#embarcação
Explore tagged Tumblr posts
manutavaresofc · 2 months ago
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Crono para Doação de Capas feat. Embarcação
Página: Única
Doado para: --
Alterações disponíveis: Título do crono e Links Úteis
Peguei a vibe dark do crono que fiz pro @daegwitar e fiz esse crono de temática embarcação. Na verdade, esse foi o bendito cronograma que eu odiei, mas como eu tava com mais raiva ainda, disse que faria algo que preste com ele hoje porque eu não aceito perder pra mim mesma. O resultado não foi extraordinário, mas gostei muito, sem comparação ao desastre inicial com certeza eu deixarei em off!
Disponível para adoção, caso deseje, entre em contato através do Tumblr.
Abra a Imagem para ver com qualidade.
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lidia-vasconcelos · 2 months ago
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É preciso AMAR e REMAR...
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blogoslibertarios · 2 years ago
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Embarcação de brasileiro é atacada por 'gangue de orcas' e quase afunda em alto mar
  Um grupo de oito orcas atacou e quase afundou o veleiro de um brasileiro que navegava de Lisboa para Ibiza no começo do mês de junho. Ataques de cetáceos à barcos estão sendo registrados com frequência na região do estreito de Gibraltar, e cientistas ainda não sabem exatamente as motivações por trás deles. No momento do ataque Luis Eduardo Lima filmava, achando que os animais apenas brincavam…
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nosbastidoresdopier · 3 months ago
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Embarcação naufraga com três tripulantes na laje da praia Central de Barra Velha
Por volta das 11h de hoje, uma lancha de pesca esportiva de alumínio, naufragou na laje da praia Central de Barra Velha. Três homens foram resgatados pelos bombeiros, sendo que um deles foi levado para o Pronto Atendimento da cidade, com lesões nas nádegas e nas mãos. De acordo com os BMSC (Bombeiros Militar de Santa Catarina), a embarcação estava cerca de 1km da costa. Inicialmente não foi…
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newstotalcomunicacao · 4 months ago
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Possível embarcação de Vasco da Gama é encontrada no Quênia
Se você achava que os maiores mistérios dos mares estavam reservados para filmes de piratas, pense de novo. Filipe Castro, arqueólogo náutico e pesquisador do Centro de Estudos de História, Territórios e Comunidades (CFE), acredita ter encontrado nada menos que uma embarcação da terceira armada de Vasco da Gama. A descoberta foi feita nas águas do Quênia, na região de Malindi, e pode ser uma…
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ocombatenterondonia · 11 months ago
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GUAJARA-MIRIM: PF atua na liberação de embarcação brasileira apreendida na Bolívia, veja o vídeo
Ação contou com o apoio da Marinha do Brasil A Polícia Federal, em ação com a Marinha do Brasil, intermediou negociações para a restituição da embarcação brasileira ilegalmente retida por populares na fronteira com a Bolívia, desde a última sexta-feira (19/4). Após quatro dias de intensas tratativas, a embarcação foi entregue pela Armada Boliviana em águas brasileiras, em que foi recebida pela PF…
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ocombatente · 2 years ago
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gspinto · 2 years ago
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Fim de Agosto
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ataldaprotagonista · 17 days ago
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você pirata malvadona e Kuku principezinho, comédiazinha minha primeira vez escrevendo fantasia... kinda nervous. Não leve a sério, esse é, SEM DÚVIDAS, o mais bizarro até agora. Mas eu me diverti muito escrevendo, espero que goste...
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God save the prince...
O Príncipe sabia que tinha se metido numa enrascada ao sair de noite para ir àquela taverna.
Bom... mas ele estava disfarçado. Ninguém saberia quem ele era, certo?
ERRADO!
Pois o pirata mais temido dos Sete Mares estava a espreita... você.
Quem diria que a prostituta bonita, cheirosa e envolvente era, na verdade, a Dama da Lua Crescente?
Até então, você e sua tripulação eram a fofoca mais quentíssima dos países do Mar Del Sur. Os gritadores de notícias, traziam as más-novas todos os dias de manhã e a nota final era sempre sobre Arabella: a embarcação preta, nebulosa e imensa com uma sereia esculpida na madeira estampando a frente, havia passado pelas encostas desde o topo do mundo: saqueando, sequestrando e matando pessoas - não necessariamente inocentes, mas isso nunca importou para as redes de notícia.
" - OUÇAM, OUÇAM COM ATENÇÃO! O BARCO PIRATA MAIS TEMIDO DOS SETE MARES FOI VISTO SE APROXIMANDO DO SUL DE NOSSO PAÍS VIZINHO, BRASILIS, A VINTE DIAS ATRÁS. FIQUEM ATENTOS A QUALQUER MOVIMENTAÇÃO SUSPEITA! E CASO ENCONTREM... DECLAREM AOS OFICIAIS DA COROA."
A fofoca que percorria de continente a continente era sobre a suposta liderança dessa temida embarcação: "Dama da Lua Crescente".
A primeira capitã e a mais impiedosa. E, sem te objetificar... a mais gostosa.
...
Seria mais um clichê dizer que o príncipe de Argentalha era uma boa pessoa, apesar de ser um monarquista desgraçado que vivia no conforto de seu castelo enquanto grande parte da população morria de fome e doenças vindas dos europeulhos desgraçados... mas ele de fato era bonzinho.
E o sonho de princesa dele - aliás, príncipe - era ser livre. Não precisar usar as roupas exageradamente apertadas, a peruca exageradamente escrota e o saltinho exageradamente alto. Não queria mais ser vendido como um objeto nos bailes reais, na esperança de que uma dama do alto escalão aceitasse se casar com ele.
Queria fazer coisas que os jovens normais daquele reino faziam como... ter amigos, correr de ratos comedores de humanos nas calçadas esburacadas, ler livros que não falem sobre sua própria família, beber um chope de vinho em uma taverna bizarra de madrugada e... e transar!
Essa era a real.
O príncipe Kukuriscka não queria ser mais virgem.
Não queria mais se guardar para sua esposa e, sendo bem sincero, já estava com 35 anos, não saberia se uma esposa viria...
Por tanto, naquela noite de Lua Crescente, o príncipe decidiu roubar as vestimentas do funcionário do estábulo e ir para a Taverna do Maradona (que ficava na frente da Taverna do Pelé e sempre tinha briga entre os donos).
Coincidentemente, Arabella, que rondeava a região a alguns dias, atracou (ao som de YOOOO-HOOOOO) numa praia isolada, mas não tão distante daquela região.
Diferente dos outros saqueamentos, nesse, eles tinham um plano: sequestrar o príncipe de Argentalha, usá-lo como moeda de troca pelo poder absoluto, esquecendo-se totalmente que Reis só tem o Rei na barriga e não ligam para mais nada a não ser para si próprios.
Doroty, seu papagaio, ia todas as noites na janela do príncipe e sussurrava coisas para o inconsiente de Esteban, como "Vá até a Taverna de Maradona dia duzentos e três, do mês dezenove, do ano quatro mil A.C" (Antes de Cher). Além de espirrar seu perfume enquanto ele dormia.
Até que o dia chegou.
Você estava linda.
Encantadora.
Disfarçada.
Não usava o chapéu, nem as botas pesadas, nem os cintos e calças de couro, nem os espartilhos que te definiam as curvas. Nem possuia um papagaio verde no ombro direito. Usava um conjuntos simples de saia cumprida branca com a blusa. O cabelo solto destacava escondia seu rosto e trazia um ar misterioso.
Seus companheiros - Jacarés - estavam disfarçados ao redor e prontos para qualquer merda que desse.
Até que ele apareceu.
Meio desengonçado.
Um bobão no corpo de um homem bonito.
Ele foi atraído, inconsientemente, pelo seu cheiro, e sentou no balcão ao seu lado.
- S-senhor Maradona... me vê uma cerveja, por favor - pediu ao atendente velho e gordinho que ficava atrás do balcão.
- Eu não sou um homem, seu idiota!
- Mara - você se intrometeu para ganhar confiança - Ele deve ser novo por aqui, da um desconto pro rapaz... - a velha Dona Mara revirou os olhos, afinal, também não te conhecia, mas entregou duas canecas de cerveja gelada para vocês, recolhendo as moedas Leves que ele deixou no balcão - Nunca te vi por aqui - disse depois do primeiro gole.
Cachorra, VOCÊ NUNCA TINHA IDO LÁ!
- É-é, e-eu sou novo na cidade - disse depois de fazer cara feia para o gole da cerveja que experimentou.
- É menor de idade? Olha... se tiver menos de 30  anos eu chamo a polícia agora! - brincou.
- N-não sou, não sou...
- S/n - estendeu a mão e ele aceitou.
- Erhn... Este- Este...fany? 
- Estefany?
- É, sabe como que é né... quiseram homenagear minha avó, ela tinha um CrossFox.
- Ah, sim... - você achou engraçado como ele tentava mentir, mas travava em tudo - Estefany, eu estou numa estalagem aqui perto, gostaria de me levar até lá? Quem sabe não tem algo melhor para por a boca do que esse mijo que a Mara Dona chama de cerveja...
- Sim! Eu aceito!
...
Esteban sentia-se enjoado pelo movimento do barco e assustado pelo som das pernas de pau do pirata mais temido dos sete mares que se aproximava. A última coisa que se lembrava era de ter acompanhadoa bela moça até a porta de uma estalagem capenga e então uma dor forte e latejante na nuca. Kuku não enxergava direito, pois um saco estava preso em sua cabeça mas... o cheiro do lugar não era nada com o que ele esperava.
Não fedia a peixes, ou coisas podres, ou bosta.
Era cheiroso.
Algo que ele já tinha sentido várias vezes antes em seus sonhos.
Sentia dores no corpo, afinal, estava a horas envolto por cordas em uma espécie de shibari bem apertado. As pernas de pau se aproximaram e então a luz.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA - gritou quando o saco foi retirado de seu rosto.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAA - você gritou de volta, mas com ironia.
- AAAAAAAAAAAAAAAAA pera aí.... a prostituta de onte- AÍ - um tapa foi desferido no rostinho lindo dele.
- Não sou uma prostituta!
Ele te olhou de cima a baixo.
- V-vo-você tem duas pernas de pau vermelhas?
- Não, idiota! Isso são saltos Loubotin que roubei em Porcos Capitalestes meses atrás! - retrucou exibindo os saltos e algo no interior dele se aqueceu, fazendo com que  engolisse em seco.
- Onde estamos?
- Na minha casa!
- Você mora nesse muquifo?
Você revirou os olhos.
- Me perdoe, Vossa Alteza, se os aposentos não estão de acordo com sua grandeza. E grandeza mesmo, porque, nossa... que pau grande, ein, princepezinho?
- Q-que? C-como? - ele olhou para baixo e percebeu que seu volume estava marcando mais do que devia.
- Ficou durinho, é? - você se abaixou ficando na altura dele, os olhos sedutores e os mamilos entumecidos.
As bochechas de Kuku enrubeceram.
- Quem sabe a gente possa se divertir um pouquinho antes que eu te jogue para os Jacarés! - sussurrou.
- Não existem jacarés no mar - disse meio tremendo.
- Não falei jacarés jacarés, quis dizer Jacarés... minha tripulação. Eles são mestres nas torturas milenares... espadas, afogamentos, fazer você assistir as cenas mais vergonhosas de Ginny e Georgia, CÓCEGAS.
- Cócegas?
- Acredite, pode ser bem ruim.
- Mas, madame, ainda não estou entendendo... por que ainda estou aqui? Por que me escolheu?
- Ah bobinho - passou a mão na face dele - Te escolhi porque você é herdeiro! E quero a sua vida em troca de Argentalha. 
Os olhos dele se arregalaram.
- I-isso nunca vai funcionar - esbravejou por um instante e de alguma forma ficou de pé. Parecendo aqueles presuntos embalados em rede vermelha que ninguém nunca compra no supermecado pois são grandes e caros. Você sacou sua espada no segundo seguinte e o prensou contra a parede preta do porão do barco.
- É o que vamos ver, príncipe,  só que temos um problema... Eu não esperava que você fosse tão...
- Tão? - ele sussurrou, com o restinho de ar que faltava.
- Gostoso - admitiu passando a pontinha da espada levemente pela barriga dele.
Os olhos dele se arregalaram e o membro que se mantinha duro, reagiu.
- Olha só o que temos aqui... estou ameaçando a sua vida com a porra de uma espada e você está com tesão? -  Kuku olhou para baixo envergonhado - Vai me dizer que nunca... AI MINHAS DEUSAS! O príncipe de Argentalha é virgem! - você riu descontroladamente colocando a espada de volta no coldre e puxando o corpo dele pelas cordas - Por que não falou antes? Se eu soubesse disso tinha sequestrado seu irmão mais velho, Fernando né? Pelo menos ele ja perdeu o cabaço!
- Como sabe que ele já...?
- Não te interessa. Qual seu nome mesmo?
- Príncipe Est - levou um tapa.
- Que mané príncipe! Aqui você é meu objeto. E objetos tem nomes, qual o seu?- Esteban queria responder cadeira e te implorar pra sentar nele, mas respondeu o nome completo - Bonitinho. Acha que combina com meu nome? Acha que ficaria bem: S/N Kukurizkca, a Dama da Lua Crescente, rainha de Argentalha?
- F-fica. - respondeu gaguejando pois sua mão direita fez um caminho confortável da cintura dele até em cima do pau enquanto a esquerda se mantinha na lateral do rosto dele.
- Então, talvez eu não precise te matar pra me tornar rainha... talvez eu só deixe você tão bêbadozinho de tesão, com os olhinhos marejados, assim como cê' ta agora, com o pau bem duro e babado pra mim, aí cê' faz o que eu quiser, né? - você massageou por cima da calça de linho, recebeu um gemido em resposta.
- F-faço.
- Então diz pra mim. - aumentou a pressão e os olhos dele fecharam.
- F-faço o que você quiser, minha senhora.
- Vai ser meu maridinho troféu, é? - movimentos mais rápidos e intensos.
- V-vou.
- Vai fazer tudo que eu mandar?
- S-sim.
- Vou ter poder absoluto sobre você e todas as terras Argentalhianas?
- Sim, S/N, sim.
- Vai me foder lentinho, Esteban? - sussurrou no pé do ouvido dele - Me encher de filhinhos inúteis e herdeiras do trono fortes e guerreiras? - porra, ele estava quase lá.
- Sim, senhora.
- Vai me ajudar a acabar com esse sistema de merda arcáico onde o rico cada vez fica mais rico e o pobre cada vez fica mais podre?
- Pelo amor de Deus, vou!
- Ótimo - parou o movimentou quando percebeu que ele ia gozar - Enzito, anotou tudo?
- Sim, senhora - uma voz grossa respondeu da escuridão. O príncipe abriu os olhos meio desnorteado, a boca já estava aberta a um tempo.
- O quê-?
- Esse é meu assistente e escudo pessoal, melhor amigo e eventualmente amante se a gente casar... ah, e foi ele que te deu uma cotovelada atrás da cabeça. Enzo, peça desculpas.
O homem moreno de cabelos mais cumpridos surgiu das sombras e o olhar de Kuku ficou deprimente. 
- Me desculpas, sou Enzo Vogrincic - ele entregou um papel amarelado a você e disse com uma postura imponente, com as duas pernas abertas e os braços para trás. Ele estava ali esse tempo todo? Aí, mas que vergonha!
- M-mas o que aconteceu? O que esse homem viril estava fazendo nas sombras?
- Ele estava redigindo nosso contrato de casamento, oras! Acabei de citar todas as cláusulas e você concordou com todas, basta assinar aqui - balançou a folhinha capenga.
Esteban não acreditava no que estava ouvindo. Pirata pedindo assinatura?
- Olha, Esteban, eu sei que nosso relacionamento começou de uma forma meio turbulenta... mas, lembra, que depois do casamento... - você se aproximou do ouvido dele e sussurrou baixinho - Vem a noite de núpcias.
- Onde que eu assino?
...
Vogrincic e Doroty prepararam a cerimônia e então a festa. Os Jacarés nunca questionavam suas decisões, então festaram o noivado como qualquer outra festa que ocorria na Arabella. Sua cabine ficava de baixo da Proa e então, quando estava cansada de todos aqueles homens e queria o seu homem... puxou Esteban pela gola da camisa de linho e andou o convés superior inteiro, exibindo seu troféu.
"Sortudo", eles pensavam.
- S/n... e-eu não sei como se faz.
- Shhh, meu principezinho, vou te ensinar tudo.
O primeiro passo foi tirar a roupa e entrar na banheira. Era anti-prático pois estavam em um barco, mas você era extremamente higiênica para uma pirata... além de ser a capitã e tudo que a capitã quer, a capitã tem.
Ele ficou excitado assim que viu seu corpo desnudo e cabelo preso em um coque desleixado.
 Você gostou de ser admirada à luz de velas.
Entrou na banheira de madeira e se afundou na água de rosas.
Ele ficou parado ao lado, esperando seu comando.
- Venha.
No instante seguinte ele estava dentro da água, de frente para você.
Banharam um ao outro e se arrepiavam a cada toque.
- Esteban - disse ajoelhada de frente para ele. Os olhos castanhos brilhavam com o reflexo do fogo. Ele estava extasiado e admirado... era uma loucura o que tinha feito, o que tinha topado fazer, mas pela primeira vez, estava livre do castelo e tinha tomado uma decisão.
E dizer que te amava era loucura, mas estava incrivelmente encantado e diposto a te conhecer por fora e por dentro (nos dois sentidos da palavra). Aí fora, aí dentro, aí fora, aí dentro.
- Vou te beijar agora, tá?  - você sussurrou, ainda o observando. Estava encantada com a beleza dele.
Ele te beijou antes que pudesse se enrolar mais. Seus braços passar ao redor do pescoço dele e os compridos dele, ao redor da sua cintura. E foi tão... mágico. Tão conto de fadas. Tão fanfic. Se conectaram como você nunca se conectou com alguém antes... nem com Enzo havia sido assim. 
E mesmo com a ansiedade de Kuku por mais, o beijo era lento. Seus mamilos durinhos em contato contra o peito dele. 
Com um pouquinho de dificuldade - pois ele era um homem grande - você passou as pernas ao redor dele e acabou sentada em seu colo. Sentiu o membro rijo logo abaixo e ficou cada vez mais excitada.
Era tão grande e estava tão excitado por você.
Se mantiveram assim por mais um tempinho.
Você desceu a mão para o feixe de nervos inchado e pulsante e começou a se masturbar beijando a boca aveludada de Kuku. Preparava terreno para recebê-lo.
- O que está fazendo?
- Me masturbando, Esteban. Ficando cada vez mais melada para sentar no seu pau.
- Posso?
Você respondeu que sim e guiou os dedos dele até lá, ensinando como gostava. Ele observava a cena e sabia que não podia encostar no próprio pau, se não ia gozar. Você gozou nos dedos dele, se contorceu e gemeu. Mesmo com a respiração entrecortada, tornou a falar:
- Agora eu vou sentar no seu pau, Esteban, e você vai ter que aguentar... e só pode gozar depois de mim.
Ele arregalou os olhos. Seu orgasmo havia sido negado desde manhã cedo.
- Sn, eu não sei se eu agu- no instante seguinte você estava dentro.
Quente, apertada e escorregadia.
Nunca, em mil punhetas, que a mão dele seria assim.
Kuku jogou a cabeça para trás como se tivesse levado um choque anafilático, você deu dois tapinhas na face dele.
- Aqui. Comigo.
Devagarzinho começou a explorar todo aquele comprimento e em sua cabeça já planejava o que faria nos próximos dias... com a sua boca, com a boca dele... Ao subir e descer no pau, aoertava ao redor dele e gemia, fazendo com que o corpo todo dele tremilicasse. 
Você ainda estava sensível do último orgasmo, então não demoraria muito assim para gozar... mas queria torturá-lo só um pouco.
- Cansei - disse fazendo drama,  cruzando os braços e parando de se movimentar - Acho que vou parar um pouco.
- Não, senhora, por favor - ele gemeu em frustração, estava tão gostosinho com aquela carinha.
- Eu não.
 E num ato inconsiente, Kuku começou a meter devagarzinho por baixo.
Você sorriu adorando como o corpo dele reagia ao seu.
Kukurizkca abraçou seu corpo contra o dele e então entrava e saia da bocetinha molhada freneticamente.  E era isso que você mais queria. O gemido dele no seu ouvido, os braços fortes te apertando, o pau grande te invadindo... era tudo intenso demais, gostoso demais.
Você se permitiu encostar a cabeça no ombro dele, depositar beijinhos no pescoço masculino a sua frente e sentir o membro que parecia querer cavar um buraco cada vez mais fundo.
Não ligou nem um pouco para a água toda que estava sendo derramada da banheira.
- Esteban - você suspirou abraçando o pescoço dele - Goza comigo? - ele respirou fundo, estava concentrado em te dar prazer e não estava esperando poder gozar tão cedo.
- S-sempre, senhora.
Quando você gritou e apertou ao redor dele, sentiu o líquido quente te invadindo, assim como a boca do homem encostando na sua.
Foi uma boa escolha ter casado com um homem alto, forte e submisso, afinal. Esteban te tirou da banheiro como se não pesasse nada, enrolou os dois na toalha e deitaram na sua cama redonda que ficava estranhamente posicionada no centro do quarto.
Havia uma escotilha aberta logo acima, então podiam observar as estrelas, mas ele estava mais interessado em te observar. Ficaram de frente um pro outro, com os narizes colados.
- Senhora Kukurizca, futura Rainha de Argentalha, Dama da Lua Crescente, o que faremos amanhã?
- Amanhã quero que me foda na proa, tipo Titanic.
- E depois?
- Depois tiramos uma semana de Lua de Mel. Vai me foder todo dia e vou te ensinar tudo sobre as coisas mais importantes do mundo.
- Amor e esperança?
- Sexo e pirataria. - ele riu esfregando um tiquinho o nariz no seu.
- E depois disso?
- Aí tomamos o poder em Argentalha.
...
Havia passado dois dias do sequestro do príncipe. 
E só então notaram seu sumisso.
Os gritadores de notícias (os futuros jornalístas) foram para as ruas... gritando:
- O PRÍNCIPE DE ARGENTALHA, ESTEBAN KUKURIZCKA,  FOI  SEQUESTRADO PELA DAMA DA LUA CRESCENTE! A PIRATA MAIS TEMIDA DOS SETE MARES. DEUS SALVE O PRÍNCIPE!
E os cidadãos inocentes repetiam e oravam...
- DEUS SALVE O PRÍNCIPE!
 Mas alguém perguntou ao príncipe se ele gostaria de ser salvo?
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cherryblogss · 9 months ago
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MAYBE WE'RE FIREPROOF
+18 avisinhos: sexo em locais públicos, penetração vaginal, daddy kink, sexo oral, daddy kink, sexo desprotegido (nananinanão), meio sem noção pq eu queria putaria, pet names até demais, reader imigrante no uruguai?, eu não sabendo nada sobre iates, meus erros de digitação.
notinha: continuação do enzo amante agora assumido!! atendendo a esse pedido especifico. E as pessoas que pediram eles morando juntos, não temam! eu ja to finalizando🌹
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Quando chega o aniversário de 1 ano que vocês pararam de se esconder, Enzo prepara uma surpresa te levando pra uma das casas dele no litoral. Ele mesmo fez sua mala dizendo que você merecia relaxar, portanto, mandou você pra uma tarde de spa enquanto organizava os detalhes finais da viagem na manhã seguinte.
Vocês chegaram por volta das 10 da manhã na casa luxuosa de veraneio, Enzo ia te apresentando os inúmeros cômodos, mas te deixou afastada da área de fora com uma desculpa esfarrapada. Ao chegarem na cozinha, rapidamente ele te levantou na bancada, metendo a mão por baixo do seu vestido e te fode nos dedos gigantes dele na medida que dizia tudo que iria fazer você nesses dias de férias, também te ameaçando falando que iria pagar pelo que fez antes de vocês saírem de casa. Você tinha acordado ele com um boquete desleixado, com os olhos ainda pesados de sono, mas com uma vontade descomunal de chupar o pau bonito do seu namorado.
Enzo faz um almoço leve para vocês, conversando sobre tudo que ele havia planejado e dizendo que havia uma surpresa para ti, então assim que terminasse, deveria vestir o biquíni preto que ele empacotou.
No momento que você fica pronta, Enzo coloca as mãos sobre seus olhos tapando sua visão, prometendo que a surpresa era muito especial e algo que ele sabia que iria te impressionar. Com medo de cair sozinha na casa enorme, deixou ele te guiar para fora dela, sentindo o vento refrescante batendo no seu rosto e bagunçados seus cabelos.
Quando ele retira as mãos dos seus olhos, você solta uma gargalhada alta ao ver ele só de shorts com um chapéu de marinheiro, sorrindo para você com as covinhas adoráveis.
"Vai me amarrar, marinheiro?" Perguntou atrevida enquanto mordia os lábios.
"Calma, boluda. A surpresa tá atrás de você." Enzo fala te virando para o mar. Seus olhos se arregalam comicamente, levando a mão para tapar a sua boca chocada com o que via. Era um iate super chique com o apelido com o do seu nome escrito embaixo da proa. Aquilo era facilmente a coisa mais luxuosa que tinha visto, a embarcação chega a reluzir com a luz do sol.
Enzo admirava sua expressão comovida, mas logo te puxa animado para te mostrar tudo. Decidiu te levar direto para o bombordo para poder levar vocês para o mar aberto. Ao chegarem na sala de comando, você observa os mapas e volante impressionada, ainda processando tudo que estava acontecendo.
"E quem vai pilotar isso? Você?"
"Claro, amorzinho" O momento que você vivia era maravilhoso. A cada dia vocês descobriam coisas um do outro. Não poderia esperar para passar o resto da vida se surpreendendo com ele.
Sentada perto do seu comandante por uma tarde, observou ele navegar concentrado com uma ruguinha surgindo no meio das sobrancelhas grossas pelo sol quente e foco. Sentia um calor que definitivamente não era da luz solar surgir no seu interior, esfregou suas pernas para acalmar o fogo no seu ventre.
"Nunca entendi a graça de iates, mas acho que estou começando a gostar" Ele ri com a voz grave fazendo seus pelos do braço ficarem eriçados. Enzo ria muito mais com você na vida dele, as vezes nem tinha graça, porém não conseguia conter a felicidade perto de ti. Passou tantos meses tendo que esconder a sua afeição, que agora vocês podiam demonstrar, ele usava cada minuto pra expressar a paixão que sentia. Sabia que existia muito fofoca quando as pessoas te viam em festas nos braços dele, mas ninguém tinha coragem de questionar Enzo, e honestamente, a maioria já suspeitava que ele era meio obcecado por você.
"Vem cá, gatita, quero te ensinar um pouco."
Se aproximando dele que te posicionou para ficar na frente dele, logo em seguida, segurou suas mãos significativamente menores nas dele e ajeitou seus dígitos ao redor do volante.
Quando você conseguiu manter suas mãos firmes no volante, Enzo retirou as dele e baixou elas pra acariciar sua cintura, deu um pulinho assustado ao sentir o pau duro sendo empurrado contra sua bunda.
"Para, seu safado"
"O que vai fazer? Chamar seu namorado?"
Tentando deixar o tópico mais leve, de vez em quando vocês faziam piadinhas sobre o passado, sempre que Enzo era muito assanhado na frente dos outros, você dizia que ia chamar seu namorado pra ele se comportar.
Depois que você pilotou por um tempo no mar aberto e pacífico, Enzo voltou a tomar o controle dizendo que ia te levar a uma área que tinha muitos peixes e era ótima para mergulhar. Enquanto isso, você aproveitou para explorar a embarcação, parando para descansar quando viu um espreguiçadeira com um livro de poesias em cima e guarda-sol projetando uma sombra, aproveitando para relaxar, pegou o livro e deitou sobre o assento de madeira.
Chegando no ponto perfeito, Enzo parou o iate totalmente e percebeu que você estava quieta a muito tempo. Preocupado, foi te procurar. Ao te ver lendo na espreguiçadeira, pega a câmera que estava pendurada ao redor do pescoço dele e aponta para você, fotografando a coisa favorita dele no universo inteiro. Ao escutar o clique, você olha para ele com o cenho franzido.
"¿Que haces, amorcito?"
"Capturando uma sereia fora do mar." Contorceu a boca para evitar soltar um riso. As veze ele era tão cafona com os elogios, mas nunca falhava em te deixar com borboletas no estômago.
"Seu besta." Falou em português finalmente soltando uma risada. Enzo tirou mais uma fotografia sua, agora rindo para ele. Deixando a câmera no chão, Enzo se ajoelha, começando a beijar seus tornozelo, subindo até chegar na suas coxas onde mordeu suavemente a carne macia.
Ao alcançar o meio das suas pernas, deu um beijo no seu monte de vênus por cima do tecido, depois levando os dedos para afastar a calcinha para o lado, esfrega o nariz grande pela sua fenda, absorvendo seu cheiro intoxicante. Você embola os cabelos lisos nas suas mãos, empurrando a boca dele contra a sua intimidade pulsante.
"Vai logo, mor." Falou com uma voz afetada, levantando os quadris na direção do rosto do seu namorado.
Divertido com a sua impaciência, te provoca soprando um arzinho bem em cima do seu clitóris. Entretanto, ele também estava ansioso, sentia a boca seca com vontade de te chupar. Então, inclinando a cabeça, o moreno começou a passar a língua pela extensão de pele molinha, lambia cada partezinha espalhando sua lubrificação e saliva pela região.
Quando você começa a gemer mais alto, ele passa a massagear seu clitóris com lambidas demoradas para depois soletrar o nome dele com a ponta da língua, depois começa a te foder com o músculo duro, gemendo contra sua intimidade. Você já se encontrava tão sensível pela tarde fantástica, que não demorou muito para você se aproximar do orgasmo. Percebendo que sua bucetinha piscava mais e mais, Enzo começou a chupar seu clitóris intensamente, segurando suas coxas quando os espasmos começaram. Seu namorado grunhiu quando os líquidos começaram a vazar diretamente para dentro da boca dele.
O uruguaio escala seu corpo, até chegar no seu pescoço onde esfrega o rosto melado e deita sobre sua forma depositando toda a massa corporal.
"Você tá me esmagando, seu louco." Você deixa um tapa nas costas musculosas mesmo adorando a sensação dele pressionado em você.
Invertendo a posição, Enzo te deixou por cima dele enquanto te olha com uma expressão deslumbrada, suas bochechas esquentaram com a olhada intensa. Com saudades de sentir sua pele na dele, o mais velho leva a mãos até a cordinha do seu biquíni desfazendo o nó da parte de cima e também das laterais do seu quadril.
Recuperada do seu orgasmo intenso, apanhou a câmera abandonada no chão, apoiando os joelhos ao lado dos quadris dele e mirou a lente em direção a Enzo. Sorri maliciosa ao dizer:
"Sorria para mim, enzito." Fechou um olho ajustando o foco da câmera para capturar as feições do seu namorado que fechou a cara em uma carranca ao ouvir o apelido que você tinha dado pra ele.
Tirou uma foto da cara séria do moreno, mas querendo arrancar um sorriso, se remexeu até pressionar sua intimidade quente contra a ereção volumosa dele.
"Você joga sujo, gatita."
"Levanta, bebita." Você se espreguiça levemente ao se por de pé e o moreno solta um assobio te fazendo revirar os olhos. Ele realmente nunca se cansaria de admirar sua beleza. Estendendo a mão em sua direção, Enzo retira o short e te puxa para o colo dele de costas, você relaxa o corpo inteiro se apoiando no peitoral definido, admirando a vista paradisíaca do mar.
"Apoia bem esses pezinhos na cadeira, princesa." Enzo fala depois de deixar um beijo estalado na sua cabeça. Seguindo a instrução, dobrou os joelhos e fixou os pés ao lado das panturrilhas fortes.
Ele pincelava a cabeça inchada do pau pela extensão da sua intimidade, lubrificando o membro pra facilitar a introdução e também pra te fazer implorar por ele. Encaixa a pontinha avermelhada no seu buraquinho, segurando sua cintura te ajuda a sentar ouvindo seus gemidos baixinhos. Sem saber o que fazer com as próprias mãos, você começa a massagear seus peitos, apertando os biquinhos tesos.
Ambos soltam gemidos altos quando Enzo enfia o membro inteiro, sente sua visão ficar nublada e suas pernas tremerem. Enzo percorre as mãos pelo seu corpo e impulsiona seu corpo para cima, indicando para você começar a se mexer. Inicia um ritmo lento, se habituando a ardência e a sensação de estar totalmente preenchida. Sua buceta se contraia ao redor do pau, espremendo ainda mais pré-gozo que saia junto com seu melzinho deixando a virilha do seu namorado molhada.
"Rebola pra mim, amor, vai." Fala ao mesmo tempo que dá tapas em ambos lados do seu quadril salivando ao ver a pele sacudir. Obedecendo o uruguaio, começa a subir e descer mais entusiasmada, dando reboladas curtas quando o pau é enterrado completamente dentro da sua bucetinha pulsante.
Extasiada com as sensações, jogou a cabeça pra trás apoiando no ombro largo, solta miados longos pelo jeito que o pau grande tocava cada pontinho sensível dentro da sua buceta. Para ele era um benção ser sufocado pelo cheiro do seu cabelo e peso corporal, já sentia suas bolas se apertando só de ter sua bunda batendo na virilha dele com cada sentada.
Quando você começou a quicar com mais ritmo, ele leva uma mão a sua cintura enquanto a outra começa a massagear seu peito, apertando o biquinho entre os dedos. Você começa a gemer mais alto, balbuciando algo.
"O que você quer, hein?" Fala ao segurar seu corpo, parando os movimentos para você conseguir pedir direito o que queria.
"follamé, papi, por favor" Enzo mordeu os lábios para conter um sorriso satisfeito. Era incrível como você era previsível, sempre sendo a bonequinha preguiçosa dele que pedia para ele fazer o trabalho pesado. E você pedia justamente porque sabia que ele faria qualquer coisa para te agradar.
O mais velho segura a parte de trás do seu joelho esquerdo, mantendo suas pernas aberta e firma os próprios pés na espreguiçadeira. Começa um ritmo frenético, metendo vigorosamente sabendo que nenhum de vocês dois ia durar muito. Depois disso, parecia que suas paredes apertavam ele ainda mais.
"Que bucetinha gulosa, princesa, tá quase me engolindo." Leva os dedos compridos ao meio das suas pernas, alternando entre massagear o seu pontinho inchado em pequenos círculos e dar tapinhas nele. O corpo de vocês emitia sons molhados pelo suor e a bagunça feita pelos líquidos na parte onde estavam conectados. Tudo isso, te fazia choramingar, dizendo que ia gozar e queria ele te enchendo de leite.
Enzo leva uma mão ao meio das suas pernas, estimulando o pontinho completamente exposto pelo tanto que ele te arrombava com a pica grossa. Você vira o rosto para o lado, buscando os lábios carnudos e beijando intensamente o moreno que corresponde enfiando a língua na sua boca desegonçado, conforme vocês trocavam gemidos desesperados. Soltando um grito pornográfico, seu corpo treme com a chegada do seu orgasmo. Com as suas paredes se contraindo mais rápido ao redor dele, Enzo aperta seus peitos com força e geme rouco ao jorrar porra quente dentro da sua buceta dormente.
Você se aconchega mais no peito másculo depois dos espasmos cessarem e sua respiração normalizar. Calminha, fecha os olhos, agradecendo aos céus por tudo que te levou a esse dia especial com o amor da sua vida.
Com um olhar travesso, Enzo leva a mão até seu clitóris de novo beliscando sutilmente. Com um gritinho assustado, afasta a mão dele da sua intimidade não aguentando mais um estímulo.
"Que mala es, mami." Fala rindo ao pé do seu ouvido.
Com um chiado retirou o membro da sua intimidade. Virando-se pra encarar o mais velho, deita sobre o homem lindo de forma mais confortável, começando a desenhar figuras abstratas na pele bronzeada e pensando como era sortuda por ter encontrado um homem tão incrível e, apesar das circunstâncias, vocês se apaixonaram.
O uruguaio pega novamente a câmera do chão, agora mirando nos rosto colados de vocês. A foto saiu perfeita com o sol se pondo no fundo e os rostos deslumbrados com sorrisos bobos. Enzo agarra a sua mão levando aos lábios dele e beija o anelar esquerdo em uma promessa silenciosa.
Ele até já sabia o que ia fazer no ano que vem, pegaria aquele anel guardado a sete chaves no escritório dele e te pediria em casamento sem chances de você dizer não.
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alguém manda esse cara vir na minha casa consertar um vazamento aq na minha cama pfvr (minha bct chorando por ele)
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inutilidadeaflorada · 1 month ago
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A Máquina Inorgânica Ovacionando Odisseu
Sempre pronto para que a terra o absorva Não gaste sua prece com fulanos anônimos Há de ruminar insone seu réquiem pastoso Fruto de um monólogo apreendido em bordéis
A arena gira sua sentença: Beijos inoportunos, datando culpa Me movendo centrifugamente Aponto uma traição com a língua
O rei dessas escadarias me aguarda Eu tenho por ofício trazer fisionomias Ao que seus vitrais ambicionam Retiro o níquel de seu povo
Via crucis, quiçá intercederia Por corpos que já não respiram mais E escreveria cartas abertas Aos seus entes enlutados
Movimentos cênicos, estrelas de cerâmica Versam esterilidade e intimidação A cada uma dessas assombrações Com as quais se congestiona idas e vindas
Gire as hélices desse moinho Hoje, embarcação que te guia Nesse rio turvo de prantos Convergido nas veias da grande lamentação
Vislumbres de cura, areia e espadas enferrujadas A vida passada fugaz pelos olhos ambíguos Um hábito diário de vidro transcorrido Acolhido por minha percepção
Não estou usando o cálcio para construir rupturas O duplo é como uma Vênus que recusa exposição Entretanto, com esse amido mitigado construí portões Até o momento que me reconheça espaço mutável onde mora o último suspiro...
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lidia-vasconcelos · 10 months ago
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E bora navegar...
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blogoslibertarios · 2 years ago
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Embarcação naufraga na Grécia e mata ao menos 78 pessoas
  Ao menos 78 pessoas morreram, 104 foram resgatadas e quatro foram hospitalizadas na cidade de Kalamata, após o naufrágio de uma embarcação com migrantes perto da península do Peloponeso, sul da Grécia, informou a Guarda Costeira nesta quarta-feira, 14. A embarcação, que estava com centenas de migrantes, de acordo com uma fonte do Ministério das Migrações, afundou em águas internacionais, a 47…
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tyongbrat · 2 months ago
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Oi, amigos!! Quanto tempo 🦦 Ontem, estava assistindo Uncharted (com o Tom Holland) e uma ideia nova surgiu. Sei que é algo um pouco diferente do que estou acostumada a compartilhar por aqui, mas quero explorar essa estética nova. E, claro, na parte 2, vou voltar ao que sempre faço: um smut.
tentacle girl - jennie (part 1)
Nas brumas de uma ilha esquecida, onde o sol mal ousava tocar e as ondas sussurravam segredos sombrios, nenhum marinheiro ousava ancorar. As areias negras jamais sentiam o peso de botas humanas, mas ali, entre os recifes ocultos e as árvores retorcidas, vivia uma garota singular.
Jennie, como era chamada, era uma criatura tão enigmática quanto a própria ilha. Seus cabelos escuros caíam em ondas suaves, emoldurando um rosto salpicado por sardas de um tom alaranjado, como brasas que jamais se apagavam. Seu corpo esguio parecia pertencer a duas naturezas distintas: uma humana, outra pertencente às profundezas do oceano.
Ao invés de braços, dela pendiam tentáculos elegantes e fortes, que se moviam com uma graça quase hipnótica, como se dançassem ao ritmo das marés. Apesar disso, Jennie era mais humana do que polvo, pelo menos em espírito. Seus olhos carregavam uma melancolia que os outros habitantes da ilha, criaturas completamente marinhas, jamais poderiam compreender. Ela era um elo perdido entre dois mundos que preferiam se ignorar.
Jennie sabia que não pertencia totalmente a nenhum deles, mas, mesmo assim, caminhava – ou deslizava – pela ilha com uma determinação silenciosa, como se buscasse um propósito entre as sombras que a cercavam.
Naquela ilha esquecida pelo tempo, os dias não faziam sentido. Um ano passava como se fosse apenas um instante, e o mundo parecia preso em um ciclo eterno de monotonia. Nada mudava. Nada havia mudado nos últimos anos. Mas naquele dia, algo diferente aconteceu.
Uma pequena faísca do sol, rara e tímida, atravessou as densas nuvens e tocou a água cristalina. O reflexo dourado dançou na superfície, iluminando brevemente o silêncio da ilha. A areia, antes fria e indiferente, agora grudava na pele como se quisesse se fazer sentir. O vento, quente como nunca antes, trazia consigo um arrepio estranho, um aviso sutil de que algo estava prestes a acontecer.
E então, quebrando a imutabilidade daquele lugar, surgiu uma silhueta no horizonte. Um barco de madeira envelhecida, suas tábuas rangendo contra as ondas, aproximava-se da praia. A bandeira que tremulava no mastro, esfarrapada pelo tempo, ostentava um símbolo inconfundível: uma caveira e ossos cruzados. Piratas.
A embarcação encalhou na areia com um rangido profundo, como se a própria ilha protestasse contra sua chegada. Jennie, escondida entre as rochas e algas, observava com olhos arregalados. O mundo que ela conhecia, feito de marés previsíveis e silêncio eterno, acabava de ser invadido. E, pela primeira vez, algo dentro dela também mudava.
Com um salto ágil e decidido, uma figura feminina abandonou o convés da embarcação, aterrissando na areia com a graça de quem parecia destinada a desbravar territórios desconhecidos. Era uma jovem de aparência singular, com olhos puxados que cintilavam como estrelas guardando segredos, e cabelos levemente tingidos por algo que Jennie não conseguia identificar – algo misterioso e distante, que parecia pertencer a um mundo além de sua compreensão.
As pernas longas da visitante tocaram a areia com firmeza, revelando arranhões e cicatrizes que contavam histórias de desafios enfrentados. Jennie, oculta entre as rochas e algas, observava com atenção cada detalhe de seus trajes. Um pano vermelho, amarrado às madeixas, balançava ao ritmo do vento, como uma bandeira de resistência. A simplicidade de sua vestimenta não escondia a imponência que ela carregava consigo, como se cada pedaço de tecido guardasse memórias de mares distantes e batalhas ferozes.
Porém, o que mais chamou a atenção de Jennie foi a mão direita da garota – ou, mais precisamente, a ausência dela. Em seu lugar, um gancho de metal reluzia sob o brilho fugaz do sol, evocando as lendas que Jennie ouvira em murmúrios entre as cavernas e os sussurros do mar. Histórias de piratas, de navegantes ousados que desafiavam as leis do mundo conhecido.
Embora Jennie não soubesse quem era aquela estranha, havia algo inegável na presença dela. Como um presságio, a chegada da pirata parecia anunciar que o equilíbrio da ilha, há tanto tempo imutável, estava prestes a ser alterado.
— Hoje desbravaremos terras jamais pisadas por pés humanos — disse a jovem, os olhos brilhando com uma mistura de excitação e desafio. Ela levantou o queixo, como se quisesse se afirmar diante do desconhecido, e fez um gesto amplo com a mão, apontando para a vasta extensão da ilha à sua frente.
Homens e mulheres seguiram seu exemplo, formando um pequeno grupo de exploradores. As botas, encharcadas de lama e marcadas pelo tempo, agora tocavam a areia escura — uma terra que, até então, apenas os habitantes nativos da ilha ousavam pisar.
Jennie, escondida entre as rochas e algas, observava em silêncio. Seus olhos ágeis captavam cada detalhe dos recém-chegados, mas foi o ambiente ao redor que mais chamou sua atenção. A ilha, tão viva quanto misteriosa, parecia reagir à presença dos intrusos.
Nas árvores retorcidas, criaturas de formas indefinidas se moviam furtivamente, escondendo-se nas sombras. Alguns pareciam quase humanos, com olhos brilhantes e membros alongados, enquanto outros tinham formas tão místicas que desafiavam qualquer descrição — asas feitas de névoa, corpos translúcidos que refletiam a luz como cristais.
No mar, figuras aquáticas deslizaram para as profundezas, seus movimentos rápidos e precisos, como se temessem ser vistos. Era como se toda a ilha estivesse em alerta, resistindo à invasão silenciosa.
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newstotalcomunicacao · 9 months ago
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Homem passa nove horas à deriva no mar em meio ao frio e chuva em Florianópolis
(Foto: CBMSC, Divulgação) Um homem de 52 anos passou nove horas à deriva no mar em Florianópolis enfrentando o frio e a chuva. Ele foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros na madrugada deste domingo (14), perto da Armação do Pântano do Sul. De acordo com os socorristas, o equilíbrio emocional para não entrar em desespero e a quantidade de roupa para se manter aquecido evitaram que a história…
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ocombatenterondonia · 1 year ago
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Ações para promoção da saúde mental dos ribeirinhos são realizadas pelas equipes que atuam na embarcação
Atividades em grupo, dinâmicas e escutas estão entre os serviços realizados nas comunidades Em sua 6ª missão desde que foi reinaugurado, em 2021, o Barco Saúde Dr. Floriano Riva Filho, da Prefeitura de Porto Velho, navega pelas águas do rio Madeira com a missão de proporcionar maior acesso dos ribeirinhos aos serviços da rede municipal, entre eles a promoção da saúde mental da população…
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