#bronzeada
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cherryblogss · 6 months ago
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eles pálidos igual pão e eu sendo a salsicha no meio
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araigummy1 · 3 months ago
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Isso! Corpo de aparência fertil porém personalidade obediente
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gimmenctar · 5 months ago
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lip and hip
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haechan x leitora. 1054k. rapidinha & dirty talk.
férias. fim de ano. friozinho de montanha. airbnb lotado com seus amigos que, no momento, estão no décimo oitavo sono.
você revira na cama outra vez. a sede te acordou, mas a preguiça de ir até a cozinha pegar água te faz enrolar por bons minutos. fita o escuro por algum tempo sem ver um palmo à sua frente até que seus olhos se ajustem. por fim, com um suspiro inconformado, chuta a coberta pra longe e se levanta a fim de um copo bem gelado d’água.
passando rapidamente pela sala, nota que alguém está jogando vídeo game na madrugada. devido ao sono e ao encosto alto do sofá, é difícil reconhecer quem está esparramado ali.
já na cozinha, o copo de vidro sua imediatamente com a temperatura fria do líquido que cessa a sequidão da sua garganta, e seu corpo desperta um pouco mais com o agrado. talvez não conseguisse voltar a dormir.
dirige-se ao outro cômodo com o propósito não só de matar a curiosidade acerca do jogador noturno, mas também de ter companhia até que seu corpo pedisse pelo seu travesseiro novamente.
aproxima-se devagar para não ser percebida, e assim que a pele bronzeada, os cabelos escuros e as pintinhas na bochecha de haechan entram no seu campo de visão, trata de assustá-lo.
“bu!”
o corpo alheio treme momentaneamente, te fazendo rir baixinho. o boneco do gta para o que estava fazendo porque o controle caiu das mãos do jogador de coração acelerado.
“garota maluca.” ele põe uma das mãos no peito e tenta assimilar o susto. pega o console do chão e volta a jogar mais ou menos, ainda ralhando pela sua presença repentina.
“por que não vai dormir? tá sem sono?” senta-se no espaço vazio ao lado de lee, encolhendo o corpo por causa da brisa gélida que entra pela janela entreaberta.
“ia te perguntar a mesma coisa.” seu olhar cai sobre o corpinho friento. “tá com frio?” você balança a cabeça. “vem cá.” ele bate numa das pernas com as mãos e abre os braços para te convidar ao seu colo.
você engatinha e se ajeita nas coxas de haechan, sentando-se sobre elas, pondo uma perna de cada lado do garoto. escuta sua risada leve borbulhar no peito quentinho ao recostar-se sobre seu ombro. aproveitando o pescoço aquecido também, encosta a pontinha do nariz em sua pele, fazendo com que ele puxasse ar entre os dentes.
“tá que nem um morto, cruz credo.”
“é normal ficar com a pele gelada no frio, não sei como você tá quentinho assim.”
“é um dom.” responde convencido, já concentrado na tela outra vez.
ao invés de refutar, você se aninha mais contra o embalo de hyuck a fim de se aquecer mais rápido. ele te envolve com os braços e apoia as mãos na tua lombar, dá pra sentir seus dedos rápidos mexendo nos botões do controle.
mesmo tarde na madrugada, o perfume leve pós-banho ainda não saiu da pele cálida de lee. “hm. cheiroso.” você murmura com o rosto colado nele, deixando um beijinho em seguida. não resistiu.
as mãos dele travam um instante.
“não começa.” ele alerta, mas o tom é desafiador. poderia começar sim, se quisesse.
em vez de ficar quietinha, não, você insiste e dá outro beijo, mas desta vez mais demorado — parte sua quis provocar, a outra apenas se deixou levar pelo momento.
haechan cerra as pálpebras ao sentir os batimentos acelerarem pela leve onda de prazer que percorre seu corpo, ele aperta o controle com força. é muito ruim ser sensível assim.
arriscando um pouco mais, usa a língua no terceiro selar, sentindo a pele doce no paladar. ele finalmente larga o bendito videogame para acariciar tua cintura sob o pano grosso de sua camiseta.
para te dar mais acesso, hyuck encosta a cabeça na almofada. entendendo o sinal, seus beijos se intensificam, explorando desde o trapézio, passando por todos pontos que o enfraquecem, até finalmente chegar nos lábios cheinhos e macios.
já faz um tempo desde que se beijaram a última vez, especificamente 15 dias. tiveram de contar. o culpado? bem…
“sempre quis beijar alguém de piercing.”
o sussurro vem depois da mordida carinhosa que deixa no lábio inferior do lee. ele ri fraco. a argolinha prateada enfeita o rosto perfeitinho.
“tava com saudade.” ele rouba outro beijo. “sabia?”
“sabia, você não disfarça muito bem.”
haechan ameaça te levantar, mas você ri, apertando as coxas contra ele. “não, amor, eu também tava. juro.”
“é? mostra ent��o.”
não precisa responder com palavras. suas mãos puxam o garoto de volta para um beijo lento, com intenções claras de expor seus desejos latentes que se encostam devagarinho também.
quem te faz rebolar é ele. pede discretamente com as mãos primeiro ao que você atende, sentindo a ereção crescer debaixo de si.
“quero mais, hyuck.”
“sabia que você não ia aguentar ficar sem pedir.”
“eu posso ir pedir ao jeno.”
“não fala merda.”
enquanto se bicam, também se livram das camadas que os atrapalhavam. você guia a cabecinha a se lambuzar com teu mel, provocando a vulva com o membro.
“enfia logo, amor.” pede entredentes, te sentir assim o deixa tonto. precisa te comer. “ah! putamerda.”
você afunda de uma vez, acostumada com o tamanho e com a espessura. habilidosa, apoia-se nos ombros de haechan pra brincar com a cadência.
ele revira os olhos e joga a cabeça pra trás, o barulho molhado mandando sua consciência pra puta que pariu. “fode, bem assim, cachorra.”
mudando a tática bem na hora do apelido, haechan te atinge mais fundo e mais gostoso. você geme só pra ele, apertando sua extensão sem querer.
“hyuck… caralho.”
“você gosta né? cachorra. porra, senta gostoso, vai. senta que nem a puta que você é.”
e o pior é que funciona. toda. vez. sempre que a boquinha suja dele te ofende, seu melzinho escorre muito mais.
as paredes grossas não permitem seus gemidos ecoarem, então você o recompensa com muitos. a cada palavra que sai dos lábios adornados de hyuck, apenas sons incoerentes saem dos teus. o pau de lee te preenche tão bem que tira tua capacidade de raciocinar.
assim, entre xingamentos, o nome de haechan e pedidos imodestos pra que você foda mais, ele te faz ver estrelas e, com as mordidas da sua buceta bem comida, acaba metendo o leitinho pra dentro.
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imninahchan · 25 days ago
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⠀⠀ ⠀ ⠀𝓅. ❤︎ 𝐚𝐢𝐦𝐞𝐞     ⠀· Capítulo 1
a v i s o s : uni!au, dark academia br, dilf, smut com o wagner, oral e masturbação fem, dirty talk, dumbification, degradação 2,7k palavras ⠀⠀· prólogo
O aroma temperado das batatas recheadas preenche a cozinha. Folha de louro, páprica, orégano. Dá água na boca.
Um sorriso cresce no canto do seu rosto, não só pelo apetite, também por causa do orgulho com que o cozinheiro retira a assadeira do forno. Vocalmente satisfeito com o próprio desempenho. Nada humilde, ao deixar o objeto quente na pia e aspirar o vapor teatralmente, cerrando os olhos num suspiro.
— Parece muito bom — você comenta, sentada à bancada.
Wagner aceita o elogio de bom grado, não faz cerimônia.
— E quando não fica? — brinca.
Limpa as mãos no pano de prato, enquanto os olhos correm pelo recinto. Como sous chef, a segunda em comando nas panelas — embora sem possuir todos os dotes necessários de culinária —, fica a seu encargo buscar o molho para cobrir a receita.
Atrás de ti, o homem se ajeita com o intuito de auxiliar. “Isso, pode espalhar”, murmura, observando o líquido avermelhado escondendo as batatas douradas. Elogia, diz que você boas mãos pra essas coisas, o que acaricia seu ego, mas ele sempre fala isso, não? Pra ele, você é a mais talentosa, a mais inteligente, a mais capaz...
Finalizando, o restinho que fica na colher de pau é recolhido de pouco em pouco pelo seu indicador. Prova o sabor agridoce, sente a marca suave dos tomates, porém não lembra mais quais foram os outros ingredientes na mistura.
Wagner beija a sua bochecha, aperta os braços na altura dos seus seios e te tira do chão por alguns segundinhos com a intensidade do abraço.
— Linda — te aprecia, casualmente. Não resiste ao próprio trabalho, passa o dedo na colher, leva à boca. A segunda prova, no entanto, direciona à sua.
Você chupa o dedo dele, casualmente. Torna-se um momento molhado a teor de alho, pimenta e mostarda. Ele te alimenta até limpar a colher, rouba o gosto do molho através de um beijo, da mesma forma, roubado. Quando se afasta, é apenas para lavar o utensílio na pia.
Seus olhos o seguem, o observam. Gosta de vê-lo no seu habitat natural, para além do campus. Ele fica mil vezes mais atraente se está na cozinha, morfando temperos e descascando legumes. Simplesmente, não consegue reprimir a necessidade de estar junto dele, de tocá-lo. Quer ter na palma da mão, sentir o cheiro.
Chega mais pertinho de novo, então. Os dedos sobem pelos cabelos curtos na nuca alheia, o canto do seu rosto descansa no braço forte. Encara-o. A barba recém feita, a pele levemente bronzeada de quem passou as últimas duas semanas de férias na praia com os filhos. O perfume cítrico. Os ombros largos.
— Eu sei o que você quer quando fica olhando assim pra mim... — a voz profunda comenta.
Sempre foi muito difícil não olhar para ele, não ser atraída pela aura dele. Que sorte a sua, portanto, que ele era seu professor.
A matéria não é obrigatória no seu currículo, mas a sua amiga recomendou as aulas depois de uma boa experiência no período anterior e você ficou tentada. O horário também é agradável, funciona na sua grade. Sem falar, claro, da ementa relevante.
Wagner chega um pouco atrasado no primeiro dia de aula — sete minutos, para ser mais preciso. Pede desculpas mil vezes, enquanto se instala na mesa, justificando que também era o primeiro dia de aula do filho mais velho e, como um bom pai coruja, não pôde deixar de levá-lo ao prédio da Economia, do outro lado do campus universitário. Você se senta no fundo da sala, quieta. Não tem conhecidos próximos nessa disciplina, por isso planeja só fazer a sua parte, em silêncio. Ao mesmo tempo que espera que vai aprender e se divertir muito, não gosta de nutrir expectativas muito grandes para evitar a decepção. Mas Wagner... Wagner é tudo aquilo que a sua amiga garantiu que ele era.
Ao separar dos lábios dele, já fisgou a sua atenção. A voz que vem da garganta é aveludada, funda, com uma rispidez masculina. Se fecha os olhos, ainda vai poder fantasiá-lo claramente. E pra soma, a eloquência do discurso é uma acompanhante de ouro.
Ele não é apenas inteligente, daqueles que cospem duas frases repletas de referências culturais e literárias sem carisma. Pelo contrário, é o carisma natural que o enfatua. Em meia hora de explicação, consegue estabelecer conexões entre o autor nacional que precisam ler no começo do curso com dois ou três filmes produzidos no mesmo território e teorias que os perpassam paralelamente. Não usa o quadro, mas gesticula. Fala devagar, calmo. Olha no olho, dá ênfase no que precisa ser enfatizado, e não deixa de largar uma piadinha que converse com a discussão.
Você gosta da aula, mas gosta mesmo porque gostou dele. Se tivesse que fazer a mesma disciplina com certos odiáveis do departamento dele, provavelmente teria logado no sistema só para trancar nos dez minutos iniciais.
Ao fim, você é um dos outros alunos que permanece na sala para conversar com o professor. Não tem uma pergunta instigante, ou um comentário que possa gerar discussão pro próximo encontro, quer apenas suprir sua necessidade de constantemente se justificar, deixando-o ciente de que “essa não é a minha área, mas eu vou me esforçar e tentar contribuir de alguma forma.”
Ele sorri, guardando os pertences na mochila preta.
— Que isso... — murmura, bem-humorado. — É claro que é a sua área também, literatura brasileira é para todo brasileiro — garante. — Vai ser um prazer ter você na minha disciplina.
Sabe que a gentileza é universal, não é como se ele tivesse dito isso somente para você, por ser você, por existir alguma instância especial aqui. Só que, veja bem, é isso que você entende.
Passa a noite pesquisando a respeito dele. Analisa o lattes, vê onde se formou, as áreas de foco de pesquisa, a trajetória que o trouxe até aqui. Descobre que ele também fez cinema, que atua num projeto que une as duas faculdades no seu campus. Nas redes sociais, revira as publicações do começo ao fim.
Ele tem dois filhos; um estreando a vida universitária e outro iniciando o último ano do ensino médio par chegar no mesmo destino. No entanto, nunca se casou. Tem uma relação amigável com a mãe dos filhos, dedicou a ela um post no aniversário do ano passado. Interessante... Então, ele é solteiro, não é?
O feed apresenta divulgações de eventos e manifestações políticas de esquerda que participou, amigos e família, um curta que lançou há dois anos e registros das aventuras culinárias. As fotos das viagens a Salvador te mantém acordada até tarde. Vê uma por um. O físico natural, nada rebuscado por uma musculação pesada. Pelinhos finos no peito, os fios grisalhos nas laterais dos cabelos. Ao redor do pescoço, uma correntinha dourada finaliza com um crucifixo delicado.
Nas aulas seguintes, você se pega atenta à mesma correntinha.
Atenta, imaginando o contraste da frieza suave do material metálico contra a pele quente por baixo da blusa estampada. Os seus lábios secam, solitários. A boca deseja por algo, por sentir, triturar. Devaneia com a possibilidade de segurar o crucifixo entre os dentes, chupar e depois soltar para a peça roçar molhada no peito ardente. Com ele, você acredita que nunca ficaria com a boca vazia. Floresce em ti uma fome de devorá-lo, de servi-lo.
Deseja-o. E normalmente, se deseja, você busca saciar a ganância.
— Eu sei o que você quer quando fica olhando assim pra mim... — ele acusa.
É final de aula, só restam os dois na sala. Do lado de fora, o pôr do sol marca um momento de calmaria e discrição no prédio, a transição entre os alunos que saem do integral e os que chegam para estudar no outro turno.
A sua escolha é a de ser fingida.
— Não entendi — responde, calculadamente distraída.
Ele se senta na cadeira, respira fundo. A expressão que decora a face madura, entretanto, passa longe de irritação. Pelo contrário, você vê surgir, de maneira tímida, um sorriso ladino.
— Não precisa se fazer de sonsa — te fala, sereno. — Eu sei os joguinhos que você tá jogando, e com quem tá jogando.
Você pende a cabeça pro lado.
— Não sei do que tá falando, professor.
Wagner, por fim, deixa o sorriso se esticar.
— Só quero que você tome cuidado com o que tá mexendo — diz. — Talvez, você vai entrar numa aventura muito perigosa.
— Perigosa? — você apoia as mãos na mesa, inclina-se para frente. Ele olha ao redor, verifica se o ambiente ainda é propício. — Por quê, o senhor não quer se aventurar?
— Eu não disse isso...
— Então, por que tá tão preocupado com uma coisa que nem existe ainda?
Ele comprime os lábios, pensativo. Você não espera uma resposta, segue seu cronograma do dia. A resposta, porém, não tarda — a de nenhum deles. Este é um caso entrelaçado em pontas diferentes, com enfoques diferentes. Alguém tão ambiciosa quanto você não se contenta com uma vertente. Os seus joguinhos, como ele mesmo chama, te levam regularmente a um apartamento mais afastado da universidade.
Entre os móveis planejados e a escassa decoração nas paredes, os seus passos atropelados se misturam aos dele. As sacolas do supermercado ficaram no chão, pelo caminho, as mãos se ocuparam de outra tarefa mais importante envolvendo tatear pelas suas curvas. A ânsia no ósculo também é fácil de ser explicada: esperou tempo demais para te ter só para ele, sozinho. Foi paciente, compreensível, tudo nos seus termos, e agora que pode degustar antes que os demais se sirvam, a fome acumulada descontrola os nervos.
Num impulso te deita sobre a bancada. A barra do vestido expõem a peça íntima rendada, planejada para a noite. Ela separa as suas pernas, desce com os beijinhos da altura do seu joelho para o interior das coxas.
— A gente não... — você começa, ainda sem fôlego — ...a gente não deveria esperar eles chegarem?
Os dentes dele se arrastam na sua pele, indelicado. O rosto se ergue entre as suas pernas, te olha de canto, esfregando a bochecha na sua panturrilha.
— A gente vai — responde. Está sorrindo, claro, descarado. — Não vou meter em ti antes deles chegarem, prometo.
— Promete? — você sorri junto, acha graça na forma com que ele fala como se tivesse que se segurar muito pra não cometer um pecado capital.
— Prometo — sussurra de volta. — Só vou... — Os olhos voltam para sua calcinha. — Só... — Desliza o dedo por cima do tecido, circula numa areazinha específica. Te olha, flagra o suspiro abandonando os seus lábios. — Só vou te fazer um carinho com a minha boca.
Esperto, enquanto se esclarece, te despe da cintura pra baixo. E você está tão absorta no sorriso frouxo que mal se preocupa com a própria nudez, o decote do vestido por pouco exibindo o bico durinho de um dos seios.
Ele beija na sua virilha, passa a ponta do nariz pelo monte de vênus, aspirando o seu perfume floral.
— Só um carinho? — você reitera.
— Só um carinho — ele confirma. — Eu sei que você vai ficar bem cansadinha hoje, então é só um carinho.
Um afago, algo simples. O tremer das perninhas, o desmanchar, ele vai deixar para quando todos estiverem aqui. Agora, são apenas os aperitivos. Forra o estômago com o seu sabor, os lábios se encaixam perfeitamente nos seus. Espaça com os dedos para que a língua alcance mais longe. Os lábios estalam, a saliva se mistura à bagunça melada que escorre de ti.
O seu quadril remexe sobre o mármore da bancada, inquieta. Cerra os olhos, se permite jogar a cabeça pra trás e gemer. Quer que ele te escute, que os agudos docinhos preencham os ouvidos e a língua trabalhe mais rápido. Mas os seus esforços têm efeitos contrários.
O ritmo diminui, a língua descola da sua pele. No lugar, no entanto, o polegar ganha os holofotes, circulando por cima do clitóris.
Você apoia o peso do torso no cotovelos, se ergue da superfície o suficiente para encarar o homem. Mordisca o lábio, vendo a forma leve com a qual ele te massageia. Um murmuro arrastado vibra da sua garganta, hmm, manhosa.
— Mais, mais... — pede, repetindo a mesma palavra porque não consegue formular nada mais complexo no momento. — Por favor...
— Mais, é? — Segura no canto do seu rosto, se inclina para mais perto. Te assistindo desse jeito, de tão próximo, de tão envolvida no prazer, o tesão dele aumenta, dobra. Os seus olhinhos brilham vazios, como se o físico estivesse arrebatado, mas a mente vagasse oca. Sua única preocupação é melecar os dedos ou a boca dele com o êxtase, e isso é bonitinho de se ver. — Mas deixa pra depois.
E tudo que ele te deu até agora, ele te tira.
Você desce da bancada no mesmo instante em que os carinhos cessam e o homem se ergue. Ainda faz dengo, crispando os lábios.
— Ah, não faz assim comigo... — Envolve o pescoço dele com os braços, o olha de baixo, com carinha de coitadinha.
As mãos de Wagner vão parar na sua bunda, segurando por cima do vestido. Seu apelo, porém, prossegue sem render muito.
— O resto é só quando os outros chegarem — dita.
— Mas eu queria tanto...
— Queria... — ecoa, pouco preocupado com a sua carência. — Acho que você pode esperar alguns minutinhos, não?
Você faz que não.
— Impossível. — Rouba um beijinho dos lábios molhados dele. — Muito impossível. — E mais outro. — Queria, pelo menos, um dedinho seu me fodendo antes do jantar...
Ele sorri.
— Ainda assim, não ia te deixar gozar, minha linda. — Termina com um tapinha na sua bunda, antes de se afastar.
E embora você não curta a recusa, não se contém e empina na direção dele, pedindo num fio de voz ah, bate mais forte.
Wagner estala a língua, enquanto recolhe as sacolas do chão do apartamento. Você ri, atrevida.
— Qual tua tara, hein? — te questiona, num tom sarcástico. Deixa as compras sobre a pia.
Você não se deixa abater.
— Vai ser sempre assim? — quer saber, apoiando os braços no mármore.
— O quê?
— Você me chupando na bancada antes deles chegarem.
Ele esconde um sorriso de lado. Finge não dar muita atenção, pega nas sacolas os legumes do jantar que planejou para o primeiro encontro entre todos vocês cinco, lava-os na água corrente.
— Só se você quiser...
— E o que você acha que eu quero? — Você se apoia na pia, encarando-o.
Wagner deixa a colher de pau no escorredor. Seca as mãos no pano de prato e, por fim, te devolve o contato visual.
Segura o timing, retendo a tensão. Vai se curvando para frente, trazendo a respiração quente para perto do seu rosto. A resposta para a sua pergunta está na ponta da língua — até mesmo da sua. Algo se torna rotina na dinâmica de vocês. Não é apenas sobre se encontrarem aqui nesse apartamento quase toda sexta-feira em busca de alívio luxurioso.
E ele te lembra, sussurrado.
— Que eu te chupe ali naquela bancada — ajeita a coluna, com um risinho vadio decorando o rosto —, não é, sua cachorra?
Você prefere empurrá-lo do que permitir que veja um sorriso bobo na sua face. Desvia-se, saindo da cozinha sem nem olhar para trás. Encontraria qualquer desculpa para se enturmar com Cillian ou Pedro no sofá da sala, porém a porta do apartamento se abre e Swann dá o ar da graça.
— Até que enfim! — Pedro comemora, vindo com a clara intenção de pegar o vinho das mãos do Arlaud. — Hm... — analisa a embalagem escura. — Não entendo nada de vinhos, mas vou acreditar que esse é dos bons... Wagner, o Swann trouxe um vinho...
Além do Moura, outra rotina também é estabelecida nessa dinâmica, envolvendo o único francês do departamento dessa vez. Swann poderia chegar e ir direto pros seus braços, mas a primeira coisa que faz está longe de abranger os seus encantos: do anelar, retira a aliança dourada do dedo e guarda-a ao lado do cinzeiro, sobre o aparador perto da porta.
Você testemunha a cena conhecida, se acostumou a ter que conter a animação por alguns segundos antes de, finalmente, tocá-lo. O recepciona, quando pode, com um beijo e um abraço apertado. Ele sussurra no seu ouvido o quanto está linda, galante como sempre é, segurando firme na sua lombar. E por cima dos ombros dele, ostentando um sorrisinho, seus olhos se concentram no anel que jaz sobre o móvel à frente.
Te conforta o coração saber que esta é a última noite em que o verá no dedo do seu professor.
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ネ⠀· ❛ nao sei dois beijos boa noite fml
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dollechan · 3 months ago
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amor de verão com… nishimura riki! ୭ gênero. fluff w. br!au, niki x reader, non-idol au tbm an. tive essa ideia enquanto lia persuasão perto de uma piscina 👍 aproveitem
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vocês dois são turistas na cidade litorânea, a diferença é que você foi com os amigos e ele foi com a família.
você e seu grupo chegam cedo em uma parte mais afastada da faixa de areia, na parte mais familiar daquela praia, é tudo mais calmo por ali então achou o lugar perfeito para colocar um mpb e curtir com seus amigos. algumas famílias vão chegando ao decorrer da manhã, inclusive a família dele. não tinha parado para perceber na família, que você julgava ser, japonesa ali até que sua amiga praticamente aponta na direção de duas garotas que brincavam na água e que sua amiga achou "fofinhas".
niki tinha ido passar o ano novo e as férias em outro país, a vida de coreógrafo e dançarino profissional em tóquio poderia esperar um pouco. veio para o brasil com as irmãs e os pais e aproveitou para ficar com alguns parentes que moram aqui à anos.
se encontraram pela primeira vez naquele dia em um quiosque que ficava próximo a área que estavam, você estava com mais duas amigas bebendo uma caipirinha e ele tinha chegado para pedir uma água de coco. ele te vê primeiro, a pele bronzeada com um pouco de areia nos ombros, o cabelo molhado da água salgada e o sorriso leve que enfeitava seu rosto; ele se apaixonou sem nem saber seu nome. você percebe o olhar dele, mas ignora de primeiro, só quando ele se distrai com o atendente que observa melhor a pele branquinha, meio avermelhada do sol, o físico marcado pela regata branca molhada, o rosto bonito e o português quebrado te fizeram soltar um "ele é fofo" no meio da conversa com suas amigas.
elas te encorajam a tentar ajudar o menino que estava passando um tempo difícil tentando pedir a água de coco. com a coragem do álcool consumido anteriormente você chega perto dele.
pergunta se ele precisa de ajuda em inglês, ele acena com a cabeça, soltando um suspiro e apontando para a plaquinha que dizia "água de coco geladinha R$ 7,00". – meu português não é muito bom. – ele fala carregado de sotaque, realmente muito fofo. você termina de fazer o pedido pra ele e o atendente solta um "seu namorado não é daqui, né?" e você sabe que ele entendeu por causa das suas bochechas, se antes não estavam tão vermelhinhas agora estão. nega o relacionamento para o moço e ele pede desculpas pelo mal entendido.
– obrigada, senhorita… – ele espera que você complete com o seu nome. – ___________.
ele volta para a praia com um sorriso imenso e quando as irmãs perguntam o porquê ele só solta um "conheci uma garota muito bonita" e da ênfase no muito.
se esbarraram pelo resto do dia, mas só foram realmente se "reencontrar" a noite. ele estava no mesmo restaurante que seus amigos tinha decidido ir, dessa vez percebeu na família numerosa dele. lança olhares discretos para ele, mas niki faz justamente o contrário, te encara mais do que come e a misora — a irmã mais nova dele — que teve que intervir nisso praticamente gritando com ele japonês para "aquietar o facho e comer" (não foi exatamente isso que ela falou e você não entendeu nada, mas foi basicamente isso). quando estava prestes a sair do restaurante ele — meio que — corre até você, com um pouco de coragem pede seu número.
– hey, _________, sou aquele cara, de mais cedo. tava pensando aqui, é… se você poderia, não é, se você gostaria de me dar seu número. quem sabe a gente não pode se conhecer mais, é que eu te achei muito lin… – ele fala meio atrapalhado, mas você interrompe ele entregando um papel com seu número escrito, que você meticulosamente já tinha preparado.
– eu ainda não seu nome, senhor asiático misterioso que precisou da minha ajuda. – Ele ri da sua descrição. – niki, pode me chamar de niki! – ele da uma piscadela e antes que pudesse fazer qualquer outra coisa o japonês escuta konon — a sua irmã mais velha — e misora gritarem o nome dele. – acho que tenho que ir, te vejo por aí senhorita.
você volta para o seu grupo de amigos praticamente voando, talvez isso seja o início de um amor de verão.
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mensagens que vocês trocaram enquanto estavam se conhecendo ೀ⠀
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ওㅤoriginal @/dollechan
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interlagosgrl · 6 months ago
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🎃 kinktober - day eleven: inocência com simón hempe.
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— aviso: fingering, menção à sexo.
— word count: 1,9k.
— notas: queria q simón hempe tirasse meu cabaço.
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Simón odiava as férias no interior. era um garoto da cidade e na cidade gostava de ficar. queria férias repletas de festa, praia, mulheres bonitas e jogos de futebol organizados pelos amigos que, quase sempre, premiavam o time vencedor com uma caixa de cerveja.
em vez disso, tinha sido arrastado para o sítio dos avós em um fim de mundo qualquer da Argentina. gostava de visitar o sítio quando era pequeno. geralmente, ele e os primos ficavam até tarde nadando no rio perto da chácara ou subindo em árvores para roubar os frutos. mas, agora, não tinha nada muito interessante para que ele ou os primos fizessem. o rio batia nos seus joelhos e estava velho demais para roubar fruta nas árvores das outras pessoas.
teria odiado a viagem se não fosse por você. ah, você com aqueles vestidinhos de pano que apertavam os lugares certos e esvoaçavam à cada brisa. você com aquele sorriso de menina, pronta para ajudar os avós de Simón sempre que eles pediam. com os cabelos longos e lábios bonitos, com a pele bronzeada do sol do verão. Simón estava apaixonado por você desde que chegara.
a avó de Simón tinha te apresentado como neta da vizinha. acontece que a vizinha havia falecido há pouco tempo e a sua mãe tinha te abandonado desde os dois anos de idade. dessa maneira, você tinha virado neta de consideração da avó de Simón e estava sempre por perto caso sua ajuda fizesse necessária.
você era um anjo. tão bonita e educada que conseguia arrancar qualquer coisa de Simón. havia o convidado para passear no pomar, para ajudá-la alimentar as galinhas e o convencera até mesmo a consertar uma goteira na casa dos avós dele que já estava por lá havia meses.
e o melhor de tudo, você fazia tudo sem segundas intenções. era tão inocente que o Hempe se perguntou se você não estava mentindo. não falava palavrões, não bebia, não entendia as piadas de duplo sentido que ele e os primos faziam e, um dia, quando ele estava sozinho com a avó, ela confessou que você nunca tinha beijado ninguém.
"ela é muito bobinha, Simón... tem medo de homem. vários já quiseram casar com ela, mas ela não quis nenhum." a senhora explicou.
saber daquilo tinha deixado tudo mais interessante. você nunca tinha tido um homem na vida, nunca tinha tido as primeiras vezes. Simón ficava louco em pensar que, se tivesse sorte, poderia ser o seu primeiro. no entanto, isso também era um desafio enorme. se você não tinha tido ninguém durante toda a sua vida, como é que você saberia que Simón estava dando em cima de você?
o garoto tentou ignorar o desejo que sentia por você. encontrou outras meninas na cidadezinha, meninas experientes e que sabiam muito mais das coisas da vida do que ele. sempre as levava para o quartinho que ocupava na casa da avó, tomando cuidado para não fazer muito barulho. elas sempre já tinham ido embora quando Simón acordava.
mas, quem ocupava os sonhos dele era você. era o seu nome que ficava na ponta da língua dele quando estava dentro de outra garota. era seu sorriso que estampava os pensamentos dele quando estava fazendo qualquer coisa e aquilo estava se tornando impossível de lidar.
era um dia quente quando Simón decidiu sair da casa da avó para ir nadar. tinha ouvido dos primos que, ao pegar uma trilha pequena perto do rio, encontraria uma cachoeira e um poço profundo onde poderia se refrescar. saiu sozinho, de bermuda, tênis e nada mais.
demorou para que ele encontrasse a cachoeira. deu voltas e voltas, perdeu-se no caminho, mas conseguiu se reencontrar e chegar ao seu destino. a cachoeira era de fato maravilhosa, mas nada se comparava a visão de você embaixo dela, completamente nua.
Simón sentiu que iria desmaiar. era bom demais para ser verdade. tinha saído de casa sem nenhuma pretensão e ganhado o maior presente que poderia imaginar. abriu um sorriso largo, observando você tão absorta entre os jatos de água pesados.
seu corpo era tão bonito quanto todo o resto. tinha uma cintura fina, quadris largos, pernas grossas e bonitas. o bumbum empinado e os seios arrebitados faziam o coração de Simón errar as batidas. sabia que era feio espiar, então pigarreou para que você se desse conta da presença dele.
a reação não foi nada do que Hempe esperava. você abriu um sorriso, o convidando com um aceno para que ele se juntasse à você. quando era pequena, sempre nadava pelada no rio com as crianças da sua idade. com o passar do tempo, todos foram deixando o interior para estudar na cidade e o rio foi secando, até virar uma pocinha. na cachoeira, você tinha mais água para se refrescar, além de mais sombra.
sem saber o que fazer, Simón retirou o tênis e a bermuda. não iria se aproveitar de você sem que lhe desse algo em troca. sentiu-se um idiota por estar tão duro, mas rezou para que a água estivesse gelada e acalmasse um pouco dos seus ânimos.
"você costuma à fazer isso com frequência?" Simón perguntou ao se aproximar de você. estava mergulhado na água até a cintura.
"sempre que sinto muito calor." você assentiu, tirando água dos olhos. "por que?"
"ninguém acha ruim de você nadar nua?" a curiosidade do argentino seguia aumentando. bom, se todo mundo fosse um pouco como ele, provavelmente não se importavam.
"por que achariam?" você ergueu uma das sobrancelhas, confusa.
"porque você já é uma adulta." Simón riu, desacreditado. "os adultos, geralmente, não saem mostrando o corpo por aí."
"e por que você 'tá mostrando o seu? você é um adulto também, não é?" você cruzou os braços, observando Simón olhar para os seus seios.
"sim. mas, eu mostrei o meu porque você mostrou o seu primeiro." os olhos cor de avelã voltaram a encarar os seus. "e porque eu tenho segundas intenções."
"como assim segundas intenções?"
Simón suspirou. era um desafio conversar com alguém que sabia tão pouco sobre a vida. nunca tinha pensado em como era difícil explicar as coisas para alguém que não sabia nada.
"você sabe o que é sexo, né?" ele decidiu tentar.
"sei... é a coisa que as pessoas fazem depois do casamento para ter um bebê." suas bochechas esquentaram. estava tímida com o novo rumo da conversa.
"sim, sim. mas, as pessoas que fazem sexo não precisam estar necessariamente casadas. e o sexo não serve só para fazer bebês." Simón riu, um pouco encabulado com a própria explicação. "sexo é uma coisa que adultos fazem e que é gostoso. faz a gente se sentir bem."
"e por que você 'tá me falando isso?" você suspirou, tremendo devido a água gelada da cachoeira.
"porque eu quero fazer sexo com você." Simón confessou, pegando uma das suas mãos. seu corpo esquentou de imediato, as bochechas esquentando ainda mais.
você estaria mentindo se dissesse que não achava Simón interessante. ele era bonito, forte e muito educado. tinha o estilo diferente de todos os meninos do interior, mas ainda era a coisa mais linda que você já tinha colocado os olhos. seus braços se arrepiavam perto dele e o seu baixo ventre se contorcia em um sentimento inédito.
"e como é que se faz isso?" você perguntou, curiosa. se era uma coisa que adultos podiam fazer e fazia você se sentir bem, você gostaria de experimentar. ainda mais com Simón.
"tem várias maneiras." ele se aproximou, te puxando pela cintura. o corpo dele era quente e os braços eram firmes ao seu redor. os olhos a encaravam com muita devoção e, lentamente, ele se inclinou para te beijar.
você já tinha visto muitos beijos na televisão, mas nunca tinha beijado ninguém. ficou nervosa por não saber o que fazer, mas Simón a guiou muito bem. os lábios dele eram macios e estavam gelados devido à água, mas a língua era quente e acariciava a sua com muita maestria. as mãos fortes alisavam a sua cintura, apertando sua bunda e os seus seios. em segundos, aquela sensação entre as coxas e no baixo ventre voltou a aparecer.
"eu não posso te ensinar tudo aqui... você é virgem e provavelmente iria doer muito em pé." ele explicou, arrancando uma careta sua. não queria fazer nada que doesse. "mas, a gente pode se divertir de outras maneiras. eu prometo que vou ser muito cuidadoso. e se você quiser parar, a gente para."
você assentiu, um pouco tímida. os olhinhos de Simón eram capazes de te convencer à fazer qualquer coisa.
quando ele deslizou uma das mãos entre suas pernas, você arfou. foi como se ele tivesse tocado no centro de toda a confusão que ocorria abaixo da linha do seu umbigo. o argentino sorriu, contente por sua reação positiva. deslizou os dedos ágeis pelos seus lábios, circulando o seu clitóris com muito cuidado. a nova sensação arrancou um gritinho baixo da sua boca.
investido em te causar prazer, Simón continuou estimulando o seu pontinho sensível, sempre com cuidado para não abusar da sua sensibilidade. você se contorcia, as mãos agarrando os ombros largos com força enquanto as pernas lutavam para ficarem firmes.
ele deslizou os dedos até a sua entrada, aproveitando da sua lubrificação atual para deslizar um dos dedos para dentro. você gemeu, mordendo o lábio inferior de uma maneira tão deliciosa que fez o pau de Simón pulsar violentamente, imerso na água.
com a mão livre, ele ergueu uma das suas coxas para um melhor ângulo. deixou que o dedo mergulhasse nas suas paredes apertadas, indo e vindo, se enrolando dentro de você para achar o seu ponto G. quando fez o movimento de gancho e você estremeceu, arregalando os olhos e ficando muda por alguns instantes, ele sabia que tinha achado.
brincou com aquela região por um bom tempo. deixou que suas paredes se contraíssem e relaxassem, que você aproveitasse das sensações maravilhosas que o dedo dele causava dentro de você. quando estava relaxada o suficiente, Simón acrescentou um segundo dedo. esse doeu um pouquinho, mas você aguentou sem reclamar.
você estava tão apertada ao redor dos dedos dele, que ele imaginou como seria afundar o pau dele dentro de você. seria deliciosamente dolorido, além de uma imensa satisfação em vê-la aguentar tudo como estava aguentando agora. as bochechas vermelhas e o peito subindo e descendo em excitação, tudo era como uma paisagem para ele.
você não avisou que iria gozar. afinal, você nem sabia o que era isso. Simón conseguiu identificar quando você fincou as unhas no ombro ele e as suas pernas ameaçaram a parar de sustentar o seu peso. ele agarrou a sua cintura, te mantendo firme enquanto a dedilhava habilmente. você gemeu, jogando a cabeça para trás enquanto se contorcia em um prazer colossal jamais sentido antes.
"eu sei... é gostoso, né?" a voz de Simón estava grave, necessitada. "espera até me sentir dentro de você."
"tem mais que isso?" você perguntou, voltando a encarar os olhos avelãs. Simón gargalhou, retirando os dedos de você antes de colocar na própria boca para limpar o seu fluido. inconscientemente, você conseguiu captar que aquilo era, provavelmente, algo muito sujo de se fazer.
"você não faz ideia, chiquita."
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folklorriss · 4 months ago
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dirty little secret | op81
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pov: oscar aparece no seu quarto no meio da noite.
- avisos: +18, narrado em terceira pessoa, sexo desprotegido (use camisinha, cara!).
- wc: 3.063
Imagens tiradas do Pinterest, todo direito reservado ao seus autores. História ficcional apenas para diversão, não representa a realidade e os personagens utilizados possuem suas próprias vidas e relacionamentos, seja respeitoso. 😊
Oscar estava sentado em sua cadeira de praia, sentindo o sol quente do Brasil queimar sua pele enquanto todo o estresse parecia derreter de seu corpo. Mentalmente, agradecia pela pausa entre as corridas acontecer em um país de praias paradisíacas. Era bom ter um tempo apenas para ficar ali, sentado, sem fazer nada, ouvindo o som das ondas quebrando ao fundo na praia deserta.
Mais adiante, algumas vozes se misturavam ao som do mar, vindas de um pequeno grupo de amigos de Lando que tinha se juntado a eles. O grupo jogava vôlei, um pouco afastado de onde Oscar estava sentado. Deitada ao lado de sua cadeira, com os olhos fechados e deixando o corpo absorver os raios solares, estava ela: a melhor amiga de Lando e o "casinho" de Oscar.
Lando os havia apresentado durante uma festa em Mônaco, quase quatro meses antes. Eles se deram bem logo de cara, já que a garota também era mais quieta e introvertida, assim como o australiano. Porém, em uma noite de loucura, onde ela e Oscar haviam passado um pouco do limite normal de álcool, acabaram se beijando, e ela amanheceu na cama do piloto. Desde então, mantinham contato e uma amizade colorida, o que era conveniente para ambos, considerando que nenhum dos dois tinha muito tempo livre em suas agendas para manter um relacionamento sério.
Eles também haviam combinado que manteriam aquilo em segredo, um pequeno segredo sujo dos dois, pois sabiam que se contassem aos amigos, todos teriam opiniões e pitacos, algo que eles realmente não precisavam, nem queriam.
Se divertiam do seu próprio jeito e estava ótimo assim.
Foi uma surpresa para Oscar saber que ela viria para a corrida do Brasil. Ele ficou realmente feliz por revê-la depois de algumas semanas, difícil era manter as aparências diante das outras pessoas. Desde a chegada dela, quatro dias antes, Oscar não havia conseguido um momento a sós com ela, o que estava o enlouquecendo.
Oscar agradecia pelos óculos escuros, que lhe permitiam observá-la discretamente. Ela estava mais bronzeada em comparação ao dia da chegada, e o corpo, reluzindo sob o óleo bronzeador, o deixava maluco. O piloto queria desesperadamente tocá-la.
Lentamente, a garota se virou de bruços, apoiando-se nos cotovelos enquanto erguia os óculos para pegar o bronzeador na bolsa ao lado. Oscar desviou o olhar e se remexeu na cadeira.
“Hm, Osc? Você pode… passar pra mim?” Ela chamou, sorrindo e piscando inocentemente.
Ele a encarou por trás das lentes dos óculos e, em seguida, olhou para os amigos, que estavam entretidos demais no jogo para perceberem o que acontecia. O piloto pigarreou, tirou os óculos e estreitou os olhos na direção dela.
“Golpe baixo.” Resmungou, levantando-se para pegar o bronzeador da mão dela e se ajoelhando ao lado do seu corpo quente.
A garota sorriu e deitou-se, apoiando a cabeça nos braços cruzados, soltando um suspiro preguiçoso. Oscar olhou novamente para os amigos; ninguém parecia notar sua aproximação. Voltou, então, a atenção para o corpo pequeno e delicado à sua frente. Aquilo era tortura.
“Ah, espera.” Ela levou a mão até as costas e desfez o nó do biquíni.
Oscar arregalou os olhos ao ver o gesto.
“Agora sim. Não gosto de ficar com marcas.” Ela fez uma pausa e olhou por cima do ombro, na direção do piloto, que estava estático, encarando as costas nuas. “Não com esse tipo, sabe?” Piscando, ela sorriu e colocou os óculos de volta, voltando a apoiar a cabeça nos braços cruzados.
“Você joga sujo.” Oscar murmurou, respirando fundo. Com as mãos trêmulas, começou a espalhar o líquido pela pele quente da garota.
Mas Oscar também sabia jogar, e fez questão de tornar o movimento o mais provocador possível, esfregando com firmeza as costas dela e deslizando a ponta dos dedos suavemente pela lateral dos seios.
Ele observou a pele dela se arrepiar ao toque dele, enquanto soltava suspiros leves e satisfeitos. Naquele momento, Oscar decidiu que, daquela noite, não passaria.
Ele a teria novamente, custasse o que custasse.
A casa estava silenciosa depois que todos haviam se deitado, e Oscar se remexia na cama, pensando se deveria ou não ir até o quarto dela. A garota era a única da casa que não estava dividindo o quarto com ninguém, já que a maioria estava em casal, e ele dividia o quarto com Lando.
Ele virou a cabeça e olhou para o companheiro na cama ao lado. Lando estava de bruços, a boca aberta, e um leve ronco escapava de seus lábios. O britânico não era um cara ciumento, mas protegia a amiga como se fosse uma irmã e, certamente, mataria Oscar se soubesse do envolvimento dos dois.
Mas ela era tão... irresistível. Só de lembrar do corpo quente e moreno, Oscar já sentia seu próprio corpo tremer de expectativa. Havia também os lábios dela, doces e delicados, que se encaixavam perfeitamente nos dele. Ele estava morrendo de saudades, e saber que ela estava ali, a duas portas de distância, tornava ainda mais difícil a tarefa de se controlar.
Oscar se remexeu na cama, bufando. Pegou o celular e abriu o Instagram para tentar se distrair. A primeira foto que apareceu na tela foi dela, sentada no píer da praia, sorrindo com um drink na mão enquanto os raios do entardecer iluminavam sua pele bronzeada. Ela usava um short jeans e um biquíni rosa que se ajustava perfeitamente aos seus seios.
Aquilo foi o suficiente para ele.
"Foda-se," Ele sussurrou, jogando o fino lençol para o lado e se levantando o mais silenciosamente possível para deixar o quarto.
Caminhando na ponta dos pés, Oscar seguiu até o quarto da garota. Uma luz fraca escapava por baixo da porta, Oscar rezou para que ela estivesse acordada. O piloto respirou fundo duas vezes e bateu de leve, então esperou, até que uma voz baixa o disse para entrar.
O piloto colocou a cabeça para dentro do cômodo, e a avistou sentada entre os lençóis com um livro no colo. A surpresa tomou conta do seu olhar e ela sorriu pra ele.
“Oscar? Oi!” Ela sentou e fechou o livro, o deixando na mesa de cabeceira ao lado da cama.
“Posso entrar?” Ele sussurrou.
“Claro, sim.”
Oscar entrou no quarto e trancou a porta atrás de si. Caminhou até ela e se sentou na beirada da cama. Seus olhos pousaram no short curto de pijama que se ajustava perfeitamente às coxas e ao quadril da garota, na camisa de alcinhas que deixava os seios livres, os mamilos levemente marcados pelo tecido fino. Ele lambeu os lábios e desviou o olhar para o rosto dela, que o encarava atenta.
“Aconteceu alguma coisa?” Ela perguntou.
“Não. Eu… Não estava conseguindo dormir, e aí uma ideia me ocorreu…” Oscar fixou os olhos nas próprias mãos sobre o colo, de repente se sentindo um pouco bobo.
Qual era a ideia, afinal? Parecia ridículo dizer em voz alta que não conseguia parar de pensar nela, que queria senti-la em cima dele, fazê-la ver estrelas e gemer seu nome. Na verdade, parecia bem patético estar se esgueirando para o quarto dela no meio da madrugada, como um adolescente desesperado. Ele balançou a cabeça e ergueu os olhos para ela novamente, sorrindo.
“Na verdade, eu queria um tempo a sós com você, sabe? Longe dos nossos amigos e…” Ele gesticulou no ar, tentando encontrar as palavras. “Enfim.”
A garota o observava com um sorriso bobo nos lábios. Era fofo vê-lo vulnerável, nervoso, tímido. O pensamento de que ela o deixava assim a agradava profundamente.
“Você quer transar, não quer?” Ela engatinhou até ele, sentando-se no seu colo, uma perna de cada lado do largo quadril. Oscar ergueu as sobrancelhas, mas sorriu, as mãos indo direto para a cintura dela.
“Nossa, que tipo de cara você acha que eu sou?” Oscar brincou, fingindo estar ofendido.
“O que entra escondido no quarto de garotas para transar, mas então percebe que é cavaleiro demais pra isso. Fofo, sabia?” Ela sorriu, roçando os lábios de leve no dele e levando as mãos para o meio dos fios castanhos. “Mas prefiro quando você age como um bad boy.”
Ela sorriu, então beijou Oscar com vontade. Ele gemeu contra os lábios que tanto sentiu falta e circulou a cintura dela com um braço, enquanto usou o outro para se arrastar para o meio da cama, com ela em seu colo. A garota puxou o cabelo dele de leve, então rebolou devagar sob o membro já duro de Oscar. Ele levou a mão livre para o cabelo dela, enrolando os fios na mão forte e grande.
“Você é mesmo uma putinha, não é?” Ele puxou a cabeça dela pra trás, expondo o pescoço macio para ele. Oscar não demorou a aproximar o lábio da região, chupando e lambendo com avidez.
“Não, mas gosto que você me trate como uma.” Ela suspirou e fechou os olhos. “Senti sua falta, Piastri.”
Oscar sorriu diante da confissão e do sobrenome que desenrolava tão bem na língua dela.
“Eu também. Vou te mostrar o quanto.” Ele sussurrou e a deitou sob a cama, ficando por cima dela.
 A garota sorriu e deixou os braços caírem ao lado da cabeça, as pernas antes em volta do quadril dele também descansaram sob o colchão e Oscar se acomodou entre elas.
“Estou contando com isso.” Ela sorriu.
O piloto a observou antes de se aproximar e a beijar de leve. Ele começou com um beijo calmo, quase exploratório, como se não a conhecesse tão bem. Então se afastou e subiu uma mão pela lateral do corpo dela, que se perdeu por baixo da camisa fina do pijama.
“Você me deixa maluco.” Ele apertou o seio com delicadeza, o que a fez se remexer embaixo dele. “Tenho sonhado com o seu corpo desde a última vez que nos vimos.” Ela apertou o seio com mais força e se pressionou contra ela, aproximando seu rosto do dela. “E em como ele reage aos meus toques.”
A outra mão livre de Oscar entrou no short do pijama e ele ergueu uma sobrancelha ao descobrir que ela está sem calcinha. Ele a encarou e ela sorriu.
“Senti que teria visita essa noite, queria facilitar o trabalho.” Brincou, travessa.
“Agradeço, linda.”
Oscar então assumiu uma expressão séria ao deslizar um dedo pra dentro dela e a observou abrir a boca em um gemido silencioso. Ele amava as reações que provocava na garota, mesmo com tão pouco.
“Hmm…” ela choramingou e ele se aproximou, capturando os lábios dela com leveza enquanto a fodia sem pressa com o dedo.
A garota levou as mãos para o cabelo dele e aprofundou o beijo. A língua de Oscar parecia trabalhar em sintonia com o dedo, criando uma tortura deliciosa que a levou rapidamente até o céu.
Oscar se afastou, sem parar o movimento entre as pernas dela, e deslizou uma alça do pijama, liberando o seio direito para ele. O piloto se aproximou e o chupou com força, ao mesmo tempo que introduziu um segundo dedo, a fazendo gritar.
Rapidamente, ele levou a mão livre até a boca dela e se afastou.
“Quietinha, linda. Ninguém pode saber que estou aqui, hm?” Oscar se aproximou novamente do seio da garota, mas sem tirar os olhos dela. Ele toma o mamilo duro com a boca e o sugou delicadamente. Ela o encarou e suspirou, fechando os olhos e impulsionando o corpo contra a boca dele.
Oscar fechou os olhos e se deliciou com o gosto em sua boca, seus dedos trabalhando incansavelmente dentro dela. Ao sentir as paredes dela o pressionarem, ele afastou a mão e recebeu um gemido abafado de frustração. O piloto riu, então levou os dedos até a boca e os chupou lentamente, fechando os olhos e sorrindo.
“Gostosa demais.” Ele sussurrou.
“Por que você parou?” Ela o empurrou de leve. Oscar ergueu uma sobrancelha e se afastou, descendo da cama para tirar o short e a cueca. Ela o observou impacientemente colocar uma camisinha, então ele sorriu e engatinhou novamente até ela.
Sorrindo, o piloto colocou uma mecha do cabelo dela atrás da orelha.
“Seu primeiro orgasmo vai ser no meu pau.” Ele deu um beijo leve nos lábios dela. “Depois na minha boca.” Outro beijo. “ E por último, talvez, eu deixe você gozar nos meus dedos. Que tal?”
A garota engoliu seco e concordou com a cabeça. Amava quando ele se tornava dominador.
Oscar a virou num movimento rápido, a fazendo deitar de bruços. Na mesma velocidade, ele puxou o short dela pra baixo e afastou suas pernas com o joelho, antes de se acomodar em cima dela novamente. O peso do pau de Oscar em sua bunda, a fez gemer baixinho.
“Não esqueça, quietinha.” Ele sussurrou contra o ouvido da garota e em um único movimento, se empurrou para dentro dela.
A invasão a fez gemer e Oscar resmungou um “merda”, antes de levar uma mão até a boca dela novamente. A outra mão a segurou pela cintura, enquanto ele a fodia por trás. Oscar observou os corpos se unirem logo abaixo dele e a visão o dez morder o lábio, contendo o próprio gemido.
Os movimentos calmos e controlados dão lugar a investidas fortes, que fazem seu quadril chocar contra a bunda dela. A garota choramingou baixinho contra a mão dele, fechando os olhos e absorvendo cada estocada funda que ele dá.
“Caralho… Você….” Ele se aproximou do ouvido dela, colando os corpos suados e investindo com ainda mais força. “Você não existe.” Oscar mordiscou o lóbulo da orelha da garota, enquanto seus movimentos começaram a ficar desconexos.
Ele sabe que está próximo de atingir o orgasmo, assim como ela, que se contorce e o aperta com força. Mas Oscar quer ver cada micro reação dela, então ele a soltou e se afastou para vira-la de frente para ele. Antes que ela possa reclamar, Oscar já está dentro dela novamente. A garota respira pesadamente e afunda as unhas na cintura dele.
“Tira.” Ela sussurrou. Oscar não entendeu, mas desacelerou os movimentos.
“Tá machucando?” Ele a olhou, preocupado e procurando sinal de dor em seu rosto.
“A camisinha, Oscar. Tira essa merda.” Ela choramingou novamente e ele não conseguiu deixar de sorrir.
Se afastando, Oscar tirou a camisinha rapidamente, então respirou fundo e deslizou  para dentro dela novamente. O contato fez os dois gemerem em sincronia.
Oscar parou ao estar totalmente dentro dela e jogou a cabeça pra trás, agarrando a cintura dela com força e respirando fundo, tentando recuperar a sanidade que parecia ter se esvaido do seu corpo.
“Osc…” Ela resmungou e se remexeu, o fazendo fechar os olhos com mais força ainda.
“Eu não… Vou durar muito.” Ele se mexeu lentamente, então abaixou o olhar pra ela, que era uma bela confusão com o cabelo espalhado pelo colchão, as bochechas vermelhas e a respiração ofegante.
“Nem eu.” Ela mordeu o lábio inferior e apertou suas paredes em torno dele. “Mas ainda bem que temos mais duas rodadas para você me fazer gozar.”
Oscar riu e resmungou um “porra”, antes de se deitar sob ela novamente, a beijando enquanto começava a estocar com força. Os movimentos se tornam brutais quando ele sentiu as paredes dela o apertar e soltar, apertar e soltar…
Com muito esforço, ele se afastou e segurou os quadris dela enquanto a observa se contorcer e morder o antebraço, tentando abafar os gemidos e gritos.
“Vamos, goze pra mim.”
Ele se empurrou com força contra ela, e quando seu pau atingiu o fundo, ele parou. Ela choramingou e apertou os olhos. Oscar se afastou lentamente, então repetiu o movimento. Ela agarrou os lençóis e mordeu o lábio inferior. Ele repetiu o movimento mais três vezes e na quarta, a sentiu se desfazer em volta dele.
Oscar estava com o olhar preso ao rosto dela, absorvendo cada reação, os dentes afundando nos lábios e as costas se arqueando enquanto ela absorvia o orgasmo que a atingia. A visão era demais pra ele, então Oscar fechou os olhos e se mexeu uma última vez, antes de se liberar dentro dela.
Ao sentir o líquido quente dentro de si, a garota puxou um travesseiro para o rosto e gemeu contra ele, fazendo Oscar rir em meio ao orgasmo frenético que o atingia. Ele se apoiou nos joelhos dela, respirando fundo e tentando se recuperar, então se afastou lentamente. O movimento faz a garota gemer novamente, ainda sensível com o orgasmo intenso.
O piloto se deitou ao lado dela e tirou o travesseiro do seu rosto com delicadeza. Ele sorriu ao ver as bochechas coradas e os fios de cabelo presos na testa. Ela estava com os olhos fechados, um leve sorriso nos lábios e o peito subia e descia freneticamente, tentando encontrar novamente seu ritmo de respiração.
“Ei.” Ele gentilmente ergueu a alça do pijama que ainda estava pendendo em seu braço, deixando o seio exposto.
Ela abriu os olhos e virou a cabeça pra ele.
“Está bem?” Ele perguntou, levando a mão até o rosto dela e fazendo carinho na bochecha com o polegar.
“Ótima.” Ela passou a mão nos cabelos suados dele, o observando com carinho. “Eu realmente senti sua falta.” Sussurrou, sem o encarar nos olhos.
Oscar sorriu e a puxou para cima dele, a apertando contra seu corpo em um abraço. Ele deixou um beijo na lateral do pescoço dela, depois no maxilar e, por fim, nos lábios vermelhos e inchados.
O australiano começava a desconfiar que gostava dela mais do que imaginava.
“Eu também.” Oscar a observou, então respirou fundo antes de falar com uma voz baixa, quase sussurrada. “Acho que deveríamos contar sobre nosso envolvimento. Não quero ter que ficar longe de você quando tenho a oportunidade de estar com você.” O piloto falou, enrolando uma mecha do cabelo dela casualmente.
A garota arqueou as sobrancelhas para ele e sentiu seu coração bater forte no peito com o pedido repentino. A ideia a agradava, também já estava cansada daquela dinâmica deles. Começava a desconfiar que também gostava dele mais do que imaginava.
“Eu adoraria.” Ela sorriu e se aproximou dos lábios dele. “Mas acho que o jeito que você quer manter as mãos em mim não pode ser feito em público...” Ela provocou, arrastando a mão pelo peito definido de Oscar.
Ele riu e a virou sob o colchão, a prendendo embaixo dele novamente.
“Isso vai continuar sendo nosso segredinho sujo.” Ele a beijou.
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sunshyni · 6 months ago
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Acontece | Lee Donghyuck
Sinopse - Você e Donghyuck cresceram juntos em uma vila litorânea, sendo o primeiro amor um do outro. Mas o que Donghyuck não sabia é que seria você a pessoa a partir seu coração pela primeira vez.
Palavras - 1k
Notas da Sun - Provavelmente, provavelmente não, certamente a coisa mais triste que já escrevi nesse perfil KKKKK Eu acordei com “Acontece” do Jão na cabeça e nas duas horas de ônibus KKKKKK Consegui construir esse texto!! Espero que vocês gostem!! ♥️
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O que o amor vira quando chega o fim?
Donghyuck descansava a cabeça em seu peito, os corpos suados e pegajosos brilhando sob a luz do sol do entardecer. Ele levantou o rosto em sua direção enquanto seus dedos se perdiam nas madeixas acastanhadas. Donghyuck não queria te dizer, te perguntar e nem admitir para si mesmo, mas havia algo diferente no seu olhar que fazia seu coração apertar dentro do peito. Era um aviso de que nem ele, nem você, eram as mesmas pessoas de anos atrás, nos tempos da adolescência.
— Acho que você foi escandalosa hoje. — Você sorriu para ele, ficando em silêncio por alguns instantes só para ouvir o som das ondas quebrando, te lembrando de que estava de volta à cidadezinha litorânea, dois anos depois de finalmente sair de lá e se sentir liberta. Agora, estava na companhia do seu primeiro amor, do seu primeiro beijo, do seu primeiro coração partido — mas Donghyuck ainda não fazia ideia disso.
Voltando algumas horas atrás, quando você chegou ao cais com apenas uma mala de mão, suas roupas não combinavam com o cenário, mas Donghyuck não se importou nem um pouco. Você ouviu alguém alertar: “Hyuck, ela tá de volta”, e, ao te ver, ele quase tropeçou na corrida até você. Te abraçou com tanta saudade, com tanto amor, que te fez chorar. Doeu. Doeu muito vê-lo como aquele garoto de 18 anos que abriria mão do mundo para te ver feliz. Você não queria desapontá-lo, queria que tudo fosse diferente, queria que ele tivesse te acompanhado para a cidade grande, queria que ele brilhasse junto com você, mas as opiniões divergentes tornaram isso impossível.
— Não chora. — Ele disse, beijando cada uma de suas lágrimas que escorriam pelo rosto numa torrente sem fim. O cheiro característico dele invadiu suas narinas: aroma de mar, textura de areia, gosto de mel. — Ainda bem que você não me esqueceu.
Você o olhou nos olhos, sentindo remorso. Em nenhum momento o esqueceu, mas cometeu o erro de se perder. Perdeu a garotinha do interior que amava Donghyuck e que jamais se apaixonaria por outra pessoa. Perdeu seu brilho, a pele bronzeada, e logo, logo, perderia Donghyuck também.
— Não quero conversar agora — ele disse, impedindo você de falar qualquer coisa. Suas mãos estavam no seu rosto, na sua cintura, nos lugares que ele podia tocar à vista de todo o bairro. — Só quero te sentir de novo.
Todos sabiam do que se tratava quando você e Donghyuck saíam correndo em direção à casa dele. Seus rostos nem ficavam mais vermelhos de vergonha, mas os vizinhos, moradores da vila, olhavam com certo embaraço; alguns sorriam discretamente, outros ignoravam. Os amigos de Donghyuck zombavam, e ele sempre respondia com um gesto grosseiro ou uma resposta ácida.
Donghyuck te deixava sem fôlego. Ele te beijava como se fosse a primeira e a última vez, tirava suas roupas como num passe de mágica e ria quando seus dentes se chocavam acidentalmente num beijo agressivo, cheio de saudade. Beijava seu pescoço inúmeras vezes quando estava dentro de você, te acostumando, te acalmando, até começar os movimentos num ritmo suave, bonito. O encontro dos seus corpos parecia algo maior, poético. Você não conseguiu segurar as lágrimas quando as de Donghyuck molharam seu rosto. Doía o quanto ele sentia sua falta, o quanto se sentia menosprezado por você, o quanto acreditava que todo aquele amor era unilateral, só dele, e que jamais conseguiria direcionar todo aquele sentimento para outra pessoa além de você.
— Acho que os vizinhos vão ter que se acostumar de novo — ele finalmente disse, te trazendo de volta ao presente. Seus olhos brilhavam, pareciam mais escuros, mais intensos. Ele se apoiou num dos braços, traçando círculos preguiçosos na sua barriga, e você virou a cabeça para encará-lo. O rosto bonito, as bochechas que você adorava apertar até deixá-lo irritado e fofo.
— Por que voltou? — Hyuck perguntou, e você sabia que a hora da conversa séria havia chegado. Donghyuck tinha 24 anos agora. Aos 16, ele deixou o bairro afastado para se aventurar na cidade grande. Sempre teve uma voz linda, que você comparava com o encanto do boto-cor-de-rosa. Ele gravou uma música que fez sucesso, mas se sentiu tão sufocado que voltou para aquele fim de mundo. E você simplesmente não conseguia entender como ele largou algo tão grandioso. Agora, ele estava ali, escondido, ajudando os pais no restaurante à beira do cais.
Você apertou uma de suas bochechas e, dessa vez, ele sorriu. Não ficou irritado. Ele sentia falta daquilo, de você o atormentando, de te ter por perto sempre que quisesse.
— Donghyuck, eu tentei falar com você.
— Eu te mandei cartas, muitas cartas, pra falar a verdade — a voz dele tinha um tom amargo de mágoa e tristeza. Ele realmente te enviou um milhão de cartas, e você não respondeu a nenhuma, embora tenha lido todas, chorando enquanto lia, borrando a caligrafia perfeita e firme dele com suas lágrimas.
— Donghyuck, estamos no século 21, não no 19.
— Outras garotas me chamariam de romântico — ele disse, e você acariciou o rosto dele, sentindo-o inclinar-se em direção à sua mão, ao seu carinho.
— Eu estou apaixonada por outra pessoa — você disse de uma só vez, arrancando o band-aid de uma vez só. A expressão doce de Donghyuck mudou para uma de choque. Ele afastou sua mão com um gesto brusco, e você quase chorou ao ver que as íris dele mudaram tão rápido, daquele denso chocolate ao vazio. Ele te olhava agora como se fosse um estranho. — Eu... eu estou noiva, Donghyuck.
— E eu sou o quê? A sua despedida de solteira? — Ele perguntou enquanto vestia uma calça qualquer que encontrou ao lado da cama. Nem sabia onde sua bermuda tinha ido parar. Cobriu-se, e você fez o mesmo, vestindo a camisa dele. Saiu do quarto, tentando segui-lo, impedindo-o de ir mais longe. — Você sempre foi gananciosa, né? Sempre quis o mundo, mas eu achei que isso só se aplicava à sua carreira. Como pôde fazer isso comigo? Como pôde pensar só em si mesma?
— Donghyuck...
— Para com isso, para de querer ser a vítima. — Você olhou para baixo, sem conseguir encará-lo. Seu coração doía, você se sentia a pior pessoa do mundo. Mas, mesmo destruído, machucado e se sentindo enganado, Donghyuck te amava com tudo que tinha, e isso doía muito mais. Ver você daquele jeito doía mais do que ser traído. Por isso ele te beijou. Tinha que ser o último beijo, o beijo de despedida, intenso, onde ele entregava tudo, tudo que você jamais teria de volta. Suas línguas se encontraram numa dança triste, as lágrimas salgadas de ambos se misturando, tornando o beijo amargo, como o mar, como Donghyuck.
— Vai embora — ele disse ao se afastar, mantendo os rostos próximos, as mãos nas laterais da sua cintura. Suas palavras eram contraditórias com seus gestos, mas, ainda assim, ele precisava te dizer. — Pelo amor de Deus, me esquece.
@sunshyni. Todos os direitos reservados.
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tecontos · 7 months ago
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Ajudando o cunhadinho na praia a sair da seca.
By; Yvy
Oi TeContos, podem me chamar de Yvy. Sou loira com 1.62m e 61kg. Tenho o bumbum grande, os seios médios e me considero muito bonita.
Eu fui casada durante mais de 11 anos com o Marcos e há 4 anos sou solteira (tenho 33 anos). Não nos casamos no papel, nós trepamos algumas vezes depois da separação, quando batia a saudade.
Mas enfim. Isso aconteceu há alguns anos atrás, quando eu tinha vinte e oito. Liviana, minha irmã mais nova, iria fazer aniversário no domingo, então, nós resolvemos passar o fim de semana com ela na casa dos meus pais. Fomos no sábado de manhã.
Eu e Marcos com Davi, Hilton, nosso irmão do meio, com a namorada dele, a Gabriela. E, claro, Liviana e o marido. Sempre fomos deste tipo de família unida e barulhenta que gosta de fazer festa até altas horas, encher a cara até não aguentar mais ficar de pé.
Pois bem. Foi o que fizemos. Conversamos, brincamos, bebemos, comemos, saímos e o fim de semana foi se passando. Mas volta e meia eu percebia uns olhares diferentes em minha direção por parte do João Paulo, que era casado com a minha irmã há dois anos.
Ela estava grávida da minha sobrinha nessa época, se não me engano no 5° ou 6° mês e não podia beber, então volta e meia o Paulo usava essa desculpa pra me tornar parceira de bebida dele. Minha irmã só ria e ia ajudar mamãe na cozinha, nem desconfiava.
No domingo de manhã mamãe nos chamou pra ir para a praia. Estava um dia quente pra caralho e eu havia amanhecido me sentindo bem soltinha. Marcos estava com ressaca e quis ficar em casa, nem me importei, já não nos davamos bem nessa época. Deixei meu ex-marido lá roncando na cama, e acordei o Davi. Ele tinha 9 anos na época e já era uma criança hiperativa e adorava praia. Mandei-o pro banho e o vesti com uma sunguinha. Os meus pais cuidaram dele enquanto eu ia me ajeitar pra sair também.
Na noite anterior eu e o João Paulo tiramos brincadeirinhas maliciosas um com o outro, toques discretos quando ninguém tava nos vendo já altas horas da madrugada. Não era a primeira vez que eu me engraçava pra um macho que não fosse meu marido, mas era o homem da minha irmã caçula. Na minha cabecinha, eu estava me sentindo safada e gostosa. Ele tinha me dito que estava muito carente porque desde que Livi engravidou, o rejeitava na cama. Resolvi atentá-lo.
Pus um biquininho bem pequeno e branco. O fio dental atolado no meu rabo e a parte da frente rachadinha no meio. Pus a saída de praia, mas deixei aberta na frente. Assim que o Paulo me viu, só faltou babar.
Ele também tava bem gostoso. Ele era alto e bronzeado, com cabelos pretos raspados dos lados e músculos moderados. Devia ter por volta dos 35 naquela época. Seguimos.
Na praia estava tudo indo muito bem. Tudo muito lento pro meu gosto. Paulo ficou bem perto da Liviana a manhã toda o que me fez ficar bastante enciumada mesmo ela sendo sua esposa. Vez ou outra ele me olhava de canto, mas rapidamente desviava pra praia.
Estava começando a ficar entediada. Mas não queria ir embora. Por volta das onze da manhã, minha mãe nos chamou para ir pra casa almoçar. Davi estava faminto e minha irmã queria cochilar. Hilton não tinha ido, e provavelmente tinha aproveitado a manhã muito mais que todos nós em casa com a Gabi. Eu disse que iria ficar mais um pouco e para minha surpresa o Paulo também não quis ir ainda, ficou pra me fazer companhia.
Conversa vai, conversa vem. Bebemos uma ou duas latinhas de cerveja e decidimos ir à uma caminhada pela areia da praia. Estava bem cheia, mesmo com o sol quente que já ardia na minha pele bronzeada. João Paulo começou a tocar no assunto da outra noite, enrolando e soltando uns elogios de como eu estava bonita naquele bikini, que eu tinha mais corpo que a minha irmã e tudo mais.
Eu, como não sou boba nem nada, entrei no joguinho dele. Disse como ele também não era de se jogar fora e que, só por uma breve olhada na sua sunga, sabia que minha irmã era uma idiota de não dar pra ele todo dia.
A partir disso as coisas esquentaram ainda mais, e ele logo me puxou pra uma área que estava mais vazia e sombreada por alguns coqueiros. Nos beijamos como selvagens e suas mãos não perderam tempo, puxando a cordinha do meu biquini pro lado e tratando de alisar o meu cuzinho com os seus dedos grossos e ásperos, enquanto a bucetinha se babava toda por um pau. Não perdi tempo e agarrei o volume da rola dura dele e fiz uma punheta rápida por dentro da sunga.
Não me importava se alguém estava vendo aquela putaria, mesmo que estivessemos já quase escondidos pelos coqueiros. Eu gemi e me abri quando ele empurrou os dedos no meu cu, afastou meu biquini e chupando os meus peitinhos, jorrou porra na minha mão.
Estavamos ofegantes, meio suados e com muito calor. E eu ainda tinha a xoxota toda latejando então sugeri que encontrássemos um lugarzinho afastado e escondido pelas pedras pra fodermos. Demorou um pouco, porém achamos um relativamente seguro.
Fiz ele chupar meu cuzinho e cheirar minha buceta enquanto batia uma pra ele até que ficasse duro de novo. Não demorou muito e logo seu pau estava de pé pronto pra comer uma putinha. Ele quis começar pela minha xota, mas não tínhamos camisinha, por isso mandei meter no meu cu. Ele não reclamou, logo melou a cabeça da pica de cuspe e foi encaixando no meu buraco de vagabunda.
Eu adorava dar o cu. Sempre amei. Mas o Marcos raramente comia. Dizia que macho que é macho arrebenta é com buceta. Mal sabe ele que eu adoro macho que come cu. E quanto chifre ele levou.
João Paulo não tinha um pau quilométrico, era bem médio na verdade, mas era grosso e a cabeça parecia me rasgar no meio. Mas ele não ligou pros meus protestos e passou a socar cada vez mais, me comendo só de biquine no mar no meio das pedras a ponto de alguém nos flagrar trepando. Minha xota pingava de tesão enquanto ele socava seus dedos dentro e comia meu cu.
Fomos pra casa logo que nos recompomos. Cheguei radiante e feliz, tanto que o Marcos estranhou, mas não disse nada. Passei todo o resto do dia conversando e mimando Livi, talvez por culpa e ou pela diversão de saber que ela nem desconfiava. De noite, saímos todos pra jantar em uma pizzaria. Bebemos, brincamos e fomos dormir tarde da noite.
Eu ainda dei uma trepadinha rápida dentro do banheiro enquanto estava todo mundo dormindo, e dessa vez deixei o Paulo traçar minha bucetinha com capa, mas no fim ele a tirou e gozou tudo no meu cuzinho.
Fui pra casa na segunda de manhã, com meu ex-marido emburrado e desconfiado, mas eu nem sequer me importei com ele. Até hoje minha irmã não sabe. E quase sempre que eu vou visitá-la, arranjo um jeito de relembrar os velhos tempos mamando a pica do meu querido cunhadinho.
Enviado ao Te Contos por Yvy
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lacharapita · 8 months ago
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TÓPICO SENSÍVEL VIII
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Felipe Otaño x leitora
Isso aqui é pura bobeira manhosa de Pipe pai bobão apaixonado na leitora. Pipe chamando o neném de brotinho vsf 😢😢😢. O nome do little guri é Diego por causa daquele cara lá sabe? Aquele que fez um gol de mão e ainda saiu erguendo a taça da copa do mundo de 86 [só não fico com tanto ódio pq foi contra a Inglaterra e se a Inglaterra tá se triste eu tô alegre], Diego Maradona. Quero só colocar em pauta que eu tô levemente obcecada na ideia do Pipe pai bobão ok?? So big chances de ter mais cenários desse no perfil da Alexia no tumblr
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          — Os olhos ainda estavam pesados, lutando para se abrirem enquanto você chamava ele.
          — "Acorda, Felipe." — E naquela vez você observou as íris azuis com as pupilas dilatadas, olhavam seu rosto e principalmente seus lábios, que tinham um sorriso se formando pontualmente. Não tardou em fazer um biquinho com a boca rosada, esperando que você deixasse o beijo mentolado de sempre. Com o sorriso dando lugar para o biquinho, finalmente selou seus lábios com os de Otaño, sentindo a maciez e o hálito até agradável. Interromperam abruptamente ao ouvir o pequeno Diego dar seu primeiro choro no berço ao lado da cama de vocês.
          — "Eu vou! Faz um café? Vou dar um banho nele e já desço." — Deixou um último selar nos seus lábios antes de sorrir e correr até o menino no berço branco. Você apenas riu enquanto vestia o roupão amarelo e caminhava até a cozinha. Foram cerca de quinze minutos até você ouvir os passos largos e as palavras tolas que Felipe dizia. O cheiro do café recém passado tomava totalmente as narinas dele, fazendo-o sorrir quando te viu colocando algumas colheres de açúcar no bule.
          — "Vem, banguela." — Seu tom de voz era carinhoso enquanto levantava os braços para Diego e o pegava em seu colo. Felipe riu com o apelido enquanto se aproximava do bule, pegando duas xícaras no armário e enchendo-as com o café.
          — "Se você continuar chamando ele assim daqui a pouco ele acha que é o nome dele." — Você riu alto com as palavras do argentino, erguendo uma das mãos para pegar a xícara que ele te entregava.
          — "Capaz! Você faz questão dele saber que o nome dele é o do SEGUNDO maior jogador do mundo." — Felipe te olhou indignado enquanto você levava a xícara aos lábios e observava o pequeno te encarando. Diego era provavelmente a criança mais linda do mundo, os olhos azuis e as bochechas coradas como as de Felipe, a pele levemente bronzeada, o nariz e os lábios eram totalmente seus.
          — "Hoje tem River, vou pegar a toquinha dele." — Felipe disse bobo enquanto corria para o quarto do pequeno. Segundo ele, a touca dava sorte ao clube argentino, sempre fazia você rir apesar de também acreditar que quando o pequeno usava o parzinho de meias do Flamengo dava sorte aos jogadores.
          — A manhã de sábado foi preguiçosa, Felipe, você e o neném ficaram sentados na grama do quintal, brincavam com o pequeno e riam das bobeiras que diziam. Na tarde, logo após o almoço, o jogo iniciaria. Da cozinha podia observar atentamente a cena que, pela graça de todo e qualquer santo, tinha a sorte de ter todos os dias. Felipe cantava o hino do River Plate para o pequeno Diego enquanto estava em pé, na frente da televisão, minutos antes do jogo começar.
— "Quando você ficar maiorzão, papai vai te levar no estádio p'ra você ver bem de pertinho, brotinho." — O pequeno garoto vestia um body do River plate alem da touquinha - também do River -, sorria com a boquinha banguela enquanto Pipe o encarava, se sentando no sofá e então voltando o olhar para a televisão, mas não sem antes colocar o bebê sentadinho sobre seu colo.
— "Felipe! Não grita perto dele!" — sua voz era alta para que o argentino pudesse te ouvir. Terminando a pipoca, não tardou em caminhar para o sofá onde Felipe e Diego estavam. O garotinho não evitou o sorriso sem dentes quando olhou para você. — "Cê sabe que ele torce pro mengão né?" — Otaño abraçou o pequeno com força enquanto te olhava em descrença.
          — "Jamais! Mas se ele torcer vou amar ele, igual eu amo você." — Seu rosto ficou quente. Tudo com Felipe foi tão bom, mesmo que você ainda tivesse medo depois do relacionamento conturbado que teve com outro homem, Felipe sempre foi extremamente paciente com cada um de seus obstáculos, sempre fazendo questão que você soubesse que ele estaria ali te ajudando a passar por todos eles. Quando a notícia de que haveria mais um Otaño na família chegou, Felipe se tornou o homem mais feliz do mundo. Passou os nove meses da gravidez com você, acompanhando cada passo que você dava e saciando todos os desejos estranhos que você tinha. No dia do parto, Felipe se sentou ao seu lado e deixou que você apertasse a mão dele o quando precisasse, e mesmo que a quebrasse você poderia continuar esmagando os ossos dele. Pipe engoliu um gritinho fino quando a bola passou pelo goleiro rival e tocou as redes do gol, olhou para o pequeno em seu colo e viu o sorriso largo do menino na boquinha avermelhada dele. — "Olha a carinha dele, é óbvio que ele torce pro River, nena." — Você riu enquanto levava uma pipoca até a boca, observando o pequeno menino rindo bobo com o pai. Felipe abraçava ele e deixava beijinhos por toda a barriguinha macia de Diego, fazendo o menino rir alto, esbanjando a boquinha banguela com bafinho de leite.
— "Fe..." — O argentino te olhou quase que imediatamente, o apelido usado somente por você sempre chamava a atenção dele. — "Obrigada por tudo." — Ele estranhou a forma como você disse, se assustando e logo colocando o pequeno sentado em seu colo de novo.
— "Que isso, amor? Não pensa em fazer besteira não. 'Tá tudo bem?" — Você gargalhou com a preocupação de Felipe, que agora te olhava com mais dúvida ainda.
— "Pelo amor de Deus, vida. Só 'tô te agradecendo por tudo que você fez e faz por mim. Nunca pensei que eu pudesse ser tão feliz." — Os olhos dele marejaram e as bochechas ficaram vermelhas como dois grandes tomates maduros.
— "Oh mi amor, eu sempre vou fazer tudo que eu puder e o que eu não puder pra te ver feliz. Você me deu tudo que mais queria e até mais." — Vocês se aconchegaram um no outro com o pequeno Diego - já sonolento- entre vocês. Tudo o que vocês queriam estava ali. Uma brisa calma de verão, um sofá confortável, uma tijela de pipoca, um amor e um amor banguela.
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cherryblogss · 8 months ago
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Dps de ver o puto do Simon nas praias do RJ, fiquei pensando em como seria o elenco dps de um dia de praia vendo a loba toda bronzeadinha e com marquinha do biquíni💭💭💭💭💭💭💭💭💭😓😓😓😓😓😓😓😓😓😓
ai pare de falar do simon no rio (continue) eu fico mal (louca).
nossa essa ask só me lembrou de uma vez que eu fui fazer um negócio de mergulho e nao passei protetor solar na bunda/perna conclusão: passei dois anos com a parte de baixo do corpo com uma cor diferente🕊 foi triste
vms começar com nossos freaks matias recalt e simon hempe esses aqui ficam alucinados quando vcs estão na praia/piscina e vê sua pele ficando mais brilhante e bronzeada, já te enche o saco afastando a alcinha do biquini e tocando na sua bunda pra ver a diferença🤗 com certeza te convencem a uma rapidinha e quando chegam em casa ficam babando nos seus peitos marcados pelo triangulo da roupa. Amam te foder de quatro vendo a marquinha na sua bunda e quadris❣️
os nossos trintões enzo, pardella, kuku e fernando são mais discretos msm babando em ver seu corpo ficando mais bronzeado. Quando chegam em casa gostando de foder de joelhos na cama e com suas pernas ao redor do corpo deles, mantém os olhos fixos o tempo todo na sua virilha mais clara e sua bucetinha engolindo o pau deles🕊🕊🕊
o fran me passa a vibe que ele que te convence a se bronzear, então fica toda hora vendo se ja ta marcadinho e ama deixar chupões aonde tenha marcado. Te pede pra sentar nele depois do dia na piscina, geme mais alto ainda ao ver a sua virilha, quadris e buceta mais "clarinhos a cada sentada.
pipe é quase o nível do matias/simon, mas é meio tímido então fica todo nervosinho e ainda mais vermelho te seguindo igual um cachorrinho. imagino que seja um dia na praia e quando vc toma um caldo e levanta com a cortina do biquini pro lado expondo sua pele em um tom diferente, fica paralizado com os olhoes arregalados pq descobriu um novo tesão que ele nem sabia que tinha, vc se recupera cuspindo água e olha pro pipe meio que não entendendo até seguir o olhar dele e ver seu peito quase todo pra fora, aí ele acorda e te ajuda com as mãos tremendo hehe. ao chegar em casa/hotel te puxa pra um shower sex de tirar o fôlego, te segura contra a parede o tempo todo e mantém os lábios ao redor dos seus seios chupando até a sua pele arder😪 me empolguei dsclp
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crarinhaw · 9 months ago
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clarinha meu amô to aproveitando q to passando nas asks de todas as divas do site p te fazer um pedido do simon percebendo q ta apaixonado pela reader e deixando de ser canalha cafajeste e virando cadelinha de muié
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Princesa
Olha só quem deu as caras por aqui!! Surgi das trevas pra responder essa ask maravilhosa da diva babilônica Professora Luna!
Não sei se ficou do jeito que você imaginou, mas dei meu máximo pra deixar essa one impecável, espero que goste diva @lunitt
Avisos: OC (original character), oral sex (fem. and masc. receiving), MUITOS PALAVRÕES o Simón e a OC são dois boca suja, Simón canalha aquariano nato quebra cama dessas puta virando cachorrinho da loba.
O vestido preto Yves Saint Laurent unidos com o par de saltos Louboutin atraiam a atenção dos demais presentes na festa, o solado vermelho do sapato no exato mesmo tom do seu batom, Helena já não podia contar as vezes que recebera investidas e cantadas de homens durante a noite, tendo que rejeitar todos, não estava nem um pouco interessada em se relacionar com alguém depois de um término recente.
Simón Hempe era um verdadeiro canalha, marcava presença em todas as boates de Buenos Aires, uma mulher por noite, um coração partido por manhã. Helena já conhecia a fama do argentino, tendo em vista que o mesmo já havia se relacionado com boa parte de suas amigas.
A pele bronzeada, regata vermelha, bíceps expostos, o sorriso cafajeste sempre presente no canto dos lábios e a mão esquerda ocupada com o copo de cerveja junto com o baseado entre os dedos, todas as características de um homem que vai te foder muito bem na cama, e logo após foder com seus sentimentos.
Helena jurou para si mesma que nunca cairia nas graças dele.
Mas porra, o Hempe sabe exatamente o que faz.
Ela percebeu o homem encara-la diversas vezes desde quando chegara na festa, mas descartou qualquer interesse que ele pudesse ter quando o viu chegar em outras mulheres. Que engano, o argentino gamou em Helena e em como tudo nela era sempre tão lindo... ela era linda de uma forma que o Hempe não conseguia explicar.
"Boa noite princesa, está sozinha?" Simón surge ao lado de Helena, que revira os olhos em desaprovação, voltando a beber seu drink. "Sabe que é perigoso uma gatinha tão hermosa como você estar sem ninguém".
"Perigoso é estar com você, Hempe, isso sim" O argentino se assusta ao ouvir o seu sobrenome sair da boca da mulher sem nem ao menos ter se apresentado a ela "te conheço bonitinho, já ficou com uma amiga minha, para variar".
Simón sorri de lado, coçando a nuca "Deixa eu adivinhar... Foi a Suzana, ou a Dulce, acho que ja te vi com uma delas"
"Foram as duas" Rebate a mulher "canalha".
Sinalizando que não queria mais conversa, Helena caminha até o bar, se perdendo da vista de Simón entre as outras pessoas presentes no lugar. Mas isso não significava que o homem havia desistido de conquista-la.
Horas se passaram e depois de tanto procurar, Simón chegou a pensar que a mulher havia ido embora, não queria admitir que estava encantado por ela, mesmo com poucos minutos de interação.
Até que ele a viu, na pista de dança dançando como se sua vida dependesse disso, com um sorriso largo em seu rosto e seus saltos caros em suas mãos, os cabelos bem hidratados balançavam em camera lenta, refletindo o brilho das luzes coloridas que piscavam no ambiente escuro. Assim que as íris dela se encontram com as dele, o mundo para por um estante, o sorriso canalha volta aos lábios de Hempe, levando Helena a se questionar se seria uma má ideia dar uma chance ao torcedor do River. Sem sentimentos
Sem sentimentos.
O apartamento de Simón foi a melhor opção, visto que Helena ainda morava com os pais, que em dado horário estavam dormindo tranquilamente acreditando que sua filha querida estava a fazer o mesmo em seu quarto.
Conversaram apenas no trajeto, contando cada um o pouco sobre sua vida enquanto tentavam ser discretos com as carícias indecentes no banco de trás do uber. Assim que cruzaram a porta do apartamento as vozes cessaram, dando ouvidos apenas aos barulhos molhados de beijos que logo se transformaram no choque das coxas de Helena contra as de Simón, tendo a mesma sentando violentamente sobre seu colo no sofá.
Pela primeira vez em sua vida de mulherengo, na manhã seguinte Simón não encontrou sua companheira da noite passada dormindo ao seu lado, nem no banheiro, nem em qualquer outro lugar do apartamento, apenas um bilhetinho sobre a mesa.
"Se quiser repetir a dose é só ligar, gatinho"
O número da mulher vinha logo embaixo, ele poderia jogar fora como fizera com os outros bilhetes de "me liga" que ja recebeu, mas se sentiu tentado, queria mais do que tudo repetir o que fez com a morena. Salvou o contato, prometendo a si mesmo que mandaria uma mensagem qualquer dia.
O que ele fez, depois de diversos finais de semana onde não encontrou em nenhuma de suas novas ficantes o que teve com Helena. Não sabia como explicar, se era a beleza gritante da mulher, sua delicadeza e postura quando andava e falava, sua sentada que o deixou embriagado de prazer, seus gemidos, os mais doces e lindos do que qualquer musica que ele ja ouviu. Custou pra Simón Hempe acreditar que havia se apaixonado.
Sem sentimentos.
Mandou mensagem pra ela na sexta, saíram juntos no sábado, acordaram na mesma cama no domingo, repetiram tudo isso na outra semana, e na outra. Helena levava tudo aquilo como apenas uma "ficada premium" sabia que a qualquer momento Hempe a trocaria por outra gatinha que achasse interessante. Já Simón procurava maneiras de expressar seus sentimentos para a mulher, nunca imaginou estar nessa situação e nunca se preparou para esse momento, tentava demonstrar o quanto havia se apaixonado por ela por meio de toques, atos de carinho, beijos na mão, na bochecha, no ombro.
Mas ele viu que nada adiantou e que precisava fazer algo quando a viu naquela festa.
Primeiramente se perguntou o que faria lá sem ela, sua cabeça e seu coração foram totalmente roubados e não conseguiria beijar nos lábios de outra. Foi até la apenas por ter sido convidado por um amigo, e estava certo de que ficaria por pouco tempo.
Até ver Helena aos beijos com outro homem.
Esperou ela se afastar do homem para que fosse em sua direção.
"Que porra foi essa?" Simón fala um pouco alto.
"Hempe! Você por aqui?" Helena sorri.
"Que porra foi essa, Princesa?"
"Estou me divertindo, gatinho, ou você acha que pode continuar sendo canalha mas eu não?"
"Mas que merda, você não percebeu? Eu venho deixando de ser um canalha mulherengo ja tem tempos, não fiquei com uma mulher sequer nessa festa inteira"
"Quer o que, um parabéns? Não vejo o porque disso tudo"
"PORQUE EU TE AMO, PRINCESA, SACOU? EU TE AMO PORRA!" Simón grita, esbanjando um sorriso "Eu to na sua desde a primeira vez que te vi, esquece que um dia eu ja fui um galinha, me deixa ser só seu" seu coração palpitava de nervoso pela resposta da garota.
Para Helena tudo fazia sentido, mesmo que a custasse acreditar que havia conseguido domar a fera.
"Ah Simón, vai se fuder" Foi a resposta dada pela mulher antes de atacar os lábios do argentino em um beijo fervoroso e cheio de paixão. Ela não podia negar que amava o efeito que havia causado nele, e não iria desperdiçar nem um pouco disso.
Dessa vez não conseguiram se segurar nem no Uber, que com certeza daria uma nota baixa a Simón pela "pouca vergonha", pelo menos estavam vestidos, até chegarem no apartamento.
Sem esperar nem mais um segundo, Helena se ajoelha em frente a Simón, segurando a base do pau dele que havia acabado de ser descoberto pela cueca, ela lambe da glade até a base, fazendo o Hempe inclinar a cabeça para trás grunhindo de prazer. Logo a boca quente da mulher abriga toda a extensão do mastro, indo e voltando devagarinho da maneira mais provocante possível, dando seu máximo para manter seus olhos para cima em contato visual com Simon.
O apartamento mais uma vez fica invadido por barulhos sexuais, o som molhado da boca de Helena chupando o pau de Simón acompanhado dos gemidos do mesmo poderiam ser ouvidos de qualquer canto do imóvel.
Querendo se aliviar logo para poder seguir adiante, Hempe segura os cabelos da mulher, deixando a cabeça dela parada para que ele então guiasse os movimentos, fodendo sua boca como se estivesse fodendo sua buceta, revirando os olhos em deleite vendo a saliva escorrer da boca dela, todo o cenário perfeito que levou Simón a gozar no fundo da garganta da mulher.
Com os olhos lacrimejando e o maxilar dolorido, Helena se levanta apoiando seus braços nos ombros do argentino, que a pega nos braços enroscando as pernas dela em seu tronco. “Espero não ter te machucado, princesa”
“Você nunca me machuca, gatinho”.
“Ah é? Então terei que dar a essa putinha o tratamento que ela merece” E assim Simón a leva para o quarto dele, se desfazendo de todas as roupas restantes de ambos pelo caminho. O homem deita Helena sobre a cama e como se tivesse com toda a pressa do mundo, ataca a região entre as pernas da mulher, deixando beijos pela pele da parte interna de sua coxa, chegando ao pé da barriga até o monte de Vênus, descendo mais um pouco até chegar na buceta dela, que transbordava de excitação.
A lingua do argentino deixava a mulher louca, inebriada pelo prazer dado a ela, gemendo alto e arqueando as costas, Helena se xingava mentalmente por estar mais uma vez acreditando na lábia de Hempe, desejando mais do que tudo que o que o homem falou seja verdadeiro, pois necessitava daquela boca em sua intimidade todos os dias depois dessa noite.
Simón não a permitiu que gozasse, arrancando xingamentos da mulher. “Boquinha suja hein, princesa? Não acha que ta merecendo uma lição por me xingar assim?”
Transar com Simón Hempe deveria ser considerado um presente divino, o argentino conseguia proporcionar o máximo de prazer a sua companheira sem ignorar o próprio. Ja estavam em um terceiro round quando enquanto gozavam juntos, ele se declara mais uma vez.
“Porra princesa, eu te amo mesmo” Ele retira seu mastro de dentro da vagina da mulher, deitando ao seu lado “você me fez parar de pensar em qualquer outra mulher, eu so penso em você, na sua beleza, seu corpo, sua voz, seu riso, nossa Helena, vai se fuder, eu quero ser seu namorado, você quer ser minha namorada?”
Helena riu, desacreditada, levou uma de suas mãos até o rosto de Simón, acariciando sua pele “eu quero ser sua namorada, Simón, não me faça me arrepender de ter aceitado.”
O argentino segurou a sua mão, dando um beijinho delicado e lento, “eu prometo nena, não irá se arrepender.”
O novo casal sela a promessa com um beijo cheio de paixão.
“Se descumprir sua promessa pode dar adeus ao Hempe junior”
Foi a ultima coisa que Helena disse antes de apagar a luz do abajur e abraçar seu namorado, que ria com a ameaça dela, logo depois dormindo juntinhos e apaixonados.
Fim da one, agora fiquem com o mini Simón cabeçudo 🥺
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kittycaterinaguerra · 3 months ago
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Headcannons Tobi/ Obito como namorado 🤓☝️
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Tobi/ Obito Akatsuki headcanons
Tobi como namorado seria digno de uma rocom dos anos 90's
Chocolates, doces, flores todo tipo de presente desde uma pedrinha no chão que o dez lembra de você até uma coroa de diamante que ele pegou enquanto ninguém estava olhando ( mesmo ele não vendo muita graça nessas coisas )
Ele tenta fazer encontros românticos mas quase sempre taca fogo ou sai rolando por causa que de um enxame de abelhas que forma traídas por um encontro no parque que ele deixou muito doce a vista
Durante as batalhas e missões ele finge se esconder atrás de você pra que você o proteja ( mas caso você se machuque bem Obito por detrás da máscara noa vera problema em acabar com o resto dos inimigos restantes )
Ele não e inocente na verdade faz piadas com duplo contexto de propósito depois age de forma inocente ou da tapinhas de propósito na sua bunda e sai correndo como uma forma de provocar uma reação sua.
Ele genuinamente não tem um " tipo " em questão de aparência, você pode ser loira, ruiva, morena ser bronzeada ou pálida ele realmente não liga mas ele gosta de garotas confiantes e doces ( tipo a Erza scarlet de fairy tail )
Ele não chora em filmes tristes ele realmente não consegue nem fingir ( Obito até já tentou mas saiu algo bem falso) ao invés disso ele age como se estivesse vendo algum filme em que algum acidente que não era pra ocorrer acontece.
Se for uma AU moderna ele vai ser muito, muito, muito popular ( pique Gojo )
Falando em Gojo a personalidade de Tobi em uma AU moderna seria uma mistura de Deadpool com o Gojo então ... já dá pra ter uma ideia.
Headcanons spicy
Ele seria bem parecido com corazon de one piece aqui, literalmente necessitado de você ( Ele literalmente não sente atração sexual a anos então quando ele sente com você tudo e muito afobado )
Ele parece um cachorro que vê uma cadela no cio vai ter perseguir e implorar pra poder fazer aqueles olhinhos de cachorro pidão e logo em seguida te devorar.
Ele adora roleplays todos os tipos mas principalmente colegial.
( Obito tenta ... ele jura que ele tenta ser submisso ... por uns 2 minutos depois quando ele vê ele está em cima de você de novo ) Tobi consegue " atuar " e manter as rédeas com um fingimento se que não consegue se controlar
Ele adora receber sexo oral também a qualquer hora e ele como Tobi vai tentar te arrastar durante as missões pra poder " se esvaziar " um pouco.
( De novo obito tenta controlar os próprios gemidos e instintos pra fazer algo coerente com Tobi ) Mas ele acaba fazendo um degradation quase como um Bully zombando dos seus gemidos, rindo até " imitando " suas feição em breves momentos pra logo mudar pra uma expressão sombria e debochar.
Fã número 1 da privação sensorial
Literalmente qualquer tentativa de seduzir ele durante o dia da certo mas digamos que em algumas ele vai usar o kamui em você principalmente quando ele não quiser chamar atenção e você estiverem em ambiente público
Ele não e muito fã de dedilhar
Tem um louça obsessão pela sua cintura/quadril.
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leedionara · 2 months ago
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☆ — SUMMER — kim mingyu.
- recém-casado mingyu x recém-casada leitora.
- aviso: nenhum; mingyu sendo bem melosinho e o esposo dos sonhos. referências da letra da música na estória.
- nota: primeira vez postando aqui. inspirado na música "summer" da beyoncé e do jay-z.
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O sol se derramava como ouro líquido sobre o horizonte, tingindo o céu de laranja e rosa. Admirar o contraste da luz refletindo na pele bronzeada de Mingyu era realmente fascinante. A brisa da praia era extremamente relaxante e a água bem azul, diversos casais fazendo o mesmo que vocês dois. Curtindo o novo status de "recém-casados", fazendo diversos planos para o futuro dessa vez como um conjunto. Duas pessoas que juraram sempre se amar, se apoiar e proteger um ao outro.
Os dedos entrelaçados causavam arrepios, não só pela intimidade do toque, mas também pelo que tudo aquilo significava. As alianças douradas enfeitavam ambos os dedos anelares. Eram simples, porém o sentimento e significado delas não tanto.
— Vamo sentar ali um pouquinho hum? - Mingyu perguntou apontando para algumas pedras. Elas pareciam ridiculamente no lugar certo, esperando por vocês dois.
Mingyu sempre foi um homem de coração muito grande e amoroso, não importa com quem seja ele sempre demonstra o quanto as pessoas são importantes para ele. Mas com você era diferente, não que ele não demonstrasse. Muito pelo contrário, mas era interessante como Mingyu aprendeu a te dar amor nos pequenos gesto, e mais interessante ainda como cada dia ele aprendia a te amar de uma maneira diferente.
Sentaram-se no pedregulho. Você observava o sol se pôr, as crianças brincando, os barcos de pesca voltando para a orla. E Mingyu observava você.
Para ele não havia outro lugar que ele gostaria de estar se não fosse com os braços ao redor do seu corpo.
— Eu quero que essa lua de mel nunca acabe. - você disse relaxando a cabeça no ombro dele. — Essa praia foi a escolha perfeita para nós dois, estava precisando sentir essa maresia.
— É mesmo? – Mingyu riu de leve, deslizando para o seu joelho, fazendo um carinho delicado.
— Sim. É reconfortante passar o verão com alguém. – olhou para ele, encarou os olhos marrons e os caninos pontudos que surgiram quando ele sorriu. — E é melhor ainda com você.
Mingyu descansou o queixo dele em seu ombro. A boca rosada milímetros perto da sua orelha, podia até ouvir a respiração calma dele.
— Eu te prometo, que essa viagem é apenas o prelúdio de uma vida inteira em Lua de Mel. – era quase impossível não suspirar com as palavras dele e o quão honesto ele soava. — Eu prometo fazer todos os dias das nossas vidas enternos verões, eternas luas de mel, fazer planos eternos para nós. – Mingyu olhou para você e sabia distinguir bem o vermelho do sol com o vermelho que as palavras dele te causaram. — Fazer planos de estamos sempre um nos braços do outro, te mostrar todo dia que isso tudo é real.
Você olhou para ele e decorou mais uma vez as belas características tão únicas dele. Jurou estar num conto de fadas ou algo muito parecido, e mentalmente pediu para continuar dormindo caso fosse um sonho.
Mas não era.
— Você realmente sabe como me deixar sem graça né? – riu desacreditada pelo que havia escutado de seu marido.
— Minha meta é fazer você se apaixonar cada dia mais por mim.
— Tá conseguindo então. – beijou o rapaz e quase derreteu com o contato. Naquele momento, vocês dois estavam na pequena bolha que cabia apenas vocês. Não haviam palavras suficientes em qualquer língua que descrevessem o que aquelas palavras causaram não só em você, mas nele também.
Mingyu levou ambas as mãos para a sua mandíbula e gentilmente inclinou seu rosto. Mesmo num local público, o carinho sempre era íntimo. Parecia até que vocês eram teletransportados para uma dimensão indescritível. As línguas dançavam uma coreografia singular que era até possível perder a noção do tempo.
— Eu tô começando a achar que você tem um dedo por trás disso tudo. – disse para ele, observando os lábios rosadinhos. — Tá tudo muito perfeito para não ter sido você que montou tudo isso.
— Por incrível que pareça, não. A única coisa que eu tenho mérito foi em ter me casado com você. Tudo isso aqui – Ele apontou para o cenário que vocês estavam inseridos. — É consequência do nosso amor.
— Não sabia que meu marido além de ser extremamente lindo, carinhoso, um excelente cozinheiro também agora é poeta.– era quase impossível não querer encher Mingyu de beijos, e era inacreditável como a cada dia que passa ele mostrasse uma faceta nova dele.
— Se prepara então, que até o fim dessa viagem tem muito pra você ouvir ainda. – Ele beijou sua bochecha.
— Sério? Então pode apostar que se não for por causa do calor, eu vou derreter com suas palavras. – disse pegando a mão que estava em seu joelho, brincando com os dedos dele.
— Vai mesmo, vou fazer de tudo pra que você memorize cada pedacinho dessa viagem. – Ele voltou a repousar o queixo em seu ombro. — Vou ter você em meus braços todos os dias, mergulhar em você e me perder em cada parte de você, fazer amorzinho no verão, nas praias hum? – era tão confidencial cada promessa que não havia necessidade de mais ninguém do mundo saber. — Isso tudo é apenas o começo.
O calor do verão, a energia do amor e a promessa do infinito estava no ar. Ali, sob o pôr do sol, parecia que o mundo era apenas de vocês.
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☆ © leedionara 2025 ☆ masterlist.
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n/a: estória pequena; mas ainda só para um teste. escrito durante período de muita carência, logo justifica o mingyu ser tão meloso.
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thebrigantia · 2 months ago
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Fui atrás de algo para me cobrir. Acabara de passar pela maior humilhação da minha vida, enquanto tomava um banho de sol na praia com algumas garotas que antes eu costumava chamar de "amigas", um engraçadinho passou por nós e arrancou a parte de cima do meu biquíni.
Fiquei tão constrangida que não tive nem ânimo para correr atrás do infeliz, só tentei tampar a parte de cima do meu tronco a todo custo. Até que uma das meninas me ofereceu uma camisa para que eu pudesse colocar, e assim eu fiz. Segundos depois começaram as risadinhas pois a camisa na minha pele bronzeada ficava totalmente transparente. Não podia acreditar que tiveram a pachorra de fazer isso comigo e ainda ficar falando coisas do tipo: "nossa que visão linda" "apaga esse farol aí miga"
Meu rosto estava vermelho de tanta raiva.
Sai da praia e andei na direção de uma das lojas de roupa, ainda com as mãos sob o busto para me cobrir. Quando finalmente consegui uma parte de cima nova que não fosse transparente olhei para trás e o vi. Neto, meu melhor amigo, trocando risadinhas com o canalha que tinha arrancado a parte de cima do meu biquíni.
Eu sabia que ele conhecia bastante gente, ele é um rapaz muito sociável, do tipo que ao andar na rua cumprimenta 5 pessoas a cada esquina. Mas ele tinha que conhecer justo aquele cara ?!
Nem cogitei a hipótese dele não saber o que aquele infeliz fez comigo, sai furiosa na direção dele, que me viu atravessando a rua e franziu as sobrancelhas.
— É sério isso porra ?! — Gritei dando um empurrão nele quando se aproximou — Você é amiguinho daquele babaca?
Sem entender nada ele colocou as mãos para cima, como se tivesse sendo enquadrado por uma policial nervosa.
— Do que você tá falando? — Olhou para trás e apontou para o seu amigo que ao me ver furiosa daquele jeito não pensou duas vezes antes de meter o pé — Tá falando dele?
O tom dele me irritou mais ainda. Então o dei as costas, bufando.
— Foda-se, eu não quero saber. — Sai andando e ele obviamente veio atrás de mim, tentando me acalmar enquanto perguntava o que estava acontecendo.
Antes que eu pudesse pensar em explicar, esbarramos com aquele grupo de meninas, e como se elas fossem um bando de gaivotas começaram a grasnar para chamar a atenção de Neto. Não poderia ficar pior. Ele não consegue simplesmente ignorar ninguém então obviamente foi falar com elas, mas eu não fiquei para ouvir a conversa, continuei andando sem rumo, com a cabeça explodindo. Provavelmente elas contaram a cena engraçada que aconteceu envolvendo a minha pessoa pois ele voltou correndo minutos depois e me agarrou pelo braço.
— Calma aí, eu não fazia ideia, beleza? — Disse em seu típico tom de cachorro abandonado, só faltou fazer um beicinho para completar.
Permaneci em silêncio, olhando para o moreno com as sobrancelhas franzindas. Até que ele fez aquele "vem cá" com a outra mão e me abraçou. Naquele momento toda a raiva que habitava dentro do meu ser foi embora e eu pude descansar a cabeça na curva do seu pescoço.
Demorou muito para que nós desenvolvêssemos esse tipo de contato, desde pequena sempre fui contra toque físico, diferente dele. Então isso é algo que foi muito bem trabalhado e conversando em todos os nossos anos de amizade, de forma que, ele é a única pessoa na qual tem liberdade para fazer isso comigo.
Respirei fundo, me acalmando totalmente, e quando eu iria falar aquelas 3 palavrinhas o despertador tocou.
De repente, são 7 horas da manhã, eu preciso ir para o trabalho e tudo aquilo foi um sonho. Não vejo o Neto a muito tempo. Antes não liguei muito para isso, a vida dá dessas, pessoas acabam se separando por causa da rotina.
Mas foi ali no meu quarto totalmente escuro, lembrando do que eu ia dizer a ele antes de acordar, que senti sua falta pela primeira vez. Senti o arrependimento bater forte contra o meu peito por não ter dito aquilo antes de ir embora.
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interlagosgrl · 6 months ago
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🎃 kinktober - day two: sonho molhado com simón hempe.
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— aviso: dark romance. penetração vaginal, oral!m receiving, sexo sem proteção, linguagem obscena.
— word count: 2,3k.
— notas: SEI LÁ UMA COISA ASSIM DEDO NO CU E GRITARIA.
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o cansaço havia se tornado tão rotineiro quanto respirar. você não sabia qual era a última vez que você tinha se sentido realmente descansada. talvez quando você ainda era menor de idade.
desde que saíra de casa para fazer faculdade sua rotina tinha virado uma bagunça. aulas de manhã e de tarde e um trabalho de meio período de noite para pagar as suas contas eram mais que suficientes para drenar a sua energia completamente.
odiava trabalhar naquele café. servia mesas, limpava pratos e banheiros, aturava clientes mal educados e por mais que ganhasse os croissants que não fossem vendidos durante o dia, você mal via a hora de nunca mais pisar lá. para piorar, a sua chefe era uma insuportável que fazia de tudo para tirar a sua paciência só porque decidira não ir com a sua cara.
a única coisa boa do café era Simón.
Simón, que sempre aparecia às sete e só deixava o café as dez. que sempre pedia para ser atendido por você e deixava gorjetas generosas no bolso do seu avental. que estava sempre bem vestido e com aquele perfume de confundir os sentidos. que sempre se despedia com um sorriso tímido.
já perdera a conta de quantas vezes desejara que ele pedisse seu número ou qualquer rede social e que a convidasse para tomar algo que não fosse naquele café xexelento. sonhava com o dia que ele a veria mais do que como a garçonete bonitinha do café da esquina.
ele era tão bonito. os olhos cor de avelã, arredondados, que a fitavam fixamente por minutos quando estava trabalhando. as mãos bonitas, adornadas de anéis, que digitavam rápido no computador quando ele estava focado. o sorrisinho que parecia mais de uma criança arteira do que de um homem. a pele bronzeada que parecia beijada pelo sol. os braços fortes que apareciam vez ou outra quando ele te presenteava com a visão dele em uma regata. o cheiro do perfume dele que parecia trazê-lo diretamente do litoral, refrescante como sempre.
sua mente vagava durante o banho sempre convergindo aos pensamentos que envolviam Simón. a água quente lavava o cansaço do corpo, a essência de lavanda pingada no chão do box subia em espirais de vapor que invadiam suas narinas e a tranquilizavam aos pouquinhos. era sexta-feira e você teria a tarde de sábado livre para dormir até mais tarde. queria maximizar o descanso de todas as maneiras.
o corpo encontrou conforto na camisola acetinada. geralmente, a usava somente em ocasiões especiais, como quando conhecia alguém e iam dormir juntos pela primeira vez. mas o seu tempo livre estava tão ínfimo que a camisola havia sido esquecida no fundo da gaveta por muito tempo. você a colocou para lavar naquela mesma sexta-feira para retirar o cheiro de guardado e agora ela envolvia a sua pele com uma nuvem perfumada advinda do amaciante.
um suspiro de paz escapou dos pulmões. deitou-se na cama com os lençóis recém trocados e inspirou profundamente o cheiro de limpeza que lhe trazia tanta paz. estava mais relaxada do que nunca.
sua mente vagou de volta para Simón. pensou como seria beijar aqueles lábios desenhados, como seria ter as mãos deles ao redor da sua cintura, como seria o corpo dele por debaixo da camiseta… com certeza seria tão bonito quanto todo o resto. ele fazia o tipo atlético. os bíceps eram lindos, então só restava imaginar como seria a linha que descia pelo umbigo e as entradas em formato de V…
caiu no sono rapidamente. emergiu em um mundo idílico, na mesma cama em que se lembrava de ter dormido. o quarto estava escuro como da última vez que o tinha visto. o visor do relógio digital mostrava uma sequência bagunçada de números que você não conseguiu identificar.
sentiu a presença alheia quando tentou se mover para sair da cama. sabia quem era antes mesmo de se virar para conferir. o cheiro refrescante e familiar invadia suas narinas e a convertia em arrepios. sabia que era Simón ali com os braços ao redor da sua cintura e a cabeça tão perto da curvatura do seu pescoço.
virou-se para confirmar o que já sabia. de alguma maneira, Simón estava na sua cama. os bíceps largos estavam ao redor da sua silhueta. o restante do corpo estava coberto pelo lençol branco, mas você conseguia sentir o calor que emanava do corpo dele por debaixo do pano. e podia sentir que ele não usava nada além de uma boxer.
quando seu corpo foi tomado por uma onda de calor devido a súbita realização, Simón se moveu e começou a abrir os olhos. ele parecia ainda mais bonito quando estava sonolento. as olheiras indicavam cansaço, então você presumiu que a noite havia sido longa. curiosamente, não se lembrava de nada que antecedia aquele despertar.
"já tá querendo de novo?" a voz dele soou profunda devido a sonolência. um sorrisinho atrevido dançava nos lábios rosados e os braços que a envolviam apertaram-se ao seu redor. "não achava que você fosse tão insaciável assim, bebita."
você permaneceu muda. não se lembrava do que tinha acontecido naquela noite, mas não precisava ser nenhuma gênia para adivinhar. ouvir Simón falando daquele jeito era suficiente para fazer a sua calcinha molhar.
"quem cala consente?" os olhos semicerrados a fitaram com interesse. você aproveitou a deixa para assentir timidamente. talvez você precisasse de algo para refrescar a sua memória.
Simón subiu em cima de você como se o sono que sentia segundos anteriores tivesse evaporado. o corpo dele sobre o seu era pesado, forte e de tirar o fôlego. era como você tinha imaginado: lindo, atlético, perfeitamente esculpido. um suspiro de satisfação escapou dos seus lábios, fazendo ele sorrir.
"até parece que é a primeira vez que me vê." ele comentou, mergulhando a cabeça na curvatura do seu pescoço. deixou diversos beijos ali, mordiscando a pele com certa força logo em seguida.
"quero guardar todos os seus detalhes." você confessou, omitindo a parte de que realmente não se lembrava de ter o visto sem roupa antes. apesar de ser algo preocupante, estar na cama com uma pessoa e nem mesmo saber como chegou ali, não passava de uma preocupação boba no fundo da sua cabeça. naquele momento, tudo que importava era ele sobre você.
"não se preocupe. eu te fodo de frente pra você poder admirar." as palavras sujas foram como combustível para o fogo que você estava sentindo.
puxou o argentino pelos cabelos da nuca para que ele lhe mirasse nos olhos. suas bocas se encontraram agressivamente e embora o beijo fosse lento, era repleto de uma pressão avassaladora. as mãos dele agarraram sua cintura como se você fosse posse dele. não conteve o arqueio da coluna, que serviu apenas para aproximar ainda mais o seu tronco do dele. Simón gemeu em satisfação contra a sua boca.
a camisola de cetim era precisa em marcar cada canto do seu corpo. das curvas da cintura até os mamilos extremamente rijos com que o Hempe decidiu se entreter. o polegar e o indicador apertaram, puxaram e rosquearam até que você ficasse sensível e dolorida.
ele não estava muito distante. a ereção roçava a sua barriga violentamente, evidenciando o quão necessitado ele estava. uma estranha sensação de poder e bem-estar preencheu cada espaço do seu corpo. saber que era você responsável por aquilo a deixava completamente embasbacada.
o argentino puxou a alça da camisola para baixo com delicadeza, roçando a pontinha dos dedos pela sua pele como se traçasse um caminho. deixou que o tecido caísse até que os seios estivessem expostos e exibiu um sorriso orgulhoso ao ver os mamilos tão enrijecidos e sua pele tão arrepiada.
mergulhou no vale entre as mamas, beijando e lambendo a região enquanto as mãos voltaram a massagear os mamilos. observava Simón com os pensamentos à todo o vapor. o corpo era um misto de desejo e medo, do qual você não sabia da onde estava vindo.
sentia em Simón uma certa letalidade, uma maldade velada por detrás dos olhos que tanto te admiravam enquanto beijava o vão dos seus seios e se encarregava de chupar um dos mamilos logo em seguida.
o medo foi deixado de lado quando sentiu a língua quente rodear as suas auréolas. o chupão que foi depositado em seguida foi justamente na quantidade de pressão exata para fazê-la gemer baixinho. o argentino se sentiu motivado, pois continuou a chupar e a morder, cada vez mais urgente em seus atos.
"Simón..." o nome dele dançando no seu tom manhoso foi o combustível para que ele procurasse por mais. enrolou as suas pernas na cintura dele e se encaixou entre você para que pudesse roçar o membro rijo na sua intimidade encharcada. senti-lo por cima do tecido te apertando com tanto desejo e te tocando no local certo mesmo com tantos obstáculos parecia mais sujo do que ser penetrada de fato.
"sem preliminares, mi amor. não vou aguentar até estar dentro de você." ele confessou, os lábios inchados e avermelhados à centímetros dos seus. você assentiu um pouco bobinha por aquele contato tão agressivo, mas ao mesmo tempo deliciada com o processo.
ele desceu da cama para retirar os shorts que usava e você conteve um gemido de surpresa. não se lembrava de como ele era grande. e grosso. a glande roxa brilhava na meia-luz cálida do quarto, exibindo um rastro de pré-gozo ostensivamente. era bronzeado como o resto do corpo, levemente torto para cima. devia fazer milagres na posição que você se encontrava.
Hempe se posicionou ao lado do seu rosto, uma coxa apoiada no colchão enquanto a outra perna permanecia no chão. a canhota se alojou na sua nuca, puxando os cabelos com firmeza ao trazer o seu rosto para perto do pau dele.
"me chupa. quero ver você me chupando." ele ordenou. se os seus olhos não demonstravam a devassidão com que você se encontrava antes, eles certamente demonstravam agora. ouvir as ordens alheias faziam você querer ser boa.
se apoiou em um dos cotovelos, erguendo a cabeça para que pudesse alcançar uma posição melhor para alojar todo o membro dele na boca. quando os lábios tocaram a cabecinha e experimentaram o doce salgado do pré-gozo, suas pernas perderam a sensibilidade, mesmo que você estivesse deitada.
deu tudo de si para envolvê-lo com lentidão e sensualidade, mirando os olhos afrodisíacos de Simón enquanto o fazia. ele a incentivou empurrando a sua cabeça contra o membro avantajado, arrancando alguns sons de engasgos que ele apreciou com tremenda satisfação.
"você é tão boa pra mim." ele acariciou o seu rosto com o polegar, tirando alguns fios de cabelo que caíam sobre a sua testa. "se eu soubesse que você era boa assim, tinha te comido há muito tempo."
Simón retirou-se de dentro da sua boca e voltou à subir no colchão, tomando seu lugar anterior no meio das suas pernas. puxou seus calcanhares até que você estivesse colada nele. puxou a sua calcinha de lado e posicionou o membro na sua entrada, encarando seus olhos enquanto se empurrava para dentro.
um gemido alto escapou dos seus lábios.
"se eu soubesse que você era uma putinha necessitada eu teria parado de te observar há muito tempo..." as mãos fortes agarraram a sua cintura para que você não ousasse se afastar enquanto ele arrombava cada centímetro de você. "eu teria entrado na sua vida mais rápido."
as palavras não faziam o menor sentido para você enquanto você lutava contra a dor de ser invadida. ele se manteve quieto enquanto você se acostumava, movimentando-se lentamente para fora e para dentro de novo, voltando à arrancar gemidos raivosos da sua garganta. como você supôs, ele atingia o seu ponto G com extrema facilidade devido a sua curvatura.
"você não sabe o quanto demorou para que eu finalmente tomasse coragem." o argentino voltou a falar. a sensação de prazer que arrebatava as suas terminações nervosas eram o suficiente para mantê-la alheia daquele discurso assustador. "e agora que eu tomei, olha só como você está pra mim. igual uma cachorra..."
Simón agarrou o seu pescoço com a destra, fazendo com que você voltasse encará-lo, te puxando do mundo de êxtase em que você se encontrava. seus olhos o focalizaram e ele parecia mais fatal que nunca. o sorrisinho angelical contratava com os olhos repletos de obscuridade.
"agora você é só minha."
acordou em um quarto escuro. o mesmo que havia adormecido minutos antes. o lençol estava molhado devido ao suor que gotejava da pele, o corpo em chamas. segurou o próprio peito que subia e descia em descrença do que havia acabado de presenciar. a sensação ainda era tão vívida que podia sentir o baixo ventre contorcendo em desejo e satisfação. os mamilos estavam rijos, marcando a camisola que apresentava manchas de suor aqui e ali. as pernas estavam bambas com a visão recente do corpo escultural do homem com quem tanto pensava.
quando se virou para conferir que estava realmente sonhando e que ele não estava ali, ao seu lado, na cama, foi quando viu. uma silhueta sentada na poltrona no canto do quarto, ao lado do espelho. semicerrou os olhos para que pudesse ver melhor, mas a mente ainda estava enevoada com o recém despertar.
a mão, trêmula, procurou cegamente pelo abajur na mesa de cabeceira. se virou lentamente para o objeto na intenção de acendê-lo, ao mesmo tempo que tinha medo de se deparar com o que havia atrás de si. quando se virou novamente, congelou em descrença.
ali estava Simón. sentado com as mãos apoiadas no joelho e um sorriso culpado nos lábios. relaxou a estatura, sentando-se de volta na poltrona em um movimento confortável. você reparou que a ereção marcava na calça jeans que ele usava. o peito subia e descia assim como o seu, provavelmente envolvido no que estava presenciando minutos antes.
"você devia continuar, nena." a voz grave soou no cômodo silencioso. você jurou ter sentido alguns graus caírem da temperatura atual. "estava chegando na melhor parte."
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