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sakurajjam · 2 years ago
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Queria saber porque as moderações pararam de postar as fichas dos personagens. É um saco quando vai plotar e u player não tem uma info do char. Gosto de ler e chegar com ideia, mas sem acesso as fichas fica difícil
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não faço ideia, cerejinha. a rinn, quando moderava, falava que era um saco formatar uma ficha para postar, mas que valia a pena para ajudar os players para postar. como a maioria dos rps tá sendo appless, não tem muito o que postar, né? cada moderação deve ter seu motivo para postar ou não, mas se o caso é para conseguir plot, pergunta direto pro player, pede alguma diretriz pra chegar com ideias.
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northrnsky · 2 years ago
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                                                              @pevlusie liked for a starter for lucy
The celebration had gone on all night; the pale fingers of dawn were creeping their way about the horizon, tracing the uppermost boughs of the trees with their pearly pinkness, beginning to gloss the high planes of everyone's faces with golden light. An hour ago Peter would have sworn he felt no tiredness - the dryads had that effect, and the naiads were enthusiastic dancers; he was never sure if it was magic that kept everyone on their feet for so long, or simply the joy of the music. Now, though, he could feel the exhaustion beginning to set in. In the orchard in the centray courtyard of Cair Paravel, the lit candles had burned down almost to stubs, and the floating lanterns hung heavy on their slender strings, the wicks spluttering out.
He found his sister tucked into a corner with a final slender goblet of wine, and threw himself down beside her. Someone had braided a crown of flowers into his golden curls, but it had slipped sideways and hung at an angle that would've been rakish if the world wasn't swimming before his eyes. He grinned at her from his horizontal angle. "Five years," he said, and yawned hugely, his jaw cracking. "Can you believe we've survived five years?"
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bohannon33 · 1 month ago
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Even today, we have to be over qualified ,with overwhelming experiences and if you are white, well that is it. Their DEI, CRT theories hold about as much water as a paper cup with a hundred holes in it....
The BIack guy had to be a Brigade commander, Division commander, Corps commander, MuIti-NationaI Corps Commander, United States Forces Commander, Vice Chief of Staff of Army, United States CentraI Commander, get awarded the SiIver Star, and be a four star GeneraI to even be considered for the Secretary of Defense.
MeanwhiIe the other guy just had to be in the Army....SMDH
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xingxeng · 5 months ago
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Temp - 01/ EP -02
Well, I’m done! I’m still learning to write; you can tell by my amateur style, right? KKKKK! My only writing knowledge comes from books, whose dialogues seem a bit outdated, shall we say. Anyway, for the next topic... I’m going to talk about work and college, which have always been central in my life.
I want to share a bit about my professional journey.
Currently, I’m working as a graphic designer. You must be wondering how I got into this field, right? When I finished high school, I started working at a printing company as a clerk. At the time, I didn’t know anything about design; I only had knowledge in hacking and software development. But I knew the basics that a printing clerk needs, like using Excel, for example.
After a few months, I started to get interested in the graphic aspect of the job. I decided I wanted to learn more about it, and in just two weeks, I acquired the necessary knowledge to start working as a graphic designer at the same printing company. And to be honest, I’m very proud of this achievement! Since then, I’ve personalized an immense variety of things and faced many challenges, from graphics and files to quality issues.
Recently, I faced a big challenge while creating a wind banner. The platform we used only accepted files in PDF, Corel Draw, or Illustrator, while I was more familiar with Photoshop. It was a tight deadline, and the file corrupted several times. It was a stressful situation, especially because some people I considered friends and thought would support me spoke poorly of me, saying I didn’t know when to give up and that I wasn’t that good. That really upset me, but I decided to take the work home and solve the problem myself.
This taught me a valuable lesson: learning never stops. Those who work in design, software, or any tech-related field need to stay updated, as the world is constantly evolving. I learned that, no matter how tired I am, I should always strive to do my best. I won’t let people with a limited view discourage me.
Graphic design provides me with a stable life, despite all the headaches that come with the profession. But honestly, I love what I do. You know when you find a passion at first sight? That’s how I felt about graphic design.✨🌻🐝
TRADUÇÃO:
Bem, eu terminei! Ainda estou aprendendo a escrever; você pode perceber pelo meu estilo amador, certo? Meu único conhecimento sobre escrita vem de livros, cujos diálogos parecem um pouco ultrapassados, digamos assim. De qualquer forma, para o próximo tópico… Vou falar sobre trabalho e faculdade, que sempre foram centrais na minha vida.
Quero compartilhar um pouco sobre minha jornada profissional.
Atualmente, estou trabalhando como designer gráfico. Você deve estar se perguntando como entrei nesse campo, certo? Quando terminei o ensino médio, comecei a trabalhar em uma gráfica como atendente. Na época, não sabia nada sobre design; só tinha conhecimento em hacking e desenvolvimento de software. Mas eu sabia o básico que um atendente de gráfica precisa, como usar o Excel, por exemplo.
Após alguns meses, comecei a me interessar pelo aspecto gráfico do trabalho. Decidi que queria aprender mais sobre isso, e em apenas duas semanas, adquiri o conhecimento necessário para começar a trabalhar como designer gráfico na mesma gráfica. E, para ser honesta, estou muito orgulhosa dessa conquista! Desde então, personalizei uma imensa variedade de coisas e enfrentei muitos desafios, desde gráficos e arquivos até questões de qualidade.
Recentemente, enfrentei um grande desafio ao criar um banner de vento. A plataforma que usávamos aceitava apenas arquivos em PDF, Corel Draw ou Illustrator, enquanto eu estava mais familiarizada com Photoshop. O prazo era apertado e o arquivo corrompeu várias vezes. Foi uma situação estressante, especialmente porque algumas pessoas que eu considerava amigas e achava que me apoiariam falavam mal de mim, dizendo que eu não sabia quando desistir e que não era tão boa assim. Isso realmente me chateou, mas decidi levar o trabalho para casa e resolver o problema sozinha.
Isso me ensinou uma lição valiosa: o aprendizado nunca para. Aqueles que trabalham em design, software ou em qualquer área relacionada à tecnologia precisam se manter atualizados, pois o mundo está em constante evolução. Aprendi que, não importa quão cansada eu esteja, devo sempre me esforçar para dar o meu melhor. Não vou deixar pessoas com uma visão limitada me desencorajar.
O design gráfico me proporciona uma vida estável, apesar de todas as dores de cabeça que acompanham a profissão. Mas, sinceramente, eu amo o que faço. Sabe quando você encontra uma paixão à primeira vista? Foi assim que me senti em relação ao design gráfico.✨🌻🐝
-BIANCA SILVA
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internexumbr · 5 months ago
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A Qualcomm recentemente abordou a Intel sobre uma possível aquisição.
Veja o original, em inglês, aqui: https://www.cnbc.com/2024/09/20/qualcomm-reportedly-approached-intel-about-takeover.html
Por: https://www.cnbc.com/kif-leswing/ e https://www.linkedin.com/in/rohangoswamicnbc/
A Qualcomm recentemente abordou a fabricante de chips em dificuldades, Intel, sobre uma possível aquisição, confirmou a CNBC.
Não estava claro se a Intel havia se envolvido em conversas com a Qualcomm ou quais seriam os termos, de acordo com uma pessoa familiarizada com o assunto que pediu para não ser identificada porque a informação era confidencial.
O Wall Street Journal foi o primeiro a relatar o assunto. As ações da Intel inicialmente subiram com a notícia antes de fechar com alta de cerca de 3%, enquanto as ações da Qualcomm caíram cerca de 3% no fechamento.
O acordo, se acontecer, seria uma das maiores fusões tecnológicas de todos os tempos. A Intel tem um valor de mercado de mais de 90 bilhões de dólares.
Antigamente a maior fabricante de chips do mundo, a Intel está há anos em uma espiral descendente que se acelerou em 2024. As ações da empresa tiveram sua maior queda em um único dia em mais de 50 anos em agosto, após a empresa relatar resultados decepcionantes. As ações da Intel caíram 53% este ano, à medida que os investidores expressam dúvidas sobre os planos caros da empresa de fabricar e projetar chips.
A Qualcomm e a Intel competem em vários mercados, incluindo chips para PCs e laptops. No entanto, a Qualcomm, ao contrário da Intel, não fabrica seus próprios chips, e em vez disso, depende de empresas como a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company ( TSMC ) e a Samsung Semiconductor para lidar com a produção.
Na segunda-feira, após uma reunião do conselho para discutir a estratégia, o CEO da Intel, Pat Gelsinger , enviou um memorando aos funcionários reiterando o compromisso da empresa de investir fortemente em seu negócio de fundição, um projeto que pode custar 100 bilhões de dólares nos próximos cinco anos. Também disse que estava avaliando investimentos externos.
A Intel também perdeu a onda da inteligência artificial que capturou a atenção de Wall Street. A maioria dos programas avançados de IA, como o ChatGPT , roda em processadores gráficos da NVIDIA , em vez de processadores centrais da Intel. A Nvidia detém mais de 80% do mercado em rápido crescimento, segundo analistas.
A Qualcomm gera menos receita do que a Intel. Ela reportou 35,8 bilhões de dólares em vendas no ano fiscal de 2023, em comparação com os 54,2 bilhões de dólares da Intel no mesmo período.
Um possível acordo seria complicado por questões antitruste e de segurança nacional. Tanto a Intel quanto a Qualcomm fazem negócios na China, e ambas viram acordos serem anulados por reguladores antitruste chineses. A Intel não teve sucesso com sua tentativa de aquisição da Tower Semiconductor , assim como a Qualcomm em sua tentativa de adquirir a NXP Semiconductors .
Outras grandes aquisições no setor também foram anuladas. Em 2017, a Broadcom fez uma oferta para comprar a Qualcomm por mais de 100 bilhões de dólares. O governo Trump bloqueou o acordo no ano seguinte por questões de segurança nacional, porque a Broadcom estava sediada em Singapura na época. E em 2021, a Comissão Federal de Comércio processou para bloquear a tentativa de compra da Arm pela Nvidia por motivos antitruste. O acordo foi cancelado em 2022 após pressão adicional de reguladores na Europa e na Ásia.
Representantes da Qualcomm e da Intel Corporation se recusaram a comentar.
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edisonblog · 1 year ago
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Black People in the Basement - the work of the German Johann Moritz Rugendas - exposes the inhumane and unhealthy conditions of black people.
Published in the book Voyage Pittoresque dans le Brésil (Picturesque Journey Through Brazil), from 1835.
The work depicts the scene from the hold of a ship that transported slaves between Africa and America, in the 19th century. In the painting, the living conditions (and transportation) of black people who were brought as slaves are exposed.
The author's collection of lithographs contributed to the abolition of slavery, especially through the painting Negroes no Fundo do Porão
Description
The lithograph of Negros no Fundo do Porão is 35.5 centimeters high by 51.3 centimeters long.
The scene depicted in the painting takes place in the hold of a slave ship. The only entry of light is an opening in the basement ceiling (hatch), which illuminates the central elements of the painting. The place is crowded: there are about thirty black people and three white people. However, the scene does not seem to contain the marks of what really happened in the slave trade - as appears in Castro Alves' poem, O Navio Negreiro.
The white people in the scene, two men and a woman, are close to shelves that were used as beds to save space when transporting slaves - which reveals, despite the author's softening, the conditions and number of people who shared that space .
One of the white men, who has his back to the viewer and dressed in a white shirt, green vest and brown pants, points his finger in the face of one of the black men, who is sitting on the floor with his arms crossed, looking away.
The other white man, dressed in a suit and hat, is right behind the first, holding a kerosene lantern, which dimly illuminates the dark basement.
With them there is a girl, who has her hair tied up and wearing a white shirt, and helps carry a black man who appears to be unconscious - something that was common, since mortality on slave ships could reach up to 50%, depending on the distance. of the trip.
Around the three, there are black men and women, sitting on the floor and on shelves.
They all appear naked or with little cloth covering their private parts. While those in the background appear sitting or leaning against the walls of the ship, those in the front of the painting remain lying face down and one of the women is seated, carrying a child.
In the left part of the painting, there are some black people covering themselves with a white fabric and one of them is lying on something hanging like a hammock.
Right next to him, in the center of the screen, a black man is standing, on his toes, with his arms raised to reach for something they are handing him from the basement opening.
#edisonmariotti
edison’s Substack
.br
Negros no Mundo do Porão - obra do alemão Johann Moritz Rugendas - escancarar as condições desumanas e insalubres dos negros.
Publicada no livro Voyage Pittoresque dans le Brésil (Viagem Pitoresca Através do Brasil), de 1835.
A obra retrata a cena do porão de um navio que transportava escravos entre a África e a América, no século XIX. Na pintura, ficam exposta as condições de vida (e transporte) dos negros que foram trazidos como escravos.
A coletânea de litografias do autor contribuiu para a abolição da escravatura , especialmente pelo quadro Negros no Fundo do Porão
Descrição
A litografia de Negros no Fundo do Porão tem 35,5 centímetros de altura por 51,3 de comprimento.
A cena retratada na pintura acontece no porão de um navio negreiro. A única entrada de luz é uma abertura no teto do porão (escotilha), que ilumina os elementos centrais do quadro. O local está lotado: há cerca de trinta negros e três brancos. Porém, a cena não parece conter as marcas do que realmente se passava no tráfico negreiro - como aparece no poema de Castro Alves, O Navio Negreiro.
Os brancos que estão na cena, dois homens e uma mulher, estão perto de prateleiras que eram usadas de cama para economizar espaço no transporte de escravos - o que revela, apesar da amenização do autor, as condições e quantidade de pessoas que dividiam aquele espaço.
Um dos homens brancos, que está de costas para o espectador e vestido com uma camisa branca, colete verde e calças marrons, aponta o dedo no rosto de um dos homens negros, que está sentado no chão de braços cruzados, desviando o olhar.
O outro homem branco, vestido com um terno e chapéu, está logo atrás do primeiro, segurando uma lanterna de querosene, que ilumina vagamente o porão escuro.
Com eles há uma moça, que está de cabelo preso e camisa branca, e ajuda a carregar um homem negro que parece estar desacordado - algo que era comum, uma vez que a mortalidade nos navios negreiros podia chegar a até 50%, dependendo da distância da viagem.
Ao redor dos três, há homens e mulheres negras, sentados no chão e em prateleiras.
Todos eles aparecem nus ou com poucos panos cobrindo suas partes íntimas. Enquanto os que estão ao fundo aparecem sentados ou encostados nas paredes do navio, aqueles que estão na parte da frente do quadro permanecem deitados de bruços e uma das mulheres, sentada, carregando uma criança.
Na parte esquerda do quadro, há alguns negros se cobrindo com um tecido branco e um deles está deitado em algo pendurado como uma rede.
Logo ao lado dele, no centro da tela, um homem negro está de pé, na ponta dos dedos, com os braços levantados para alcançar algo que estão lhe entregando da abertura do porão. @edisonblog
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allthebrazilianpolitics · 3 years ago
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Brazil Kicks Off $7.4 Billion Eletrobras Privatization
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Brazil’s state-controlled utility Eletrobras has launched what may be one of the nation’s largest equity deals on record and lead to the privatization of the power company.
Centrais Eletricas Brasileiras SA, as the Rio de Janeiro-based firm is formally known, and Brazil’s development bank BNDES are offering a combined 697,476,856 shares, according to a filing Friday. If the over-allotment is fully sold, it could add as much as 104,621,528 shares to the deal. 
The sale could raise as much as about 35 billion reais ($7.4 billion) based on the stock’s Thursday close. That would make it Brazil’s second-largest on record, trailing only the $70 billion offering of Petrobras stock in 2010, Bloomberg data show. 
Continue reading.
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thealchemytrolls · 3 years ago
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Rangers you say? Tell us more about them!
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Cupper: With the wide wastes outside the cities and Oasis cities in the Iarge regions that make my home, the Iaw enforcement is the Group known as the Peace Keeper Rangers. They PatroI the arrid Iandscape and protect settIements and trade routes. They are mostIy in desert and badIand regions.
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Cupper: They bear the cIassic SigiI of the Wheat on them, the symboI of our Faction. They are headquartered in GoIdgrass, far more centraI than Coppercove. From there they have reach to the western waIIs of Copper cove to the Iush eastern pIanes of SiIvershoaI.
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blackwoolncrown · 6 years ago
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IDing as ‘queer’ is fundamentally an ID of difference. You are saying you stray from the norm. And joining a safe space to bond over that is valuable because it offers you support where others have acted harmful towards you for not conforming to that norm. 
So first of all, anyone saying they are part of the queer community is invoking this otherness, and this bond of ‘I too am misunderstood or shunned for nonconforming’.
Cool? Cool.
So to turn around and say to people who don’t want non-LGBT people in LGBT spaces ‘oh-ho so you’re saying you have to be oppressed to be queer?’ like it’s some gotcha is fucking insane. Straight up. 
First of all, YOU said that, when you demanded acceptance into a group made to protect and uplift ppl who are misunderstood and attacked for their gender and sexuality.
Second of all, this idea that the history of oppression conveniently has ~nothing to do~ with what qualifies LGBTness is highly suspect and mirrors colonizer attitudes. Funny that someone who doesn’t live with a certain kind of oppression gets to decide how relevant that oppression is to an identity.
Funny, because that is literally invalidating LGBT people’s experiences. Saying the history of oppression and need for access to specific support and resources shouldn’t have anything to do with who is in the community is completely disrespectful, invalidating and dehumanizing and I’ve seen too many other aces totally content with cosigning this behavior.
Third of all, that this discourse has gotten so far where we have non-LGBT aces leveraging queer acceptance AGAINST people MORE vulnerable to transphobia and homophobia than them is an intolerable inversion of logic and a total failure to understand intersectionality.
Just like a black woman’s experience of oppression is multiplied by the intersections of sexism and racism in a way that no white woman nor black man can say they intimately understand, so too do the intersections of external oppressions increase the vulnerability and complexity of experience in regards to a given issue a person deals with.
Someone who is ‘queer’ because they are aro ace alone does not experience the world the way someone who is queer because they’re wlw and/or trans or the way someone who has to deal with being misgendered or someone who has to hope the government sees them as human and is demeaned in society for not living up to gender expectation and is vulnerable to violence if people find out who they date.
Literally, the fewer facets of your bodily experience are vulnerable to oppression, the fewer things you have to look out for every day. The fewer funny glances, disconcerting stares, disappointing interviews, scary walks home, etc you deal with.
That I have had multiple discussions with other aces who think that our saying that oppression does, actually, have something to do with who is in a community made to support those who go unsupported is some sort of backwards intellectual failure and moral inconsistency is, even for me, so absurd it’s impossible to word. That we have people who don’t experience a kind of oppression that I *do* telling me that doesn’t mean anything is familiar in the worst way. I know what oppression smells like, I’ve smelled it more than you.
It is awfully convenient that the specific type of experiences y’all don’t go through are the ones you say shouldn’t matter when it comes to what being LGBT means.
It’s really fucked up, if you ask me. I hadn’t really wanted to get into it, I felt like it would hash out, but it’s really gotten so far out of hand.
People are literally saying our experiences don’t matter...and y’all think that’s cool? That’s y’alls discourse? 
This is why the overuse of ‘queer’ was a mistake. Everyone wants to be queer until it’s time to talk about why the community was needed- NEEDED, this is not a fandom!!- in the first place.
If you’ve never been the victim of the shit we go through don’t you ever sit up here and tell us it has nothing to do with who we are.
The more vulnerable you are, the more protection you need. Point fucking blank. Gay, Lesbian, Bi, Trans, and NB people will always be more vulnerable to oppression as long as society is homophobic, transphobic, heteronormative, etc. They are always going to be more relevant than someone who does not experience these issues. Their voice will always deserve to be lifted higher, they will always be more centrai to the issue.
If you experience something less (or not at all!! at fucking all!) you’re less educated on the issue. End of story. A white person cannot school me on what is or isn’t part of the Black Experience. Someone who doesn’t have a personal experience of being targeted for being LGBT can’t deign to talk down to someone who has in their own community.
Y’all know so little. Be glad.
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undesirablenumberone · 5 years ago
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🍓 minkyo
give me a 🍓 and one of my ocs and i’ll tell you some random facts headcanons about them.
1. a timidez de minkyo ao redor de desconhecidos sempre foi algo a respeito de que era provocado quando criança; ele, hana e jin estudaram juntos durante toda a vida em uma das melhores escolas de seoul, e as duas eram as únicas pessoas com quem conseguia conversar sem se envergonhar já que haviam sido criados juntos, mas minkyo simplesmente não falava quando na presença de outras pessoas– foi diagnosticado com mutismo seletivo quando tinha 8 anos: era perfeitamente capaz de falar com as pessoas que considerava sua família, mas travava sempre que qualquer outra pessoa lhe dirigisse a palavra; seus professores a princípio pensaram se tratar de uma desculpa para não fazer apresentações orais de trabalhos e foram muitos os bilhetes enviados a respeito para seus pais antes que o levassem até uma psicóloga; foram longos anos de terapia até que superasse este obstáculo. 
2. como passou grande parte de sua vida incapaz de socializar com pessoas fora de seu círculo imediato de convívio íntimo, minkyo não teve a maioria das experiências normais da infância, e isso se respingou também em sua adolescência mesmo quando já havia superado o mutismo seletivo – a timidez, é claro, havia permanecido. minkyo não deu seu primeiro beijo até o último ano do colégio, nunca teve a coragem para convidar ninguém para qualquer um dos eventos escolares que pediam por pares e, por se sentir frustrado com a própria inaptidão social, desenvolveu uma eficiência metódica em seus estudos de maneira a ser bem-sucedido pelo menos em uma coisa. 
3. perto de hana e jin, porém, tudo sempre fora diferente: com elas era capaz de fazer piadas e comentários sagazes, arrancando risadas fáceis, e não tinha papas na língua em desabafar tudo o que o afligia.
4. por ter uma sensibilidade emocional aflorada, é muito bom em fazer elogios e péssimo em os receber. sua insegurança persiste de uma época quando sentia-se desajustado no próprio corpo, os membros longos e desengonçados demais para caber em suas proporções mas, mesmo sabendo que muito havia mudado em si desde sua puberdade, kyo ainda se sente inferior e tem mania de se colocar para baixo de maneira automática, enraizada em suas crenças centrais.
5. por conta de seu quadro na infância e o bullying que acabou sofrendo em consequência, seus pais tornaram-se extremamente superprotetores: minkyo não podia ir a lugar algum sem que hana ou jin o acompanhassem e, quando concluíram o ensino médio e minkyo anunciou que gostaria de estudar nos estados unidos, os pais de todos os três impuseram a condição de que iriam em trio ou não iria ninguém.
6. a UCLA foi sua opção para o nível superior mesmo tendo sido aceito em mais de uma ivy league porque assim poderia continuar estudando no mesmo lugar que as melhores amigas; quando estas o perguntaram sobre o motivo, mentiu e disse que era porque sempre havia sonhado em morar em los angeles mas, quando hierarquizava seus sonhos para o futuro, permanecer ao lado de hana e jin ocupava um lugar mais alto do que ter um diploma de renome e que custaria uma fortuna.
7. sempre teve uma forte presença online em comunidades como o reddit e o twitter; tem uma conta de humor na segunda das plataformas com considerável número de seguidores, mas nunca mostrou seu rosto ou falou sobre sua vida fora do computador através dessa. a considera um escape da vida real.
8. o xadrez é seu esporte favorito, e o motivo pelo qual lhe ofereceram uma bolsa no nível superior; minkyo chegou a competir no campeonato mundial, abrindo mão da categoria júnior, e nada na vida o fez sentir mais vivo do que chegar até as semifinais com seus quinze anos, tendo derrotado inúmeros adultos no processo.
9. não gosta muito de seu sorriso, e tende a cobri-lo com a mão sempre que nota que está rindo. 
10. seu grau de miopia é bem alto; ele tem lentes de contato com sua prescrição, mas os óculos se tornaram algo como um objeto de conforto em seu cotidiano; os ajusta sempre que se sente desconfortável, como uma maneira de ocupar as mãos.
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sakurajjam · 2 years ago
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Pra que rascunhar uma central se não tem intenção de lançar? Não é trabalho perdido?
É puro fogo meu, pompurin. Cada pessoa faz o que quer com seu tempo livre ou no tédio, tem quem assiste aquela série "cringe", alguns vão ler ou fazer exercícios, eu não. Prefiro editar alguma coisinha, mexer com codes ou ver animes, mas meu foco para assistir, nem sempre, tá ligado e me sobra a edição. Não é trabalho perdido, porque ninguém vai ver, só se for mostrar para amigos, o que evito porque eles me incentivam e eu não posso me dar ao luxo de moderar, porque vou acabar parando na boca dos talkers como a mod que abandonou a central por falta de tempo (e tudo o que já citei em outras asks). É divertido montar um plot e uma central, não faço nada completo, só um banner e algumas coisas que queria pro desenvolvimento; tenho uma conta só para montar essas centrais e entro periodicamente, mas to pensando em printar tudo e guardar em uma pasta pra liberar espaço na conta. Depois que comecei a focar mais no Sakura, minhas edições são voltadas pra cá, faço dash icons, plots e rascunho alguns templates do docs... Não sei se postarei, mas eles existem.
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logos71 · 6 years ago
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Crime e Pecado
O Pecado e a Degenerescência da Vida
Pedro Cáceres
Resumo
O tema do pecado é exposto abaixo com a intenção de, apenas, arranhar a superfície densa que o mesmo evidencia em suas múltiplas abordagens inseridas na complexidade da Moral Cristã. A princípio o artigo levanta questionamentos filosóficos sobre o pecado, expondo os argumentos de Santo Agostinho. Posteriormente o pecado, vivenciado na moralidade injusta, é abordado como via da degradação humana e, consequentemente, do afastamento de Deus. Por fim o articulista problematiza o pecado social e seus tentáculos no processo de corrupção e morte da vida.
Palavras-Chave: Mal Moral – Pecado – degenerescência da Vida – Pecado Social.
Abstract
 The theme of sin is set out below with the intention of, only, scratching the dense surface that it shows in its multiple approaches embedded in the complexity of Christian Morality. At first the article raises philosophical questions about sin, exposing the arguments of Saint Augustine. Subsequently, sin, experienced in unjust morality, is approached as a way of human degradation and, consequently, of distancing from God. Finally, the writer discusses social sin and its tentacles in the process of corruption and death of life.
 Key words: Moral Evil - Sin - degeneration of Life - Social Sin.
  “Peccatum est factum vel dictum vel concupitum aliquid contra aeternam legem” (Santo Agostinho, Contra Faustum).
 Essa morte, que todos nós, os nascidos de Adão, passamos a dever à natureza, com a qual Deus ameaçou ao dar o preceito de não comer do fruto daquela árvore, essa morte está figurada nas túnicas feitas de peles. Eles fizeram para si túnicas com folhas de figueira, e Deus lhes fez túnicas de peles, ou seja, eles apeteceram o prazer de mentir repudiando a beleza da verdade, e Deus transformou seus corpos nesta mortalidade da carne, onde se ocultam os corações mentirosos. (Santo Agostinho - Gênesis contra os maniqueus. p. 577).
              Segundo o pensamento agostiniano, herdeiro do platonismo, o ser humano é constituído de uma natureza dualística: alma e corpo. O homem é um ser que só pode existir na união desses elementos, dissociados eles não poderiam corresponder ao humano. O corpo é a parte física/aparente do ser, elemento mutável – afetado pela ação do tempo e por todas as forças que emanam sobre ele (doenças, sofrimento, acidentes, envelhecimento, etc.). Enquanto que, para o Bispo de Hipona (AGOSTINHO, 1997, P. 67), a alma é demarcada como “substância dotada de razão, apta a reger um corpo”.
A existência humana, que é a imagem e a semelhança de Deus, sofre degenerescência na medida em que se afasta do Bem (mal moral). Por conseguinte, o pecado é a rejeição do Bem Moral, que é, na Graça Divina, sempre o Bem em sua totalidade e perfeição. Só é possível rejeitar o bem se o homem é dotado de consciência moral, deste modo, o pecado é a rejeição consciente do Bem, isto é, de Deus. Mesmo sabendo e possuindo o discernimento do que é bom e do que é mau, o indivíduo pratica o mal moral incorrendo no pecado. Por essa razão o pecado é o gerador da destruição, deste modo, o ato moral visando o mal equivale ao afastamento de Deus – fonte geradora da vida edificante. O pecado é o promotor da destruição do fiel, ou seja, da sua degenerescência.
           Todavia o pecado não é o mal, em si. O pecado pressupõe uma ação humana dotada de escolha. Agir em conformidade com a consciência moral visando o bem, garante a realização do Amor gerador da vida. Enquanto o agir objetivando o mal engendra a destruição da existência. Deste modo o pecado é o não-ser, a sua ausência, a negação do Bem – por conseguinte, de Deus.
           Segundo Aurelio Fernández (2003, p. 52), a mulher e o homem negaram o projeto primevo de Deus. Estes seres, realizados pelo Amor infinito do Pai, estão feridos profundamente no íntimo de suas naturezas. O pecado original causou desestruturas no ser humano e o efeito sobre o mesmo se revela em sua conduta moral.
 Essa desordem causada na criatura humana pelo pecado original tem efeitos imediatos na sua conduta moral, pois ao dado inquestionável de que a natureza (pelo fato de estar “ferida”) está inclinada ao pecado, acrescenta-se que o homem está submetido à tentação do demônio e à influência corrosiva da vida social, que o induzem ao mal. (Idem, p. 52).
             As consequências do pecado original, segundo Aurelio Fernández (idem, p. 53), são reveladas, no homem, em uma ferida tripla: a ignorância, que leva o mesmo a se enganar – fazendo confusão entre o que é o bem e o que é o mal; a concupiscência, que instiga ao desejo compulsivo e desequilibrado; a morte, que é uma ameaça constante na delicada existência humana.
           Todavia a humanidade não se encontra abandonada no pecado e na fragilidade errônea de suas deliberações. A existência humana, mesmo ferida e cambaleante, é acolhida na Graça de Deus e na Paixão de Seu Filho Jesus Cristo, que dá a vida para a redenção dos pecados humanos.
           O que são os pecados, o exercício do mal diante da Bondade Incondicional de Cristo? Como nos alerta, São Paulo (Rom 5, 20): “Onde abundou o pecado, superabundou a graça”. Destarte o pecado é sim, a queda, mas seguir o caminho de Cristo é a redenção – a vitória sobre o pecado, sobre o mal.
           Refletir sobre a definição de pecado, em Santo Agostinho, citada no início desse artigo: Peccatum est factum vel dictum vel concupitum aliquid contra aeternam legem, fomenta e reforça a consciência sobre o prejuízo que o pecado impõe sobre o indivíduo que se deixa dominar pelo mau caminho, contrariando a lei eterna. Sendo um fato, uma palavra ou um desejo – o pecado é o desvio – o descaminho – a perdição que afasta os homens da verdade, da justiça, do bem e da lei eterna do Pai.
           É preciso enfatizar o conceito de lei eterna, pois lei pressupõe normas, regras de conduta, assertividades – pontos de conjunção do que deve (imperativo categórico) ser tomado como verdade, por ser a Verdade. Lei eterna é, pois, a lei perfeita – a Justiça de Deus. Portanto o pecado é a corrupção, o desvio moral que fere a lei e macula o projeto de Deus à humanidade. Neste ponto é necessário avançar além dos conceitos de pecado mortal e o pedado venial[1]. É urgente problematizar o pecado social. Diz Fernández (Idem, p. 592):
 Os Documentos de Medellin falam de uma “situação de pecado” ao se referir àquelas realidades que criam situações de injustiça (172)[2]. Os Documentos de Puebla afirmam em relação à situação da América Latina que “nesta angústia e dor a Igreja discerne uma situação de pecado social” (173)[3].
 Décadas após Melellin e Puebla, a realidade social da América Latina e, em particular, do Brasil, continuam sofrendo grandiosas mazelas sociais. O historiador e sociólogo Sérgio Buarque de Holanda desenvolveu um precioso conceito, que até hoje causa bastante confusão, principalmente naqueles mais desavisados. O nomeado “homem cordial”, presente em Raízes do Brasil (1936), seu primeiro livro, no qual o autor desenvolve investigações acerca das origens de uma forma de sociabilidade brasileira, mais afeita aos contatos informais e à recusa das esferas públicas de convívio. O “homem cordial” só é cordial no interior de sua esfera íntima, de sua familiaridade, nas relações de compadrio, entre seus pares. Este é, em certa medida, incapaz de ser cordial/humano com o outro, o pobre, o negro (escravo ou liberto), a mulher, a criança fuliginosa, os habitantes da periferia (o novo mucambo). Sobre a pseudocordialidade do brasileiro, diz Holanda (1995, p. 147):
Nossa forma ordinária de convívio social é, no fundo, justamente o contrário da polidez. Ela pode iludir na aparência – e isso se explica pelo fato de a atitude polida consistir precisamente em uma espécie de mímica deliberada de manifestações que são espontâneas no “homem cordial”: é a forma natural e viva que se converteu em fórmula. Além disso a polidez é, de algum modo, epidérmica do indivíduo, podendo mesmo servir, quando necessário, de peça de resistência. Equivale a um disfarce que permitirá a cada qual preservar intatas sua sensibilidade e suas emoções.
O autor, não trata – especificamente – sobre a violência no que diz respeito ao “homem cordial”, porém a violência ganha maior legitimação, na construção histórica do Brasil, na medida em que grupos centrais, patriarcalismo, por exemplo, se impõem com violência sobre as minorias (os fracos). A própria cordialidade, criticada por Sérgio Buarque é uma forma de violência instituída como raízes que, ainda hoje, transfiguram nas vidas ceifadas pela práxis da violência formal e informal.
O contexto dicotomizado da sociedade brasileira, descrito por Freyre e Buarque, reverbera as sombras da distante Corinto de Paulo. De acordo com Daniel Ricardo de Castro Cerqueira, autor da tese: Causas e consequências do crime no Brasil, defendida pela PUC – RJ em 2014. São sete as principais causas para o aumento e depois a queda dos homicídios no Brasil (estes números sofreram alterações ao longo dos anos, inseridos na complexa dinâmica sócio-histórica da nação), sendo eles: a desigualdade de renda; a renda domiciliar per capita; a proporção de jovens na população; o efetivo policial; a taxa de encarceramento; e a prevalência de armas de fogo e de drogas ilícitas. Segundo o pesquisador, a estatística da violência letal no Brasil sofreu variações desde a década de 1980 (ano marcador para o início da pesquisa). Seus dados se encaixam ao atual mapa da violência do Brasil (2015), publicado no site do Ministério da Saúde. O Mapa da Violência 2015 mostra que negros tem 2,5 mais chances de serem mortos; os homicídios cometidos à bala no país têm cor, idade e sexo; e, por um lado, o número de pessoas brancas mortas por arma de fogo caiu 23% entre 2003 e 2012 (de 14,5 mortes por 100.000 habitantes para 11,8), a quantidade de vítimas negras aumentou 14,1% no mesmo período: de 24,9 para 28,5.
Estes números denunciam claramente que são os mais pobres, os mais negros, os mais jovens e pobres da periferia, enfim, a base da pirâmide social brasileira é a maior vítima de uma sociedade injusta, excludente e inoperante. Incapaz de desenvolver políticas públicas eficientes que visão muito além do efeito placebo. É urgente a predileção – dos governos, dos órgãos institucionais, das ONG’s, pelos mais pobres, entre os pobres (fracos, vis e desprezados), que de forma especial foram abraçados pela atitude paulina, no contexto de Corinto.
Mas neste contexto excludente, as crianças são as maiores vítimas. O céu brasileiro é turvo para os pequenos. Eles são vítimas do abandono familiar e social, das chacinas[4], da criminalidade que às abraça com suas mãos descarnadas, da corrupção que mata, rouba e destrói seus presentes e futuros. Não devemos esquecer que o criminoso, o marginal e o marginalizado, de hoje, foi uma criança deixada à margem do rio fétido dos esquecimentos, de uma sociedade cruel, injusta e indolor.
A Organização Mundial de Saúde (OMS)[5] classifica a violência contra a criança em quatro tipos, abuso físico, sexual, emocional ou psicológico e negligência, os quais podem resultar em danos físicos, psicológicos; prejuízo ao crescimento, desenvolvimento e maturação das crianças. A violência, no meio infantil, se traduz em um forte estressor em relação ao processo normal de crescimento e desenvolvimento, devendo ser considerado em sua totalidade, para o seu pleno reconhecimento, a fim de se poder implantar medidas eficazes para sua resolução. Sendo assim, o presente estudo tem como objetivo caracterizar, por meio das evidências científicas a violência infantil no cenário nacional. (NUNES E SALES, 2014, p. 872).
Mediante este exposto é urgente minimizar as injustiças sociais, desde suas mais tenras raízes, pois uma nação que não toma como prioridade as suas crianças, não pode ser considerada séria, comprometida e bem intencionada. É urgente, hoje, o apelo do apóstolo, pois são muitos aqueles que sofrem o abandono – pela via do pecado, a fome de justiça (deficiência moral), a falta de perspectiva atual e futura.
 Referencial Bibliográfico
 AGOSTINHO, Santo. Confissões; De magistro. Coleção “Os Pensadores” 2. ed. Tradução de J. Oliveira Santos, S. J.. e A. Ambrosio de Pina, S. J. São Paulo : Abril Cultural, 1980.
________. A doutrina cristã: manual de exegese e formação cristã. São Paulo: Paulinas, 1991.
________. De Magistro, Edit. Abril, Coleção Os Pensadores, 1973.
AQUINO, Santo Tomás de. Sobre o Mal. Tradução Carlos Ancêde Nougué; Apresentação Paulo Faitanin. Rio de Janeiro: Sétimo Selo, 2005. Tomo I.
________. Suma de Teología. Tradução José Martorell Capó. Madrid: Biblioteca de Autores Cristianos, 2001. v. I.
ARISTÓTELES. Poética. Tradução Eudoro de Souza. 1. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1973 (Coleção Os Pensadores).
ARISTÓTELES, De Anima. Apresentação, tradução e notas de Maria Cecília Gomes Reis. São Paulo. Ed. 34, 2006.
________. Aristotle De Anima, text and commentary, Ed. W.D. Ross. Oxford, 1961.  
________. Ética a Nicômaco. In: Os Pensadores vol.II. Trad. Leonel Vallandro & Gerd Bornheim da versão inglesa de W.D. Ross. São Paulo. Abril Cutural, 1979.
BÍBLIA DE JERUSALÉM. 4. Ed. São Paulo: Paulus: 2006.
FERREIRA, Joel Antônio. Primeira epistola aos coríntios: a sabedoria cristã e a busca de uma sociedade alternativa. São Paulo: Fonte Editorial, 2013.
FERNÁNDEZ, Aurelio. Moral Fundamental. Lisboa. Ed. Realp, S.A. 2003.
MATTOS, Luiz Augusto de. A consciência moral cristã e a neurociência. Revista Bioéthikos - Centro Universitário São Camilo - 2014;8(1):31-45.
PAULO II, Santo João, Encíclica Veritatis splendor (1993).
________. Encíclica Reconciliatio et paenitentia (1984).
PLATÃO, República. Tradução Maria Helena da Rocha Pereira. 9. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbbenkian, 2001.
________. Republic. Tradução Paul Shorey. Ed. bilíngüe. Cambridge: Havard University Press, 1994.
VITAL, Marciano. Moral de Atitudes. Vol. I Moral fundamental. Aparecida – SP. Ed. Santuário, 1983.
________. Moral de Atitudes. Vol. II Ética da Pessoa. Aparecida – SP. Ed. Santuário, 1980.
  [1] Pecado Mortal: Tem como objeto uma matéria grave (A matéria grave é precisada pelos Dez mandamentos, segundo a resposta de Jesus ao jovem rico em Mc 10,19); Realizado com pleno conhecimento: Pressupõe o conhecimento do caráter pecaminoso do ato, de sua oposição à lei de Deus; É realizado com pleno conhecimento a respeito do bem moral; Realizado com pleno consentimento: Envolve também um consentimento suficientemente deliberado para ser uma escolha pessoal; É, portanto, realizado com plena liberdade (Aula sobre o pecado, proferida pelo Pe. Franco Dilmo).
[2] Presença da Igreja na transformação da América Latina. Segunda Conferência do Episcopado latino-americano (Medellin-Colômbia, agosto-setembro 1968), 35.
[3] PUEBLA. A evangelização no presente e no futuro da América Latina (Madrid, 1979), no. 28.
[4] “Mais fácil matar do que cuidar”, diz sobrevivente do Massacre da Candelária. In: http://www.revistaforum.com.br/2013/07/23/unico-sobrevivente-da-candelaria-em-carta-sobre-os-20-anos-mais-facil-matar-do-que-cuidar/.
 [5] World Health Organization (WHO). Preventing child maltreatment: a guide to taking action and generating evidence. Geneva: WHO; 2006.
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kijikushidol · 3 years ago
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[SINGLE] KIJIKUSH - Beware
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Data de lançamento: 16 de fevereiro de 2025
Gênero(s): k-hiphop, trap
Duração: 2:14
Compositor(es): KIJIKUSH
Produtor(es): KIJIKUSH, Dankshot
Letra:
Haters better beware! Paris trip “au revoir” The one man show so far Lost in Dubai no radar Wear the design magyar Expensive life who we are Sounds a bit bizarre Once upon a time a star Running so fast like my car Haters better beware!
Back to get the house clean “Where have you been?" Haters thinking i’m a teen My face has already been on a screen I don’t need to be seen If you know what I mean Hearing my name now will be your routine Fire to the gasoline
Haters better beware! To the fake rapstars beware! You’re approaching beware! I feel your fear beware! Smells so weak beware! A dumb sheep beware! Ready to the snack beware! KIJIKUSH is finally back beware! Hatters better beware! (4x) (You know what?) I still myself, y’all believe? Don’t care about numbers, hyung The real K with J, not naive My verses are messages and meanings for the young I don’t write songs just to play, I write art to my self-relief A word is a soul poetry screaming from their lungs Life is flying like a green leaf Time is too short to keep bad words escaping my tongue When I change the world, my haters will only grieve Free your minds who are strung I join the room square All eyes on me like a scare They’re saying my name, where? The game is beginning and I choose my pair I’m everyone’s nightmare I don’t play, but you’re a prayer A card match is not really fair When the king of the table is there Hatters better beware! To the fake rapstars beware! You’re approaching beware! I feel your fear beware! Smells so weak beware! A dumb sheep beware! Ready to the snack beware! KIJIKUSH is finally back beware! Hatters better beware! (4x) (You know what?) Hatters better beware! INSTRUMENTAL DA MÚSICA:
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Descrição da música: KIJIKUSH lança seu primeiro single após dois anos servindo o exército coreano. O single foi anunciado na última semana através de um twitter com o nome de HighRise (que especulasse ser um conjunto com ele e sua esposa Dayeon) e já movimentou bastante as redes com a volta do artista após tanto tempo.
A letra da música trabalha bastante os pontos de impacto de KIJIKUSH mostrando que está de volta para chacoalhar todo o mundo da música assim como fez anos atrás. O rapper mostra bastante ego e o sentimento de que "é bom porque sabe que é bom" sendo a música uma diss para todos os outros artistas que se lançaram nos anos que esteve ausente e se tornaram mais famoso que ele. Carregada de metáforas, ele usa um dos elementos centrais das suas passadas como o jogo de cartas onde ele se diz o "rei da mesa".
A produção traz um ar que conhecemos bastante durante suas eras passadas com músicas focado no trap demonstrando bastante sua familiaridade com fast verses combinados com uma dicção impecável. Dankshot que sempre esteve presente em suas produções retorna deixando seu gostinho de conceito em cada uma das batidas da música, trazendo algo divertido, porém ao mesmo tempo com um ar tenebroso.
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pluravictor · 5 years ago
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Retratos humanos
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CINEMA PLURAL Contar uma história tem sido ao longo das gerações humanas uma forma extraordinária de comunicação e transmissão de saber. O poder da palavra, a sedução da narrativa, o deslumbramento das aventuras, os valores que transporta, o final que carrega uma lição. No princípio, como o Verbo, existiam personagens divinas e heróis extraordinários, protagonistas de narrativas mitológicas, aventuras criadoras ou transformadoras do mundo, fundadores de nações ou ideologias. Durante milénios, as histórias se perpetuavam nestes mitos onde o comum dos mortais raramente fazia parte.
Inventar e relatar torna-se mais plural à medida que a literatura avança na aproximação ao indivíduo e mais distante do divino. A desigualdade das sociedades é fonte imensa para a criatividade literária, não pelo desgaste das "velhas estórias" mas porque o outro que fora negligenciado é reconhecido e integrado nas obras de Victor Hugo, Charles Dickens, Dostoiévski ou Eça de Queiroz, por retratos do tanto do que é humano. O pobre, o pecador, o escravo, o comerciante, o agricultor, o imigrante partilham a condição de personagens centrais de novos contos que representam encontros e desencontros, tradições e valentia, dor e honra, identidade e cultura. Os humanos são os novos rostos dos mitos.
O cinema, simbiose de literatura, teatro e ópera — a pluralidade dramática em uníssono — é uma forma artística ímpar de continuar a contar histórias. Para o mestre realizador Martin Scorcese o bom cinema é "sobre as personagens — a complexidade das pessoas e das suas contradições e por vezes das suas naturezas paradoxais, o modo como podem magoar e amar uns aos outros e subitamente confrontar-se consigo mesmas." (1). Babel, magnífica obra de "film ensemble”, é um conjunto de narrativas riquíssimas e pessoas que se interligam, provando que ninguém está imune ao pior e ao melhor que o humano tem sobre outro humano.
Nesta análise sobre o filme, não me debruçarei muito sobre o choque de culturas que, sendo evidente em Marrocos (Ocidente vs Magrebe) e no México (Mike horrorizado com a morte da galinha pelas mãos de Santiago), ou o delicioso diálogo entre Richard e Anwar na casa deste (“What about you? How many wives do you have?”. “I can only have one”, responde o guia). Opto por desenvolver três temáticas, cada uma com várias ramificações possíveis — língua, fronteira e comunidade. Aqui todos se combinam nas quatro histórias cruzadas em que linguagem, história, sociedade, geografia, preconceitos, poder, economia demonstram que, apesar do punição divina da multiplicação das línguas, a interligação humana nunca cessou de existir, assim como a partilha de tantos outros contextos e valores comuns como a família, o sacrifício, o amor e a dor. Babel representa a diversidade cultural e a diferenciação como retratos do mundo, pleno de erros e incomunicabilidade, criadores de curiosidade e rejeição, testemunhos de compaixão e violência. Este filme é uma montra antropológica de quatro "mundos" aparentemente isolados, mas intrinsecamente unidos. A assinatura (frase conceito da película) de Babel é uma palavra única “Escuta”. Porque, apesar da língua e do poder da fala, precisamos verdadeiramente ouvir o outro para, considerando-o nosso semelhante aceitá-lo e, sem entraves, em comunhão, tentarmos fazermos um mundo melhor.
— 1 LÍNGUA
De acordo com o Génesis, Deus castigou os Homens pela audácia da construção da Torre de Babel. E confundiu-os com novas línguas que das suas bocas sairam contrariando o idioma comum inicial. E desde aí a humanidade se separou não conseguindo entender-se, escutar-se, conviver. O mito da criação das línguas é a explicação das Escrituras para as diferenças da fala e da origem das diversas comunidades humanas, e com isso uma raiz para a separação e a divisão. Mas foi oportunidade para a pluralidade de identidades colectivas que ao longo de séculos produziu formas diferenciadas de viver e produzir cultura. Naturalmente, o Antigo Testamento não é um compêndio exacto da História dos primeiros Homens, mas sim uma reunião de metáforas extraordinárias que ainda hoje alimentam o imaginário da Humanidade. Os mais de 7000 idiomas (2) falados por todo o mundo provêem de tantas fontes e lugares, evoluindo de línguas anteriores, troncos comuns e construídas por influências e assimilações de outras falas e, recentemente descoberto, que a própria alimentação condicionou o som e as palavras construídas (3).
A língua, elemento aglutinador de comunidades imaginadas (4), edificou história e tradições, cultura e identidade. Nesta reunião de povos sob uma unidade sonora se formaram lugares herméticos (naturalmente ou à força, mas isso são contas de outro rosário) em conjuntos territoriais que os identificavam e diferenciavam. Durante muito tempo as suas linguagens próprias eram incompreensíveis, mas o estudo sobre as suas estruturas semânticas e gramaticais aproximaram-nos, na sua tradução, para a luz da compreensão mútua. Contudo, o desentendimento verbal entre povos, vivendo estes somente entre os seus co-linguistas, ergueu barreiras que diversas sociedades elevaram a uma certa noção individualista e única do seu lugar no mundo. No filme compreendemos perfeitamente a força e especificidade dos idiomas (inglês, árabe, japonês e espanhol), entidades orais de cultura e identidade como primeiras portas de separação no contexto intercultural. Mas não a única.
— 2 FRONTEIRAS
A fronteira é uma linha limite, uma divisória. A sua forma geográfica não é a única definição desta palavra em Babel. Enquanto algumas fronteiras podem ser transponíveis, através da tradução, outras são legalmente inviáveis ou moralmente inultrapassáveis.
a) Na continuidade do ponto anterior, a língua pode constituir-se como uma fronteira verbal. Seja nos EUA, em Marrocos ou no Japão, o domínio do idioma nativo sobrepõe-se a qualquer outro. Num contexto turístico esse domínio advém da posição social do visitante, muitas vezes inocentemente ignorante da língua do visitado, mas também sobranceiro por se achar de outro lugar mais “civilizado”. A excursão em Marrocos move-se num ambiente estanque (o autocarro) e quando confrontados diante da população de Tazarine, não existindo propriamente uma repulsa (embora em termos sanitários é eloquente na recusa de Susan para com a água e a agulha não esterilizada em cenas diferentes), o distanciamento daquela realidade social é aumentada pela ideia que qualquer muçulmano é um potencial terrorista quando o tiro (disparado da espingarda do pai de Yussef) atinge Susan. O filme, datado de 2006, situa-se num novo momento da realidade internacional, o “choque de civilizações” advogado por Huntington fora “colocado em prática” com e após os ataques terroristas nos EUA (11 Setembro 2001), as consequentes invasões do Afeganistão (antes do final desse ano) e do Iraque (2003) e, intercalada com uma frequência de outros grandes atentados terroristas da Al-Qaeda, em Madrid, Londres e Bali. O medo entra aqui como factor determinante para justificar a desconfiança sobre aquele outro agora tão próximo, como se fossem cordeiros na toca do lobo. Ergue-se espontaneamente uma fronteira que exige a mais rápida retirada. O que a curiosidade primeiro incentivou (a visita), a emergente percepção contextual (o tiro) ditou o afastamento.
b) Existe outra fronteira muito bem explorada, aqui na narrativa japonesa do filme, novamente relacionada com linguagem. Neste caso é a ausência desta na forma oral e substituída pelo seu modo gestual, com implicações sobre a identidade pessoal. Chieko, adolescente japonesa, habita numa das sociedades mais desenvolvidas do mundo, mas ser surda-muda coloca-a numa realidade à parte, onde a incapacidade de comunicar e viver no mundo dos que ouvem se torna um desafio permanente quando confrontada por situações de uma existência “normal” para a maioria das pessoas. Ser vista como uma jovem atraente altera por completo quando é mal interpretada — ou mal “ouvida” — e a nova percepção de si por outros a segrega e isola. Apenas entre as amigas igualmente surdas-mudas, e o pai (apesar de outras divergências) ela se sente aceite e amada.
c) A curiosidade sexual entre irmãos é naturalmente haram (pecado em árabe) para Ahmed. “Vocês são uns porcos” diz este a Yussef após apanhá-lo em flagrante delito de voyeurismo, consentido, sobre a irmã Zohra. Existem aqui valores morais e religiosos, para além de normas familiares, que muitas sociedades partilham, sejam de base islâmica ou cristã. A fronteira da sexualidade é firme e transpô-la, fora dos parâmetros estabelecidos, é comportamento susceptível de repulsa e punição.
d) Uma quarta análise sobre fronteira é a própria realidade política entre territórios. A linha imaginária sobre um lugar aparentemente vazio ou difuso mas politicamente concreta coloca uns e outros delimitados pelo conceito de Estado-Nação, dentro da jurisdição da soberania e respectiva autoridade e do Direito internacional que reconhece e estipula as regras e demarcações das fronteiras. O acesso mútuo apenas se processa na legalidade concedida, no movimento consentido. Passar ilegalmente de um país para outro incorre em sentença muitas vezes imediata: a deportação.
Os processos migratórios encontram hoje perigos eminentes nesta “muralha” defensora da exclusividade do território. Gerações sem fim procuram no país estrangeiro a oportunidade de melhorar as suas vidas, mas quanto mais global (economicamente) o mundo, mais cerrado o movimento se torna para as pessoas. Como diz Achille Mbembe, a “livre circulação entre os países é hoje solapada pelo reforço das restrições de movimento que reproduzem e intensificam a vulnerabilidade de grupos estigmatizados e mais marcados racialmente” (5). Esse é o panorama da fronteira EUA-México. Contudo, o esforço altruísta e bravo de milhões de mexicanos, muitos deles ilegais nos Estados Unidos, como é o caso de Amelia, são retrato humano do muito que arriscam para proporcionar aos seus familiares, que na aldeia ficaram, condições de vida melhores. O sacrifício de Amelia, há vários anos nos EUA, cuidando agora das crianças de Richard e Susan, é também uma manifestação de amor por eles, a par da posição subalterna enquanto empregada da família que lhe permite o sustento e do qual não pode abdicar. No entanto, o casamento do filho coincide com o baleamento de Susan em Marrocos e, na impossibilidade de outra pessoa ficar com os meninos, ela toma uma opção que, dentro deste carácter de fronteira se evidencia firmemente a diferença física e social, o peso do estigma racial. Os mexicanos, hispânicos, sejam de ascendência europeia ou indígena, de tez escura, são o “oposto” do americano anglófono, cara-pálida (como diziam os nativos norte-americanos). Quando Amelia pede, sem sucesso, a uma amiga mexicana para que esta fique com as crianças apenas por uma noite, no mais desesperado dos argumentos “diz que são teus sobrinhos”, a resposta é sintomática: “Sim, com este ar de ‘gringa’ que eu tenho…”.
Quando, já próximo do fim do filme, a situação de illegal alien de Amelia é detectada pela Border Patrol, ela vê-se confrontada por uma plêiade de desesperos, tristezas e frustrações: perde tudo o que com sangue, suor e lágrimas lutou em 16 anos; perde a sua segunda família, os meninos Mike e Debbie; e ser deportada, a sua alma tão desfeita quanto o seu vestido, o remate final da humilhação no regresso ao México. Trabalho, amor e sacrifício reduzidos a zero. Os valores de honra e vergonha (6) são expostos de forma crua, uma face da vulnerabilidade da migração.
— 3 COMUNIDADE
Comer é um acto comunitário comum a todas as culturas. A refeição em si é um produto de cultura. O que vemos em Babel nas cenas de Marrocos, México e Japão demonstra essas reuniões de pessoas em modos diversos e em contextos muito interessantes. O jantar da família de Abdullah, reunidos à volta de uma malga onde todos se servem com as mãos, mas onde os homens predominam. O lanche das amigas japonesas no J-Pop, um misto de fast food norte-americano com a nova sociedade tecnológica japonesa do pós-Segunda Guerra Mundial, onde os adolescentes se agrupam por género. A festa mexicana, aparentemente caótica, mas plena de felicidade, do casamento de Luis Miguel, filho de Amelia.
Em todos estes eventos existe partilha e aceitação, assistimos a actos que fortificam os laços entre pessoas, rituais que enaltecem valores de proximidade e família. Vemos o lado bom do humano, a necessidade e prazer de estar juntos, comprovando o ser social que somos, a capacidade que juntos temos para edificar uma união mais perfeita (parafraseando a famosa frase da constituição norte-americana) sobre bases fundamentais da sociedade, desde a família à aldeia, e desta para o plano mais largo de populações unidas sob princípios, simbologias e humanidade comum.
— CONCLUSÃO: BIBO NO AOZORA
Lindo céu azul. É o que significa em japonês Bibo no Aozora a música que Ryuichi Sakamoto compôs e que encerra o filme. De forte sonoridade íntima, tão característico e sublime em todo o trabalho de Sakamoto, a canção reúne simbolicamente os desejos de união e amor do humano. Seja o Eu, o Nós ou o Outro, qualquer um almeja uma celestialidade. Mesmo que Babel evidencie as discriminações ainda fortes no desentendimento e no não reconhecimento dos direitos humanos no mundo inteiro —o interior versus periferia, preconceito versus aceitação, uniformidade versus diversidade — a(s) cultura(s) a que pertencemos só podem frutificar cooperando pois nenhuma sociedade humana vive isolada, como dizia Lévi-Strauss. No contínuo esforço de diálogo e comunhão, escutando e conversando, é um dever ético e humano reduzir o etnocentrismo para, por fim, desmontar o castigo divisor de Babel.
FICHA TÉCNICA
Babel, de 2006, é o filme que fecha a Trilogia de la Muerte que o realizador mexicano Alejandro González Iñarritu começou com Amores Perros (2000) e 21 Grams (2003). Foi nomeado, e vencedor, em diversas categorias nos principais festivais de cinema do mundo (Cannes, TIFF, Golden Globe Awards, Óscares da Academia de Hollywood) assim como em inúmeros outros certames.
Realizador Alejandro González Iñaritu Argumentista Guillermo Arriaga Actores principais Cenas em Marrocos: Brad Pitt (Richard Jones), Cate Blanchett (Susan Jones), Mohamed Akhzam (Anwar, o guia), Mustapha Rachidi (Abdullah, pai, criador de cabras), Abdelkader Bara (Hassan Ibrahim, guia e vizinho de Abdullah, a quem vendeu espingarda), Wahiba Sahmi (Zohra, filha de Abdullah), Said Tarchani (Ahmed, irmão mais velho), Boubker Ait El Caid (Yussef, irmão mais novo), Driss Roukhe (Alarid, o chefe de Polícia)
Cenas nos EUA e México: Adriana Bazarra (Amelia), Elle Fanning (Debbie Jones), Nathan Gamble (Mike Jones) ,Gael García Bernal (Santiago), Clifton Collins, Jr. (Polícia fronteiriço), Michael Peña (Polícia da Border Patrol)
Cenas no Japão: Rinko Kikuchi (Chieko Wataya), Koji Yahusho (Yusujiro Wataya)
BIBLIOGRAFIA
(1) Martin Scorcese >> "I said Marvel movies aren’t cinema. Let me explain.”, New York Times 04.11.2019 (2) Ethnologue - Languages of the world >> "How many languages are there in the world?", 10.11.2019 (3)  Investigação >> Human sound systems are shaped by post-Neolithic changes in bite configuration / 15.03.2019 / Noticiada em editorial do The Guardian >> "The Guardian view on language: the flesh made word” 15.03.2019 Excerto: "But where do these phonemes come from and why do they shift over time? New research suggests that the apparently arbitrary distribution of some sounds around the world may be partially explained by diet. This is unexpected. We’d rather think of language as the product of our thought, rather than of the arrangement of our teeth. In reality, though, any given language must be both."
(4) Dentro do contexto da formação das nacionalidades e identidades políticas à volta das línguas, como veiculado no capítulo "Origens da consciência nacional", p.65-77 ANDERSON, Benedict, Comunidades Imaginadas. Lisboa, Edições 70. (1983) 2017 (5) MBEMBE, Achille >> "A ideia de um mundo sem fronteiras", revista online Serrote, Maio 2019 (6) ENGELKE, Matthew - Think like an Anthropologist. A Pelican Book, Penguin Random House UK. Londres, Reino Unido. 2017, p.94-110
— Ensaio para CULTURAS: IDENTIDADES E DIFERENCIAÇÕES 1º ano, 1º semestre • 2019/2020 16 Novembro 2019 — Avaliação: 16,5 valores Licenciatura de Antropologia  |  Iscte-IUL, Lisboa
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sakurajjam · 2 months ago
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Utilizamos de muitas tags no blog, fora as que já destacamos no post principal, então para ajudar, use esse post para verificar as demais. Veio um pouco tarde, então temos muitos assuntos abaixo, não deixe de conferir!
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leonardomercon · 5 years ago
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🇧🇷 Precisando de um sorriso para alegrar o seu dia? Encontrei esse baiacu "sorridente" na Baía das Tartarugas, em uma das praias centrais da capital, a em frente a praia de Camburi, a qual a maioria dos capixabas não faz idéia de que é tão rica... imagina se preservássemos!? 😱 . ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🖖 Missão: Fotogradando para divulgar as belezas da @baiadastartarugas, em Vitória-ES, Brasil. Pelo Instituto @ultimosrefugios . 📣 Deixe alguma informação interessante nos comentários desse post (no INSTAGRAM) sobre o assunto da foto, para que juntos possamos sensibilizar cada vez mais pessoas. Você também pode marcar aquele amigo fera que entende do assunto! Colocarei as colaborações no stories e darei destaque nos comentários! . . ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ # 🇺🇸 ENGLISH --- INeeding a smile to brighten your day? I found this "smiling" puffer fish at the Baía das Tartarugas (Turtle's bay), on one of the capital's central beaches, in front of Camburi beach, which most locals have no idea that is so rich ... imagine if we preserve it !? 😱 . ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 🖖 Mission: Photographing to publicize the beauties of Baía das Tartarugas, in Vitória-ES, Brazil. . . 📣 Leave some interesting information in the comments of this post (on INSTAGRAM) about the subject of the photo, so that together we can sensitize more and more people. You can also mark that friend who understands abput the subject! I will post the collaborations in the stories and highlight them in the comments! . . #peixes #vitoria #espiritosanto #love #job #nature #natureza #follow #instagram #instagood #instapic #mergulho #freedive #snorkeling #underthesea #underwater #underwaterworld #underwaterphotography #water #sea #ocean #saltwater #oceano #mar #saltnomads #ocean_magazine #fish (em Baía das Tartarugas / Vitória-ES) https://www.instagram.com/p/B_0cWEGDTnG/?igshid=1wm9324zq0kfe
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