#Vou cometer um assassinato
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justv0id · 26 days ago
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A Fernanda perdeu o Oscar... aí... eu vou me matar... não-
EU VOU É MATAR OS JUÍZES, PQP, QUE ODIO DO CARALHO, EU TO PUTASSO
QUEM TOPA IR DESCER O K7 NESSES LADRÕES FILHOS DE UMA CADELA!?
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itacoisa · 1 year ago
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Não, mas os Vingadores de Roshar... - Lendo Palavras de Radiância #3 | Arquivos da Cosmere
Comentando com spoiler o livro todo já!
Evitando cometer o mesmo erro dos comentários de O Caminho dos Reis, voltei só para comentar sobre as últimas páginas de Palavras de Radiância! Chega de conteúdo banguela nesse perfil!
Então, como faz um tempinho que terminei a leitura, prefiro registrar as minhas expectativas para o próximo livro e comentar o que mais me marcou (já que é o que vou lembrar assim de cabeça mesmo, rs).
Okay, quando penso no final de Palavras de Radiância a primeira coisa que vem é a morte do Sadeas, AAAAAAAAAAAAAA que delícia. Só que isso vai dar muita merda! Com certeza alguém deve ter testemunhado o assassinato e isso vai cair no colo do Adolin... E a esposa do Sadeas vai ocupar o lugar dele, o que vai ser bem pior de lidar que o próprio Grão-Príncipe...
Uma coisa que não sei de gostei ou não, foi que todo mundo começou a ganhar poderes... Sei lá... Eu queria que fosse mais exclusivo, haha. Mas também, isso cria mais uma camada pro próximo livro, né? Mais gente com poderes e tal... Rinha de radiantes?
Aaaah, 2 personagens que fiquei muito feliz de ter reencontrado. O primeiro dele foi o Rei Gênio daquela cidade-com-nome-enorme. Sério, a condição dele é muito interessante! E o segundo foi Jasnah! EU SABIA QUE ELA TAVA VIVA! O que é ótimo, já que ela sabe de muita coisa e fica menos enrolação, haha.
A sensação que o final desse livro deixa é que tudo começou agora! Estou muito ansioso para o terceiro livro, mais até que estava pelo segundo...
E é isso... Livro do ano.
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s-tarplatinum · 1 year ago
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CAI O PANO: O ÚLTIMO CASO DE POIROT | Agatha Christie, 1975
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"[...] Agora, você precisa saber de uma coisa Hastings. Todo mundo é um assassino em potencial. Em todos nós, surge, ocasionalmente, o desejo de matar, embora sem a determinação de matar [...]"
Sobre o enredo:
O capitão Hastings retorna à Styles, após longos anos, a pedido de seu querido amigo Hercule Poirot. A mansão agora é uma pousada dirigida por um casal de idosos e hospeda suspeitos inusitados do novo crime que Poirot previa estar prestes a acontecer. Uma nova cena de assassinato em Styles.
Nos deparamos com a filha do capitão Hastings, Judith, entre os hóspedes. Uma jovem cientista, dona do próprio nariz, que trabalha com um médico focado chamado Dr. Franklin, esposo de Barbara Franklin, uma inválida hipocondríaca, cuidada pela enfermeira Craven.
Do casal que dirige a hospedaria, a sra. Lutrell é quem dá conta da administração e finanças. Completamente temperamental, humilha o marido por diversas vezes. Nos encontramos também com William Boyd Carrington, homem agradável, conhecido de juventude da sra. Franklin. Stephen Norton, aparentemente inofensivo, cujo hobby é observar pássaros. Allerton, um galanteador de má fama e uma mulher por volta dos 30 anos, a srta. Cole. Pessoas maravilhosas, nas palavras de Poirot. E um deles é o assassino.
Poirot, já idoso, paralítico, expõe cinco casos, supostamente desconexos, ao capitão Hastings, e pede que seu amigo seja seus olhos, ouvidos, braços e pernas, pois há um envolvido X entre esses casos, e haverá um assassinato em breve.
Sobre a leitura:
Um livro relativamente curto. Leitura boa, porém as últimas páginas sempre tem aquele gosto de "não acredito que chegou ao fim", pelo menos para mim. Terminei no horário livre da faculdade, em uns três dias, acredito eu. Gostei bastante da proposta do último livro de um detetive, afinal, quem melhor para cometer um assassinato perfeito do que o próprio?
Considerações:
A moral da história pode ser resumida como: não coloque a mão no fogo por ninguém. Nem por si próprio.
Todos estamos sujeitos ao desejo de matar, basta que esse desejo se encontre com a determinação e as circunstâncias certas. Quantas vezes não mentimos para nós mesmos dizendo que nunca faríamos algo e hoje vivemos exatamente isso? Quantas vezes não nos desmascaramos hipócritas diariamente? ou mesmo, quantas vezes confiamos cegamente no que as pessoas dizem? e, quantas vezes somos influenciadas pelas pessoas nas nossas ações?
São questões a se refletir quando você se depara com uma figura de justiça, que passou a vida inteira dedicando-se a defender os inocentes, chegando ao fim de sua carreira com um assassinato. Poirot matou. Arthur Hastings também matou. Stephen Norton, principalmente, se mostrou o verdadeiro vilão da trama: sempre no lugar certo, com as palavras certas, para as pessoas certas. O nível de manipulação dele nos cinco casos e durante os acontecimentos em Styles mostrou que Poirot chegou ao seu extremo, completamente desafiado. Todos chegaram ao seu extremo, na verdade. Tudo completamente calculado.
Uma história em que eu não tive empatia por nenhum personagem, para ser sincera — exceto pelo Hastings, porque Poirot estava meio de lado, pela sua condição. Não gostei de ninguém, haha. Mas vale a pena passear pela forma que a história é delineada. Cada livro, um tipo diferente de assassinato, algo novo, um formato que não tinha lido dela antes. Acredito que a sequência que li as obras foi sensacional e não deveria ser de outra forma. Leituras proveitosas, vou sentir muita falta (meus livros físicos acabaram, li tudo). Tentarei me programar para ler outras coisas e outros autores, mas não garanto nada.
Au revoir, mon ami Poirot.
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sonhosdeescritor · 9 months ago
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TROUXE O CARIINHO NÃO DITO O AFAGAR DAS BORBOLETAS PRIMAVERIS AQUELE SOLDADO DE FOGO DE MÃOS TRÊMULAS PELO ESCAPAR DE SUA GANÂNCIA AINDA VEJO COM CERTA ESPERANÇA O ESFUMAÇAR DE DIAS LLONGOS COM AQUELE FILTRO AMARELO DE DIAS REMOTOS QUEM SABE A SORTE ENFIM SE BRINDOU E SAIU EM FESTA PARA CONCEDER DESEJOS FÚTEIS A PESSOAS SEM QUALQUER FONTE DE CARÁTER NÃO QUERO MAIS SORRIR PARA AQUELE QUE NÃO ME FEZ SORRIR NOS DIAS TRISTES ACHO QUE VOU FUGIR PARA LONGE AO DESERTO DE UMA ALMA A SE CURAR.
19042024…. UM ATAQUE NOVO, OUTRAS CRISES - Agora para completar a M na caixa de areia que o ORIENTE MÉDIO esta processando o IRÃ decidiu atacar Israel com drones e mísseis, ou seja, mais desgraça sendo distribuida por uma TERRA SANTA. Até quando todos vão achar que podem destruir, normatizar e escravizar povos e sonhos?
Essa guerra para lá de imbecil esta custando vidas, vidas não são objetos de esgoto que se joga nas talhas a seguir para bueiros e córregos de periferia, não é legal achar que este ou aquele povo tem que pagar pelos erros de seus antepassados, a crueldade se traveste de critério social e racial para cometer exterminío e mortandade de milhares de cidadãos inocentes. Não, não é de DEUS querer o mal daquele ou de qualquer outro povo, a ganância e a fétida procura pelo poder patrocinal faz com que pessoas que até então foram designadas para defender e manter a segurança dos seus serem destes postos para cometer seus assassinatos sem quaisquer peso judicial e sentimento verdadeiro de culpa cristã. Ainda temos muito que separar, consertar e dignificar a todos os ensinamentos bons e incinerar aqueles ditados de imundíce demoníaca.
15042024……………. AS INJUSTIÇAS DA VIDA COTIDIANA - Não acreditei ainda quando vi pelo YOUTUBE que a dona Geni, mãe da Jaquelline sair da grande conquista e que o ppúblico optou por deixar a baronesa, mãe do MC GUI dentro da vila e ainda a concorrer uma vaga na mansão do reality. Mais foi a mais pura verdade, doa Geni nos deixou, deixou o público com eu que estava amando a atuação dela diante a aquela casa de CAPS laranja, sempre a frente da cozinha a fazer milagres com o quase nada que chegava naquela casa para mais de 40 bocas famintas. Ficou provado que sempre as tias da merenda vão ter de ser mais do que as tias da merenda. Tem também de ser ardilosa e incoveniente, venenosa e para lá de traiçoeira tipo a cobra BARONESA. cHATO SABER QUE AINDA HÁ TANTOS POR AI QUE SE BASEIAM A SELVAGERIA E RASTEJO DE UM SER QUE QUANDO PARTICIPOU DO power couple QUASE COMETEU ATROCIDADES SENDO QUE FORAM EXPULSOS ela e o marido por uma grande falta de senso comum e partindo as vias de fato para com outros participantes. Mais como sempre, a lembrança do ser BRASILEIRO é curtissima e agora só basta a mulher venenosa caçar e conseguir minutos de intrigas por causa de dona Geni na cozinha e daí fazer a grande mãe da casa sair do reality, para béns público mais uma vez demonstrando o quão imaturos são em suas escolhas haja vista a nossa realidade atual de governança.
03052024…………. O PREÇO DE CERTAS AMIZADES - Não foi agora, tem um tempo, ou não, conheço pessoas e dentre essas um em especial que trabalha comigo quando ainda éramos um tanto inocentes. Hoje como família formada e uma casa estruturada tenho contato com essa pessoa e seus queridos familiares. Por tempos frequento ás vezes a sua casa e sei de alguns fatos e falas dali. Porém o que me fez traçar esse texto e talvez repensar o quão amigos somos foi saber por meio de fotos na rede social de minha mãe que a família da pessoa fez uma tremenda festa, eu sabia de tudo, inclusive participei de muitos assuntos referentes a montagem e a preparação. Mais ninguém até então me convidou, talvez fosse o fato de ter ido por tantas vezes e estado lá a saber de tudo ou quase tudo, fez passar a eles que eu não necessitasse de convite. EIS O PODER REAL E SÓLIDO DA AMIZADE. 03052024......
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chittockglend4 · 2 years ago
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vou cometer um assassinato contra aquele vekho mosca
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santoosbea · 2 years ago
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salve comunidade!
eu tenho algumas capas antigas minhas, entao vou fazer um top 3 com as minhas favoritas.
marca capistas que quer ver fazendo essa trend
#1 1000 palavras - jongwon
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esse capa é uma fofura, ela tem um lugar no meu coração, essa capa foi feita inspirada em uma fic que criei da minha cabeça, como se as pessoas tivessem um limite de palavras na vida, o jongwon tinha 1000 palavras e ele apenas usava com as pessoas que realmente amava.
nessa época eu estava testando nossos estilos de capa, então as próximas podem ser bem diferenciadas.
#2 home or hell - chaeryeong
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nessa capa eu me inspirei em experiências próprias, a chae é de uma família cristã conservadora e não tem liberdade para ser ela mesma, ela cresceu escutando brigas dos pais e sofria bul/ying na escola e seus pai diziam que era culpa dela por ser "estranha", durante a adolescência tentava se encaixar, mas nunca se sentiu parte daquele lugar.
#3 miss black - yeji
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inspirada em "fragmentado".
Yeji te transtorno de personalidade e uma de suas personalidades é sedenta por sangue e comete assassinatos pela vizinhança, mas as pessoas que ela matava não eram nada inocentes, uns eram punidos por abus@ de menor, outros por vi@lência doméstica e por aí vai.
sempre que m@tava suas vítimas, escrevia miss Black com o s@ngue das vítimas.
Esse foi meu top 3 capas favoritas, marca capistas favoritos aqui, e use a #top3bearanking
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gotasdemim · 4 years ago
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"Sabe, vivo me sentindo sozinha. Mesmo que eu tenha milhares de amigos e que todos eles digam que nunca vão me abandonar, eles vão sim. Sempre vão. Afinal, a vida não é eterna. E se fosse eterna, nós não iríamos aguentar viver por tanto tempo, e acabariamos nos matando de tando tédio e de já se ter vívido tanto.
Mas iriamos sentir falta. Sentir falta de sofrer, sentir falta de amar, sentir falta da dor de uma queda, a dor de viver. Viver não é simplesmente respirar, é fazer amizades, brigar e discutir, passear nos parques, pisar naquela bosta de cachorro que fica na calçada da sua rua, conhecer pessoas novas, se magoar com os amigos, com os novos amores. Viver é errar.
Estamos sempre em constantemente aprendizado. Quando pequenos aprendemos que não se deve bater nos amiguinhos, aprendemos que 1+1 = 2, e que as meninas também pode brincar de carrinho e que os meninos também podem brincar de boneca. E eu sei que quanto mais eu vou aprendendo, mais eu vou errando também, a vida e o erro andam juntos, são cúmplices de um assassinato de nós.
Nós somos as vítimas. Somos as vítimas dos próprios homicídios. A verdade é o que um suicida não se mata. Ele não comete o próprio assassinato. Ele é o homicida que ta matando a vítima. Ele é dois em um. Ele é o homicida e é a vítima.
Tudo tem um fim. Algum dia todos nós vamos morrer. Você vai morrer, eu vou morrer, o seu cachorro vai morrer, o mundo vai morrer. Para que morrer agora se já sabemos o nosso final? Podemos apenas continuar e ir até onde durar. Tenho certeza que todos nós temos capacidade de durar até os 80 anos, com cabelos brancos e uma bengala. Vamos esperar o nosso ultimo dia de vida chegar.
Não vou apressar mais a morte para me pegar. Ela que fique sentada me esperando, porque ainda tenho muito a viver, muito a chorar, muito a rir. E eu sei que no meu último dia de vida eu vou apenas dizer: obrigada.
Qual será a sua última palavra?"
- Alessandra Boukouvalas
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manunelle · 4 years ago
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Refém {BrArg oneshot}
@brargweek
Última fanfic que vou escrever para a semana! Terminei de escrever ela há uns 2min btw KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Puro desespero.
Resolvi usar a prompt de super-heróis, pois não pude resistir a ideia de fazer um crossover de LH com Boku no Hero- juntar duas das minhas coisas favoritas! Então, caso você não saiba muito sobre BNHA, algumas explicações abaixo: 
A partir de um certo momento, as pessoas começaram a nascer com super poderes (variando de pessoa para pessoa), que acabaram sendo chamados de individualidade; 
Para conter as ações criminosas de pessoas que utilizavam suas individualidades para cometer seus crimes, surgiu a profissão de herói (não é a mesma coisa que um policial! A polícia continua existindo). 
Tem algumas notas no final, para explicar mais algumas coisas que seriam spoilers da oneshot. 
Eu gostei bastante de escrever esta fic, mas achei o final meio rápido. Mas juro que não sei como continuar esta fic. Mas amei essa AU! Talvez eu escreva mais sobre os outros personagens de LH dentro desta AU e sobre cada individualidade. Me perdoem pela falta de imaginação para os nomes de heróis, mas eu não presto para isso. 
Enfim, espero que gostem!
27/11 - Dia 4: Super-heróis | Roommates
Sinopse: Entrelaçou seu braço com o do loiro, cabeceando-o levemente na bochecha. Martín sorriu levemente, contente. Eram situações como a que passara hoje que o fazia realmente apreciar momentos como esse, tentando ignorar aquele medo constante de que tais momentos podiam ser interrompidos por uma única decisão errada em seu local de trabalho. 
Avisos: Violência, menção de sequestros, assassinatos e pedofilia (nenhuma cena explicita! apenas mencionado!). 
Postada também no AO3, no Nyah! Fanfiction e no Social Spirit 
- Mercurio- A voz de Sebastián ecoou no comunicador, e Martín fez uma careta por causa do volume exagerado- Consegue me ouvir?
- Ouço até demais -Resmungou, tentando ajustar o comunicador em seu ouvido.
- Ótimo. -Seu irmão disse, e pode imaginar ele sorrindo triunfante na base- O seu destino é a rua --. A polícia já isolou o local e não há rota de fuga para o vilão. Você tem 4 minutos e meio para chegar lá.
Esticou seus braços, erguendo uma sobrancelha. Pelo canto do olho, viu algumas crianças apontarem em sua direção com sorrisos, e acenou para elas, sorrindo brilhantemente.
- Chego lá em três.
Começou sua corrida na mesma velocidade que qualquer outra pessoa, aumentando-a a cada passo que dava. Não demorou muito para que os olhos humanos dos pedestres não conseguissem mais distinguir sua forma, vendo apenas um raio prateado cruzando por eles.
Em qualquer outra época isso assustaria as pessoas, que ficariam desorientadas e desesperadas para se afastar do raio de luz. Mas, claramente, uma sociedade acostumada com super-heróis e vilões se agarrando no pau pela cidade não iria se assustar com qualquer coisinha.
Vantagens de se viver em uma sociedade pós-extraordinária.
Cessou sua corrida, cruzando os braços com um semblante triunfante. Deveria aparentar seriedade, sabia disso, mas não conseguia evitar o orgulho que sentia de si mesmo.
- E então, Sebas? Quanto tempo levei? -Perguntou, arrogante.
Seu irmão grunhiu no outro lado da linha, já cansado da personalidade do irmão.
- Dois minutos e 57 segundos.
- Ha! Isso é um novo recorde, não?
- Não fica se achando muito não- A voz de Daniel invadiu a linha, e o sorriso arrogante de Martín aumentou- De nada adianta você chegar rápido se não conseguir derrotar o vilão.
- Opa, cuidado para não se engasgar com a própria inveja, priminho- Riu malignamente, encarando o vilão com olhos calculistas- E realmente acha que eu não consigo cuidar disso sozinho? Pensa tão pouco assim de seu maravilhoso primo?
- Ai, me poupa-
- Foco na missão, os dois- Sebastián repreendeu-os, já farto da infantilidade de seu irmão e de seu primo- Delgado, há quatro civis presos embaixo dos escombros, estou mandando a localização para você agora mesmo. Mercurio, os pontos fracos do vilão são a panturrilha e a nuca, onde não está coberto por espinhos. Ataque-o pela panturrilha, será mais fácil usar sua individualidade nas pernas do que nos braços.
- Entendido- Ambos disseram.
Pelo canto do olho, pode ver Daniel se movimentar pelos escombros, sem chamar a atenção do vilão. Esperou o primo ativar sua individualidade, seu corpo se deformando de uma forma que conseguisse entrar pelos escombros sem precisar erguê-los. Em menos de 5 minutos, todos os quatro civis já estavam sendo levados para longe do local, seus corpos deformados como o de Delgado. As ações de seu primo eram as de um profissional e lhe deixavam orgulhoso, mas jamais admitiria isso para o pentelho.
Esperou o mais novo chegar na esquina para ativar sua individualidade, aproximando-se sorrateiramente do vilão.
Victor Rodriguez, 40 anos. Individualidade: Espinhos. Basicamente consegue fazer com que espinhos surjam em seu corpo inteiro, podendo retirá-los com as próprias mãos ou lançá-los para longe. Quanto maior o espinho, mais rígido é. Procurado por roubo, sequestro, destruição de patrimônio público e pelo assassinato de uma criança de 4 anos. O tipo de vilão que Martín não conseguia sentir empatia alguma.
Escondeu-se atrás de um dos escombros da loja que fora atingido pelos espinhos de Rodriguez, calculando a sua distância até o vilão. Infelizmente, para usar sua individualidade, tinha de usar a matemática para regular sua força de aceleração em relação à distância que iria percorrer. Agradecia seus pais todos os dias por terem lhe obrigado a focar toda sua inteligência na área da matemática.
Voltou o olhar para o vilão, franzindo o cenho. O homem olhava ao seu redor com raiva e desespero, procurando uma rota de fuga. A polícia o circulava, tentando convencê-lo a se entregar pacificamente, recebendo uma chuva de espinhos- que não os atingiram por pouco- como resposta. Precisava acabar logo com aquilo, antes que mais alguém saísse machucado.
O melhor plano era atingir sua panturrilha, tirando-lhe o equilíbrio. Assim, teria mais facilidade em injetar-lhe o supressor de individualidade na nuca, que levaria 10 segundos para agir. Para ter sucesso, não podia errar sequer um passo. Respirou fundo, esfregando seu pé no chão rapidamente, faíscas saindo do contato.
3. Assumiu posição de corrida, apoiando as mãos contra o chão. 2. Ergueu-se, tomando impulso para se jogar adiante. 1. Como um raio, aproximou-se de Rodriguez em um piscar de olhos.
- AAAAAAAH!
- Martín, afaste-se agora mesmo! -Sebastián gritou, alarmado.
- Ninguém chega perto! Eu mato ela, eu juro!
Chegou no outro lado da rua (seu movimento sequer sendo notado pelo vilão, graças aos céus) em menos de um segundo, voltando a se esconder. Tsc. Chiou, uma expressão enraivecida em seu rosto. O local não havia sido isolado? Sebastián não havia visto com sua tecnologia? Pior ainda, como nem Daniel nem Martín foram capazes de perceber uma criança escondida do outro lado da rua? Por um descuido, o pior cenário possível estava acontecendo.
Victor segurava uma garota de mais ou menos 10 anos pelos cabelos, pressionando um de seus espinhos contra a jugular da criança. Bastaria apenas um pequeno movimento para que abrisse o pescoço da garota, que tremia aterrorizada com a situação.
Ela olhava desesperadamente ao seu redor, até que encontrou o olhar de Martín. Seus olhos arregalados praticamente berravam socorro, e Martín sentiu um aperto em seu peito. Se tivesse sido mais cuidadoso, não teria de fazer uma garota tão jovem passar por um trauma desses.
Respirou fundo, dando tapinhas leves contra seu rosto. De nada adiantava ficar se culpando agora. Precisava consertar aquela situação.
A verdade é que conseguia pegar a garota e afastá-la do homem em segurança. Conseguia fazer isso em menos de um segundo. Mas era arriscado demais. Assim que parasse de correr, que parasse de usar sua individualidade, seu corpo inteiro se recusaria a se mexer. E não havia nenhum outro herói ali para segurar o vilão.
- Mercurio, Psique já está a caminho- Sebastián disse, calmo.
Sorriu. Sebastián sempre parecia saber o que Martín estava pensando.
Engoliu em seco, preparando-se. Lembrou-se imediatamente da primeira vez que usara aquele movimento. Estava na sala de ginástica com Chile e Miguel, cada um treinando de seu jeito. Miguel estava escalando uma das paredes, treinando sua resistência corporal, enquanto Manu e Martín duelavam um contra o outro.
De repente, o chão começara a tremer. A tremer muito. Terremoto. Tentaram manter seu equilíbrio, nervosos com a possibilidade de tudo ao seu redor desabar sobre suas cabeças. Encarou Manuel, sentindo desespero ao ver a forma como os olhos do moreno se arregalaram, o olhar focado em algo atrás de Martín. Em alguém. Em Miguel.
Virara-se a tempo de ver o amigo despencando da parede, caindo em direção ao solo. Debatia-se no ar, tentando colocar seu corpo em um ângulo que não fosse espatifar a cabeça assim que entrasse em contato ao chão do ginásio. Mas não conseguia. Estava a menos de dois metros do chão quando seus olhos desesperados encontraram os de Martín, lágrimas formando-se em seus olhos.
Martín só percebeu o que havia feito quando estava do outro lado do ginásio, abraçado à Miguel. Os dois se encararam com olhos arregalados, tentando entender o que diabos havia acontecido e por que Miguel ainda estava vivo.
Sentiu suas pernas pegarem fogo, um grito agoniado deixando seus lábios. Sua visão embranqueceu, e apoiou a cabeça contra o ombro de Miguel, tentando conter os gritos de dor.
O tremor cessou, e Manuel correu na direção dos dois. Seus olhos assustados seguiam a trilha de pegadas queimadas no chão de madeira do ginásio, chegando aos seus amigos com muito menos velocidade que Martín. O loiro acabara perdendo a consciência, para o pavor dos dois colegas, que encaravam suas pernas com olhares aterrorizados
Fora acordar só dois dias depois, em uma cama de hospital com seus pais chorando em cima dele e seu irmão lhe olhando com um olhar que dizia “olha o que você fez, caralho”. Aparentemente, havia usado uma velocidade de aceleração nunca antes usada por alguém com individualidade de movimentação, resultando em queimaduras em ambas as pernas, nos ombros e na parte superior de suas costas. Recebera uma bronca daquelas de seus pais e professores, mas também fora elogiado por ter salvo a vida de seu amigo.
Fora esse incidente que o fizera questionar se realmente queria ser um herói. A dor que sentira naquela época fora horrível. Era como se suas pernas fossem se desmanchar a qualquer segundo. Seus ombros e braços queimavam constantemente, espasmos de dor aparecendo a cada pequeno movimento. Suas pernas levaram três meses para se curarem completamente, e as outras queimaduras mais dois meses. Não sabia se conseguiria aguentar essa dor novamente. Porém, quando Miguel o visitou em uma de suas sessões de fisioterapia, com lágrimas nos olhos, e o chamou de “meu herói” ...Fora nesse momento que decidira de que aquele era o futuro que queria. Um futuro em que pudesse salvar aqueles em perigo.
- Meu Deus, isso é jeito de tratar uma pessoa?
Sorriu. Já era hora.
Observou Psique se aproximar da polícia, seu uniforme refletindo a luz solar, deixando-lhe com um ar divino. Sua expressão era uma de indignação, mas Martín conhecia o homem o suficiente para saber que não passava de uma atuação.
- Abaixem as armas agora mesmo! – Os policiais se entreolharam, hesitantes, mas fizeram o que lhes foi dito. Luciano voltou-se para o vilão, um olhar preocupado em seu rosto- Senhor Rodriguez, está machucado? Por favor, não se assuste, eu só quero ajudar.
O homem o encarava com um olhar desconfiado, mas parecia bem mais calmo do que antes. Ótimo. A individualidade de Luciano já estava ativada, então não levaria muito tempo para que o homem se acalmasse o suficiente para que seguissem com o plano. Quase se iludiu com a ideia de que não fosse extrapolar o uso de sua individualidade. Quase.
- N-não se aproxime! -Ele disse, pressionando o espinho com mais força contra o pescoço da garota.
- Não precisa ter medo, senhor Rodriguez. Eu prometo ajudá-lo!
- E-eu...Eu quero um carro! E passagem livre para fora da cidade.
- Mas é claro, tudo que o senhor pedir será preparado- Luciano respondeu calmamente, um sorriso gentil em seu rosto. Sinalizou algo para a polícia, que começou a se afastar. Psique voltou o olhar para Victor, sério- Eu terei de pedir para que solte a criança, senhor Rodriguez.
- N-não! Eu sei o que você está fazendo. Você deve ter pedido reforços, pra quando eu soltar a criança vocês me levarem pra prisão- Lágrimas começaram a descer pelo rosto do homem. A individualidade de Psique realmente era algo surpreendente- E-eu...Eu não tive culpa! Foi ela quem me atacou!
- A criança de três anos atacou você, senhor Rodriguez? – Luciano disse, um sorriso formando-se em seu rosto.
Oh, começou.
Luciano teria sido um ótimo vilão.
- E-eu-
- Acha mesmo que alguém vai acreditar nessa história? -Ele rosnou, seu tom de voz sinalizando perigo. O homem se encolheu, confusão, medo e insegurança espalhando-se por todo seu corpo. Ele ainda não percebera, mas a formação de espinhos em seu corpo diminuía cada vez mais- A verdade é que o senhor sequestrou uma garotinha de apenas três anos e tentou abusar dela, senhor Rodriguez. E, frustrado por ela não parar de gritar e se debater, o senhor a sufocou até a morte com suas mãos. Não é verdade, senhor Rodriguez?
Martín apoiou suas mãos no chão, preparando-se.
- N-não! Não foi assim que aconteceu!
- Não? E como aconteceu? Poderia fazer o favor de explicar-me? -Luciano deu cinco passos a frente, fazendo com que o homem recuasse. Não parecia mais tão perigoso, encolhendo-se daquela forma, mas ainda segurava aquele maldito espinho, então não podiam abaixar a guarda.
- E-eu...
- Senhor Rodriguez.
O tom de voz de Luciano era firme, alarmando o homem. Seus olhos castanhos foram na direção de Mercurio, piscando levemente. Martín assentiu, esfregando seu pé esquerdo contra o chão.
- O senhor precisa de ajuda. Você sabe disso. Por favor, deixe-me ajudá-lo- Ele estendeu os braços, como se fosse abraçar o homem, que o encarou com surpresa e esperança. Uma falsa esperança.
Martín jogou-se para a frente, correndo.
- O quê!
O espinho saiu voando de sua mão, uma expressão surpresa em seu rosto. Olhou para o outro lado da rua, encarando as duas pessoas que se encolhiam contra o chão. Martín pressionava a garota contra seu peito, cerrando os dentes em uma tentativa de conter seus grunhidos de dor.
Raiva tomou todo o rosto do vilão, que fuzilou o herói com o olhar. Curvou-se para a frente, na mesma posição que fazia sempre que começava a lançar espinhos ao seu redor, preparando-se. Porém, antes mesmo que pudesse exclamar de surpresa, foi jogado contra o chão, o joelho de Psique pressionado contra suas costas. Sentiu uma picada contra seu pescoço, e não demorou para perceber que já não conseguia mais usar sua individualidade. Soluços escandalosos começaram a deixar seus lábios, uma expressão de puro desespero em seu rosto.
Luciano franziu o cenho, uma expressão sombria no rosto.
- Chorar não vai ajudá-lo em nada- Esperou os policiais algemarem o homem antes de voltar a se erguer, um suspiro deixando seus lábios- A única coisa que lhe resta é refletir sobre seus pecados dentro de uma cela. Eu rezo para que o senhor se torne em uma pessoa melhor, senhor Rodriguez.
Afastou-se, sem olhar nem uma única vez para trás. Em menos de 5 segundos, sua expressão, antes sombria e vazia, tornou-se em uma de preocupação, e correu na direção de Martín.
- Mercurio!
Ajoelhou-se ao lado de seu corpo, balançando o homem pelo ombro, que estapeou sua mão. O loiro tentou sentar-se, em vão, pois Luciano voltou a empurrá-lo contra o chão.
- Nananinanão! O senhor pode ficar quietinho aí. Acha que eu não sei que suas pernas estão ferradas? Você só vai levantar essa bundinha do chão quando o señor Juan der um peteleco bem forte na sua testa.
Martín grunhiu, fechando os olhos. Era incompreensível como a personalidade do moreno mudava de Psique para Luciano.
A garotinha, finalmente recuperando-se da paralisia, começou a soluçar alto, lágrimas grossas deixando seus olhos.
- Uwaaaaa! Me desculpa, moço!
Awwn. Que fofa.
- Ah, mas não é isso que ele quer ouvir, meu anjo- Luciano disse, fazendo carinho nos cabelos cacheados da garotinha. Ainda soluçando, ela voltou sua atenção para Luciano, que sorriu amigavelmente- A palavra certa é o-bri-ga-do! Vamos lá, quero ver você caprichar na hora de falar.
Ela secou as lágrimas, ainda tremendo um pouco. Com olhos ainda úmidos, voltou o olhar para Martín, que lhe sorria docemente.
- O-obrigada, moço!
Ok, seu trabalho valia todos os machucados e dores que sentia. Queria muito dizer algo, que não tinha por que agradecer, ou que não precisava chorar, mas, não conseguia abrir os lábios. Tinha a impressão de que o momento que abrisse sua boca seria o momento que gritos começariam a sair de sua garganta.
- Mariana!
Uma mulher, provavelmente, a mãe da criança, correu na direção deles, lágrimas descendo por seu rosto. Abraçou-se a garota fortemente, chorando. Martín e Luciano observaram o reencontro com sorrisos no rosto, contentes. Após os médicos (que foram chamados) se certificarem de que a garota não estava machucada, as duas se despediram dos heróis com lágrimas no rosto.  
- Tô passando, tô passando.
Martín estremeceu, apertando a mão de Luciano instantaneamente. Uma risadinha deixou os lábios do moreno, que lançou um olhar de pena para o loiro.
- Caraca, mas vocês pirralhos não conseguem ficar um dia sem se machucar.
- Hehe...E aí, señor Juan...- Luciano cumprimentou-o, uma expressão nervosa no rosto. Não iria ser a vítima da individualidade do homem, mas, mesmo assim, não conseguia esquecer de todas as vezes que tivera de ser tratado pelo homem.
- Não me enche o saco- O homem se ajoelhou, grunhindo ao ver o estado das pernas de Martín- Você é um pé no saco mesmo, moleque. Achei que já havia aprendido a utilizar sua individualidade.
Martín quis mandar ele ir tomar no cu. Graças aos céus não tinha forças nem para abrir a boca.
- Bem, lá vamos nós. Um petelecozinho.
Os sons dos gritos de Martín misturaram-se aos grunhidos agoniados e simpatizantes de Luciano.
.
- Hoje foi um vexame- Martín resmungou, seus lábios formados em um biquinho.
- Ei, não foi tão ruim assim- Luciano o consolou, um sorriso divertido em seu rosto. Massageou a mão do loiro com seu dedão, recebendo um olhar cansado.
- Claro que foi! Eu ainda não acredito que nem eu, nem o Sebastián e nem o Daniel vimos aquela criança. Você viu a cara dos dois quando chegamos na agência? -Martín balançou a cabeça negativamente, uma expressão frustrada no rosto- Acho que foi a primeira vez que eu vi o Sebas tão chateado. Ele com certeza deve estar se autocriticando sozinho no apartamento dele.
Luciano fechou os olhos, um sorriso calmo em seu rosto.
- Não adianta nada ficar se culpando agora. O que eles precisam fazer é aprender através dos erros.
- Diz isso pra ele.
- Vou dizer. Amanhã. Hoje eu quero curtir minha noite com você...
Entrelaçou seu braço com o do loiro, cabeceando-o levemente na bochecha. Martín sorriu levemente, contente. Eram situações como a que passara hoje que o fazia realmente apreciar momentos como esse, tentando ignorar aquele medo constante de que tais momentos podiam ser interrompidos por uma única decisão errada em seu local de trabalho.
- Eu odeio quando você usa a sua individualidade desse jeito.
- Eu sei, Lu. Mas não tinha outra forma de salvar a garota.
- Eu sei. Mas eu continuo odiando- Luciano fez beicinho, fuzilando-o com o olhar- Como desculpas, quero comer lasanha.
O loiro riu, já acostumado com aquele tipo de conversa.
- Tá bem, tá bem. Mas amanhã você vai me fazer feijoada.
- Queeee. Muito trabalho.
- Não quero saber.
- Tosco.
- Bobo.
- Bobão.
- Crianção.
Sorriram um para o outro, aumentando o aperto em suas mãos, as alianças douradas brilhando em seus dedos.
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Mercurio
Nome de herói do Martín (Argentina); 
Sua individualidade permite que ele movimente suas pernas em velocidades absurdas, mas ele precisa regular a velocidade de aceleração para conseguir controlar; 
Se correr em uma velocidade muito rápida, suas pernas sofrem com queimaduras e espasmos. 
Psique
Nome de herói do Luciano (Brasil); 
Sua individualidade permite manipular o emocional daqueles ao seu redor, refletindo, consequentemente, na individualidade do sujeito. Se ele deprimir seu alvo, a individualidade para de funcionar, e se incentivar, a individualidade se torna cada vez mais forte; 
Entretanto, não consegue fazer isso com sua própria individualidade. 
Delgado
Nome de herói do Daniel (Paraguai); 
Sua individualidade permite deformar seu corpo, afinando-o ou esticando-o na forma que desejar; 
É uma individualidade perfeita para resgate. 
Tech
Nome de herói do Sebastián (Uruguai); 
Sua individualidade permite basicamente que ele opere como um computador; 
Ele consegue ouvir através de Mercurio, Delgado e Psique graças aos comunicadores. Ele também consegue ver através deles, pois desenvolveu lentes de contato especiais para que eles usem em suas missões; 
Ele basicamente fica na Agência acompanhando as missões a distância. Mas, não se engane! O trabalho dele é provavelmente o mais importante da agência. 
Señor Juan
Nome de herói do Juan (Cuba)- Sim, eles podem usar os próprios nomes como nome de herói; 
Sua individualidade permite que cure instantaneamente as pessoas através de um peteleco. Porém, após receber o peteleco, o corpo passa por um processo doloroso de reconstrução (dura normalmente de 2 a 5 minutos), dando a impressão de que o corpo está pegando fogo; 
Ele é basicamente uma Recovery Girl mais violenta kkkkkk.
Após se formarem no ensino médio, os quatro (Dani, Luci, Martín e Sebas) decidiram fundar uma agência juntos. Já que me falta imaginação, e isso aqui é um AU de Hetalia, o nome da Agência é MERCOSUL! Às vezes eles participam de missões em conjunto com os outros membros do LH. 
O vilão desta fic é um personagem original, que eu criei na hora de escrever mesmo. Bem irrelevante ele. Fiquei com muito nojo quando escrevi sobre ele, pois todos os crimes que ele cometeu são os que mais desprezo. 
Enfim, espero que tenham gostado! Até a próxima! ~ 
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fanficclanessa-vivalavida · 5 years ago
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Amor de outras vidas - capitulo 134
Uns 5 anos atrás Amanda: Oi…-abrindo a porta de leve
Lisa: Amanda…-sorrindo Amanda: Oi linda…-sorrindo- Tudo bem? Lisa: Melhor agora���-sorrindo Amanda: Que bom.-colocando sua bolsa e indo até ela- porque as enfermeiras me disseram que você não estava colaborando. Lisa: Mentira delas…-se levantando- eu só…queria te ver. Amanda: Eu to aqui…eu prometi que voltava.--sorrindo- Gostou do que mandei para você?--apontando para o notebook em cima da cama Lisa: Sim…-sorrindo- nem sei como te agradecer, e nem sei como deixaram isso entrar aqui.--franzindo o cenho Amanda: Eu tenho muitos contatos.--pegando em sua mão e a puxando para sentarem na cama- está escrevendo? Lisa: Não é nada demais…-fechando o notebook antes de Amanda conseguir ler algo- coisa boba. Amanda: Nada do que sente é bobo…--acariciando seu rosto Lisa abaixou a cabeça Amanda: O que foi?-puxando seu rosto para ela lhe encarar Lisa: Você disse que me tiraria daqui…-desfazendo-se do contato Amanda: Mas eu vou… Lisa: Não vai ser possível Mandinha, eu estou presa! Não apenas internada… Amanda: Eu sei, mas quando toma seus remédios direitinho, você consegue ficar sóbria não é?-fazendo a olha-la novamente e Lisa apenas confirmou- Preciso que tenha paciência… Lisa: Enquanto isso, Mayra está livre…-falando com raiva- ela me jogou aqui dentro! Amanda: Mas a amiga dela também colaborou com isso né. Lisa a encarou e assumiu uma feição diferente- Vanessa! Amanda: Eu sei…-fazendo carinho em seus cabelos- ela também foi má comigo, é por isso que eu vou te tirar daqui. Lisa: Eu queria poder esquecer, não quero mais saber da Mayra, da Vanessa, ou de toda minha vida antiga…-se levantando Amanda: Pra esquecer, é preciso…devolver.-indo até ela Lisa: Vingança? Amanda: Uma palavra forte, mas nesse caso eu julgo necessária. Lisa: Eu pensei muito nisso…-fitando o chão- mas desde que você apareceu, querendo o mesmo que eu…-a encarando- curiosamente pela mesma pessoa. Amanda: Coincidência…-dando de ombros Lisa: É mas…até agora você, sabe de tudo sobre mim, e eu não sei nada sobre você...além de você odiar muito a Vanessa, mas fora isso, nem os motivos eu sei. Amanda: O que você precisa saber é que eu não acho justo você estar aqui, e que eu vou te tirar daqui…e te proteger.-suspirando- O meu problema com a Vanessa, vem de muito, muito, tempo atrás. Lisa: E porque veio até mim? O que uma presa pode lhe oferecer? Amanda: Vi em você, a oportunidade de te ajudar… Lisa: E em troca disso…? Amanda: Eu não quero nada de você, apenas uma coisa…-se aproximando mais- Sua lealdade.- Lisa a encarava- E eu prometo, que eu nunca vou te abandonar.-pegando algo em sua bolsa- Olha, fica com isso.-lhe entregando um pen drive- Caso você queria guardar o que está escrevendo.-sorrindo Lisa: Obrigada…-sorrindo de leve pra ela Amanda: Aguenta só mais um pouquinho meu amor..-suspirando- Eu te prometo, que eu vou te tirar daqui. Lisa apenas balançou a cabeça em sinal positivo, não sabia o que dizer e talvez nem tinha, sua vida havia se transformado, ela havia tentado cometer um crime passional, e depois de toda investigação, e pelo seu histórico anterior, o juiz entendeu que ela seria um grande risco para a sociedade. Amanda: E então? Advogado: Não sei como podemos ajuda-la, pelo que tô lendo, ela não pode sair daqui, ela tem um laudo médico, onde diz que ela é uma psicopata. Amanda: Eu sei o que tá escrito ai, eu to te pagando para me dizer o que fazer daqui pra frente.-sem encara-lo- Tem que haver uma brecha. Advogado: Só seria possível se ela tivesse uma espécie de…"tutor", ou um outro documento que contestasse esse laudo. Amanda: E quanto tudo isso vai custar?--arqueando as sobrancelhas Advogado: Pra isso teríamos que pagar um médico que nos dê um laudo, mas isso é muito difícil de conseguirmos… Amanda: Você é advogado, e eu te pago para fazer esse trabalho sujo.- O ignorando- Tenho certeza, que você consegue algo. Advogado: Farei o possível…-se levantando- Se permite senhora…-Amanda o encarou- A senhora tem dimheiro, pode pagar para qualquer um fazer isso...Porque uma psicopata é tão importante. Amanda: Ninguém, vai muito longe sem a lealdade de alguém…no fim, você acaba descoberto, Lisa confia em mim, e toparia qualquer coisa, para me convencer disso.-sorrindo- qualquer coisa. Na empresa Amanda: Bom senhores, eu ainda não entendo em que posso ajuda-los?-os encarando- Pois, como podem ver, isso é uma cópia de um contrato. Ricardo: Ainda sim, consta a sua assinatura, e estava no local do crime! -Gomes o encarou Amanda: Como também tem a assinatura da Vanessa…-apontando e suspirando- Olha, contratos como esses, tem apenas duas cópias originais, nesse caso, a de nossa empresa e a da CIA Mesquita, mas existem outras cópias, que são entregue a…acionistas, sócios, parceiros..-fazendo gestos com as mãos- sendo assim, esse papel pode ter vindo de qualquer lugar. Ricardo: Você não acha grave, que um documento envolvendo seu nome, esteja envolvido em um crime de assassinato? Amanda: Eu acho gravissimo, além do mais Ricardo, eu sou umas das amigas da Clara, e sei o quanto ela sofre, o que eu mais quero é que esse caso seja logo solucionado Gomes: O que você sabe sobre o assassinato do senhor, Valter Slim? Amanda: Não muita coisa, apenas que foi um assassinato.-pigarreando Ricardo: Não te assusta, estar assumindo uma cadeira de um homem que foi assassinado? Amanda: Bem, até onde sei, seu assassino está preso, e esta empresa, já não o pertence.-calma- assim como essa cadeira não me pertence, ela é do presidente, estou aqui, porque em sua ausência, eu sou responsável. Gomes: E onde ele está agora? Amanda: De férias… Ricardo: Ja ouviu falar sobre a Chefia? Amanda: Já…a Clara me falou um pouco sobre essa história.-fazendo gestos com as mãos- E quando eu vim pra cá, eu fiquei sabendo quem era o chefia, o Cássio, mas não acho que são a mesma pessoa. Gomes: Como era seu relacionamento com a Vanessa? Você já trabalhou para ela correto? Amanda: Sim, tínhamos um relacionamento extremamente profissional, de chefe, e funcionária. Gomes: E porque você saiu de lá? Amanda: Problemas pessoais, familiares sendo mais exata. Ricardo: E nesse tempo, onde você esteve? Amanda: No interior de Minas Gerais, cuidando da minha mãe que estava muito doente. Gomes: Você disse que, foi contratada, por meio de um email? Não teve interesse em saber, para quem você estaria trabalhando. Amanda: Sim, bom, essa empresa está sob dominio de grandes investidores, e é com um representante dos mesmos, com quem conversamos... Gomes: E a assinatura desses emails, não tem nenhum nome especifico? Amanda: Bom eles costumam usar a razão social… Ricardo: E o Cássio? Tem parentescos com algum desses investidores? Afinal é o presidente… Amanda: Bom, em relação a isso, eu já não sei responder… Ricardo: Você o conhecia? Amanda: Sim, nós fizemos faculdade juntos, éramos da mesma turma. Gomes: E porque ele usa a alcunha de chefia? Amanda: Bem…eu acredito que seja pelo seu cargo hierárquico. Ricardo: Onde estão esses emails, pode nos mostrar? Amanda: Claro, sem nenhum problema, mas…-se ajeitando na cadeira- Eu preciso comunicar os meus superiores, e antes…eu preciso ver o mandato… Os dois se entreolharam Ricardo: Como amiga da Clara, eu tenho certeza, que você gostaria de nos ajudar… Amanda: Claro que sim, mas…-negando com a cabeça- Não sem um mandato, aqui dentro, eu sou uma funcionária. Gomes: Concordo! -se levantando- Nós vamos providenciar um mandato, e voltaremos. Amanda: Tudo bem…-sorrindo- e no que eu puder ajudar, eu ajudarei. Os dois saíram e Ricardo havia ficado com a pulga atrás da orelha, não sabia o que exatamente estava lhe causando estranheza, mas Amanda havia lhe levantado grandes suspeitas. Gomes: Não adianta Ricardo! Ela está certa, sem o mandato não podemos fazer nada. Ricardo: Essa história tá mal contada Gomes… Gomes: Mas é lógico que está, mas o que a gente pode fazer? -Pensativo- no momento, a gente precisa ir atrás desse Cássio. Ricardo: Se ela estudou na mesma turma que ele, a Clara o conhece, vamos falar com ela.-entrando no carro Gomes: Antes de mais nada, precisamos do mandato…-fazendo o mesmo ~Cel tocando~ Gomes: São os policiais que tão nas buscas, tomara que tenham encontrado algo.-esperançoso- Fala Robson! Me dê boas noticias… Robson: Sinto muito doutor, as noticias não são boas? Gomes: O que houve? Encontraram algo? Robson: Não senhor, pelo contrário, temos mais um problema. Flashback Paula: Lu..-surpresa Lu: Ah…Oi Paula.-apressada- Bom dia! Paula: tudo bem? Como a May está? Lu: Nada bem…-Suspirando- Paulinha, sabe me dizer se tem mais alguém do adm por aqui? Paula: Além de você, apenas os meninos do TI… Lu: Beleza…preciso que você me faça um favor, caso a Fernanda pergunte por mim, não diga que cheguei. Paula: Ihh..brigaram foi? Lu: Acontece com os melhores casais. Paula: Bom, então tá bom…se ela perguntar, eu digo. Lu: Obrigada Paulinha…-mandando um beijo de longe- Ah..outra coisa, sabe me dizer se as câmeras estão ligadas? Paula: Sim, elas sempre estão…-estranhando- Porque? Lu: Por nada…-sorrindo Lu passou por todos os corredores com cautela para ter certeza que não havia ninguém ali, e ao constatar que estava sozinha, girou a maçaneta da sala que não a pertencia, respirou aliviada por a mesma estar destrancada. Ela sabia que não podia demorar, tinha apenas 15 minutos até que o pessoal começasse a chegar, olhava tudo o que era possivel, mas não encontrou nada, o computador tinha senha, e após algumas tentativas, desistiu de tentar acessa-lo. Estava quase desistindo e enquanto guardava uns papéis que havia tirado da gaveta, algo escorregou dentre eles, um pendrive, ouviu alguns passos no corredor e resolveu sair dali, guardou-o em seu bolso e saiu dali rapidamente indo direto para sua sala. Mais tarde Lisa: Bom dia…-cumprimentando Paula Paula: Bom dia... Lisa: Tem algo para mim? Paula: Não, sem ninguém da presidência aqui, eu desmarquei todas as reuniões. Lisa: Não tem ninguém?-arqueando as sobrancelhas- Quanto amadorismo. Paula: Não, na ausência delas, Fernanda está como responsável, mas ela ainda não chegou. Lisa: Esqueci que estão em busca da mamãe perdida.-rindo enquanto Paula a encarava seria- Eu passei por lá mais cedo, para dar uma forcinha para Mayra.-rindo debochando Paula: Bom…-ainda séria e ignorando seus comentários- Se caso eu receber algo para você, levo até a sua sala. Lisa: Ótimo, ainda que eu ache que essa empresa sem a Vanessa, está cada dia mais, a ladeira abaixo.-a encarando da cabeça aos pés- a começar pela secretária. Paula não disse nada, apenas voltou ao que fazia, Lisa pegou suas coisas e tava se encaminhando para sua sala quando Lu vinha em sua direção pelo mesmo correndor que ela havia entrado. Lu: Paulinha…-esbarrando forte em Lisa pois não tinha a visto ali- desculpa…-quebrando o contato Na sala de Lu Ela havia conseguido abrir o pen drive, estava cheios de arquivos em PDF, pareciam contos, relatos, os títulos só haviam datas, de 5 anos anos atrás até os dias de hoje, eram muitos, então abriu apenas alguns. 23/06/2014 Ganhei esse computador dela, estava surpresa com tamanho poder que ela tinha, sobre a clinica e sobre mim, é muito bom tê-la ao meu lado, ela me faz esquecer completamente o que me trouxe aqui, mas a cada visita sua, ela parece querer que eu lembre disso todas as vezes. 25/06/2014 Chefia, como a apelidei, pois ela tinha um jeito misterioso, como quem quizesse esconder a propria identidade, pensei em chefinha, mas seria patético chama-la desse jeito, hoje ela veio me ver novamente, por um momento pensei que ela havia me esquecido. 23/08/2014 Enfim chefia conseguiu o que havia me prometido, ela me tirou daquela clinica horrenda onde fui jogada, pensei que fosse me levar para morar com ela, mas para meu desapontamento, não. Desde que sai da clinica, a vejo conversando com pessoas, "estranhas" para não dizer verdadeiramente com o que elas se pareciam, "bandidos". 01/06/2017 Chefia cada vez mais se mostra ambiciosa, seu plano está saindo perfeitamente, adquirimos inúmeros casebres velhos, e os usaremos para fazer todo nosso trabalho sujo, as vezes me sinto desconfortável por ter de fazer essas coisas, não sinto mais o desejo de vingança, mas por ela, eu me sujeito a tudo, na esperança de um dia ser recompensada sentimentalmente por isso. Lu continuou abrindo outros arquivos, até o momento apenas havia descoberto que já sabia, que Lisa era completamente insana, e apesar de algumas coisas serem bem reveladoras, a identidade de chefia era bem guardada por ela. Dentre esses arquivos, enfim ela encontrou algo que pudesse ajudar. Lisa: Ta apressada cunhadinha?- A seguindo Lu deu uma leve risada antes de responder- Ainda não superou Lisa, faz um tempinho já né, mas, respondendo a sua pergunta, sim, estou apressada.-se virando para Paula- Paulinha eu… Lisa: Pra que tanta pressa, encontraram a cunhadinha perdida?-Se aproximando Lu: Porque tanto interesse? -Sem encara-la Lisa: Nenhum, mas, pelo jeito que sua irmã estava hoje mais cedo, eu torço pra que a encontrem…-rindo- Se é que alguém está com ela, ela pode ter ido por livre espontânea vontade.-vitóriosa Lu: Bom..-se virando e a encarando- talvez tenham encontrado algo. Lisa: Como assim? -interessada Lu: Ah sei la, ninguém é tão esperto assim, existe uma margem de erro, mas tenho que confessar, as prova estão onde menos procuram…-sorrindo- por ser improvável. Lisa: A policia disse algo? Lu: Não…-franzindo- Você sabe de algo? Lisa: Não, porque eu deveria? Lu: Por nada, mas seria bom que a policia descobrisse algo, não acha? Lisa sorriu irônica - Claro, seria maravilhoso. Lu apenas devolveu o sorriso a encarando, mas Lisa não sustentou por muito tempo o olhar. Lisa: Bom, boa sorte cunhadinha, eu espero que ela apareça, seria uma pena qualquer outro desfecho.-saindo Paula: Ela é ridícula…-balançando a cabeça Lu: Paulinha, vou precisar sair...-olhando pra trás onde Lu havia saido- E lembre-se, caso a Fernanda pergunte, você não me viu hoje. Paula: Lu…-desconfiada Lu: Relaxa Paulinha, não é nada disso que você está pensando.-sorrindo- Pode fazer isso? Paula: Tudo bem...mas olha lá hein Lu, o melhor para um casal, sempre é o dialogo, Richard e eu nunca deixamos… Lu: História demais pra pouco capitulo Paulinha, prometo que num outro momento, você conta, mas eu preciso ir. Paula: Ta bom, mas juizo hein… Lu: Pode deixar.-saindo No cativeiro Thais: Junior, por favor…-chorando Junior: CALA A BOCA! -gritando enquanto a arrastava Thais após atingir Junior saiu correndo em direção ao carro, não estava muito longe, mas para a condição dela estava o suficiente, o lugar era um tipo de mata, era difícil ver onde estava pisando, sendo assim, se corresse, corria o risco de cair. Agiu por impulso, mas logo se arrependeu, pois antes mesmo que pudesse chegar proxima ao carro, Junior conseguiu alcança-la. Junior: Você vai tirar isso das minhas costas, agora! - A jogando no colchonete Thais: Eu não consigo…. Junior: É melhor conseguir…- pegando a arma fazendo Thais recuar Thais: Junior….--amedrontada Junior: A vontade que eu tenho é atirar na sua cara! -apontando a arma pra ela Thais: Junior, nossas filhas…-tentando acalma-lo Junior: Você é estupida Thais, sempre foi…-soltando uma risada irônica- O que você esperava fazendo isso? Thais: Junior, por favor…-erguendo as mãos Junior: Você…-respirando fundo- vai tirar esse garfo das minhas costas.-engatilhando a arma- Ou eu atiro em você, e mando seu corpo numa caixa pra Mayra. O garfo estava cravado, a camisa de Junior manchada de sangue, Junior gritava de dor cada vez que ela encostava em si, e apesar de todo desespero que aquela situação lhe causava, Thais teve de fazer aquilo, não tinha muita escolha, havia uma arma apontada para ela. Junior: Quando eu te falei pra não fazer nenhuma idiotice, era exatamente disso que eu falava…-a amarrando Thais: A policia vai te encontrar Junior, todos que te ajudaram caíram fora, se é que já não estão presos, me deixa ir embora! -Aos prantos- São suas filhas! Junior: Tem razão…-se ajoelhando em sua frente- São as minhas filhas…-sorrindo- lembra do plano inicial? - aumentando mais o sorriso para o desespero de Thais Thais: JUNIOR! -gritando enquanto o mesmo saia e trancava a porta Na empresa Fernanda: Oi Paula.-sorrindo Paula: Oi Fe…tudo bem?- devolvendo o sorriso Fernanda: To bem e você? Paula: Na medida do possível né?-suspirando Fernanda: Alguma noticia? -A secretária apenas balançou a cabeça negando- A May ta muito mal… Paula: Não é pra menos, Thais está grávida, Junior é um sociopata, quem sabe o que pode fazer. Fernanda: Olha eu nem quero pensar nisso…-atordoada- melhor a gente pensar em coisas boas, e torcer pro melhor desfecho. Paula: Concordo… Fernanda: Bom, a Lu está por ai? Paula: Não, ainda não chegou. Fernanda: Não falei com ela hoje…-franzindo o cenho- Bom, ela deve estar com a May.-pegando suas coisas- Bom Paulinha, qualquer coisa estou em minha sala...pede pra ela passar lá se ela vir. Paula: Claro, pode deixar.-sorrindo As duas escutam um barulho Fernanda: O que é isso? Lisa: Quem entrou na minha sala! -se aproximando de Paula Paula: O que foi?--assustada Lisa: Alguém entrou na minha sala, quem? Paula: Como assim Lisa? Lisa: Entraram na minha sala sua lerda! -rispida Fernanda: Hey Lisa, da uma segurada…-estranhando Lisa: O que você estava fazendo que não viu alguém entrando lá?-ignorando Fernanda Paula: Esse não é o meu trabalho… Lisa: Claro que não, seu trabalho é ficar parada aqui igual uma idiota esbanjando simpatia para esconder o quão é incompetente.-batendo na mesa- Quem foi que entrou lá? Paula: Eu vou falar com o pessoal da limpeza Lisa, eu não sei… Lisa: Você só tem esse trabalho sua inútil, como não sabe? Aliás, o que você sabe? Paula: Não é o meu trabalho…-acuada Fernanda: Deu Lisa...-Indo até Paula que estava com os olhos marejados- Qual é o seu problema? O que tem de tão importante na sua sala…? Lisa: Não importa, eu quero saber quem foi! -alterada Fernanda: Primeiro baixa o tom, segundo, é pra isso que as salas tem chave! Pra cada um trancar caso necessário. Paula: O pessoal da limpeza pode ter entrado Lisa…--respirando fundo Lisa: Haviam documentos, importantes, largados em cima da minha mesa, a gaveta estava vazia, como se alguém tivesse procurando algo por lá e….-parando de falar e se lembrando de algo Lisa: Nenhum, mas, pelo jeito que sua irmã estava hoje mais cedo, eu torço pra que a encontrem…-rindo- Se é que alguém está com ela, ela pode ter ido por livre espontânea vontade.-vitóriosa Lu: Bom..-se virando e a encarando- talvez tenham encontrado algo. Lisa: Como assim? -interessada Lu: Ah sei la, ninguém é tão esperto assim, existe uma margem de erro, mas tenho que confessar, as prova estão onde menos procuram…-sorrindo- por ser improvável. Lisa: A policia disse algo? Lu: Não…-franzindo- Você sabe de algo? Lisa: Não, porque eu deveria? Lu: Por nada, mas seria bom que a policia descobrisse algo, não acha? Lisa sorriu irônica - Claro, seria maravilhoso. Fernanda: Seja la qual for o seu problema, se controla, não é trabalho da Paula. Lisa: O Pen Drive…-falando mais pra si e saindo rapidamente dali.
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nonyfc · 4 years ago
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Olá, meu nome é Leonardo. Há alguns anos atrás eu decidi por um plano em ação que é considerado pela maioria como absurdo. Eu escolhi a opção de me suicidar. Mas, eu não vou me matar assim, de repente. Eu pretendo seguir uma lista de desejos que eu montei. Alguma das coisas eu tentei fazer até os dias de hoje. Algumas metas não foram batidas, como por exemplo: Perder a virgindade, cometer algum crime não tão grave, etc. Eu tenho mais alguns meses de vida. Desde aqui, meus sofrimentos têm aumentado. Eu tenho uma doença, isso me tira a alegria de viver. Sei que, em alguma hora, essa doença irá me matar da forma mais dolorosa. Então, eu decidi por fim a minha vida.
Os problemas que tenho enfrentado é com o remédio phentobarbital, que está sob proteção de uma máfia chamado Estado. Se precisar, eu entro armado em um hospital, apenas para pegá-lo. De fato, se der certo, eu terei alguns meses de vida na qual pretendo fazer vídeos pra minha família ensinando a recuperar todo o dinheiro que tenho investido secretamente. Se der errado, bem... Se houver confronto com a polícia eu não seria capaz de atirar e matar alguém. Eu me mataria ali mesmo com um fuzil contrabandeado.
Eu já tentei optar por suicídio assistido, mas como vocês sabem, precisa passar pela avaliação de um Juiz, que depois me encaminhará para fazer exames psicológicos que por fim irá me preparar para a cerimônia. Isso demora muito, gente! E eu não tenho tempo! Sei que Jesus não se lembrará de mim quando chegar a hora de ressucistar os mortos assim como ele prometeu, por que eu não fui fiel e fui medroso. Suicídio é assassinato, quem assassina não tem esperança de vida eterna. É uma opção difícil. Mas, minha existência foi um erro. Viver pra mim é em vão. Me desejem sorte. Chegou o momento!!
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ebonyyeyes · 5 years ago
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Bom, eu queria começar esse post relatando que tudo isso que vou escrever agora são coisas da minha cabeça,o meu vício em peaky blinders gritando bem alto e não ter ninguém pra compartilhar isso...Eu recentemente re-assisti a 3 temporada de peaky blinders, na qual o michael gray tem os maiores picos da sua conturbada personalidade, vamos lá:
1) ele comete três assassinatos em um único dia, o primeiro foi para proteger o tommy, o segundo para aniquilar o passado e o terceiro para encerar o presente,após isso é notável que algo dentro dele mudou e principalmente ele agora faz parte de um caminho sombrio (a cena final do corredor me trouxe isso).
2) a lealdade dele para a família, sabemos que ele foi separado da família quando mais novo e ele ainda se perde nas metades michael/henry e vemos isso acontecer nessa 3 temporada mas vai ficar ainda mais evidente na 4 aonde ele pende pro lado da polly na escolha de entregar o tommy para o lucca mas também vimos que em todos os momentos ele estava ao lado do tommy e querendo ser o mesmo, isso ressoa de tal modo dentro dele que trás consequências na 5 temporada.
3) a traição, muitos especulam que o michael seria o “gato preto” da 5 temporada mas na minha opinião ele não traiu o tommy, ele quer ser o tommy, ele quer construir o próprio império dele. Os shelbys ensinaram que ele poderia ser ambicioso e é isso que ele está fazendo mas a mente perturbada do tommy leva a crer que a traição está presente.
4) pra mim michael gray e michael corleone são dois paralelos semelhantes no qual os dois não tinham pretenção de se envolver com essas coisas mas foram seduzidos/atraídos para tal e após isso fazerem o que fazem de melhor, o michael é um personagem que sabemos tão pouco mas mesmo o que sabemos ainda nos deixa intrigados,por favor corona vá embora eu necessito de uma nova tempyada de peaky blinders.
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joeljrr · 5 years ago
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SURVIVOR.
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SURVIVOR Minissérie/Especial escrito por Joel Junior Gênero: Drama | Suspense | Ação
O ano é 1989. Paul e Karla aterrorizam todo o estado da Califórnia com seus cruéis assassinatos, provavelmente os maiores assassinos em série desde Ted Bundy. Um casal bem sucedido que poderia escolher um caminho diferente, mas para alcançar a fama tiveram a decisão doentia de começarem simplesmente a matarem pessoas por tesão nesta atividade. A última vítima havia sido alguém importante: a jornalista Michelle Carrington, a pessoa mais próxima de descobrir quais seriam os próximos passos do casal. Não deixando barato, mataram a equipe que os acompanhava. Dado a isso, a busca pelos dois se intensificou até finalmente conseguirem prender os dois. A decisão do júri não foi outra: pena de morte. Porém, paralelo a este grande caso uma polêmica mudava o jogo no pentágono: dez militares de alto escalão tiveram suas vidas reviradas por uma jornalista, Carrie, que estava certa de que tais militares, principalmente o comandante Marshall, estava envolvido em uma rede de pedofilia, que poderia liga-lo ao atual presidente dos Estados Unidos. Carrie não estava sozinha nesta, contava com a ajuda de mais 9 jornalistas de outras emissoras que estavam mergulhados no caso. Com medo de que o segredo de governo seja espalhado para toda a América, o presidente e o comandante tomam uma decisão drástica: a criação de um novo meio de entretenimento, aonde dez pessoas lutariam pelas suas vidas dentro de um estabelecimento abandonado, aonde, curiosamente, estariam sendo perseguidos por dois serial killers. O trato do governo com Paul e Karla é firmado: se eles conseguissem matar todos ali presentes, ganhariam o passe de liberdade para o México, aonde poderiam recomeçar suas vidas com ficha limpa. O reality seria televisionado pela maior emissora do país em horário nobre, devido a enorme popularidade do casal. As 10 vítimas ali jogadas tiveram suas fichas totalmente alteradas para a população norte americana equipara-los aos assassinos ali presentes: de jornalistas e pesquisadores, alguns ali passaram a ser catalogados como pedófilos, estupradores e até mesmo terroristas. A regra é clara, se um deles vencer os assassinos a pessoa seria recompensada com a mesma liberdade que o casal poderia ganhar se vencesse o jogo. Chegado o dia tão esperado aonde os doze participantes seriam soltos numa fábrica abandonada, a emissora resolve apresenta-los ao público:
·         Carrie (Elizabeth Gillies): 29 anos, formada em jornalismo em Yale, Carrie sempre foi um grande orgulho pra sua família e sempre lutou pelo que é justo e correto, até se envolver no caso de Marshall. A emissora apresenta a jornalista como uma associada ao tráfico humano.
·         Lucas (Itzan Escamilla): 22 anos, ajudante de Carrie, foi quem conseguiu apresentar o tal caso que a intrigou. A emissora usou o fato de Lucas ser homossexual para vende-lo como um pedófilo, aproveitando para manchar a imagem da comunidade LGBT perante ao telespectador conservador.
·         Leon (Richard Madden): 36 anos, chefe do departamento de jornalismo aonde Carrie e Lucas trabalhavam, além de ser namorado de Lucas e um dos poucos homossexuais assumidos na área jornalística. Leon é vendido como um terrorista enviado pela Rússia, um comunista capaz de assassinar qualquer pessoa que esteja em seu caminho.
·         Anne (Lily James): 27 anos, irmã de Carrie e apresentadora do telejornal mais importante da própria emissora que está apresentando o reality, Anne é vendida para o público como uma ajudante de Carrie no tráfico humano.
·         Seth (Adam Brody): 41 anos, marido de Anne e um importante filantropo de Nova York, Seth é vendido como o grande chefe da quadrilha de tráfico por ter desavenças do passado com o presidente.
·         Michael (Justice Smith): 18 anos, foi uma das poucas vítimas que escaparam da mão de Marshall, a testemunha chave para que Carrie levasse o caso para as autoridades. É vendido como um garoto perigoso que assassinou sua própria família.
·         Fletcher (Michael B. Jordan): 30 anos, pesquisador, apaixonado por armamentos e traumatizado por ter sido expulso do exército, Fletcher revelou tudo o que havia visto dentro dos quarteis na época que ainda estava no exército. É vendido como um traidor por ter assassinado seus próprios amigos no exército.
·         Pamela (Ester Expósito): 23 anos, namorada de Fletcher que guarda péssimas memórias da época que ele estava no exército já que se encontrou com Marshall para tentar resolver a situação de Fletcher e sofreu assédio sexual por parte do comandante. É vendida como a cumplice de Fletcher nos assassinatos.
·         Sandy (Jennifer Lopez): 42 anos, ex-mulher do presidente jogada para o jogo por descobrir algumas sujeiras que o seu marido estava encobrindo. Sempre teve um relacionamento conturbado com ele e com seus filhos, que apoiaram a decisão do pai em envia-la para o reality sem relutar. É vendida para o público como uma terrorista russa, assim como Leon, enviada por antigos governantes da já extinta URSS para assassinar o presidente.
           Vanessa (Ana de Armas): 32 anos, uma atriz que estava prestes a denunciar abusos que sofreu nas mãos do presidente quando eles se conheceram em uma das festas que ele dava em sua casa. Por conta da influência da atriz na mídia, foi necessário sujar sua imagem e colocar crimes em sua ficha para joga-la dentro do reality. É vendida para o público como uma das pessoas que solicitou os serviços de Paul e Karla para assassinar sua grande rival nas telas, o que gera uma ira descomunal do público perante a ela.
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FIRST ACT: GENESIS
             Paul e Karla estão prestes a cometer o assassinato que livrará eles da cadeia: Michelle, a jornalista que os perseguiu e está infiltrada entre eles junto com seu grupo de jornalistas, tem um final macabro. Ela e todo o seu grupo são brutalmente torturados e assassinados pelo casal. Um tiro no pé, já que por conta destes crimes o casal finalmente foi pego pela polícia e entregues ao chefe do departamento de segurança, comandante Marshall, e ao presidente, que dá a eles a grande chance de mudar tudo: um reality aonde eles teriam apenas de matar dez pessoas que estavam incomodando o governo e eles poderiam ser extraditados diretamente para o México, aonde recomeçariam a vida com ficha limpa. Aceitando imediatamente, os participantes começam a ser raptados em sua casa para serem jogados ao reality. Suas fichas são corrompidas para serem apresentadas ao público como criminosos e em poucos dias eles já são notoriamente conhecidos pelo público americano, que deseja ver a cabeça de cada um sendo cortada fora.
             Ao serem jogados dentro da fábrica abandonada, a primeira a acordar é Carrie, que se depara com uma mesa de armas. Ela não sabe aonde está, mas sabe como e porquê foi parar ali. Aos poucos, todos vão acordando e o reality tem início quando começam a discutir sobre uma alternativa para fugirem daquele local, o que parece ser impossível na mente de Leon, que já sabe o motivo daquilo estar acontecendo.
             VANESSA: Sinceramente, estamos aqui há cerca de meia hora e não fizemos nada ainda para reverter essa situação, se temos uma mesa cheia de armas...
           FLETCHER: Se temos uma mesa cheia de armas é porque fomos enviados a uma guerra. Isso é um combate.
           CARRIE: Combater quem?
           SANDY: Eles ainda estão sendo preparados. Eles vão nos buscar.
           LEON: Sinceramente, eu acho que não podemos confiar nessa mulher.
           SANDY: Eu sou a única com informações do que isso realmente é. Se quiserem me matar vão em frente. Mas vocês não vão gostar quando aqueles dois chegarem. – Repentinamente, os relógios dos participantes ligam marcando quarenta minutos. – Bem, depois dessa eu acredito que seja a hora de nos dividirmos.
   VINTE MINUTOS NO RELÓGIO:
             ANNE: Carrie, você meteu a maioria de nós nessa com essa besteira de perseguir gente do pentágono, acredito que a missão de nos tirar daqui seja sua.
           MICHAEL: Vocês não percebem? Qualquer um que esteja aqui é um desafeto pro governo.
           SANDY: O pirralho acertou. Eles querem nos eliminar. Não tem um culpado nisso. Todos aqui somos...
           FLETCHER: Eu acredito que se vocês parassem de se vitimizar um pouco e prestassem mais atenção ao nosso redor já teríamos saído daqui. Olhem as câmeras ao nosso redor, estamos sendo gravados e vendidos. Isso é um reality show, somos produtos do governo agora. Eu não sei se vocês vêm comigo, mas eu vou pegar minha namorada e sair daqui. Vanessa e Michael, vocês são os mais inteligentes, peguem um pouco desse armamento e vamos dar o fora.
           CARRIE: As portas estão fechadas, eu já tentei.
           PAMELA: Então é isso? Vamos ficar as ordens da produção?
           LUCAS: Você não ouviu seu namorado? Somos produtos do governo agora...
           LOCUTOR: ATENÇÃO: Tem início aqui o reality Survivor. Vocês estão sendo televisionados para os Estados Unidos inteiro. Cada passo, cada respiração, cada ato que vocês fizerem será visto pela América inteira. Aqui seguem as regras do jogo: não saiam da sala antes que o relógio marque 5 minutos; não utilizem as armas antes do relógio zerar; quando o relógio marcar cinco minutos, a não ser que queira morrer dolorosamente, saia imediatamente da sala; isso não é um teste: as pessoas com quem vocês irão lidar neste jogo são extremamente perigosas. Só um de vocês pode sair vivo daí, se conseguirem acabar com os assassinos. Caso um de vocês faça isso, está na sua responsabilidade exterminar o restante dos jogadores. Boa sorte a todos. Que Deus abençoe a vocês e abençoe a América.
           SETH: Anne, pegue a arma e vamos atirar nessa porta até conseguirmos abrir.
           CARRIE: Anne, fique quieta aí. Seth, se você quer tentar fazer alguma coisa que pode prejudicar ao grupo todo, faça sozinho.
           LUCAS: Ela está certa. Já estamos correndo risco de morte.
           SETH: Foda-se vocês, essa merda imperialista não vai me matar. – Seth pega uma das armas e atira na porta, mesmo com Anne tentando impedir, porém ao apertar o gatilho, um chip desperta dentro de sua cabeça e a explode.
             Ao fazer isso, Seth imediatamente abre as portas do inferno. Na produção, Marshall da a ordem de iniciar imediatamente o jogo.
             MARSHALL: Faça uma surpresa. Solte-os. Uma regra descumprida, uma desvantagem.
             Os relógios dos participantes são zerados e as portas são abertas. Assustados, os participantes assistem um casal chegando em cima de uma motocicleta com um lança chamas e pegam o máximo de armamento que podem carregar.
         PAUL: Acho que a entrada foi o suficiente pra assusta-los.
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SECOND ACT: EXODUS
KARLA: Só tome cuidado pra não cometer os mesmos deslizes que nos fizeram ser pegos.
             Com essa fala, se inicia o segundo ato do jogo. Os participantes se dividem em grupos: Carrie, Lucas, Leon e Anne correm pelo local tentando descobrir se há possibilidade de fugir do local aonde estão; Fletcher, Pamela, Michael e Vanessa se escondem na área de refeitório aonde aguardam pelos assassinos e uma oportunidade assassina-los; Sandy vaga sozinha pela fábrica, esperando por sua morte.
           Carrie e seu grupo chegam até os banheiros aonde precisam lidar com os primeiros ataques de Karla e Paul, se escondendo dentro dos boxes enquanto Karla e Paul saem atirando nos vestiários.
           KARLA: Nem tentem, sabemos aonde estão escondidos.
           PAUL: Vamos dar uma oportunidade: se entregarem um do grupo, deixamos o resto viver por certo tempo.
           KARLA: Duvido que já receberam uma oferta tão boa assim na vida de vocês.
           Após ficarem em silêncio por muito tempo, o casal decide agir.
           PAUL: Bem, foi a escolha de vocês.
           Paul chuta a porta do box aonde Anne está escondida e a agarra, deixando Carrie assustada pensando no que poderia acontecer com a sua irmã. Carrie imediatamente se entrega e pede para que Paul solte a sua irmã. Paul se encanta com a beleza de Carrie e solta imediatamente Anne.
           PAUL: Dessa vez vou cumprir com o prometido. Mas você vai ser a última. Karla, amarre as mãos dela, se você deixar ela escapar vai ser você que vai ter seus miolos estourados.
           Antes de deixar o banheiro, Paul chuta a porta em que Lucas está escondido e o mata, saindo logo depois com Carrie e Karla. Leon, namorado de Lucas, passa muito tempo chorando em cima de seu corpo, porém Anne convence Leon a irem atrás de Carrie.
           ANNE: Leon, não podemos ficar aqui por muito tempo. Você viu a área externa, precisamos vasculhar aquilo pra vermos se temos chance de irmos embora. Já está anoitecendo.
           LEON: Pegue as armas. Vamos mata-los primeiro. Depois saímos, mas primeiro vamos mata-los.
           ANNE: Leon, aquilo são assassinos profissionais, nós não temos chance.
           LEON: Quem não teve chance foi o Lucas. Nós estamos armados até os dentes. Se quiser encontrar eles, tudo bem, encontramos. Mas estamos em maior quantidade, não podemos nos dar por vencidos.
           ANNE: Precisamos do Fletcher. Ele sabe manusear essas armas melhor do que qualquer um aqui.
             Do outro lado da fábrica, estava Fletcher e seu grupo esperando pelo ataque, até que escutam a voz do locutor novamente.
           LOCUTOR: ATENÇÃO: Primeira vítima – Lucas.
           VANESSA: Qual a última coisa que vocês gostariam de fazer antes de morrer?
           MICHAEL: Acha mesmo que não temos chance aqui?
           VANESSA: Provavelmente. Vamos lá, os dois são assassinos profissionais.
           FLETCHER: A única pessoa que não tem chance aqui é você, Vanessa. Só sabe ficar se lamentando, não faz outra coisa.
           VANESSA: Eu encaro a realidade, vocês mexem com políticos e...
           A produção do programa imediatamente corta o som enquanto eles falam sobre o real motivo deles estarem ali. A visão é cortada para Carrie e os assassinos, que estão em busca de Sandy.
           CARRIE: Vocês sabem que estão sendo usados também?
           KARLA: Estamos garantindo nossa liberdade.
           CARRIE: Como se vocês fossem escapar em outro país.
           KARLA: Paul, por que não acabamos com ela logo?
           PAUL: Ela é útil. Se você encostar um dedo nela é com você que eu acabo. Precisamos dela pra garantir que os superiores não vão mexer mais com a gente.
           CARRIE: Então vocês querem saber o real motivo de sermos problema pro governo?
           KARLA: Paul, olhe quem achamos.
           O trio encontra Sandy no corredor, que os encara assustada e tremula, sabendo o destino que a aguarda.
           PAUL: Ótimo. Carrie, agora você vai aprender a ficar um pouco quieta.
           Paul vai atrás de Sandy, que começa a correr pelo corredor sombrio até Paul conseguir atingi-la com uma navalha. Paul aproveita que ela está no chão e começa a chuta-la até escolher uma arma para acabar de vez com Sandy, optando pelo lança chamas.
           PAUL: Um último pedido?
           SANDY: Sim. Mande meu marido ao inferno.  
           Paul ateia fogo a Sandy, que se debate no chão gritando, e resolve chamar Carrie:
           PAUL: Pra você saber quando deve falar ou não, vou te dar um presente: pegue essa arma e acabe com a dor dela.
           CARRIE: Você é o assassino aqui, cumpra com o seu dever.
           PAUL: Ande logo, não está escutando os gritos dela?
           Carrie fica intacta e sente Karla apertando uma arma em sua cabeça, e sem relutar pega a pistola que Paul está oferecendo e atira na cabeça de Sandy.
           PAUL: Com o passar do dia vai virar profissional. Karla, vá atrás do outro grupo. Eu e Carrie vamos atrás dos amigos dela.
           KARLA: Por que quer que eu faça isso?
           PAUL: Porque eu sei que você é boa o suficiente pra lidar com um grupo de pessoas que nunca usou um taco de baseball. Vá.
           Extremamente infeliz, Karla vai contra sua vontade. Paul leva Carrie para uma das salas da fábrica e resolve ficar sozinho ali com ela.
           CARRIE: Por que está olhando pra mim?
           PAUL: Tem mais alguma coisa pra eu olhar aqui?
           CARRIE: Com certeza deve ter coisas mais interessantes pra se fazer.
           Enquanto isso, Leon consegue achar um walkie talkie em uma das salas e tenta se comunicar por ele. Do outro lado, Vanessa consegue ouvir uma voz e percebe que outro walkie talkie está em sua sala.
           VANESSA: Leon? Aonde você está?
           LEON: Estamos em um dos inúmeros corredores tentando achar vocês. – Fletcher toma o comunicador das mãos de Vanessa para falar com Leon.
           FLETCHER: Venha até a cozinha. A única pessoa que não está com a gente é... – Fletcher é interrompido pela voz do locutor que anuncia a morte de Sandy – Bem, ela está morta. Estão todos contigo?
           LEON: Carrie foi sequestrada, precisamos resgata-la e tentar dar o fora daqui. Eu e Anne estamos no exterior da fábrica, existe um muro que talvez possa ser explodido com algumas das armas que nos deixaram.
           FLETCHER: Acha melhor nos reunirmos aí?
           LEON: Nos espere aí. Decidimos o que iremos fazer juntos.
           Enquanto está falando com Fletcher, Leon não nota o sumiço de Anne enquanto percorre pelos corredores obscuros da fábrica. Ao virar a esquerda, Leon se depara com a terrível imagem de Anne fatiada pela metade. Enquanto a parte superior de seu corpo está pendurada a uma barra de ferro no teto, a inferior se encontra no chão. Ao virar, se depara com Karla pronta para ataca-lo, gerando um combate até conseguir despista-la e chegar a cozinha, aonde se encontra com o outro grupo.
           LEON: Precisamos sair daqui imediatamente. Ela está vindo atrás da gente.
           VANESSA: Eu avisei vocês que se trouxessem ele pra cá ele iria trazer aqueles dois.
           MICHAEL: Vanessa, acredito que isso não seja hora pra discussão.
           PAMELA: Ela não vai entrar aqui em desvantagem.
           FLETCHER: Ela sabe que mesmo sendo profissional acaba perdendo contra 5 pessoas juntas. Mas enquanto vocês estavam reclamando eu achei isso aqui – Fletcher tira do seu bolso o mapa da fábrica que mostra exatamente a saída do local – Se quisermos sair, precisamos chegar até lá rapidamente.
           PAMELA: E a Carrie?
           LEON: Não vamos sair sem contra atacar.
           VANESSA: Você está louco? Não temos nem um pouco de chance contra eles, eu já repeti isso milhares de vezes, mas vocês insistem em não me escutar.
           LEON: Somos cinco contra dois. Não acredito que a desvantagem seja tão grande.
           FLETCHER: Você acha mesmo que conseguimos?
           PAMELA: Eles são inteligentes, mas não são tão fortalecidos o suficiente pra encarar cinco pessoas.
           MICHAEL: Acho que devemos ir então. Não vamos ganhar tempo ficando aqui esperando eles chegarem.
           O grupo sai, porém Vanessa resolve ficar.
           PAMELA: Vanessa, você não vem?
           VANESSA: Podem ir na missão suicida de vocês, eu me recuso.
           LEON: Pare com essa besteira. Precisamos tirar o máximo de pessoas daqui. – Leon tira Vanessa a força da cozinha e a leva em suas costas, mesmo com ela relutando para ficar.
           Do outro lado da fábrica, Carrie continua presa com Paul.
           PAUL: Não está entediada?
           CARRIE: O que eu deveria fazer? Tentar fugir?
           PAUL: É o mínimo.
           CARRIE: Já aceitei minhas condições. Ao menos fico por último.
           PAUL: Pensei que não desistia tão fácil.
           CARRIE: Eu sei que você desistiu de ter uma vida brilhante pra ter esse tipo de vida.
           PAUL: O que você sabe sobre a minha vida?
           CARRIE: O mesmo que todo jornalista diz quando fazem uma matéria sobre você.
           PAUL: Engraçado, porque eu não sei nada sobre você.
           CARRIE: Isso não é um encontro, pelo amor de deus.
           PAUL: E não está interessada em tornar as coisas mais interessantes?
           CARRIE: É por isso que deixou sua namorada fazer o trabalho por si só?
           PAUL: Talvez hoje eu deixe essa responsabilidade por ela.
           CARRIE: Quantas pessoas podem sair daqui exatamente?
           PAUL: Duas. O que significa que só eu e ela iremos fazer isso.
           CARRIE: Mas e se eu e outra pessoa matarmos vocês?
           PAUL: Aí vocês vencem, obviamente.
           CARRIE: E qual é a grande recompensa que vocês ganham saindo daqui?
           PAUL: Oportunidade de recomeçar. Fiz muitas escolhas erradas, mas acho que tenho esse direito.
           CARRIE: Igual as pessoas que você matou?
           PAUL: Essa não é a questão. A questão é que você vai ser morta logo depois se sair daqui viva. O governo não vai te deixar em paz, agora eu e Karla saindo daqui deixamos de ser problema deles.
           CARRIE: Pelo menos eu teria uma chance de tentar recomeçar, não acha?
           PAUL: Acho que deveríamos fazer o que prometi pra Karla, vamos embora.
           Prestes a entrarem no maquinário, Fletcher se depara com uma sala completamente alagada, que qualquer faísca que caísse na água seria capaz de levar tudo ali aos ares.
           FLETCHER: Todos aqui sabem nadar, certo?
           VANESSA: Realmente, não tem outro caminho?
           LEON: O mapa só indicava esse. Precisamos passar por aqui pra chegarmos até a outra porta.
           PAMELA: Não precisamos nem pular, existem escadas acopladas nas paredes. Isso vai ser fácil, só não vamos chegar até lá se ficarmos parados aqui.
           MICHAEL: Essas máquinas não estão desligadas.
           PAMELA: Isso quer dizer que?...
           MICHAEL: Isso é proposital. Eles fizeram cenários justamente pra ajudarem os dois a nos matarem. Com certeza eles serão avisados, estão vendo a fiação lá em cima? Uma bala nelas e é faísca por todo lado, são cinco segundos até quase todo esse setor entrar em chamas.
           VANESSA: Eu vou primeiro.
           LEON: Não tem essa de ir primeiro, todos temos que ir um atrás do outro. Sair daqui o mais rápido é a prioridade.
           FLETCHER: Eu vou na frente com a Pamela, Michael vem logo em sequência, Leon, você e Vanessa ficam de olho pra ver se eles não estão vindo. A única alternativa é nos arriscarmos.
           Ao entrarem na água, Paul e Karla recebem o sinal para agirem no setor maquinário e se encontram próximo a ele.
           PAUL: Eles sabem que existe outra forma de sair daqui?
           KARLA: Eles nem sabem como chegar no subterrâneo.
           PAUL: Ótimo. Você fica bem atrás da gente. – Sem outra escolha, Carrie aceita as ordens de Paul.
           No maquinário, Fletcher, Pamela e Michael já alcançaram o outro lado, enquanto Vanessa e Leon ainda estão pela metade. Ao perceberem que havia companhia, começam a acelerar, porém falham na missão ao ver que apenas Leon conseguiu chegar na escada. Paul atira na afiação e nos circuitos da maquinaria, eletrocutando Vanessa que ainda está na água. Paul pega Carrie em seus braços e foge rapidamente do local, esquecendo Karla que não consegue fugir a tempo. O outro grupo sobrevive inteiramente, porém começam a discutir sobre de qual lado Carrie pode estar ao vê-la com os assassinos, mesmo Leon explicando que ela havia sido raptada; no entanto, Carrie começa a discutir com Paul sobre qual é o real ponto dele sobre escolher ela ao invés de Karla e percebe que ele está completamente apaixonado por ela a ponto de sacrificar qualquer pessoa ali em prol da vida dos dois.
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THIRD ACT: APOCALYPSE
               Desesperada e sem muitas escolhas, Carrie decide se aproveitar dos sentimentos de Paul para sair de lá com vida, transando com ele para obter confiança e chocando o público que está assistindo o programa, gerando um favoritismo para que Carrie e Paul saiam juntos. Porém ela não espera que Karla escapou do incêndio viva e que agora está indo atrás do outro grupo, que caminha para conseguir escapar da fábrica. Vendo que a audiência começa a cair, a produção do programa abre uma votação para escolher quem deve ser a próxima vítima, aonde o mais votado é Leon, o único que segundo o público teria a chance de derrotar Paul, que passa a se tornar o querido dos telespectadores. Sabendo que teria que matar Leon, Carrie começa a cooperar com Paul para que os dois consigam sair com vida de lá, porém Karla chega primeiro ao grupo, conseguindo matar Michael que decide ficar para enfrenta-la. Ao ouvir que Michael está morto, Paul conclui que Karla ainda está viva e Carrie pede para que ele deixe-a matá-la.
              Para atravessarem para a outra parte da fábrica aonde está a saída, Pamela, Leon e Fletcher precisam atravessar o subterrâneo, o qual está parcialmente alagado devido à explosão do maquinário. Pela metade do percurso, Karla consegue alcança-los, mesmo com Paul e Carrie correndo para conseguirem matá-la. Karla e Leon se enfrentam, porém Pamela se coloca na frente de Leon quando percebe que ela tem uma faca para matá-lo, se sacrificando por ele. Com o subterrâneo cada vez mais submerso, Leon percebe que Fletcher já conseguiu chegar ao outro lado e para poupa-lo e faze-lo vitorioso, se afoga junto de Carrie para finalmente matá-la.
            Ao perceber que seus amigos não conseguiram atravessar o subterrâneo e ouvir locutor anunciando suas mortes, Fletcher anda sem rumo pela fábrica até perceber que Carrie pode estar viva e decidir resgata-la das mãos de Paul para sair junto com ela do jogo. Avistando uma motocicleta e uma serra elétrica, Fletcher começa a rodar pela fábrica, até chegar a mais um dos maquinários, aonde estão Paul e Carrie.
                                           DEZ MINUTOS ANTES:
             CARRIE: Então iremos esperar por ele aqui?
             PAUL: Você ouviu. Karla já deve estar morta, o que nos resta é matar Fletcher e dar o fora daqui. Ele ainda pensa que você está do lado deles, quando ele chegar vá correndo pros braços dele, tome essa faca. Assim que você chegar perto dele, apunhale sem demora.
           CARRIE: E depois?
           PAUL: Depois? Somos os vencedores
          CARRIE: E iremos viver assim?
          PAUL: Assim como?
          CARRIE: Da mesma forma que você vivia com ela.
          PAUL: Eu te disse, é a nossa oportunidade de começar uma nova vida.
         CARRIE: E que tipo de vida é esse?
         PAUL: Não importa. Já te dei provas suficientes de que quero um começo novo do seu lado.
       CARRIE: Você promete?
       PAUL: Por você sim. Agora se prepare, ele já está quase aí.
                              FLETCHER CHEGA NO MAQUINÁRIO:
             CARRIE: Fletcher, pelo amor de Deus!
           Fletcher olha para Carrie que está sendo segurada por Paul, que aponta uma arma para a cabeça dela, ameaçando matá-la a qualquer momento.
           FLETCHER: Solte-a. Eu já sei da tática do programa. Duas pessoas podem sair vivas, me mate ao menos.
           PAUL: Você realmente acha que eu vou deixar um de vocês saírem daqui vivos?
           FLETCHER: Você tem uma opção. Todos aqui já sofreram demais na sua mão. Uma já foi, você tem a opção de fazer a escolha certa agora. – Paul joga Carrie no chão e ela vai correndo para os braços de Fletcher.
           CARRIE: Acabe com isso logo, pelo amor de Deus.
           Paul olha confuso para Carrie vendo que ela o enganou e ao perceber vê Fletcher em cima da motocicleta com a motosserra ligada, andando em círculos ao seu redor enquanto tenta atingi-lo com seu machado. Quando menos espera, Fletcher consegue fatia-lo pela metade com a serra elétrica, deixando metade do seu corpo no chão. Na plateia do programa todos estão estáticos com a cena que acabaram de ver, não esperando tamanha traição de Carrie. Antes de sair, Carrie para ao lado do corpo de Paul e fala:
           CARRIE: Karla não era uma boa pessoa, mas não merecia uma traição vinda de sua parte. Paguei com a mesma moeda, é isso o que homens como você merecem.
           Na fábrica, uma porta se abre no maquinário, dando a passagem para a plateia do programa. Os dois chegam juntos de mão dadas e são recebidos com euforia, tratados como ídolos. Sem entender tamanha comoção, Carrie pega a metralhadora que havia pego do corpo falecido de Paul e atira em toda a iluminação do programa, indo embora dali com Fletcher logo depois.
FINAL 2
            Ao perceber que seus amigos não conseguiram atravessar o subterrâneo e ouvir locutor anunciando suas mortes, Fletcher anda sem rumo pela fábrica até perceber que Carrie pode estar viva e decidir resgata-la das mãos de Paul para sair junto com ela do jogo. Avistando uma motocicleta e uma serra elétrica, Fletcher começa a rodar pela fábrica, até chegar a mais um dos maquinários, aonde estão Paul e Carrie.
           Ao ver Carrie apavorada nos braços de Paul enquanto ele aponta uma faca para o pescoço dela, Fletcher suplica para que Paul solte Carrie:
           CARRIE: Vá embora, Fletcher. Ele me enganou, ele vai te enganar, não confie nele.
           PAUL: Não, não. Eu faço questão de acabar com os dois de uma só vez.
           Paul joga Carrie no chão e a chuta até ela chegar nos braços de Fletcher, quando se encontra abraçada implorando para que ele os mates logo. Repentinamente, Fletcher está encharcado de sangue e não entende o que está acontecendo, quando Carrie se levanta e ele percebe que ela esteve ao lado de Paul esse tempo todo. O auditório do programa vai ao delírio, as portas do maquinário se abrem e ao entrarem dentro do estúdio aonde os esperavam, eles se deparam com inúmeros cartazes, com declarações de amor para Paul, alguns dizendo que o casal deveria permanecer na TV todos os dias. Um jornalista interrompe o momento para entrevista-los:
           JORNALISTA: Me desculpe vir tão repentinamente, mas vocês são o maior casal da América, as pessoas idolatram vocês, eu nunca vi tamanha comoção desde que Madonna casou com Sean Paul. O que vão fazer depois disso?
           PAUL: Bem, eu vou te falar uma coisa: eu sou o herói desse jogo todo. Um herói não existe sem um prêmio ao seu lado. Carrie é o meu prêmio.
                       A fala é recebida com milhares de aplausos pela plateia do programa.
FINAL 3
                     CARRIE: Então iremos esperar por ele aqui?
                     PAUL: Você ouviu. Karla já deve estar morta, o que nos resta é matar Fletcher e dar o fora daqui. Ele ainda pensa que você está do lado deles, quando ele chegar vá correndo pros braços dele, tome essa faca. Assim que você chegar perto dele, apunhale sem demora.
                   CARRIE: E depois?
                   PAUL: Depois? Somos os vencedores
                 CARRIE: E iremos viver assim?
                  PAUL: Assim como?
                CARRIE: Da mesma forma que você vivia com ela.
                PAUL: Eu te disse, é a nossa oportunidade de começar uma nova vida.
               CARRIE: E que tipo de vida é esse?
               PAUL: Não importa. Já te dei provas suficientes de que quero um começo novo do seu lado.
              CARRIE: Você promete?
             PAUL: Por você sim. Agora se prepare, ele já está quase aí.
 FLETCHER CHEGA NO MAQUINÁRIO:
             CARRIE: Fletcher, pelo amor de Deus!
           Fletcher olha para Carrie que está sendo segurada por Paul, que aponta uma arma para a cabeça dela, ameaçando matá-la a qualquer momento.
           FLETCHER: Solte-a. Eu já sei da tática do programa. Duas pessoas podem sair vivas, me mate ao menos.
           PAUL: Você realmente acha que eu vou deixar um de vocês saírem daqui vivos?
           FLETCHER: Você tem uma opção. Todos aqui já sofreram demais na sua mão. Uma já foi, você tem a opção de fazer a escolha certa agora. – Paul joga Carrie no chão e ela vai correndo para os braços de Fletcher.
           Sem mais nem menos, Paul não cumpre com o prometido. Pega a metralhadora que está contigo e assassina os dois, sem dar oportunidade para os dois tentarem se defenderem. Ao perceber que Carrie ainda está suspirando, Paul chega ao seu lado e fala:
           PAUL: Karla morreu. Ela era o amor da minha vida. Você? Bem, agradeço por servir de escada para eu chegar até aqui. – Paul acaba o serviço dando um tiro no rosto de Carrie.
           A porta se abre e Paul finalmente chega até a plateia do jogo, sendo ovacionado por todas as pessoas que estão ali. Algumas mulheres trazem cartares e se jogam no palco para encostarem em Paul, que é considerado o herói da nação pelas pessoas que assistiram o reality. Um jornalista para ele em meio a tanta comoção e começa a entrevista-lo:
           JORNALISTA: Me desculpe vir tão repentinamente te fazer essa pergunta, mas agora você é o homem mais famoso da América, todos te querem, todos te assistiram e todos te amam. Você se considera o herói do jogo?
           PAUL: Herói? Isso é um título interessante. Quem sabe algum dia eu não seja presidente também.
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vicaramelo · 6 years ago
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ao meu peito morto com selvageria
me bateram com raiva e eu corri. mas o estrago tinha sido feito. fluidos escorrendo pelos meus poros, olho roxo, miocárdio esfolado. eu te disse que amar era violento, e você disse que, na verdade, era calmaria. mas nada era calmo entre a gente. e é, realmente devo ter te amado, porque fervia no meu sangue e causava danos à minha mente. éramos jovens demais e tudo era um sonho psicodélico. rasguei os limites da minha pele, e quis que o fogo me consumisse. o pecado me parecia suave e eu estava cega. seu sentimento falho me fez querer morrer, e eu tinha vergonha de falar com Deus. me sentia suja, mas não era literal porque os banhos não resolviam. também tive culpa - cinquenta por cento - porque era bom e eu gostava, mas tinha medo de ser descoberta. enquanto você ria e gostava do seu reflexo, eu me medicava e nem me reconhecia mais. dia desses, consegui correr dos monstros que me aproximavam de você, pude fugir do meu cativeiro. mas algo em mim - trinta por cento - queria voltar. síndrome de Estocolmo. e eu ainda te amei por dias, semanas, anos. algo resfolegava dentro de mim, estava vivo. então... um assassinato. demorou muito para que viesse a bonança, tive de lidar com o luto. o meu corpo tremia e, embora acreditasse que fizera a coisa certa, minhas mãos estavam manchadas de vermelho. mas disse: "Deus!" e meus olhos brilharam outra vez. fui resgatada, cuidada, e não havia remendos. evitei olhar no seu rosto ou te encontrar no meio da rua. o meu cabelo cresceu e comecei a faculdade. vivia te evitando, mas você tentava voltar toda hora, tentava romper a barreira. dizia: "vamos nos encontrar, qual o maldito problema nisso"? e os trabalhadores dentro do meu cérebro faziam cartazes de protesto. porque o amor deve morrer sim, como tudo que vive, como eu, seus pais, nossos animais e as plantas da sua bisa, mas ficam as lembranças, e elas respiram. tenho pavor do que sou com você. tenho medo de cometer os mesmos erros, e de ser burra, idiota e cair nas garras peçonhentas do mundo. hoje me policio, revejo os meus passos e ensaio novamente as minhas falas. mas, contrariando tudo, aceitei o seu convite, porque, segundo a parte danificada da minha mente, tudo agora ficou diferente e curado. no entanto, devo estar enganada, pois cutuquei um ferimento, aparentemente, recente. meio inflamado, ainda sarando. mas - apesar de ter que comprar merthiolate - estou melhorando. não estou mais doente, e esse machucado cria uma casca com cerca de 5 cm de altura. um dia, vou acordar e achar uma cicatriz em seu lugar. talvez esse seja o pulo do gato; antes de tomar qualquer decisão, tenho que olhar para dentro de mim, e se preciso, me manter distante. serei feliz no meu lado do mundo, seja também no seu. ah, e aos que dizem que se ama somente uma vez na vida, desejo com toda a minha alma que isso, por favor, seja mentira. que, em nome de Deus, eu seja capaz de amar de novo, e que seja certo dessa vez.
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airhxad · 5 years ago
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top 5 meus personagens 💁🏻‍♀️
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imagens ao vivo dos meus neurônios tentando responder essa ask !!!!! alias ask não, porque isso aqui foi um verdadeiro ataque ne.  i mean, como que eu posso escolher SÓ cinco quando eu sou completamente apaixonada por todos os chars que você me apresenta ?????  eu nem mesmo rebloguei esse top 5, mas okay, okay, só vamos nessa.. não garanto que vai ser lá muito diferente da sua própria lista, mas não dá pra dizer que eu não tentei né uahsuash MAS ANTES…………..
menções honrosas: ishmael, a própria aline barros dos sete mares que bem que tentou fugir da vida de príncipe, mas não teve jeito aushaush sonynha, a minha comunista do iphone favorita.  anton, a quem eu PRECISO mencionar aqui já que não tenho grana para pagar o processo que ele ia tacar nas minhas costas né uashuhsa  eriquito, que conheço pouco mas já considero pakas, acho aesthetic ele jogando pedras nos colegas e sinceramente, minha vontade sim qq  IZZUS, o verdadeiro messias dos sapatos bonitos !! uashuash mary, a quem eu to torcendo para conseguir se decidir entre os namorados dela !!  leonardo que vai pra ser pra sempre o meu grande crush dos tomates, e também o alex, o meu bebê e hamilton da 25 jr !!!!!!!  basicamente todo mundo que eu estou lembrando agora aushuash
cora&vlad. vão ter dois sim porque o tanto que eu AMO eles dois não cabe na caixinha e jamais ia me perdoar se eu não botasse eles nessa lista !!!  eu amo o jeitinho deles, tipo, DEMAIS
vlad é a melhor pessoa do mundo e eu posso provar !!  a gente leva o coitado muito na base da chacota, é vdd, mas eu acho muito lindo como mesmo com todas as dificuldades que os Donndubhán enfrentaram, ele nunca deixou de ser doce e bondoso.  é burro ??  é, tadinho, mas sinceramente é o mais cômico dele simm e acho que se não fosse esse jeitinho ele não seria uma pessoa tão importante pra todos os meus chars que tiveram a sorte de se envolver com ele de alguma maneira !!!  bonus: eu NUNCA vou esquecer dele falando que era vegetariano quando perguntaram se ele preferia peito ou bunda sos UAHSAUSHSAUHASUH  não dá, é muito precioso mdss !!!!
e a cora, toda princesa, descendo constantemente do salto para brigar com o rodinho por causa dos poros e sapatos dele e ainda conseguindo carregar o leon para a delegacia junto por desacato ( !!! )  like, o MEU LEON, que é mais sem sal que o pure de batata da minha avô sos uashuash  mdss, eu juro que ela tem mais personalidade que todos os meus chars juntos uasuahaushsu  mas o que dá o 5o lugar pra cora é que eu amo DEMAAAIS o plot dela ( !!!!! )  claro, é de partir o coração ver ela renegando uma das pessoas que mais ama só pelo desejo de ser de determinada, mas é um erro que muita gente comete e traz também um amadurecimento lindo quando ela ver que não precisa ser nada além do que ela já é !!!!  é isso, eu amo demais sim
thomas. ai, o que falar do meu rei midas favorito, a própria personificação do ditado dinheiro não traz felicidade, mas antes sofrer num jatinho particular longe do suor dos plebeus do que no metro as 17h ??  meu grande ícone de resiliência sim, porque com tudo o que esse coitado já passou, eu só espero de verdade que ele NUNCA encontre o elmer em algum lugar, porque com o azar deles dois combinado COM CERTEZA estoura alguma usina nuclear ou um cometa cai exatamente no lugar, misericorida aushuash  mas sério, a gente nem se falava direito na época, mas eu adorava demais ler os povs dele !!!!!  eu adoro a maneira como ele é sempre verdadeiro a ele mesmo, ainda que isso não seja lá a coisa mais inteligente a se fazer né ……  qq  mas tudo bem, dedos cruzados que ele ainda vai arrumar a casinha a lá up! dele e sair por ai com as meninas dele para longe de todo angst e samambaias aushasuhas
willa. nossa, eu lembro direitinho de você me falando dela quando criou, como ela era uma versão feminina e mais de boas que o antonio……………………  e agora tá ai né, uma robozona do mal, arquitetando assassinatos e dominação continental e quotando stalin e hitler…  super de boas sim aushaushasuh  mas ai, tudo bem que eu já não posso afirmar que gosto da willanás, mas uma coisa é certa: ela é de longe uma das sua chars mais bem construídas !!!  a forma como ela te envolve e te faz torcer por ela, ainda que as atitudes dela sejam MUITO questionáveis to say the least ne aushuahs acho que a parte mais legal é como você trabalhava o psicológico dela, como nada com ela era simples ou aberto;; todo plot meio que dava uma novidade diferente.. i mean, eu ainda to chocada com a reviravolta que o relacionamento dela com o hakon deu.  provavelmente vou ficar a vida inteira, masok uashuash  sinceramente amiga, eu te aplaudo de pé por willanás sim
dmitri. tomando o segundo lugar por motivos inteiramente parciais sim, mas essa é a MINHA lista ne mesmo aushaush  ai gente, não existem palavras para expressar o quanto eu AMO este homem !!!!  hoje em dia eu leio a palavra ronronar ou queridos e já penso nele !!  eu acho SIM que ele é a melhor pessoa que ele pode ser;; i mean, esperar que ele seja politicamente correto levando toda a história de vida dele em consideração é romantizar DEMAIS a história dele, mas também seria TÃO fácil ele cair no esteriótipo sofri agora sou frio feat. macho heterotop escroto e dominante, e no final é como você mesmo disse, o charme dele é que ele é visto de diferentes formas dependendo da pessoa.  a lyra vê uma pessoa maravilhosa e extremamente companheira, que ajudou ela a crescer de todas as maneiras possíveis;; os amigos enxergam um cara super leal;; os de fora, um gótico estranho,, os inimigos, um sádico e a gweyr vê um babaca asuhasuhasuhas e eu podia passar a noite toda falando sobre como ele é complexo e ainda conseguiu dar a maior prova de amor que qualquer um poderia dar, mas acho que isso aqui já tá grande demais e ainda falta um sos !!!!!  
lothair. nunca na minha vida eu torci tanto pela felicidade de alguém quanto eu torço pela do lothair sos  ele herdou essa complexidade da willa, ainda que de um jeito nada psicopata ( amem !!! ) e acho que mostra bem a realidade de alguém que vem de uma família em que seus pais são…. bem, a própria willanás…  o lothair não é perfeito.  tá bem longe de ser até pq ele espelha muito do tratamento que ele aprendeu em casa e tbh eu acho que machuca mais meu coração o tão pouco que ele acredita em si mesmo.  mas GENTE ( !!!!!!! ) ELE CONSEGUE DAR A VOLTA POR CIMA !!!!!!!  this ser precioso viu o quanto ele tava quebrado e deu o melhor de si pra juntar os cacos e quebrar esse ciclo de abuso.  não por uma garota, mas por ELE MESMO !!!!  eu BERREI TANTO quanto você me contou isso sos, me senti torcendo pelo meu próprio filho numa dessas competições de filmes que passam toda hora.  na boa, acho que ele empatou com dmitri pela maior prova de amor, não só pra isolde, mas por ele mesmo !!!!!!  se eu te aplaudo de pé pela caracterização da willa, eu contrato um maracanã inteiro pra bater por toda a trajetória do lothair por amiga, tu merece o tocantins inteiro !!!!!!!!!!!!!!
@beccawrtes
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familiaarmani · 6 years ago
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Oii amores hoje vou trazer dicas de séries espero que gostem:
1- Vis a Vis
Sinopse:  Macarena Ferreiro é uma jovem ingênua que se apaixonou pelo patrão e agora está presa por causa dele. Acusada de cometer quatro crimes fiscais, ela precisa enfrentar o choque emocional que é estar na cadeia, enquanto sua família procura um jeito de pagar a fiança e libertá-la da Penitenciária de Cruz del Sur.
2- Scandal 
Sinopse:  Olivia Pope (Kerry Washington) passa seu tempo protegendo a reputação das personalidades estadunidenses da elite, evitando que nasçam grandes escândalos. A moça decide abrir uma empresa após deixar seu trabalho na Casa Branca, mas não consegue se desvencilhar totalmente de seu passado profissional. Sua equipe é formada por Harrison Wright (Columbus Short), Quinn Perkins (Katie Lowes), Stephen Finch (Henry Ian Cusick), Abby Whelan (Darby Stanchfield) e o hacker Huck Finn (Guillermo Diaz).
3- The 100
Sinopse:  Quando uma guerra nuclear destruiu a civilização e o planeta Terra, os únicos sobreviventes foram 400 pessoas que estavam em 12 estações espaciais em órbita. 97 anos e três gerações depois, a população já contava com 4 mil pessoas, mas os recursos já vão escassos. Para garantir o futuro, um grupo de cem jovens é enviado à superfície da Terra para descobrir se ela está habitável. Com a sobrevivência da raça humana em suas mãos, estes jovens precisam superar suas diferenças e unir forças para cruzar juntos o seu caminho.
4- Big Little Lies
Sinopse:  Três mães se aproximam quando seus filhos passam a estudar juntos no jardim de infância. Até então, elas levam vidas aparentemente perfeitas, mas os acontecimentos que se desenrolam levam as três a extremos como assassinato e subversão.
5- Elite
Sinopse: Depois de um problema na escola que frequentam, três alunos do ensino público são transferidos para a Las Encinas, a melhor e mais exclusiva escola na Espanha, onde os filhos da elite estudam. O choque entre os menos favorecidos e aqueles que têm tudo culmina em um assassinato. Agora resta saber: quem está por trás do crime?
6-Olhos que Condenam
Sinopse:  Cinco jovens negros do Harlem foram injustamente acusados de estuprarem uma mulher no Central Park. Eles só foram inocentados em 2014, depois que evidências de DNA comprovaram que o grupo não estava conectado ao brutal crime contra Trisha Meili.
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cherry6759 · 6 years ago
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Minha raiva não tem limites
Sabe quando uma PUUUUUUTA, UMA PROSTIVADIRANHA, vai e faz merda com os seus amigos?
Pois então né.
Vou até escrever em Português de tanto ódio, tanta raiva, porque a língua inglesa não tem boas descrições de o quão possessa estou.
Meu amiguinho tá lá, DI BOINHA, fazendo as coisas dele sem machucar ninguém. Ele tem seus ships que são de boas também, e ele não tá incomodando ninguém. Ele tá TRANQUILO COMO UM ESQUILO, SUAVE NA NAVE, BELEZA NA REPRESA.
Daí vai essa PUUUUUUUUUUTAAAAAAAAAA, que tem um histórico de machucar as pessoas ao redor dela, e xinga ele. Do nada. Diz que ele é um "pirigu pras crinança uiuiuiui" NOSSA VADIA PFFFF CALA A MERDA DA BOCA NINGUÉM!!!!!! PERGUNTOU!!!!!!!!!! NADA!!!!!!!!!!!!! HHHHWHTJKWNVSJJCKWJFJAAAAAAAAAAAA
Eu estou possessa eu quero cometer um homicídio bem bonitinho com uma faquinha bem bonitinha e fazer um assassinato de sala fechada bem lindinho pra essa PROSTIVADIRANHA DESGRAÇADA DE UMA FIGA
@yutakhe , vê se pode uma putaria dessas mano. @cupcakeballoon , vê se pode uma viadagem dessas caralho. Mas me ajuda antes que eu tenha um infarto
Pronto. Agora, de volta pra programação de sempre.
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