#Cova Nova
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trevodetresfolhas28 · 2 months ago
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Cara eu achei o melhor incentivo do mundo pra NF e dieta vejam quilos mortais! Mais não pra ter odio das pessoas e sim por uma nova esperança de mudança pra nunca chegar na quele nível vi a história de duas gêmeas cheias de traumas e compulsão alimentares que sofriam de dores e se sentiam nojentas mais elas se esforçaram PRA KRL e simplesmente fizeram a bariatrica e mudaram de vida eu achei incrível elas ficaram LINDAS sem zoeira alguma isso realmente dá esperanças que se pessoas com o pé na cova conseguem VOCÊ também consegue porra! Sério eu fiquei tão feliz quando vi mais eps de mães conseguindo criar seus filhos e sem medo de morrer sabe é realmente muito inspirador eu pelo menos acho essa alternativa BEM melhor que destilar ódio em pessoas acima do peso na vida real ( lembre-se garotinhas fazer bully com a aparência das pessoas e as desprezar não vai fazer você emagrecer e nem vai fazer você se tornar uma pessoa bonita só te faz podre de alma bem por dentro e por foramkkkjkkkkk beijinhos 💋 )
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simscici · 2 months ago
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Previous / Next Beginning (Gen 8)
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Todos: Um brinde!!
Dahlia: Que ideia é essa de me colocar no centro.
Penelope: Você é nossa matriarca, mãe! Merece um brinde.
Penelope: Espero que esteja gostando, Yuna!
Yuna: Está tudo delicioso!! Faz sentido que Touma tenha aprendido cozinhar tão bem, sua comida é deliciosa.
Dahlia: Que alegria! Só faltou o Pierre e a família dele para que tudo ficasse melhor.
Penelope: Culpa do seu filho que foi morar tão longe da gente, mãe. Quem mais da nossa família mora em Sulani? Ele teve que ir pra tão longe.
Natisse: Ãnn... Então, aproveitando o momento, eu tenho algo para dizer. Eu e a Yellow.
Yellow: Eu e Natisse estamos noivas!!
Penelope: Minha bebê vai casar?? Ah não, vou chorar e borrar toda minha make.
Yellow: Mamãe calmaa.
Natisse: Estamos focadas no trabalho agora e pensando onde vamos morar ou se iremos continuar no mesmo apartamento em Ciudad, ou seja, o casamento vai esperar um pouquinho.
Yellow: Mas achamos que seria uma boa ideia ficarmos noivas e morarmos juntas, assim podemos já nos organizar e nos adaptarmos a uma nova rotina.
Dahlia: Isso é perfeito, espero que vocês sejam muito felizes, meninas. E vocês, quando pensam em filhos?
Yuna: [sorrindo nervosamente] F-Filhos??
Touma: Vó!
Dahlia: O que foi? Eu já sou velha, tô com um pé na cova, vai mesmo me privar de ver um bisneto pela primeira vez?
Touma: A gente não tem uma vida boa o suficiente para ter um bebê agora.
Dahlia: Isso a gente conquista com o tempo, ué.
Touma: O que eu quero conquistar é muito dinheiro e viagens internacionais hahahaha.
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radioast · 3 months ago
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Com a atualização de EDM adicionando documentos novos na catedral, Cellbit disse isso aqui no discord, e desde então eu não conheço a paz. Fica aqui minha teoria toda furada caso alguém queira discutir sobre (eu adoraria!)
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Vi gente dizendo que achava basicamente que, com o outro final, a realidade teria sofrido um retcon (caso alguém não saiba, retcon é quando alteram fatos previamente estabelecidos pra dar continuidade a uma história) gigantesco e os agentes da equipe do perímetro teriam vivido suas vidas normalmente, ao invés de tudo que aconteceu. Eu discordo disso principalmente pq se fosse pra fazer um retcon não teria consequência nenhuma na história pros personagens, e pra gente só teria uma puta reescrita da história já estabelecida no RPG. Aí vamos lá.
EU acho que a mia ter quebrado o ciclo dividiu a linha do tempo em duas: Uma pro mundo fora do ciclo, onde o perímetro nunca existiu e a mia já nasceu de mecha branca (Agatha, Samuel, etc). Outra para as pessoas de dentro do ciclo (que tiveram a visão durante o período que estavam lá) (Calisto, Lethicia, etc).
O fim do Veríssimo e da Sofia não é alterado porque, para que o ciclo fosse quebrado, era preciso que a Mia nascesse, e não tinha como isso acontecer sem a Sofia morrer no parto e o veríssimo fugir com a Mia. Além disso, as visões foram causadas POR CAUSA do nascimento da Mia, então era impossível a Sofia ter uma (caso eu esteja certa, suponho que a Fernanda do cemitério não tenha sobrevivido também, mas isso é meio irrelevante para o todo).
OK, o ponto que eu quero chegar: Pra mim, todos os agentes que tiveram a visão no perímetro "voltaram a vida" nessa realidade no momento em que a Mia acordou de mecha branca, no fim do jogo, com a mente e a idade que tinham no momento em que entraram no perímetro pra iniciar a missão (ou seja, quando papel deles no ciclo começaria). Isso seria dizer que a ligação do Calisto pro Veríssimo seria ele confuso, achando que estava em 1998, perguntando onde estavam Veríssimo e Sofia para que eles começassem a buscar informações sobre o desassombrado. Sendo que, para o Veríssimo dessa versão da realidade, o Jaser nunca existiu.
..
ESSA TEORIA TEM MUITOS FUROS (1. Se não foi pela missão, porque o Veríssimo e a Sofia teriam ido até ali pra ter a mia? Será que houve sim uma missão, s�� com um final diferente?) (2. De onde caralhos surgiu a cova da Sofia Besatt se antes do ciclo ela não tinha morrido, foi o Veríssimo?) (3. Se não tinha Jaser e nem visão, aquele monólogo do Veríssimo com o Kian em calamidade onde ele diz que já sabia como iria morrer sofrer retcon? E aí faz o que, muda a batalha do Kian???) MAS É UM COMEÇO...
Se alguém aguentou até aqui, obrigada por ler! E perdão a bagunça da minha cabeça! Em breve eu corrijo as coisas caso revelem informações novas
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blackiron11 · 4 months ago
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Death's Lover - Chapter 5
"Quem é Sharon?" Alguém perguntou. Claro que é Agatha sendo inconveniente.
Seu sangue ferveu. Você estava cansada de Harkness continuar brincando com vocês, de nunca demonstrar a seriedade que o momento necessitava. Uma pessoa morreu, caramba!
S/N se sente idiota de querer que alguém que matou milhares de bruxas demonstre algum respeito.
"Sharon é a humana inocente que você arrastou para o seu problema de merda, sua estúpida!" Você vociferou, mesmo que a mulher estivesse do seu lado.
Agatha sorriu, fingindo limpar gotículas de saliva inexistente do próprio rosto.
"Uau, bichinho. Não sabia que se importava tanto." Ela estava te provocando. "Não me leve a mal, querida. Mas não fui que fiz a dose de antídoto errada para essa pobre senhora. Não é mesmo?"
Agatha te encarou, ela se regozijou ao perceber que você se culpava e usaria isso em favor dela. Você sentiu como se pequenas farpas entrassem em seu coração. Você podia ouvir o som do órgão em seus ouvidos, alto demais para seu gosto. Você não queria encarar o fato de ter matado alguém.
Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum.
Agatha disse mais alguma coisa, mas você estava meio ocupada, surtando, então pediu para ela repetir.
"Eu disse que ela fez por merecer" Agatha foi se aproximando de você um pouco mais. "Se essa era mesmo a provação dela, ela realizou o desejo. Agora está com o marido, a sete palmos do chão" a mulher riu com a própria piada. 
Houve um barulho de estalo. Harkness te encarou chocada. Você só entendeu o que aconteceu quando Lília abaixou sua mão. 
Você deu um tapa em Agatha Harkness.
"Querida, não." Sua mentora olhou feio para a mulher mais nova e te arrastou para longe dela. "Ela não vale a pena".
Se você tivesse ouvido, você poderia concordar com Lilia. Mas para S/N era apenas Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum.
Lília te levou para o lado de Alice, que estava calada desde que saíram da provação de Sharon. Ela observava Billy fazer um tipo de cova improvisada.
Agatha se recuperou do choque e foi em direção a Sharon. Scratchy estava cheirando a pobre Sra. Hart. Agatha se abaixou e o segurou no colo. 
(...)
Eles estavam discutindo de quem foi a culpa, Lilia te defendendo o tempo todo. Você só conseguia prestar atenção em algumas frases, mas franziu o cenho quando Agatha falou da necessidade de uma bruxa verde.
Não, vocês não precisavam! Quem liga para o que uma música velha diz? Vocês não precisam de Agatha os guiando. Você sabe que ela é uma mentirosa nata. Ela mentiu sobre as Sete de Salém, mentiu para convencer Lília a falar com ela, mentiu sobre tomar o vinho, quem sabe mais as outras mentiras dessa mulher? 
Ninguém sabe como ela matou todas aquelas bruxas. Apenas boatos. Não seria surpresa se o Caminho das Bruxas fosse a armadilha dela, você se deu conta agora. Porque você ainda não engoliu a história de o Caminho das BRUXAS, aceitar humanos. Ou de você, como humana, conseguir fazer poções; não importa o que Lília diga sobre conhecimento. Era como se o Caminho seguisse as vontades do Coven.
Ai, você precisa deitar. 
Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum.
Em um piscar de olhos, você se viu com o Coven, conjurando uma bruxa verde. Infelizmente, você não conseguiu dizer a Lília sobre sua desconfiança. O tempo estava passando muito rápido, não estava? Que horas eram?
Um pouco antes do fim do ritual, você se lembra de implorar, para qualquer deus existente, que não trouxesse sua esposa aqui.
Certo que existiam inúmeras bruxas verdes e poderia vim qualquer uma, mas existe um corpo para ser levado.
Você não sabe como funciona o trabalho da Morte, pelo menos não exatamente, mas ela ainda é uma pessoa só, entidade cósmica ou não. Morrem milhares de pessoas por segundo em todo o multiverso, então você implora para que exista algum tipo de funcionário da Morte.
Porque você não vai aguentar vê-la agora. Ver sua pena quando você contar que matou alguém, não poder beijá-la na frente dos outros, ter que ver ela e Agatha interagindo nas provações. 
Sua cabeça continua rodando e seu coração parece que vai explodir, tanto pelo veneno chegando ao ápice, quanto pela saudade que você sente do seu amor. 
50 anos é um tempo muito grande de separação, mesmo para quem tem a eternidade para estar juntas, ainda mais que S/N precisa estar com Rio para se sentir plenamente feliz e segura.
Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum. Tum-tum.
Você ouve seus batimentos mais altos agora, então você decide se sentar longe de todos, só até você conseguir respirar direito. Você não percebe quando ela chega, saindo da terra com as próprias mãos.
"Então vocês estavam dando uma festa" Rio só tinha percebido Agatha e pessoas aleatórias. Lilia estava atrás de Billy e a mulher franziu a testa por causa do tom brincalhão da bruxa verde.
Ninguém percebeu você passando mal lá atrás.
"Oi, querida" Agatha sorriu, os olhos brilhando.
Lília queria tirar esse sorriso dela com as próprias mãos, se arrancasse o rosto dela no processo, melhor ainda.
Billy estava alheio à tensão no ar. "Como você chegou tão rápido?"
"Ah." Rio inclinou a cabeça para o lado, se fingindo de pensativa "Eu estava na vizinhança." 
Não esperando uma resposta, sua atenção voltou para Agatha. Em um impulso, Vidal entendeu uma flor em sua direção e fez uma reverência.
"Surpresa, m'lady."
A Morte perdeu o momento que Agatha agradeceu e aceitou a flor, sentindo seu perfume. Porque, de repente, estava uma gritaria e Billy e Alice seguravam uma Lilia muito furiosa, que queria acabar com sua esposa.
Como ela ousava flertar com outra mulher? Ainda mais na sua presença! Se vontade matasse, hoje a Morte seria morta; era o que sua mentora pensava.
Você, ainda alheia a tudo, começou a sentir cócegas no pé direito. Era Scratchy te lambendo, tentando te aterrar no presente. Você voltou a si em pouco tempo e o agradeceu com um afago na cabeça.
"O que você tem na cabeça, Vidal? Perdeu a noção do perigo, garota?" Lília ainda estava irritada.
Ver Lília ali foi um choque maior do que ver que foi convocada para o "Caminho das Bruxas", pois Rio pensou que era apenas um teatro de sua ex. Porém se Lilia estava aqui, você também estava e Rio ficou preocupada, te procurando ao redor da floresta. Se Agatha tocasse em um fio de cabelo seu...
Ouvir o sobrenome da sua mulher fez você levantar a sua cabeça rápido demais. Vê-la te procurando te aqueceu o coração. Você não a reconheceu de cara, ela estava como a persona de bruxa verde, mais velha do que você se recorda. Rio sempre fica com uma aparência aproximada de 22-25 anos quando está contigo, já que você tem 21.
Você já disse que não se importa com quantos anos ela se parece, você a ama com qualquer idade ou aparência, mas ela prefere assim. Ficar mais parecida com você, sentir que está construindo um futuro contigo. Brincar de casinha como os humanos, mas sempre mudando de lugar depois de alguns anos, nunca podendo ficar por muito tempo. Você sente falta disso, mesmo que vocês nunca tenham discutido quão doméstica a relação de vocês estava se tornando ou quais seriam os próximos passos. Bem, isso antes de Lília.
Agora, Rio te encontra e olha profundamente e você lembra de tudo que aconteceu há poucas horas. E tudo se torna demais, Rio está vindo na sua direção e você se afasta involuntariamente, não querendo enfrentar 50 anos de sentimentos na frente de toda essa gente.
Você não perde a cara feia de Agatha para você ou a flor que está segurando, flor essa que só Rio pode ter dado. Não, não, não. É demais e você sente o "Tum-tum, tum-tum" insuportavelmente alto agora, sua cabeça a um passo de te matar com a dor.
Você acha que sua pressão arterial despencou com a emoção, porque a próxima coisa que você vê é sua cabeça indo de encontro ao chão.
Você desmaiou e não viu Rio desesperada indo até você, nem ela chamando seu nome. 
Chapter 4
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inutilidadeaflorada · 3 months ago
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Enigmático Verniz
Me aparta orações de covas E covas de corpos-buquês Que meu orgulho não barganhe Mais nenhuma vitória
Que essa boca evite beber dos abismos Que esqueça as perfumarias eletromagnéticas Que apontarão pecados passionais Que arquitetarão novas nebulosas pelo corpo
Roçar Narcisos como se fossem rinhas Extinguir pêssegos eletrificados A cada mordida tenra que se exibe Um epítome para o público
Evita tal desgaste, tê-lo cabeça de porco Dissecando sujeitos e signos Empalhando atrações do circo Esta aniquilação é íntima no sangue
Periga carapuça, réplica de futuro Alinhado a aparatos de Duchamp Pequeno arqueiro despistando a noite Em seu aroma de barro e aclamação
Evocar deuses em descrições indiretas Prescrever um diálogo entre bulas e iconoclastias A ficção que caberá no alto das marquises De um teatro ou na ambiguidade de um mosh pit
Reclusa clavícula se esconde dos domínios do voyeurismo Modificar os aparatos subjetivos que traduziriam territórios Em teus olhos derramando fogo enquanto afago-me Dentro de enunciados castrados e fotogênicos
Ele está me reivindicando Para afastar tal fluidez buscada Meu arbítrio lhe escolheu A vingança o expõe entre espadas
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allieland · 20 days ago
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My muse kisses your muse in the shadows, knowing full well what it would cost them if they were caught. | COVA.
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my muse kisses your muse in the shadows, knowing full well what it would cost them if they were caught.
now playing : lunch by billie eilish.
infiéis  - a história estava cheia deles . nunca imaginou ser um , mas supôs que para alcançar o céu , primeiro devemos passar por caminhos sitiados pelo diabo , e ele os os percorria com graça e perseverança ; até que aquela garota entrou em sua vida. nova, com seus cabelos de fogo e sua etiqueta acima do bem e do mal , dona de seu mundo pois era livre o suficiente para o conquistar. fez com que desviasse no caminhar , escolhendo sobre os portões perolados , a fácil dose de pecado , trazendo imediata satisfação & calor ao âmago. algo qual jamais havia sentido antes. ele se sentia , lentamente , partindo da casa de seu medo que como sangue podre escorria de si em litros , ameaçando o cegar e ensurdecer, até matar, parando o coração. mas ele deixava ir daquele lar com as paredes que se moviam, onde chovia dentro dos cômodos , e ele não conseguia desenhar seu rosto nas reflexões mesmo que deus o ordenasse. seu medo, que foi por tanto sua amada sombra , guardando os dias onde sentia-se sufocar como memórias afetivas que o lembravam de ainda estar vivo ; ele deixava ir . escolhia fazer as veias ferverem com a mesma chama que cruzava cada ligação do corpo de outrem , como atestado de ainda estar entre o mundo e pertencer não a algo, mas alguém. fosse ele mesmo ou nova , não saberia mais. porém, pertencia & finalmente parecia certo. 
as sombras invadiam o quarto dele na madrugada , e ela não devia estar ali . tinha muito recentemente recebido permissão para sair das celas, e seus aposentos, em um andar muito acima de onde ela costumava ficar, era fora dos limites para alguém em quem não confiavam inteiramente. ao menos, sabia que não podia , ainda mais quando ela conseguiu burlar as câmeras e sensores para lhe cumprimentar fora da sua porta com uma garrafa de gin que não tinha ideia como ela conseguiu - somente o cientista chefe da divisão mantinha o hábito de beber , mas invés de soar um alarme vermelho a ideia de que ela poderia ter pegado aquela bebida debaixo do nariz de alguém tão importante, o mutante sorriu, a segurando pela cintura e a puxando para dentro . dividiram o álcool e algumas risadas abafadas, o agente sentindo que encarava ao próprio sol embora apenas um ligeira faixa de luz da lua entrando pela pequena janela a iluminasse. e então , inesperadamente, ela o empurra para as sombras, com as costas no colchão e ele sente muito mais do que pode ver, a mais velha se acomodando em seus quadris, pernas nas laterais de seu corpo . 
o coração parece prestes a explodir , batendo tão alto e irregular que ela com certeza deve ouvir , pois estava a um segundo de pular do peito e fazer morada nas mãos dela . em muitas maneiras, já fazia. se fossem pegos naquele momento, estariam acabados. a mulher seria mandada para longe, alguma área de guerra para morrer - embora ele pensasse que se alguém podia sobreviver, era ela - , e connor voltaria a não ser nada além de um boneco. vivendo a vida perfeita no plano da imaginação. o que era para dizer, que teriam controle sobre o que via, ouvia, comia e sentia novamente. e de forma rebelde, pela primeira vez na vida, ele não quis isso. quis se entregar aquele sentir, tão poderoso e real , que fazia a cabeça rodar com possibilidades. escapariam dali ? seriam livres - juntos ? ou era algo passageiro ? seria muito a pedir ? um final feliz & um para sempre ? uma eternidade e tempo nenhum se passaram até que ela selou os lábios nos dele e todo o resto, seus pensamentos inquietante , e o pesar prematuro , se calassem. 
apenas deixou que ela o conhecesse por um instante, esperando para arrastar sua língua pelo lábio inferior , lhe pedindo permissão - que foi rapidamente cedida, e logo estavam se beijando com mais fervor, uma mão dele a segurando pela nuca enquanto a outra apertava com força a coxa, despida pelos shorts curtos de dormir que fizeram apenas subir com cada movimento. o rapaz os virou na cama com um movimento rápido , ficando por cima dela, corpos colados e a mão que antes achou seu lugar na parte de trás da cabeça , descia um caminho de fogo pela extensão dela e suas curvas, todas tão convidativas. ficou de joelhos, com dificuldade tentando a enxergar no escuro , mas podia fazer mais que a ver - tinha a permissão de mapear cada vale do corpo alheio e começou ajudando ela a sair da camiseta , apenas para pegar o gin , esquecido , e jogar no topo dos seios , ouvindo um rir rouco preencher o quarto que ele gostaria de engarrafar para invés da bebida amarga, poder usar do momento que ela se entregou para si como forma de se embebedar. lambeu o líquido cristalino de sua pele macia , e a mão que segurava a coxa começou a se aventurar além da barra do shorts, para próximo da roupa íntima. não podia deixar marcas, ninguém jamais devia sonhar que aquilo era o que faziam nas noites, e por isso , ela se foi antes do nascer do sol , mas dentro dessas breves horas, começou a aprender os caminhos para o prazer de outrem & mal podia esperar para a noite seguinte. "te vejo no café." ele sussurrou contra os lábios dela antes de a assistir desaparecer pelo corredor, e novamente, devia estar mais preocupado com como ela chegou ali. mas não conseguia se importar. 
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zelosnation · 1 month ago
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> vamos fazer mais um?
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s i n o p s e: Bellamy já tinha sua cova prontinha com a lealdade traída perante a Donquixote Doflamingo. Ter se envolvido com Leader, ex-amante do Corsário, era o que ele mesmo esperava, mas depois de ter uma filha com ela, já tendo a cova pronta, ele decide querer fazer mais um ou uma nova mini Bellamy. palavras — 1.830knotinhas da bibia — primeiro de tudo, eu espero que não se importe @sunshyni de eu ter-me inspirado em ti no modo de organização mesmo que esteja nada a ver, mas é que eu te admiro e acho a forma que tu deixa tuas fanfics muito lindinhas, então se tiver algo de errado, por favor, tu pode falar comigo!! de resto, sobre a fanfic, digamos que nesse dia eu simplesmente surtei e sério, eu achei o bellamy INSUPORTÁVEL no arco de jaya, mas ele é tão bonitinho e cachorrinho do doflamingo ent, eu acho que sou obcecada por esse homem, tipo, so um tiquinho (um grande tiquinho, mas não mais que o crocodile) avisos — sexo sem proteção (não façam isso, bellamy quer filhinho, mas tenha atenção a isso!!) bellamy papai de menina pq a adm aqui está viciada nele pai de menina. bem, é algo bem básico, afinal, não é muito longo e é o bellamy querendo mais um <3
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capítulo único
BELLAMY JÁ NÃO TINHA ESPAÇO PARA DÚVIDAS OU MEDOS — ou mesmo amor à vida. Desde que pisara no palácio do Donquixote Doflamingo, aceitando a humilhação como forma de consequência por ter lhe traído a lealdade, ele sabia que sua vida estava por um fio — mais do que já estava antes. 
O Corsário não precisava lhe dizer nada em palavras, seu olhar cruel fazia questão de lembrar a cada instante. Bellamy vivia na ponta de uma lâmina, entre o desprezo e a lealdade absoluta — que conseguiu trair, e o motivo tinha um nome escondido, mas um apelido muito conhecido: Leader.
Porém, digamos que ainda assim, a ex-amante do corsário transformou a existência de Bellamy em algo a mais, ao ponto que ele realmente não tinha mais medo, não tinha mais amor à vida, sabendo que se morresse de vez nas mãos do Corsário, desta vez poderia morrer com um sorriso estampado no rosto.
Bem, assim, sendo sincero, ele queria viver um pouco mais, isso era um facto. Afinal, uma certa pirralhinha loirinha de olhos azuis que corria sempre pelo palácio com a mãe tentando por tudo não usar seu poder para não ver sua filha chorando por ser justo ter ganho mais uma corrida — que no final era só para ela não ir até onde não devia —, Bellamy via naquela sua mini cópia um motivo para querer viver mais e continuar testando a paciência do Corsário.
Já tinha a sua cova pronta mesmo.  
E, naquela noite, porém, ele queria mais. Era algo que queimava dentro dele, pulsando como o sangue que escorria em batalhas que ele tinha que batalhar obrigatoriamente, mas que agora parecia muito mais doce. 
Leader dormia ao seu lado, os lençóis desarrumados caindo pelas pequenas curvas do corpo nu dela. Bellamy ainda sentia o calor das mãos dela em sua pele. Ele apoiou um braço forte sobre a cabeça, o outro descansando na cintura dela. O silêncio da noite era interrompido apenas pelos murmúrios deveras distantes do palácio – como esperado –, mas Bellamy estava perdido em pensamentos. 
Queria algo mais. 
Uma nova vida, talvez outra pequena pirralha correndo ao redor, chamando por ele com aquele sorriso de deboche tão parecido com o dele.
Ele já era pai de uma menina que dormia ao fim do quarto com um próprio cómodo pequenino para sentir-se no seu próprio quarto — e óbvio que o pai segue tudo o que a pirralhinha quer, tanto que sua caminha é literalmente um mini barquinho pirata onde ela faz suas aventuras.
Oras, ele queria mais uma. Ou um.
Não importava o que viria, ele não se importava de perder noites a fio só para que sua amada pudesse dormir e ele cuidasse da criancinha. Mesmo que sua Byeol não tenha lhe dado muita dor de cabeça por ter saído a si, sabia muito bem que no dia que saísse uma parecida com Leader, ele teria que ficar duplamente preparado para lidar com duas ou dois pestinhas.
— Leader — ele murmurou, com a voz rouca e baixa. 
Ela mexeu-se levemente, tapando-se, mas logo percebeu que Bellamy estava inquieto na cama, abrindo os olhos já pronta para reclamar com ele.
— O que foi agora, Bellamy? Vai dormir! — exclamou, completamente manhosa por conta de estar sonolenta.
— Vamos fazer mais um.
— Mais um quê? Você andou bebendo enquanto eu dormia, é? 
— Vamos fazer mais um bebé. 
— Você está louco? — rapidamente seu corpo desperta por conta do que o loiro disse, quase se sentando na cama por impulso. — Já é difícil manter essa pirralhinha mini cópia sua completa longe dos olhos do Donquixote. E agora quer outro?
— Eu já não tenho muito a perder mesmo — ele respondeu, passando os dedos pela pele exposta dela, como se quisesse gravar cada detalhe das curvas mais uma vez – faria isso quantas vezes fosse preciso, não importava quando. — Se é pra ter uma cova pronta, então quero que ela seja bem cavada sabendo que eu deixei algo de mim nesse mundo. Só um é fácil irem caçar. Mas você é chatinha. Tenho que pedir com jeitinho e com tempo, se não eu sou posto na rua. — Leader ficou em silêncio por um momento. Bellamy nunca fora um homem fácil de entender. Entre o ódio que ele sentia por si mesmo e a idolatria cega pelo Corsário, havia algo de puro na forma como ele protegia aquilo que amava.
— Você não cansa de fazer tudo parecer uma aposta, ou sei lá, querer ser melhor que ele. Sério. Quando que vai entender que não precisa disso? Eu sei bem o que a casa gasta e se fosse algo de jeito, não estaria aqui. E grave o que eu digo: se eu tenho uma pirralha mini cópia sua que só falta me jogar de algum lugar quando for mais velha, é porque eu acho que você vale apena, não? 
— Leader… você sabe, minha vida inteira foi uma aposta. — Bellamy respondeu, puxando-a para mais perto. — Mas algumas coisas valem a pena apostar de novo para dar certo, hm? Que tal mais uma menina? Me faria isso? 
— Você é muito pai de menina mesmo, tenho que concordar. Se vir um rapaz, tudo bem, mas você combina tanto com pai de menina. Quando ela partir para a descoberta das maquilhagens e elásticos se prepara. — Dito isso, Leader subiu em cima do corpo do mais velho. — Está pronto? Está chegando a hora, entretanto. Não falta muito. Ela já tem três anos.
— Eu estou preparado. — Bellamy ri, segurando a cintura com força. — E estou preparado para ter mais outro. — A garota riu fraco, beijando os lábios do loiro, se deliciando com a boca quente, deslizando as mãos pelo corpo grande, arrepiando o pirata, que separou os lábios para a levar para cima do seu quadril, tendo sua tatuagem bem no meio do peito beijada pela mais nova, que passou a rebolar forte, friccionando contra o membro que já estava ficando duro.
Leader deu um pequeno jeito para que o grande membro entrasse, sendo completamente segurada pelo maior, com o corpo erguido enquanto suas mãos estavam em cima da barriga de Bellamy, revirando os olhos de prazer conforme o membro a preenchia. Felizmente, já estava habituada, mas sentia sempre como se fosse a primeira vez. 
— Ela é tão quentinha e apertadinha mesmo depois da Byeol sair. Você é tão… uis. — Leader sorriu, passando as mãos pelos próprios peitos. — A melhor coisa que fiz na minha vida foi te tirar dos pés do Doflamingo, sério. Você comigo até sorri. — Leader acaba por corar, algo que Bellamy achou fofo. — Você é uma pestinha, admito, mas você é fofa.
— Não me elogie assim, seu bobo. — Bateu no abdómen dele, rebolando. — Sobretudo em momentos assim.
— Pois é. Preciso te fazer chorar um pouquinho, hm? — E dito isso, ele guia os movimentos dela, sorrindo enquanto a via se contorcendo algumas vezes por conta do prazer, a virando na cama quando viu que ela já estava mais cansadinha, ficando por cima do pequeno corpo, baixando sua boca e beijando a intimidade por breves segundos, lambendo o corpo e dando um sorriso sacana quando chegou aos lábios, mordendo o inferior da amada. — Você é fofa, mas eu amo as carinhas manhosas que faz quando pede por mais. Você é tão sexy, não tem noção. Tão boa de cama… tão perfeita. O motivo da minha cova sendo o melhor da minha vida. — Beijou o pescoço, deixando um chupão forte. — Posso ser o que sou perto dele, posso nunca chegar no nível dele, mas eu verei as minhas crias crescerem, ao seu lado.
— Você vai fazer mais uma cria ou simplesmente vai me emocionar ao ponto que realmente vou chorar e não é pelo sexo? Seu idiota! — Bateu no ombro dele, sentindo uma lágrima escorrer, mas Bellamy foi rápido em limpá-la. — Um dia eu te conto porque até a minha cova está junta da sua e muita gente nem faz ideia, pois foi bem antes de te conhecer. Ou seja, a sua que veio se juntar à minha — Riu fraco, puxando o loiro mais para cima de si. — Mas agora… me foda, Bellamy. — Falou de uma forma manhosa, mordendo os lábios enquanto segurava seu seio esquerdo, tendo ele um pouco maltratado pela boquinha do pirata, e então o membro grande e grosso dentro de si, fazendo-a gemer um pouco mais alto, tapando a boca rapidamente com a própria mão do amado, revirando os olhos conforme as estocadas atingiam o ponto sensível como sempre ele conseguia, o que sempre resultava dela gozar primeiro que ele, sentindo-se sensível a cada estocada após, sentindo seu corpo em completa combustão de prazer.
— B-Bellamy… — Ouviu-se o gemido mesmo com a boca tapada, fora o corpo se contorcendo de prazer, as costas arqueadas, as pernas querendo fechar. 
Bellamy estava bem perto, fazendo os movimentos com força e despejando tudo o que tinha para oferecer dentro dela, parando aos poucos, dando beijos no corpo da namorada enquanto ela se recuperava, então saindo de dentro dela e se deitando do lado.
— Vou ver a Byeol depois. Precisamos de uma cama que não range. Até o Doflamingo deve ter ouvido.
— Bate na madeira, Bellamy! 
— Ao menos, espero dar certo para termos outro. E que seja menina! 
— Você combina muito com pai de menina mesmo. Mas venha o que vier, que venha com saúde, pois os pais também serão muito babões.
— Que seja uma menina! Mais uma mini Bellamy! Eu sei que estou sendo mauzinho com os meninos, mas quero ter muitas meninas com você. 
— Se prepare, quando a Byeol souber amarrar seu cabelo, você estará ferrado. O próximo cartaz de procurado será você com um monte de rabicho.
— Não tem problema, desde que eu seja pai de muitas meninas está tranquilo. 
— Que venha um menino, então, para rirmos de você! 
— Isso não vale! Quero uma menina!
— E se eu chamar o menino de Bellamy?
— Aí já teremos outra conversa. — Piscou, dando a língua, se levantando e indo ver a criança, certificando-se que estava dormindo profundamente, mas claramente Bellamy deixou um recado: 
— Papai acabou de fazer mais um para você brincar. E você vai dar a nossa sorte de ser uma menina, hm? Eu sei que você vai querer uma menina e o papá também! — Dando um beijo na testa da filha, saiu e voltou para a sua cama, tendo a amada logo em cima do seu corpo para se enroscar, fechando os olhos.
Bellamy deu carinho nos cabelos, sorrindo e dando um pequeno beijo na testa, também adormecendo. 
Mas ao menos, o projeto já estava feito, agora era esperar para ver se deu certo e se vinha mais uma menina para simplesmente ele ser um pai de menina babado. 
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stellesawyr · 9 months ago
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POV 03; betrayal @silencehq
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Quando era mais nova, sempre tinha que se perguntar quantas perguntas conseguia fazer sem se meter em problemas.
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Sua alma curiosa sempre ansiava em saber mais e mais sobre o mundo de fora da ilha e era sempre encontrada com a expressão impassível de sua mãe e sua mão gélida segurando o rosto da pequena em um carinho treinado para a dizer que não precisava saber daquilo já que não iria sair dali, e assim acreditou e quis que fosse por muito tempo. Os dias se tornavam noites e a pequena Daphne seguia a mãe como sua sombra, como foi criada para ser: uma extensão de seu poder, um pequeno gênio da especialidade da mãe em poções. Com o tempo conseguiu decorar cada parte da deusa: a expressão corporal da outra cravada tão fundo em seu cérebro que nem mesmo os anos distantes dela deixaram que esquecesse.
E mais uma vez após tanto tempo se questionava quantas perguntas poderia fazer sem se meter em problemas, não se lembrava de uma grande parte da noite passada e se não fosse pelas cinzas e sangue nas roupas diria que não esteve ali. Em suas memórias desconexas tentava procurar qualquer coisa após ter partido mais cedo da festa de acordo com os amigos mas até mesmo os momentos antes disso eram um borrão indecifrável as vezes.
Ao sair da enfermaria, um sentimento de pura derrota lavou qualquer pensamento que pudesse ter no momento; o luto pelo único lugar seguro que tinha, a falta de controle do próprio corpo, a perda de uma chance de lutar ao lado dos outros e um cansaço mental tão extremo que queria apenas cavar sua cova e deitar ali segurando algumas flores murchas até que seu fim chegasse.
E, repentinamente, como se seu cérebro tivesse apenas desligado aquela parte de seu cérebro, um vazio tomou conta dos sentimentos e o corpo seguiu em piloto automático; só se deu conta do que fazia ao estar limpa e com roupas novas saindo de seu chalé em direção a estufa, preparando um chá que sempre tomava na sua época na ilha enquanto ouvia um pouco sobre o ponto de vista de alguns poucos filhos da magia corajosos o suficiente para mostrar as caras hoje.
Os olhos sem brilho, expressão cansada e a dificuldade de usar a magia por exaustão dessa era unânime até entre os aprendizes, sabia muito bem que as pessoas ali eram incapazes de matar alguém a sangue frio e se irritava com a culpa que alguns exalavam mesmo assim; em meio a conversa se viu distante novamente, os sentimentos intensos que havia sentido nos últimos dias sumindo completamente e seu corpo seguindo inconscientemente até a praia.
Foi com o som das ondas ferozes quebrando que fez o mesmo, cada pedaço restante de sua determinação e a máscara de um sorriso que mantinha sendo lavados com a água do mar e as lágrimas que soltou ali sozinha; algumas ervas que tinha em mãos sendo jogadas no mar em uma forma de oferenda a mãe, procurando por seus aconselhamentos pela primeira vez desde que saiu de Eeia.
A percepção de que até mesmo as pessoas que tinha ajudado dias atrás nunca a olharia da mesma forma despedaçou uma grande parte do progresso na confiança em outras pessoas, uma muralha sendo construída rapidamente entre ela e as pessoas em volta com o mesmo sentimento como base: a traição.
No caminho de volta para o acampamento começou finalmente a ter um pouco de consciência dos arredores, os olhares acusadores fez com que uma fúria gélida subisse em seu corpo e qualquer chance que tinha de redenção foi eliminada ao encarar da mesma forma. Sempre prosperou em meio a violência e acusações e não seria dessa vez que quebraria em meio aquele tipo de ambiente, os músculos apertando em uma postura ereta e uma expressão neutra enfeitando o rosto ainda pálido.
Que o fogo em seu olhar queimasse qualquer vestígio da pessoa que lembravam que ela fosse nos últimos anos, estava pronta para morder de volta sem nem se importar o que a mordia.
Ela lembraria daquele dia como o dia que teve que espelhar a linguagem corporal de sua mãe, o temperamento incontrolável escondido em uma fúria silenciosa era tudo o que tinha herdado e que usaria para seguir em frente a partir de agora; mesmo que sua mente soubesse claramente que não importava o quanto de ódio deixasse a consumir, nada traria de volta a glória de sua inocência.
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saysayurisims · 5 months ago
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FAMILIA SOMBRIA - the sims 4
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⟣──────⟨ ⟡ ⟩──────⟢
Oiee vim aqui dar uma ideia de desafio do the sims 4 para vocês em comemoração da nova expansão Pé na cova. Bora lá?
Família:
4 sims, pode ser mulher ou homem. Portanto tem que engravidar.
Você pode colocar os pais no mundo portanto não podem conviver na mesa casa.
Quatro irmãos, descendentes de uma longa linhagem de caçadores de criaturas místicas, decidem desafiar as crenças da família. Seus pais, renomados caçadores de bruxas, sempre desprezaram qualquer ser sobrenatural. Mas os irmãos, curiosos e questionadores, desejam descobrir a verdade por trás dos mitos e preconceitos. Eles sonham em conviver com essas criaturas, em vez de persegui-las. Será que conseguirão aceitar as diferenças e construir novas amizades? Ou será que a influência familiar será mais forte, os levando a seguir os mesmos passos dos pais?
REGRAS GERAIS:
Se um sims morre, não traga ele de volta a vida, aceite as historias.
Não pode usar cheats, ui cheats.
O tempo de vida dos sims tem que ser normal.
Você pode escolher controlar um sims e após concluir toda os objetivos, pode mudar de irmão.
Mas também pode optar por controlar todos ao mesmo tempo, isso irá ajudar.
Você conclui o desafio quando todos tiverem seus filhos com seres místicos, e concluído os objetivos, boa sorte!!!
Irmão - Irmã número um:
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Humano.
Adulto.
Traços: Cabeça quente, ativo, solitário.
Aspiração: Fisiculturista.
Carreira: Atleta.
Historia -- Seu sims é o mais velho/velha da família, isso quer dizer que ele/ela tem que ser o sustento para seus irmãos. É apaixonado/a por academia e seu sonho é ser um grande atleta, ele/a sempre teve curiosidade em saber como os lobos vivem, e suas historias, então ele/a sempre irá estudar sobre eles e tentar fazer amizade com todos lobos que encontra.
Objetivos --
Nvl 10 em ginastica
Fazer amizade com Greg lobisims.
Estudar sobre lobisims
Nível alto na carreira de Atleta
Ter amizade pelo menos com 5 lobos.
Concluir a aspiração de fisiculturista.
Case-se com um Lobisims.
Regras --
Cumpra todos os objetivos pedidos.
Tenha ao menos 3 filhos.
Seja o ganha pão da família.
Tenha uma boa relação com todos seus irmãos.
Após completar toda sua aspiração e ter seus três filho, mude-se de casa. Pode ser para o mundo dos lobisims ou continue no mesmo mundo que seus irmãos.
Considerações finais --
Tudo bem se seu sims for mordido e se tornar um lobisims.
Irmão - Irmã numero dois:
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Humano.
Jovem adulto.
Traços: Geek, Cética, a pratica leva a perfeição.
Aspiração: Cérebro nerd.
Carreira: Guru da tecnologia.
Historia -- Sendo o crânio da família, o segundo mais velho tem o objetivo de dedicar sua vida aos seus estudos e a tecnologia, até que um dia se interessa por um sims um pouco incomum, ele se apaixona por esse sims mas não quer abrir a mão de sua carreira e estudos, então mantém apenas um namoro serio. Mais tarde descobre que esse sims misterioso na verdade era um grande professor de magia, que por sinal é feiticeiro. Seu sims vai conseguir ter uma relação e ao mesmo tempo ser tão dedicado aos estudos?
Objetivos --
Nvl 10 em programação.
Nvl 8 em mecânica.
Nvl 9 em logica.
Ter ao menos 4 amigos bruxos.
Nível máximo na carreira de Guru da Tecnologia.
Namorar um feiticeiro professor da escola de magia.
Concluir sua aspiração.
Regras --
Ter apenas 1 filho com um feiticeiro.
Dedique aos seus estudos.
Tenha uma boa relação com seus irmãos.
Não pode virar feiticeiro.
Não se case.
Pode conviver com os irmãos na casa.
Considerações finais --
Cumpra todos seus objetivos de estudos.
Pode se casar caso seu parceiro peça.
Irmão - Irmã número três:
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Humano.
Jovem.
Traços: Alegre, perseguida pela morte, sentimental.
Aspiração: Especialista em fantasmas
Carreira: Morte
Historia -- Essa sims com certeza sabe o significado de ser uma romancista em série, ela adora qualquer ser que tenha partido. Mas... Seu coração pertence a dona morte na qual ela quer viver um romance, mas ela tem uma enorme rival: Olivia Espectro, ela sabe que Olivia ama a dona morte também, mas qual das duas damas irá ter a morte ao seu favor?
Objetivos --
Nvl 10 em medium.
Nvl 10 em romance.
Virar a dona morte, atingindo o nvl máximo da carreira.
Ter um filho com a dona morte
Namorar 4 fantasmas.
Ser solteira.
Atrapalhe a vida de Olivia Espectro.
Regras --
Tenha um filho com a dona morte antes de morrer.
Não pode reencarnar.
Só pode se relacionar com os fantasmas.
Considerações finais --
Só pode se casar com a dona morte caso ela queira.
Pode ficar na casa com as irmãs.
Irmão - irmã número quatro:
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Humano.
Adulto.
Traços: Devoradora de livros, romanticamente reservada, criativa.
Aspiração: autora best-seller
Carreira: escritora.
Historia -- Uma sims que sonha acordada com vampiros, ela é fã de vampiros desde sempre e não irá perder a oportunidade de se casar com um, ela faz a lei da atração dela, quer se tornar uma escritora famosa sobre vampiros e relatar seu romance com um.
Objetivos --
Escreva 10 livros.
Nvl 10 em escrita.
Casar com um vampiro.
Tenha dois filhos vampiros.
Faça amizade com vampiros.
Concluir a aspiração.
Chegar no nível maximo da carreira.
Regras --
Tenha dois filhos vampiros.
Escolha apenas um sims vampiro para passar o resto da vida.
Não pode se transformar em vampira caso seja jovem adulta ainda.
Casar apenas com um vampiro, deve ser fiel a ele.
Considerações finais --
Pode se transformar em vampiro quando chegar na fase adulta.
Pode morar com o vampiro caso queira.
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satirobestial · 7 months ago
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O Banquete da Agonia
Por Cleyton França
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Em meu peito, a podridão floresce,
Não há sol que aqueça a vida que me resta.
A carne, lenta, se desfaz e apodrece,
Sou o banquete, e a morte a minha festa.
A alma, infectada pela sina vil,
Vaga por este corpo em ruínas,
Onde o sopro de existir é febril,
E a doença, astuta, caminha em minhas sinas.
Oh, verme! Que de mim te alimentas,
Não sou mais do que a tua ração!
Cada dor que em minha carne inventas
É a prova viva da minha condição.
No silêncio denso que me invade,
Há um grito sepulcral sem voz,
O eco do que um dia foi vontade
Perdido no abismo entre nós.
Sim, a doença me devora sem clemência,
E eu, mísero, aceito a sua fome.
Ela corrói minha última essência,
Enquanto apaga, lentamente, meu nome.
Sou o espectro de um corpo decadente,
Um fardo que o mundo rejeitou.
A doença que em mim se faz presente
É o reflexo de tudo o que sou.
A carne arde em febre indizível,
Os ossos rangem ao peso da dor,
A mente, outrora invencível,
Rende-se ao império do torpor.
Cada célula é um cântico sombrio,
Um hino à morte que me habita,
O corpo é o altar do sacrifício frio,
Onde a vida, impassível, hesita.
Oh, que inferno íntimo e sagrado,
Onde a alma se curva ao mal irremediável!
O tempo, esse carrasco desalmado,
Faz de minha existência um fardo insustentável.
No âmago, há um vazio que tudo consome,
Um eco oco, pulsante e corrosivo,
A doença não tem mais nome,
Mas é em cada célula que eu ainda vivo.
Eu sou o cadáver antes da cova,
O suor fétido da própria desgraça.
Cada suspiro é uma morte nova,
Cada olhar no espelho é quem me ultrapassa.
Vejo em meu rosto a marca da decomposição,
A vida se esvai sem pressa ou sentido.
Aceito o destino, sem súplica ou oração,
Pois até o sofrimento me deixa esquecido.
Sou o banquete dos vermes que nunca dormem,
A lenta dança de quem já morreu.
Nos olhos, há sombras que se contorcem,
E no peito, o inferno de quem sou eu.
Oh, tu que me olhas com desprezo ou pena,
Não vês que a doença sou eu mesmo,
Que cada fibra de mim, vil, envenena,
Até que reste somente um abismo a esmo.
A carne apodrece, e a alma, corrompida,
Abraça o fim que já se faz destino,
Pois viver é estar à beira da partida,
E morrer é libertar-se do divino.
Aceito, enfim, a doença e o seu beijo,
O abraço mortal que há muito me chama.
O fim não é dor, é puro desejo,
E no silêncio eterno, a alma se inflama.
Sou eu a própria enfermidade,
O corpo que a vida abandonou.
Na morte, encontro minha liberdade,
No abismo, o repouso que me buscou.
Agora, sou nada, sou pó, sou vento,
A existência dissolvida em sua última dor,
E no banquete do sofrimento,
Aceito ser o prato principal do horror.
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sobre-a-poesia · 3 months ago
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diário
2025
Agora são 1h20 do dia 11 de janeiro de 2025 e eu senti a urgência de levantar da cama e vir escrever.
Escrever sempre foi um caminho para organizar minha mente e eu sinto que preciso - talvez - mais que nunca. Eu sinto a ansiedade tomando conta outra vez, sinto que estou perdendo o controle mais uma vez e não quero estar.
Lendo meus registros antigos, de 2023, antes de família Carné e antes de depressão, eu vejo uma pessoa com um caminho enorme ainda pela frente e sem a menor noção das dificuldades que enfrentaria, mas, ainda assim, uma pessoa animada.
Eu tenho tido mudanças de humor muito mais frequentes do que gostaria - uma hora animada, aberta para a vida, outra hora me cobrando e me sentindo mal por querer ficar na cama.
Mas aquela pessoa lá de 2023 amadureceu tanto, viveu tanto. E eu sinto que fui construindo uma camada mais, me transformando, buscando uma segurança que só encontro na solidão do meu quarto, atrás de telas do Netflix e do Instagram. E eu tenho tanta certeza de que não é isso que eu quero pra mim, eu tenho tanta consciência de onde quero chegar... Mas o caminho anda meio nublado, tortuoso.
Nesse momento, com um novo ano começando, eu tenho duas certezas: a de que eu quero viver uma vida mais ativa, mais saudável, longe de telas; e a de que é infinitamente mais fácil voltar pro conforto do meu quarto, com o celular na mão, no momento em que qualquer coisa, qualquer coisa mesmo sai do eixo. Aí voltam as cobranças, volta a vontade de só dormir, volta o vício no celular mais forte que tudo. Um resfriado, uma visita, uma festa mal sucedida... São muitas as possibilidades do que pode tirar do meu equilíbrio. E esse equilíbrio é extremamente sensível. Se as coisas não estiverem alinhadas, ele não se sustenta.
Claro que eu sei que todo esse papo de equilíbrio é uma grande desculpa da minha ansiedade para que eu tenha um "respaldo" "racional" pra quando quiser voltar pra cova. E funciona todas as vezes, porque o meu cérebro busca o conforto, mesmo que ele saiba - e ele sabe - que não é saudável, que não é a vida que eu quero viver.
Então, a meta pra esse ano é mudar. Mudar a ponto da busca por uma vida mais equilibrada - porque nenhuma vida é totalmente equilibrada - ser não só a minha rotina, mas o meu conforto. Mudar a ponto de dizer que eu não consumo mais álcool e nem sou viciada em ficar rolando meu feed do Instagram. Mudar a ponto da disciplina ser uma constância e não a exceção.
E como fazer isso?
Eu tenho todas as ferramentas, talvez o que me falta seja o apoio psicológico - que eu ainda não posso pagar.
Passo 1: Então por enquanto, a crianção de um perfil-memória vai servir. Assim, eu posso acompanhar meus dates comigo mesma, semanalmente, como o maior compromisso para a minha saúde mental. Fazer algo diferente que me ajude a perceber que existe uma vida - muito mais gostosa - além do celular e da rotina dormir - trabalhar - ver série. E registrar isso vai ser essencial.
Passo 2: Além disso, eu vou me comprometer com o exercício físico - não importa qual seja. Aulas na academia, musculação, dança, andar de bicicleta. Inclusive tenho certeza que buscar novas opções - também complementando o passo 1 - vai me manter motivada.
Passo 3: Dormir bem. E dormir não significa dormir péssimas 15 horas de sono, com sonhos agitados e pouco descanso. Dormir bem, como reflexo do passo 2, é adaptar o meu corpo a um gasto de energia que traga uma regularização de horário, bem como diminua a ansiedade para que o momento de dormir seja simplificado em: desligar o celular - relaxar - dormir.
Passo 4: Alimentação. Talvez o mais chato deles porque eu não gosto de cozinhar. A boa notícia é que existem muitas opções que diminuem meu esforço na cozinha. Mas a principal mudança precisa ser a volta pro vegetarianismo. Levar a sério essa escolha, com o mesmo comprometimento que existia no Brasil só traz benefícios porque me incentiva a fazer novas escolhas - escolhas melhores. Não precisa organizar toda sua alimentação da semana porque estamos andando um passo por vez, mas tenha opções não só para as refeições mas para os lanches: frutas, verduras, iogurte, legumes. E diminuir o açúcar - açúcar descontroladamente liberado só em semanas de menstruação.
Passo 5: Talvez esse seja o mais difícil porque exige a combinação dos passos anteriores. Mas voltar a ver propósito nas coisas, nas suas perspectivas e nos passos que você já deu até aqui.
Ontem, dia 10/01, você escreveu que deseja honrar a força da Rayssa de 8 anos, que acordou dia 10/01/2008 e teve que enfrentar o maior desafio da sua vida, sem nem ter a total noção do que tinha acabado de acontecer.
A melhor forma de honrar a Rayssa de 8 anos que passou por tanta coisa com a cabeça erguida e vontade de viver é nunca mais deixar que o sentimento de estar desperdiçando seu tempo - e sua vida - apareçam.
Se recuperar de uma gripe, sair da rotina, viajar, nada disso é uma desculpa boa suficiente para abrir mão do seu tempo tão precioso por, pelo menos, uma semana. Ou qualquer que seja a quantidade de tempo que leve para que você volte ao ponto inicial.
Não é mais sobre recomeçar de novo e de novo e uma vez mais. É sobre mudar. Para que finalmente os obstáculos da vida sejam só obstáculos e não mais um game over.
Ainda tenho alguns escritos para adicionar por aqui. Mas precisei colocar em palavras todos esses pensamentos que hoje me impedem de dormir.
Ter a consciência do que estamos lidando dentro de nós é de extrema importância, mas mais ainda é a capacidade de realmente lidar com o problema. Para 2025, eu quero uma Rayssa livre de vícios em dopamina rápida e de ansiedade e comprometida não só com o próprio futuro, mas, principalmente, com o próprio presente.
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ffallenstar · 4 months ago
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DESAFIO DAS 1000 PALAVRAS!
Semana: 02/04.
Tema: Sentimentos - Ciúmes
Contador de Palavras: 1410
POV: Ulrich Jäger
TW: Álcool, Raiva, Violência, Ciúmes excessivos.
Ulrich já estava na quinta ou sexta taça de vinho a aquela altura da madrugada, ouvindo a música da maldita caixa de som de Sancho tocar as mesmas músicas que já tinha ouvido em outras festas exatamente como aquela, em um outro fim de ano frio e solitário, quando boa parte dos rostos naquela festa eram diferentes. Ulrich tomou outro gole com aquela constatação. Americanos são estranhos. Santiago sempre lhe assegurava que ação de graças era para família, e natal para bebedeira. Mas a realidade é que Ulrich não sabia se era coisa de ter uma família disfuncional, como a maioria ali tinha, que os fazia dar aquelas festas e evitar encarar duas vezes o amontoado de falhas que colecionam ao longo da vida, ou se realmente Santiago estava sendo honesto e era meramente uma questão de cultura. De todo modo, quase todo ano tinha festa de natal na mansão de um dos dois.  
Um dia, Arif havia ido de seu acompanhante, e naquela noite em específico sua falta parecia latente, não só em seu peito, mas nos espaços vazios da festa, onde anteriormente seu ex-noivo a tornava as coisas um pouco mais animadas, os entretendo com longas histórias carregadas das mais belas mentiras, vez ou outra com uma música ou duas no piano e quase sempre com a presença agradável dos dois filhos. Agora o noivo estava morto, e o filho mais velho, se tudo corresse bem, certamente o acompanharia para cova em breve, sobrando apenas a mais nova que lhe parecia tão deslocada quanto o próprio Ulrich se sentia. Cruzou os olhos com os dela, movendo a boca silenciosamente “Conversamos mais tarde?” e recebendo um breve sim com a cabeça mas não mais que aquilo.
Sua nova noiva, Defne, por outro lado, não parecia nada deslocada, mesmo ainda estando as sombras de um homem que nunca tivera a chance de conhecer. Ulrich se pegou comparando ela a Arif durante toda a noite, e para além de suas semelhanças mais óbvias como o sotaque, os olhos e cabelos terem a mesma cor e o gosto absurdamente espalhafatoso de ambos, ela também havia se mostrado mais do que capaz de ser o centro da festa como ele. Havia contado uma dúzia de histórias com mais do que duas dúzias de mentiras, e feito Sancho rir. Ulrich precisou tomar mais um gole de seu vinho por aquilo.  
Os dois estavam na mira de seu olho, conversando na ante sala em um sofá virado para uma das mais belas vistas que aquela mansão poderia proporcionar. As músicas seguiam tocando pelo ambiente, com ela próxima a ele de uma forma que não ficava perto de si a meses, parecendo que estavam em um mundo próprio, onde só eles dois poderiam entrar. Dali, parecia que os olhos de Sancho sob o decote do vestido vermelho que ela usava e uma das mãos dela segurava a taça, mas daquela posição não conseguia ver exatamente onde a outra estava posicionada, apenas que estava tampada pelas costas de seu velho amigo. 
Arif e ele haviam tido uma briga feia no caminho da mansão da montanha, e por conta disso, Arif havia trocado poucas palavras consigo, e o evitado por uma boa parte daquela noite. Ulrich sabia que não dormiram no mesmo quarto aquela noite, talvez nem mesmo na mesma casa, entretanto, pior do que isso, ele havia ido sentar na mesa em frente a si e ao lado de Sancho. Ulrich sabia o que isso significava muito bem. Arif não havia sido tão discreto sobre o caso extraconjugal com o chefe dos dois, e Ulrich tentava se fazer de cego o suficiente para que aquilo não se tornasse uma questão entre os dragões, entretanto também não achava que seu noivo seria desrespeitoso o suficiente para faze-lo em sua frente. Mas Sancho estava quieto demais para seu gosto, e ele podia jurar que via o braço dele se mover suavemente debaixo da mesa. 
“Eu acredito que a nova remessa deve chegar em breve ao porto.” Os lábios de Arif se moviam, mas os olhos de Ulrich seguiam sua mão
“Não acha que podemos ter problema com os Genovese?” Santiago olhava para ele com uma certa raiva, que queimava nos olhos dele, Sancho permanência quieto, com a taça de vinho na mão, tentando abafar os gemidos
“Não vão, eu botei um rato na casa de Emiliano, um rato que ele não vai pegar tão cedo.” A mão dele pareceu afundar, e naquele momento Ulrich não teve coragem de olhar a cara de Sancho, e nem de ouvir se ele tinha algo a dizer sobre aquele assunto, afinal a conversa continuaria
“Se vocês me dão licença” Se levantou rapidamente, atravessando as portas até uma das varandas para fumar.
Quando se pegou, Ulrich já estava indo na direção deles dois. Ele tá me traindo de novo. Os olhos queimaram sob a nuca de Sancho. Ela tá me traindo também. Eles tão me traindo de novo. Os passos se apressaram e quando se percebeu já estava jogando o líquido em sua taça sobre a cabeça de Defne. Foram questões de segundos até ela virar para ele, os olhos castanhos iguais aos de Arif arregalados por um instante, mas onde viria a raiva do ex noivo, veio dúvida e tristeza.
“O que está fazendo? Agora vai me humilhar também?” Ulrich tentou procurar com os olhos onde as mãos dela estavam posicionadas. Mas se antes estavam sobre Sancho, ela havia tirado rápido o suficiente para que ele não percebesse.
“É uma boa pergunta”  Os olhos de Sancho encontraram os seus. “O que diabos está fazendo? Ela não fez nada.” 
“Mas você está seu merda….eu sei o que ta fazendo! VOCÊ TA FAZENDO A MESMA COISA QUE DAQUELA VEZ!” Seu tom de voz começou a aumentar gradativamente e Ulrich tacou a taça conta o chão. O som do grito foi suficiente para que Santiago viesse correndo “EU NÃO VOU DEIXAR, VOCÊ TÁ ME ENTENDENDO?!” 
Sentiu a mão de Santiago contra seu ombro, o segurando. “Eu acho que você bebeu demais, Ulrich” A força sobre o ombro dele cresceu mas Ulrich o empurrou de volta com toda força que podia, a ponto de Santiago cair sobre o chão.
“NÃO BEBI PORRA NENHUMA! ELES TÃO ME TRAINDO DE NOVO, SANTIAGO!” A voz saiu meio confusa enquanto as lágrimas de raiva.  “ARIF E SANCHO TÃO ME TRAINDO DE NOVO”
Ouviu um longo suspiro de Sancho, que tocava no ombro de Defne. “Eu vou te chamar um carro, ta bem?”
“NÃO TOCA NELE, SEU DESGRAÇADO.” Ulrich tentou avançar para cima de Sancho com um soco, e em seguida deu outro e mais outro sem parar, os segundos que se seguiram foram completamente confusos, sentiu Defne tentando o empurrar para longe de Sancho, e depois um puxão da gola de trás de Santiago, que o segurou pelo pescoço
“Merda do caralho!” Santiago o xingou o puxando para longe dali, de Sancho e de Defne. “Se controla porra! Ele não tá mais aqui.”
Ulrich acendeu mais um cigarro. Um dos muitos que havia acendido desde o momento em que se retirou do jantar. Havia ficado na varanda caminhando de um lado para o outro perguntando se Arif realmente havia tocado Sancho. Talvez estivesse ficando louco. Ele já era louco. Era o que Renée sempre havia dito, e o que muitas vezes Arif havia confirmado. Que ele era um homem louco, que imaginava e via coisas. Mas Ulrich tinha mais que certeza que os dois estavam tendo um caso.
Tragou outra vez o cigarro em suas mãos, caminhando mais pra frente na varanda. Ela cobria a mansão quase toda, e certamente todas os quartos que tinham janela ao menos. E foi ali, que teve uma visão ainda mais pior que a anterior. Estava tudo escuro, mas, aquele cômodo era com certeza o escritório de Sancho. E duas figuras masculinas naquela escuridão pareciam se tocar com gosto. Ulrich sentiu o peito afundar e doer ainda mais, tanto que sentiu que podia explodir. Titubeou, jogou o cigarro para fora do encosto da varanda e começou a se aproximar calmamente, querendo ver melhor as figuras naquele quarto. Isso até sentir uma mão em seu ombro.
“Não faz isso” A voz de Santiago aconselhou, e Ulrich olhou para ele, lágrimas de raiva cobrindo o olho.
“Eu sei o que esses dois merdas estão fazendo” 
“Mas não é por isso que precisa ver e se ferir ainda mais.” E Ulrich ouviu. Uma única vez ele ouviu.
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luciana-xviii · 7 months ago
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FLORES EM MEUS PULMÕES 💐
Teu amor era como descobrir um novo mundo, uma nova e longa história.
Resolvi que me arriscaria.
Você é uma arte como um galho seco.
Os pássaros voaram quando você passou.
O que eu estava fazendo? Eu devia correr? Você me parecia poesia
mas tão assustador, enorme e com garras.
Seu amor parecia inocente, como beija-flores. Então, em uma chuva depois veio a luz do sol, flores cresceram em meus pulmões.
Flores delicadas e gentis, borboletas saiam da minha boca e meu corpo afundou ao chão.
Eram flores bonitas, mas não era a intenção delas me fazer o bem.
Cresceram em meus pulmões e me deixaram sem ar, dessa forma, as borboletas cavaram minha cova.
Ninguém pôde me salvar, eu escolhi ficar a sós com um monstro.
Ele me parecia divertido, eu digo.
Oh, eu odeio a chuva, odeio as flores e esse maldito sol sabe me queimar. Sou um cadáver numa garrafa que está no fundo do mar.
━⁠☆゚⁠.⁠*⁠・⁠。゚。⁠*゚⁠+
Com amor e carinho,
ℒ. ♡
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maldoniastar · 1 year ago
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✶⋆˚ ⁀➷ headcannons below & bonds.
evangeline maldonia tem vinte e sete anos, é apanhadora dos leões e está no módulo II dos mocinhos. filha única da tiana e do naveen (a princesa e o sapo), seu novo conto é a duquesa sangrenta onde protagonizará como marcele, a tola.
como apanhadora, eva não é menos que implacável. quando o besouro verde entra em campo, não existe nada além dela e a distância entre eles. se você é um escorpião e nunca acabou levando um sopapo – verbalmente atroz ou fisicamente doloso – da lady ou de sua daemon, não se acanhe: sua hora logo chega.
aliás, a parceira alada e impetuosa da maldonia se chama estelar e é muito comum que eva dê algumas fugidinhas noturnas quando pode para voar junto da daemon, que também é uma grande apreciadora de passeios a luz das estrelas.
e quando não está voando, é bem comum que seja encontrada bem submersa. a área das piscinas costuma ser basicamente seu segundo esconderijo, especialmente a noite.
evangeline é uma prodigiosa atleta e acrobata. além de praticar algumas artes marciais como luta de bastões, capoeira e kung-fu, sendo também uma grande apreciadora do yoga e proficiente em combate corpo a corpo.
ela não mantém contato frequente com sua família desde que seu pai foi amaldiçoado e tragicamente morto. também houve o acidente que roubou a visão de tiana, que agora morava com sua amiga charlotte na grande mansão de nova orleans. isso inclusive é um dos motivos pelos quais mama odie costuma puxar sua orelha sempre que a visita no bayou onde mora com juju, a cobra.
eva tende muito a duplicidade em questão de comportamento, em algumas ocasiões, pode ser bastante encantadora em outras pode ser extremamente arrogante. evangeline é naturalmente charmosa e carismática mesmo com a língua afiada. ela sabe quando e como usar sua acidez e quando manter a compostura. considera-se que, ás vezes, ela pode ser muito vingativa e cruel. apesar de mostrar inicialmente uma atitude altiva e indiferente em relação aos outros, além da família, ela esconde um coração desconfiado e frágil – mas bem, bem no fundo mesmo.
é muito fácil identificar quando ela está feliz ou enraivecida – os dois picos de emoções mais constantes que ela tem: eva brilha. incandescência pura a cobrindo como uma segunda pele. mas são especialmente raras as ocasiões que isso ocorre.
PODER: manipulação de energia estelar. eva consegue absorver energia das estrelas e tem a habilidade de canalizar e projetar essa mesma energia em explosões destrutivas chamadas "starbolts", além de moldar essa mesma luz a sua vontade.
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amigos do outro lado ✶ tinha tudo pra dar errado. mundos completamente diferentes, criações e perspectivas super distintas. pesadelo e nuvem não se misturam. mas por que... apenas deu certo? muse a e evangeline tem uma relação intrigante de cumplicidade. agem como se fossem velhos conhecidos, partilhando de uma familiaridade sem igual. por muse a, eva cavaria covas e enterraria corpos sem pensar duas vezes. mesmo que não entenda exatamente a natureza de toda confiança que tem em muse a.
quando formos humanos ✶ não tem relação mais bem consolidada que uma construída em cima de uma pilha de garrafas de vinho e taças cheias. certo? certo. foi na bebedeira que muse b e evangeline cultivaram um vínculo amistoso e divertido. é muse b quem eva busca sempre que precisa de uma distração ou uma boa dose de diversão.
cavando mais fundo ✶ muse c sabe demais. ou pelo menos acha que sabe muito sobre eva e por isso, tenta ser a influência positiva na sua vida, acredita que pode resgatar ela desse poço de culpa e mágoa no qual ela se afunda e se afasta sempre que tem alguém perto demais. muse c quer mostrar que há muito mais do que eva é capaz de ver.
eu nunca beijaria um sapo! ✶ maldita hora que evangeline foi confiar na sua alta resistência alcóolica. quando a bebida entra, a dignidade sai, dando abertura para os mais hediondos desejos ocorrerem. era mais gostoso para eva imaginar muse d como seu alvo em uma montanha-russa do que sob suas coxas. o clima depois da maior contradição da vida de eva? bem, é o que vamos ver. tw: alto tesão.
era uma vez um coração partido ✶ muse e é inesquecível. seja pelo beijo, pelos momentos íntimos compartilhados ou pela risada que até hoje assombra algumas lembranças sensíveis de evangline. não era pra ter terminado assim... mas querer não é poder, e quando eva foi ver, muse e não ficou para o café da manhã.
alguma coisa aconteceu ✶ eva reparou no seu olhar que não tremeu quando chegou a lhe tocar. não pode ser, que insensatez... ninguém jamais lhe olhou assim alguma vez. muse f e ela se conhecem de vista, eva tem certeza. mas o que tem em muse f que lhe atrai quase magneticamente? quando se dá conta, estão andando lado a lado. ou juntos no mesmo cômodo, se esbarrando vez ou outra. coincidências? eva não acredita que sejam. mas que tem alguma coisa aí, tem.
scooby dooby doo ✶ o mistério da morte do pai de eva intriga e muito muse g, cuja curiosidade acabou contagiando a lady um pouco. é um grande mistério a ser desvendado, e muse g quer muito fazer parte da descoberta.
inimigos humanos, bffs daemons ✶ o destino poderia ser realmente cruel. evangeline aceitou esse fato no instante que descobriu que estelar, sua daemon, estava de dengo com o daemon de muse h – a pessoa que ela mais desgostava em toda tremerra. no que isso vai dar? é o que vamos ver.
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anapoems · 7 months ago
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Cova
Não me atentei a onde eu ia
Segui a vida assim como a noite segue o dia
Quando me dei conta já era tarde de mais
Não tinha como voltar a trás
Cavei minha própria cova
Embora eu ainda fosse nova
Sequer estava perto da morte
Mas agora rezo para que eu tenha sorte
De escapar dessa armadilha que eu mesma fiz
E poder viver de novo, algo que antes eu nunca quis
~ AnaFC
Primeiro poema que escrevi que estou postando aq, espero que gostem ;)
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inutilidadeaflorada · 6 months ago
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República Faustiana
Vamos exumar um Dutra qualquer A flor que você depõe é íntima do Mercúrio Um desfile mergulhado em pólvora O povo em transe com imagens no meio do abismo
Vamos sambar sob a cova de um Castelo Branco Por quem foi decapitado, por quem não pôde antes Por quem jamais esquecerá, contra o perdão das instituições O rei está deposto e morto, entretanto, sempre no cio
Você se contenta com os discursos de um novo Costa e Silva Você se contenta com ameaças veladas de um elefante branco Você come dos restos de um banquete enferrujado Você funda um ritual de mutualismo com fardas sujas de sangue seco
Beijaram o asfalto, os tragaram em porões O amor conhecendo a coerção O trágico Fausto cantando um carnaval Entre as sombras de um viaduto
Houveram poucos Hermes Batucando seu regresso Ensaiando seu monólogo Para despistar a ordem
Surge um corpo remendado Médici ressuscitava carcaças de Bacantes Para insinua-las a sua nova Lady Lazarus Para que pudesse moldar o encanto
Outro Geisel com obsessão sacra por coturnos Os muitos carnavais ainda com gosto de maçã crepuscular O papel de uma distensão, vagorosamente um trópico se estende Para reluzir sob as convenções ridículas de uma vingança protestante
Por fim aqueles que entoam um Ustra Inflamam um escarcéu, inventam seus rivais Frustram-se em um mar de arrogância Tão incompetentes em performar seus papéis
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