Don't wanna be here? Send us removal request.
Text
thefrannyblue:
Percebeu o coração acelerar com a aproximação dele, apesar de tentar controlar as próprias emoções. Franny nunca havia se sentido daquela maneira. Jamais. Com ninguém. Então, ao mesmo tempo que era empolgante, também tinha uma parte assustadora. A vulnerabilidade embrulhava o estômago, mas trazia o desejo da fuga. Pelo contrário, era como se o corpo dela precisasse estar próximo de Sebastian. “Estou?”, deixou o sorriso crescer ainda mais no rosto, enquanto colocava as mãos atrás das costas para ficar com uma postura mais ereta, como havia aprendido nas aulas de etiqueta. Ergueu o queixo na direção dele, gostando de estar equivocada. “Também estou feliz de estar aqui”. Ela não conseguia parar de sorrir. Se sentia estúpida. Deu um mínimo passo na direção de Sebastian, apesar de manter a postura. “Sabe…pensei que você fosse soltar algum discurso, como…”, parou em um gesto calculado, para dar um suspense à história, apesar de saber exatamente o que dizer. “‘Você sabe o quanto é perigoso estar aqui?’ ou… ‘A gente combinou ter mais cuidado’…”, falhava em imitar o tom de voz dele, mas se divertia com aquilo. “Acho que eu não era a única com saudade, huh?”
“por supuesto.”. Respondeu com um sorriso, ignorando todas as vezes em que ela pedira para que não falasse em espanhol com ela, ou que ao menos explicasse depois. Sebastian não explicaria, observaria os resultados das aulas, ou deixaria que ela subentendesse sua confirmação. Olhos ainda fixos na feição da loira, enquanto Sebs segurava o impulso de abraçá-la, ou até de lhe acariciar o rosto. Não sabia ainda o motivo de conter tais impulsos, talvez velhos hábitos fossem difíceis de abandonar, ou talvez estivesse esperando por uma iniciativa da parte dela, algo que lhe desse permissão para ficar ainda mais perto, como queria. Tamanha fora a satisfação ao vê-la dar um passo a frente, não escondendo o sorriso mais largo, Sebastian suspiro pesado, ouvindo a tentativa dela de imitá-lo, e só então, se permitiu erguer a destra e acomoda-la na lateral do rosto alheio. Polegar passando pela bochecha, como se desenhasse uma combinação capaz de destravar as barreiras dela. Não que precisasse. “Sim, é perigoso e nós combinamos de ser mais prudentes, ao menos por agora, enquanto não anunciam sua saída oficial. Tudo que acontece entre nós antes disso, ainda é considero traição. Talvez não para o príncipe, pois ele sabe da verdade, mas para o povo.”. Comentou, enquanto fazia o movimento para findar qualquer distância entre eles, envolvendo-a pela cintura com o braço livre, encostou a testa na dela, respirando profundamente. Franny tinha cheiro de outono, reparou isso da primeira vez e continuava a reparar. Era sua estação favorita. “Não consigo parar de pensar em você, Franny. Já não conseguia antes, e agora consigo ainda menos. Então sim, estava com saudades.”.
16 notes
·
View notes
Text
Longos eram os dias da reta final, era o que Sebastian sentia. Nem mesmo quando todas as selecionadas chegaram ao castelo, ele se viu com tanto trabalho quanto agora, quando elas eram apenas três. Os incontáveis relatórios, sessões e analises, ele sinceramente não via a hora de tudo acabar. Arrumava as anotações sobre a mesa, quando uma das selecionadas deixava seu consultório. Ouviu a batida na porta e apenas emitiu um suave “Entre.” ainda de costas para a entrada. De todas as visitas que esperava receber aquele dia, Franny era a que ele mais torcia para que cruzasse sua porta, e ainda assim, se viu surpreso ao virar-se e dar de cara com ela. O largo e instantâneo sorriso se fez presente na face, enquanto ele ouvia as justificativas da outra. “Sempre gostei de contraria-la, senhorita Blue. Então não preciso dizer que está equivocada.”. Mas ela não estava, realmente era perigoso e não deveria estar ali, mas Sebastian não se importava, ela já não era mais uma selecionada, certo? Mesmo que isso ainda não estivesse oficializado e divulgado para o povo, eles sabiam que não era, o príncipe sabia que não era, então não havia nada de errado acontecendo ali. Pela primeira vez, sentia-se confortável em ser ele mesmo na presença dela, deixar que seus sentimentos se mostrassem, sem o risco de ter a cabeça arrancada para fora do pescoço. Caminhou na direção da menor, parando exatamente a um passo de distância dela. Os olhos fixos naqueles azuis que sempre foram sua perdição, desde o primeiro dia. “Fico feliz que tenha vindo.”.
Franny deu uma leve batida na porta antes de se esgueirar com habilidade para dentro da sala de Sebastian. Era final de tarde e já tinham se passado alguns minutos desde que a última selecionada havia saído. O dia tinha se passado arrastando, mas ela cumpriu todas as obrigações sem reclamar, seguindo a farsa de que ainda não havia sido eliminada. A mente, no entanto, não conseguia deixar de pensar em Martinez, no sorriso dele, nas sardas pelo nariz…Ela se sentia absolutamente, ridicularmente, estúpida. Mas não conseguia se controlar. O coração batia forte e as pernas se mexiam sem que ela tivesse escolha. Mesmo sem pensar muito, terminou o dia no corredor da sala dele. “Eu sei”, começou a falar, antes que o outro fosse capaz de dizer qualquer coisa. “Eu já sei o que você vai dizer. Eu não deveria estar aqui”.
No entanto, apesar do perigo e risco da situação, não conteve um sorriso, ao virar a cabeça um pouco para o lado. Os lábios brincavam travessos, como se ela mesma não conseguisse acreditar quão fraca se tornava perto dele. “Mas não consegui resistir”. @whisperer-seb
16 notes
·
View notes
Text
Flashback before Christmas
rhaclla:
rae arqueou as sobrancelhas, com um sorrisinho sem dentes, enquanto assentia em compreensão da história sobre a infância que ele contava. a selecionada deu de ombros, dando uma risadinha fraca dessa vez. “nunca é tarde para aprender. além disso, você está num castelo que tem uma sala com todos os instrumentos do mundo, eu acredito.”, concluiu, mostrando-o ao redor, como se ele já não soubesse daquilo. quando martinez começou a tocar o piano, a expressão da menina mudou para algo triste. talvez fosse a música que já tivesse escutado antes, ou as mãos masculinas tocando o instrumento que a fizeram expressar um semblante nostálgico. eram as únicas coisas que rhaella conseguia prestar atenção naquele momento. não tirava os olhos das mãos alheias. lembravam-lhe de philippe. assim que ele terminou, rae deu um sorrisinho fraco, um pouco desconsertava pela apresentação do rapaz. tentou voltar a sua atenção para ele, aplaudindo-o para disfarçar a sua real sensação anterior. “você toca muito bem.”, comentou, com sinceridade. “eu fiquei emocionada.”, deu um sorrisinho.
"tarde realmente não é, mas sabe o que dizem né? É mais fácil aprender algo novo quando somos mais jovens, e..." ele fez uma pequena pausa misteriosa, para aproximasse um pouco mais da outra, apenas o suficiente para que as palavras seguintes saíssem mais baixas que o habitual. "dentro de mim, mora um senhorzinho de setenta e dois anos. Mas shiiiu" levou o dedo indicador direito aos lábios, pedindo segredo sobre o que claramente era uma brincadeira de sua parte. Mas todo tom e leveza de Sebastian se desmontou, quando notou os sinais de seriedade e até de desconforto da outra, o que claramente conseguiu plantar uma migalha de curiosidade na cabeça do terapeuta. "Obrigado" agradeceu, deixando que um sorriso gentil se moldasse em seus lábios. "Está tudo bem, senhorita Blackwood? Sinto que sua emoção possa significar um pouco mais" talvez fosse a força do habito, talvez ele estivesse vendo mais do que realmente era, mas Martínez tinha um instinto muito bom quando se tratava dos outros. "Desculpe-me se estiver sendo invasivo, mas não posso deixar de me preocupar"
10 notes
·
View notes
Text
flashback. after the perfect date
thefrannyblue:
“A palavra que usaria para ele, eu não sei, mas pra você…”, sorriu de lado, com um brilho de travessura no olhar, enquanto deixava um suspense calculado preencher os dois. “Acho que irresistível combina bem com sua personalidade”. Tinha um tom de brincadeira, mas falava a verdade naquele ponto. E a prova era tanta que podia facilmente apontar o Sebastian como a primeira pessoa a fazer o seu coração bater mais rápido. Às vezes era até frustrante como ela sentia a completa falta de controle de suas emoções e reações quando se tratava do homem. Com o comentário seguinte dele, Franny acabou deixando a cabeça pender um pouco para trás, sentindo uma risada escapar dos próprios lábios. Fazia tanto tempo que ela não carregava tanta leveza e felicidade que era até estranho perceber o quanto aquela sensação havia feito falta em sua vida ao longo de tantos anos. Era como se somente naquele instante percebesse o vazio que sempre parecia lhe acompanhar. “Sinto lhe informar que uma parte de mim sempre foi ‘ousada’”, soltou, exagerando no tom de formalidade apenas para brincar com ele. Esperava, no entanto, que ele não se decepcionasse com aquilo. Apesar de ter um lado seu que poderia ser considerado inocente para o universo da realeza, no âmbito de romances, nem tanto. Ela já tinha 27 anos e carregava a memória de alguns breves romances. “Você que só está conhecendo agora”.
A vontade de sorrir e dar risada apenas aumentou ao perceber a confusão de Sebastian quando admitiu que foi eliminada. “Perfeita?”, perguntou, sorrindo bobamente ao perceber que talvez fosse assim que ele lhe enxergasse. “Eu estou longe de ser perfeita, Sebs…”, disse carinhosamente, colocando uma mão sobre a nuca dele para fazer carinho na região, enquanto virava o rosto um pouco para o lado a fim de encará-lo melhor. “Mas…sim, fui eliminada”. Lembrou-se da conversa que teve com o príncipe no teatro. “Na verdade, acho que talvez eu que tenha pedido para sair…Ele me perguntou se eu conseguia me ver como rainha e eu disse que sim, porque, bom, eu consigo me ver como rainha”. Tinha colocado muito esforço nas aulas, nas entrevistas e em cada aparição pública, e achava que teria capacidade para ser a futura esposa de Christian se assim ele escolhesse. “Mas eu não quero. E falei isso para ele. Porque…”, ficou um pouco vermelha, pensando nos motivos. “Tem coisas irresistíveis demais na minha vida que eu teria que abdicar”. Como você, quis dizer, sabendo que ele já tinha pegado a primeira dica com o uso da ambiguidade. No entanto, decidiu pelo principal. “Como a atuação”. Suspirou. “Eu passei os últimos dez anos da minha vida pensando que meu sonho era ser escritora. Juntava cada centavo para comprar minha ascensão, mas…depois que eu me apresentei naquele teatro…não sei, foi como se eu percebesse pela primeira vez o quanto atuar é minha paixão e como eu não consigo me ver longe disso. Seria como viver sem uma parte de mim. E eu sei que agora não tenho mais como voltar para a casta cinco, mas estar na dois me permite que eu continue sendo atriz”. Trabalharia na indústria do cinema, sim, mas seguiria atuando. “E tem também…”, desviou o olhar, sentindo-se subitamente medrosa em confessar aquilo. Eles se conheciam a tão pouco tempo, talvez ele se assustasse com os sentimentos dela, achasse que era demais. Só que Franny nunca havia sentido nada como aquilo, morria de medo de amor, fez de tudo para se proteger daquele sentimento e, apesar de ter jurado que nunca se colocaria naquela posição de vulnerabilidade na vida, estava disposta a abrir uma exceção para Sebastian. Respirou fundo, para conseguir arrancar coragem de seu âmago. “E tem também você. Não conseguiria abdicar de você”.
Sebastian ainda estava um tanto chocado com a noticia. Tanto que acabou ignorando as respostas da outra sobre Burke, sobre ele e todo o resto. Em sua mente as perguntas apenas cresciam, e sua vontade era de ir até o quarto de Christian, questionar o motivo daquela decisão. Seria uma loucura não? Justo ele que tinha tanto a ganhar com aquela eliminação, estava levemente indignado por ela acontecer. A auto sabotagem de sempre, querendo se fazer presente. Felizmente, ele ainda estava estático demais para qualquer coisa, portanto, seguiu imóvel ouvindo as explicações de Franny sobre o ocorrido. No final, apenas a versão e os sentimentos dela, lhe importavam. Ele assentiu com a cabeça a cada palavra dela, e talvez aquela fosse a primeira vez que de fato, ouvira atentamente a mulher ao seu lado, sem analises, sem julgamentos, apenas estava ali de coração e mente aberta, para entender os motivos que levaram a mesma a fazer tal pedido. Em seu silêncio de atenção, Martínez tomou a liberdade de repousar uma das mãos sobre a que Franny tinha no colo. Um costume seu, para demonstrar apoio e presença. Não que fosse necessário, mas sabia o quanto era reconfortante.
De tudo que ela estava compartilhando, o final fora o que pegou Sebastian de vez. 'e tem também você. Não conseguiria abdicar de você'. Ele não esperava ouvir aquelas palavras, não esperava sentir o rosto queimar, provavelmente avermelhado e não esperava sentir o coração bater mais forte do que de costume quando estava com ela. Engoliu a seco o silêncio que havia estabelecido até ali. "e-eu.. han.." pigarreou, limpando a garganta. Talvez ajudasse a formular alguma coisa que não fosse partida, confusa e incoerente. "eu não sei o que dizer, Franny. Parte de mim esperou ouvir isto desde o halloween, talvez, e a outra parte... bem, não sou nenhum príncipe. Você ganharia muito mais ao lado dele" apesar das palavras saírem num tom mais baixo que o de costume, e carregarem um peso de verdade, por dentro Sebastian estava feliz. Finalmente ele estava ouvindo tudo o que queria. A mulher que ele estava apaixonado, estava ali ao seu lado, lhe dizendo que o tinha escolhido, pela primeira vez, ele havia sido o escolhido. Não uma coroa, não um reino, não uma fortuna, mas ele. O pensamento fez com que algumas lágrimas rolassem pelo rosto do terapeuta. Então era isso? Era assim que as pessoas se sentiam quando eram correspondidas? Em um ato impulsivo, Martínez inclinou o corpo na direção de Franny, permitindo que seus lábios se encontrassem num beijo delicado. Nada do que fosse dito, poderia demonstrar melhor o que ele estava sentindo.
21 notes
·
View notes
Text
flashback. after the perfect date
thefrannyblue:
Quase deixou escapar que estava tendo aulas de espanhol com o Sr.Burke para ser capaz de entendê-lo melhor, mas conteve a própria língua. Queria que aquilo fosse uma surpresa para Sebastian e provavelmente só compartilharia quando estivesse mais avançada nas aulas. Ao vê-lo se afastar no banco, dando espaço para que ela sentasse, Franny sorriu um pouco mais, sentindo o coração acelerado pela vontade de dar a notícia da eliminação. Sentou no banco como se fosse uma sela de cavalo, uma perna em cada lado, próxima o bastante para conseguir ver as sardas na região do nariz do outro. Naquela curta distância, voltava a ficar mais baixa do que o psicólogo. Sorriu novamente e, com uma lentidão calculada, colocou uma mão sobre a nuca de Martínez, inclinando, logo em seguida, a cabeça na direção dele. Deixou os dedos fazerem um breve carinho na região, esperando que Sebastian se abaixasse para lhe dar o beijo que ela desejava desde o primeiro instante em que o viu tocando piano naquela sala de música. Com a menção ao seu tutor sobre política, Franny revirou os olhos. “Definitivamente charmoso”, disse, apenas para provocá-lo. “Mas irresistível? Hum…não sei se usaria essa palavra para ele”, havia uma certo brilho de malícia ao falar aquilo, não tanto de lasciva, mas em uma perspectiva mais de travessura, como se quisesse deixar claro que a insinuação da frase se referia a ele. Sebastian Adler Martínez. Porém, Franny logo riu da própria frase, não sustentando aquela faceta sua por muito tempo. Ela era costumava a ser mais leve e, por isso, voltou a inclinar o rosto, mantendo a mão na nuca dele enquanto o observava. “Sebastian…”, disse baixinho, começando a ficar nervosa pelo que estava prestes a confessar. Não sabia como ele reagiria. “Tenho que te contar uma coisa…”, mordeu uma parte do lábio inferior, como fazia ao arrancar a pele ressecada. Ponderava a melhor maneira de compartilhar que fora eliminada. “Que aconteceu no encontro de hoje, com Alexander. Queria te contar antes que…”, reformulou. “Não queria que soubesse por meio dos jornais”. Franny desejava ser a pessoa a dizer para ele porque queria ver a reação do outro. “Mas eu fui…Bem, eu fui eliminada”. Acabou desviando o olhar ao soltar a informação, por puro nervosismo, mas logo voltou a erguer o rosto, sorrindo. “Dá para acreditar?”, riu baixinho. “Não estou mais na competição”. E, mais uma vez, sentiu o alívio de se ver livre daquela obrigação.
o movimento que Franny fez para sentar-se, trouxe conforto para Martínez. Até aquele instante, ele não tinha muitas duvidas sobre a vontade dela em estar na sua presença, afinal ela havia se aproximado e continuado ali, mesmo com sua rispidez. Não, o que o preocupava era algo além, algo que ele não conseguia definir claramente e que no final nem precisou fazer, pois o afago dela em sua nuca, apagou qualquer duvida ou insegurança que ele pudesse sentir. Seus olhos fecharam subitamente ao toque e um suspiro lhe escapou pelos lábios. Era bom, e com era. Tão bom que ele nem se incomodou com a fala sobre Burke, ao menos não nos primeiros segundos. Mas assim que processou a informação, tornou a abrir os olhos semicerrados, com uma expressão de duvida estampada na face. "E qual palavra usaria?" questionou, mantendo a seriedade, sem ao menos perceber que ela estava brincando com ele. E assim que se deu conta, os olhos castanhos se reviraram. "Você... tem ficado bastante ousada, sabia?" tocou com o dedo indicador a ponta do nariz de Franny, como quem estivesse falando com uma garotinha levada. E talvez estivesse. Ela tinha aquele ar infantil, de um jeito bom, que deixava Martínez completamente envolvido e ele só conseguia pensar no quanto a vida poderia ser simples para eles, se tivessem se conhecido em qualquer outra circunstancia. A mão que antes havia usado para tocar o nariz de Franny, agora se perdia nas mechas loiras, quando ela chamou sua atenção. "Sim" respondeu um tanto doce e ainda distraído, o que não durou muito. Assim que notara os sinais de inquietação e ansiedade, sua mão livre se direcionou a de Franny, com a intenção de mostra-la que ele estava presente, e que estava tudo bem. Mas as palavras dela o pegaram completamente desprevenido. 'Eu fui eliminada'... as palavras ecoaram por sua mente por alguns segundos, enquanto ele permanecera completamente imóvel. "O que? Mas como? Você é perfeita... Ele não... Eu não consigo entender" as sentenças inacabadas e sem conexão ou coerência, apenas enfatizavam a surpresa de Martínez. Instantes antes ele achava que ela havia tido o encontro perfeito, que seria a escolhida por ser perfeita, por preencher todos os requisitos, ao menos foi isto que ele mesmo colocou no relatório psicológico que entregou sobre ela naquela semana. E ali estava ela, lhe dizendo que foi eliminada com um sorriso nos lábios, como se aquilo fosse melhor do que ser coroada. Não, ele não conseguiu entender.
21 notes
·
View notes
Text
Duas coisas aconteceram com Sebastian ao ouvir a voz do rei atrás de si. A primeira delas, foi um quase engasgo com sua bebida. De todas as pessoas presentes, ele não esperava que Porter fosse ter tempo de falar com um funcionário. E segundo, pelo seu deslize recente em se envolver com uma das selecionadas, mesmo que ela tivesse sido eliminada, tudo começou enquanto ela ainda estava na seleção e ainda poderia ser uma traição. Ele pigarreou, tentando limpar a garganta e ganhar tempo para uma resposta suave "Majestade" fez a breve reverencia antes de continuar "nem todo o álcool de Illéa seria capaz de me levar a tal deslize" concluiu, retribuindo o tom divertido e o sorriso, antes de levar o copo aos lábios para um gole em sua bebida, que mais serviu como um calmante naquele instante "como está sua noite, uhn?" tentou puxar o papo, uma vez que tinha visto Abby no bar, mais interessada na garrafa do que nas aparências.
“Martinez,” ele cumprimentou se aproximando por trás e dando três tapinhas cordiais no ombro do homem, “espero que não esteja bebendo o suficiente para esquecer os segredos de quem você guarda,” falou com bom humor, levantando um dedo antes de tomar um gole da sua bebida. Obviamente não falava tudo para o psicólogo, mas quando se via num dilema entre a sua esposa e amante ─ até mesmo o homem mais poderoso de Illea precisava de uma segunda opinião em alguns casos. ( @whisperer-seb )
1 note
·
View note
Text
Flashback.
thejamesthomas:
“Ela é uma amiga de infância da minha irmã”, decidiu explicar, a título de curiosidade. “E os pais dela são amigos dos meus pais, então a Wayne acabava passando muito tempo em nossa casa”. O que não significava que ele não tinha outros amigos, pensou James, um pouco incomodado com aquela constatação de Martínez. Porém, a medida que repassava as pessoas com quem tinha mais proximidade, percebia que era capaz de contar nos dedos. O psicólogo estava certo. Ele não era alguém com muitos amigos. Tinha focado em sua carreira e não se arrependia disso. Era o outro lado da moeda que precisava suportar. “Tudo bem, ela pode estar receosa, mas não sei se por conta de um julgamento. Eu nunca julguei Beatrice. A gente já brigou, sim, claro…”, deu de ombros, lembrando-se de todas as vezes que eles tiveram pequenas brigas e desentendimentos. “Mas sempre nos entendemos depois”. Inadvertidamente, recordou da forma preferida que eles tinham em se reconciliar. Ergueu o olhar para o psicólogo, sabendo que provavelmente entraria em um caminho perigoso com a sua próxima pergunta. James não se importava muito de como aquilo iria aparecer. “Você sabe algo que possa me ajudar aqui com isso?”. A talvez desvendar o mistério no qual ela se envolveu. “Ela chegou a falar algo para você?”. E o seu tom implicava que o guarda se referia tanto às declarações dadas pelo corredor, quanto aquelas dentro do consultório. Apesar de ter uma relação de trocas com Martínez, já que o homem a sua frente sempre parecia saber mais do que qualquer outra pessoa, James nunca havia cruzado o limite da ética profissional do outro. Aquela era a primeira vez que tentava conseguir uma informação tão privada.
'Bingo!', Wayne era o nome e Sebastian lembrava muito bem da conversa com a jornalista, afinal de contas, não é todo dia que uma mulher entra aos prantos em sua sala, ou seria? Enfim, aquela resposta já ajudava a preencher o quebra-cabeças que Martínez estava montando. "entendo..." respondeu sem adentrar muito no assunto da infância, das presenças partilhadas sempre na casa do outro e afins. Sebastian não sabia exatamente como isso era, não tinha amigos de infância que iam a sua casa, pois seu pai não permitia estranhos em casa, então ele não tinha considerações a fazer, não achava normal e tão pouco achava estranho, era apenas indiferente. E agora ele estava no verdadeiro conflito da coisa, ela havia lhe dito algo? Sim, havia. Mas ele deveria quebrar a confidencialidade entre terapeuta e cliente? "James, nos conhecemos a algum tempo, sim? Eu não mentiria para você, assim como acredito seja reciproco" ele puxou a cadeira que ficava em sua escrivaninha para sentar-se frente a frente com o guarda real. "a senhorita Wayne veio a minha procura, sim.. E não seria profissional da minha parte compartilhar o que conversamos" Martínez se inclinou um pouco, apenas para aprofundar o contato visão com o outro "me pergunto se essa sua curiosidade seja mesmo uma preocupação, ou uma curiosidade." apesar do tom de brincadeira usado naquelas palavras, existia certa verdade em tudo. Martínez era o exemplo vivo da curiosidade, instantes atrás ele mesmo estava querendo descobrir quem era a amiga misterioso de James, e agora era um tanto irônico que ele soltasse aquela piada. Irônico e hipócrita, esse era Sebastian. "pense um pouco, sim? Mulheres sofrem e ficam estranhas pelo quê?"
8 notes
·
View notes
Text
"Big D!" Martínez chamou pela atenção do outro ao se aproximar com dois copos de eggnog nas mãos, um para ele e o outro deixou na mesa a frente de @dunbardom. Talvez Sebastian não tivesse aprendido nada com o último evento, todo o álcool que consumiu e os atos inconsequentes, pois poucas horas no salão de Natal e lá estava ele afundado em drinks, todo sorrisos, tomando um copo atrás do outro. "Então, como eu estava dizendo, as pessoas acham que hipnose é um tipo de mágica, mas eu discordo totalmente... na verdade não sei fazer nenhum dos dois, mas sei o quanto são diferentes"
0 notes
Text
Sebastian ainda não sabia exatamente como olhar para @alluraadler depois da última conversa que tiveram. Não que existisse algum medo de rejeição, pois este havia se perdido durante a conversa, mas ainda existiam resquícios da vergonha por seus atos. Mas bem, era Natal, a melhor época do ano e ele jamais pensaria em passar longe da sua pessoa favorita, e assim sendo, a primeira coisa que fez ao chegar no salão, foi caçar a prima. Estava ansioso, e até um pouco nervoso. A avistou de longe e suas pernas pareceram tomar vida própria, movendo-se rapidamente em direção a ruiva. "Bengala de açúcar?" ofereceu com um sorriso infantil moldado aos lábios.
1 note
·
View note
Text
'Jingle Bell, Jingle Bell, Jingle Jingle Bell'. Sebastian cantarolava a canção completamente animado, enquanto distribuía bengalas de açúcar entre os convidados. Ele não tinha as melhores lembranças da infância, mas tinha sobre o Natal e talvez por isso adorasse mais do que o próprio aniversário, e fizesse de tudo para que os outros também tivessem um momento memorável. Distraído e feliz, este era Sebs quando deu de cara com um @princebenedict mais sério do que o normal. "Ho ho ho! Que bicho te pegou?" questionou, franzindo o cenho para estudar melhor a expressão do amigo.
0 notes
Text
🎁 to @alluraadler
"Dear cousin,
Isto é apenas uma lembrança, prova do meu amor e carinho por você. E espero que te inspire a fazer mais do que gosta.
─ Com amor, Sebs"
Aquele foi o presente mais fácil que Sebastian já havia escolhido, não por Allura ser uma pessoa fácil ou simples de agradar, mas por ele a conhecer tão bem, até mais do que a si mesmo. Sabia que ela havia começado a pintura como uma distração, algo que a tirasse um pouco da realidade, e do controle de Amanda. Mas ele sempre reconheceu o ato como mais que isso, Allura poderia fazer daquilo uma carreira, se quisesse. Então não foi por acaso que ele lhe comprou o kit de pintura para aquele natal. Após embalado, ele pediu para que um dos serventes deixasse nos aposentos da prima, sobre a cômoda. Assim, seria a primeira coisa que ela veria quando entrasse no quarto.
3 notes
·
View notes
Text
🎁 to @thefrannyblue
"Little Bunny,
Primeiramente, espero que não se importe, mas acabei me apropriando do apelido, combina muito com você. Em segundo, tomei a liberdade de deixar algo aqui para você. Lembro que me disse que queria saber mais de mim, e espero que isto seja um começo.
── Com amor, seu Sebastian"
O coração de Martínez estava a mil naquele instante, suas mãos suadas e um tanto tremulas deixaram as letras do bilhete um pouco borradas. Não é como se ele nunca tivesse feito uma surpresa antes para alguém, mas Franny não era uma qualquer, e talvez por isso estivesse tão nervoso. Depois de tantos anos em solidão, ela havia conseguido destrancar o coração de Sebastian, e ao mesmo tempo que isto era bom, era apavorante. Ainda assim, valia tentar. Dentro da caixa ele colocou uma foto sua quando era criança, e seu lobo de pelúcia, o qual havia borrifado seu perfume. No canto, havia um de seus livros favoritos e por fim, algo que não era exatamente sobre ele, uma caixa com um colar, para que algo sempre a lembrasse dele.
Por fim, ele fechou a caixa num embrulho cuidadoso e colocou o bilhete na fenda da embalagem. Tomou cuidado para que não fosse visto por ninguém, principalmente por ela, e deu seu jeito de colocar o presente sobre a cama da mesma, agora era esperar e torcer para que ela gostasse de tudo.
5 notes
·
View notes
Text
Dizem que amores passageiros são os que mais marcam as nossas vidas. São aqueles capazes de te desmontar por inteiro, bagunçar tudo e ainda assim, tudo que conseguimos querer e desejar, é que ele permaneça, que não se acabe.
Se tinha algo certo na vida de Martínez, é que amores de férias, seriam apenas isso, amores de férias, sem a menor pretensão de durar. Mas lá estava ele, completamente enamorado do príncipe francês, completamente preso em seu mundo e pedindo sempre mais. Naquele instante, tocando o piano com Louis cantando perto de si, ele só conseguia pensar que o paraíso deveria ser daquela forma, uma eterna canção romântica, partilhada com quem se ama, capaz de dizer tudo que ele normalmente não conseguiria. Não era tão bom no francês, como era no espanhol, mas conhecia a letra daquela musica, assim como conhecia a sensação de plenitude que o outro lhe despertava. Sim, Sebastian era completo ao lado de Louis, como jamais fora em qualquer outro romance. Sentia-se compreendido, desejado, e acima de tudo, amado. Estava tomado naquele dueto, naquela sensação, que não esperava a ação de Louis, apenas notou quando sentiu as mãos do outro em seu rosto, fazendo-o errar algumas teclas, e um sorriso bobo escapar de seus lábios com os beijos que lhe foram dados. Louis era isso, galanteador a todo instante, era impossível não se apaixonar, e não era como se Martínez resistisse. "acho... que...você... já...fez...isso" partiu as palavras, distribuindo beijos pelo pescoço alheio entre cada uma delas, até que seus lábios tomassem o caminho de volta para os do outro. "soy tuyo mi amor"
( f l a s h b a c k )
@whisperer-seb tocava o piano, Louis o admirava, entre um sorriso pequeno um tanto cínico como quem admitia que o outro de fato tinha talento com as mãos não só para seu corpo. Precisava tentar manter uma distancia para não desconcentra-lo, mas era um pouco difícil, seus quase imploravam por ele quanto dizia as palavras, lhe dedicando uma das musicas românticas francesas. Quand il me prend dans ses bras, qu'il me parle tout bas, je vois la vie en rose, Il me dit des mots d'amour, des mots de tous les jours et ça me fait quelque chose. O príncipe então suspirou um tanto frustrado consigo mesmo, tinha prometido a si mesmo que aquela viagem não deveria durar tanto e que os dias de diversão ao lado de Sebastian deveriam chegar a um fim, mas quando ele cantava aquela musica, ficava muito claro que seu coração já era dele, assim como todos os tons de rosa que agora sua vida tinha. Et dès que je l'aperçois, alors je sens en moi, mon coeur qui bat. Assim como na letra, seu coração batia descompensado, ameaçando sair do peito, era quase sufocante, como se todas as portas tivessem sido arrebentadas e não houvesse nada que pudesse fazer, além de deixar que ele o fizesse feliz por mais uma noite. Des nuits d'amour à plus finir, un grand bonheur qui prend sa place, des ennuis des chagrins s'effacent, heureux, heureux à mourir. Desistia, quebrando a melodia brutamente, um riso escapando os lábios enquanto tomava o rosto do Martínez o trazendo para perto de si. Posso te sequestrar? Murmurou, dando apenas alguns beijos breves sobre os lábios alheio, não se importava, não conseguia pensar em nada, só queria poder prometer que aquilo duraria para sempre.
2 notes
·
View notes
Text
Flashback before Christmas
rhaclla:
¨
rae sentiu o seu rosto corar novamente. era uma pessoa que, claramente, não sabia como lidar com elogios, sejam eles relacionados ao que quer que seja. a selecionada não conseguiu conter a feição de surpresa ao escutá-lo falar que começou desde os 3 anos de idade. “você era muito pequeno.”, franziu o cenho, dando um sorrisinho. quase compadecia com a criança do rapaz à sua frente. “e convenhamos, piano é bem difícil de aprender. eu lembro exatamente das vezes que me frustrava por não conseguir acertar algumas notas e, sempre que eu errava, parecia que eu errava cada vez mais depois.”, rae já estava conseguindo manter uma conversa com o rapaz, o que significava que sua timidez já estava indo embora e ela falaria um pouco mais do que o habitual. “além disso, as dores nos dedos e os machucados que as vezes fazia… não eram muito legais e quase me fizeram desistir de aprender a tocar. mas eu aprendi um pouco mais velha. aprendi aos 22 anos.”, comentou, dando de ombros. “é frustrante…”, rae assentiu, tentando lembrar de quem se tratavam. crescer em uma casta baixa significava pouco acesso à qualquer tipo de ensino sobre culturas mais antigas, mas podia jurar que phillip já havia mencionado algum deles em suas aulas, mesmo assim não recordava. “se importa em me mostrar?”
'nhã' um som estranho escapou de seus lábios, e ele deu de ombros com o comentário dela sobre ser novo demais quanto começou a tocar. Sebastian já havia problematizado sua infância o suficiente para saber o quanto alguns processos que passou foram errados, e que pouquíssimas pessoas conseguiam ver aquilo do mesmo jeito que ele, como era o caso da jovem a sua frente. "talvez tenha sido por conta da minha irmã mais velha, ela tinha mais vontade de aprender do que eu, e ficava enchendo meu avô quanto estávamos lá. Acredito que ele viu a oportunidade de matar dois coelhos com uma cajadada só" respondeu, tentando fazer parecer que não foi algo realmente incomodo, afinal seu avô era amoroso e atencioso, sempre se preocupou em não forçar Sebastian ao limite. O problema era quando ele voltava para Illéa, e sua irmã tocava perfeitamente, enquanto ele era completamente desajeitado, fazendo com que seu pai o forçasse ao limite. 'alguns machucados saram mais rápido do que outros' pensou, mas externamente ele apenas esboçou um sorriso de canto. "você conseguiu realmente escolher se queria tocar, o que é o ideal. Acredito que se tivesse tempo, eu teria escolhido um instrumento de cordas, ou até mesmo de sopro, adoro o som do saxofone" o que provavelmente teria sido mais difícil de aprender, mas Martínez gostava da ilusão de que tudo teria sido diferente, se ele tivesse o poder de escolha sobre a própria vida. Mas lá estava ele, caminhando em direção ao instrumento que conhecia, para atender ao pedido da selecionada. Sentou-se ao seu lado, posicionando os dedos nas teclas frias, deixando que eles passeassem provocando o instrumento a soltar uma melodia mais conhecida do que as que costumava tocar.
10 notes
·
View notes
Text
FlashBack | after the perfect date
thefrannyblue:
“Quem sabe…”, murmurou baixinho, contemplando aquela possibilidade pela primeira vez desde que chegara de volta ao palácio. Com o olhar abaixado e um sorriso quase tímido nos lábios, Franny sonhava acordada, imaginando o momento em que ela guiaria Jerome Fitzgerald pela mão até o palco do Concert Hall, observando seus olhos brilharem ao estar de frente para inúmeras fileiras vazias, no lugar em que tantos artistas inspiradores haviam estado. “Realmente seria mais especial”, concordou, forçando-se a sair do transe. Naquela noite, aquilo era apenas um sonho, mas talvez pudesse transformá-lo em realidade no futuro. As coisas eram diferentes agora. Franny era uma selecionada e, mesmo se não fosse rainha, ainda restaria um pouco da visibilidade que tinha ganhado ao longo dos últimos três meses. Ao escutar as frases seguintes de Sebastian, todas ditas em espanhol, precisou revirar os olhos. “Eu juro, Martínez. Vou forçar o Sr.Bruke a me ensinar russo só para eu poder te responder em uma língua que você não entende. Talvez assim você entenda o sentimento de ficar completamente perdido em uma conversa”, soltou com certa frustração. Por mais que adorasse a forma como ele falava, aquele era um dos momentos em que desejava que ele tivesse soltado suas frases em inglês. “Será que pode traduzir, por favor?”, pediu, um pouco mais relaxada ao vê-lo se virar em sua direção.
como uma chave, capaz de destrancar todas as portas internas até o coração de Martínez, a voz irritada de Franny terminou de desarma-lo, fazendo com que o terapeuta esbanjasse um sorriso largo. "lo siento, es solo que..." ele se interrompeu no momento em que notou que estava fazendo outra vez. "Desculpe. Como te disse na outra noite, as vezes é mais fácil me expressar assim" disse, tendo que manter a cabeça um pouco erguida para olha-la, percebendo que aquela deveria ser a primeira vez que Franny o estava olhando de cima. A diferença de altura entre eles, sempre deixava a outra com a face erguida na maioria das vezes, e agora ele notava o quanto poderia ser levemente desconfortável. Com esta conclusão, ele escorregou o corpo para a ponta do banco, no lado oposto em que ela estava, deixando um espaço livre no caso dela querer sentar-se com ele. "bem, a parte que importa é que também senti sua falta" confessou novamente, e desta vez sentira o peso das palavras de modo diferente, talvez por saber que ela entenderia e que aquilo poderia levá-los para um ponto em que ele não tinha total segurança. Sebastian sentia a culpa por seu sentimento, por colocá-la naquela situação, quando nem sabia o que ela realmente pensava ou queria. Franny havia escolhido a seleção por um motivo, e independente de qual fosse, deveria ser muito maior do que ele, ou do que eles poderiam vir a ser. Ao menos era isso que se passava na mente de Martínez, ele sempre seria deixado, jamais o escolhido. "enfim, tendo aulas com Bruke? Soube que ele é irresistivelmente charmoso" desconversou, forçando-se a não pensar em nada além do presente.
21 notes
·
View notes
Text
AMIGO SECRETO (@thejamesthomas)
Nada deixava Martínez mais animado do que o momento da troca de presentes secretos. Afinal, independente de quem ele tirasse, aquele era o momento de colocar a prova todas as observações que fazia sobre os outros, era o teste de conhecimento e ele levava isto bastante a sério. Escolher aquele presente não foi difícil, por mais que não tivesse tanta intimidade assim com o outro, lhe conhecia em um ou dois aspectos, que tornaram a decisão um tanto fácil.
Assim que chegara seu momento, Martínez se colocou de pé, pigarreando levemente para limpar a garganta antes de começar a falar. "Bem, a pessoa pra quem esse presente vai, é bastante séria, rígida e comprometida com o trabalho" até aquele momento, ele poderia estar falando de qualquer um naquele circulo. "Que precisa se divertir um pouco mais, relaxar... E eu sinceramente espero que o complemento deste presente seja útil" disse deixando que um pequeno sorriso sacana escapasse de seus lábios, ele realmente havia se dedicado naquele combinado. Dentro da caixa havia algo que o guarda gostava bastante, um arco e flecha de classe. Mas ele se referia a outra parte de seu presente, um livro que seria melhor aproveitado a dois. "Ok, ok. Sem suspenses... Big Jay, espero que goste" anunciou o amigo secreto, esticando a caixa em direção ao guarda.
3 notes
·
View notes
Text
Sebastian Martínez at the Christmas Cocktail
Ah o Natal! Martínez adorava o espirito natalino, em como as pessoas ficavam felizes repentinamente e como tudo, literalmente tudo, poderia ficar melhor. Na mais justo do que usar uma de suas melhores peças, para um de seus melhores feriados.
4 notes
·
View notes