#chororô
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tá vindo aí
#perkvpsvcho#tinha que ser O ep da beau né#tenho que começar o mais rápido possível#fiz 50 da laura#agora tô sofrendo com falta de gif da marisha#provavelmente vou dar uma pausa e fazer uns pra ela#E VEM CHORORÔ REASSISTINDO ESSE EP
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Tão Dengosa — Kim Doyoung
gênero: smut
wc: doyoung!bigdick | subspace(?) | sexo desprotegido | size!kink | daddy!kink | agegap | degradação(?) | acho que isso é uma base.
n/a: doyoung se você não fosse um canalha sonso o que você seria?
Cada grunhido choroso seu era capitado pelos ouvidos do mais velho, o incentivando a ir cada vez mais forte, mais fundo, mais rápido.
Doyoung olhava no fundo dos seus olhinhos aguados e via ali um universo de coisas, sabendo o quão insana você estava; longe.
— Puta burra...— Ele sussurrou e impulsionou o quadril para cima, contra suas reboladas. — Shhh...— Te ouviu soluçar e quase gritar com aquele movimento proposital, e se perdia em seu aperto extremo contra o próprio cacete.
Doyoung desaparecia e ressurgia em seu ventre a cada estocada, deixando você completamente bobinha e hipnotizada enquanto mirava aquilo, aquele pau que te fodia e te empalava. Te preenchia e te machucava todinha por dentro. Kim Doyoung era um desgraçado.
Essa era a verdade.
Não conseguia pensar em mais nada a nao ser rebolar e tentar cavalgar naquele homem embaixo de si. Estava fraquinha, molinha, cansada e ofegante. Era uma bagunça de gemidos e lágrimas, aquele arrepio subindo desde os dedinhos dos pés até a sua nuca.
As grandes mãos de Doyoung agarraram-se em sua cintura e quase chegaram a fechar, detalhe esse que te deixava tonta, tomando impulso e você sabia o que aquilo significava; era seu fim.
— D-doyoung...P-papai, por favor...— Entre lágrimas e ofegos tentou alguma coisa conexa, mas não sabia sequer quantas vezes havia gozado ao redor daquele pau que te enchia.
Tão duro e profundo em sua bucetinha. Estava tão sensibilizada que qualquer movimento do Kim seria seu fim mais uma vez naquela noite.
— Por favor o quê, bebê? Me chama outra vez, vai...— Beijou seus lábios e o puxou entre dentes devagar, engolindo um solucinho seu. Doyoung queria te devastar.
— Pa-papai...— Suspirou e tentou soltar qualquer mísero som. Qualquer coisa que te desse uma liberdade.
Contraiu-se inteirinha nos braços do maior e porra, ele era enorme. Você era só uma garotinha desesperada em seu colo, empalada e suadinha. Esbanjando chororô se agarrou em Doyoung.
— Papai...Papai...P-papai por favor...N-não consigo...E-eu não posso...É d-demais...Ahn! — pornograficamente choramingou no final, desesperada, se acabando no pau daquele homem. Encostou a testa no ombro forte do mais velho e ouviu o sorriso nasalado do mesmo, e então se molhou inteira outra vez.
— Porra...Que bagunceira...— Te assistir revirar os olhinhos enquanto lágrimas escorriam e sua bucetinha o apertava era surreal, bem como ouvir os soluços. É, era esse o ponto que ele gostava de chegar antes de te encher de porra.
Com um sorriso ele te abraçou o corpinho, fechando os braços fortes ao seu redor como quem pega uma boneca de pelúcias, deitando então suas costas contra a cama e não desgrudando os peitos daquele abraço.
— Shhh... — Foi tudo o que se lembra de ter ouvido antes de se perder em algum lugar muito longe, suplicando por favor para sabe-se lá o quê.
Doyoung se enterrava em seu interior quentinho como se você pudesse dar conta de tanto, daquilo tudo; e você não podia.
Chorava como uma bebê levando aquela surra de pica que nunca havia levado. Todavia seu papai sabia o que era bom pra você. Suas perninhas balançando a cada investida e os barulhos molhados mesclados com os grunhidos graves de Doyoung e seu choramingado foram mais do que suficientes para que ele viesse.
O homem em cima de seu pequeno corpo então te puxou ainda mais pertinho, como se fosse possível, enfiando-se o mais profundo que conseguia e fora de si ele tocou-lhe o colo do útero e ali esporrou tudo o que tinha e o que não tinha.
Doyoung era possessivo. Com uma mordida entre seu pescoço e ombro ele sentiu cada sensação fodida daquela gozada.
A respiração pesada e os grunhidos ainda eram combustíveis para você, que mesmo inconsciente, ainda de olhos abertos o corpinho reagia com espasmos e arrepios.
— T-tão cheia... — Quase babando você sussurrou, longe.
— Tão dengosa...— Ofegante ele sussurrou, entre um sorriso e outro beijando sua testa suada demoradamente.
#joy things#smut#kim doyoung#kim doyoung smut#doyoung smut#nct 127#nct 127 smut#nct smut#doyoung x reader#hard hours#eu to fora de mim
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tears on my pillow, pain in my heart, caused by you. matías recalt x fem!reader
fem!reader, matías recalt x reader.
cw: angst! amor não correspondido!
sinopse: você sempre corre pra seu amigo matías quando as coisas dão errado.
wn: ai gente fiquei pensando em que cenário matías seria menos chato e mais triste aí saiu essa besteirinha desculpem qualquer errooo
“ai, ai, nena. o que que eu faço com você?” matí riu, balançando a cabeça levemente. uma risada triste, carregada. ele te observava da saída do elevador, com sacolas plásticas do supermercado em uma mão e a chave na outra.
não teve choque, não teve julgamento. nem grito, nem nada.
matías era um bom amigo.
você estava encostada na soleira da porta do apartamento do argentino, sentada no chão frio do corredor. já esteve completamente embriagada, mas a sobriedade estava chegando aos pouquinhos. encarava o rapaz com seus olhos inchados de quem chorava à horas.
ou, no seu caso, dias.
“ele gritou comigo de novo, matí.” a voz saiu como um sussurro. seu corpo se contorceu, mas você se esforçou pra não deixar uma lágrima cair. chega.
o rapaz concordou levemente com a cabeça, se aproximando com cuidado. agachou-se para ficar na mesma altura que seu rosto. “de novo, né?” ele suspirou, tirando o cabelo do seu rosto e depositando um beijinho na sua testa. “que bom que eu comprei sorvete.” e ergueu uma das sacolas que, levemente transparente, deixava aparecer sua marca e sabor preferido.
matías era um bom amigo.
passando os braços por baixo das suas axilas, ele te levantou com dificuldade. se deixou ser erguida, o corpo mole, cheirando discretamente o pescoço do mais novo.
já era a quarta vez que vinha parar no apartamento de matías depois de uma briga séria com o seu namorado. só naquele mês.
e você se sentia um lixo por isso.
era óbvio que matías era apaixonado por você - ele sabia qual seu sorvete favorito e sempre deixava um pote disponível no congelador caso você aparecesse. já tinha ouvido suas histórias um milhão de vezes e ria toda vida como se fosse a primeira. ele te fazia carinho, estava sempre com as mãos em você. implicava com todos, era malvado e desagradável com todos, mas com você? não. era um doce. principalmente quando estavam só os dois.
era nítido. esteban já tinha chamado sua atenção mais de uma vez - ou você deixa o menino ou você vai quebrá-lo, como o mais velho tinha dito.
você prometera que não ia mais procurá-lo, que não ia alimentar chances infundadas, que pararia de recorrer a ele nos momentos tristes e felizes. mas era impossível. o sorriso dele, as brincadeiras, o abraço, o olhar.
não sabia se era ou não apaixonada por ele de volta - talvez, lá no fundo. mas matías era mais novo, mais irresponsável. não sabia se ele seria capaz de dar-lhe tudo que queria. não sabia se ele conseguiria ser um bom namorado. se aguentaria o tranco de te amar.
e não só isso, você já tinha namorado. mesmo que tivessem brigado de novo e mesmo que ele fosse um idiota. ele estava lá e te dava tudo o que matías talvez não fosse capaz de te dar.
“ei, ei, nena. conhece as regras da casa. nada de chororô no sofá.” a voz do rapaz te tirou dos seus devaneios. quando se percebeu, estava reclinada no estofado, a cabeça encostada no colo alheio. as lágrimas jorrando para fora dos seus olhos. você soluçava, seu corpo contorcia. e matías te fazia um cafuné.
matías era um bom amigo.
“desculpa, matí. eu tô uma bagunça.” se esforçou para falar, entre os soluços, na medida que seu choro foi acalmando.
“bagunça nada. está linda, como sempre. só com um pouquinho mais de meleca que o normal.” ele riu, te deixando um beijinho na ponta do nariz. “que tal aquele sorvete agora, hm? e um episódio de friends?”
“você odeia friends.”
“é. odeio mesmo.”
deu de ombros, ligando a televisão e colocando no último episódio que assistiram. você se levantou, encostou a cabeça no ombro dele, que prontamente te envolveu com os braços.
matías era um bom amigo.
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Cami, desde que você escreveu sobre o kuku!dilf com uma brasileira minha vida nunca foi mais a mesma…. estou humildemente te implorando por uma continuação dessa canetada 🥺🥺🥺
ô meu amorzinho, vou ficar te devendo uma parte dois dessa história 🥺🥺 masss falei sobre alguns pensamentos pensantes sobre os pais tesudos que trasam a noite toda™️ aqui com a minha dawg laura e☝🏻digo aqui que é canon que ele estendeu as férias só pra ficar mais tempo com a loba milf brasileira e na hora de ir embora foi um chororô das crianças E do esteban (que só encheu os olhinhos de lágrimas tá bem só desabou no avião e você só no carro) e OLDISSIMO que no mês seguinte você já tá em buenos aires pra vê-lo de novo e depois de um tempinho decidem se mudarem juntos e em questão de 10 meses (sendo 9 da gravidez pq aqui não se perde tempo vapo) já tem mais um integrante na família que é um bebezinho que é o XODÓ das filhinhas (a sua que virou dele também e vice versa) e DIGO MAIS ele te comeu devagarinho a gravidez toda e fez todas as suas vontade E ☝🏻quando o bebezinho saiu A CARA DELE - e isso acontece alguns meses depois quando os três minis queridos estão com a vovó que ele organizou uma viagem pra uma pousada super romântica - ele usa isso pra te convencer a terem mais um “sabe, eu queria muito ver como seria uma misturinha nossa, nena… o que acha, hm?”
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Somos livres como girassóis de Van Gogh - Donghyuck
gênero: angst; friends to strangers to lovers.
notas: não vai ser só esse capítulo e o Haechan tem cara de quem vai fude minha vida, só digo isso. LEIAM AS NOTAS DO FINAL!
avisos: consumo de bebida alcoólica, palavras de baixo calão, chororô e um hyuck meio babaquinha nesse capítulo aqui.
Quando ouviam um barulho incomum na rua, a vizinhança inteira já sabia que era você e Donghyuck aprontando.
Por mais que você sempre fosse mais quietinha, nunca rejeitava a proposta do melhor amigo para alguma brincadeira nova ou pegadinha que ele mesmo havia inventado na hora.
Quase nunca dava errado, já que Donghyuck, ou Haechan, como você gostava de chamar, sempre planejava tudo para não se meter em problemas, assim como protegê-la de problemas também, porque apesar da mãe dele já estar acostumada com o filho sapeca, seus pais costumavam ser bem rígidos, a colocando de castigo sempre que não os agradava.
E assim foram crescendo juntos, até que seus pais começaram a tomar desgosto do garoto e passaram diminuir a frequência das visitas ou encontros com ele, até que um dia, vocês se mudaram. Você nem se despediu, nem mesmo com um aceno pela janela do carro. Seus pais a mandaram embora num dos momentos mais críticos da vida do jovem garoto.
E mesmo quando você se mudou achando que nunca mais iria vê-lo, se reencontraram no primeiro dia de aula da Universidade. Claramente, o plano de seus pais de separá-la de Donghyuck deu errado, já que o destino o havia posto contigo mais uma vez.
Ele estava diferente. Ao invés das camisetas listradas e bermudas jeans, trajava jaqueta de couro, um coturno nos pés e correntes adornando o pescoço, estava rodeado de possíveis colegas, sorrindo, mas era um sorriso mais fechado dessa vez. Seu coração acelerou quando o viu. Não teve certeza na hora se era pela felicidade de reencontrar um amigo de infância ou pelo fato de que essa nova versão dele havia mexido um pouco com você.
Andou um, dois, três passos para se aproximar. Parou. E se ele não te reconhecesse? E se ele não quisesse te ver? E se... ele te odiasse? Respirou fundo, apertou as apostilas que havia ganhado para auxiliá-la nos estudos e seguiu em frente... para a saída. Não se sentia pronta para falar com ele, ainda mais depois de todos esses anos.
Seguiu seu caminho até o dormitório. A garota com quem dividiria o quarto foi bem receptiva, era bem o tipo ideal de colega de quarto, pois não era barulhenta, mas ao mesmo tempo não deixava aquele silêncio constrangedor. Ela era mais na dela mesmo.
Você colocou sua bolsa na escrivaninha e deitou-se na cama, pensativa. Qual curso Donghyuck escolheu? Será se o sonho de se tornar arquiteto havia mudado? Fisicamente ele estava diferente, claro, mas no fundo você sentia que nada havia mudado.
"Ei, a galera me chamou pra uma calourada que vai ter, o curso de Artes Cênicas que tá organizando. Quer ir comigo?", perguntou Yeri, sua colega de quarto.
Você respirou fundo. Estava em um lugar que apesar de já conhecer, parecia ser novo, não tinha amigos e muito menos compromissos para a noite, por quê não?
"Ah, pode ser. Espera só eu me arrumar?", você se levantou.
"Que nada, menina, você já tá um luxo, eu te empresto um gloss e você já fica pronta", Yeri diz. Você sorri e apenas acena com a cabeça. Ela então, passa um gloss nos seus lábios, cujo cheiro artificial e característico de morango pode ser sentido de longe, e vocês deixam o quarto.
A festa acontece no Centro Acadêmico de Artes Cênicas. Você entra, algumas pessoas mesmo sem te conhecer sorriem e te cumprimentam. Você gosta daquele ar de que todos estão se conhecendo pela primeira vez, daquela animação de primeira festa da faculdade.
No entanto, aos poucos, vai se cansando, se entediando, até que decide se sentar num sofá com um copo descartável com cerveja quase no fim nas mãos. Olha ao redor, analisa as pessoas, os sorrisos. Quando percebe, se encontra procurando Donghyuck no meio de todas aquelas pessoas. Olha para sua esquerda, há um casal se beijando. Olha para a direita, apenas um grupo conversando. Mas quando olha pra frente...
Os olhares se conectam quase como de imediato. Ele te reconhece, sabe quem você é, sabe que você está ali. Você sente isso. Decide então dar um sorriso tímido, se levanta e vai na direção dele. Seu coração se alegra quando ele vai em sua direção, ele está se aproximando, está caminhando e chegando cada vez mais perto e então...
Desvia.
Você continua estática onde estava, em pé, com o copo ainda na mão, não ousou sequer virar-se para trás. Porra... ele simplesmente desviou? Depois de tanto tempo sem se verem?
Ah, mas não iria ficar assim. Você o seguiu pela festa, e o encontrou com um grupinho numa área mais afastada da farra toda. Você foi determinada até ele, que estava rindo de alguma piada que estavam contando entre si. Ele parou de rir e a olhou profundamente assim que notou sua aproximação.
"Poxa, Haechan! A gente passa tempo pra caralho sem se ver e quando a gente finalmente se reencontra você me ignora? O que deu em você?", você joga as palavras na cara dele, tomada por um pouco de raiva, mas ainda mais por desapontamento.
"Por que eu falaria com você? Não somos mais amigos e muito menos colegas", ele diz sem mais nem menos.
"Mas Haechan...", você sussurrou.
"Não me chama de Haechan, a gente não tem mais essa intimidade toda", ele acena com a cabeça para o resto dos amigos para que mudassem de lugar. Você jogou seu copo no chão assim que eles saíram, indignada, ferida...
Decide abandonar a festa ali mesmo, para que pudesse chorar abraçada com a pelúcia que havia ganhado de presente dele quando tinham 15 anos.
Donghyuck a observou deixando a festa, ficou chateado consigo mesmo por ter sido um tanto quanto babaca, mas havia se tornado orgulhoso demais para admitir que havia feito merda. Ele ainda estava magoado com você, pois jurava que você havia concordado com seus pais em se mudar num momento em que ele mais precisava de apoio, já que não tinha ninguém além da mãe acamada, já no estágio final de vida. Apesar disso, ele sabia que não deveria ter te feito chorar, mas nessa nova "pose" de bad boy, se desculpar não fazia parte do pacote.
••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••
Notas finais: Essa vai ter mais de um capítulo!
Perguntas frequentes (que eu faço pra mim mesma): "Mas Mia, serão quantos capítulos?" Não sei ao certo, eu sou escritora de bússola, galera, deixo a história me levar.
"Onde que tá a parte da música?" Vou explicar no decorrer da história.
"É angst de novo?" SIM, mas vai ter final feliz, só sofram um pouquinho.
É isso, retorno em breve.
#Spotify#nct127 scenarios#nct scenarios#nct angst#nct dream scenarios#nct dream angst#haechan scenarios#haechan angst
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A menina tinha tanta inveja que ganhei a prova da bolsa que ficava falando que a mãe dela tava brava justamente por ela não ter passado.
Esse ano, antes de me dar as costas, tinha mentido falando que estava pensando em desistir de fazer mas depois magicamente mudou de ideia, um plano bem idiota para eu não disputar esse ano (eu só faria para ver se conseguia 100%) e ela tecnicamente ter "mais chances de ganhar". A querida ainda fala que tem preguiça de escrever redação (que é o que mais vale) e provavelmente ia pegar do chat GPT.
Hoje os resultados saíram e ela NÃO FOI APROVADA DE NOVO KKKK
Não me ter disputando essa bolsa não significa que você vai ganhar, afinal, você mesma não leva os estudos a sério, só sabe ficar gritando na sala.
Fica de aprendizado esse tapa na sua cara, larga de ser invejosa e para de pensar que ensino médio é só fazer amigos. Que bom que não sou mais seu amigo para ouvir seu chororô
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sailor mulher eu fico passada com essas coisas o povo quer que vc poste na SUA conta coisa de gente que vc nao gosta eh cada uma ein
então☠️☠️ ainda me mandou mais DUAS asks com textos gigantes achando que eu ia perder mais tempo lendo. ainda bem que o tumblr nos dá a opção de bloquear gente no anon, perdi a paciência
e esse chororô todo porque eu não posto ICON de uma pessoa, sabe? não é nem como se eu usasse photoshop pra excluir essa mona em foto do grupo quando faço header delas, eu só não salvo, corto e posto foto dela aqui e essa mona vem com essa carência de atenção toda pra cima de mim 1h da manhã kkk vai dormir ver um filme bater uma siririca sei la carai
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“okay, i’ll help you—but this is the last time.”
O barulho fanho acompanhou a abertura da porta, e dela saiu Romeu Montéquio, como se não tivesse ouvido falar de "tomar um banho" a vida inteira. Seria excelente se Coralie conhecesse algumas técnicas secretas de exorcismo para expulsar o espírito mal-humorado que se apossara do corpo do rapaz. Ele, de cara fechada, observou a sacolinha que a garota tinha em mãos. A verdade é que Montéquio se refugiara no interior do seu escritório pelas últimas semanas — ou meses, ele já não tinha tanta certeza — e, de vez em quando, precisava de ajuda para reabastecer o que hoje considera seu lar. É claro; Romeu jamais se atreveria à perambular pelo mundo com as próprias pernas. Em vez disso, dependia da boa vontade dos outros. Ou melhor, da boa vontade de Coralie; embora essa já não se mostrasse tãooo boazinha assim. ⸻ Têm tudo aí? ⸻ perguntou a ela, apanhando a sacola e conferindo os itens que pediu à garota momentos antes. Tinteiro novo, três pacotes de folha A4 e beliscos para um possível futuro lanche da tarde. Excelente. ⸻ E por que Diabos seria essa a última vez? O que eu fiz agora, hein? Todo mundo sabe que não sou particularmente o maior "fã" dos intrusos mas, ainda assim, cá estou, sendo bastante educado e mostrando a devida gratidão… ⸻ ofertou à outra um punhadinho magro de dinheiro ⸻ pelos seus serviços! Veja só como são más as pessoas! À iminência da morte, Coralie abandona a mão dele e cospe no seu medo de acabar enterrado à sete palmos da terra. Por acaso ela não sabe o quê está escrito e garantido pelo destino na história de Romeu? Não sabe o porquê ele não pode — absolutamente não pode! — passar mais que duas horas longe da segurança das paredes do escritório? ⸻ Certo. Faça como quiser. Está dispensada! ⸻ Montéquio considerou encerrar de imediato esta conversa, mas antes de bater a porta e trancá-la com as correntes de dentro, gritou: ⸻ E não desejo ouvir seu chororô de arrependimento quando eu for — porque eu vou — morrer!
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E ninguém cala esse chororô Chora o presidente Chora o time inteiro Chora o torcedor
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"por favor, me diz que você se arrepende de alguma coisa." ok, talvez ter aproveitado a folga para beber não tenha sido a melhor das ideias, mas enquanto olhava para a cara de @xaropinhorapaz, não conseguia ver nada além de alguém confiável o suficiente para não zombar de seu chororô alcóolico no dia seguinte. "porque eu olho pro meu passado e parece que eu fiz tudo errado."
#a música: too much to ask do niall#não é uma música da one direction mas é quase#chats.#xaropinhorapaz
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klim manda o taeyong parar de falar que vai para o E word por favor manda ele pararrrrr 😭😭😭😭😭😭😭😭
KKKKKK eu bem de boas observando o chororô das gatas 😂
Relaxem gente, pensem no depois, pensem no depois...
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NME FUDENDO Q O YUTA OUVIU O NOSSO CHORORÔ DE PUTA E LANÇOU O COVER COMPLETO DE HONEY
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"Vampira Sato", adeus de Neguinho, chororô e grávidas: veja como foi a 2ª noite de desfiles no Rio
A segunda noite de desfiles das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro trouxe emoções à flor da pele, performances inesquecíveis e momentos que ficarão marcados na memória dos amantes do carnaval. Entre homenagens emocionantes, superações pessoais e uma dose generosa de criatividade, as agremiações mostraram porque o carnaval carioca é considerado um espetáculo único no mundo. Um…
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RS Notícias: Você viu o chororô do Lula?
Vídeo de Julia Zanatta Fonte: https://www.youtube.com/shorts/XqBXH_zTurM?si=0hWRI9aI7aswXiIW Source: RS Notícias: Você viu o chororô do Lula?
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Simplesmente NÃO acredito!!
Bom, senta num lugar confortável por que o post de hoje é uma história muito longa!!!
Na terça feira, uma pessoa nova chegou na minha sala, obviamente não conhecia. Chegou lá na sala e o Kai (o outro aluno trans da minha turma) foi abraçar essa pessoa chorando. Fiquei tipo: "Caralho, que recepção!"
Tudo o que fiquei sabendo era que essa pessoa era da tarde, e apesar de alguns da minha turma acharem que era um menino, pelo menos na chamada estava registrado com um nome feminino.
É aí que a história começa.
Eu não me importei muito, fiquei na minha. Hoje, durante a aula de itinerário, minha professora começou a falar sobre o assunto, simplesmente por pura fofoca até por que já tínhamos terminado as tarefas do dia. Foi então que descobri que talvez seja um aluno trans (sim, TRÊS ALUNOS TRANS NA MESMA SALA).
Na gincana do ano passado, essa mesma professora perguntou como o tal aluno queria o nome dele na camisa do time, então ele respondeu "Castiel" (algum nome assim, ela não lembra direito). E então quando ouviu a resposta perguntou se queria que chamasse ele de Castiel, mas o mesmo disse: "É melhor *deadname*".
Eu disse pra ela: "Bem, talvez ele esteja com medo que essa informação vaze, coisa assim". E depois minha professora disse: "Se souberem de alguma coisa sobre que nome ele prefere, me avisem, sou mente aberta, não tenho preconceito".
OBS: E minha professora disse que aparentemente Kai e o tal Castiel namoram, por isso o abraço e todo o chororô na terça.
Cara, foi tipo uma felicidade dupla: mais um aluno trans e saber que posso ser chamado pelo nome social por algum professor (até por que o professor de matemática era o único que usava e saiu da escola...).
Eu vou tentar conversar tanto com a professora quanto o Castiel (ou sei lá que nome ele prefira)!
Esse ano tá surreal de tão pacífico e legal.
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