma. Para duas pessoas. Dois colegas de trabalho.
— Porra, Johnny… e agora? — Você suspirou alto, frustrada.
E então ele percebeu. Os olhos se arregalaram imediatamente, e ele levou uma das mãos ao rosto, pensando em alguma solução. Mas ele não pensou muito antes de te dar uma resposta.
— Eu durmo no chão, pode deixar. — Afrouxou a gravata, com o calor do ambiente já sufocando-o. O terno preto já havia sido abandonado logo na entrada, vestia apenas uma camisa branca e a gravata. Que visão estonteante.
Já você, vestia uma saia preta acima dos joelhos, uma camisa branca com os primeiros botões abertos, um coque já quase desfeito e, até poucos minutos atrás, um salto alto finíssimo — que, além de dor nas pernas, ainda te causou bolhas nos calcanhares.
Você engoliu em seco. Ele estava muito atraente, não podia negar. A forma como as mangas da camisa estavam dobradas pouco acima dos cotovelos, revelando os braços fortes e as veias saltadas, te deixavam atônita. Ele mexia na gravata de uma forma tão… sexy? Parecia calculado pra te fazer perder o juízo.
— Não! — Seu coração falou mais rápido do que seu cérebro. Praticamente cuspiu a palavra, tão rápido quanto um raio. Johnny te olhou confuso, estreitando os olhos.
— Quer dizer… — você continuou. — A cama é bem espaçosa, cabe nós dois sem problemas. Não precisa dormir no chão frio.
Johnny sorriu e te olhou nos olhos, tão intenso que te fez prender a respiração. Ele estava perto demais. Perigoso demais. Tentador demais.
— Se você não se importa, por mim tudo bem. Vamos dormir juntos, então.
・ ⋆ ・ ⠄⠂⋆ ・ ⠄⠂⋆ ・ ⠄⠂⋆ ・ ⠄⠂⋆ ・ ⠄⠂⋆ ・ ⋆ ・ ⠄⠂⋆ ・・ ⋆ ・ ⠄
Você tomou banho primeiro, depois Johnny. E agora, estavam sentados, cada um em um canto da cama. Você revisava alguns documentos, enquanto ele fazia alguma coisa no celular, concentrado. Ficava lindo assim, todo focado. E com os cabelos molhados, ficava ainda mais bonito.
Por fim, ele largou o celular e se levantou da cama, indo em direção ao frigobar. No frigobar, entre garrafinhas de água e sucos, havia uma garrafa de Johnnie Walker Blue Label, convidativa sob a luz amarelada. Foi aí que Johnny teve uma ideia que com certeza acabaria de vez com essa torta de climão que estavam saboreando há um bom tempo.
— Ei… — ele chamou, alto o suficiente para você escutar, levantando a garrafa no ar e balançando de leve. — O que acha da gente beber isso aqui?
— É sério isso, Johnny? A gente tá aqui a trabalho. — Você revirou os olhos, fingindo desaprovação. Mas era uma ideia muito interessante, você sabia disso.
— Eu sei. Mas amanhã a gente só vai ficar aqui revisando o material da reunião. Ninguém vai perceber se a gente beber só um pouquinho pra esvaziar a cabeça!
Era uma proposta muito boa, quase impossível de recusar. Mas você precisava lembrar de duas coisas antes de começar a beber: você não pode beber mais do que três doses e, em hipótese alguma, pode passar dos limites. Jamais passe dos limites. Não se aproxime muito, não fale coisas estranhas e nem pense em tocar nele. Você não pode. Vocês são colegas de trabalho. E o pior: você é a chefe do departamento.
— Só mais uma! — E virou a quarta dose da noite. Primeira regra quebrada com sucesso.
— Isso! Só mais uma e a gente vai dormir. — Johnny estava vermelho e a voz estava falhando, claramente mais alterado do que o normal.
Depois dessa, beberam mais duas cada um. E agora, estavam sentados no chão ao lado da cama. Johnny estava com a cabeça apoiada na cama, olhando pra cima, e você estava com os olhos fixos na garrafa vazia em sua frente.
— Caralho, John… a gente bebeu essa porra toda! Não acredito nisso! — Levou uma das mãos até a testa, desacreditada. Deslizou a mão pelo rosto, parando na boca. Ficou assim por alguns minutos até voltar a realidade.
— Relaxa, linda. Nem dá pra perceber que você bebeu. — Ele sorriu, bobo, aproveitando a oportunidade para te olhar por inteiro.
O elogio descarado te pegou de surpresa. Vocês não estavam totalmente bêbados, só estavam mais soltinhos, mais sinceros. Os olhares eram mais intensos, os sorrisos mais verdadeiros e as intenções mais claras. Era o seu fim.
— Como não? Tô toda acabada, sério, amanhã eu tô fudida.
— Ah, conta outra… ‘cê tá linda. Já disse que te acho linda de todas as formas?
“Ele realmente disse isso ou o álcool tá me fazendo ouvir coisas?” Foi a única coisa que veio na sua cabeça. Sua mente ficou totalmente em branco. Você travou.
— Johnny… — tentou soar como um aviso, mas saiu mais como um suspiro. E Johnny percebeu, é claro.
— Hm? O que foi? — Ele ergueu uma sobrancelha, em um tom falso de dúvida. Te olhou, os olhos indo de encontro com seus lábios avermelhados, e sorriu, satisfeito com sua reação.
— Me beija?
É, você realmente passou — e muito — dos limites. Segunda regra quebrada com sucesso.
Johnny não respondeu. Bom, pelo menos não com palavras.
Os lábios dele tomaram os seus com volúpia, ávidos, exigentes. O ar ficou pesado, os suspiros se misturaram, e naquele instante, nada mais existia além do desejo ardente que incendiava os corpos e os corações. Ele queria isso há muito tempo. Sempre que te via bravinha, com os lábios franzidos em um biquinho, imaginava como seria beijá-la. Até se sentia mal por querer tanto beijar a própria chefe, a mulher estressadinha que passava o dia todo dando mais e mais trabalho para ele.
Seja pelo álcool ou pela excitação do momento, vocês estavam completamente entregues ao beijo — quente, molhado, bagunçado e cheio de desejo acumulado. Suas línguas invadiam a boca um do outro, exploravam cada cantinho com devoção. As mãos dele deslizaram por sua cintura, puxando-a para mais perto, como se o espaço entre vocês fosse insuportável. Já as suas, passeavam pelas costas largas do mesmo, sentindo cada músculo tensionando sob seus dedos. Se continuassem nesse ritmo, passariam ainda mais dos limites.
Sem nem se separar do beijo, se levantaram apressados, indo em direção a cama. Johnny te deitou suavemente, e se inclinou por cima de você, ainda te beijando intensamente. Foi quando ele deslizou as mãos para suas coxas, ameaçando tocar onde você mais precisava, que você precisou intervir.
— É sério que a gente vai fazer isso? Tem certeza? — Pela primeira vez, você separou o beijo. Estava com os lábios inchados e a voz trêmula, ofegante, ainda com os sentidos à flor da pele.
— Fazer o quê? Transar? — Ele riu soprado, encostando a testa na sua. — Porra, se você quiser, eu quero. E pra caralho.
E foi aí que você percebeu que já tinha passado dos limites de vez. A merda já estava feita, então por que não aproveitar?
— Se você quer mesmo, então não perde mais tempo.
E ele realmente não perdeu mais nenhum segundo.
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sunsun como vc acha q seria passar o feriado de carna com o hyuk???

carnaval | L.H
no fundo, nenhum de nós vai saber de tudo que nunca vai acontecer.
w.c — 0.9k
notinha da Sun — era pra essa ser mais feliz, mas eu tô tão triste com tudo que se espalhou pra minha escrita. Mas é isso KKKKK Espero que você curta, Anon!! E perdão pela demora!! 🙏
— Eu tô cheia de espuminha daquelas crianças — você exclamou assim que adentraram no seu apartamento. Morava numa cidadezinha interiorana, era microempresária e tinha o seu próprio negócio, como grande parte da pequena população dali. Todos se ajudavam, mas ninguém imaginaria que você se apaixonaria por alguém de fora. O “menino de condomínio”, que, considerando as veias aparentes nas mãos e o modo como ele te apertava no abraço sem perceber, não parecia bem um menino. Donghyuck era o homem mais encantador que seus olhos já haviam encontrado.
Tinha aquele ar travesso e irreverente, mas ficava deslumbrante quando tomava atitudes sem perceber. Ficava maravilhoso num jaleco com o nome bordado, e ainda mais fascinante quando chamava seu próximo paciente no consultório odontológico e você estava lá, conversando com a recepcionista. Eram três horas até a metrópole, mas tudo compensava quando ele te levava pro apartamento dele, diferente do seu antiquado. O dele tinha elevador, mas era uma caixinha de fósforos, o que você não achava ruim. Podia contemplá-lo tirando um cochilo na sala enquanto preparava algo pra vocês comerem na cozinha.
— Foi melhor do que qualquer bloquinho — Ele admitiu, deixando as chaves na mesa e te seguindo. Você ainda não acreditava que ele era seu. Donghyuck se sentia um pouco atordoado toda vez que te olhava, não de um jeito ruim, mas pela surpresa de ter encontrado uma alma tão linda e brilhante quanto você. Ele colocou uma mecha do seu cabelo atrás da sua orelha, ainda com purpurina roxa, que combinava com ele de um jeito único.
Você sorriu. Tanto ele quanto você estavam cobertos de suor, mas nenhum dos dois se importava.
— Seus dentes caninos são incríveis, cê sabe, né? Te disseram isso na faculdade? — você disse, e Haechan sorriu, te puxando para ele e deixando um beijinho carinhoso no seu narizinho arrebitado.
— Provavelmente sim, mas tem um peso a mais quando você diz — Hyuck envolveu a mão na sua nuca, afastando seu cabelo, provavelmente embaraçado, mas aos olhos dele, você estava maravilhosa. O batom havia desaparecido, mas seus lábios ainda estavam avermelhados da quantidade intensa de beijos que ele tinha te dado, se segurando para não te beijar de forma frenética em frente a um milhão de crianças no carnaval na praça principal da sua pequena cidade. Donghyuck era insuportavelmente doce, brincava com as crianças, te levava junto, te beijava, segurava sua mão e te guiava pelo lugar movimentado. Ficou surpreendentemente feliz quando achou uma paleta mexicana barata demais para os preços exorbitantes de onde ele vinha e te sujou de leite condensado.
Foi excepcionalmente melhor ainda quando as coisas se acalmaram. Algumas crianças ainda brincavam por ali, mas o sol começava a se pôr, enquanto as barraquinhas de lanches artesanais e pinturas infantis eram desmontadas.
Donghyuck contemplava seu rosto iluminado pela luz natural alaranjada e você também o observava, feliz. Não conseguia ficar por muito tempo encarando-o, então, vez ou outra, desviava o olhar, mas ele? Ele não desviava os olhos de você nem por um segundo. Te olhava com tanta calma que nem parecia o mesmo Donghyuck que agia sempre por impulso. Mesmo sendo detalhista e ansioso, queria colocar uma aliança no teu dedo naquele mesmo momento, sentado num banquinho da praça principal.
— Um peso a mais? — Você finalmente saiu dos seus pensamentos e questionou, curiosa. Hyuck te conduziu pela mão até o sofá, sentou primeiro e te puxou depois, te acomodando no colo dele como se você fosse uma criancinha indefesa. Era tão bom se sentir cuidada que seus olhos se encheram de uma emoção desmedida. Amava seus pais, amava sua irmã, amava cada membro da sua família, mas como explicaria que sentia tanto amor por alguém que conhecia há menos de um ano? Sentia-se transbordar de amores por Donghyuck, cada célula do seu corpo era atraída por ele. Hyuck assoprou sua pele, tentando te livrar do calor, mas mal sabia ele que seu corpo se esquentava automaticamente quando o via. Não sentia o coração vazio dentro do peito; ao contrário, o órgão batia quente, fervendo por ele.
— Me sinto o homem mais bonito e sortudo do mundo — Você riu, abraçando-o, envolvendo os braços ao redor do pescoço dele, acariciando seu peito. Acima do coração, sentiu-o disparado contra sua palma, ardendo por você, porque ultimamente era só isso que Haechan fazia. Todo pensamento era só seu, mesmo que ele estivesse atendendo um cliente adolescente que definitivamente não estava passando fio dental, mas jurasse de pés juntos pra mãe. Haechan passava o dia inteiro fantasiando com você, imaginando te abraçando, te beijando, e quando os pensamentos tomavam rumos intensos, em que os lábios dele desciam pelo seu corpo, ele fechava os olhos e sorria bobo na copa do consultório onde ele era sócio.
— Porque você é — Você disse, e Donghyuck revirou os olhos, desconcertado. Ele nunca soubera como reagir diante de um elogio, isso desde os tempos da faculdade. Contemplou você, e a pele dourada adquiriu o avermelhado característico. Deus, você queria devorá-lo, tal qual um sonho de doce de leite.
— Quer replicar a genética? — Ele questionou com um sorriso completo, te beijando de leve, apoiando a mão na sua coxa descoberta. Vestia o shortinho curtinho e a sainha de tule rosa repleta de brilhos. — Quer um presente especial pro Natal?
— Quer ficar sem pular o carnaval ano que vem porque tá ocupado com mamadeira e fraldas de montão? — Você perguntou com um sorriso. Haechan estava tão satisfeito com aquela possibilidade que anuiu inúmeras vezes com a cabeça enquanto afirmava “sim! Sim!” inúmeras vezes, ao mesmo tempo que te beijava por todo o rosto. Você riu, capturando o rosto dele nas suas mãos.
Haechan se afastou um pouco só pra olhar pra você e dizer sapeca:
— Não tem problema, cê pula em mim agora.
@sunshyni.
#sun favs#nct pt br#nct br!au#nct br au#nct br#nct haechan#nct dream haechan#nct 127 haechan#nct dream donghyuck#nct lee donghyuck#lee donghyuck fluff#lee donghyeok#lee donghyuck#lee donghyuck imagines#lee haechan fluff#haechan fic#haechan fanfic#haechan imagines#haechan fluff#lee haechan#donghyuck imagines#donghyuck fluff#nct donghyuck#donghyuck x reader#donghyuck#donghyuck fanfic#donghyuck fic#nct dream imagines#nct dream fics#nct dream fanfic
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Until the Ribbon Breaks - Enzo Vogrincic


+18! CNC (E.R). Dom!Enzo. Age gap (implícito), biting, creampie, dacrifilia, (fugaz) degradation, dirty talk, fingering, (menciones de) sangre, sexo oral, sexo sin protección, Virgin!Reader. Aftercare. Español rioplatense.
La desolada sala de espera te hace preguntarte si realmente hay más personas en el edificio: llevás quién-sabe-cuánto hecha un manojo de nervios mientras esperás para realizarte una ecografía y desde que te sentaste no viste pasar enfermeros, doctores, personal de limpieza o personas en lo absoluto.
Y en todo este tiempo la puerta del consultorio permaneció cerrada.
Las luces blancas del corredor son tan brillantes como para provocar dolor de cabeza y permanecés con la cabeza gacha, concentrada en tu teléfono y en la hoja que te entregó la recepcionista, donde se leen tus datos y los inquietantes detalles sobre los estudios a realizarte.
La peor parte es probablemente la recomendación de utilizar falda para mayor comodidad. No hay forma de estar cómoda en una situación como la que te espera. Simplemente no la hay.
El apellido de la persona encargada es interesante y no podés evitar sentir curiosidad sobre el origen del mismo. Parece bastante difícil de pronunciar y practicás cómo decirlo un par de veces hasta sentirte más segura. Los nervios persisten pero descubrís que es mejor concentrarte en algo que no sean los posibles desastrosos desenlaces de la consulta.
Hay una máquina expendedora en el extremo opuesto de la sala. Dejás tus pertenencias sobre la fría silla de metal y caminás casi en puntas de pie, muy lentamente, para no perturbar el extraño silencio del lugar. Estudiás las opciones durante largo rato y luego presionás los botones (el pitido que emiten resulta ensordecedor) para seleccionar un simple…
Un ruido proveniente del consultorio llama tu atención. Volteás y fijás la mirada en la aburrida puerta blanca, pero todavía está cerrada y el ruido no se repite, por lo que suponés que se trata de algún objeto sin importancia. Regresás la vista hacia la máquina expendedora y esta vez seleccionás una opción diferente.
El golpe cuando el producto cae evita que escuches el crujir de la puerta.
-¿Para ecografías…?- pregunta una voz grave a tus espaldas-. Sos la última, ¿no? Vení.
Obvio que sos la última, pensás mientras recogés tus cosas para dirigirte hacia el consultorio, ¿tiene idea de cuánto tiempo estuviste esperando? Pasaste milenios en la recepción y varios siglos en ese corredor, completamente sola y en pánico, temblando no sólo por las bajas temperaturas producto del aire acondicionado.
El contraste entre la penumbra del consultorio y las luces fluorescentes del corredor es doloroso.
El consultorio está desprovisto de personalidad y las paredes, pintadas de un tono gris-depresión, sólo están iluminadas por una lámpara de escritorio que proyecta largas sombras irregulares hacia toda la habitación. En la pared opuesta a la puerta hay una camilla cubierta con papel blanco, impoluto, esperando por vos. Hacés un esfuerzo para no fijarte en la computadora y en los instrumentos conectados a la máquina.
-¿Es la primera vez que te hacés este estudio?- pregunta el doctor. Está mirando la pantalla de la computadora, los músculos de su espalda son evidentes bajo la impecable bata blanca y su largo cabello oscuro se mueve como seda cuando voltea para poder verte de frente-. Sacate la ropa y recostate.
Sus ojos te estudian con una intensidad que no sabés cómo interpretar y en tu estómago bajo se instala esa molesta, pesada e incómoda sensación, reflejando el pánico y el terror que llenan los recovecos de tu mente. Dirigís una mirada hacia la estantería ubicada en una esquina, llena con lo que parece ser batas descartables, pero él no se muestra consciente de ese detalle y no estás segura de poder pedirlas.
Hay un perchero donde dejás tu pequeño bolso y una silla que ocupás para retirar tu calzado. Deslizás tu falda por tus piernas mientras maldecís internamente porque… ¿No se suponía que la falda se quedaba durante la ecografía? ¿No era ese el motivo de la sugerencia? Te retirás la blusa y el sostén y cruzás un brazo sobre tu estómago. Insegura e híper-consciente.
Voltea. La manera en que sus ojos recorren tu cuerpo te hace temblar y no estás muy segura del motivo.
-Recostate en la camilla por favor.
Permanecés en tu lugar, inmóvil por unos largos segundos, intentando controlar el ritmo de tu respiración y tus nervios, para luego caminar con movimientos mecánicos hacia la camilla. Te ayudás del pequeño escalón para sentarte y cuando te recostás mantenés la vista fija en el techo del consultorio; presionás las yemas de tus dedos sobre el cuero de la camilla con la intención de concentrarte en algo que no sea tu cuerpo desnudo y la estresante situación.
El gel frío cayendo sobre tus pechos hace que te sobresaltes.
Girás la cabeza hacia la pantalla, donde esas incomprensibles imágenes en blanco y negro comienzan a aparecer, pero terminás perdiéndote inevitablemente en el perfil del doctor. La línea de su mandíbula, la manera en que muerde su labio en señal de concentración, su nariz y su ceño fruncido. ¿Deberías preocuparte? ¿Hay algo extraño o…?
Cuando sus ojos se cruzan con los tuyos creés ver algo más en ellos: un destello de interés que va más allá de lo estrictamente profesional. Sus pupilas dilatadas detrás de los cristales y sus largas pestañas negras reclaman toda tu atención y olvidás la inquietud que te generó su expresión desconcertada. Humedece sus labios e inconscientemente imitás el gesto.
-Permiso- dice sin romper el contacto visual. Sus manos están cubiertas por los guantes de látex pero igualmente percibís el calor que emana de ellas cuando mueve tu brazo para exponer mejor el área. La firmeza de sus manos es reconfortante-. ¿Podés…? Sí, eso.
El transductor, más pequeño y mucho más extraño de lo que imaginabas, es un dispositivo de plástico y metal que él sostiene con una destreza inquietante entre sus largos dedos. Mientras lo desliza por la curva de tu pecho derecho, con movimientos lentos y circulares, la placentera sensación de presión te hace temblar. Un suspiro escapa de tus labios.
-¿Muy frío?
Es sólo un segundo pero es suficiente para captar la mirada hambrienta que dirige hacia tus pechos. Tus pezones están erectos por la temperatura del gel y el contacto con el transductor –con el que está rozándolos de una forma que pretende ser accidental- sólo empeora la situación. Repite la acción y fingís que tu cuerpo no lo persigue en busca de más.
-Un poco.
El transductor desciende lentamente hacia tu costado, siempre deteniéndose en puntos específicos y permitiéndote sentir el peso de cada pausa, hasta ubicarse sobre una sección más sensible. El calor de la cercanía opaca la sensación fría del gel y cuando su mano roza de manera imperceptible tu brazo otro escalofrío recorre tu espalda.
-Relajate- ordena luego de verte reaccionar. Hay un deje de un algo extraño en su tono y te preguntás si es consciente del cosquilleo que provoca en el costado de tu pecho. Se estira sobre tu cuerpo y reposa parcialmente el peso de su brazo sobre tus costillas mientras repite el procedimiento en tu pecho izquierdo.
Tu respiración se vuelve más lenta. Más profunda. Percibís cada pequeño detalle, desde el leve crujido del papel bajo tu cuerpo hasta el zumbido distante de la máquina y su propia respiración, sincronizándose con el murmullo de tus exhalaciones. Cuando murmura algo entre dientes te perdés en el movimiento de sus labios y no podés descifrar sus palabras.
El sonido de las toallas de papel interrumpe la quietud y sin permitirte procesar la situación comienza a limpiarte. Retira el producto con movimientos expertos y cuidadosos, sutilmente ejerciendo más presión de la necesaria, mientras te dirige alguna que otra mirada y esa sonrisa sugerente que tira de sus labios. La delicadeza de sus manos es cautivadora.
El pánico se instala en tu estómago bajo y en tu estado nervioso rasgás el papel que recubre la camilla. El sonido lo obliga a voltear y en cuanto ve tus ojos vidriosos sus cejas se curvan en un ángulo de compasión. Se inclina sobre tu cuerpo para poder verte mejor.
-¿Estás bien?- pregunta en un susurro-. ¿Es la primera vez que te hacés este estudio?
-¿Va a doler?
-Puede ser incómodo- contesta-. Pero vamos a hacer lo posible para que no duela nada, ¿sí?
-Tengo miedo.
Limpia una lágrima con su pulgar y te sonríe.
-Yo me encargo- intenta calmarte mientras toma los elementos necesarios para continuar. El transductor vaginal es mucho más intimidante de lo que esperabas y cuando ve tu expresión deja de lado el condón y el gel-. Respirá profundo. Flexioná las piernas.
Obedecés sin cuestionar. Captura tu pierna entre su brazo y su cuerpo, seguramente para mantenerte en posición, pero más allá del profesionalismo y su comportamiento metódico la proximidad hace que te resulte imposible ignorar su temperatura corporal o el bulto golpeando tu pierna. Te esforzás por controlar el ritmo de tu respiración.
Desliza el infernal objeto entre tus pliegues y luego presiona sobre tu entrada.
-¿Doctor…?
-Enzo- dice sin más-. Podés decirme Enzo.
-Enzo- repetís sólo para sentir su nombre entre tus labios. Jurás que los músculos de su brazo se contraen-. ¿Podrías hacerlo muy, muy lento? Es que…
-¿Qué?
Entrelazás tus manos sobre tu estómago en un gesto nervioso y cerrás los ojos cuando sentís su cálida mano desnuda en tu muslo. ¿En qué momento sus guantes desaparecieron? No, eso no importa, tenés que decirle que necesitás que sea cuidadoso porque de lo contrario podría…
-Es que… Yo no…
-Me imaginaba- su tono es condescendiente y no tenés idea de cómo se lo imaginaba. Da un apretón a tu pierna y agrega:- ¿Me dejás prepararte?
Parpadeás.
-¿Qué?
-¿Puedo prepararte para hacerte la ecografía?
-¿Prepararme?- preguntás con voz trémula-. Pensé que…
El fantasma de sus dedos sobre tu centro te corta la respiración.
-Estás muy mojada.
Recorre tus pliegues con caricias imperceptibles antes de separarlos y contemplar tu pequeña entrada brillante. Desliza un dígito de arriba abajo antes de llevarlo hacia tu entrada y ejercer sólo un poco de presión, aún sosteniendo tu pierna, frotándose contra tu costado. Suspira.
-No- negás mientras clavás tus uñas en el cuero de la camilla-. ¿Puede ser por el gel…?
El fugaz pero punzante dolor de su dedo colándose en tu interior te hace tensarte y jadear. Terminamos, pensás, liberando todo el aire en tus pulmones mientras tus músculos por fin se relajan. Querés preguntarle qué es lo siguiente, cómo funciona exactamente el gel (llevás toda la eternidad preguntándolo), cuánto tardarán en entregarte los resultados.
No podés hacerlo porque sus movimientos te roban la capacidad del habla.
-No es el gel, no- mueve la cabeza en un lento gesto negativo mientras retira el dígito y vuelve a introducirlo por completo. Cuando roza algo en tu interior, un punto que te hace temblar, cerrás los párpados con fuerza y te reprende pellizcando tu pezón-. Fue por esto, ¿no? ¿Tenés las tetitas sensibles?
Golpeás su mano para que te suelte. En lugar de liberarte tira hasta hacerte gritar.
-Sh, sh, sh- ordena inclinándose sobre tu cuerpo. Su rostro bloquea tu campo visual y cuando habla no sabés si mirar sus ojos o su boca-. Calladita, ¿sí…? Total nadie te va a escuchar.
Reclama tus labios en un beso, muy húmedo y muy desesperado, que correspondés sin pensarlo. Cuando sentís su lengua colándose entre tus labios gemís y le concedés el permiso: explora el interior de tu boca sin controlarse, profundizando el beso hasta que no hay más distancia que llenar, bebiendo de tus suspiros y protestas cuando comienza a mover el dedo en tu interior.
Deslizás tus dedos entre su cabello largo y sedoso, no muy segura de si buscás un ancla o si sólo querés sentirlo, mientras tirás de la bata blanca que lleva sobre el uniforme azul. Enzo no deja de penetrarte una y otra vez con su dedo, curvándolo hacia arriba y presionando ese punto dentro tuyo que te hace jadear, provocando sonidos húmedos con cada movimiento.
Clavás tus uñas en su brazo cuando sentís un segundo dígito posicionándose contra tu entrada y rompés el beso. El hilo de saliva que te conecta con él se rompe cuando hablás:
-No, no, no- lloriqueás-. Me va a doler.
-Tranquila- besa tu frente-. Tengo que hacerlo, princesa, ¿o cómo te voy a hacer el estudio?
El estudio.
¿En qué estabas pensando? Es tu doctor y está preparándote para un examen, ¿por qué lo besaste? ¿Por qué te dejaste llevar por sus caricias? ¿Y por qué te pellizcó como si disfrutara verte retorciéndote? Tus paredes se contraen con el recuerdo y escuchás una pequeña risa de su parte mientras tu mente grita que nada de esto tiene sentido.
Deja caer unas gotas del gel sobre tus pliegues y observa cómo caen hasta tu entrada. Intentás no ceder el control a tu irrefrenable curiosidad pero de todas formas terminás reincorporándote para ver con claridad qué es tan interesante, qué es lo que está haciendo, qué es lo que provoca que muerda su labio mientras lleva su otra mano hacia su bulto para tocarse.
Desliza otro dedo en tu interior y mordés tus nudillos para no gritar por el dolor.
-Qué conchita más linda tenés- y para remarcar sus palabras su pulgar comienza a jugar con tu clítoris mientras sus dedos medio y anular continúan masajeando tu interior. Observás el débil brillo de sus anillos mientras los músculos de tu abdomen se contraen por la sensación-. ¿Te puedo preguntar una cosa?
Fruncís el ceño y levantás la vista.
-¿Tenés novio?
-Sí.
-¿Y nunca te tocó acá?
Sí.
-No.
Tu respuesta parece ser la correcta porque te recompensa ejerciendo más presión sobre tu clítoris. Millones de veces te tocaste pero jamás lo habías hecho con algo en tu interior y el hecho de que sean sus dedos, visiblemente más largos y grandes, te hace delirar. Es un placer nuevo, diferente e intenso, que termina robándose tus fuerzas y haciéndote desplomarte nuevamente sobre la camilla.
-¿Alguna vez se la chupaste?
Intentás contestar pero lo único que deja tu boca son gemidos. Tus mejillas queman.
-Un par de veces- contestás con voz entrecortada luego de un largo rato. El ritmo de sus movimientos crece y la sensación de presión en tu estómago bajo se vuelve intolerable, peligrosa, recordándote que lo que están haciendo está mal-. Basta, no… No puedo…
Deja de tocarte cuando te removés y el gemido que surge en tu garganta, mezcla de reticencia y angustia, lucha por hacerse oír. Intentás empujarlo pero toma tus muñecas con una mano mientras dirige su miembro a tu boca: admirás, inmóvil, su generoso tamaño, la gota brotando en su punta roja y brillante, el hilo que se forma cuando esta cae en la camilla.
Humedecés tus labios y tu lengua se desliza entre ellos instintivamente, con un deje delator de desesperación, esperando lo-que-sea que él esté por ofrecerte. Cuando baña tu lengua con su excitación suspirás y tu respiración –junto con tus ojos todavía fijos en los suyos y la vulnerabilidad en tu mirada- sobre su glande sensible lo hace gemir.
Empuja lentamente hasta introducir varios centímetros que hacen doler las comisuras de tu boca. Tus ojos se llenan de lágrimas pero eso no impide que continúe empujando, utilizando tu cavidad húmeda y caliente sin importarle nada que no sea su placer.
Intentás succionar y Enzo tiene que luchar para no cerrar los ojos, pero es más difícil de lo que él esperaba y cuando el placer lo supera pierde el control, arroja la cabeza hacia atrás y mueve sus caderas. Golpea tu garganta una, dos, tres veces, cesando sus embestidas sólo cuando escucha tus arcadas. Forcejéas inútilmente para liberarte de su agarre.
Se desliza fuera de tu boca para permitirte respirar y delinea tus labios –tu labial dejó un anillo de color en su piel pero tus labios aún brillan por la mezcla de tu saliva y el líquido preseminal- hasta que te considera recuperada. Vuelve a reclamar tu boca, hundiéndose más y más con cada estocada, golpeando tu garganta hasta que un río de lágrimas corre por tus mejillas.
Tus pulmones queman por la falta de oxígeno y tus muñecas duelen. No importa. De alguna extraña y retorcida manera disfrutás que esté utilizándote, haciendo lo que quiere con tu cuerpo, demostrándote su fuerza, el poder que tiene sobre vos y su deseo de poseerte.
El indecente sonido de su asalto crece junto con sus gruñidos y gemidos, cada vez más profundos y sonoros, aunque tu mente no registra nada que no sea la expresión de placer en su rostro y el calor de sus palmas cuando toma tu rostro entre sus manos. Golpea tu garganta una última vez antes de tirar de tu cabello.
Mancha tus mejillas, tus labios, tu mentón y tu cuello con incontables hilos de semen caliente que te marcan como suya. Las últimas gotas caen sobre tu lengua y su pulgar roza tu pómulo cuando dice:
-Tragá.
Obedecés.
El repentino silencio es extraño y evitás mirarlo o dirigirle la palabra mientras limpia sus restos de tu piel. Masajea tus muñecas y después de ayudarte a reincorporarte masajea tus piernas, donde el contacto de sus manos y sus pulgares colándose entre tus muslos despiertan un hormigueo.
Te perdés contemplando las venas que recorren el dorso de sus manos y entonces…
-¿Qué pasa?
Separás las piernas. Tus muslos están manchados con el mismo rojo que decoran sus dedos y cuando levantás la vista, reclamándole con los ojos llenos de lágrimas, su expresión está libre de remordimiento.
-No pasa nada, mi vida- busca tu boca y deposita un corto beso en tus labios-. ¿Seguimos?
-¿Qué?
-Necesito terminar de prepararte.
-No quiero- negás frenéticamente-. No necesito…
Los besos en tu cuello bastan para hacerte callar y no objetás cuando te sujeta por las rodillas para dejarte peligrosamente cerca del borde de la camilla. Lo sentís golpeando tu estómago con su erección, otra vez llena gracias a la imagen entre tus piernas y tu reacción, y gemís por la sensación de placer que su calor envía directo a tu centro.
Te obliga a mirar mientras se desliza entre tus pliegues manchados -con tu humedad y sangre y ahora con líquido preseminal- y temblás de miedo cuando lo sentís presionar contra tu entrada. No pensó en ponerse un condón pero por lo menos tuvo la gentileza de bañar su extensión con el frío gel incoloro. Respirás profundamente, tus manos en su pecho, mientras esperás.
-Mirame- ordena con voz ronca.
Cuando tu mirada encuentra la oscuridad de sus ojos, abrasadora y peligrosa, Enzo captura tus labios en un beso voraz, desesperado, todavía empujándose contra tu pequeña entrada palpitante.
No duele es lo primero que pensás, pero la presión es tanta que por un segundo sentís que te vas a desmayar en sus brazos, desnuda y portando en tus piernas la evidencia de lo sucedido en la consulta.
Realiza pequeños movimientos con su cadera, todos y cada uno de ellos generándote una incómoda sensación punzante, como si fueras una muñeca de trapo y estuviera llenándote de agujas y alfileres. Te esforzás por inhalar y exhalar lentamente para no desvanecerte.
Buscás refugio en su cuello cuando la incomodidad se convierte en un dolor desgarrador y te mordés los labios para no gritar. Su cadera choca con tu centro y gemís.
No estás segura de que el motivo sea sólo el dolor.
-Estás muy apretada- besa tu cabello mientras masajea tu espalda. Ignora que desde tu reconfortante escondite podés ver el hilo rojo en la base de su miembro cuando retrocede unos centímetros. Esta vez se introduce lentamente y repite el movimiento incontables veces hasta que sólo su punta se mantiene en tu interior-. Dios…
Vuelve a penetrarte de una sola estocada y el gemido quebradizo que deja tus labios llama su atención. Te empuja para poder ver tu rostro y tenés que descansar tu peso en tus manos para no caer; la posición le brinda la vista perfecta de tus pechos moviéndose con cada una de sus embestida y le permite ver cómo su miembro te dilata.
Enzo está perdido en tu fragilidad, en tu estado indefenso y en la abstracta delicadeza de este momento, y se deleita con el sinfín de lágrimas que hacen brillar tus pestañas e irritan tus párpados. Lleva una mano a tu pecho y luego de sostenerlo, como si contemplara la manera en que tu cuerpo encaja entre sus manos, comienza a masajearlo hasta que te escucha suspirar y jadear.
Tus paredes se contraen y dificultan sus movimientos.
-¿Sí…? ¿Te gusta?
-Sí, sí, sí- repetís compulsivamente. Un hilo de saliva cae de tu boca y mancha tu mentón-. No pares.
Luego de pellizcar tu pezón lleva sus dedos a tu boca. Observa tu expresión de lujuria cuando succionás y la manera en que rodeás los dígitos con la lengua hace que pierda el ritmo de sus estocadas. Te quejás por la nula estimulación y en un gesto de coraje abrazás su cadera con tus piernas.
Cuando vuelve a hundirse en tu cuerpo su punta besa tu cérvix con un doloroso pero placentero golpe que arranca un gemido desde las profundidades de tu pecho. Enzo sonríe, complacido, estúpido por tu reacción y por la manera en que tus músculos se contraen exquisitamente sobre su extensión.
Llevás una mano a tu abdomen bajo, donde jurás que podés sentirlo llenándote, pero él la reemplaza con la suya. Balbucéas incoherencias y él no deja de embestir con fuerza, sin importarle la desesperación y la confusión en tu rostro, motivado por los obscenos sonidos húmedos y el golpe rítmico de su cadera contra tus muslos.
El placer que recorre tu cuerpo hace que tus ojos se nublen.
-Enzo- intentás advertirle-. Basta, no. Voy a…
-Sí, sí- se arroja sobre vos y muerde tu cuello-. Dale, putita, yo sé que querés.
La línea entre el dolor y el placer se evapora y cuando el calor de tu orgasmo te golpea -con una brutalidad que hasta hoy no conocías y te hace gritar su nombre-, los violentos espasmos que te sacuden no impiden que Enzo continúe abusando de tu cuerpo. Los músculos de tus piernas queman y tus uñas colándose bajo el cuello de su uniforme dejan marcas de fuego en su cuello y espalda.
Las últimas oleadas de placer son imposibles de disfrutar porque Enzo, desesperado y sin medir su fuerza, tira de tus piernas hasta que tus pies tocan el suelo. Permanecés presa entre su cuerpo y la camilla, débil y desorientada, mientras se deshace de su ropa hasta revelar del todo sus brazos musculosos, su pecho y su abdomen tonificados, sus tentadoras piernas.
Toma tus hombros y te obliga a voltear (golpeás tu cadera en el proceso y finge no oír tus quejidos) para luego empujarte, con su pesada mano entre tus omóplatos, hasta que tu mejilla impacta con la camilla. Captura una de tus muñecas y la sostiene contra tu espalda baja como un recordatorio de su poder.
El metal frío de la camilla y el calor que su cuerpo irradia instalan una placentera sensación en tu centro y temblás por la anticipación. Cuando Enzo se desliza entre tus pliegues llorás y suplicás, batallando con su agarre hasta que decide tomar tu mano.
Dirige su miembro hacia tu pequeña entrada brillante y se introduce con un rápido movimiento en tu interior caliente, donde tus paredes imposiblemente estrechas no dejan de succionarlo con hambre, tu cuerpo recibiéndolo y suplicándole.
Contempla con pupilas dilatadas cómo lo recibís, una y otra vez, reclamándole entre lágrimas por el escozor que provoca su tamaño en tu entrada para nada habituada a este maltrato. Los músculos de su abdomen se tensan cuando descubre tu excitación goteando y manchando el suelo del consultorio.
-Te voy a llenar toda- promete-. ¿Querés eso? ¿Querés que te llene toda la conchita?
Entre tus agudos gemidos rotos repetís un hilo de palabras incomprensibles e inconexas que no logra descifrar. Escucha su nombre cayendo de tus labios como un mantra, una súplica o una protesta, empujándolo cada vez más cerca de su orgasmo.
Libera tu muñeca y el calor de su pecho en tu espalda, protector y reconfortante, provoca una fuerte contracción en tu interior. Tus piernas luchan por cerrarse y todas las fuerzas en tu cuerpo se evaporan... pero no importa, porque Enzo te sostiene.
Te cuida.
-Por favor, Enzo- decís luego de tomar una profunda respiración. Estirás tu brazo y tomás su cabello entre tus dedos, tirando fuerte para provocarlo, buscando desesperadamente que cumpla con lo que prometió. Muerde tu hombro para silenciar sus gemidos-. Quiero...
Te interrumpen sus dedos jugando con tu clítoris sensible y el gemido ronco que nace en tu garganta irritada. En cada una de sus profundas y expertas estocadas su miembro roza tu punto dulce y no estás segura de que la sobre estimulación sea el motivo que hace que tu capacidad del habla se esfume.
Volteás para poder verlo y bajo la supervisión de sus ojos te dejás ir. Gemís escandalosamente y te retorcés bajo su cuerpo, sufriendo el constante roce de tus pezones con el cuero de la camilla, rogando con un hilo de voz por más, más, más.
Terminás llorando y Enzo besa tus mejillas cubiertas de lágrimas mientras golpea tu interior de manera salvaje una, dos, tres veces. El palpitar de su miembro y su liberación salpicando tu interior de blanco, llenándote como prometió, prolonga tu orgasmo dolorosamente.
Quema de una manera deliciosa.
-Ya está, ya está- repite en tu oído luego de besar tu hombro, tu cuello y tu espalda-. Ya está, mi vida, ya terminamos.
Dejás escapar un suspiro.
-¿Lo hice bien?
Sentís su sonrisa cuando contesta:
-Lo hiciste muy bien- besa tu cabello mientras masajea tu espalda con movimientos circulares-. Respirá profundo... Eso, sí, muy bien... ¿Estás bien, bebé?
-Sí.
-La voy a sacar, ¿sabés?
Te quejás por la incómoda sensación de vacío y cuando su liberación escapa de tu entrada gemís. Es un gemido de placer, de sorpresa y de incomodidad, pero Enzo intenta concentrarse sólo en la última.
Toma rápidamente unas toallas de papel y se arroja sobre sus rodillas, limpiándote con cuidado, evitando tocar directamente tu centro sensible. Besa tu cadera y tus piernas temblorosas mientras limpia el desastre provocado por la unión de los fluidos de ambos.
Tu voz es un susurro cuando preguntás:
-No te pueden sacar la matrícula por esto, ¿no?
Suelta una carcajada hermosa y escandalosa y te mira sólo para perderse en tus brillantes ojos de párpados pesados. Espera que no sea muy evidente lo mucho que te quiere, la devoción y reverencia que siente por tu persona, lo orgulloso que está de vos.
-Sabías que sos hermosa, ¿no?- pregunta luego de ponerse de pie y besar tu mejilla. Busca la botella de agua olvidada junto a tu ropa y regresa rápidamente a tu lado-. Lo hiciste espectacular, princesa.
Tu mirada está fija en su miembro flácido y cuando lo rozás con tus dedos intenta no saltar por el susto que le provoca tu inesperada acción. Trazás lentamente el halo rojo que rodea su base.
-Es como un regalo- susurrás mientras intentás contener una risa nerviosa-. Este es el moño, ¿no?
Desliza una mano por tu estómago para hacerte cosquillas y cuando intentás huir te detiene con una mano en tu cintura. Tus piernas todavía tiemblan y te indica que te sientes en la camilla.
Se posiciona entre tus piernas.
-El mejor regalo- contesta con genuina sinceridad mientras te ofrece la botella de agua-. ¿Te gustó?
Cerrás los ojos mientras bebés.
-Muchísimo- admitís luego de reunir el valor-. Pensé que...
-¿Qué?
-Pensé que no iba a poder- arrugás la nariz-. Pensé que en cualquier momento iba a empezar a gritar rojo, rojo, rojo.
Frunce el ceño en señal de preocupación.
-¿Necesitabas hacerlo?
-No- negás con simpleza-. Tenía miedo de tener que hacerlo.
-No tenés que tener miedo- une su frente con la tuya-. Si en algún momento la necesitás, cuando sea, usás la palabra de seguridad y paramos. Sin esperar y sin preguntas, ¿está...?
-Sí, Enzo.
Rodeás su cuello con tus brazos y él captura tus labios en un lento beso que hace que tu corazón palpite con fuerza.
-¿Nos vestimos y vamos a casa?- propone luego de unos minutos en silencio.
-Sí... ¿Enzo?
-¿Qué pasa, princesa?
-Te quiero.
Repite te quiero contra tus labios. Un sinfín de veces.
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Dolu de Plastilina y/o Dolu the Doughman.
Aquí esta la comparación de alturas entre ambos, Dolu mide 9 pies, a diferencia de que Doey mide 8 pies.
Dolu es un personaje que cree al ver a Doey en el juego de Poppy Playtime.
Historia:
Fran Jackson, fue una niña huérfana desde los 7 años, fue rechazada de muchas familias porque ella siempre terminaba escapando, ella jamás acepto en tener otros padres, hasta que obtuvo los 18 años, la echaron del orfanato y llegó al mundo laboral como una adulta, tuvo muchos trabajos, pero gano mucha experiencia. Hasta que llego a Playtime Co. Un lugar donde trabajo como conserje de limpieza, poco a poco fue escalando en su trabajo, hasta llegar a ser una recepcionista. Pero ahí fue cuando descubrió el horror de la fábrica, los experimentos en huérfanos y como estos era vueltos juguetes. Ella se lo tomo personal, trato por todos los medios de liberarlos durante 2 años, pero fue un grave error, la atraparon con las manos en la masa, ella huyo, pero termino siento empujada a una de las máquinas que revolvían una masa caliente, ella termino muriendo en esta. Los científicos no dudaron en crear un nuevo juguete a partir de esta mescla, una versión gigante, pero ÉL al despertar no recordó quien era o quien fue, incluso por un error de los científicos él ahora era hombre, su aspecto y voz eran masculinos. A diferencia de los demás juguetes, él era completamente dócil, siempre dispuesto a ayudar a los demás y dar recorridos en la fábrica como el guía de los visitantes, al no tener idea de lo que pasaba a su alrededor, era usado como distracción, para que los científicos pudieran secuestrar a más niños o matar a sus padres. Hasta que el tiempo pasó, como siempre Dolu se encargaba de darle un nuevo recorrido a los niños junto a sus padres en la fábrica, hasta que ocurrió un accidente. Un niño había caído en la mescla de una de las maquinas, esto hizo que Dolu actuara y tuvo que evitar que los padres fueran a por el niño... pero gracias a este "accidente", él recordó todo. Y en la HORA DE LA ALEGRÍA, él se encargó de desactivar las celdas de sus compañeros gracias a que robo las llaves y los códigos de la instalación.
#Dolu de Plastilina#Dolu#doey the doughman#poppy playtime chapter 4#poppy playtime#Doey#Dolu the Doughman#dibujos#mis dibujos#oc#digital art#au
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✦ Nome do personagem: Yi Hana. ✦ Faceclaim e função: Yeji - ITZY. ✦ Data de nascimento: 27/03/2001 ✦ Idade: 22 anos. ✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela. ✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, coreana. ✦ Qualidades: Perfeccionista, sincera e companheira. ✦ Defeitos: Ciumenta, surtada, desastrada. ✦ Moradia: Elysian Fields. ✦ Ocupação: Recepcionista na Atlas Gym e Estudante de Moda. ✦ Twitter: @YH01EF ✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, HOSTILITY. ✦ Char como condômino: A Hana é totalmente desastrada, deixa coisas caírem no chão e frequentemente queima alguma comida tentando aprender a morar sozinha. Ama ouvir música alta, mas respeita a lei do silêncio após as 22hrs.
TW’s na bio: Menção a morte da mãe.
Biografia:
A família Yi era muito conhecida por Gangnam, começando há muitos anos atrás quando começaram com um mercadinho de bairro que aos poucos foi crescendo e logo se tornando um dos maiores da região. O homem que havia dado início a toda a boa reputação dos Yi, deixou que seus filhos escolhessem quais seriam seus futuros e em que áreas gostariam de investir. Tinha preocupação com quem daria continuidade no ramo familiar, porém também queria expandir os negócios e marcar seu sobrenome em diversos cantos por ali. O filho mais novo apostou em um Motel, usou todo o dinheiro e investiu nas melhores suítes. Este filho em questão, era o pai de Hana.
Alguns anos depois do início da trajetória de negócios de sua família, Hana nasceu. Filha de um caso de uma noite, e de uma mulher que era um tanto quanto oportunista, ainda que a menina desacreditasse disso. Logo de cara o jovem Yi Sejun desconfiou e pediu um teste de DNA, mas não dava pra negar com tanta semelhança, que aquele bebê realmente era seu. Felizmente, ele assumiu a responsabilidade, que logo se tornou maior do que ele esperava... A mãe de sua filha havia sofrido um acidente e morrido de forma trágica, deixando a criança de apenas nove meses sob sua guarda.
E foi assim que a pequena foi criada. Vivendo todas as regalias de uma menina rica, tendo tudo de melhor e conseguindo tudo que queria de seu pai, que não demorou até se apaixonar completamente por ela. Estudou nas melhores escolas, sabia falar 4 idiomas, tocava instrumentos, jogava golfe e dançava. Tinha preguiça de estudar, mas os professores particulares sempre garantiram que suas notas seriam altíssimas! E por muitos anos foi assim... Somente Hana e seu pai. Ele estava muito focado em ampliar seu negócio e vendo sua filha crescer, porém, quando ela completou 20 anos apareceu uma nova namorada...
Aparentemente isso seria algo natural, mas não para sua filhinha que quando soube surtou, chorou, reclamou, tentou fazer greve de palavras com ele! Mas nada parecia dar certo. Sejun estava receoso pela vida adulta de Hana chegando e sua possível solidão vindo com ela, por isso arrumou uma companheira. Mas obviamente a garota não ficou feliz, ainda mais quando soube que Minhee estava vindo se mudar para SUA casa. Os surtos foram ainda piores, os choros também e nesse momento sentiu como se sua mãe tivesse sido substituída e ofendida a vida toda, para que ele colocasse “qualquer uma” dentro de casa. Não deixaria isso barato, não mesmo. Quando as malas da querida chegaram, a princesinha do papai quis dar uma olhada em como ela se vestia... as coisas que mais gostava... e chegou a conclusão de que tudo precisava ser lavado. Não pensou duas vezes antes de jogar tudo dentro da piscina, enquanto os trabalhadores da residência tentavam impedi-la sem sucesso.
O desastre acabou da pior forma, Hana foi praticamente expulsa de casa depois de ter levado uma bronca horrível... Ela definitivamente tinha passado dos limites. Nos dias seguintes seu pai comprou um apartamento para ela em Elysian Fields, o que não parece ser uma grande punição assim, mas tendo em vista que ela nunca precisou fazer NADA dentro de casa... morar SOZINHA e sem ninguém trabalhando à sua mercê parecia um castigo e tanto. Ela seria mantida com comida e pagamento de condomínio desde que trabalhasse e estudasse. Sem qualquer experiência, conseguiu um emprego de Recepcionista na Atlas Gym, a qual vivia se perdendo e cometendo alguns errinhos... Mas seu nome a ajudava a se manter ali mesmo sendo completamente desastrada. Também recém havia começado a estudar moda e tentava sobreviver a vida de trabalhar e estudar, tentar cuidar de uma casa ainda cheia de bagunças de mudança e ser mãe de uma gatinha.
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a pergunta que fica na verdade é: quem vai fazer o della corte! entregador do ifood? pq olhei rapido e esse treco vermelho me lembrou uma bag e sinceramente🫦🫦🫦(aff já consigo imaginar a loba indo buscar a entrega toda fubanga descabelada, encontrando ele no portão super saboroso e na próxima já armando a arapuca indo pegar a entrega com um pijamitcho muito que pequeno toda peitudinha burrinha🥺🥺🥺cof cof cof *tira o pigarro da garganta* i si bem como quem não quer nada assim tivesse também uma bela de uma aliança no dedo do motoboy apetitoso🙉🙈🙊 cof cof cof oi?? que isso?
ok vc meio que me matou👍 nao vou mentir que isso ainda me deixou com uma pulguinha pra fazer o agustin encanador kkkkkk ai que vergonha disso aqui mds foi mt promíscuo mas oh delicia viu OII? QUEM DISSE ISSO?
avisos: smut, +18, infidelidade, degradação. o post de origem.
diretamente dos grandes clichês da pornografia👹
Você era uma cliente regular do restaurante que ele começou a trabalhar recentemente, sempre pedindo delivery e as vezes indo almoçar no local durante a semana já que ficava perto da sua casa e trabalho. Na primeira vez que Agustin foi pega totalmente desprevenida, costumava pedir para entrega, mas nunca prestava atenção de fato no entregador, foi surpreendida ao abrir a porta toda descabelada e com um pijama que nem combinava só para ver o homem mais lindo que já havia conhecido. A altura e porte musculoso te deixou zonza por um momento, duvidando da realidade e se estaria dormindo para ter um homem desse porte na sua frente. Se enrolou todinha na fala ao pagar e receber a comida, fazendo ele soltar uma risada rouca que fez um calafrio subir pela sua coluna. Após a estranheza inicial, começaram a conversar sobre a vizinhança e descobriu que ele morava há umas quadras da sua casa e juntava dinheiro para viajar com o time universitário de rugby dele. Na hora que ele te entrega a comida não pode deixar de notar a mão gigante, com dedos compridos e grossos que assombrariam sua mente por dias, mas, consequentemente, viu também a enorme aliana que adornava o anelar esquerdo, causando uma tristeza irracional no seu coração ao ficar evidente que ele já tinha dona.
A partir desse dia, você passou a frequentar mais o restaurante, de vez em quando esbarrando em Agustín e puxando conversa, gradativamente criando um vínculo com o uruguaio. Nas suas inúmeras visitas não pôde deixar de escutar algumas coisas sobre ele e sem querer ouviu a recepcionista fofocando com um garçom sobre o casamento decadente dele. Apesar de se sentir mal por escutar algo que não deveria, não conseguia conter a a faísca de malícia que surgia junto com fantasias pecaminosas. Um plano ousado e perverso se formando na sua mente.
Por isso, durante uma noite quente por conta das ondas de calor, fez questão de fazer um pedido quase perto da hora de fechar, em seguida se arrumando para por sua ideia em ação. Nem conseguiria imaginar o que aconteceria se funcionasse, mas só de imaginar já conseguia sentir sua calcinha ficando encharcada.
Quando escutou a buzina da moto se olhou no espelho uma última vez, admirando seu rosto corado pelo blush levinho, os olhos realçados discretamente por um lápis preto e o decote quase saltando da sua camisola apertada de renda. Lembrou carinhosamente do dia que ele mencionou a cor favorita ser azul e fez questão de usar essa cor o máximo que conseguia a seu favor. Fingindo decência, pegou um robe meio transparente e foi em direção ao portão.
"Boa noite." Agustin fala na voz grave com os olhos abaixados pegando a sua refeição.
"Boa noite, como vai?"
Quando ele finalmente levanta o olhar, nem disfarça a curiosidade e surpresa, apertando um pouco forte demais o isopor na mão grande, se perdendo no que deveria fazer e somente sendo capaz de alternar os olhos entre seu rosto adorável e seu decote enfeitado pela renda azul bebê que escapava diretamente para a visão atenta dele.
"Vai sair? Tá bonita hoje..." Ele fala após engolir em seco, te entregando a comida. "Não que você não seja sempre linda!" Continua quando você o encara com uma sobrancelha arqueada mesmo que tivesse atingido seu objeto de desconcentrar o moreno. "só quero dizer- me enrolei né" Finaliza soltando uma risada nasal junto contigo que finalmente decide ter pena dele e suavizar sua expressão falsa de incredulidade.
"Tudo bem, Agus, eu só tava testando umas roupas antigas mesmo e nem vi o tempo passar até você chegar." Responde em um tom de voz calmo e com um sorriso doce ao acariciar o braço dele e um jesto reconfortante. Morde a própria língua quando nota a forma como ele estremece com o seu toque na pele quente dele. "´Tá muito calor, né? Você tá super suado, não quer jogar uma água no seu rosto? Ou tomar algo pra se refrescar?" Pergunta preocupada fingindo notar só agora como os cachinhos castanhos estão meio úmidos de suor e as bochechas avermelhadas pelo clima abafado.
Della Corte hesita um pouco, abrindo e fechando a boca repetida vezes e alternando o olhar conflituoso entre você e a rua deserta.
"Tudo bem pode ser, mas rapidinho, prometo não te incomodar muito." Agustin diz decididamente e ajustando a moto melhor na frente da sua casa, para então te acompanhar pelo pequeno jardim. Seu ventre se contorcia só de ver aquela figura imponente e gigante andando em meio as suas flores delicadas.
"Imagina! Você nunca é um incômodo." Retruca sorrindo abertamente e piscando um olho para o mais alto que te segue cegamente completamente enfeitiçado por ti.
[...]
Não tinha fantasia que se compare a realidade de ter o corpo grande e musculoso te pressionando com o peso delicioso contra o sofá. Seus lábios se massageavam desesperadamente, soltando estalos molhados cada vez que suas línguas e enroscavam e se distanciavam só para Agustin mudar o ângulo do beijo ardente que compartilhavam. Não demorou nem 2 minutos para Agustin simplesmente te atacar, segurando seu pescoço ao perguntar se você realmente queria seu uma putinha pra ele, o que você respondeu entusiasmada que sim repetidas vezes enquanto tirava o roupão que nem cobria muito.
Dizer que ele estava faminto por ti era um eufemismo. Os beijos delirantes e toques firmes do moreno te consumiam de uma forma avassaladora, fazendo seus quadris inquietos se esfregarem na coxa grossa encaixada entre suas pernas. Gemidos abafados saiam de ambos que já começavam a arrancar a roupa um do outro rapidamente, ou melhor, você retirava a roupa dele enquanto Agustin só agarra os dois lados da calcinha de renda, forçando até arrebentar.
"Agustin!" Não sabia discenir se seu choramingo foi pela perda de uma peça tão delicada ou por enfim ter contato pele a pele com torso definido te esmagando e o membro duro roçando sua bucetinha pulsante.
Suas mãos percorriam toda a extensão de pele endurecida e ao mesmo tempo macia pelos músculos proeminentes, o corpo de atleta te deixando tontinha. Uma sinfonia de sons saía das suas bocas no beijo desengonçado pela sensação alucinante da glande inchada estimulando seu clitóris. A mistura de fluídos das suas intimidades produzia um barulhinho molhado denunciando que o meio de suas pernas estava uma bagunça melecada resultado da crescente excitação que a qualquer momento explodiria.
"Quer meu pau nessa sua bucetinha carente, hm? Cansou de ficar só me olhando igual uma cadelinha no cio e finalmente vai deixar eu te comer até sua cabecinha só saber pensar em mim." Agustin grunhe direcionando uma mão para a sua buceta, se afastando um pouco e te fazendo miar quando os dedos hábeis provocam sua entradinha, esfregando a umidade pela área sensível. Depois disso, sobe os dígitos para massagear seu pontinho inchado ao mesmo tempo que desce beijos pelo seu pescoço até chegar nos seus seios ainda cobertos pela renda. Obviamente descontente com isso, Agustin abaixa a peça e sem mais delongas, abocanha o lado esquerdo, lambendo e sugando o biquinho juntamente com o máximo de pele que consegue. A mão dele continua a brincar com a sua bucetinha cada vez mais encharcada, agora, ele mantinha o polegar no seu clitóris enquanto outros dois dedos mergulhavam dentro do seu buraquinho.
Gemidos agudos e ofegantes escapavam da sua garganta conforme tudo se tornava demais para seu corpo aguentar, o orgasmo iminente se aproximando, suas unhas descontavam a tensão nas costas pálidas e tatuadas dele que grunhia elogios ao redor dos seus seios sobre como você era tão gostosa e como tinha a buceta mais apertada que ele já tinha fodido.
O vai e vem dos dedos compridos tocava cada nervo dentro de ti, socando o seu ponto g ao se curvarem e esticando suas paredes só com a própria grossura. Com um último grito silencioso, sua buceta se contrai repetidas vezes e um jato de líquidos esguicha da sua intimidade, sujando ainda mais a virilha de ambos e o tecido do sofá.
Agustin nem te dá tempo de se recuperar e já se distancia para posicionar suas pernas moles ao redor do quadris largo, admirando todo o seu corpo disposto a ele, nem se refrea em te tocar mais uma vez, intimamente acariciando cada curva e nuance da sua silhueta.
Ansioso, o moreno não perde tempo em deslizar a cabecinha pelas suas dobrinhas, te fazendo espernear com a hipersensibilidade que sentia na região depois de um orgasmo tão intenso, mas ele não se abala e só segura suas coxas com mais força. Cuidadosamente, Agusin penetra sua bucetinha, o rosto ruborizado e lábios vermelhos de tanto morder ao tentar se controlar para não meter com tudo.
Suas mãos vão em direção aos ombros fortes, puxando-o para se deitar novamente sobre ti. Ele prontamente obedece, relaxando o torso sobre o seu, esmagando seus seios com o peitoral imenso. Quando o pau grande e grosso se enfia por inteiro na sua buceta, ambos suspiram pela sensação eletrizante de estarem unidos, ainda mais com ele te alargando de uma maneira que ninguém nunca fez.
"Me fode, Agus, por favor." Implora trêmula de tanto prazer, levando uma mão para empurrar uma das nádegas firmes dele e pressionar os quadris mais ainda contra seu corpo.
Sorrindo com seu estado desesperado, ele apoia os cotovelos na lateral da sua cabeça, voltando a se apossar da sua boca em um beijo caloroso que você retribui ainda mais fogosa. Agustin inicia um ritmo vigoroso de estocadas profundas que balançariam seu corpo inteiro se não fosse o peso dele sobre o seu.
Ele tomando um belo caldo de xana com cubos de grelo para se refrecar

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Unethical
Olá estrelinhas, como estão?
Essa é a parte um de devaneios que tive enquanto estava em uma consulta médica 😭 então aguardem uma parte dois com mais surtos (e olha que o médico não se parecia nem um pouquinho com o Enzo.
Espero que gostem querides 🩵
♡
Consultórios nunca me trouxeram boas memórias. Salas brancas inundadas pelo cheiro forte de produtos de limpeza que chegam a dar dor de cabeça, recepcionistas que fingem simpatia enquanto te servem um café amargo e detrás da porta sempre um doutor egocêntrico que te obriga a fazer baterias de exames, apenas para você voltar lá e ele dizer que o que tem não é nada, saindo com os bolsos cheios de grana para comprar uma ferrari nova.
Tá bom, talvez eu tenha exagerado um pouco, mas desde quando assumi os cuidados da minha avó que havia sido diagnosticada com arritmia cardíaca, boa parte das minhas semanas eram dedicadas a acompanhá-la em exames, consultas e tratamentos sem nenhum sucesso.
O doutor Caruso era o responsável pelo caso da minha avó, no começo ele prometeu tratamentos revolucionários que trariam a cura dela em pouquíssimo tempo, mas com o passar do tempo ele veio exigindo mais consultas totalmente desnecessárias, algumas onde ele nem sequer aferia os batimentos cardíacos nela, mandava ela continuar tomando os remédios e nos dispensava, enquanto eu deixava meu dinheiro suado do trabalho na recepção da clínica.
“Olha, eu sei que eu não deveria fazer isso, mas uma amiga que trabalha em outra clínica me falou que o médico cardiologista de lá é maravilhoso, é super atencioso e também soube que os tratamentos dele são bem eficientes, diferente do doutorzinho aqui” Fabíola, a recepcionista do consultório do Dr. Caruso que me disse isso, ainda entregando um cartão com o telefone da clínica dele.
“Obrigada Fabi, você não sabe o quanto isso pode nos ajudar!” peguei o cartão de contato após pegar por mais uma consulta sem resultados, esperançosa de nunca ter que voltar lá de novo.
‘Dr. Enzo Vogrincic’ especializado em cardiologia e eletrofisiologia, era o que dizia no cartão abaixo de uma logo minimalista e o telefone para contato. Marquei uma consulta no mesmo dia, era cara de qualquer forma porém não tanto quanto as do Dr. cretino, e seria minha última esperança com aquele tratamento tão prolongado que minha vó estava passando.
A clínica do Dr. Vogrincic era totalmente diferente das outras que eu e minha avó já frequentamos, as luzes amareladas davam um ar mais calmo e o cheiro de limpeza entrava em nossos narizes mais suave em todo o ambiente acolhedor.
Meu coração sempre acelera nessas horas, fico tonta e minhas pernas tremem de ansiedade pelo medo do que vou ouvir, aprendi a não esperar mais por boas notícias e a preparar meu psicológico e meu bolso para qual novo tratamento a vovó teria que passar.
Após poucos minutos de espera a porta do consultório se abre, revelando o doutor que até o momento eu não sabia como parecia. Alto, moreno, cabelo castanho penteado para trás e vestido de roupas sociais e um jaleco absurdamente branco, seria muito antiético desejar o médico que cuidará do tratamento da sua avó?.
“Próximo? Podem entrar, por favor”
Ajudei minha vó a se levantar e entramos na sala do doutor. Sei interior seguia a mesma paleta e iluminação da sala de espera, tons de nudes e vinho na mobília e nas paredes, sendo essas também decoradas com quadros de diplomas e fotos do doutor em sua formatura e com sua família, e talvez eu tenha suspirado um pouco aliviada por não ver nenhuma foto com uma talvez esposa.
“Você deve ser a Sra. Rosa Maria” Ele estende o braço para um aperto de mão, bem recebido pela vovó que a aperta com um sorriso no rosto “e você é?” e agora é a minha vez de apertar sua mão, era tão grande que chegava a quase cobrir a minha, mas quente e macia.
“Sou a neta dela y/n” Não sorrio, mesmo estando em um leve estado de paixonite pelo médico que acabei de conhecer, meu nervosíssimo por consultas médicas ainda estava de pé. Ele se senta em sua cadeira enquanto eu e vovó nos sentamos a sua frente.
“Bem, soube que a senhora está com problemas de arritmia cardíaca, certo? Pode me explicar o que aconteceu e quais exames já fez?”
Porra, que voz gostosa de ouvir
A vovó contou com alguns detalhes sobre desde o início das dores no peito até seu diagnóstico e as consultas e tratamentos mal sucedidos com o médico passado, o que fez o Dr. Vogrincic quase revirar os olhos ao ouvir o nome dele.
“Dr. Caruso? Bem, perdão pelo que vou falar agora mas ele é o médico mais desqualificado da união dos cardiologistas, não só em questões acadêmicas mas em questões éticas também, olha Sra. Rosa sinto muito em lhes informar mas todos os tratamentos que ele te submeteu são totalmente evasivos e desnecessários para o seu caso”
A informação salta sobre em mim como um raio atingindo minha cabeça, me seguro ao máximo para não ficar tonta enquanto minhas lágrimas lutam para não sair dos meus olhos. Então todo o tempo e dinheiro gastos não adiantaram de nada? Todas as promessas de cura, eram vagas?
Mesmo me esforçando para me manter sã durante a consulta, minha mente vagava por turbilhões de pensamentos, a voz do doutor parecia vaga e distante, até eu ouvir uma voz que sempre me acalmava.
“Filha? O exame” Vovó me chamou, me fazendo voltar a realidade e pegar os outros exames que ainda deviam ser apresentados.
Dr. Vogrincic os observava com um silêncio calmo, parei para perceber o quão atraente ele era, unia as sobrancelhas e mordia o lábio inferior levemente quando queria prestar mais atenção, a mão esquerda segurava o papel enquanto a direita balançava uma caneta entre os dedos, nenhuma delas portava um anel sequer.
“Boas notícias, Sra. Rosa, seu caso não é nem um pouco grave como achavam que era, mas é delicado, então devemos iniciar um tratamento novo bem mais tranquilo, vocês só precisam voltar aqui uma vez por semana” Respiro aliviada enquanto o médico gato escrevia os remédios que a vovó deveria tomar. “Prontinho, a senhora vai tomar todos os remédios como eu falei e y/n, não esqueça de aferir a pressão dela todos os dias e ir anotando pra passar pra mim, certo?”
Ele levanta de sua cadeira levando eu e minha vó a fazer o mesmo e nos acompanha até a porta “Foi um prazer ver vocês, até próxima semana” Dr. Vogrincic se despede com um sorriso. “Espera, y/n” Encostado na porta da sala, o médico me chama, tocando levemente meu antebraço, “esse é meu contato pessoal, pode me ligar, sabe, em caso de alguma emergência com a Dona Rosa” sua voz sai baixinho, quase como um sussurro.
Em casa durante o jantar, sou tirada dos meus devaneios sobre o doutor gato quando vovó puxa assunto, mas adivinha? O assunto era sobre o doutor gato.
“O que achou de hoje, filha? O doutor é bonito né? Educado, inteligente, ele parece solteiro, por que você não dá encima dele?”
Quase cuspo meu suco, espera, o que??
“Vó? O que é isso?”
“Oh minha filha vai ficar se fazendo de santinha agora? Eu vi como você olhou pra ele querida, e vai por mim, que eu acho que ele também gostou de você”
Sorrio, tentando não me iludir com as palavras dela.
“Eu posso apostar que ele só estava sendo simpático”
“Simpático? Minha querida ele sorriu pra você sem perceber enquanto você falava que eu estava tendo falta de ar, os olhos deles direto na sua boca, se isso não é estar interessado em alguém meus mais de cinquenta anos de vida amorosa não serviriam de nada”
Vovó sai da cozinha, me deixando sozinha com os pensamentos pairando sobre minha mente. Seria muito antiético da minha parte se eu tentasse? Seria mais antiético da parte dele se relacionar com a acompanhante de uma paciente.
Não, melhor não, que bobeira minha pensar que isso seria sequer uma possibilidade.
Mas eu tenho o telefone dele, né? Não custa nada mandar uma mensagem.
Não, ele é o médico da sua avó, não faz o mínimo sentido.
É vovó, não vai ser dessa vez…
parte 2!!
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