#enrocamento
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webnewsbr · 2 years ago
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Álvaro Dias visita obra do enrocamento da praia de Ponta Negra
Os trabalhos de enrocamento da Praia de Ponta Negra, seguem em ritmo acelerado. A obra conta com uma faixa de 400 metros de blocos já concluídos de um total de 1.700. Os blocos são utilizados para criar a estrutura que faz parte do projeto de proteção costeira da área que é cartão postal da capital potiguar.  O prefeito Álvaro Dias visitou o local para conferir os trabalhos. A previsão, segundo a…
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schoje · 7 months ago
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Fotos: Divulgação/SIE Com 50 obras em rodovias estaduais em andamento no estado, os investimentos já ultrapassam R$ 3 bilhões Além dos investimentos históricos do Programa Estrada Boa – o montante contratado pelo governo de Santa Catarina, por meio da SIE, já ultrapassa os R$ 3 bilhões – em obras de implantação, recuperação e ampliação de capacidade rodoviária, a Secretaria da Infraestrutura e Mobilidade (SIE) segue atuando forte em outras frentes. Uma delas são as obras emergenciais. Nesta sexta-feira, 6, o secretário de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (SIE), Jerry Comper, entregou ordens de serviços para três obras emergenciais importantes para o Sul catarinense. Comper foi até a ponte sobre o Rio Canoas, ligando Praia Grande e São João do Sul, no km 19 da SC-290, para o início das obras de revitalização e recuperação estrutural e das cabeceiras da ponte. O secretário também entregou a ordem de serviço da obra de contenção, com enrocamento de rocha, no km 289,5 da SC-108, em Rio Fortuna; e a recuperação de galeria pluvial no km 6,2 da SC-434, em Garopaba. No total, o Governo do Estado, por meio da SIE, está investindo, emergencialmente, quase R$ 22 milhões nestas três obras. “Essa recuperação é muito importante. Preciso falar da parceira com a Assembleia Legislativa. Os deputados cobram, pedem e são parceiros. Estive com o governador e disse a ele que estaria aqui com os deputados. Temos aqui no Sul mais obras como a Serra do Faxinal, a revitalização da SC-108 de Jacinto a Praia Grande, são muitas obras,” destacou Jerry Comper. Ponte A estrutura chegou a ser interditada para o tráfego de veículos no dia 17 de junho em função do deslocamento de um dos pilares que dão sustentação à travessia. A Secretaria da Infraestrutura e Mobilidade (SIE) agiu rapidamente para liberar o tráfego mediante uma solução temporária.Agora as obras terão caráter definitivo. O pilar cedeu em função de fortes chuvas que atingiram a região em meados de junho deste ano, elevando muito o nível do rio e o volume de água que passava sob a estrutura. A cabeceira da ponte já havia sido restaurada após ceder em função de fortes chuvas no começo do ano. Os materiais aplicados nesse trabalho anterior ajudaram a segurar a ponte devido à fortíssima correnteza do Rio Canoas. Logo após a interdição, assim que as águas baixaram, a SIE agiu para escorar a ponte, liberando o tráfego com segurança. Fonte: Governo SC
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pacosemnoticias · 1 year ago
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Colapso do IC2 em Águeda obriga a desvio de quase 50 quilómetros
O abatimento da plataforma rodoviária do Itinerário Complementar (IC) n.º 2 em Águeda, no distrito de Aveiro, na noite de terça-feira, vai obrigar os automobilistas a fazer um desvio de quase 50 quilómetros durante vários meses.
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Em comunicado, a Infraestruturas de Portugal (IP) refere que para permitir o início da obra o mais rapidamente possível, será contratada uma empreitada em regime de conceção/construção, no âmbito de um procedimento com caráter de urgência a promover já nas próximas semanas.
A empresa não avança qualquer prazo para o início dos trabalhos, nem para a conclusão dos mesmos, adiantando apenas que o corte de tráfego neste troço que liga Águeda a Albergaria-a-Velha “irá ainda prolongar-se”.
Como alternativa, a IP recomenda que o trânsito seja desviado para Aveiro através das estradas nacionais EN333, EN235, EN109 e EN16, num percurso de cerca de uma hora, que implica um desvio de quase 50 quilómetros.
Em declarações à Lusa, fonte da empresa referiu que esta é a melhor alternativa possível, sem contar com a utilização de autoestradas e evitando as estradas municipais que não têm capacidade para suportar o tráfego pesado.
A IP refere ainda que o “escorregamento das terras terá sido causado pela saturação dos solos na envolvente da plataforma”, que provocou o seu colapso, estando a ser estudada uma solução para resolver o problema que envolve a execução de “uma intervenção de grande dimensão”.
Os trabalhos a desenvolver, de acordo com a empresa, deverão incluir a escavação do material escorregado e descomprimido, a reconstrução do aterro com pé de enrocamento, a reformulação integral do sistema de drenagem e a execução de drenos transversais profundos.
O IC2 está cortado ao trânsito nos dois sentidos na zona de Águeda desde a noite de terça-feira, na sequência de um aluimento de terras que provocou uma cratera gigante naquele troço.
O presidente da Câmara de Águeda, Jorge Almeida, que acompanhou a situação desde a primeira hora, tendo até assistido ao colapso de parte da estrada, mostrou-se apreensivo, devido ao facto de este ser um dos principais eixos rodoviários do país, com um fluxo de tráfego muito grande.
“Estamos numa zona difícil, já muito próxima da Ponte do Vouga, onde a orografia do terreno é complexa e todos os arruamentos, que agora servem de alternativa, são vias locais que não suportam o trânsito que é normal nesta zona, principalmente de pesados”, salientou o autarca.
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amazoniaonline · 1 year ago
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Praia de Ajuruteua renasce com nova orla
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O governo do Pará entregou a nova orla da praia de Ajuruteua. A iniciativa, resultado da parceria entre a Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop) e a prefeitura municipal de Bragança, promete revitalizar a economia local e impulsionar o turismo na região do Caeté. A reforma da orla não é apenas estética, mas também funcional. Ela abrange infraestrutura crucial, como serviços de drenagem e urbanização, que visam evitar a erosão natural. A construção de um muro de arrimo e enrocamento são aspectos técnicos vitais dessa renovação. Além disso, o projeto trouxe inovações como ciclovias, quiosques, restaurantes, bancos e lixeiras, que oferecem um ambiente mais confortável e seguro para moradores e visitantes. Este novo ponto turístico não só valoriza a rica cultura e a história de mais de 400 anos da Pérola do Caeté, uma das cidades mais antigas do Pará, mas também gera emprego e renda. Este significativo investimento promete melhorar a mobilidade urbana e acessibilidade na região, além de gerar emprego e renda. A nova orla de Ajuruteua é um passo importante para o futuro brilhante da região. Com informações da Agência Pará. Read the full article
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nosbastidoresdopier · 2 years ago
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Balneário Barra do Sul recebe multa de mais de R$ 9,6 milhões por obra na praia
As obras de enrocamento na praia de Balneário Barra do Sul, no Litoral Norte de Santa Catarina, iniciaram ainda em 2015. As pedras colocadas para segurar a ressaca, no entanto, foram alvo de ação da SPU (Secretaria de Patrimônio da União), que notificou a prefeitura em janeiro de 2016 devido à irregularidade da construção em propriedade da União. Sem resposta há mais de cinco anos, a SPU multou o…
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midiag4posts · 3 years ago
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Usinas Hidrelétricas de Espora e Queixada, da JMalucelli, produzem 62 MW em Goiás
Usinas Hidrelétricas de Espora e Queixada, da JMalucelli, produzem 62 MW em Goiás
Do rio Corrente, no município de Aporé, em Goiás, surge por entre matas ciliares, um manto azul que cobre uma área aproximada de 30km² e estaciona silencioso na barragem de aproximadamente mil metros construída com terra e enrocamento. É o lago da Usina Hidrelétrica de Espora, onde a tomada da água alimenta três turbinas Francis Horizontal, com capacidade para produzir 32 MW de energia. Produtora…
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indicalink · 5 years ago
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#G1
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webnewsbr · 2 years ago
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Alunos do IFRN visitam a obra do enrocamento da Praia de Ponta Negra
Alunos do 7º período do curso de graduação em Engenharia Sanitária Ambiental do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) tiveram a oportunidade de conhecer de perto a obra do enrocamento de Ponta Negra. A aula de campo dos estudantes aconteceu na tarde desta quarta-feira (12), e contou com a presença do titular da Secretaria de Meio Ambiente (Semurb), Thiago Mesquita, que também é aluno do…
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schoje · 7 months ago
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O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Mobilidade (SIE), anuncia nesta sexta-feira, 6, a revitalização e recuperação da ponte sobre o Rio Canoas, ligando Praia Grande e São João do Sul, no km 19 da SC-290. A partir das 10h, o secretário Jerry Comper atenderá a imprensa no local. Comper também anuncia a contratação emergencial da obra de contenção, com enrocamento de rocha, no km 289,5 da SC-108, em Rio Fortuna; e a recuperação de galeria pluvial no km 6,2 da SC-434, em Garopaba. No total, o Governo do Estado, por meio da SIE, está investindo, emergencialmente, quase R$ 22 milhões nestas três obras. Além dos investimentos históricos do Programa Estrada Boa – o montante contratado pelo governo de Santa Catarina, por meio da SIE, já ultrapassa os R$ 3 bilhões – em obras de implantação, recuperação e ampliação de capacidade rodoviária, a Secretaria da Infraestrutura e Mobilidade (SIE) segue atuando forte em outras frentes. Uma delas são as obras emergenciais. Foto: Divulgação / SIE Ponte A estrutura chegou a ser interditada para o tráfego de veículos no dia 17 de junho em função do deslocamento de um dos pilares que dão sustentação à travessia. A Secretaria da Infraestrutura e Mobilidade (SIE) agiu rapidamente para liberar o tráfego mediante uma solução temporária. Agora as obras terão caráter definitivo. O pilar cedeu em função de fortes chuvas que atingiram a região em meados de junho deste ano, elevando muito o nível do rio e o volume de água que passava sob a estrutura. A cabeceira da ponte já havia sido restaurada após ceder em função de fortes chuvas no começo do ano. Os materiais aplicados nesse trabalho anterior ajudaram a segurar a ponte devido à fortíssima correnteza do Rio Canoas. Logo após a interdição, assim que as águas baixaram, a SIE agiu para escorar a ponte, liberando o tráfego com segurança. Serviço O quê: Governo do Estado anuncia três obras emergenciais para o Sul de Santa CatarinaQuando: sexta-feira, 6 de agosto de 2024, a partir das 10hOnde: SC-290, limite entre os municípios de Praia Grande e São João do Sul – ponte sobre o Rio Canoas Fonte: Governo SC
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pacosemnoticias · 1 year ago
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Guarda-rios registam 909 ocorrências no rio Leça em 2023
Os guarda-rios do rio Leça, que atravessa os concelhos de Santo Tirso, Valongo, Maia e Matosinhos, no distrito do Porto, registaram 909 ocorrências em 2023, revelou à Lusa o diretor-executivo da Associação de Municípios Corredor do Rio Leça.
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Estas situações anómalas relacionadas, por exemplo, com focos de poluição, erosão nas margens, depósitos de lixo, aterros ou atos de vandalismo foram encaminhadas para os respetivos municípios e para o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, referiu Artur Branco.
A supervisão da qualidade da água e do caudal do Leça, que é o primeiro rio nacional completamente monitorizado da nascente à foz, é feito com recurso a sondas multiparamétricas móveis e fixas e sondas ao nível da água, adiantou.
No decurso do projeto de limpeza e recuperação ecológica do rio, que decorreu durante o ano passado nos quatro municípios, foram plantadas 51.643 plantas nativas, das quais 36.150 árvores e 15.493 arbustos, avançou.
Também ao longo do ano passado foram retiradas 63 toneladas de madeira e resíduos do leito do rio, criando 444 unidades de pilhas de compostagem (processo biológico no qual resíduos orgânicos são transformados em composto usado para melhorar a biodiversidade), sublinhou Artur Branco.
Foram ainda cortados 295.267 metros quadrados de plantas exóticas invasoras ao longo do rio, assim como 602.529 metros quadrados de vegetação nas margens preservando, assim, as espécies nativas existentes, explicou.
Artur Branco ressalvou que no âmbito da empreitada foram ainda executadas soluções de engenharia natural em sete quilómetros do rio, nomeadamente 665 metros de entrançado vivo (usado na consolidação de taludes, encostas e proteção de margens fluviais), 1.217 metros de faxinas vivas (feixe com ramagem que serve como estruturas de habitat para várias espécies) e 2.835 metros cúbicos de enrocamento com pedra e vegetação (dispositivo amortecedor formado por estrutura em pedra e vegetação para proteger taludes e canais).
A empreitada implicou também a construção de 880 metros de muros e o reperfilamento de 1.541 metros cúbicos de margens, acrescentou.
O diretor-executivo da Associação de Municípios Corredor do Rio Leça salientou que, no âmbito da recuperação ecológica do rio, foram cadastrados 214 tubos de descarga, 56 de captação e 52 casas de motor.
Estas ações tiveram um investimento de quatro milhões de euros, financiados através do programa REACT-EU.
O rio Leça, que atravessa quatro municípios e que já foi considerado um dos mais poluídos da Europa, tem uma extensão de 48 quilómetros.
Atravessando uma região com intensa atividade industrial, o rio foi, ao longo dos anos, afetado com vários focos de poluição, que degradou a qualidade das águas e dos sistemas biológicos.
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inovaniteroi · 6 years ago
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Bairro de Itaipuaçu recebe asfalto e nova praça
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A urbanização da região do Rincão Mimoso, em Itaipuaçu, teve um avanço significativo nos últimos dias. A Prefeitura de Maricá mobilizou homens e máquinas para finalizar a drenagem da Rua Moisés, antiga Rua Três, enquanto, na mesma via, outro grupo atuou nas proximidades da Avenida Carlos Marighella para concluir a praça que fica na entrada da localidade, cujo entorno já está sendo pavimentado.
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O espaço de convivência já recebeu iluminação e terá ainda mesas para jogos, brinquedos para crianças, acessibilidade para cadeirantes e deficientes visuais. O asfaltamento que começou naquela área vai se estender por toda a Rua Moisés, onde já havia um trecho pavimentado até o entorno da Rua Dezoito.
“Tudo o que estão fazendo é espetacular”, exalta o pastor evangélico Roberto Vielas, de 65 anos, ao dizer que muita gente vai se beneficiar com as intervenções. “Eu mesmo já estou usufruindo da praça e vou trazer meus netos para brincar. Aqui nós temos crianças e gente de idade que precisavam de um lugar assim”, revelou ele, que mora há 9 anos no local.
A obra de manilhamento ocorre na esquina com a Rua Quatorze, onde operários da Autarquia de Serviços de Obras de Maricá (Somar) instalam  peças de 600 milímetros de diâmetro. Ao final desta ação, toda a rua será asfaltada e vai facilitar o acesso à região de Itaocaia Valley, cuja avenida principal também passa por urbanização. Para quem mora na via, até a saúde vai melhorar. “Quem tem alergia sofre muito aqui com a poeira, sem falar nos buracos  e a lama na chuva.  Vai melhorar bastante”, projeta o personal trainer Felipe Alves, de 30 anos.
Também em Itaipuaçu, outra equipe atuou na montagem do quebra-mar do Recanto, onde a ressaca dos últimos dias fez com que algumas pedras do enrocamento fossem retiradas do lugar. Homens e máquinas trabalharam para recolocar as rochas, além de abrir novamente a passagem do canal para entrada da água do mar. Muita gente tem ido à beira da praia para observar a movimentação. “Está ficando bom, e já está valendo o passeio”, afirmou o motorista Leonardo barroso, nascido e criado no Recanto há 40 anos.
Na RJ-106, apesar da responsabilidade pela conservação ser estadual, uma operação tapa-buracos foi realizada em caráter emergência  nesta quinta-feira (18). Equipes da Prefeitura recapearam trechos dos quilômetro 19 e 20, que estavam bastante danificados e levavam risco aos motoristas. A Somar informou que outros pontos da rodovia estão sendo identificados para receber novas ações semelhantes nos próximos dias.
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cliquepiripiri-blog · 6 years ago
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Por Miro Machado: "Que o Açude do Caldeirão precisa de reparos, isso é incontestável. Agora achar que a barragem foi feita só com areia, chega a ser o cúmulo. No site do DNOCS temos a compreensão de como foi construído o nosso açude. Engenheiros não planejariam um açude com 54 milhões de metros cúbicos de água, com uma descida para um município, achando que somente areia sustentariam tamanha quantidade de água né? Questão de lógica. Mesmo que o Açude tivesse uma parte rompida, apenas a parte superior de água seria escoada sobre os próximos Kms antes de chegar na parte sul da nossa cidade. O Açude é como um grande buraco de mais de 90 metros de profundidade. Havendo um rompimento, cerca de 70% da água ainda ficaria nesse buraco. Se houver reparos, será apenas na parte de cima, já que a parte de baixo está recoberta com um sistema de drenagem e um grande cinturão de concreto. Esse povo fica doido e quer deixar todo mundo também... BARRAGEM A barragem Caldeirão, com altura máxima de 22, l 0 m , tem a construção de um maciço de terra com enrocamento a jusante, a partir da berma situada na cota 94,00, revestido com pedra argamassadas. Durante a construção foi incorporada uma cortina de concreto armado 15,00 m a montante do eixo da barragem, engastada de 1,5 m a 2 m na rocha, entre as estacas 49 e 61 (trecho da ombreira esquerda até a cota do terreno natural em torno de l 00,00), portanto, com 120 m de comprimento. No trecho restante, e no mesmo alinhamento, previu-se a execução de um muro de chicana de cerca de 2 m de altura, mais um engaste de 0,70 m em rocha. A união entre a cortina e o muro da chicana é feita através do engastamento de 1 m." Fonte: DNOCS. https://www.dnocs.gov.br/barragens/caldeirao/caldeirao.htm (em Açude Caldeirão) https://www.instagram.com/p/BuFmBq3gLbq/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=4dhbeyes5ygp
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mundodosinconfidentes · 5 years ago
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Vale conclui a descaracterização de barragem em mina de Águas Claras
A Vale  anunciou a conclusão das obras de descaracterização da primeira das nove barragens a montante anunciadas no dia 29 de janeiro. Localizada na Mina de Águas Claras, em Nova Lima, a 8B teve suas obras iniciadas em 17 de maio. O objetivo é que nos próximos três anos todas estejam descaracterizadas ou com o fator de segurança adequado, sem oferecer risco às comunidades e municípios localizados abaixo das estruturas e ao meio ambiente. Além da 8B, o projeto de descaracterização inclui as barragens Sul Superior (Barão de Cocais); Vargem Grande (Nova Lima); Fernandinho (Nova Lima); B3/B4 (Nova Lima); Grupo (Ouro Preto) e Forquilhas I, II e III (Ouro Preto). Em algumas estruturas estão sendo construídas barreiras de contenção a jusante.  As obras  estão orçadas em R$ 8,6 bilhões. As obras na 8B consistiram na remoção do alteamento que estava apoiado sobre sedimentos e na construção de um canal central com pedras para possibilitar o escoamento natural da água superficial. Antes de iniciada a obra, que gerou um total de 160 empregos diretos, toda a água superficial do reservatório foi retirada por meio de bombeamento. Para formar o enrocamento no canal central e no local onde ficava o barramento foi necessária a colocação de cerca de 50 mil toneladas de pedras. De acordo com o gerente executivo do Projeto de Descaracterização, Carlos Miana, o principal desafio enfrentado na obra foi o transporte de um grande volume de pedras de forma segura até a 8B (localizada dentro da Mina de Águas Claras) e subir com o sedimento retirado da barragem. "Do pátio do estoque à barragem são quase 4 km de uma estrada de terra estreita, cheia de curvas e em forte declive. Graças à constante conscientização dos motoristas e de um rigoroso controle de segurança conseguimos concluir as obras, mesmo trabalhando dia e noite, sem nenhum acidente", informa Miana. A área onde ficava a barragem também está sendo revegetada. Foi aplicada uma manta vegetal em uma área de 12.700 m2 e plantadas mil mudas de espécies nativas da Mata do Jambreiro. Foto: Vale Read the full article
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mabackspace · 6 years ago
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Álvaro Dias garante recursos para recapeamento
Apesar da crise no Governo Federal em razão da repercussão nacional das queimadas na Amazônia, o prefeito Álvaro Diastestou seu prestígio com o ministro Onyx Lorenzoni(Casa Civil).
Conseguiu desbloquear recursos para dar continuidade à obra de recapeamento das avenidas Hermes da Fonseca e Salgado Filho e também para o enrocamento nas praias da zona leste.
Mais de R$ 800 mil para garantir a conclusão dessas obras já iniciadas.
Álvaro Dias garante recursos para recapeamento publicado primeiro em: http://talesvale.blogspot.com
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indicalink · 5 years ago
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osanecif · 7 years ago
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APA desiste da obra de proteção costeira na Figueira da Foz
  Foto: DB-J.A.
  Uma obra de defesa costeira na praia do Cabedelo, Figueira da Foz, promovida pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e que foi contestada por surfistas e por um movimento cívico, não vai ser realizada, disse a autarquia.
  “A APA deixou cair o projeto de intervenção que tinha para ali previsto”, disse à agência Lusa João Ataíde, presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, aludindo à intervenção que incluía a reconstituição da chamada duna do Cabedelo – uma duna artificial, um paredão entre o início do molhe sul do rio e um campo de futebol, construído na década de 1960 para proteção de um antigo bairro de pescadores que ali existia e hoje coberto de areia, anexa ao areal – e a construção de um muro de suporte e enrocamento adjacente ao molhe sul do porto comercial.
Tanto a reconstituição da duna – com construção de uma nova à frente da atual – como o previsto muro de betão na praia junto à orla marítima foram alvo da contestação do movimento cívico SOS Cabedelo, que, em maio, chegou a anunciar uma queixa à Comissão Europeia em Bruxelas, considerando que a obra da Agência Portuguesa do Ambiente agravava o problema da erosão.
A autarquia da Figueira da Foz começou por defender a realização da obra, que foi lançada a concurso e adjudicada para ser realizada numa área maioritariamente portuária – fora da jurisdição da APA e sem conhecimento da administração do porto – obrigando, em março, a uma reunião entre todas as entidades envolvidas para resolver a questão.
Na altura, a obra chegou a estar prevista para se iniciar de imediato e estar concluída a 15 de junho, mas seria, primeiro, adiada para depois da época balnear e agora anulada.
João Ataíde diz que o município – que tem uma intervenção prevista para o local, que inclui a reabilitação do parque de estacionamento em terra batida ali existente e a construção de uma praça fronteira ao mar, para além de uma nova estrada de acesso, obra adjudicada na segunda-feira por 2,64 milhões de euros mais IVA – valorou os argumentos contra a intervenção.
“Eu sou sensível à argumentação, não vale a pena correr riscos, se queremos valorizar aquela zona para o surf seria desastrado estar a por aquilo em xeque”, declarou o autarca.
“Não há muro. Faremos o arranjo que for compatível com a modalidade [do surf], evitando que possa haver ali um desassoreamento provocado pela intervenção. O arquiteto [da obra camarária] verá, é fazer ali um arranjo apenas e só para proteger a praça, mas nada de muros de betão”, garantiu o presidente da Câmara.
Já quanto à duna de proteção, o autarca indicou que foram apresentados à APA os “prós e contras” da intervenção prevista e que aquela será reforçada, não na zona da praia, mas atrás da duna atual, onde agora passa a estrada de acesso ao Cabedelo que vai deixar de existir face à nova via prevista, a construir em zona portuária.
“Ficou assente que seria feita uma nova candidatura ao POSEUR [Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos] para duplicar e reforçar a duna, mas por detrás [da duna artificial ali existente, que tem vindo a ser destruída pelo avanço do mar]. Há que criar ali um espaço de proteção entre o mar e o porto”, explicou João Ataíde.
Ouvido pela Lusa, Miguel Figueira, do SOS Cabedelo, afirmou que a cidadania, “com toda a mobilização social em torno deste tema, está de parabéns”.
“Estamos muito satisfeitos, mas continuamos vigilantes. Conseguimos travar as ações que iriam contribuir para o agravamento dos problemas a sul do Mondego, mas ainda não conseguimos garantir as medidas para a sustentabilidade do sistema de proteção costeira. Vencemos uma importante batalha contra a APA, mas não a guerra contra a erosão”, declarou.
APA desiste da obra de proteção costeira na Figueira da Foz
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